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Brasil

King and Queen of the Groms abre espaço para as meninas no Brasil

King and Queen of the Groms volta ao Brasil com categorias femininas. Conheça a história de Carissa Moore e veja como competir em Ubatuba.

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Maria Clara e Valentina Zanoni Roxy Brasil Surfistas

Valentina Zanoni e Maria Clara, atletas da Roxy Brasil, estão entre as jovens surfistas que disputarão o King and Queen of the Groms em Itamambuca.

Depois de 11 anos, uma tradicional competição juvenil de surfe está de volta ao país. Agora, porém, o evento retorna com um novo nome e uma novidade importante. O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms terá categorias femininas em sua edição brasileira.

A competição acontece nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Além disso, meninas e meninos poderão disputar as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16.

A inclusão das garotas marca uma nova fase do evento no Brasil. Afinal, nos registros encontrados das antigas edições nacionais, não havia categorias femininas próprias.

Como funcionava o antigo King of the Groms

Anteriormente, a competição recebia o nome Quiksilver King of the Groms. Dentro do antigo formato internacional, diferentes países realizavam etapas para definir os atletas que participariam da final mundial.

O Brasil também recebeu essas competições. Grandes nomes do surfe nacional passaram pelo evento ainda no início de suas carreiras. Entre eles estão Gabriel Medina, Filipe Toledo, Wiggolly Dantas, Alejo Muniz e Samuel Pupo.

No entanto, as etapas encontradas nos registros históricos eram voltadas principalmente aos meninos. Isso não impediu que uma jovem havaiana desafiasse essa estrutura e conquistasse seu espaço.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2007 hawaii

Carissa Moore tinha 14 anos quando venceu a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms, em 2007, competindo contra os meninos.

Carissa Moore venceu os meninos em 2007

Em junho de 2007, Carissa Moore disputou a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms. Na época, ela tinha apenas 14 anos.

O campeonato, realizado em Kewalo Basin, reuniu 64 participantes com até 16 anos. Somente três competidores eram meninas. Ainda assim, Carissa avançou bateria após bateria e venceu o evento.

Na decisão, a havaiana superou Albee Layer, Luke Hitchcock e Ford Archbold. Com o resultado, tornou-se a primeira garota a vencer uma etapa do King of the Groms.

Além disso, Carissa conquistou o direito de representar o Havaí na final mundial que seria realizada na França. A vitória ganhou ainda mais peso porque ocorreu antes de ela construir uma carreira histórica, que teria títulos mundiais e uma medalha de ouro olímpica.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2008hawaii

Entre 2007 e 2008, Carissa Moore quebrou barreiras ao competir com os meninos e se destacar no Quiksilver King of the Groms.

Novo nome acompanha a chegada das meninas

Quase duas décadas depois daquele resultado, o evento brasileiro passa a reconhecer as meninas também em seu nome. Assim, o King of the Groms se transforma em Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms.

A mudança não representa apenas uma nova identidade. Pela primeira vez nos registros encontrados do evento no Brasil, as jovens surfistas terão disputas femininas próprias nas três categorias.

Portanto, a edição de Itamambuca poderá revelar uma nova geração de atletas. Ao mesmo tempo, o campeonato retoma uma tradição importante do surfe de base brasileiro.

Como fazer a inscrição

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail qsilvergrooms@outlook.com. O valor é de R$ 150.

O responsável pelo atleta deve enviar o comprovante de pagamento, uma cópia de documento com foto e os seguintes dados:

  • categoria;
  • nome completo;
  • CPF;
  • nome de bateria;
  • endereço;
  • perfil no Instagram.

O pagamento deve ser realizado pela chave Pix luiz@theboxsm.com.br.

O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms acontece nos dias 10 e 11 de outubro, em Itamambuca. Como as vagas dependem da inscrição por e-mail, os interessados devem enviar toda a documentação solicitada.

Este conteúdo integra a cobertura especial da AOS Mídia, em parceria com Quiksilver e Roxy.

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Brasil

Challenger Series em Maresias tem 20 atletas do CT

Challenger Series em Maresias reúne 20 inscritos do CT após o corte em Trestles. Confira os nomes e a disputa por vagas na elite.

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Praia de Maresias, São Sebastião (SP), Surf, Swell, Litoral Norte paulista. Foto: Aleko Stergiou

Praia de Maresias, em São Sebastião, recebe a terceira etapa do Challenger Series 2026/27 entre 26 de setembro e 3 de outubro, com 20 atletas do CT inscritos. Foto: Aleko Stergiou

A etapa do Challenger Series em Maresias, marcada para 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, tem 20 atletas do Championship Tour inscritos. São 11 homens e nove mulheres na relação do Banco do Brasil São Sebastião Pro, em São Sebastião.

A competição acontece logo após o corte do CT, definido em Lower Trestles, na Califórnia. Assim, reúne surfistas que avançaram para as próximas etapas da elite e outros que ficaram fora dessa sequência.

Como o corte do CT se relaciona com Maresias

Os atletas que passaram pelo corte seguem para as etapas de Portugal e Filipinas. Já os cortados poderão retornar ao Tour em Pipeline, onde será definido o ranking final da temporada.

