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Vídeo: highlights da Thruster no Surfing Champions Trophy
Assista aos highlights da Thruster no Surfing Champions Trophy 2026, com Bede Durbidge dominante e Mason Ho buscando a vitória nas Maldivas.
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Bede Durbidge leva a melhor na categoria Thurster do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026. Foto: Ted Grambeau
Os highlights da Thruster mostram Bede Durbidge em sua melhor atuação no Surfing Champions Trophy 2026. Depois de enfrentar dificuldades com a Twin Fin, o australiano voltou ao seu equipamento favorito e dominou o terceiro dia nas ondas de Sultans.
Além disso, o vídeo traz o surfe criativo de Mason Ho, uma nota 9 de Durbidge e uma corrida inesperada pelo recife. Dê o play e assista aos melhores momentos da categoria de três quilhas nas Maldivas.
Assista aos highlights da Thruster no Surfing Champions Trophy 2026, com Bede Durbidge, Mason Ho, Travis Logie e Caio Ibelli.
O que aparece nos highlights da Thruster?
O vídeo reúne os principais momentos das baterias classificatórias, semifinais e final. Entre os destaques, estão as fortes manobras de Bede Durbidge, os aéreos de Mason Ho e a evolução das ondas durante a tarde.
Primeiramente, Sultans apresentou séries inconsistentes entre três e quatro pés. Posteriormente, o período do swell aumentou e trouxe ondas mais frequentes.
Como resultado, a final aconteceu em paredes de quatro a cinco pés. Mesmo com um leve vento cruzado, os atletas encontraram boas oportunidades para acelerar e atacar as seções críticas.
Além disso, o terceiro dia marcou um fato inédito. Pela primeira vez nos 14 anos de história do evento, as três categorias foram concluídas nos três primeiros dias do período de espera.

Mason Ho disputa a sua primeira final no evento e fica com o vice. Foto: Ted Grambeau
Bede Durbidge volta ao equipamento favorito
Bede Durbidge mostrou boa adaptação à Single Fin no primeiro dia. Na Twin Fin, porém, o australiano encontrou mais dificuldades para controlar seu conhecido surfe de força.
Com a Thruster, a situação mudou. Afinal, as pranchas de três quilhas marcaram grande parte de sua carreira competitiva. Dessa forma, o ex-número 2 do mundo conseguiu mostrar um surfe mais natural e agressivo.
Durbidge abriu sua participação com uma soma de 15,00 pontos. Em seguida, elevou ainda mais o nível na semifinal contra Travis Logie.
Durante a bateria, o australiano recebeu 8,33, 9,00 e 8,43 em três ondas. Consequentemente, suas duas melhores notas formaram um total de 17,43 pontos, a maior soma da categoria Thruster.
Assim, Durbidge garantiu uma vaga na final da divisão contra Mason Ho. Ao mesmo tempo, também confirmou sua classificação para a decisão geral diante de Caio Ibelli.

Caio Ibelli encara Bede Durbidge na grande final. Foto: Ted Grambeau
Corrida pelo recife vira destaque do vídeo
Uma das cenas mais curiosas dos highlights aconteceu após a nota 9 de Durbidge. O australiano terminou a onda longe do local de saída e ainda teria que enfrentar uma forte correnteza.
Por isso, ele decidiu não remar de volta ao pico. Em vez disso, atravessou o recife, chegou à praia e correu pela ilha em busca de um canal.
A estratégia envolveu riscos. No entanto, o competidor conseguiu retornar rapidamente à zona de decolagem. Além disso, recuperou a prioridade antes da chegada da série seguinte.
Logo depois, Durbidge encontrou outra boa onda e recebeu 8,43 pontos. Portanto, a primeira corrida pelo recife registrada durante uma bateria do evento terminou com um resultado positivo.
Previsão acerta a melhora das ondas
A realização da categoria Thruster também dependeu de uma decisão importante da organização. Pela manhã, o fundador da Tropicsurf, Ross Phillips, encontrou ondas menores em Sultans.
Apesar disso, as previsões indicavam que o período aumentaria durante a tarde. Consequentemente, Phillips decidiu iniciar a competição às 14h.
A aposta funcionou. À medida que a tarde avançou, as séries ficaram maiores e mais constantes. Dessa maneira, algumas das melhores ondas apareceram justamente nas baterias decisivas.
Enquanto isso, familiares, amigos e hóspedes do Four Seasons acompanharam a disputa de duas embarcações posicionadas no canal. Assim, o público teve uma visão privilegiada das apresentações em Sultans.
Mason Ho avança para a final
Mason Ho também aparece entre os grandes destaques do vídeo. Primeiramente, o havaiano venceu uma bateria extremamente equilibrada. Apenas 0,27 ponto separou Ho, Travis Logie e Caio Ibelli.
Depois disso, Mason superou Felicity Palmateer na semifinal. Seu surfe imprevisível e criativo garantiu uma vaga na decisão contra Bede Durbidge.
Na final, porém, o australiano assumiu a liderança rapidamente. Durbidge começou com 7,83 e acrescentou 7,73 ao placar. Como resultado, chegou a 15,56 pontos.
