Brasil
Última etapa do Hang Loose Surf Attack abre inscrições
Inscrições para a última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 abrem nesta segunda (17). A decisão será de 17 a 19 de setembro, em Maresias.
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aos-midia
Matheus Jhones é um dos líderes do Hang Loose Surf Attack. Foto: @laufigaz
As inscrições para a terceira e última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 começam nesta segunda-feira (17). A decisão do mais tradicional circuito de base do surfe brasileiro será realizada entre os dias 17 e 19 de setembro, na praia de Maresias, em São Sebastião (SP).
Neste primeiro momento, as inscrições serão exclusivas para surfistas de fora do Estado de São Paulo. O prazo começa às 8h desta segunda-feira e termina às 18h do dia 25 de agosto.
A etapa de Maresias encerra a 36ª edição do Hang Loose Surf Attack. Além disso, terá peso maior no ranking e será decisiva na definição dos campeões da temporada.

Rafael Miranda está na frente na Sub-12. Foto: Erik Medalha
Inscrições para atletas de fora de São Paulo
Inicialmente, os surfistas de outros estados terão uma cota correspondente a 10% do número de vagas destinadas a cada categoria nas primeiras etapas.
A prioridade não será definida simplesmente pela ordem de envio das solicitações. O principal critério será o ranking acumulado da primeira e da segunda etapas.
Dessa forma, os atletas mais bem colocados no ranking, dentro da cota disponível e que cumprirem o prazo estabelecido, terão suas vagas confirmadas.
Para realizar a inscrição, o surfista deverá enviar:
- nome completo;
- estado que representa;
- categoria pretendida;
- comprovante de pagamento.
Toda a documentação deverá ser enviada para o e-mail bukaosurf@gmail.com.
O valor da inscrição é de R$ 270 por categoria.

Alexia Oliveira e Carol Bastides também brilham no Hang Loose Surf Attack. Foto: Erik Medalha
Pagamento e prazo
O pagamento pode ser realizado via PIX pela chave inscricao@fpsurf.com.br.
Também é possível fazer depósito no Banco Itaú, agência 0245, conta 09289/500, em nome de Sílvio da Silva.
A organização alerta para um detalhe importante: para efeito do prazo da inscrição, será considerado o momento do recebimento do comprovante, e não o horário em que o pagamento foi realizado.
Os surfistas mais bem colocados no ranking acumulado das duas primeiras etapas, dentro da cota inicial de 10% e que enviarem a documentação até 25 de agosto, terão suas inscrições confirmadas.
Quem não conseguir uma vaga poderá solicitar a devolução imediata do valor pago. Outra possibilidade será aguardar o encerramento do processo de inscrições para tentar ocupar eventuais vagas em baterias incompletas.
Caso o atleta consiga uma vaga e não compareça ao evento, o valor somente será devolvido se outro surfista ocupar seu lugar na bateria.
Inscrições para atletas de São Paulo
Os surfistas de cidades do Estado de São Paulo terão um período específico para realizar suas inscrições.
O prazo será aberto no dia 26 de agosto, às 8h, e seguirá até 10 de setembro, às 18h.
A organização informou que ainda fará uma comunicação detalhada sobre o processo destinado aos atletas paulistas.
Última etapa vale mais pontos
A disputa em Maresias terá importância ainda maior na definição dos campeões do Hang Loose Surf Attack 2026.
Enquanto cada uma das duas primeiras etapas teve pontuação máxima de 1.000 pontos, a terceira e última etapa terá peso 1,5. Portanto, o vencedor poderá somar 1.500 pontos.
O peso adicional abre espaço para mudanças importantes no ranking na decisão do circuito.
Após duas etapas, John Muller lidera a Sub-18 masculina com 1.860 pontos. Vini Palma está na frente da Sub-16, com 1.670, enquanto Matheus Jhones lidera a Sub-14, com 1.730. Na Sub-12, Rafael Miranda ocupa a primeira colocação com 1.610 pontos.
