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Brasil

A caminho de J-Bay, Fábio Silva abandonou a elite do surfe e voltou ao Brasil

Fábio Silva abandonou o tour a caminho de J-Bay. No Fala Papah!, ele relembra a pressão e explica por que voltou ao Brasil.

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Fábio Silva executa uma manobra de surfe e levanta água com a prancha.

Fábio Silva relembrou no Fala Papah! a decisão de abandonar o tour durante uma viagem para J-Bay. Foto: Claudemir Clarentino

Fábio Silva abandonou o tour durante uma viagem que deveria levá-lo a mais uma etapa da elite mundial do surfe. A caminho de Jeffreys Bay, na África do Sul, o cearense decidiu voltar ao Brasil. Em entrevista ao Fala Papah!, gravada no Titanzinho, ele explicou os motivos daquela escolha.

Conhecido como Fabinho, o surfista relembrou as dificuldades com o inglês e a falta de uma equipe de acompanhamento. Além disso, falou sobre a reação dos patrocinadores. Ao olhar para trás, reconheceu que poderia ter pedido uma pausa antes de deixar o circuito.

A viagem que terminou antes da competição

O destino era J-Bay, uma das ondas mais conhecidas do circuito mundial. Segundo Fabinho, aquela seria sua segunda visita à etapa. No entanto, as dificuldades acumuladas já pesavam na rotina de viagens e competições.

Durante o relato, ele localizou a interrupção do trajeto em Joanesburgo. Em vez de seguir para disputar o campeonato, pediu ajuda para organizar o retorno ao Brasil.

Os patrocinadores fizeram os trâmites da volta. Assim, a viagem terminou sem que ele chegasse à etapa de Jeffreys Bay.

A decisão, porém, foi além de uma ausência no campeonato. Fabinho estava deixando a elite que havia batalhado para alcançar.

Por que Fábio Silva abandonou o tour?

Ao explicar os motivos, o surfista destacou a pressão e a falta de estrutura para lidar com aquela fase da carreira. Por isso, decidiu interromper sua participação no circuito.

“Eu tava me sentindo numa pressão tão grande que eu resolvi mesmo abandonar o tour por falta de estrutura”, afirmou.

O inglês, por exemplo, era uma das principais dificuldades. Segundo ele, a limitação atrapalhava sua autonomia nas viagens e a convivência dentro do circuito.

Além disso, Fabinho relatou ter sentido preconceito por não dominar o idioma. Ele também lembrou os questionamentos sobre seu estilo de surfe, marcado pela velocidade e pelas manobras progressivas.

Apesar disso, a falta de estrutura não significava ausência de apoio financeiro. Na entrevista, ele explicou que os patrocinadores ajudavam com passagens, hospedagem e inscrições.

Por outro lado, faltava uma equipe para acompanhá-lo no dia a dia. Portanto, ter os custos das viagens cobertos não resolvia todas as dificuldades que enfrentava.

A reação dos patrocinadores

Depois de voltar, Fabinho precisou lidar com a repercussão da decisão. Segundo seu relato, colegas e representantes da organização entraram em contato. Além disso, a saída gerou entrevistas e matérias na imprensa especializada.

Os patrocinadores, no entanto, ficaram decepcionados. O surfista reconheceu que havia compromissos ligados à sua participação no circuito, aos resultados e à exposição das marcas.

Afinal, sua carreira também envolvia a responsabilidade de representar quem financiava suas viagens e competições. Ao mesmo tempo, ele enfrentava dificuldades pessoais para continuar no tour.

Ainda assim, Fabinho não deixou de reconhecer o apoio recebido. Ao contar a história, falou tanto da ajuda dos patrocinadores quanto da frustração que sua escolha provocou.

O que Fabinho faria diferente

Ao olhar para trás, Fábio Silva afirmou que poderia ter comunicado à organização sua necessidade de dar um tempo. Dessa forma, teria pedido uma pausa antes de tomar a decisão de abandonar o circuito.