Mason precisava de 8,63 para virar a bateria. Por isso, passou a buscar ondas maiores e aumentou suas tentativas de manobras aéreas.
Em uma das melhores oportunidades, Ho lançou um grande aéreo reverse. Contudo, não conseguiu completar a aterrissagem. Se tivesse finalizado a manobra, poderia ter mudado o resultado.
Bede Durbidge conquista a Thruster
Sem a virada de Mason Ho, o placar permaneceu favorável a Durbidge. Assim, o australiano venceu a final por 15,56 a 11,93 e conquistou o título da categoria Thruster.
Além disso, o resultado confirmou sua recuperação dentro do campeonato. Depois de terminar como vice na Single Fin e enfrentar dificuldades na Twin Fin, Durbidge guardou seu melhor desempenho para o último tipo de prancha.
Caio Ibelli, por sua vez, já havia vencido as categorias Single Fin e Twin Fin. Portanto, os dois surfistas garantiram as vagas na final geral do Surfing Champions Trophy 2026.
Por fim, o terceiro dia terminou com o confronto decisivo definido: Caio Ibelli contra Bede Durbidge. Assista ao player acima para conferir todos os highlights da Thruster, incluindo a nota 9, a corrida pelo recife e os principais momentos da final.
Principais resultados da Thruster
- Campeão: Bede Durbidge — 15,56 pontos na final
- Vice-campeão: Mason Ho — 11,93 pontos na final
- Maior nota: Bede Durbidge — 9,00 pontos
- Maior soma: Bede Durbidge — 17,43 pontos
- Final geral definida: Caio Ibelli contra Bede Durbidge
Competições
Os brasileiros campeões da International Surfing Association (ISA)
Fique por dentro de todos os títulos históricos do surf brasileiro no ISA World Surfing Games de 1988 até a atualidade.
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7 horas atrásem
31/10/2026Por
aos-midia
Gabriel Medina conquistou o título mundial da ISA em 2024, em Porto Rico, e ajudou o Brasil a vencer a disputa por equipes. Foto: Divulgação ISA
Ao longo das décadas, os campeões brasileiros da ISA construíram uma história de conquistas em diferentes modalidades do surfe. Desde o primeiro ouro de Fábio Gouveia, em 1988, até os títulos mais recentes, o Brasil acumulou resultados expressivos nos campeonatos mundiais organizados pela International Surfing Association.
Além dos títulos no surfe de pranchinha, o país conquistou medalhas de ouro no longboard, bodyboard, stand-up paddle (SUP), parasurfe e ondas grandes. Ao mesmo tempo, essas conquistas envolveram diferentes gerações de atletas e ajudaram a consolidar a presença brasileira nas competições internacionais.
Em 2025, por exemplo, o Brasil voltou ao lugar mais alto do pódio no parasurfe e no SUP. Por outro lado, não conquistou títulos individuais no ISA World Surfing Games nem no Mundial Júnior.
A seguir, confira os principais nomes e a relação histórica dos títulos brasileiros, organizada por competição e ano. Para isso, o levantamento considera os resultados até 2025, além de preservar conquistas de modalidades que integravam antigos formatos dos campeonatos da ISA.
Campeões brasileiros da ISA no Mundial de Surfe
Nesse cenário, o ISA World Surfing Games é uma das principais competições da entidade. Ao longo de sua história, o torneio reuniu atletas de diferentes países e territórios, além de distribuir medalhas individuais e por equipes.
Ao longo desse período, o Brasil conquistou títulos em diferentes épocas. Nesse grupo, estão Fábio Gouveia, Tita Tavares, Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb e Gabriel Medina. Além disso, o país venceu a disputa por equipes em quatro edições registradas neste levantamento.
Gabriel Medina conquista o Mundial de 2024
Em 2024, Gabriel Medina conquistou a medalha de ouro masculina no ISA World Surfing Games de 2024, disputado em Porto Rico. Com o resultado, o tricampeão mundial profissional acrescentou mais uma conquista internacional à carreira.
Entretanto, essa não foi sua primeira medalha de ouro individual na ISA. Antes disso, em 2010, Medina havia conquistado o Mundial Júnior na categoria Sub-18, em Piha, na Nova Zelândia.
Assim, o brasileiro passou a reunir títulos mundiais da entidade nas categorias de base e adulta. Além disso, sua vitória em 2024 ajudou o Brasil a conquistar o ouro por equipes.

Italo Ferreira foi campeão do ISA World Surfing Games de 2019, no Japão, e também integrou a seleção brasileira campeã por equipes. Foto: ISA / Ben Reed
Italo Ferreira é campeão em 2019
Italo Ferreira venceu o ISA World Surfing Games de 2019, realizado em Miyazaki, no Japão. Naquela edição, além disso, o potiguar conquistou o ouro individual masculino, enquanto a seleção brasileira também terminou em primeiro lugar por equipes.
Posteriormente, Italo conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do surfe, nos Jogos de Tóquio 2020, realizados em 2021.
