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Brasil

Ryan Kainalo é ouro e Brasil leva o ISA Junior no Rio de Janeiro

Ryan Kainalo, Guilherme Lemos e Ryan Coelho chegam às finais do ISA Junior e Brasil volta a vencer a disputa por equipes depois de 20 anos.

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Ryan Kainalo, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Jersson Barboza

Ryan Kainalo é campeão da categoria Sub 18 do ISA World Junior Surfing Championship. Foto: ISA / Jersson Barboza

Em uma sexta-feira inesquecível para o surfe brasileiro, o ubatubense Ryan Kainalo conquistou a medalha de ouro na categoria Sub 18 e o Brasil voltou a vencer a disputa por equipes do ISA Junior depois de 20 anos. A edição de 2023 do Mundial organizado pela International Surfing Association (ISA) aconteceu na praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), e teve mais dois brasileiros no pódio: o cearense Guilherme Lemos e o paranaense Ryan Coelho, terceiro e quarto na categoria Sub 16, respectivamente.

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O último dia foi marcado por ondas pequenas e teve ainda a presença dos brasileiros Anuar Chiah e Alexia Monteiro, ambos na Sub 16. Ambos caíram nas quartas de final. Alexia terminou a prova em sétimo lugar, enquanto Anuar foi nono.

Já Ryan Kainalo, Guilherme Lemos e Ryan Coelho passaram mais duas baterias no evento antes de chegarem às grandes finais.

Ryan Kainalo, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Jersson Barboza

Kainalo fez duas notas acima de 7.00 pontos em uma finalíssima eletrizante. Foto: ISA / Jersson Barboza

A primeira decisão a ser disputada foi a Sub 16 masculina. Em uma batalha eletrizante, o inglês Lukas Skinner e o basco Hans Odriozola comandaram as ações do início ao fim, deixando os brasileiros Guilherme Lemos em terceiro e Ryan Coelho em quarto.

Com um aéreo na última onda, Odriozola deixou a situação dramática na praia da Macumba e o resultado só foi divulgado minutos depois do término da bateria. O basco buscava 8.07 para virar e conseguiu 8.13, para delírio da equipe da Espanha e para frustração dos ingleses, incluindo o talentoso longboarder Ben Skinner, pai de Lukas.

Na Sub 16 feminina, a australiana Sierra Kerr, filha do ex-Top da elite mundial Josh Kerr – que também estava na Macumba -, confirmou seu favoritismo e levou a melhor na finalíssima contra a francesa Clémence Schorsch (4a) e as norte-americanas Lanea Mons (2a) e Eden Walla, terceira colocada.

Guilherme Lemos, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Sean Evans

Guilherme Lemos fica em terceiro lugar na Sub 16. Foto: ISA / Sean Evans

A torcida brasileira foi ao delírio na categoria Sub 18, que teve um show de surfe de Ryan Kainalo, do português Francisco Ordonhas e do basco Kai Odriozola, irmão de Hans, que venceu a Sub 16. Com 7.67 e 7.70 nas duas melhores ondas, dando-se ao luxo de descartar 7.27, Kainalo venceu a batalha e deixou para trás Ordonhas (2o), Odriozola (3o) e o japonês Tenshi Iwami, que não se encontrou na final e ficou muito atrás no placar.

A melhor nota da bateria foi obtida por Kai Odriozola, autor de 8.07 pontos em sua melhor onda. Ordonhas também somou uma nota superior às de Kainalo, fazendo 7.87, mas, no geral, o brasileiro foi melhor do que os adversários e conquistou uma brilhante vitória, saindo da água nos braços da equipe verde-amarela e garantindo os pontos necessários para a delegação assumir a liderança do ISA Junior.

O Brasil ainda poderia perder o título na final seguinte, caso a norte-americana Zoe Chait vencesse a categoria Sub 18 feminina. Porém, Chait não foi feliz em sua apresentação final e terminou em quarto lugar, atrás da japonesa Anon Matsuoka (1a), da taitiana Kohai Fierro (2a) e da nicaraguense Candelaria Resano (3a), atleta que tem grande chance de disputar as Olimpíadas de 2024, em Teahupoo, na Polinésia Francesa.

Ryan Coelho, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Pablo Franco

Ryan Coelho leva a medalha de cobre na Sub 16. Foto: ISA / Pablo Franco

De volta ao topo depois de 20 anos

Até então, a única vitória brasileira na categoria por equipes do ISA Junior havia sido na primeira edição do evento em 2003, na cidade de Durban, na África do Sul. Na ocasião, a ISA adotou um formato diferente para determinar o país campeão do evento. Em vez da tradicional pontuação geral obtida por todos os atletas da equipe, a entidade declarou campeão o país que venceu a disputa de Tag Team, atualmente conhecida como “Aloha Cup”. Melhor para o Brasil, que derrotou a Austrália (2a), Nova Zelândia (3a) e África do Sul, quarta colocada.

