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Competições

Brasil conquista bronze no Mundial Junior da ISA

Brasil conquista bronze por equipes no Mundial Junior da ISA. Luara Mandelli é bronze na U18 e John Muller leva o cobre em El Salvador.

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Brasil conquistou a medalha de bronze por equipes no Mundial Junior da ISA em El Salvador. Foto: ISA / Pablo Franco

O Brasil encerrou o 2026 Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship entre as três melhores seleções do mundo. A equipe brasileira conquistou a medalha de bronze por equipes e, além disso, colocou dois atletas nas finais individuais: Luara Mandelli, bronze na categoria U18 feminina, e John Muller, cobre na U18 masculina.

A competição terminou neste domingo (13), em La Bocana, El Salvador. A Austrália conquistou o título por equipes, seguida pelos Estados Unidos. Por sua vez, o Brasil terminou em terceiro, com 5.430 pontos, à frente do Peru, quarto colocado.

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Luara Mandelli conquistou o bronze na U18 e colocou o Brasil novamente no pódio feminino do Mundial Junior após 20 anos. Foto: ISA / Jersson Barboza

Luara faz história

O principal resultado feminino do Brasil veio com Luara Mandelli. A brasileira terminou em terceiro lugar na U18 e, com isso, conquistou uma medalha que encerrou uma espera de 20 anos.

De acordo com a ISA, Luara tornou-se apenas a segunda brasileira a conquistar uma medalha feminina na história do Mundial Junior. Antes dela, Diana de Souza havia conquistado o bronze em 2006.

Na decisão, a australiana Leihani Zoric conquistou o ouro. Aos 13 anos, ela se tornou a campeã U18 mais jovem da história da ISA. Enquanto isso, Zoie Zietz, da Holanda, ficou com a prata. Já a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou em quarto.

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John Muller chegou à grande final da U18 masculina e conquistou a medalha de cobre para o Brasil. Foto: ISA / Sean Evans

John entre os melhores

Na U18 masculina, John Muller também garantiu presença na grande final. Dessa forma, o brasileiro terminou o Mundial entre os quatro melhores da categoria e levou a medalha de cobre.

O título ficou com o norte-americano Jett Maughan. Na sequência, os australianos Ben Zanatta Creagh e Ocean Lancaster completaram o pódio, respectivamente, em segundo e terceiro lugares.

Além de John, o Brasil ficou muito perto de colocar outro representante na decisão. Ryan Martins terminou em quinto lugar na mesma categoria.

Na U16 masculina, Arthur Vilar também fez uma campanha de destaque. Ao final da competição, o brasileiro ficou na sétima colocação entre 124 competidores.

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Ryan Martins ficou perto da decisão e encerrou sua participação em quinto lugar na U18 masculina. Foto: ISA / Sean Evans

Bronze por equipes

A soma das campanhas individuais colocou novamente o Brasil no pódio por equipes. Assim, com 5.430 pontos, a seleção conquistou o bronze e repetiu a terceira colocação obtida em 2025.

A Austrália foi campeã com 8.078 pontos e chegou ao seu 10º título por equipes na história do Mundial Junior, além do terceiro consecutivo. Por outro lado, os Estados Unidos ficaram com a prata, com 6.048 pontos. Por fim, Peru e Japão completaram os cinco primeiros.

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Brasil repetiu o resultado de 2025 e terminou pelo segundo ano consecutivo com o bronze por equipes. Foto: ISA / Sean Evans

Todos os brasileiros

Na Boys U16, Arthur Vilar foi 7º, enquanto Michel Demétrio e Petrus Dantas dividiram a 25ª colocação. Já na Boys U18, John Muller terminou em 4º, Ryan Martins em 5º e Kalani Robles em 28º.

Entre as meninas, Carol Bastides foi 19ª, Julia Stefani 25ª e Giovanna Rocha 37ª na Girls U16. Na Girls U18, por sua vez, além do bronze de Luara Mandelli, Valentina Zanoni terminou em 13º lugar e Maria Clara em 37º.

Dessa maneira, o Brasil deixou El Salvador com duas medalhas individuais e uma por equipes. Além disso, quatro atletas brasileiros terminaram entre os sete melhores de suas respectivas categorias.

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Competições

Alejo Muniz prepara nova fase fora das competições

Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar sua despedida da WSL e se preparar para uma carreira fora das baterias.

