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Bahia

Como Danilo Couto conquistou o respeito dos locais no Havaí

Danilo Couto conta como conquistou o respeito dos locais no Havaí e fala sobre localismo e sua relação com os havaianos no Fala Papah!

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Danilo Couto, Jaws, Peahi, Big Waves, Maui, Hawaii, Havaí, Ondas Grandes. Foto: Fred Pompermayer

Danilo Couto relembra como construiu amizades e conquistou o respeito dos locais no Havaí, em entrevista ao Fala Papah!. Foto: Fred Pompermayer

A experiência de Danilo Couto no Havaí foi marcada por amizades, aprendizado e uma conquista gradual de respeito. Durante sua participação no Fala Papah!, o surfista conversou com Ader Oliveira sobre localismo e explicou como construiu sua relação com os havaianos.

Segundo Danilo, chegar com humildade e compreender a dinâmica dentro da água fizeram diferença nessa trajetória. Além disso, morar no arquipélago permitiu criar vínculos que iam além das temporadas de surfe.

“Fui conquistando o meu respeito aos poucos”, contou o baiano, ao recordar sua convivência com os locais.

Como Danilo Couto encontrou seu espaço no Havaí

Ao responder sobre possíveis dificuldades por ser brasileiro, Danilo afirmou que teve uma boa adaptação. Embora tenha precisado se posicionar em algumas situações no início, ele destacou as amizades que construiu ao longo dos anos.

Com o tempo, passou a conviver e viajar com havaianos. Dessa forma, sua presença deixou de ser apenas a de um visitante que aparecia durante os melhores meses de ondas.

Segundo o surfista, essa proximidade fez com que alguns o considerassem, de certa maneira, um local. Entretanto, o reconhecimento veio aos poucos, como resultado da convivência e da postura que adotou.

Esperar a vez e aproveitar as oportunidades

Para Danilo, entender o funcionamento do pico é fundamental. Durante a entrevista, ele citou atitudes como respeitar a vez dos outros, esperar o momento certo e evitar desperdiçar oportunidades.

Na avaliação do baiano, os locais observam o comportamento de quem chega. Por isso, a maneira de agir dentro da água pode influenciar a recepção de um visitante.

Além do respeito, ele destacou a disposição para encarar as ondas. O surfista precisa demonstrar atitude quando surge sua oportunidade, sem ignorar a dinâmica de quem já está no mar.

Assim, Danilo relaciona a conquista de espaço a uma combinação de paciência, convivência e comprometimento com o surfe.

O localismo mudou ao longo dos anos?

Danilo também comentou as mudanças que percebeu no Havaí. Segundo ele, os excessos foram maiores no passado. Hoje, a presença de câmeras e a estrutura do esporte tornam determinadas atitudes mais visíveis.

Ainda assim, ele considera que os havaianos continuam protegendo suas ondas e observando quem chega. Na sua avaliação, os visitantes também passaram a compreender melhor essa dinâmica.

O relato apresenta sua experiência pessoal com o localismo. Ao falar sobre o tema, Danilo enfatiza que conseguiu construir uma convivência positiva e duradoura com os moradores.

A diferença entre convivência e preconceito no esporte

Durante a conversa, Danilo fez uma distinção importante. Ele afirmou que sentiu pouco preconceito por parte dos havaianos, mas identificou resistência aos brasileiros no ambiente esportivo.

Para o baiano, o crescimento do Brasil no surfe provocou incômodo em outros espaços. Por outro lado, sua relação cotidiana com os locais do Havaí foi marcada por afinidades e amizades.

Segundo ele, brasileiros que chegam com tranquilidade e respeito podem ser bem recebidos. Já atitudes de desrespeito tendem a gerar conflitos.

A trajetória de Danilo Couto no Havaí mostra como o respeito pode ser construído ao longo do tempo. Mais do que encontrar boas ondas, sua experiência envolveu aprender a conviver e fazer parte de uma comunidade.

Assista ao corte no canal Fala Papah! no YouTube e confira a conversa de Danilo Couto com Ader Oliveira sobre localismo, respeito e surfe no Havaí.

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Bahia

“Eu ia morrer”: Vladimir Brichta relembra treta com Fadul e resgate em Itacaré

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

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Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

A história de Vladimir Brichta em Itacaré ganhou um relato impressionante no podcast Fala Papah!. Durante a conversa, o ator lembrou uma discussão com Ronaldo Fadul em um campeonato de surf. Tempos depois, porém, Fadul participou do resgate que salvou sua vida.

