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Jessé Mendes relembra Luana Silva: “Ela saiu chorando”

Jessé Mendes relata torcida contra Luana Silva em Saquarema e relembra: “Ela saiu chorando”. Veja no Fala Papah!

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Jesse Mendes Fala Papah AOS Midia Maldivas

Jessé Mendes foi um dos primeiros convidados do podcast Fala Papah!. Foto: Reprodução

Jessé Mendes relembra Luana Silva e um episódio de torcida contra a surfista em entrevista ao Fala Papah!. Segundo ele, algumas atletas apoiaram uma adversária peruana durante um campeonato em Saquarema. Ao contar a situação, Jessé afirmou que Luana saiu chorando e demonstrou sua indignação.

A conversa foi gravada no Four Seasons Maldives, cerca de um ano antes da publicação deste corte. Os acontecimentos relatados, porém, são anteriores à entrevista. Eles surgiram nas respostas às perguntas sobre as mudanças de representação de país de Luana e Tatiana Weston-Webb.

A conversa começou com a decisão de Jessé sobre a Itália

Antes de abordar o caso de Luana, Jessé explicou por que desistiu de buscar uma vaga nas Olimpíadas pela Itália. Naquele período, ele já estava desanimado com o circuito competitivo.

Embora reconhecesse a importância dos Jogos, o surfista disse que não queria participar apenas para ter o status de atleta olímpico. Além disso, sentia que não estava suficientemente motivado para seguir naquela busca.

Jessé também destacou o apoio recebido dos italianos. Por isso, não considerava correto continuar aproveitando aquela estrutura sem o mesmo compromisso com a competição.

Ao ser questionado sobre uma possível rejeição na equipe italiana, respondeu que aconteceu o contrário. Segundo ele, a recepção foi positiva.

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Luana Silva com a bandeira brasileira na lycra após uma bateria de surf. Foto: WSL / Emma Sharon

A resistência às mudanças de bandeira

Em seguida, a entrevista passou às reações enfrentadas por Tati e Luana quando começaram a representar o Brasil. Jessé criticou a resistência às atletas e classificou esse tipo de rejeição como “ridículo”.

Na avaliação dele, a chegada de surfistas de alto nível ajudava a fortalecer o esporte brasileiro. Além disso, criava novas referências e aumentava a competitividade no surf feminino.

Jessé argumentou que a nacionalidade das atletas deveria ser respeitada. Para ele, ter crescido ou morado fora do país não justificava a rejeição.

O relato sobre Luana Silva em Saquarema

Ao falar especificamente de Luana, Jessé lembrou que a mudança ocorreu quando ela era muito jovem. Segundo ele, a surfista já tinha receio da reação que enfrentaria no Havaí.

Tati, por sua vez, incentivou Luana a aproveitar a oportunidade de representar o Brasil. Jessé contou que ela enxergava benefícios na estrutura que a jovem poderia receber.

No entanto, ele relatou uma situação que o incomodou durante um campeonato em Saquarema. Segundo sua lembrança, algumas atletas torceram por uma competidora peruana que enfrentava Luana.

“Ela saiu chorando”, afirmou Jessé. Logo depois, resumiu sua própria reação: “Fiquei revoltado”.

Jessé também destacou quem apoiou as atletas

Apesar da crítica, Jessé fez uma ressalva importante: não foram todas as atletas que reagiram dessa forma. Ele lembrou que também houve apoio a Tati e Luana.

Assim, o relato não descreve uma rejeição de todo o surf feminino brasileiro. A indignação se dirige às atitudes específicas que ele recordou durante a conversa.

O corte reúne a explicação sobre a Itália e as respostas de Jessé sobre os episódios envolvendo as duas surfistas. Assista no YouTube do Fala Papah! para acompanhar o contexto completo e deixe sua opinião nos comentários.

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Competições

Kanoa Igarashi e Mirai Ikeda garantem primeiras vagas do surfe para LA28

Kanoa Igarashi e Mirai Ikeda vencem os Jogos Asiáticos e se tornam os primeiros surfistas classificados para Los Angeles 2028.

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Kanoa Igarashi e Mirai Ikeda conquistaram as primeiras vagas do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Foto: ISA

Kanoa Igarashi e Mirai Ikeda conquistaram as primeiras vagas do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Foto: ISA

Kanoa Igarashi em LA28 já é uma realidade. O japonês conquistou nesta terça-feira (29) a primeira vaga masculina do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 ao vencer os Jogos Asiáticos de 2026, em Tahara, no Japão. No feminino, Mirai Ikeda também conquistou o ouro e se tornou a primeira mulher classificada para a próxima edição olímpica.