Dessa forma, o brasileiro passou a reunir conquistas importantes em três ambientes diferentes: o Mundial da ISA, os Jogos Olímpicos e o circuito profissional.
Tatiana Weston-Webb vence o Mundial de 2023
Tatiana Weston-Webb conquistou o título feminino do ISA World Surfing Games de 2023, disputado em El Salvador. Além disso, sua campanha contribuiu para a conquista do ouro brasileiro por equipes.
Com isso, a vitória reforçou o histórico do Brasil no surfe feminino da ISA. Afinal, antes de Tatiana, outras brasileiras já haviam conquistado títulos na categoria Open, como Alessandra Vieira, Alcione Silva e Tita Tavares.
Posteriormente, Tatiana também conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, disputados nas ondas de Teahupo’o, no Taiti.

Tatiana Weston-Webb conquistou o ouro feminino no ISA World Surfing Games de 2023, em El Salvador. Foto: ISA / Pablo Jimenez
Fábio Gouveia abriu o caminho em 1988
Fábio Gouveia conquistou o título masculino do Mundial de 1988, em Aguadilla, Porto Rico. Com isso, tornou-se o primeiro brasileiro campeão mundial da ISA no surfe de pranchinha.
Naquele momento, a conquista representou um marco para o esporte nacional. A partir daí, outros brasileiros seguiram o mesmo caminho e ampliaram a presença do país no topo do pódio.
Lista histórica de campeões do ISA World Surfing Games
A seguir, confira os títulos brasileiros registrados no Mundial adulto, incluindo categorias que integravam o campeonato em edições anteriores. Além disso, a relação apresenta os títulos por equipes.
- 2024 – Arecibo, Porto Rico: Gabriel Medina (Open masculino) e Brasil (equipes).
- 2023 – El Sunzal e La Bocana, El Salvador: Tatiana Weston-Webb (Open feminino) e Brasil (equipes).
- 2019 – Miyazaki, Japão: Italo Ferreira (Open masculino) e Brasil (equipes).
- 2010 – Punta Hermosa, Peru: Rodrigo Sphaier (Longboard masculino).
- 2000 – Maracaípe, Brasil: Fábio Silva (Open masculino), Tita Tavares (Open feminino), Marcelo Freitas (Longboard), Sérgio Peixe (Kneeboard) e Brasil (equipes).
- 1998 – Lisboa, Portugal: Alcione Silva (Open feminino) e Alexandre Salazar (Longboard).
- 1994 – Barra da Tijuca, Brasil: Alessandra Vieira (Open feminino).
- 1988 – Aguadilla, Porto Rico: Fábio Gouveia (Open masculino).
Vale lembrar que o Mundial passou por mudanças ao longo das décadas. Por isso, as conquistas antigas de longboard e kneeboard permanecem na relação histórica, embora essas modalidades tenham seguido diferentes caminhos dentro da estrutura internacional.

Ryan Kainalo conquistou o título mundial Sub-18 da ISA em 2023, na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro, e ajudou o Brasil a vencer por equipes. Foto: ISA / Pablo Franco
Campeões brasileiros da ISA no Mundial Júnior
Por sua vez, o ISA World Junior Surfing Championship revelou diversos atletas que, posteriormente, ganharam destaque no surfe profissional. Entre eles, estão Gabriel Medina, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Jadson André.
Além disso, a competição teve importância na formação de novas gerações. Na edição de 2023, por exemplo, Ryan Kainalo venceu a categoria Sub-18 masculina, enquanto o Brasil conquistou o título mundial por equipes na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro.
Para saber mais, relembre a conquista na reportagem da AOS Mídia sobre Ryan Kainalo e o título brasileiro de 2023.
Relação dos campeões brasileiros no ISA Júnior
- 2023 – Rio de Janeiro, Brasil: Ryan Kainalo (Sub-18 masculino) e Brasil (equipes).
- 2016 – Açores, Portugal: Weslley Dantas (Sub-18 masculino).
- 2014 – Salinas, Equador: Luan Wood (Sub-18 masculino).
- 2012 – Playa Venao, Panamá: Matheus Navarro (Sub-18 masculino).
- 2011 – Punta Hermosa, Peru: Filipe Toledo (Sub-16 masculino).
- 2010 – Piha, Nova Zelândia: Gabriel Medina (Sub-18 masculino).
- 2008 – Hossegor, França: Alejo Muniz (Sub-18 masculino).
- 2007 – Caparica, Portugal: Jadson André (Sub-18 masculino).
- 2005 – Huntington Beach, Estados Unidos: Jefferson Silva (Sub-18 masculino).
Brasil conquista medalhas no Mundial Júnior de 2026
Apesar de não conquistar títulos individuais nas edições de 2025 e 2026, o Brasil manteve sua presença entre as principais seleções do Mundial Júnior. Em ambas as edições, a equipe brasileira terminou com a medalha de bronze.
Já em 2026, Luara Mandelli conquistou o bronze na categoria Sub-18 feminina. Além disso, John Müller chegou à final masculina da mesma faixa etária e terminou em quarto lugar, recebendo a medalha de cobre.
