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Califórnia

Miguel Pupo vence em Trestles; veja ranking e corte

Miguel Pupo vence em Trestles, Yago Dora lidera o ranking e WSL define o corte. Veja quem segue para Portugal e Filipinas.

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Miguel Pupo 26Trestles PNN 5517 Pat Nolan

Miguel Pupo comemora o título do Lexus Trestles Pro 2026, sua segunda vitória no Championship Tour na temporada. Foto: WSL / Pat Nolan

Miguel Pupo conquistou o Lexus Trestles Pro 2026 e confirmou uma das melhores temporadas de sua carreira no Championship Tour. Para chegar ao título, o brasileiro derrotou Kanoa Igarashi em uma final emocionante em Lower Trestles, na Califórnia, e alcançou sua segunda vitória no CT nesta temporada.

A decisão terminou com apenas 0,37 ponto de diferença. Miguel somou 14,77 pontos, contra 14,40 de Kanoa. Com isso, o título levou o brasileiro à quarta colocação do ranking mundial.

Antes de Trestles, Miguel já havia vencido em Bells Beach. Dessa forma, aos 34 anos, o brasileiro conquistou pela primeira vez duas etapas do Championship Tour em uma mesma temporada.

Miguel Pupo, Men's Winner 26Trestles ES 0901 Emma Sharon

Aos 34 anos, Miguel Pupo conquistou em Trestles a terceira vitória de sua carreira no Championship Tour. Foto: WSL / Emma Sharon

Miguel Pupo vira final contra Kanoa Igarashi

Kanoa começou melhor a decisão e chegou a construir vantagem. No entanto, Miguel entrou definitivamente na disputa ao receber 8,50 em uma direita.

Na sequência, o brasileiro encontrou uma esquerda e precisava de 5,90 para assumir a liderança. Miguel atacou a onda de frontside, recebeu 6,27 e virou a bateria.

Kanoa ainda teve tempo para buscar a resposta. Porém, não conseguiu recuperar a liderança. Dessa forma, Miguel confirmou a vitória por 14,77 a 14,40.

Além disso, o título coroou um grande dia decisivo para o brasileiro. Nas quartas de final, Miguel eliminou Mateus Herdy. Em seguida, enfrentou Cole Houshmand, autor do maior somatório de Trestles, 18,50, na fase anterior.

Mesmo assim, Miguel dominou a semifinal e venceu por 16,00 a 11,50, garantindo sua vaga na decisão.

Yago Dora 26Trestles PNN 3537 Pat Nolan

Yago Dora chegou à semifinal em Trestles e encerrou a etapa na liderança do ranking mundial. Foto: WSL / Pat Nolan

Yago Dora termina Trestles na liderança

Enquanto Miguel comemorava o título, outro brasileiro encerrava a etapa no topo do ranking. Yago Dora terminou Trestles na liderança mundial, com 42.780 pontos.

Yago chegou ao último dia já na primeira colocação. Primeiro, superou Callum Robson nas quartas de final. Depois, avançou para enfrentar Kanoa Igarashi.

Na semifinal, entretanto, Kanoa venceu por 13,33 a 11,94 e impediu Yago de disputar sua segunda final consecutiva em Trestles.

Mesmo com a derrota, o brasileiro permaneceu na liderança. Leonardo Fioravanti aparece em segundo, seguido por Italo Ferreira. Miguel Pupo, por sua vez, sobe para quarto.

Com isso, o Brasil encerra a etapa com três surfistas entre os quatro primeiros colocados do ranking mundial masculino.

All Four Finalists 26Trestles ES 0868 Emma Sharon

Finalistas da etapa em Lower Trestles, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Emma Sharon

Trestles define o corte da WSL

Além dos títulos, a etapa da Califórnia marcou um momento decisivo da temporada. Isso porque Trestles definiu o corte do Championship Tour 2026.

A partir de agora, os 22 primeiros homens e as 14 primeiras mulheres do ranking seguem para as etapas de Portugal e Filipinas.