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Alejo Muniz prepara nova fase na gestão de atletas após confirmar aposentadoria das competições profissionais


Alejo Muniz prepara uma nova fase profissional após confirmar que vai encerrar a carreira nas competições. Foto: Reprodução AOS Mídia

Alejo Muniz já definiu um dos caminhos que pretende seguir depois de encerrar a carreira competitiva. O surfista vai atuar na gestão de atletas e se tornará sócio da Outside Sports. Além disso, ele já começou a se preparar para a nova função, que pretende unir sua experiência de mais de duas décadas no surfe profissional ao interesse por negócios, contratos e desenvolvimento de carreiras.

No início de 2026, Alejo anunciou que este seria seu último ano como competidor profissional. Agora, ele confirmou à AOS Mídia que a aposentadoria será geral e que não pretende seguir disputando competições profissionais. Pipeline deve marcar sua despedida das baterias.

O anúncio da aposentadoria havia sido feito em fevereiro. Desde então, Alejo passou a avaliar qual caminho seguiria depois de deixar o circuito competitivo.

Alejo Muniz durante competição profissional antes de anunciar aposentadoria


Depois de mais de duas décadas nas competições, Alejo Muniz prepara a transição para a gestão de atletas. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz explica como surgiu a nova fase

A possibilidade de trabalhar diretamente com gestão de atletas ganhou força durante a etapa de Saquarema. Na ocasião, Alejo conversou com Felipe Freitas, fundador da Outside Sports, sobre os planos para depois da aposentadoria.

Felipe conhece Alejo há mais de 20 anos por suas trajetórias dentro do surfe. Antes de atuar na gestão de atletas e na produção de eventos, também teve experiência como competidor e realizou viagens ligadas ao esporte. Desde 2008, trabalha diretamente com surfistas.

Naquele momento, porém, Alejo ainda não sabia exatamente o que faria no ano seguinte.

“Quando decidi que esse seria meu último ano, ainda não tinha definido o que faria no ano seguinte”, contou Alejo.

Entretanto, havia uma área que já despertava seu interesse. O surfista revelou que sempre gostou da parte de negócios, contratos e negociações. Além disso, segundo ele, nos últimos seis ou sete anos vinha cuidando da própria carreira sem empresário.

Foi durante essas conversas que surgiu o convite para Alejo se tornar sócio da Outside Sports.

“Na hora que ele falou isso, foi como uma luz no fim do túnel”, afirmou.

Alejo Muniz em Pipeline antes da despedida das competições profissionais


Pipeline deve marcar a despedida de Alejo Muniz das competições profissionais. Foto: WSL / Bielmann

Três pontos pesaram na decisão de Alejo Muniz

Segundo o surfista, três fatores foram fundamentais para aceitar o novo desafio. O primeiro é a possibilidade de continuar trabalhando diretamente com o surfe, esporte que marcou toda a sua vida profissional.

O segundo ponto envolve justamente a área de negócios. Alejo pretende trabalhar com contratos, reuniões, negociações e relacionamento com atletas e empresas. Dessa forma, ele inicia uma atividade que não depende de seu rendimento físico e que poderá desenvolver por muitos anos.

Por fim, o terceiro fator está ligado a uma realização pessoal e à possibilidade de devolver ao esporte parte do que recebeu durante a carreira.

“Quero devolver ao esporte tudo o que o surfe me proporcionou. Acho que vai ser uma gratidão muito grande conseguir um patrocínio para algum atleta e ajudá-lo a correr atrás do seu sonho”, explicou.

A experiência acumulada dentro das competições também será uma das ferramentas dessa nova fase. Ao longo da carreira, Alejo viveu diferentes momentos no circuito internacional e voltou à elite da WSL depois de anos buscando novamente uma vaga entre os principais nomes do mundo.

A AOS Mídia acompanhou, por exemplo, sua participação em Pipeline na temporada de 2025. Relembre a participação de Alejo Muniz em Pipeline pela AOS Mídia.

Alejo Muniz durante competição antes de iniciar nova fase na gestão esportiva


Além da experiência no circuito, Alejo Muniz buscará formação específica para a nova carreira no mercado esportivo. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz busca formação para a nova carreira

A preparação para a nova função não ficará restrita à experiência adquirida como atleta. Em novembro, Alejo fará em São Paulo o Sport Business Experience: Estratégias que Movem o Jogo, curso presencial promovido pela ESPM em parceria com a Máquina do Esporte.

A formação começa em 9 de novembro e tem carga horária de 18 horas. Entre os temas estão marketing esportivo, gestão de atletas, construção de imagem, posicionamento, negócios no esporte e estratégias utilizadas no mercado esportivo.

