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Brasil

WSL e Banco do Brasil firmam novo acordo de três anos

Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema.

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Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema, fortalecendo o esporte, a inclusão e o legado da Brazilian Storm. Foto: WSL / Aleko Stergiou

A WSL anunciou nesta semana a renovação de sua histórica parceria com o Banco do Brasil por mais três temporadas. A instituição financeira seguirá investindo na modalidade para fortalecer seu papel no esporte mais vitorioso da última década no país e apoiar a sucessão da Brazilian Storm. Além disso, a partir de agora, a etapa brasileira do Challenger Series (CS) passará a se chamar Banco do Brasil Saquarema Pro, apresentado por Corona Cero.

A renovação também garante a continuidade do patrocínio para o Vivo Rio Pro, etapa do Championship Tour (CT).  No ano passado, o BB se destacou na Vila dos Patrocinadores, oferecendo atrações como tirolesa – uma das favoritas do público -, além de shows musicais no palco ‘BB Som e Surfe’, aulas de ginástica funcional, sala de e-Sports e um mezanino com vista para a competição.

Há mais de 30 anos apoiando equipes, atletas, projetos sociais e fomentando o esporte brasileiro, o Banco do Brasil tornou-se parceiro da WSL também para apostar na nova geração do surfe nacional. Além dessas ações, o Banco seguirá investindo diretamente na carreira de surfistas  como Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb, Tainá Hinckel e Silvana Lima.

Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil (esq.), e Ivan Martinho, presidente da WSL, na América Latina; Crédito: WSL/Fernando Santos

Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil (à esq.), e Ivan Martinho, presidente da WSL, na América Latina; Crédito: WSL / Fernando Santos

O Circuito Banco do Brasil de Surfe é outro pilar essencial dessa parceria. Além do Qualifying Series (QS) já realizado em São Sebastião, outras quatro edições estão previstas no calendário do surfe sul-americano deste ano. Ao final do vínculo contratual, em 2027, terão sido realizadas 28 edições desde o início da competição, em 2022.

Mais que um campeonato, o circuito carrega valores como fomento à modalidade, oportunidade de acesso para surfistas de todo o país, sustentabilidade, bem-estar, inclusão social e equidade de gênero, concedendo premiações iguais para homens e mulheres.

Outro destaque está no impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região.

Apenas na última etapa, em Maresias, foram gerados mais de 200 postos de trabalho, com a população local participando das montagens e desmontagens das estruturas.

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Um dos destaques do Circuito Banco do Brasil de Surfe é o impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Indiretamente, o turismo também é impulsionado, com maior taxa de ocupação de hotéis e o aumento de consumo em bares, restaurantes e demais comércios locais.

“O Circuito Banco do Brasil de Surfe é o maior campeonato de surfe da atualidade no Brasil e na América Latina, dando oportunidade para os surfistas competirem em diversas localidades da costa brasileira também gerando entretenimento para o público e trazendo um legado importante para os locais onde passa com ações ambientais e sociais importantes. É uma competição que apoia o esporte, mas que traz consigo uma série de benefícios e valores que vão muito além”, afirma Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.

“O Banco do Brasil tem orgulho de ser fã e apoiador do esporte brasileiro há mais de 30 anos e o Circuito Banco do Brasil de Surfe reforça o compromisso com essa história. O surfe é uma modalidade que conversa com nossa estratégia de Marca e ao fomentarmos essa competição impulsionamos o surgimento de novos talentos e fortalecemos a conexão com um público engajado com esporte e cultura mas que também se preocupa com sustentabilidade, como com a preservação dos oceanos e das praias”, acrescenta Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil.

Esquadrilha CEU, Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025, Praia de Maresias, São Sebastião (SP), QS 6.000 da World Surf League (WSL). Foto: WSL Brasil / Aleko Stergiou

Espetáculo da Esquadrilha CEU durante a etapa na Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: WSL Brasil / Aleko Stergiou

Oportunidade para os atletas e estrutura de primeira 

Disputado por surfistas de todas as gerações, o Circuito Banco do Brasil de Surfe realizou 14 etapas desde o seu início, em 2022. Foram nove cidades visitadas, sendo oito nas três regiões que compõem a costa litorânea brasileira: Garopaba (SC), Salvador (BA), Ubatuba (SP), Saquarema (RJ), São Sebastião (SP), Torres (RS), Marechal Deodoro (AL) e Natal (RN), além de uma etapa inédita e histórica em Itupeva (SP), no interior de São Paulo, quando pela primeira vez na América Latina foi feito um evento em uma piscina de ondas artificiais.