No feminino, Julia Stefani lidera a Sub-18 com 1.555 pontos. Carol Bastides está na frente da Sub-16, com 1.670, e Alexia Oliveira lidera a Sub-14, também com 1.670. Na Sub-12, Maria Clara chega à final com 2.000 pontos.
Entre as associações, Ubatuba ocupa a liderança com 2.000 pontos. Guarujá aparece em segundo, com 1.720, enquanto Praia Grande é a terceira colocada, com 1.460.
Premiação em Maresias
A última etapa também distribuirá premiação em dinheiro nas categorias Sub-18, Sub-16 e Sub-14, no masculino e no feminino.
O campeão de cada categoria contemplada receberá R$ 1.000. O vice-campeão ganhará R$ 800, enquanto terceiro e quarto colocados receberão R$ 500 e R$ 400, respectivamente.
A categoria Sub-12, masculina e feminina, não terá premiação em dinheiro.
Para obter mais informações sobre o processo de inscrição, clique aqui.
Uma história de formação de campeões
O Hang Loose Surf Attack chega à sua 36ª edição consolidado como o mais tradicional circuito de base do surfe brasileiro.
Ao longo de sua história, a competição ajudou na formação de diferentes gerações de atletas. Nomes como Gabriel Medina, Filipe Toledo e Adriano de Souza passaram pelo circuito antes de chegar à elite do surfe mundial.
Agora, uma nova geração terá em Maresias a oportunidade de disputar os últimos pontos da temporada e os títulos do Hang Loose Surf Attack 2026.
Diferentemente das etapas anteriores, a competição terminará no sábado, 19 de setembro. A programação foi definida para facilitar o deslocamento dos atletas que disputarão, na semana seguinte, a final do Brasileiro de Base da CBSurf.
A terceira etapa tem patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, A Firma Pizzas, Tachão de Ubatuba, Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de São Sebastião, Associação de Surf de São Sebastião (ASSS) e Associação de Surf de Maresias (ASM).
A homologação é da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf). A Pousada Maréatoa é a hospedagem oficial da etapa. Reservas: WhatsApp: (11) 98204-3935. Outros contatos: Telefone e WhatsApp: (12) 3865-5218 ou (11) 97172-4179.
Clique aqui para ver os resultados e rankings completos.
Bahia
Surfe e bodyboard movimentam Itacaré em dois eventos
Itacaré recebeu dois eventos de surfe e bodyboard, com 101 inscritos no Circuito Municipal e grandes nomes na etapa do Circuito Baiano.
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6 dias atrásem
10/08/2026Por
aos-midia
Demi Brasil vence a etapa do Circuito Municipal de Itacaré na Praia da Tiririca. Foto: Fabriciano Júnior
O surfe e o bodyboard movimentaram Itacaré com duas competições realizadas em fins de semana consecutivos. Primeiro, a cidade recebeu a 1ª etapa do Circuito Municipal de Surf de Itacaré 2026, que contou com 101 inscritos em dez categorias. Depois, foi a vez do Itacaré Bodyboard Festival, válido como segunda etapa do Circuito Baiano de Bodyboarding.
As competições reuniram atletas de diferentes gerações. Além disso, nomes conhecidos do cenário baiano e nacional dividiram as ondas com representantes locais.
Demi Brasil vence três locais na Pro-Am
Na principal categoria masculina do Circuito Municipal, Demi Brasil levou o título da Pro-Am. Representante de Morro de São Paulo, ele marcou 12,33 pontos na final.
Demi superou três atletas locais de Itacaré na decisão. Davi Silva terminou em segundo, seguido por Yagê Araújo e Alandresson Martins.
No feminino, Maria Eduarda confirmou sua condição de uma das atletas de ponta do surfe brasileiro. Campeã brasileira nas categorias de base e atualmente dedicada às competições da WSL, ela venceu a Pro-Am Feminino com 11,50 pontos.