Nas categorias individuais do ISA Junior de 2003, o Brasil teve dois finalistas – Willian Cardoso foi o vice da Sub 18 e Leandro Bastos o quarto colocado. Os australianos venceram duas das três categorias existentes na época – Ben Dunn foi o melhor na Sub 18 masculina e Jessi Miley-Dyer levou a Sub 18 feminina (na época, a ISA não incluía a categoria Sub 16 feminina). A Austrália teve mais três finalistas no evento: Tim Wrench (vice na Sub 16), Mitch Coleborn (terceiro na Sub 16) e Stephanie Gilmore (quarta na Sub 18 feminina).

Como o Brasil teve apenas dois finalistas e a Austrália ficou sem o título por equipes mesmo colocando cinco atletas no pódio, a ISA passou a adotar o modelo tradicional de pontuação (contabilizando os pontos de todos os atletas) também no Mundial Júnior a partir do ano seguinte, no Tahiti.

Alexia Monteiro, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Pablo Franco

Alexia Monteir foi a melhor representante do surfe feminino brasileiro. Foto: ISA / Pablo Franco

Aloha Cup e cerimônia de encerramento na Praia da Macumba – As finais do evento foram antecipadas para esta sexta-feira devido à previsão de ondas minúsculas no fim de semana. Porém, a ISA ainda aproveitará o sábado para as disputas da Aloha Cup (Tag Team) e da cerimônia de encerramento, a partir das 10 horas.

A Aloha Cup é uma exibição à parte e não influencia no ranking por países. As equipes fazem um revezamento, podendo utilizar cinco atletas (quatro homens e uma mulher). Apenas oito delegações podem participar: as sete melhores no ranking do ISA Junior e o país anfitrião. Os sete melhores países no ISA Junior de 2022 foram o Havaí, Austrália, Estados Unidos, França, Espanha, Japão e Brasil. Por já ter vaga como país anfitrião, o Brasil dá lugar a Portugal, oitava melhor equipe em 2022.

Se o evento decidir incluir mais equipes, estas serão selecionadas a partir das últimas classificações de equipes da ISA no evento idêntico anterior.

As baterias podem ter de 40 a 60 minutos de duração (a escolha é do diretor de prova) e cada atleta pode surfar até três ondas. As duas melhores equipes em cada bateria avançam à final. Neste sábado, o Brasil deve enfrentar na semifinal as equipes da Austrália, Estados Unidos e Japão. A outra semi deve reunir os times do Havaí, França, Espanha e Portugal.

ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Pablo Jimenez

Festa brasileira nas areias da Praia da Macumba (RJ). Foto: ISA / Pablo Jimenez

Resultados do ISA Junior 2023

Sub 18 masculina

1 Ryan Kainalo (Bra)
2 Francisco Ordonhas (Por)
3 Kai Odriozola (Esp)
4 Tenshi Iwami (Jap)

Sub 18 feminina

1 Anon Matsuoka (Jap)
2 Kohai Fierro (Tah)
3 Candelaria Resano (Nic)
4 Zoe Chait (EUA)

Sub 16 masculina

1 Hans Odriozola (Esp)
2 Lukas Skinner (Ing)
3 Guilherme Lemos (Bra)
4 Ryan Coelho (Bra)

Sub 16 feminina

1 Sierra Kerr (Aus)
2 Lanea Mons (EUA)
3 Eden Walla (EUA)
4 Clémence Schorsch (Fra)

Equipes

1 Brasil 6125
2 Estados Unidos 5920
3 Japão 5850
4 Austrália 5848

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Brasil

Charles Medina no Fala Papah!

Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.

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Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação

O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.

Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.

A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.

Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.

Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.

Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.

O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.

Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.

O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.

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Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.

Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack

Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.

Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha

No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.

Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha

No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.

Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha

No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.

Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha

Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.

As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha

Resultados finais

Sub 18 masculino

  1. John Muller (Guarujá)
  2. Kalani Robles (Ubatuba)
  3. Vini Palma (Praia Grande)
  4. Nicolas Pereira (Ceará)

Sub 16 masculino

  1. Nicolas Pereira (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Keoni Renno (Ubatuba)
  4. Vini Palma (Praia Grande)

Sub 14 masculino

  1. Lucas Peixoto (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Matheus Jhones (Guarujá)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 12 masculino

  1. Ruda Nascimento (Bahia)
  2. Fernando Medina (Praia Grande)
  3. Thomas Monteiro (São Sebastião)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 18 feminino

  1. Julia Stefani (Praia Grande)
  2. Luiza Savoi (Ubatuba)
  3. Maeva Guastala (Ubatuba)
  4. Carol Bastides (Praia Grande)