Ao todo, foram 1.624 inscrições e 278 novos surfistas competindo profissionalmente pela primeira vez. O predomínio brasileiro é evidente, com 606 participantes nacionais, entre homens e mulheres. Além disso, outras 14 nacionalidades também vieram ao Brasil para competir: África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, Equador, Estados Unidos, Itália, México, Peru, Polônia, Porto Rico, Uruguai, Suécia e Venezuela.

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Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora de etapas do Circuito Banco do Brasil, com quatro títulos na sua prateleira. Foto: WSL / Aleko Stergiou

O Circuito Banco do Brasil consagrou 20 campeões com ao menos uma etapa. A jovem Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora, com quatro títulos na sua prateleira.

Outro dado curioso tem sido o aumento no número de inscrições de atletas ano após ano, o  que demonstra o sucesso e a boa aceitação da competição. Em 2022, em sua primeira temporada, foram 346 inscritos. Em 2023, já com cinco edições, houve 553, enquanto em 2024, o número subiu para 565. Em 2025, a competição já recebeu 160 inscrições apenas para a primeira etapa.

Grande parte do sucesso se deve a estrutura oferecida para fãs, atletas e staff, a melhor e maior de um QS pelo mundo e, muitas vezes, podendo até comparada e se sobressaindo em relação a algumas etapas do CS ou CT.  O Circuito Banco do Brasil de Surfe conta com diversas áreas: VIP, sala WSL, que recebe executivos e convidados, Lounge Atletas, espaço para fisioterapia dos surfistas, Sala BB, Sala de Transmissão, Palco Sunset Espaço BB, que conta com área kids, lojistas BB, WSL Store e ONGs.

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Luana Soares rasgou elogios à estrutura da etapa em Maresias. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Este ano, em São Sebastião, na Praia de Maresias, Luana Soares, que competiu no LQS 1,000 e terminou com o título sul-americano feminino de Longboard, não escondeu a satisfação com a infraestrutura durante entrevista: “A WSL chega com tudo aqui com essa estrutura bizarra, área dos atletas, comidinha boa, conforto. Um lugar muito bom, que tem altas ondas. Obrigado a WSL e a todos os envolvidos”, elogiou.

Para 2025, estão previstas cinco etapas. Além da prova de abertura, em São Sebastião, visto como o maior evento de surfe da história do litoral paulista e que valeu 6.000 pontos para o ranking da WSL South America, outros três eventos QS 4000 já estão confirmados: entre os dias 21 e 25 de maio será a vez de Natal (RN).

Depois, em agosto, haverá outra etapa entre os dias 21 e 24 ainda sem local definido. Na sequência, Imbituba (SC) recebe a competição entre 17 e 21 de setembro. O calendário também prevê um QS 2000, que ainda não teve o seu local revelado.

Uma curiosidade é que deste ano até o fim do contrato, o Circuito Banco do Brasil de Surfe vai oferecer um aumento na pontuação no ranking do QS em comparação a anos anteriores. O que era QS 5,000, 3,000 e 1,000 agora são QS 6,000, 4,000 e 2,000. Com isso, apenas em 2025, serão 20 mil pontos em disputa para o ranking sul-americano da WSL.

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As etapas do Circuito Banco do Brasil também promovem diversas ações socioambientais. Foto: WSL / Christian Bender

Ações ambientais e sociais 

Por onde passam, as etapas também promovem diversas ações socioambientais. Apenas em 2024, mais de 3.700 pessoas estiveram envolvidas nas ações ASG. Entre elas está o plantio de mudas nativas, que ajudam a preservar a vegetação oriunda das praias. Também é realizado o upcycling com as lonas da estrutura do campeonato, a fim de transformá-las em algum item de surfe (quilha e raspador) para doação a projetos sociais locais do esporte.

Outra medida importante é a neutralização da emissão de gases de efeito estufa, com a compra de créditos para compensação de carbono com rastreabilidade e certificados. A gestão de resíduos produzidos no evento, com coleta seletiva, dando destino certo para cada tipo de resíduo, seja ele reciclável ou orgânico, também se faz presente em todas as etapas, deixando que pouco lixo tenha como destino os aterros. Em 2024, mais de 100 quilos de lixo foram recolhidos das praias, 1,8 tonelada de resíduos foram reaproveitados e aproximadamente 1,4 toneladas de resíduos recicláveis foram coletados.