A competição marcou a estreia do surfe nos Jogos Asiáticos. Além disso, abriu oficialmente a corrida pelas vagas da modalidade para LA28. Ao todo, serão 48 surfistas nos próximos Jogos Olímpicos, sendo 24 homens e 24 mulheres.

As vagas conquistadas nos Jogos Asiáticos são individuais. Portanto, Kanoa e Mirai se tornaram os primeiros surfistas classificados para Los Angeles 2028.

Kanoa faz história

Medalhista de prata em Tóquio 2020 e também presente em Paris 2024, Kanoa Igarashi conquistou o ouro masculino e garantiu sua terceira participação consecutiva nos Jogos Olímpicos.

Na final, o japonês derrotou o indonésio I Made Pajar Ariyana por 12,87 a 10,40. Ariyana ficou com a medalha de prata, enquanto Jayuard Alciso, das Filipinas, completou o pódio com o bronze.

No entanto, um dos momentos mais emocionantes da campanha aconteceu antes das quartas de final. Kanoa reencontrou o companheiro de seleção Connor O’Leary, que havia vencido o confronto entre eles na primeira rodada.

Dessa vez, Kanoa precisava de 8,26 nos minutos finais. O japonês acertou um aéreo, recebeu 8,67 e virou a bateria por 15,67 a 15,26.

Mais tarde, na semifinal, Kanoa alcançou 18,33 pontos e conseguiu a única nota 10 de toda a competição.

I Made Pajar Ariyana, Kanoa Igarashi e Jayuard Alciso no pódio masculino dos Jogos Asiáticos de 2026. Foto: ISA

I Made Pajar Ariyana, Kanoa Igarashi e Jayuard Alciso no pódio masculino dos Jogos Asiáticos de 2026. Foto: ISA

Mirai Ikeda também está em LA28

No feminino, Mirai Ikeda completou a dobradinha japonesa. Aos 18 anos, ela conquistou a maior vitória de sua carreira e, logo em sua primeira tentativa de classificação olímpica, garantiu presença em Los Angeles.

Na final, Mirai derrotou a chinesa Siqi Yang por 11,64 a 7,57. Antes disso, a japonesa já havia apresentado uma das performances mais fortes dos Jogos Asiáticos.

Na terceira rodada, Mirai somou 18,53 pontos, maior combinação de duas ondas de toda a competição.

Assim, o Japão encerrou a estreia do surfe nos Jogos Asiáticos com as duas medalhas de ouro. Além disso, Kanoa e Mirai saíram de Tahara como os dois primeiros surfistas classificados para LA28.

Siqi Yang, Mirai Ikeda e Minami Nonaka no pódio feminino dos Jogos Asiáticos de 2026. Foto: ISA

Siqi Yang, Mirai Ikeda e Minami Nonaka no pódio feminino dos Jogos Asiáticos de 2026. Foto: ISA

LA28 será especial para Kanoa

A classificação de Kanoa Igarashi em LA28 também estabelece uma marca histórica. O japonês será o primeiro surfista a disputar as três edições dos Jogos desde a entrada da modalidade no programa olímpico.

Pouco antes dos Jogos Asiáticos, inclusive, Kanoa terminou como vice-campeão em Trestles pelo Championship Tour pelo segundo ano consecutivo. O japonês nasceu e cresceu na Califórnia e conhece profundamente a onda que receberá a disputa olímpica.

Kanoa será também o primeiro surfista a disputar as três edições dos Jogos desde a entrada da modalidade no programa olímpico: Tóquio 2020, Paris 2024 e Los Angeles 2028.

Mirai, por outro lado, fará sua estreia olímpica.

Pódios dos Jogos Asiáticos

Masculino: ouro para Kanoa Igarashi (JAP), prata para I Made Pajar Ariyana (IND) e bronze para Jayuard Alciso (FIL).

Feminino: ouro para Mirai Ikeda (JAP), prata para Siqi Yang (CHI) e bronze para Minami Nonaka (JAP).

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Bahia

“Eu ia morrer”: Vladimir Brichta relembra treta com Fadul e resgate em Itacaré

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

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Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

A história de Vladimir Brichta em Itacaré ganhou um relato impressionante no podcast Fala Papah!. Durante a conversa, o ator lembrou uma discussão com Ronaldo Fadul em um campeonato de surf. Tempos depois, porém, Fadul participou do resgate que salvou sua vida.