Sub 16 feminino

  1. Carol Bastides (Praia Grande)
  2. Alexia de Oliveira
  3. Giovanna Rocha (Guarujá)
  4. Isabel Meyer (Bertioga)

Sub 14 feminino

  1. Alexia de Oliveira
  2. Maria Clara (Guarujá)
  3. Isabel Meyer (Bertioga)
  4. Catarina Kobayashi (Ubatuba)

Sub 12 feminino

  1. Maria Clara (Guarujá)
  2. Laura de Souza (Santos)
  3. Fernanda Pina (Santos)
  4. Nayma Mathey (Ubatuba)
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha

Ranking por cidades

  1. Ubatuba — 7680 pontos
  2. Guarujá — 6920 pontos
  3. Praia Grande — 5520 pontos
  4. Santos — 5198 pontos
  5. São Sebastião — 4786 pontos
  6. São Paulo — 2425 pontos
  7. Bertioga — 2240 pontos
  8. Mongaguá — 1795 pontos
  9. Itanhaém — 1590 pontos
  10. Caraguatatuba — 1480 pontos
  11. Peruíbe — 1090 pontos
  12. São Vicente — 610 pontos
  13. Ilhabela — 360 pontos
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha

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Bodyboard

Thomas Rovira sofre acidente durante o Itacoatiara Pro

Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Comunidade do bodyboard se mobiliza pela recuperação do atleta colombiano.

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Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Foto: Arquivo pessoal

A comunidade do bodyboard vem se mobilizando em apoio ao atleta colombiano Thomas Rovira, que sofreu um grave acidente durante o Itacoatiara Pro, tradicional etapa do circuito mundial realizada em Itacoatiara, em Niterói (RJ).

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após relatos publicados pelo atleta Thiago Jatobá e pela namorada de Thomas, Luiza. Segundo as informações divulgadas, o bodyboarder sofreu uma grave lesão na coluna após um acidente enquanto saía do mar em condições pesadas durante o campeonato.

itacoatiara pro 2018

Itacoatiara possui algumas das ondas mais pesadas do Brasil. Foto: Divulgação Itacoatiara Pro

Thomas precisou passar por uma cirurgia de descompressão da medula. Em nota enviada pelo Hospital Estadual Azevedo Lima, a unidade informou que o procedimento ocorreu sem intercorrências e que o estado de saúde do atleta é estável.

O Itacoatiara Pro é considerado um dos eventos mais tradicionais e importantes do bodyboard mundial. A competição reúne atletas de diversos países e é reconhecida internacionalmente pelas condições desafiadoras das ondas de Itacoatiara.

O organizador do evento, Giuliano Lara, publicou um vídeo atualizando o estado de saúde de Thomas e reforçando que o atleta vem recebendo acompanhamento e apoio.

“Espero que todos estejam bem, como muitos de vocês já devem saber, o atleta profissional de bodyboard da Colômbia, Thomas Rovira, sofreu um acidente aqui no último sábado. Nós acompanhamos todo o atendimento e estamos em contato constante com a equipe do Hospital Estadual Azevedo Lima. Eu já estive lá com a família, ele está bem, precisou passar por uma cirurgia sim, mas correu tudo bem, ele está lúcido, confiante e já está recebendo visitas”, afirmou Giuliano Lara.

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Thomas durante o evento deste ano. Foto: Arquivo pessoal

O organizador também destacou que parceiros do evento disponibilizaram suporte médico especializado para ajudar na recuperação do atleta.

“A gente conseguiu, com os nossos parceiros, um médico especialista em coluna e fisioterapia para a total recuperação do Thomas, para que, em breve, ele possa estar surfando aqui com a gente. É claro que boas vibrações e orações são sempre muito bem-vindas”, completou.

Thomas mora no Brasil há cerca de um ano. O atleta colombiano veio ao país inicialmente para competir no Itacoatiara Pro do ano passado, mas acabou se apaixonando pelo Brasil e decidiu permanecer no país.

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O colombiano conheceu Niterói há um ano e se apaixonou pelo lugar. Foto: Arquivo pessoal

Atualmente, uma campanha de arrecadação vem sendo compartilhada nas redes sociais para ajudar nos custos da recuperação do atleta. Segundo Luiza, namorada de Thomas, os gastos com medicamentos, transporte, fisioterapia e recuperação ainda são indefinidos.

Quem quiser ajudar pode contribuir através da vakinha online criada para apoiar o atleta colombiano durante o processo de recuperação.

Clique aqui para acessar o link da vakinha

📩 Chave PIX:
6140790@vakinha.com.br

Amigos, atletas e integrantes da comunidade do bodyboard seguem mobilizados em uma grande corrente de apoio e solidariedade por Thomas Rovira.

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