Já entre as ações sociais está o apoio da organização a ONGs ou cooperativas locais. No ano passado, 35 ONGs estiveram envolvidas nos eventos realizados pelo Brasil. Além disso, no ano passado, entre os diversos projetos, a liga promoveu uma ação que começou após o fim da etapa de São Sebastião e terminou em Natal, envolvendo a Flor da Kantuta, uma iniciativa de mulheres imigrantes bolivianas, que costuraram manualmente 200 necessaires, utilizadas posteriormente para montagens de kits de higiene pessoal, que acabaram distribuídos e atenderam 151 famílias em situação de rua. Há ainda o ‘Novas Ondas’, programa que fomenta a modalidade, conecta a população local com o surfe e inspira novas gerações. O projeto promove a interação entre crianças com surfistas da nova geração, atletas locais, membros do squad BB e ídolos do esporte.

Cultura

A conexão entre esporte e arte também é outra característica clássica e demonstrada nos lançamentos dos posters que abrem a temporada do Circuito Banco do Brasil. Em 2022, na primeira edição, o material foi desenvolvido pelo artista de surf art Tom Veiga. Já em 2023, pela primeira vez na história do surfe, uma arte de circuito, desenvolvida pelo estúdio NAIPE, foi feita sendo utilizada uma inteligência artificial.

Nos anos seguintes, oportunidades para dois artistas brasileiros brilharem: em 2024 coube a multiartista Nazura, conhecida por seus murais e ilustrações que visa desconstruir a narrativa de violência que recai em pessoas negras, a missão de fazer o pôster; já neste ano, o pernambucano Bacaro Borges emprestou seu talento e aplicou a xilogravura colocando aspectos regionais marcantes da paisagem nordestina, como cactos e pássaros, além de passar a mensagem características do campeonato, que é a revelação de novos talentos.

Diversão garantida

Uma das principais características dos eventos é proporcionar ao público bom entretenimento. Na última etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, em Maresias, por exemplo, dois shows foram colocados à disposição do público: o do artista internacional e surfista influente, Donavon Frankenreiter, que teve a arrecadação líquida da bilheteria doada para o Fundo Social de São Sebastião, e do rapper brasileiro Gabriel Pensador.

Além disso, costumeiramente, as etapas reservam um espaço na praia dedicado para a ativação de patrocinadores e outras atividades gratuitas e o BB participa ativamente seja no QS, no CS ou no CT.  Aulas de surfe com monitores especializados para diferentes níveis, empréstimo de pranchas com monitoria e até reparos rápidos de pranchas para atletas e moradores locais, quadras para a prática de futevôlei, beach tennis e vôlei de praia, além de aulas funcionais e yoga são algumas das opções a depender do evento.

Outra aparição constante são as clínicas de altinha, com o objetivo de desenvolver as habilidades com a bola nos pés. Uma “área kids”, com oficinas de massinhas de modelar e pintura também costuma ser oferecido. As ativações no CT e CS como a tirolesa, escalada, surf jump e game box também são marcas registradas e da grandeza para a marca do BB nos eventos. Além disso, clientes BB com cartões Ourocard têm benefícios exclusivos, como descontos na aquisição de produtos e acesso a filas exclusivas.

Com todos esses benefícios, o acordo WSL e BB segue escrevendo os seus capítulos na história da modalidade, transformando-se em uma das principais e mais bem-sucedidas parcerias já realizadas na história do esporte no país, não só cuidando para garantir que a sucessão da Brazilian Storm esteja assegurada, mas também deixando um legado ambiental, social e econômico pelos lugares onde passa e exercendo papel importante no desenvolvimento da sociedade brasileira.

Sobre a WSL

A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

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Brasil

Iapa conta sua história em Fernando de Noronha | Fala Papah!

Iapa, fundador da Neuronha, fala sobre Fernando de Noronha, surfe, fotografia, empreendedorismo e preservação no novo episódio do Fala Papah!

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Rildo Iaponã, Iapa, Neuronha

Iapa, fundador da Neuronha, fala sobre Fernando de Noronha, surfe, fotografia, empreendedorismo e preservação no novo episódio do Fala Papah!

O novo episódio do Fala Papah! traz uma conversa inspiradora com Rildo Iaponã, mais conhecido como Iapa, fundador da marca Neuronha e um dos empreendedores mais conhecidos de Fernando de Noronha.

Em um bate-papo conduzido por Ader Oliveira, Iapa relembra sua trajetória desde os primeiros passos no surfe até a decisão de construir uma vida em uma das ilhas mais famosas do mundo. O episódio também revela bastidores pouco conhecidos de sua carreira como fotógrafo, empreendedor e incentivador do surfe local.