No masculino, ficaram abaixo da linha de corte:

23º Barron Mamiya
24º Alan Cleland
25º Crosby Colapinto
26º Mateus Herdy
27º Alejo Muniz
28º Rio Waida
29º Ramzi Boukhiam
30º Joel Vaughan
31º Eli Hanneman
32º Luke Thompson
33º Jordy Smith
34º Matthew McGillivray
35º Oscar Berry

Entre os brasileiros, portanto, Mateus Herdy e Alejo Muniz ficam fora das duas próximas etapas.

Mateus ainda tinha possibilidade de entrar no Top 22 em Trestles. Porém, a derrota para Miguel Pupo nas quartas de final encerrou essa chance.

Por outro lado, Filipe Toledo conseguiu escapar do corte e permanece entre os 22 classificados para Portugal e Filipinas.

Ainda assim, ficar abaixo do corte não significa estar fora do restante da temporada. Esses atletas voltam a competir no CT em Pipeline, última etapa do calendário.

Mateus Herdy 26Trestles PNN 4370 Pat Nolan

Mateus Herdy foi eliminado por Miguel Pupo nas quartas de final e terminou abaixo do corte do Championship Tour. Foto: WSL / Pat Nolan

Veja quem ficou abaixo do corte feminino

No feminino, as 14 primeiras colocadas avançam para Portugal e Filipinas. Por outro lado, as surfistas que terminaram a etapa abaixo dessa faixa ficam fora das próximas duas paradas.

Ficaram abaixo da linha:

15ª Anat Lelior
16ª Alyssa Spencer
17ª Stephanie Gilmore
18ª Brisa Hennessy
19ª Tya Zebrowski
20ª Vahine Fierro
21ª Sally Fitzgibbons
22ª Bella Kenworthy
23ª Francisca Veselko

A brasileira Luana Silva, portanto, permanece na disputa das próximas etapas.

Erin Brooks 26Trestles ES 0082 Emma Sharon

Erin Brooks venceu Gabriela Bryan na final feminina e conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. Foto: WSL / Emma Sharon

Erin Brooks conquista terceira vitória consecutiva

No feminino, Erin Brooks confirmou sua impressionante sequência na temporada. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13,00 a 11,90 e conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour.

Antes de Trestles, Erin já havia vencido as etapas do Taiti e de Fiji. A sequência coloca a jovem canadense em um grupo raro na história recente do circuito.

O caminho até o título também foi expressivo. Nas quartas, Brooks eliminou Carissa Moore. Depois, superou a atual campeã mundial Molly Picklum na semifinal. Por fim, derrotou Gabriela Bryan na decisão.

Gabriela, apesar do vice-campeonato, deixa Trestles na liderança do ranking feminino. A brasileira Luana Silva ocupa a quinta colocação.

Gabriela Bryan 26Testles PNN 3034 Pat Nolan

Gabriela Bryan foi vice-campeã em Trestles e deixou a Califórnia na liderança do ranking mundial feminino. Foto: WSL / Pat Nolan

Portugal é a próxima parada

Com o corte definido, o Championship Tour entra agora em uma nova fase.

A próxima parada será o MEO Rip Curl Pro Portugal, décima etapa do CT 2026. A janela de competição está marcada para 16 a 25 de outubro.

Depois de Portugal, os classificados pelo corte seguem para a etapa das Filipinas. Posteriormente, os atletas voltam a se encontrar em Pipeline, no Havaí, para o encerramento da temporada.

Para o Brasil, a reta final começa com um cenário importante: Yago Dora lidera o ranking mundial, Italo Ferreira aparece em terceiro e Miguel Pupo ocupa a quarta colocação após duas vitórias em 2026.

Miguel, portanto, deixa Trestles não apenas com mais um troféu. Aos 34 anos, o brasileiro entra na fase decisiva da temporada vivendo um dos melhores momentos de sua carreira.

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Califórnia

Vaquinha apoia Victor Bernardo após grave acidente

Vaquinha no GoFundMe ajuda Victor Bernardo e Johnni com despesas médicas após grave acidente de carro nos Estados Unidos.

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Victor Bernardo e Johnni enfrentam um longo processo de recuperação após grave acidente de carro nos Estados Unidos.

Victor Bernardo e Johnni enfrentam um longo processo de recuperação após o grave acidente de carro nos Estados Unidos.