“Eu ia morrer”, afirmou Vladimir ao descrever o acidente. Segundo ele, a força da água o puxou para um tubo de escoamento na praia da Tiririca. Naquele momento, três homens tentaram retirá-lo, mas precisaram da ajuda de Fadul para conseguir.

A treta começou em um campeonato de surf

Antes de contar o resgate, Vladimir voltou aos tempos em que disputava campeonatos em Itacaré. Em uma bateria com Fadul, os dois entraram na mesma onda. O ator contou que recebeu uma interferência e saiu da água revoltado.

Por isso, começou a xingar enquanto deixava o mar. Segundo Vladimir, os palavrões expressavam sua frustração, sem um alvo específico. Fadul, no entanto, entendeu que as ofensas eram contra ele e foi tirar satisfação.

A confusão acabou envolvendo Calu, então padrasto do ator e amigo de Fadul. Além disso, um homem que filmava o surf da turma registrou a briga entre os dois.

Naquela época, o grupo costumava assistir às imagens das sessões em uma televisão na praça. Dessa vez, entretanto, a gravação da confusão também entrou na programação. Vladimir relembrou o episódio com humor durante o podcast.

Ronaldo Fadul, Praia da Tiririca, Itacaré, Bahia, SurfBahia. Foto: Fabriciano Jr.

Ronaldo Fadul é um dos principais legends do surf da Bahia. Foto: Fabriciano Jr.

O acidente de Vladimir Brichta em Itacaré

Depois da história do campeonato, o ator fez questão de contar outro encontro com Fadul. Dessa vez, a situação aconteceu durante um período de chuva forte.

Vladimir explicou que havia uma passagem estreita sobre um tubo de escoamento perto dos chuveiros da Tiririca. Com a chuva, porém, a água cobria a passagem e dificultava enxergar onde pisar.

Ao tentar atravessar, ele pisou em falso. Em seguida, a correnteza puxou uma de suas pernas para dentro do tubo. A outra entrou logo depois.

Três homens seguraram seus braços e tentaram puxá-lo. Apesar do esforço, a pressão da água impedia que o retirassem. Segundo o ator, eles conseguiam segurá-lo, mas não completar o resgate.

Fadul chegou para ajudar no salvamento

Foi então que Fadul percebeu a situação e correu para ajudar. Com a força dos quatro, o grupo conseguiu tirar Vladimir do tubo.

Ao concluir o relato, o ator destacou que todos participaram do salvamento. Assim, o agradecimento se estendeu aos quatro homens que o retiraram daquela situação.

A lembrança deu outro significado à história da treta. Afinal, além da confusão no campeonato, Vladimir guarda a gratidão pela ajuda de Fadul em um momento decisivo.

Assista ao corte completo no YouTube do Fala Papah! e acompanhe o relato de Vladimir Brichta.

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Circuito Itacaré é SURF 2026 na Praia da Tiririca

Etapa do Circuito Itacaré é SURF 2026 acontece em 17 e 18 de outubro, na Praia da Tiririca, com competição, ações ambientais e cultura.

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Circuito Itacaré é SURF 2026 reúne surf, cultura e meio ambiente na Praia da Tiririca. Foto: Fabriciano Jr.

Circuito Itacaré é SURF 2026 reúne surf, cultura e meio ambiente na Praia da Tiririca. Foto: Fabriciano Jr.

Nos dias 17 e 18 de outubro, a Praia da Tiririca, em Itacaré, recebe mais uma etapa do Circuito Itacaré é SURF 2026. Atletas de diferentes regiões da Bahia disputarão pontos no circuito. Além disso, a programação reunirá ações ambientais, exposições, artistas, comerciantes locais, um workshop e música.

Considerada um dos principais palcos do surf baiano, a Tiririca receberá competidores locais e de outras regiões do estado. Ao mesmo tempo, a etapa dará visibilidade aos talentos de Itacaré e à nova geração da modalidade.

Espaço Além das Ondas reúne instituições e comunidade local

O Circuito Itacaré é SURF foi criado para integrar esporte, meio ambiente, cultura, conhecimento e economia local. Por isso, as atividades não ficarão restritas às baterias da competição.

Durante o evento, o espaço Além das Ondas reunirá exposições e ações da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e do Projeto Baleia Jubarte. Sediada em Ilhéus, a UESC atua na região sul da Bahia. Já o Projeto Baleia Jubarte desenvolve trabalhos de pesquisa, educação ambiental e conservação da espécie. A instituição também mantém uma base em Itacaré.