Entretanto, a pressão era tão grande que ele optou por voltar ao Brasil. Hoje, ao revisitar aquele momento, considera que poderia ter conduzido a situação de outra maneira.

Por fim, o surfista explicou que a experiência mudou sua forma de pensar sobre escolhas e compromissos. Seu relato mostra as dificuldades que existiam por trás da conquista de uma vaga na elite mundial.

Para conhecer todos os detalhes, assista ao corte completo de Fábio Silva no Fala Papah!. Acompanhe a história nas palavras do próprio surfista e deixe sua opinião nos comentários.

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Brasil

Surf Brasil Base 2026: conheça os oito campeões brasileiros

Confira os oito campeões brasileiros do Surf Brasil Base 2026 e os resultados das finais do Sub-12 ao Sub-18 em Navegantes.

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Rudá Nascimento no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Rudá Nascimento conquistou seu primeiro título brasileiro ao vencer o Sub-12 com 9,43 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

O Surf Brasil Base 2026 definiu os oito campeões brasileiros na Praia Central, em Navegantes (SC). Enquanto o Nordeste conquistou seis títulos individuais, São Paulo garantiu o pentacampeonato consecutivo por equipes.

Apresentada pela Prefeitura de Navegantes, a competição teve sete finais no domingo (27), em ondas muito pequenas. Apesar das condições, algumas decisões terminaram com diferenças mínimas entre os primeiros colocados.

O Sub-16 feminino, por sua vez, havia sido decidido no sábado, com vitória de Carol Bastides. Assim, o domingo completou a relação de campeões das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18.

A Paraíba liderou as conquistas individuais com três títulos, enquanto Ceará e São Paulo ficaram com dois cada. Por fim, a Bahia completou a lista com uma vitória.

Além disso, o evento definiu os representantes do país no Mundial Júnior ISA 2027. Nesta edição, três seletivas regionais antecederam a decisão nacional.

Rudá Nascimento e Ayla Lopes conquistam seus primeiros títulos

Rudá Nascimento somou notas 5,73 e 3,70 na final Sub-12 masculina. Dessa forma, o baiano alcançou 9,43 pontos e conquistou seu primeiro título brasileiro.

Entretanto, a confirmação veio após a espera pelas notas das últimas ondas de três finalistas. Rudá registrou a maior nota da bateria, enquanto os adversários terminaram com totais na casa dos oito pontos.

Fernando Medina, da Paraíba, ficou em segundo, com 8,87. Em seguida, Davi Lucca, da Bahia, terminou em terceiro, com 8,73, e Thomaz Monteiro, de São Paulo, em quarto, com 8,10.

Portanto, apenas 0,14 ponto separou Fernando e Davi na disputa pelo vice-campeonato.

Ayla Lopes no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Ayla Lopes venceu o Sub-12 e interrompeu a sequência de títulos de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Assim como Rudá, Ayla Lopes comemorou seu primeiro título brasileiro. Representando a Paraíba, ela combinou notas 4,50 e 3,10 para vencer o Sub-12 feminino com 7,60 pontos.

Além disso, Ayla interrompeu a sequência de conquistas de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. A paulista terminou como vice-campeã, com 6,76 pontos.

Na sequência, Laura de Souza, também de São Paulo, ficou em terceiro, com 6,13. Por fim, Luiza Soares, do Rio Grande do Norte, completou a final com 4,43.

Antes da vitória, Ayla também havia disputado a final Sub-14, na qual terminou em quarto. Assim, encerrou sua participação com duas finais e um título nacional.

Lucas Peixoto e Hanna Prado vencem o Sub-14

Lucas Peixoto surfou apenas duas ondas na final Sub-14 masculina, recebendo notas 5,00 e 4,23. Dessa forma, o cearense conquistou o título com 9,23 pontos.

Além disso, garantiu a segunda vitória do Ceará no evento, após a conquista de Nicolas Silva no Sub-16.