Amigos criaram uma vaquinha para Victor Bernardo e sua esposa, Johnni Bufkin Bernardo, no GoFundMe após o casal sofrer um grave acidente de carro nos Estados Unidos. A campanha busca ajudar a cobrir os custos médicos, a reabilitação e as despesas do cotidiano durante o longo período em que os dois ficarão impossibilitados de trabalhar.

O acidente aconteceu na noite de 17 de agosto, quando Victor e Johnni retornavam de Catalina Island, na Califórnia. A colisão envolveu um caminhão na Interstate 5, conhecida como I-5. Desde então, o casal enfrenta um longo processo de recuperação.

Devido à gravidade da ocorrência, as equipes de emergência precisaram agir rapidamente. Um helicóptero transportou Victor Bernardo para um centro de trauma, enquanto uma ambulância levou Johnni. Posteriormente, os médicos encaminharam os dois para a Unidade de Terapia Intensiva. Além disso, Victor e Johnni passaram por múltiplas cirurgias de emergência para estabilizar seus quadros.

Victor Bernardo, surfista brasileiro convidado para o Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026.

Victor era um dos convidados do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026. Foto: Divulgação

Victor e Johnni ainda não têm previsão de alta

Victor sofreu uma fratura na perna e um grave ferimento acima do joelho. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar o membro. Depois, a equipe médica retirou o equipamento. Antes de uma das cirurgias, um dos médicos demonstrou confiança na recuperação do surfista e na possibilidade de ele retornar à água.

Johnni também sofreu ferimentos graves e precisou passar por procedimentos cirúrgicos. Mesmo machucada, ela conseguiu telefonar do local do acidente para avisar pessoas próximas e pedir ajuda.

Até o momento, não há informações públicas detalhadas sobre as circunstâncias exatas da colisão. Além disso, familiares e responsáveis pela campanha optaram por preservar detalhes do acidente e a privacidade do casal durante a recuperação.

Recuperação pode levar até um ano

A campanha Support Victor and Johnni’s Long Road to Recovery, organizada no GoFundMe por Catherine Patterson, informa que Victor e Johnni ainda enfrentarão novas cirurgias, uso de medicamentos e um extenso processo de reabilitação.

Por isso, os dois permanecerão afastados do trabalho por tempo indeterminado. No cenário mais otimista, o retorno às atividades poderá acontecer em aproximadamente seis meses. Entretanto, segundo a campanha, a recuperação completa pode levar até um ano.

Além dos procedimentos médicos e da reabilitação, a arrecadação pretende ajudar o casal com despesas básicas durante esse período. Entre elas estão aluguel, alimentação, parcelas do carro, medicamentos e cuidados com o gato de Victor e Johnni.

Comunidade do surfe se mobiliza

Desde que o acidente se tornou público, familiares, amigos e integrantes da comunidade internacional do surfe vêm demonstrando apoio a Victor e Johnni. Além disso, atletas como Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February enviaram mensagens ao casal.

Victor Bernardo havia recebido recentemente o convite para participar do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026. O brasileiro competiria em Sultans, nas Maldivas. No entanto, por causa do acidente e do tratamento pela frente, Victor precisou deixar a competição.

Durante o evento nas Maldivas, amigos e integrantes da comunidade do surfe também gravaram mensagens de apoio para Victor e Johnni. A mobilização reforça o carinho pelo casal enquanto os dois concentram suas energias na recuperação.

Por fim, quem puder contribuir pode acessar a campanha no GoFundMe. Além da doação, compartilhar a vaquinha também é uma forma de ajudar Victor e Johnni durante essa longa jornada de recuperação.

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América do Norte

US Open of Surfing: Jake Marshall e Sierra Kerr vencem

US Open of Surfing: Jake Marshall e Sierra Kerr vencem. Veja os destaques brasileiros, os rankings do Challenger Series e a corrida pelo CT.