Artistas e comerciantes locais participarão do espaço. Assim, o público poderá acompanhar a competição e conhecer iniciativas ligadas ao ambiente marinho, à cultura e à economia da cidade. No entanto, o material do evento ainda não detalha as ações que cada participante apresentará.

Workshop com Rodrigo Bareja e música

A programação prevê um workshop com Rodrigo Bareja, que já atuou na área de Comunicação e Marketing da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf). A atividade deve promover a troca de conhecimentos e experiências com atletas, profissionais e interessados em surf. Por enquanto, o tema, o horário e os demais detalhes do workshop ainda estão em definição.

Além disso, a música fará parte da programação dos dois dias. Os artistas e horários das apresentações ainda não foram informados. Dessa forma, a competição e as atividades fora da água devem reunir diferentes públicos na Praia da Tiririca.

Com essa proposta, o Circuito Itacaré é SURF 2026 reforça a ligação de Itacaré com a modalidade. Ao mesmo tempo, abre espaço para instituições, artistas e comerciantes locais participarem do evento.

Serviço

Evento: etapa do Circuito Itacaré é SURF 2026
Quando: 17 e 18 de outubro de 2026
Onde: Praia da Tiririca, Itacaré (BA)
Contato por WhatsApp: (73) 99831-2421

Cronograma sujeito a alterações pela organização, conforme as condições do mar.

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Bahia

Lapo Coutinho relembra grandes tretas no Havaí

Lapo Coutinho relembra no Fala Papah grandes tretas do surfe no Havaí, com histórias de Fast Eddie, Biju, Neco, Andy Irons e outros.

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Lapo Coutinho no Fala Papah!

Lapo Coutinho volta com tudo ao Fala Papah! Foto: Divulgação

O Havaí ocupa um lugar especial na história do surfe mundial. No entanto, quem acompanhou o North Shore em outras décadas sabe que o cenário também viveu períodos muito mais tensos. No novo episódio do Fala Papah!, Lapo Coutinho relembra algumas das maiores tretas que presenciou durante seus anos no arquipélago.

Lapo está de volta ao podcast depois da repercussão de sua primeira participação. Desta vez, porém, o programa é praticamente inteiro dedicado às histórias de conflitos, localismo, rivalidades e situações que marcaram uma época do surfe havaiano.

Logo no início, ele explica que o contexto era muito diferente do atual. Além disso, ressalta que o Havaí mudou bastante ao longo dos anos e que muitas das situações relatadas pertencem a outro momento da história do esporte.

Fast Eddie, Biju e outras histórias

Ao longo da conversa, Lapo passa por personagens conhecidos de diferentes gerações. Entre eles estão Fast Eddie, Marcelo Biju, Maurício Pelé, Neco Padaratz, Paulo Moura, Peterson Rosa e Andy Irons.

Uma das histórias envolve Marcelo Biju e uma confusão no Havaí. Em outro momento, Lapo relembra um episódio envolvendo Maurício Pelé no Backdoor Shootout em Honolua Bay. Posteriormente, aparecem também as histórias de Neco e de Paulo Moura, além de situações envolvendo havaianos conhecidos daquela época.

O programa ainda entra nos bastidores das competições. Lapo conta, por exemplo, como determinadas situações podiam colocar até mesmo juízes e integrantes da organização sob enorme pressão. Assim, o episódio ajuda a mostrar um lado do circuito profissional que dificilmente aparecia nas transmissões.

Andy Irons e a pressão de uma disputa mundial

Já na parte final, Lapo relembra um episódio envolvendo Andy Irons durante uma disputa pelo título mundial. A história mostra como a tensão competitiva podia se misturar ao ambiente do North Shore.

Além das brigas, o episódio procura explicar por que esse cenário mudou. Segundo Lapo, o aumento do profissionalismo, regras mais claras nas competições e uma atuação maior das autoridades contribuíram para reduzir os episódios de violência. Ao mesmo tempo, uma geração que protagonizou aquele período envelheceu e o próprio ambiente do surfe profissional se transformou.

Dessa forma, o novo Fala Papah! não se resume a uma sequência de histórias de pancadaria. O programa também funciona como um registro de uma fase do Havaí que marcou gerações de surfistas brasileiros.

Lapo Coutinho viveu de perto boa parte desse período. Agora, ele reúne algumas dessas histórias e explica como era estar no North Shore quando, como ele próprio resume no episódio, “o bicho pegava”.

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