Luca Messenger, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 8,73. Em seguida, Narciso Inácio, do Rio Grande do Norte, ficou em terceiro, com 6,40, e Izau Signorini, de São Paulo, em quarto, com 6,10.

Lucas Peixoto no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Lucas Peixoto surfou duas ondas na final e conquistou o título Sub-14 com 9,23 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Hanna Prado conquistou seu primeiro título brasileiro na terceira final que disputou no campeonato. Antes disso, havia terminado em quarto no Sub-16 e em terceiro no Sub-18.

Entretanto, a vitória no Sub-14 só veio na última onda de Hanna. Com notas 4,50 e 4,13, ela alcançou 8,63 pontos.

Assim, superou Alexia Oliveira, também da Paraíba, por apenas 0,16 ponto. A vice-campeã encerrou a decisão com 8,47.

Na sequência, Lulu Vivan, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 7,20. Por fim, Ayla Lopes terminou em quarto, com 5,63.

Assim como Ayla, Hanna mora em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, e representa a Paraíba no Brasileiro de Base.

Hanna Prado no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Hanna Prado garantiu a vitória no Sub-14 na última onda e comemorou seu primeiro título brasileiro. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Nicolas Silva vence e Carol Bastides chega ao tricampeonato Sub-16

Nicolas Silva abriu as decisões de domingo com uma vitória no Sub-16 masculino. Ao combinar notas 6,00 e 5,00, o cearense conquistou o título com 11,00 pontos.

Segundo Nicolas, o mar apresentou boas ondas nos primeiros dias, mas ficou pequeno no fim do campeonato. Apesar disso, o campeão avaliou positivamente seu desempenho e comemorou a conquista para o Ceará.

Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 7,90. Em seguida, Iago Bellotti, da Paraíba, ficou em terceiro, com 7,30, enquanto Felipe Homsi completou a final com 5,13.

Além do título, Nicolas garantiu presença na seleção Sub-16 ao lado de Lucas e Iago.

Nicolas Silva no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Nicolas Silva venceu a primeira final do domingo e conquistou o título Sub-16 com 11,00 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o terceiro título consecutivo no Sub-16, após as vitórias de 2024 e 2025. Dessa forma, a paulista chegou à sexta conquista brasileira nas categorias de base.

Na final de sábado, Carol somou notas 6,50 e 5,40. Assim, alcançou 11,90 pontos, o maior total entre as oito finais.

Em seguida, Aninha Dagostini, do Espírito Santo, ficou em segundo, com 10,36. Giovanna Rocha, de São Paulo, terminou em terceiro, com 6,30, enquanto Hanna Prado ficou em quarto, com 6,23.

Portanto, apenas 0,07 ponto separou Giovanna e Hanna na classificação da bateria.

Carol Bastides no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Carol Bastides conquistou o tricampeonato consecutivo Sub-16 e seu sexto título brasileiro na base. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Felipe Homsi e Maeva Guastalla conquistam o Sub-18

Felipe Homsi abriu a final Sub-18 com uma nota 6,00 e liderou a disputa até o fim. Em seguida, acrescentou 3,57 ao somatório e conquistou o título com 9,57 pontos.

Embora tenha ficado em quarto no Sub-16, o paraibano avaliou que aquela bateria ajudou na adaptação às condições. Segundo Felipe, a experiência permitiu entrar mais conectado com as ondas na decisão seguinte.

Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, terminou em segundo, com 7,66. Na sequência, Michel Demétrio, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 6,23.

Por sua vez, Vini Palma, de São Paulo, completou a final com 6,13. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição e da vaga na seleção Sub-18.

Felipe Homsi no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Felipe Homsi liderou a final Sub-18 e conquistou o título brasileiro e a classificação para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Maeva Guastalla voltou ao topo do pódio nacional após o título Sub-14 de 2024. Ao somar notas 5,00 e 3,77, a surfista de Ubatuba venceu com 8,77 pontos.