Com isso, Alejo pretende combinar o conhecimento adquirido durante anos no circuito profissional com uma preparação específica para a nova carreira fora das competições.

Veja as informações oficiais do Sport Business Experience na ESPM.

Outside passa por mudanças

A chegada de Alejo acontece em meio a outras mudanças na estrutura da Outside Sports. Atualmente, a agência trabalha com nomes como Luana Silva e Ian Gouveia. No caso de Ian, a parceria já passa de dez anos.

Além disso, Gustavo Goldmann passa a atuar em projetos e eventos e também dará suporte às áreas de branding, social media e marketing dos atletas. O profissional já trabalhou com marketing esportivo de marcas como Hurley e Billabong no Brasil.

Outra novidade é Rafael Ribeiro, responsável por uma frente voltada à performance. A proposta inclui o suporte aos atletas e também o trabalho com praticantes de esportes de prancha interessados em melhorar rendimento e preparação para desafios esportivos.

Um projeto-piloto dessa nova área já está sendo desenvolvido com Ian Gouveia.

Último capítulo nas competições

Alejo, entretanto, ainda tem um capítulo importante pela frente antes de concentrar suas energias na nova função. Pipeline deve marcar sua despedida das competições profissionais.

Depois de mais de duas décadas vivendo baterias, viagens e disputas no circuito, o catarinense encerra a carreira competitiva para iniciar uma nova etapa dentro do mesmo esporte.

“O que eu espero dessa nova fase é muito trabalho e muitas conquistas. Acho que é uma área de que vou gostar bastante e espero crescer muito”, afirmou Alejo.

O surfista também pretende usar a experiência acumulada para ajudar atletas que já estão no esporte e, principalmente, as próximas gerações.

Depois de Pipeline, portanto, começa outra carreira. O cenário continua sendo o surfe, mas a função será diferente.

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Competições

Gabriel Medina é vice em Portugal; Griffin Colapinto faz história

Gabriel Medina em Portugal é vice após duelo com Griffin Colapinto. Molly Picklum vence no feminino e assume a liderança do ranking.

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Gabriel Medina conquistou o vice-campeonato em Supertubos após uma final emocionante contra Griffin Colapinto. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Gabriel Medina em Portugal voltou a mostrar sua habilidade nos tubos de Supertubos, em Peniche. Na sexta-feira (23), o tricampeão mundial conquistou o vice-campeonato da décima etapa do Championship Tour 2026. Entretanto, Griffin Colapinto levou a melhor em uma final emocionante e venceu por 17,60 a 16,77 pontos.

Com ondas de 6 a 8 pés, Supertubos proporcionou um espetáculo diante de milhares de torcedores. Além disso, outros dois brasileiros chegaram às semifinais: Italo Ferreira e Yago Dora.

Enquanto isso, no feminino, Molly Picklum derrotou Caitlin Simmers e assumiu a liderança do ranking mundial.

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Griffin Colapinto conquistou seu terceiro título em Portugal e fez história na etapa de Peniche. Foto: Manel Geada /WSL.

Gabriel Medina em Portugal protagoniza final emocionante

A decisão masculina teve tubos profundos e constantes trocas de liderança. Medina começou melhor, mas Griffin Colapinto reagiu com uma onda de 8,17 pontos.

O brasileiro respondeu em grande estilo. Primeiro, conseguiu 8,57 pontos. Em seguida, arrancou 8,20 e chegou a 16,77 no somatório. Dessa forma, colocou o adversário em uma situação complicada.

No entanto, Colapinto encontrou a onda decisiva. O americano desapareceu dentro de um tubo em Supertubos e saiu sob os aplausos do público. Como resultado, recebeu 9,43 pontos e garantiu a virada.

Com a vitória por 17,60 a 16,77, Griffin tornou-se o primeiro surfista da história a conquistar três títulos na etapa de Portugal.

“Foi uma batalha incrível com Gabriel. Ficamos trocando notas e me lembrei dos tempos de Andy Irons e Kelly Slater, quando cresci assistindo àquela geração”, declarou Colapinto, em tradução livre.

Além do feito histórico, o californiano destacou a importância de vencer em um dos palcos mais tradicionais do circuito mundial.

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Molly Picklum venceu Caitlin Simmers na decisão feminina e assumiu a liderança do ranking mundial. Foto: Manel Geada /WSL

Gabriel Medina supera Italo Ferreira na semifinal

Antes de disputar o título, Gabriel Medina enfrentou Italo Ferreira em um confronto brasileiro nas semifinais. O tricampeão mundial levou a melhor por 11,67 a 10,10 pontos e, assim, garantiu sua vaga na decisão.