Ao longo da conversa, Iapa conta como Fernando de Noronha transformou sua maneira de enxergar a vida, fala sobre os desafios enfrentados antes de chegar à ilha e explica como nasceu a Neuronha, marca que hoje se tornou uma das principais referências quando o assunto é Noronha.

Outro tema abordado é a convivência com artistas, atletas e personalidades que visitam Fernando de Noronha ao longo do ano. Sem focar em fofocas, o episódio mostra como a simplicidade da ilha aproxima pessoas de diferentes estilos de vida e contribui para criar um ambiente único.

O podcast também abre espaço para discutir a importância da preservação ambiental. Iapa faz um alerta para que turistas respeitem os animais, mantenham distância da fauna local e entendam que a maior lembrança de Fernando de Noronha não está em conchas ou pedras retiradas da natureza, mas nas experiências vividas durante a viagem.

Para os apaixonados pelo surfe, o episódio ainda traz uma reflexão sobre a evolução do esporte, o mercado do surfwear, a formação de atletas em Fernando de Noronha e o apoio que a Neuronha oferece ao surfe local, incluindo nomes como Michael Rodrigues, Luel Felipe e Monik Santos.

Rildo Iaponã, Iapa, Neuronha

Iapa é o criador da marca Neuronha. Foto: Divulgação

Durante a entrevista, Iapa também compartilha sua visão como empreendedor, analisa as transformações do turismo em Fernando de Noronha e explica por que acredita que a ilha exerce um impacto tão profundo sobre quem a conhece.

Mais do que uma conversa sobre surfe ou negócios, o episódio apresenta uma história de escolhas, propósito e conexão com um dos lugares mais especiais do Brasil.

O episódio completo já está disponível no canal Fala Papah! no YouTube e também nas principais plataformas de áudio. É uma oportunidade para conhecer um lado pouco explorado de Fernando de Noronha através da experiência de quem vive na ilha há décadas e participa ativamente do seu desenvolvimento cultural, esportivo e turístico.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 abre inscrições para Ubatuba

Confira as informações da segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, em Ubatuba, incluindo inscrições, datas, vagas, regulamento e hospedagem.

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Hang Loose Surf Attack, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Hang Loose Surf Attack 2026 segue para a Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

A contagem regressiva para mais um fim de semana de grandes disputas nas categorias de base do surfe brasileiro já começou. A segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 será realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, em Ubatuba (SP), reunindo alguns dos principais talentos da nova geração do esporte em um dos palcos mais tradicionais do surfe nacional.

Com patrocínio da Hang Loose, realização da Associação Ubatuba de Surf (AUS) e apoio da Prefeitura Municipal de Ubatuba, Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf), Tachão de Ubatuba, Pousada Canto do Dado e Quintal do Mar, a etapa promete repetir o alto nível técnico apresentado na abertura da temporada.

O processo de inscrições terá início com os surfistas de fora do Estado de São Paulo. O período exclusivo acontece entre os dias 1º e 7 de julho, quando apenas atletas de outros estados poderão solicitar participação. Os surfistas de cidades paulistas deverão aguardar uma nova comunicação da organização para a abertura das inscrições destinadas ao Estado de São Paulo.

Nesta primeira fase será disponibilizada uma cota correspondente a 10% do número de vagas de cada categoria da primeira etapa. A prioridade para preenchimento dessas vagas seguirá a classificação obtida pelos atletas no ranking da etapa de abertura do circuito.

As solicitações deverão conter nome completo, estado que representa, categoria pretendida e comprovante de pagamento, sendo enviadas para o e-mail bukaosurf@gmail.com. O valor da inscrição é de R$ 270,00 por categoria.

A organização reforça que será considerado, para efeito de prazo, o momento do recebimento do comprovante, e não o horário em que o pagamento foi realizado. Os atletas contemplados dentro da cota de vagas terão suas inscrições confirmadas logo após a análise da documentação, permitindo que possam organizar viagem e hospedagem com antecedência.

Quem não conseguir vaga nesta primeira chamada poderá optar pelo reembolso imediato do valor pago ou permanecer na lista de espera, aguardando a possibilidade de preenchimento de vagas em baterias incompletas.

Outro ponto importante destacado pela organização diz respeito à política de devolução. Surfistas que confirmarem presença, conquistarem vaga nas baterias e não comparecerem ao evento somente terão direito ao reembolso caso outro atleta ocupe sua vaga. Caso o nome permaneça na bateria, o valor da inscrição não será devolvido.