“Eu ia morrer”, afirmou Vladimir ao descrever o acidente. Segundo ele, a força da água o puxou para um tubo de escoamento na praia da Tiririca. Naquele momento, três homens tentaram retirá-lo, mas precisaram da ajuda de Fadul para conseguir.

A treta começou em um campeonato de surf

Antes de contar o resgate, Vladimir voltou aos tempos em que disputava campeonatos em Itacaré. Em uma bateria com Fadul, os dois entraram na mesma onda. O ator contou que recebeu uma interferência e saiu da água revoltado.

Por isso, começou a xingar enquanto deixava o mar. Segundo Vladimir, os palavrões expressavam sua frustração, sem um alvo específico. Fadul, no entanto, entendeu que as ofensas eram contra ele e foi tirar satisfação.

A confusão acabou envolvendo Calu, então padrasto do ator e amigo de Fadul. Além disso, um homem que filmava o surf da turma registrou a briga entre os dois.

Naquela época, o grupo costumava assistir às imagens das sessões em uma televisão na praça. Dessa vez, entretanto, a gravação da confusão também entrou na programação. Vladimir relembrou o episódio com humor durante o podcast.

Ronaldo Fadul, Praia da Tiririca, Itacaré, Bahia, SurfBahia. Foto: Fabriciano Jr.

Ronaldo Fadul é um dos principais legends do surf da Bahia. Foto: Fabriciano Jr.

O acidente de Vladimir Brichta em Itacaré

Depois da história do campeonato, o ator fez questão de contar outro encontro com Fadul. Dessa vez, a situação aconteceu durante um período de chuva forte.

Vladimir explicou que havia uma passagem estreita sobre um tubo de escoamento perto dos chuveiros da Tiririca. Com a chuva, porém, a água cobria a passagem e dificultava enxergar onde pisar.

Ao tentar atravessar, ele pisou em falso. Em seguida, a correnteza puxou uma de suas pernas para dentro do tubo. A outra entrou logo depois.

Três homens seguraram seus braços e tentaram puxá-lo. Apesar do esforço, a pressão da água impedia que o retirassem. Segundo o ator, eles conseguiam segurá-lo, mas não completar o resgate.

Fadul chegou para ajudar no salvamento

Foi então que Fadul percebeu a situação e correu para ajudar. Com a força dos quatro, o grupo conseguiu tirar Vladimir do tubo.

Ao concluir o relato, o ator destacou que todos participaram do salvamento. Assim, o agradecimento se estendeu aos quatro homens que o retiraram daquela situação.

A lembrança deu outro significado à história da treta. Afinal, além da confusão no campeonato, Vladimir guarda a gratidão pela ajuda de Fadul em um momento decisivo.

Assista ao corte completo no YouTube do Fala Papah! e acompanhe o relato de Vladimir Brichta.

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Brasil

Conheça os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027

Conheça os 12 surfistas da seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 nas categorias Sub-16 e Sub-18.

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Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 e representará o Brasil na categoria no Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

A Seleção Brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 está definida. O Surf Brasil Base apresentado pela Prefeitura de Navegantes reuniu os atletas na Praia Central, em Santa Catarina, e definiu os representantes do país.

Conheça os campeões brasileiros de 2026

Ao todo, 12 surfistas integram a equipe, divididos entre Sub-16 e Sub-18, no masculino e no feminino. Além das vagas para a competição da International Surfing Association (ISA), o evento decidiu os títulos brasileiros dessas categorias.

As ondas estiveram muito pequenas nas fases decisivas. Mesmo assim, as finais tiveram disputas equilibradas, com diferenças mínimas entre alguns dos principais resultados.

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Felipe Homsi venceu o Sub-18 em Navegantes e garantiu sua vaga na seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Quem vai representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027?

A seleção reúne atletas de seis estados: Ceará, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira os integrantes de cada categoria:

Categoria Atletas classificados
Sub-16 masculino Nicolas Silva (CE), Lucas Velasquez (SC) e Iago Bellotti (PB)
Sub-16 feminino Carol Bastides (SP), Aninha Dagostini (ES) e Hanna Prado (PB)
Sub-18 masculino Felipe Homsi (PB), Pablo Gabriel (RJ) e Michel Demétrio (SC)
Sub-18 feminino Maeva Guastalla (SP), Giovanna Rocha (SP) e Júlia Stefani (SP)

Entretanto, a composição da equipe não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final. A idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias também entram nessa definição.