Na outra semifinal, Griffin Colapinto eliminou Yago Dora por 14,33 a 8,83. Portanto, a etapa portuguesa terminou com três brasileiros entre os quatro melhores colocados no masculino.

Apesar da derrota na final, Medina deixou Portugal satisfeito com sua atuação. Além disso, o brasileiro elogiou o desempenho do adversário.

“É sempre divertido competir aqui. É uma onda muito boa. Fazer uma final contra Griffin foi incrível. Ele é um surfista fantástico e tem sido ótimo acompanhar sua evolução. Ele me inspira a buscar ainda mais”, afirmou Medina, em tradução livre.

O resultado de Gabriel Medina em Portugal também representa um impulso importante na reta final da temporada. Afinal, o brasileiro busca manter o bom desempenho nas duas etapas restantes.

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Griffin Colapinto superou Gabriel Medina por 17,60 a 16,77 pontos na final masculina. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Griffin Colapinto conquista terceiro título em Portugal

Além de alcançar sua terceira vitória em Supertubos, Griffin Colapinto destacou a relação especial que construiu com Portugal ao longo dos anos.

O californiano também revelou que a vitória do irmão Crosby Colapinto em Ericeira serviu como motivação para seu desempenho em Peniche.

“Portugal tem um lugar especial no meu coração. Era um sonho conquistar essa vitória depois que meu irmão venceu em Ericeira. Aquilo realmente me inspirou”, declarou o campeão, em tradução livre.

Dessa forma, Griffin ampliou sua história na etapa portuguesa, onde já havia conquistado dois títulos.

Além disso, o americano valorizou a qualidade das ondas durante a decisão. Segundo ele, a disputa contra Medina lembrou os grandes confrontos protagonizados por Andy Irons e Kelly Slater.

Molly Picklum vence e assume a lycra amarela

Na decisão feminina, Molly Picklum conquistou sua primeira vitória na temporada de 2026. A australiana derrotou Caitlin Simmers por 13,33 a 12,84 pontos e, com isso, assumiu a liderança do ranking mundial.

Atual campeã mundial, Picklum disputou sua terceira final no ano. Dessa vez, conseguiu transformar o bom desempenho em vitória e garantiu a lycra amarela para a próxima etapa.

O confronto reuniu duas campeãs mundiais. Inicialmente, Picklum ganhou vantagem com uma onda de 7,83 pontos. Simmers, por sua vez, reagiu com uma nota 6,67.

Entretanto, a norte-americana não encontrou outra oportunidade suficiente para virar o resultado. Assim, Picklum confirmou a vitória e celebrou seu primeiro título da temporada.

“Era um sonho vencer aqui. Portugal é como uma mistura da energia brasileira com Pipeline, duas das minhas coisas favoritas”, comemorou a australiana, em tradução livre.

Apesar da derrota, Caitlin Simmers também teve motivos para comemorar. Afinal, a campeã mundial de 2024 conquistou seu primeiro pódio no circuito em 2026.

Após Portugal, Gabriel Medina segue para as Filipinas

Após a etapa de Portugal, o Championship Tour segue para Cloud 9, em Siargao, nas Filipinas. A penúltima etapa da temporada está programada para acontecer entre 31 de outubro e 10 de novembro.

Além disso, a competição terá importância direta na definição das primeiras posições do ranking antes da última parada, em Pipeline, no Havaí.

O desempenho de Gabriel Medina em Portugal, portanto, reforça suas expectativas para a sequência do circuito. Da mesma forma, Griffin Colapinto chega às Filipinas motivado pela conquista histórica em Supertubos.

Para acompanhar as próximas etapas, confira as notícias e análises no site da AOS Mídia.

Resultados da etapa de Portugal

Final masculina

  1. Griffin Colapinto (EUA) — 17,60

  2. Gabriel Medina (BRA) — 16,77

Final feminina

  1. Molly Picklum (AUS) — 13,33

  2. Caitlin Simmers (EUA) — 12,84

Semifinais masculinas

  • Gabriel Medina (BRA) 11,67 x 10,10 Italo Ferreira (BRA)

  • Griffin Colapinto (EUA) 14,33 x 8,83 Yago Dora (BRA)

Para conferir os resultados oficiais e o calendário do circuito, acesse o site da World Surf League

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Brasil

Guarda do Embaú vai sediar as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surf em novembro

Guarda do Embaú receberá as finais do Catarinense e do Brasileiro de Surfe 2026, com R$ 600 mil em premiações. Confira as datas e os líderes.