Segundo a ISA, o resultado de Luara representou apenas a segunda medalha individual feminina do Brasil na história do Mundial Júnior. Anteriormente, a primeira havia sido conquistada por Diana de Souza, também bronze, em 2006.
Portanto, embora os resultados de 2025 e 2026 não acrescentem novos nomes à relação de campeões, eles merecem destaque no histórico de medalhas brasileiras.
Fonte: resultados oficiais do Mundial Júnior de 2026, publicados pela ISA.
Brasil também conquista títulos no Mundial Master
Os campeões brasileiros da ISA também aparecem nas competições destinadas às gerações mais experientes. Em 2024, por exemplo, Diego Rosa conquistou o título do ISA World Masters Surfing Championship na categoria masculina acima de 40 anos.
Na ocasião, o campeonato aconteceu em El Sunzal, El Salvador. Além do ouro individual, o Brasil também conquistou o primeiro lugar na classificação por equipes.
Campeões brasileiros no ISA World Masters
- 2024 – El Sunzal, El Salvador: Diego Rosa (Masters masculino 40+) e Brasil (equipes).
Campeões brasileiros da ISA no stand-up paddle
Da mesma forma, o stand-up paddle ocupa um espaço importante na história brasileira da ISA. Afinal, o país conquistou títulos tanto no SUP Surf, disputado nas ondas, quanto nas provas de corrida.
Entre os campeões estão Luiz Diniz, David Leão, Nicole Pacelli, Arthur Carvalho e Vinnicius Martins. Além disso, o Brasil ampliou seu histórico de conquistas em 2025.
Luiz Diniz conquista o quarto título mundial
Em 2025, Luiz Diniz conquistou a medalha de ouro no SUP Surf masculino, durante o ISA World SUP and Paddleboard Championship, realizado em El Salvador.
Dessa maneira, com a vitória, o brasileiro alcançou seu quarto título mundial da ISA na modalidade. Segundo a entidade, Diniz se tornou o primeiro atleta a conquistar quatro medalhas de ouro no SUP Surf em sua história.
Além disso, o resultado apresentou uma marca especial: Diniz venceu todas as quatro edições do campeonato das quais participou até aquele momento.
Fonte: ISA confirma o quarto ouro mundial de Luiz Diniz.
David Leão conquista o ouro em 2024
No ano anterior, em 2024, David Leão venceu a prova masculina de SUP Sprint durante o Mundial disputado em Copenhague, na Dinamarca.
Com esse resultado, aumentou a presença brasileira entre os campeões da modalidade. Anteriormente, outros atletas já haviam conquistado títulos nas provas de SUP Surf, Sprint e Distance Race.
Relação histórica de títulos brasileiros no SUP
- 2025 – El Salvador: Luiz Diniz (SUP Surf masculino).
- 2024 – Copenhague, Dinamarca: David Leão (SUP Sprint masculino).
- 2022 – San Juan, Porto Rico: Luiz Diniz (SUP Surf masculino).
- 2019 – El Sunzal, El Salvador: Vinnicius Martins (SUP Distance Race masculino).
- 2018 – Hainan, China: Luiz Diniz (SUP Surf masculino) e Arthur Carvalho (SUP Sprint masculino).
- 2013 – Lima, Peru: Nicole Pacelli (SUP Surf feminino).
Essa relação preserva os resultados do levantamento original e acrescenta o título de 2025. Entretanto, o histórico completo de Luiz Diniz indica outras conquistas anteriores que também devem ser consideradas em uma revisão aprofundada da modalidade.
Campeões brasileiros da ISA no parasurfe
Por sua vez, o parasurfe representa uma das áreas de maior sucesso do Brasil nas competições da ISA. Nesse período, diferentes atletas conquistaram medalhas de ouro em categorias definidas pelas classificações funcionais.
Além dos títulos individuais, o país acumulou diversas conquistas por equipes. Dessa forma, o Brasil construiu um histórico importante desde as primeiras edições do Mundial de Parasurfe.
Brasil conquista três ouros individuais em 2025
Na edição de 2025, o ISA World Para Surfing Championship aconteceu em Oceanside, na Califórnia. Ao final da competição, o Brasil conquistou três medalhas de ouro individuais e terminou com o bronze por equipes.
Nesse campeonato, Luciano Nem Silveira venceu a categoria Open Stand 3. Além disso, Davi Teixeira conquistou o título masculino de Prone 2, enquanto Davi Lima venceu a categoria masculina Stand 1.
Além disso, a conquista de Davi Lima teve um significado especial. Aos 15 anos, o brasileiro disputou sua primeira edição do campeonato e conquistou imediatamente a medalha de ouro.
Por outro lado, a França terminou como campeã por equipes. Os Estados Unidos ficaram com a prata, enquanto Brasil e Austrália completaram o pódio com bronze e cobre, respectivamente.
Confira os resultados oficiais do Mundial de Parasurfe de 2025.
Histórico dos campeões brasileiros no parasurfe
Por isso, a relação abaixo preserva as categorias utilizadas em cada edição, já que a nomenclatura e a classificação funcional passaram por mudanças ao longo do tempo.