Mayté Lima ficou com o segundo lugar. Luna Jin-Ly e Petra Edelman completaram a final.

Rudá Nascimento faz três finais e vence duas categorias na Tiririca. Foto: Fabriciano Júnior
Rudá Nascimento chega a três finais
Entre os atletas da nova geração, Rudá Nascimento foi um dos grandes destaques. Ele disputou três finais e terminou a competição com dois títulos e um vice-campeonato.
Rudá venceu as categorias Sub-12 e Sub-14. Além disso, ficou em segundo lugar na Sub-16, vencida por João Jesus.
Mauy Schmidt conquistou a Sub-18, enquanto Ariel Micol venceu a Sub-10 e Jano Sanders ficou com a Sub-08. Nas categorias Social, Henzo Gabriel e Leocádia Marinne foram os campeões.

Lucas Santo surpreende favoritos na categoria Pro do Baiano de Bodyboard. Foto: Fabriciano Júnior
Lucas Santos surpreende favoritos no bodyboard
Na sequência das competições em Itacaré, o Itacaré Bodyboard Festival foi realizado nos dias 8 e 9 de agosto. O evento valeu como segunda etapa do Circuito Baiano de Bodyboarding e teve realização da Federação Baiana de Bodyboarding (FEBEB).
Um dos grandes personagens da competição foi o local Lucas Santos. Sua trajetória até o título ganhou força justamente na fase eliminatória.
Lucas passou duas baterias da triagem em segundo lugar. No entanto, cresceu de produção nos confrontos homem a homem e passou a derrubar alguns dos principais favoritos.
Nas quartas de final, superou Lucas Rodrigues. Depois, eliminou o bicampeão mundial Uri Valadão. Na grande final, Lucas completou a campanha ao derrotar Gabriel Braga, atleta da elite mundial, e conquistou o Main Event Pro.

Juliana Dourado faz a festa na Pro feminina. Foto: Fabriciano Júnior
Juliana Dourado confirma favoritismo
Entre as mulheres, a multicampeã baiana Juliana Dourado confirmou o favoritismo na Pro Feminino. Ela venceu a decisão com 11,50 pontos, enquanto Liz Bensabath terminou em segundo lugar.
Liz também teve motivos para comemorar em Itacaré. Antes do vice na Pro, ela conquistou o título da Open Feminino.
Na Open Masculino, Yure Wolff ficou com a vitória. Alexandre Milazzo conquistou a BB Master e Camila Cesar venceu a categoria Social.
Com os dois eventos, Itacaré recebeu competições de surfe e bodyboard em diferentes categorias. Da nova geração aos atletas experientes, as disputas colocaram novamente as ondas da cidade como palco de destaque para os esportes de prancha na Bahia.