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A última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro acontecerá de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em premiação. Imagem: Divulgação/Fecasurf.

A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional de 2026. As duas competições acontecerão em novembro e distribuirão, juntas, R$ 600 mil em premiações. Além disso, os surfistas terão a oportunidade de disputar duas etapas importantes em um intervalo de menos de duas semanas.

O calendário começa com a terceira e última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro, de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em prêmios. Na sequência, entre os dias 21 e 29, o Surf Brasil Pro encerrará a temporada nacional, oferecendo mais R$ 500 mil aos participantes.

Reconhecida como a nona Reserva Mundial de Surfe, a Guarda do Embaú será, portanto, o centro das atenções do surfe profissional brasileiro durante o mês de novembro.

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A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional, com R$ 600 mil em premiações. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Catarinense terá R$ 100 mil em premiação

A Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) promove, nesta temporada, o circuito estadual com a maior premiação de sua história. Cada uma das três etapas oferece R$ 100 mil, totalizando R$ 300 mil em 2026.

Na decisão da Guarda do Embaú, os campeões masculino e feminino receberão R$ 15 mil cada. Além disso, a proximidade com a etapa brasileira permitirá que atletas de outros estados participem das duas competições na mesma viagem.

Segundo Renato Melo, presidente da Fecasurf, a escolha das datas busca facilitar a participação dos competidores. Dessa forma, os surfistas poderão reduzir despesas com deslocamentos e aproveitar mais tempo para treinar nas ondas da Guarda do Embaú.

O circuito começou na Praia do Mar Grosso, em Laguna, com vitórias de Caetano Vargas e Kiany Hyakutake. Posteriormente, a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos, recebeu a segunda etapa, vencida por Heitor Mueller e Potira Castaman.

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Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings masculino e feminino do Circuito Catarinense de Surf Pro após duas etapas. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings

Após duas etapas, Heitor Mueller lidera o ranking masculino com 18.600 pontos. O surfista de São Francisco do Sul chega à decisão à frente do bicampeão catarinense Caetano Vargas, que soma 15.000 pontos, e de Luan Wood, terceiro colocado com 12.300.

Apesar da vantagem de Heitor, a disputa segue aberta. Afinal, a última etapa distribuirá 10.000 pontos ao vencedor, mantendo diversos competidores na corrida pelo título.

No feminino, Potira Castaman ocupa a primeira posição com 16.700 pontos. A surfista baiana, que mora em Florianópolis há mais de cinco anos, conquistou a liderança após vencer a etapa de Palmas.

Entretanto, a diferença para suas principais adversárias é pequena. Kiany Hyakutake aparece na segunda colocação, com 16.100 pontos, enquanto Valentina Zanoni soma 15.300. Lulu Vivan, com 12.850, também está entre as candidatas ao título.

Assim, tanto no masculino quanto no feminino, a Guarda do Embaú promete uma disputa equilibrada pela conquista dos títulos estaduais.

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Com 18.600 pontos, Heitor Mueller chega à etapa decisiva na liderança do ranking masculino, à frente de Caetano Vargas e Luan Wood. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Surf Brasil Pro distribuirá R$ 500 mil

Logo após a definição dos campeões catarinenses, a Guarda do Embaú receberá a quarta e última etapa do Surf Brasil Pro 2026, entre 21 e 29 de novembro.

A competição distribuirá R$ 500 mil e encerrará a disputa pelos títulos brasileiros profissionais da temporada. Com isso, surfistas de diferentes regiões do país terão uma segunda oportunidade de competir na mesma praia.

De acordo com a Surf Brasil, as inscrições para a etapa nacional seguem abertas até 8 de novembro. O evento contará com disputas nas categorias masculina e feminina.

Além da premiação, a sequência das duas competições deverá movimentar a região e atrair atletas, equipes técnicas e visitantes para a Guarda do Embaú.

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Baiana radicada em Florianópolis, Potira Castaman lidera o ranking feminino com 16.700 pontos e busca seu primeiro título catarinense profissional. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Inscrições abertas para a etapa catarinense

Surfistas de todo o Brasil podem participar da última etapa do Catarinense de Surf Pro. Entretanto, apenas atletas que atendem aos critérios de residência em Santa Catarina poderão pontuar na disputa pelo título estadual.

As inscrições estão disponíveis pela plataforma Atletis. Os interessados também podem consultar informações no site oficial da Fecasurf.

Por fim, a etapa catarinense terá transmissão ao vivo pelos canais da federação, permitindo que o público acompanhe a definição dos campeões de 2026.

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