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Finalists Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 4964 Tommy Pierucki

Finalistas do US Open of Surfing em Huntington Beach, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Tommy Pierucki

O US Open of Surfing chegou ao fim neste domingo (2), em Huntington Beach, na Califórnia (EUA), coroando o norte-americano Jake Marshall e a australiana Sierra Kerr como campeões da segunda etapa do Challenger Series da World Surf League (WSL). Além dos títulos inéditos na divisão de acesso, ambos assumiram a liderança dos rankings rumo ao Championship Tour (CT) de 2027.

Mesmo sem representantes nas semifinais, o Brasil teve campanhas consistentes ao longo da competição e segue muito bem colocado na disputa por vagas na elite mundial. Após duas etapas, quatro brasileiros aparecem entre os dez primeiros do ranking masculino.

US Open of Surfing consagra Jake Marshall e Sierra Kerr

A final masculina colocou frente a frente dois atletas experientes do Championship Tour. Jake Marshall derrotou Kanoa Igarashi por 14,77 a 14,07 em uma bateria decidida apenas nos segundos finais.

Marshall virou a disputa ao receber nota 8,00 em sua última onda. Igarashi ainda encontrou uma oportunidade antes do cronômetro zerar, mas sua nota ficou abaixo dos 7,31 necessários para recuperar a liderança.

“Foi um dos anos mais difíceis da minha carreira. Nunca havia vencido um evento da WSL e conquistar esse título diante da minha família significa tudo para mim”, afirmou Marshall após a conquista.

Na decisão feminina, Sierra Kerr superou a compatriota Isla Huppatz por 12,50 a 11,90. A australiana conquistou sua primeira vitória no Challenger Series poucos meses após retornar às competições depois de enfrentar a doença de Lyme, que a afastou das disputas por vários meses.

A final repetiu o duelo entre as duas na decisão do Mundial Júnior deste ano. Huppatz chegou a assumir a liderança, mas Kerr respondeu rapidamente com nota 6,00 para confirmar o título e assumir a liderança do ranking.

Gabriel Klaussner Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0315 Tommy Pierucki

Gabriel Klaussner faz brilhante campanha na etapa. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Brasileiros se destacam no US Open of Surfing

Apesar de não colocar atletas nas semifinais, o Brasil acumulou boas campanhas em Huntington Beach.

Uma das grandes histórias da etapa foi Gabriel Klaussner. Depois de disputar o evento desde a primeira fase, o paulista chegou às quartas de final e só foi eliminado pelo futuro campeão Jake Marshall, que venceu por 14,07 a 12,20.

Outro destaque foi Mateus Herdy, protagonista da melhor bateria das quartas de final. Contra o norte-americano Griffin Colapinto, o brasileiro registrou a maior nota do domingo (8,67), mas acabou derrotado por 16,00 a 14,50. O resultado, porém, fez Herdy subir cinco posições no ranking, chegando ao sexto lugar.

Deivid Silva, Huntington Beach, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Tommy Pierucki

Deivid Silva também faz bonito em Huntington. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Deivid Silva também teve uma campanha marcante. No sábado, eliminou o então líder do ranking, Cole Houshmand, antes de ser derrotado nas quartas de final pelo norte-americano Hayden Rodgers.

Douglas Silva alcançou as oitavas de final, onde perdeu para Kanoa Igarashi em uma bateria equilibrada. Fora da chave principal, Dodô venceu a Expression Session, garantindo um prêmio de US$ 500.

Quem segue como principal brasileiro na classificação é Weslley Dantas. Vice-campeão da primeira etapa, ele foi eliminado logo em sua estreia, mas em uma bateria extremamente equilibrada. Weslley somou 12,10 pontos, apenas 0,20 atrás de Jackson Bunch, segundo colocado da bateria, e 0,40 abaixo de Mateus Herdy, vencedor do confronto. Mesmo assim, manteve a terceira colocação geral do Challenger Series.

Mateus Herdy Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0710 Tommy Pierucki

Mateus Herdy completa o trio brasileiro no Finals Day. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Ranking do Challenger Series

Com a vitória no US Open of Surfing, Jake Marshall assumiu a liderança do ranking masculino com 14.745 pontos, seguido por Cole Houshmand, com 13.320.