Finalistas da Pro feminina no Municipal de Itacaré. Foto: Fabriciano Júnior
Confira todos os resultados
Circuito Municipal de Surf de Itacaré
Pro-Am masculino
1 Demi Brasil 12,33
2 Davi Silva 10,20
3 Yagê Araújo 9,16
4 Alandresson Martins 8,94
Pro-Am feminino
1 Maria Eduarda 11,50
2 Mayté Lima 6,50
3 Luna Jin-Ly 6,00
4 Petra Edelman 3,40
Sub-18
1 Mauy Schmidt 9,70
2 Miguel Becker 9,67
3 Yan Rodrigues 9,64
4 Gabriel Android 6,67
Sub-16
1 João Jesus 7,77
2 Rudá Nascimento 7,20
3 Miguel Becker 6,83
4 Yan Rodrigues 4,03
Sub-14
1 Rudá Nascimento 9,83
2 João Jesus 7,03
3 Yan Reis 5,73
4 Ziah Muniz 3,20
Sub-12
1 Rudá Nascimento 11,23
2 Théo Teruel 4,06
3 Yan Reis 3,77
4 Pedro Filgueiras 3,47
Sub-10
1 Ariel Micol 5,60
2 Gustavo Dias 2,43
3 Jano Sanders 1,53
4 Rodrigo Filgueiras 0,53
Sub-08
1 Jano Sanders 5,00
2 Benjamim Roza 2,50
3 Lara Sophia 1,43
4 Andrey Neves 0,20
Social masculino
1 Henzo Gabriel 4,57
2 Gustavo Amaral 1,80
3 Akon Talles 1,60
4 Kailane Guerrero 1,00
Social feminino
1 Leocádia Marinne 2,83
2 Sofia Andrada 2,37
3 Alessandra Ferraz 2,03
4 Lohana André 1,64

Pódio da Pro masculina no Baiano de Bodyboard. Foto: Fabriciano Júnior
Itacaré Bodyboard Festival
Open feminino
1 Liz Bensabath 6,97
2 Antonella Ramondo 6,73
3 Carolina Malvar 6,43
4 Claudia Silva 3,77
Open masculino
1 Yure Wolff 10,10
2 Igor Santos 8,30
3 Jurandir Santos 8,23
4 Rodrigo Santos 7,46
Pro feminino
1 Juliana Dourado 11,50
2 Liz Bensabath 6,90
3 Claudia Silva
3 Antonella Ramondo
BB Master
1 Alexandre Milazzo 12,16
2 Alberto Colares 9,04
3 Gabriel Alvim 7,70
4 Cesar Almeida 7,53
Main Event Pro
1 Lucas Santos 9,44
2 Gabriel Braga 8,60
3 Uri Valadão
3 Gabriel Santos
Social
1 Camila Cesar 9,33
2 Amazonas Ramallo 9,17
3 Helen Chagas 9,07
4 Sofia Santos 8,17
Clique aqui para ver os resultados completos do Municipal de Itacaré e aqui para ver os resultados completos do Baiano de Bodyboard.
Brasil
Hang Loose Surf Attack: resultados e ranking após Ubatuba
Confira os resultados da segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 e os rankings dos atletas e associações após Ubatuba.
Publicado
2 semanas atrásem
04/08/2026Por
aos-midia
Associação de Ubatuba vence segunda etapa em Itamambuca e segue invicta no Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha
A Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), recebeu entre os dias 31 de julho e 2 de agosto a segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026. O evento reuniu atletas das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino, e provocou mudanças importantes na classificação da temporada.
Depois da abertura do circuito no Guarujá, os competidores voltaram à água em busca de pontos decisivos antes da etapa final. Entre os principais destaques estiveram atletas que alcançaram mais de uma decisão, novos líderes do ranking e competidores que ampliaram suas vantagens na corrida pelos títulos.
Na classificação por associações, o resultado das primeiras posições da etapa de abertura quase se repetiu. Ubatuba, Guarujá e Praia Grande voltaram a ocupar as três primeiras colocações. A diferença foi a entrada de São Sebastião em quarto lugar, posição que havia pertencido a Santos na primeira etapa. Desta vez, Santos terminou em quinto.

Rafael Miranda leva a melhor na Sub 12 masculina. Foto: Erik Medalha
Atletas que disputaram mais de uma final
Cinco competidores chegaram a duas finais em Itamambuca.
Arthur Vilar (PB) venceu a Sub-18 Masculino e terminou em quarto lugar na Sub-16 Masculino.
Alexia Oliveira (PB) conquistou o título da Sub-18 Feminino e ficou em quarto na Sub-14 Feminino.
Maria Clara (GUA) foi campeã da Sub-12 Feminino e terceira colocada na Sub-14 Feminino.
Carol Bastides (PGD) terminou em terceiro lugar na Sub-18 Feminino e em quarto na Sub-16 Feminino.
Isabel Meyer (BER) foi vice-campeã da Sub-14 Feminino e quarta colocada na Sub-18 Feminino.