Além da competição, a cidade de Ubatuba volta a receber atletas, treinadores e familiares de diferentes regiões do país, fortalecendo o papel do Hang Loose Surf Attack como uma das principais portas de entrada para novos talentos do surfe brasileiro. Ao longo de sua história, o circuito revelou diversos nomes que posteriormente conquistaram espaço nos principais campeonatos nacionais e internacionais.

Hospedagem

A Pousada Canto do Dado, apoiadora oficial do evento, oferece desconto especial para competidores, técnicos e familiares.

Reservas:

  • WhatsApp: (11) 95980-0123
  • WhatsApp: (12) 98888-4567

Contato: Dado ou Adriana.


Serviço

Evento: Segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026

Data: 31 de julho a 2 de agosto de 2026

Local: Ubatuba (SP)

Inscrições para surfistas de outros estados: 1º a 7 de julho

E-mail para inscrição: bukaosurf@gmail.com

Valor: R$ 270,00 por categoria

Patrocínio: Hang Loose

Realização: Associação Ubatuba de Surf (AUS)

Apoio: Prefeitura Municipal de Ubatuba, Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf), Tachão de Ubatuba, Pousada Canto do Dado e Quintal do Mar.

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Bahia

Vladimir Brichta fala sobre surfe, fama e redes sociais

No Fala Papah!, Vladimir Brichta fala sobre surfe, fama, Wagner Moura, Ó Paí, Ó, Itacaré e a decisão de viver longe das redes sociais.

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No Fala Papah!, Vladimir Brichta fala com Ader Oliveira sobre surfe, fama, Wagner Moura, Ó Paí, Ó, Itacaré e a decisão de viver longe das redes sociais.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta fala com Ader Oliveira sobre surfe, fama, Wagner Moura, Ó Paí, Ó, Itacaré e a decisão de viver longe das redes sociais.

O ator Vladimir Brichta é o convidado do novo episódio do Fala Papah!, podcast apresentado pelo jornalista Ader Oliveira. Em uma conversa descontraída e repleta de histórias, o artista fala sobre sua trajetória pessoal e profissional, sua ligação com a Bahia, o surfe, a atuação e temas que raramente aborda em entrevistas.

Ao longo de quase três horas de bate-papo, Vladimir relembra momentos importantes de sua vida em Salvador e fala sobre a influência que a cidade exerceu em sua formação. O episódio também resgata memórias do tradicional Colégio Drummond, onde ele e Ader Oliveira estudaram em épocas diferentes, mas compartilhando experiências que ajudaram a moldar suas trajetórias.

A conversa passa ainda por Itacaré, local que teve papel importante em sua relação com o surfe e com o estilo de vida ligado ao mar. Apaixonado pelo esporte, Vladimir compartilha histórias, aprendizados e reflexões sobre o que o surfe ensinou sobre medo, disciplina e liberdade.

Outro tema de destaque é a geração de artistas baianos que ganhou projeção nacional nas últimas décadas. Vladimir fala sobre sua convivência com nomes como Wagner Moura e Lázaro Ramos, relembra histórias da época em que todos ainda construíam suas carreiras e comenta a amizade que permanece até hoje.

O episódio também esclarece uma curiosidade antiga de muitos fãs: a ausência de Vladimir Brichta em Ó Paí, Ó, um dos filmes mais emblemáticos da cultura baiana contemporânea. Durante a conversa, o ator explica as circunstâncias que o mantiveram fora da produção e comenta sua relação com a obra.

Além disso, Vladimir fala sobre os desafios da atuação, personagens marcantes, televisão, teatro e cinema, além de refletir sobre fama, sucesso e felicidade. Um dos momentos mais interessantes do episódio acontece quando ele explica sua decisão de permanecer fora das redes sociais, tema que desperta cada vez mais curiosidade em um mundo marcado pela hiperexposição digital.

A conversa também aborda um projeto pessoal que o ator sonha levar para as telas: a história retratada por Paulo Pontes, amigo de seu pai e companheiro de prisão durante a ditadura militar. Segundo Vladimir, trata-se de uma narrativa que carrega forte significado familiar e histórico.

Com histórias inéditas, reflexões sinceras e muito bom humor, o episódio revela um lado pouco conhecido de Vladimir Brichta: o ator, o surfista e o baiano.

Assista ao episódio completo no Fala Papah! e acompanhe uma das conversas mais especiais já realizadas pelo podcast.

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Bombando

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