2025 – Oceanside, Califórnia
- Luciano Nem Silveira – Open Stand 3.
- Davi Teixeira – Masculino Prone 2.
- Davi Lima – Masculino Stand 1.
2024 – Huntington Beach, Califórnia
- Luciano Mercindo Silveira – Masculino Stand 3.
- Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
- Roberto Pino – Masculino Stand 1.
- Brasil – Campeão por equipes.
2023 – Huntington Beach, Califórnia
- Davi Teixeira de Aguiar – Masculino Prone 2.
- Rafael Lueders – Masculino Stand 2.
- Dijackson Santos – Masculino Stand 3.
- Felipe Kizu Lima – Masculino Sit.
- Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
- Brasil – Campeão por equipes.
2022 – Pismo Beach, Califórnia
- Davi Teixeira de Aguiar – Masculino Prone 2.
- Rafael Lueders – Masculino Stand 2.
- Alcino Pirata Neto – Masculino Stand 3.
- Fellipe Kizu Lima – Open Sit.
- Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
- Brasil – Campeão por equipes.
2021 – Pismo Beach, Califórnia
- Mike Richards – Masculino Stand 1.
- Alcino Neto – Masculino Stand 3.
- Fellipe Kizu Lima – Open Sit.
- Elias Figue Diel – Masculino VI 1.
- Brasil – Campeão por equipes.
2020 – La Jolla, Califórnia
- Mike Vaz – Masculino Stand 1.
- Roberto Pino – Masculino Stand 2.
- Malu Mendes – Feminino Stand 2.
- Alcino Neto – Masculino Kneel.
- Brasil – Campeão por equipes.
2019 – La Jolla, Califórnia
- Brasil – Campeão por equipes.
2018 – La Jolla, Califórnia
- Henrique Saraiva – AS2 masculino.
- Felipe Kizu Lima – AS3 masculino.
- Brasil – Campeão por equipes.
2017 – La Jolla, Califórnia
- Alcino Neto – AS2 masculino.
- Brasil – Campeão por equipes.
2016 – La Jolla, Califórnia
- Felipe Lima – AS3 masculino.
- Davi Teixeira – AS5 masculino.
- Brasil – Campeão por equipes.
2015 – La Jolla, Califórnia
- Felipe Lima – Upright.
- Brasil – Campeão por equipes.
Campeões brasileiros da ISA no bodyboard
Da mesma maneira, o bodyboard brasileiro conquistou diversos títulos nos campeonatos da ISA. Por exemplo, entre os principais nomes estão Guilherme Tâmega, Neymara Carvalho, Isabela Sousa e Eder Luciano.
Além disso, atletas como Karla Costa, Daniela Freitas, Marcus Lima e Jefferson Anute aparecem no histórico de conquistas nacionais.
Eder Luciano e Neymara Carvalho acumulam títulos
Eder Luciano venceu a categoria masculina em 2012, 2014 e 2015. Portanto, o catarinense aparece entre os brasileiros com múltiplos títulos mundiais da ISA no bodyboard.
Neymara Carvalho, por sua vez, conquistou medalhas de ouro em 2002 e 2014. Por sua vez, Guilherme Tâmega venceu as edições de 1996 e 2000.
Além disso, em 2011, Isabela Sousa alcançou uma marca importante. A brasileira conquistou duas medalhas de ouro na mesma edição, disputada nas Ilhas Canárias, vencendo as categorias Open feminino e Sub-18 feminino.
Relação dos títulos brasileiros no Mundial de Bodyboard
- 2015 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino) e Brasil (equipes).
- 2014 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino), Neymara Carvalho (Open feminino) e Brasil (equipes).
- 2012 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino) e Brasil (equipes).
- 2011 – Ilhas Canárias: Isabela Sousa (Open feminino e Sub-18 feminino).
- 2008 – Caparica, Portugal: Marcus Lima (Bodyboard masculino).
- 2002 – Durban, África do Sul: Neymara Carvalho (Bodyboard feminino).
- 2000 – Maracaípe, Brasil: Guilherme Tâmega (Bodyboard masculino) e Karla Costa (Bodyboard feminino).
- 1996 – Huntington Beach, Estados Unidos: Guilherme Tâmega (Bodyboard masculino) e Daniela Freitas (Bodyboard feminino).
- 1994 – Barra da Tijuca, Brasil: Jefferson Anute (Bodyboard masculino).
Além dos títulos individuais, o Brasil também conquistou medalhas de ouro por equipes. Assim, o bodyboard ocupa um lugar importante no histórico brasileiro dentro da entidade.
Carlos Burle conquistou o Mundial de Ondas Grandes
Nesse histórico, o brasileiro Carlos Burle também aparece entre os campeões mundiais da ISA. Em 1998, ele venceu o ISA Big Wave World Championship, realizado em Todos Santos, no México.
Além disso, na mesma edição, o Brasil conquistou o título por equipes. Assim, a competição marcou uma conquista coletiva e individual para o surfe brasileiro de ondas grandes.