Também merecem destaque Vini Palma, que venceu a Sub-16 Masculino e assumiu a liderança da categoria, e Rafael Miranda, campeão em Itamambuca e novo líder da Sub-12 Masculino.
Na Sub-14 Masculino, Matheus Jhones conquistou o título da segunda etapa e assumiu a primeira colocação do ranking, com 1.730 pontos. Já Maria Clara manteve o aproveitamento perfeito na Sub-12 Feminino, chegando aos 2.000 pontos após duas etapas.

Finalistas da categoria Sub 18 masculina, vencida por Arthur Vilar. Foto: Erik Medalha
Resultados da segunda etapa
Sub-12 Feminino
1º Maria Clara (GUA)
2º Fernanda Pina (SAN)
3º Nayma Mathey (UBA)
4º Laura Kanagusiku (PGD)
Sub-14 Feminino
1º Aymara Ricaldone (ARG)
2º Isabel Meyer (BER)
3º Maria Clara (GUA)
4º Alexia Oliveira (PB)
Sub-16 Feminino
1º Mariana Elias (UBA)
2º Julia Stefani (PGD)
3º Manu Medeiros (SSB)
4º Carol Bastides (PGD)
Sub-18 Feminino
1º Alexia Oliveira (PB)
2º Victoria Munoz (ARG)
3º Carol Bastides (PGD)
4º Isabel Meyer (BER)
Sub-12 Masculino
1º Rafael Miranda (UBA)
2º Kalani Sakugawa (BER)
3º Thomas Monteiro (SSB)
4º Benjamin Maia (ITA)
Sub-14 Masculino
1º Matheus Jhones (GUA)
2º Izau Signorini (SVI)
3º Saymon Rocha (CE)
4º Eric Grattz (ES)
Sub-16 Masculino
1º Vini Palma (PGD)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Keoni Renno (UBA)
4º Arthur Vilar (PB)
Sub-18 Masculino
1º Arthur Vilar (PB)
2º John Muller (GUA)
3º Kalani Robles (UBA)
4º Bryan Almeida (GUA)

Finalistas da Sub-18 feminina, vencida por Alexia Oliveira. Foto: Erik Medalha
Ranking do Hang Loose Surf Attack após duas etapas
Sub-18 Masculino
1º John Muller (GUA) – 1.860 pontos
2º Kalani Robles (UBA) – 1.590 pontos
3º Vini Palma (PGD) – 1.285 pontos
4º Nicolas Pereira (CE) – 1.225 pontos
Sub-16 Masculino
1º Vini Palma (PGD) – 1.670 pontos
2º Nicolas Pereira (CE) – 1.488 pontos
3º Saymon Rocha (CE) – 1.470 pontos
3º Calebe Simoes (UBA) – 1.470 pontos
Sub-14 Masculino
1º Matheus Jhones (GUA) – 1.730 pontos
2º Saymon Rocha (CE) – 1.590 pontos
3º Izau Signorini (SVI) – 1.470 pontos
4º Lucas Peixoto (CE) – 1.400 pontos
Sub-12 Masculino
1º Rafael Miranda (UBA) – 1.610 pontos
2º Thomas Monteiro (SSB) – 1.460 pontos
3º Fernando Medina (PB) – 1.310 pontos
4º Bernardo Pires (PGD) – 1.280 pontos
Sub-18 Feminino
1º Julia Stefani (PGD) – 1.555 pontos
2º Alexia Oliveira (PB) – 1.488 pontos
3º Carol Bastides (PGD) – 1.400 pontos
4º Isabel Meyer (BER) – 1.225 pontos
Sub-16 Feminino
1º Carol Bastides (PGD) – 1.670 pontos
2º Mariana Elias (UBA) – 1.500 pontos
3º Julia Stefani (PGD) – 1.470 pontos
4º Manu Medeiros (SSB) – 1.340 pontos
Sub-14 Feminino
1º Alexia Oliveira (PB) – 1.670 pontos
2º Maria Clara (GUA) – 1.590 pontos
2º Isabel Meyer (BER) – 1.590 pontos
4º Catarina Kobayashi (UBA) – 1.280 pontos
Sub-12 Feminino
1º Maria Clara (GUA) – 2.000 pontos
2º Fernanda Pina (SAN) – 1.590 pontos
3º Nayma Mathey (UBA) – 1.400 pontos
4º Laura Kanagusiku (PGD) – 1.280 pontos

Pódio da Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Ubatuba vence a disputa por associações
Ubatuba aproveitou a etapa em casa para conquistar novamente a primeira colocação entre as associações. A equipe somou 8.220 pontos, seguida por Guarujá, com 6.845, e Praia Grande, com 5.038.