No entanto, a diferença para Carol Bastides foi de apenas 0,11 ponto. Além do título Sub-16, Carol conquistou o vice-campeonato Sub-18, com 8,66.

Em seguida, Hanna Prado ficou em terceiro, com 7,30. Por fim, Giovanna Rocha terminou em quarto, com 6,37.

Além da vitória, Maeva comemorou o retorno à seleção brasileira. Após representar o país no Mundial de 2025, no Peru, ela voltará à equipe em 2027.

Maeva Guastalla no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Maeva Guastalla venceu o Sub-18 e voltou a conquistar um título brasileiro após a vitória no Sub-14 em 2024. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

São Paulo conquista o pentacampeonato por equipes

São Paulo conquistou o título por equipes pelo quinto ano consecutivo, com 17.215 pontos. Em seguida, Santa Catarina terminou em segundo, com 15.251.

A Paraíba ficou em terceiro, com 11.935 pontos, enquanto o Ceará completou as quatro primeiras posições com 6.980.

Embora o Nordeste tenha vencido seis categorias individuais, São Paulo liderou a classificação estadual. Os títulos paulistas vieram com Carol Bastides, no Sub-16, e Maeva Guastalla, no Sub-18.

Premiação das equipes estaduais no Surf Brasil Base 2026

São Paulo liderou a classificação por equipes, seguido por Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Surf Brasil Base define os 12 representantes para o Mundial

Além dos títulos nacionais, a competição definiu os 12 representantes do Brasil no Mundial Júnior ISA 2027. O time Sub-18 masculino foi o último a ficar completo, após a final de domingo.

As outras três equipes, por sua vez, já estavam definidas no sábado. Entretanto, a lista da seleção não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final.

Isso porque a formação considera a idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias. Por isso, confira os detalhes na matéria sobre os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Júnior classificada para o Mundial ISA 2027

Os 12 classificados representarão o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027, no Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Resultados completos das finais do Surf Brasil Base 2026

Por fim, confira a classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Além dos nomes e estados, a arte reúne as notas e os totais das oito decisões.

Resultados completos das finais Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18 do Surf Brasil Base 2026

Classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Clique na imagem para ampliar. Arte: AOS Mídia.

Com informações de João Carvalho, assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Surf.

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Bahia

“Eu ia morrer”: Vladimir Brichta relembra treta com Fadul e resgate em Itacaré

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

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Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

Vladimir Brichta em Itacaré: ator relembra treta com Ronaldo Fadul e conta como ele e outros três homens salvaram sua vida. Veja no Fala Papah!

A história de Vladimir Brichta em Itacaré ganhou um relato impressionante no podcast Fala Papah!. Durante a conversa, o ator lembrou uma discussão com Ronaldo Fadul em um campeonato de surf. Tempos depois, porém, Fadul participou do resgate que salvou sua vida.

“Eu ia morrer”, afirmou Vladimir ao descrever o acidente. Segundo ele, a força da água o puxou para um tubo de escoamento na praia da Tiririca. Naquele momento, três homens tentaram retirá-lo, mas precisaram da ajuda de Fadul para conseguir.

A treta começou em um campeonato de surf

Antes de contar o resgate, Vladimir voltou aos tempos em que disputava campeonatos em Itacaré. Em uma bateria com Fadul, os dois entraram na mesma onda. O ator contou que recebeu uma interferência e saiu da água revoltado.

Por isso, começou a xingar enquanto deixava o mar. Segundo Vladimir, os palavrões expressavam sua frustração, sem um alvo específico. Fadul, no entanto, entendeu que as ofensas eram contra ele e foi tirar satisfação.

A confusão acabou envolvendo Calu, então padrasto do ator e amigo de Fadul. Além disso, um homem que filmava o surf da turma registrou a briga entre os dois.

Naquela época, o grupo costumava assistir às imagens das sessões em uma televisão na praça. Dessa vez, entretanto, a gravação da confusão também entrou na programação. Vladimir relembrou o episódio com humor durante o podcast.