Resultado do ISA Big Wave World Championship
- 1998 – Todos Santos, México: Carlos Burle (Open masculino) e Brasil (equipes).
Outros títulos brasileiros em eventos internacionais
Fora dos campeonatos mundiais citados anteriormente, brasileiros também conquistaram títulos em outras competições internacionais ligadas ao universo da ISA.
Em 2013, por exemplo, Michael Rodrigues venceu a categoria Open masculina do Hainan Riyue Bay International Surfing Festival, realizado na China.
- 2013 – Hainan, China: Michael Rodrigues (Open masculino).
Por essa razão, esse resultado aparece separadamente porque o festival não deve ser confundido com o ISA World Surfing Games.
O legado dos campeões brasileiros da ISA
Os campeões brasileiros da ISA representam diferentes períodos e modalidades do esporte. Enquanto Fábio Gouveia abriu caminho no Mundial adulto em 1988, nomes como Gabriel Medina, Italo Ferreira e Tatiana Weston-Webb ampliaram esse histórico nas últimas décadas.
Ao mesmo tempo, atletas do bodyboard, SUP, parasurfe e ondas grandes conquistaram resultados importantes. Além disso, as equipes brasileiras acumularam títulos coletivos em diversas competições.
Mais recentemente, em 2025, o Brasil acrescentou quatro ouros individuais ao levantamento, graças aos resultados de Luiz Diniz, Luciano Nem Silveira, Davi Teixeira e Davi Lima.
Portanto, a história brasileira nos campeonatos da ISA vai muito além do surfe olímpico. Ela reúne diferentes gerações de atletas e modalidades que contribuíram para a presença do Brasil no cenário internacional.
Por fim, para acompanhar as próximas competições, consulte o site oficial da ISA e as reportagens da AOS Mídia.
Competições
Alejo Muniz prepara nova fase fora das competições
Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar sua despedida da WSL e se preparar para uma carreira fora das baterias.
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4 dias atrásem
27/10/2026Por
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Alejo Muniz prepara uma nova fase profissional após decidir encerrar a carreira nas competições. Foto: Reprodução AOS Mídia
Alejo Muniz já definiu um dos caminhos que pretende seguir depois de encerrar a carreira competitiva. O surfista vai atuar na gestão de atletas e se tornará sócio da Outside Sports. Além disso, ele já começou a se preparar para a nova função, que pretende unir sua experiência de mais de duas décadas no surfe profissional ao interesse por negócios, contratos e desenvolvimento de carreiras.
No início de 2026, Alejo anunciou que este seria seu último ano como competidor profissional. Agora, ele confirmou à AOS Mídia que a aposentadoria será geral e que não pretende seguir disputando competições profissionais. Com isso, Pipeline deve marcar sua despedida das baterias.
O anúncio da aposentadoria havia sido feito em fevereiro. Desde então, Alejo passou a avaliar qual caminho seguiria depois de deixar o circuito competitivo.
Alejo Muniz explica como surgiu a nova fase
A possibilidade de trabalhar diretamente com gestão de atletas ganhou força durante a etapa de Saquarema. Na ocasião, Alejo conversou com Felipe Freitas, fundador da Outside Sports, sobre os planos para depois da aposentadoria.
Felipe conhece Alejo há mais de 20 anos por suas trajetórias dentro do surfe. Antes de atuar na gestão de atletas e na produção de eventos, também teve experiência como competidor e realizou viagens ligadas ao esporte. Além disso, desde 2008 trabalha diretamente com surfistas.
Naquele momento, porém, Alejo ainda não sabia exatamente o que faria no ano seguinte.
“Quando decidi que esse seria meu último ano, ainda não tinha definido o que faria no ano seguinte”, contou Alejo.
Entretanto, havia uma área que já despertava seu interesse. O surfista revelou que sempre gostou da parte de negócios, contratos e negociações. Além disso, segundo ele, nos últimos seis ou sete anos vinha cuidando da própria carreira sem empresário.
Foi então durante essas conversas que surgiu o convite para Alejo se tornar sócio da Outside Sports.
“Na hora que ele falou isso, foi como uma luz no fim do túnel”, afirmou.

A experiência de anos no surfe profissional será uma das bases do novo trabalho de Alejo Muniz. Foto: WSL / Aaron Hughes
Três pontos pesaram na decisão de Alejo Muniz
Segundo o surfista, três fatores foram fundamentais para aceitar o novo desafio. Primeiro, pesou a possibilidade de continuar trabalhando diretamente com o surfe, esporte que marcou toda a sua vida profissional.
Em seguida, aparece a área de negócios. Alejo pretende trabalhar com contratos, reuniões, negociações e relacionamento com atletas e empresas. Dessa forma, ele inicia uma atividade que não depende de seu rendimento físico e que poderá desenvolver por muitos anos.
Por fim, o terceiro fator está ligado a uma realização pessoal e à possibilidade de devolver ao esporte parte do que recebeu durante a carreira.
“Quero devolver ao esporte tudo o que o surfe me proporcionou. Acho que vai ser uma gratidão muito grande conseguir um patrocínio para algum atleta e ajudá-lo a correr atrás do seu sonho”, explicou.