São Sebastião terminou na quarta posição, superando Santos, que havia ocupado esse lugar na abertura do circuito. Apesar da mudança no resultado da etapa, as duas associações aparecem empatadas na quarta colocação do ranking geral.
Resultado por associações na segunda etapa
1º Ubatuba – 8.220 pontos
2º Guarujá – 6.845 pontos
3º Praia Grande – 5.038 pontos
4º São Sebastião – 4.463 pontos
5º Santos – 3.568 pontos
6º Bertioga – 2.080 pontos
7º Caraguatatuba – 1.780 pontos
8º Mongaguá – 1.440 pontos
9º Itanhaém – 1.390 pontos
10º Grande São Paulo – 1.365 pontos
11º São Vicente – 860 pontos
12º Peruíbe – 0 ponto
12º Ilhabela – 0 ponto
Ranking de associações após duas etapas
1º Ubatuba (UBA) – 2.000 pontos
2º Guarujá (GUA) – 1.720 pontos
3º Praia Grande (PGD) – 1.460 pontos
4º São Sebastião (SSB) – 1.280 pontos
4º Santos (SAN) – 1.280 pontos
6º Bertioga (BER) – 1.138 pontos
7º Grande São Paulo (GSP) – 1.071 pontos
8º Mongaguá (MON) – 1.056 pontos
9º Caraguatatuba (CAR) – 1.043 pontos
10º Itanhaém (ITA) – 1.000 pontos
11º São Vicente (SVI) – 937 pontos
12º Peruíbe (PER) – 475 pontos
13º Ilhabela (ILH) – 450 pontos
Decisão fica para a etapa final
A terceira e última etapa terá peso ainda maior na definição dos campeões. Enquanto as duas primeiras paradas distribuíram 1.000 pontos aos vencedores, a final valerá 1.500 pontos.
Em caso de empate na classificação, o primeiro critério será o melhor resultado na etapa decisiva. Caso a igualdade permaneça, será considerado o desempenho obtido na segunda etapa.
Com esse formato, nenhuma liderança está totalmente garantida, e as oito categorias seguem abertas antes da última parada do Hang Loose Surf Attack 2026.
Patrocínio, realização e apoio
A segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 foi uma realização da Associação Ubatuba de Surf (AUS), com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, Prefeitura Municipal de Ubatuba, Tachão de Ubatuba, Restaurante Quintal do Mar e Pousada Canto do Dado.
A competição teve homologação da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf).
Clique aqui para ver os resultados e rankings completos.
Brasil
Diego Rosa revela como venceu a depressão e virou campeão
Diego Rosa conta como superou a depressão, voltou ao surfe e conquistou o título mundial master da ISA em entrevista ao Fala Papah.
Publicado
2 semanas atrásem
04/08/2026Por
aos-midia
Campeão mundial master da ISA em 2024, Diego Rosa é o novo convidado do Fala Papah!. Foto: ISA / Pablo Franco
Conquistar um título mundial costuma ser o ponto mais alto da carreira de um atleta. No caso de Diego Rosa, porém, a maior vitória aconteceu muito antes de subir ao lugar mais alto do pódio.