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Campeã brasileira Sub-16 e vice no Sub-18, Carol Bastides representará o Brasil no Sub-16 do Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Nicolas Silva lidera o trio do Sub-16 masculino

Nicolas Silva conquistou o título brasileiro Sub-16 com 11,00 pontos. Para isso, o cearense combinou notas 6,00 e 5,00 na decisão.

Em seguida, Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou como vice-campeão, com 7,90. Iago Bellotti, da Paraíba, completou o trio de classificados com 7,30 pontos.

Por sua vez, Felipe Homsi ficou em quarto, com 5,13. Apesar desse resultado no Sub-16, o paraibano garantiu seu lugar na seleção pela categoria Sub-18.

Assim, Nicolas, Lucas e Iago representarão o Brasil no Sub-16 masculino do Mundial Júnior ISA 2027.

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Seleção Brasileira Júnior reúne 12 atletas para representar o país no Mundial Júnior ISA 2027, nas categorias Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: @brocolisphoto

Carol Bastides, Aninha Dagostini e Hanna Prado formam o Sub-16 feminino

Carol Bastides venceu o Sub-16 feminino com 11,90 pontos, somando notas 6,50 e 5,40. Além disso, a paulista conquistou o vice-campeonato do Sub-18, com 8,66.

Na seleção, porém, Carol integra apenas o time Sub-16. Ao seu lado estarão Aninha Dagostini, do Espírito Santo, e Hanna Prado, da Paraíba.

Aninha terminou a final em segundo, com 10,36 pontos. Já Hanna ficou em quarto, com 6,23, apenas 0,07 ponto atrás da terceira colocada, Giovanna Rocha.

No entanto, Giovanna completou 16 anos em 2026 e não poderá disputar o Sub-16 no próximo Mundial. Dessa forma, Hanna conquistou a vaga nessa categoria, enquanto Giovanna garantiu presença no Sub-18.

Nicolas Silva dia 5 Surf Brasil Base foto Pablo Jacinto

Nicolas Silva leva a melhor na Sub-16 masculina. Foto: Pablo Jacinto

Felipe Homsi conquista o título e a vaga no Sub-18

Felipe Homsi venceu a final do Sub-18 masculino com 9,57 pontos. O paraibano somou notas 6,00 e 3,57 para conquistar o título brasileiro.

Na sequência, Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, garantiu o vice-campeonato com 7,66. Michel Demétrio, de Santa Catarina, terminou em terceiro, com 6,23, e também entrou na seleção.

Por outro lado, Vini Palma ficou em quarto, com 6,13 pontos, e não conquistou a vaga. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição.

Com esses resultados, Felipe, Pablo e Michel formam o time brasileiro Sub-18 masculino para o Mundial Júnior ISA 2027.

Sub-18 feminino terá Maeva, Giovanna e Júlia

Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 com 8,77 pontos. A paulista superou Carol Bastides por apenas 0,11 ponto na decisão.

Enquanto isso, Hanna Prado terminou em terceiro, com 7,30. Giovanna Rocha completou a final em quarto, com 6,37.

Entretanto, Carol e Hanna já estavam destinadas ao time Sub-16. Dessa maneira, Maeva e Giovanna garantiram seus lugares na equipe Sub-18.

A terceira vaga ficou com Júlia Stefani, também de São Paulo. Embora tenha parado nas semifinais, ela superou a irmã Paula Stefani no critério de desempate.

Isso porque Júlia venceu três baterias ao longo da competição, contra duas de Paula. Assim, o Sub-18 feminino terá três representantes paulistas no Mundial.

Idade em 2027 influencia a formação da seleção

A classificação para o Mundial considera a idade no ano da competição. Portanto, o resultado conquistado em 2026 precisa respeitar a elegibilidade do atleta para 2027.

Pelo regulamento vigente da ISA, quem completar 17 anos em 2027 não poderá disputar o Sub-16. Da mesma forma, quem completar 19 anos naquele ano estará fora do Sub-18.

Por isso, os resultados das finais e a relação de integrantes da seleção apresentam diferenças. O caso de Giovanna Rocha mostra como esse critério interfere na distribuição das vagas.

Sub-12 terá decisões neste domingo

Enquanto a seleção para o Mundial já está definida, o Surf Brasil Base ainda terá as decisões do Sub-12 masculino e feminino neste domingo.

Essas finais completarão os resultados da competição na Praia Central. O balanço completo do evento também reunirá os campeões e as classificações das categorias Sub-12 e Sub-14.

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