Além disso, a experiência acumulada dentro das competições será uma das ferramentas dessa nova fase. Ao longo da carreira, Alejo viveu diferentes momentos no circuito internacional e voltou à elite da WSL depois de anos buscando novamente uma vaga entre os principais nomes do mundo.
Por exemplo, a AOS Mídia acompanhou sua participação em Pipeline na temporada de 2025. Relembre a participação de Alejo Muniz em Pipeline pela AOS Mídia.
Alejo Muniz busca formação para a nova carreira
A preparação para a nova função não ficará restrita à experiência adquirida como atleta. Em novembro, Alejo fará em São Paulo o Sport Business Experience: Estratégias que Movem o Jogo, curso presencial promovido pela ESPM em parceria com a Máquina do Esporte.
A formação começa em 9 de novembro e tem carga horária de 18 horas. Entre os temas estão marketing esportivo, gestão de atletas, construção de imagem, posicionamento, negócios no esporte e estratégias utilizadas no mercado esportivo.
Com isso, Alejo pretende combinar o conhecimento adquirido durante anos no circuito profissional com uma preparação específica para a nova carreira fora das competições.
Veja as informações oficiais do Sport Business Experience na ESPM.
Outside passa por mudanças
A chegada de Alejo acontece em meio a outras mudanças na estrutura da Outside Sports. Atualmente, a agência trabalha com nomes como Luana Silva e Ian Gouveia. No caso de Ian, a parceria já passa de dez anos.
Além disso, Gustavo Goldmann passa a atuar em projetos e eventos e também dará suporte às áreas de branding, social media e marketing dos atletas. O profissional já trabalhou com marketing esportivo de marcas como Hurley e Billabong no Brasil.
Outra novidade é Rafael Ribeiro, responsável por uma frente voltada à performance. A proposta inclui o suporte aos atletas e também o trabalho com praticantes de esportes de prancha interessados em melhorar rendimento e preparação para desafios esportivos.
Nesse sentido, um projeto-piloto dessa nova área já está sendo desenvolvido com Ian Gouveia.
Último capítulo nas competições
Alejo, entretanto, ainda tem um capítulo importante pela frente antes de concentrar suas energias na nova função. Pipeline deve marcar sua despedida das competições profissionais.
Depois de mais de duas décadas vivendo baterias, viagens e disputas no circuito, o catarinense encerra a carreira competitiva para iniciar uma nova etapa dentro do mesmo esporte.
“O que eu espero dessa nova fase é muito trabalho e muitas conquistas. Acho que é uma área de que vou gostar bastante e espero crescer muito”, afirmou Alejo.
Além disso, o surfista pretende usar a experiência acumulada para ajudar atletas que já estão no esporte e, principalmente, as próximas gerações.
Por fim, depois de Pipeline começa outra carreira. O cenário continua sendo o surfe, mas a função será diferente.
Competições
Gabriel Medina é vice em Portugal; Griffin Colapinto faz história
Gabriel Medina em Portugal é vice após duelo com Griffin Colapinto. Molly Picklum vence no feminino e assume a liderança do ranking.
Publicado
1 semana atrásem
23/10/2026Por
aos-midia
Gabriel Medina conquistou o vice-campeonato em Supertubos após uma final emocionante contra Griffin Colapinto. Foto: Damien Poullenot/WSL.
Gabriel Medina em Portugal voltou a mostrar sua habilidade nos tubos de Supertubos, em Peniche. Na sexta-feira (23), o tricampeão mundial conquistou o vice-campeonato da décima etapa do Championship Tour 2026. Entretanto, Griffin Colapinto levou a melhor em uma final emocionante e venceu por 17,60 a 16,77 pontos.
Com ondas de 6 a 8 pés, Supertubos proporcionou um espetáculo diante de milhares de torcedores. Além disso, outros dois brasileiros chegaram às semifinais: Italo Ferreira e Yago Dora.
Enquanto isso, no feminino, Molly Picklum derrotou Caitlin Simmers e assumiu a liderança do ranking mundial.

Griffin Colapinto conquistou seu terceiro título em Portugal e fez história na etapa de Peniche. Foto: Manel Geada /WSL.
Gabriel Medina em Portugal protagoniza final emocionante
A decisão masculina teve tubos profundos e constantes trocas de liderança. Medina começou melhor, mas Griffin Colapinto reagiu com uma onda de 8,17 pontos.
O brasileiro respondeu em grande estilo. Primeiro, conseguiu 8,57 pontos. Em seguida, arrancou 8,20 e chegou a 16,77 no somatório. Dessa forma, colocou o adversário em uma situação complicada.
No entanto, Colapinto encontrou a onda decisiva. O americano desapareceu dentro de um tubo em Supertubos e saiu sob os aplausos do público. Como resultado, recebeu 9,43 pontos e garantiu a virada.
Com a vitória por 17,60 a 16,77, Griffin tornou-se o primeiro surfista da história a conquistar três títulos na etapa de Portugal.