Ronaldo Fadul, Praia da Tiririca, Itacaré, Bahia, SurfBahia. Foto: Fabriciano Jr.

Ronaldo Fadul é um dos principais legends do surf da Bahia. Foto: Fabriciano Jr.

O acidente de Vladimir Brichta em Itacaré

Depois da história do campeonato, o ator fez questão de contar outro encontro com Fadul. Dessa vez, a situação aconteceu durante um período de chuva forte.

Vladimir explicou que havia uma passagem estreita sobre um tubo de escoamento perto dos chuveiros da Tiririca. Com a chuva, porém, a água cobria a passagem e dificultava enxergar onde pisar.

Ao tentar atravessar, ele pisou em falso. Em seguida, a correnteza puxou uma de suas pernas para dentro do tubo. A outra entrou logo depois.

Três homens seguraram seus braços e tentaram puxá-lo. Apesar do esforço, a pressão da água impedia que o retirassem. Segundo o ator, eles conseguiam segurá-lo, mas não completar o resgate.

Fadul chegou para ajudar no salvamento

Foi então que Fadul percebeu a situação e correu para ajudar. Com a força dos quatro, o grupo conseguiu tirar Vladimir do tubo.

Ao concluir o relato, o ator destacou que todos participaram do salvamento. Assim, o agradecimento se estendeu aos quatro homens que o retiraram daquela situação.

A lembrança deu outro significado à história da treta. Afinal, além da confusão no campeonato, Vladimir guarda a gratidão pela ajuda de Fadul em um momento decisivo.

Assista ao corte completo no YouTube do Fala Papah! e acompanhe o relato de Vladimir Brichta.

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Brasil

Conheça os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027

Conheça os 12 surfistas da seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 nas categorias Sub-16 e Sub-18.

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Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 e representará o Brasil na categoria no Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

A Seleção Brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 está definida. O Surf Brasil Base apresentado pela Prefeitura de Navegantes reuniu os atletas na Praia Central, em Santa Catarina, e definiu os representantes do país.

Conheça os campeões brasileiros de 2026

Ao todo, 12 surfistas integram a equipe, divididos entre Sub-16 e Sub-18, no masculino e no feminino. Além das vagas para a competição da International Surfing Association (ISA), o evento decidiu os títulos brasileiros dessas categorias.

As ondas estiveram muito pequenas nas fases decisivas. Mesmo assim, as finais tiveram disputas equilibradas, com diferenças mínimas entre alguns dos principais resultados.

Felipe Homsi dia 5 Surf Brasil Base foto Pablo Jacinto

Felipe Homsi venceu o Sub-18 em Navegantes e garantiu sua vaga na seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Quem vai representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027?

A seleção reúne atletas de seis estados: Ceará, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira os integrantes de cada categoria:

Categoria Atletas classificados
Sub-16 masculino Nicolas Silva (CE), Lucas Velasquez (SC) e Iago Bellotti (PB)
Sub-16 feminino Carol Bastides (SP), Aninha Dagostini (ES) e Hanna Prado (PB)
Sub-18 masculino Felipe Homsi (PB), Pablo Gabriel (RJ) e Michel Demétrio (SC)
Sub-18 feminino Maeva Guastalla (SP), Giovanna Rocha (SP) e Júlia Stefani (SP)

Entretanto, a composição da equipe não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final. A idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias também entram nessa definição.

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Campeã brasileira Sub-16 e vice no Sub-18, Carol Bastides representará o Brasil no Sub-16 do Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Nicolas Silva lidera o trio do Sub-16 masculino

Nicolas Silva conquistou o título brasileiro Sub-16 com 11,00 pontos. Para isso, o cearense combinou notas 6,00 e 5,00 na decisão.

Em seguida, Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou como vice-campeão, com 7,90. Iago Bellotti, da Paraíba, completou o trio de classificados com 7,30 pontos.