Em entrevista ao podcast Fala Papah!, o campeão mundial master da ISA abriu o coração para contar como enfrentou um período de depressão, se afastou completamente do surfe e precisou reconstruir a própria vida antes de voltar a competir.
A depressão afastou Diego Rosa do surfe
Depois de muitos anos competindo em alto nível, Diego Rosa viu sua carreira mudar de rumo. Sem patrocínio e longe do circuito profissional, entrou em uma fase extremamente difícil.
Durante a conversa, ele revelou que ficou quase dois anos sem surfar, ganhou cerca de 25 quilos e perdeu completamente a motivação para praticar o esporte que sempre fez parte da sua vida.
Segundo Diego, houve momentos em que sequer tinha vontade de sair da cama. Ele também contou que chegou a recorrer ao álcool e só mais tarde compreendeu que estava enfrentando uma depressão.
O surfista fez questão de destacar que, durante muitos anos, acreditava que a depressão era apenas um estado passageiro. Depois de viver essa experiência, mudou completamente sua visão sobre o assunto.
O apoio da família foi fundamental
Outro ponto importante destacado por Diego Rosa foi o apoio recebido durante esse processo.
Ele afirmou que a família, especialmente a esposa, teve papel decisivo para ajudá-lo a reencontrar o caminho. Além disso, contou que buscou forças na espiritualidade e decidiu mudar completamente sua rotina para deixar aquele período para trás.
O surfe se tornou o caminho para a recuperação
Curiosamente, Diego Rosa não voltou ao mar pensando em títulos.
Segundo ele, a decisão de voltar a surfar aconteceu porque precisava recuperar a saúde física e mental.
Com o retorno aos treinos, a disposição voltou, a qualidade de vida melhorou e o esporte passou a ser uma ferramenta para reconstruir sua autoestima. Somente depois desse processo surgiu novamente a vontade de competir.
Pouco tempo depois, vieram os resultados.
Diego conquistou o Campeonato Brasileiro Master, voltou a ter patrocinadores e alcançou o maior feito da carreira ao vencer o Mundial Master da ISA em 2024.

Antes da conquista do ouro, Diego superou a depressão. Foto: ISA / Jersson Barboza
A música “Curing” nasceu dessa transformação
Durante o episódio, Diego também falou sobre “Curing”, música gravada em parceria com Murilo Naspolini, conhecido artisticamente como Murahead.
A canção retrata exatamente o período mais difícil vivido pelo surfista. A letra aborda sentimentos como escuridão, perda de rumo e a reconstrução até alcançar novamente a esperança.
Segundo Diego, a música representa sua caminhada desde o “fundo do poço” até a conquista do ouro mundial.
Um novo Diego Rosa
Quem acompanhou a carreira de Diego Rosa no circuito profissional certamente percebeu outra mudança.
Conhecido no passado por ser um atleta mais fechado e intenso durante as competições, ele afirma que hoje vive uma fase completamente diferente.
O surfista reconhece que amadureceu, aprendeu com os erros e entende que estar mais leve, sorridente e aberto às pessoas trouxe benefícios dentro e fora do esporte.
Uma mensagem para quem enfrenta momentos difíceis
Ao final da entrevista, Diego Rosa deixou uma mensagem para quem passa por dificuldades semelhantes.
Ele incentivou as pessoas a não desistirem da prática esportiva, ressaltando que o exercício pode ser um importante aliado da saúde física e mental. Também aconselhou atletas a planejarem a vida além da carreira competitiva, evitando que o fim do ciclo esportivo provoque crises emocionais.
Para ele, sempre existe a possibilidade de recomeçar.
Última etapa do Hang Loose Surf Attack abre inscrições
Surfe e bodyboard movimentam Itacaré em dois eventos










