“Foi uma batalha incrível com Gabriel. Ficamos trocando notas e me lembrei dos tempos de Andy Irons e Kelly Slater, quando cresci assistindo àquela geração”, declarou Colapinto, em tradução livre.
Além do feito histórico, o californiano destacou a importância de vencer em um dos palcos mais tradicionais do circuito mundial.

Molly Picklum venceu Caitlin Simmers na decisão feminina e assumiu a liderança do ranking mundial. Foto: Manel Geada /WSL
Gabriel Medina supera Italo Ferreira na semifinal
Antes de disputar o título, Gabriel Medina enfrentou Italo Ferreira em um confronto brasileiro nas semifinais. O tricampeão mundial levou a melhor por 11,67 a 10,10 pontos e, assim, garantiu sua vaga na decisão.
Na outra semifinal, Griffin Colapinto eliminou Yago Dora por 14,33 a 8,83. Portanto, a etapa portuguesa terminou com três brasileiros entre os quatro melhores colocados no masculino.
Apesar da derrota na final, Medina deixou Portugal satisfeito com sua atuação. Além disso, o brasileiro elogiou o desempenho do adversário.
“É sempre divertido competir aqui. É uma onda muito boa. Fazer uma final contra Griffin foi incrível. Ele é um surfista fantástico e tem sido ótimo acompanhar sua evolução. Ele me inspira a buscar ainda mais”, afirmou Medina, em tradução livre.
O resultado de Gabriel Medina em Portugal também representa um impulso importante na reta final da temporada. Afinal, o brasileiro busca manter o bom desempenho nas duas etapas restantes.

Griffin Colapinto superou Gabriel Medina por 17,60 a 16,77 pontos na final masculina. Foto: Damien Poullenot/WSL.
Griffin Colapinto conquista terceiro título em Portugal
Além de alcançar sua terceira vitória em Supertubos, Griffin Colapinto destacou a relação especial que construiu com Portugal ao longo dos anos.
O californiano também revelou que a vitória do irmão Crosby Colapinto em Ericeira serviu como motivação para seu desempenho em Peniche.
“Portugal tem um lugar especial no meu coração. Era um sonho conquistar essa vitória depois que meu irmão venceu em Ericeira. Aquilo realmente me inspirou”, declarou o campeão, em tradução livre.
Dessa forma, Griffin ampliou sua história na etapa portuguesa, onde já havia conquistado dois títulos.
Além disso, o americano valorizou a qualidade das ondas durante a decisão. Segundo ele, a disputa contra Medina lembrou os grandes confrontos protagonizados por Andy Irons e Kelly Slater.
Molly Picklum vence e assume a lycra amarela
Na decisão feminina, Molly Picklum conquistou sua primeira vitória na temporada de 2026. A australiana derrotou Caitlin Simmers por 13,33 a 12,84 pontos e, com isso, assumiu a liderança do ranking mundial.
Atual campeã mundial, Picklum disputou sua terceira final no ano. Dessa vez, conseguiu transformar o bom desempenho em vitória e garantiu a lycra amarela para a próxima etapa.
O confronto reuniu duas campeãs mundiais. Inicialmente, Picklum ganhou vantagem com uma onda de 7,83 pontos. Simmers, por sua vez, reagiu com uma nota 6,67.
Entretanto, a norte-americana não encontrou outra oportunidade suficiente para virar o resultado. Assim, Picklum confirmou a vitória e celebrou seu primeiro título da temporada.
“Era um sonho vencer aqui. Portugal é como uma mistura da energia brasileira com Pipeline, duas das minhas coisas favoritas”, comemorou a australiana, em tradução livre.
Apesar da derrota, Caitlin Simmers também teve motivos para comemorar. Afinal, a campeã mundial de 2024 conquistou seu primeiro pódio no circuito em 2026.
Após Portugal, Gabriel Medina segue para as Filipinas
Após a etapa de Portugal, o Championship Tour segue para Cloud 9, em Siargao, nas Filipinas. A penúltima etapa da temporada está programada para acontecer entre 31 de outubro e 10 de novembro.
Além disso, a competição terá importância direta na definição das primeiras posições do ranking antes da última parada, em Pipeline, no Havaí.
O desempenho de Gabriel Medina em Portugal, portanto, reforça suas expectativas para a sequência do circuito. Da mesma forma, Griffin Colapinto chega às Filipinas motivado pela conquista histórica em Supertubos.
Para acompanhar as próximas etapas, confira as notícias e análises no site da AOS Mídia.
Resultados da etapa de Portugal
Final masculina
-
Griffin Colapinto (EUA) — 17,60
-
Gabriel Medina (BRA) — 16,77
Final feminina
-
Molly Picklum (AUS) — 13,33
-
Caitlin Simmers (EUA) — 12,84
Semifinais masculinas
-
Gabriel Medina (BRA) 11,67 x 10,10 Italo Ferreira (BRA)
-
Griffin Colapinto (EUA) 14,33 x 8,83 Yago Dora (BRA)
Para conferir os resultados oficiais e o calendário do circuito, acesse o site da World Surf League
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