Por sua vez, Felipe Homsi ficou em quarto, com 5,13. Apesar desse resultado no Sub-16, o paraibano garantiu seu lugar na seleção pela categoria Sub-18.

Assim, Nicolas, Lucas e Iago representarão o Brasil no Sub-16 masculino do Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Junior Surf Brasil Base foto brocolisphoto

Seleção Brasileira Júnior reúne 12 atletas para representar o país no Mundial Júnior ISA 2027, nas categorias Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: @brocolisphoto

Carol Bastides, Aninha Dagostini e Hanna Prado formam o Sub-16 feminino

Carol Bastides venceu o Sub-16 feminino com 11,90 pontos, somando notas 6,50 e 5,40. Além disso, a paulista conquistou o vice-campeonato do Sub-18, com 8,66.

Na seleção, porém, Carol integra apenas o time Sub-16. Ao seu lado estarão Aninha Dagostini, do Espírito Santo, e Hanna Prado, da Paraíba.

Aninha terminou a final em segundo, com 10,36 pontos. Já Hanna ficou em quarto, com 6,23, apenas 0,07 ponto atrás da terceira colocada, Giovanna Rocha.

No entanto, Giovanna completou 16 anos em 2026 e não poderá disputar o Sub-16 no próximo Mundial. Dessa forma, Hanna conquistou a vaga nessa categoria, enquanto Giovanna garantiu presença no Sub-18.

Nicolas Silva dia 5 Surf Brasil Base foto Pablo Jacinto

Nicolas Silva leva a melhor na Sub-16 masculina. Foto: Pablo Jacinto

Felipe Homsi conquista o título e a vaga no Sub-18

Felipe Homsi venceu a final do Sub-18 masculino com 9,57 pontos. O paraibano somou notas 6,00 e 3,57 para conquistar o título brasileiro.

Na sequência, Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, garantiu o vice-campeonato com 7,66. Michel Demétrio, de Santa Catarina, terminou em terceiro, com 6,23, e também entrou na seleção.

Por outro lado, Vini Palma ficou em quarto, com 6,13 pontos, e não conquistou a vaga. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição.

Com esses resultados, Felipe, Pablo e Michel formam o time brasileiro Sub-18 masculino para o Mundial Júnior ISA 2027.

Sub-18 feminino terá Maeva, Giovanna e Júlia

Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 com 8,77 pontos. A paulista superou Carol Bastides por apenas 0,11 ponto na decisão.

Enquanto isso, Hanna Prado terminou em terceiro, com 7,30. Giovanna Rocha completou a final em quarto, com 6,37.

Entretanto, Carol e Hanna já estavam destinadas ao time Sub-16. Dessa maneira, Maeva e Giovanna garantiram seus lugares na equipe Sub-18.

A terceira vaga ficou com Júlia Stefani, também de São Paulo. Embora tenha parado nas semifinais, ela superou a irmã Paula Stefani no critério de desempate.

Isso porque Júlia venceu três baterias ao longo da competição, contra duas de Paula. Assim, o Sub-18 feminino terá três representantes paulistas no Mundial.

Idade em 2027 influencia a formação da seleção

A classificação para o Mundial considera a idade no ano da competição. Portanto, o resultado conquistado em 2026 precisa respeitar a elegibilidade do atleta para 2027.

Pelo regulamento vigente da ISA, quem completar 17 anos em 2027 não poderá disputar o Sub-16. Da mesma forma, quem completar 19 anos naquele ano estará fora do Sub-18.

Por isso, os resultados das finais e a relação de integrantes da seleção apresentam diferenças. O caso de Giovanna Rocha mostra como esse critério interfere na distribuição das vagas.

Sub-12 terá decisões neste domingo

Enquanto a seleção para o Mundial já está definida, o Surf Brasil Base ainda terá as decisões do Sub-12 masculino e feminino neste domingo.

Essas finais completarão os resultados da competição na Praia Central. O balanço completo do evento também reunirá os campeões e as classificações das categorias Sub-12 e Sub-14.

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