O Brasil aparece com quatro atletas entre os dez primeiros:

  • 3º Weslley Dantas — 9.700
  • 6º Mateus Herdy — 8.065
  • 7º Deivid Silva — 8.065
  • 10º Ian Gouveia — 6.445

Também aparecem no ranking:

  • 17º Gabriel Klaussner — 4.995
  • 18º Ryan Kainalo — 4.995
  • 19º Douglas Silva — 4.020
  • 28º Vitor Ferreira — 3.570
  • 47º Edgard Groggia — 2.300
  • 55º Michael Rodrigues — 1.300
  • 66º Rafael Barbosa — 1.000
  • 79º Lucas Silveira — 600

Entre as mulheres, Laura Raupp ocupa a 11ª colocação, seguida por Sophia Medina (43ª) e Tainá Hinckel (48ª).

Weslley Dantas. Foto: WSL / Megan Youngblood

Weslley Dantas segue como melhor brasileiro no ranking. Foto: WSL / Megan Youngblood

Próxima etapa será no Brasil

O Challenger Series volta entre 26 de setembro e 3 de outubro, em São Sebastião (SP), com previsão de realização na Praia de Maresias.

A etapa brasileira será decisiva para a sequência da temporada. Ao final do circuito, os 10 primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem vaga no Championship Tour de 2027.

O US Open of Surfing deixou a disputa ainda mais equilibrada e mostrou que o Brasil segue como um dos países mais fortes na briga por vagas na elite mundial do surfe.

Veja o ranking completo na página da WSL.

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América do Norte

Trestles é confirmada como sede do surfe nas Olimpíadas de 2028

ISA e Comitê Olímpico confirmam Trestles, na Califórnia, como sede do surfe nos Jogos Olímpicos de 2028. Conheça os detalhes.

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A ISA e o Comitê Olímpico confirmaram Trestles, na Califórnia, como sede do surfe nos Jogos Olímpicos de 2028. Conheça os detalhes e depoimentos oficiais. Foto: ISA / Sean Evans

A ISA e o Comitê Olímpico confirmaram Trestles, na Califórnia, como sede do surfe nos Jogos Olímpicos de 2028. Foto: ISA / Sean Evans

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 (LA28), em parceria com a International Surfing Association (ISA) e o Comitê Olímpico Internacional (COI), confirmou oficialmente que Trestles, na Califórnia, será o local da competição de surfe nos Jogos Olímpicos de 2028. A decisão encerra um processo de avaliação técnica e estratégica para garantir o melhor cenário competitivo para os atletas.

Localizada em San Clemente, Trestles é considerada uma das melhores ondas de alta performance do mundo. Reconhecida pela consistência, qualidade e valor simbólico para a comunidade do surfe, a praia tem um longo histórico como sede de eventos internacionais e campeonatos nacionais dos Estados Unidos.

O presidente da ISA, Fernando Aguerre, celebrou a escolha e reforçou a importância da decisão para a continuidade da presença do surfe nos Jogos:

“Após o sucesso incrível do surfe em Teahupo’o, e conversando com muitos dos principais atletas do mundo, sabíamos que qualquer solução para LA28 precisava envolver as melhores ondas de performance – e não há dúvidas de que esse lugar é Trestles.”
“Agradecemos à equipe do LA28 e ao Comitê Olímpico Internacional por apoiarem as melhores condições possíveis para os atletas”, completou Aguerre.

Além do presidente, a atleta e presidente da Comissão de Atletas da ISA, Justine Dupont, também aprovou a escolha:

“Em nome dos surfistas e da nossa comissão, estou muito feliz com a decisão de levar o surfe olímpico para Trestles. Para nós, a qualidade e a consistência das ondas devem ser prioridade, e Trestles é a escolha certa.”

Com essa confirmação, Trestles se junta à lista de locais históricos do surfe olímpico, sucedendo Tsurigasaki Beach, no Japão (2021), e Teahupo’o, no Taiti (2024). A decisão reforça o compromisso da ISA e do COI em realizar as competições em picos icônicos e desafiadores, alinhados à evolução e ao prestígio da modalidade no cenário esportivo mundial.

O surfe faz parte da programação olímpica desde Tóquio 2020 e, com a escolha de Trestles, o esporte reafirma sua conexão com a juventude, a inovação e o espírito competitivo em alto nível.

 

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