No entanto, avançar após Trestles não garante, por si só, a permanência na elite em 2027. Por isso, o Challenger Series também interessa a atletas que continuam no CT, mas ainda buscam assegurar sua classificação.

Os dois circuitos têm rankings separados. Portanto, os resultados de Maresias contam para o CS e não alteram a pontuação do Championship Tour.

Os 11 homens do CT inscritos

Entre os atletas que passaram pelo corte, Samuel Pupo é o mais bem colocado na lista de Maresias. O surfista de São Sebastião ocupa o nono lugar no CT após Trestles.

Além dele, estão inscritos Cole Houshmand, em 13º; Jack Robinson, em 14º; João Chianca, em 19º; e Jake Marshall, em 22º.

Por outro lado, seis inscritos ficaram fora das etapas de Portugal e Filipinas:

  • Crosby Colapinto — 25º no CT;
  • Mateus Herdy — 26º;
  • Joel Vaughan — 30º;
  • Eli Hanneman — 31º;
  • Luke Thompson — 32º;
  • Oscar Berry — 35º.

Esses atletas poderão voltar à competição na elite em Pipeline. Enquanto isso, o CS representa outra possibilidade de buscar uma vaga para a temporada seguinte.

Mateus Herdy Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0710 Tommy Pierucki

Mateus Herdy busca pontos preciosos em Maresias para melhor sua posição no ranking do Challenger depois do corte na elite mundial. Foto: WSL / Tommy Pierucki

João Chianca ainda é dúvida

Embora apareça na relação de inscritos, João Chianca ainda é dúvida para Maresias. O brasileiro se recupera de uma fratura no pé.

Dessa forma, a inscrição não confirma sua presença nas baterias. A participação de Chumbinho depende da evolução de sua recuperação.

Nove mulheres da elite estão na lista

No feminino, Nadia Erostarbe é a atleta do CT mais bem colocada entre as inscritas. A espanhola ocupa a 11ª posição após Trestles e passou pelo corte.

As outras oito integrantes do Tour na relação ficaram fora de Portugal e Filipinas:

  • Anat Lelior — 15ª no CT;
  • Alyssa Spencer — 16ª;
  • Brisa Hennessy — 18ª;
  • Tya Zebrowski — 19ª;
  • Vahine Fierro — 20ª;
  • Sally Fitzgibbons — 21ª;
  • Bella Kenworthy — 22ª;
  • Francisca Veselko — 23ª.

Assim como no masculino, as surfistas cortadas poderão retornar ao CT em Pipeline.

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Weslley Dantas é o melhor brasileiro no Challenger Series até o momento. Foto: WSL / Pierre Tostee

A situação dos brasileiros no Challenger Series

O Brasil tem quatro representantes no Top 10 masculino do Challenger Series após o QS 6.000 Internacional de Saquarema. Weslley Dantas lidera, enquanto Ryan Kainalo aparece em quinto, Ian Gouveia em sexto e Deivid Silva em oitavo.

Logo atrás, Mateus Herdy ocupa o 11º lugar, com 8.065 pontos, a mesma pontuação de Taj Lindblad, décimo colocado. Além disso, o brasileiro ainda não computa um resultado do QS 6.000 Internacional. Sete dos dez atletas à sua frente já somam pontos dessa categoria.

Essa diferença ajuda a entender o cenário da classificação. Cada surfista pode contabilizar seu melhor resultado em um QS 6.000 Internacional, independentemente do país da disputa. Portanto, a corrida por vagas envolve tanto as etapas do CS quanto essas oportunidades adicionais de pontuação.

Na sequência, aparecem Gabriel Klaussner (13º), Douglas Silva (22º), Vitor Ferreira (34º), Edgard Groggia (43º), Rafael Barbosa (59º), Michael Rodrigues (60º) e Lucas Silveira (77º).

Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada

No feminino, Laura Raupp ocupa a 14ª posição. Sophia Medina vem em 25º, enquanto Tainá Hinckel aparece em 48º.

Ao fim da temporada, os dez primeiros homens e as seis primeiras mulheres do Challenger Series conquistam vagas no CT de 2027. Assim, as brasileiras chegam a Maresias buscando se aproximar da zona de classificação.

Challenger Series em Maresias é a terceira etapa

A temporada 2026/27 do CS já passou por Ballito, na África do Sul, e Huntington Beach, na Califórnia. Agora, Maresias recebe a terceira das cinco etapas.

Na sequência, o circuito segue para Ericeira, em Portugal, de 6 a 12 de outubro. Por fim, Newcastle, na Austrália, encerra a temporada entre 1º e 7 de março de 2027.

Além das provas do CS, cada atleta pode contabilizar seu melhor resultado em um QS 6.000 Internacional. Essa possibilidade vale independentemente do local onde a competição foi disputada.

Portanto, a corrida por vagas na elite envolve também essas oportunidades de pontuação. Enquanto o CT termina em Pipeline, em dezembro, a classificação pelo Challenger Series seguirá em disputa até março do próximo ano.

As posições citadas são do CT após Trestles. A relação de inscritos pode sofrer alterações.

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Brasileiras no Wahine Pro: título mundial e lugar nos pódios

Brasileiras no Wahine Pro conquistam título mundial com Soraia Rocha, vice mundial com Luna Hardman e pódios nas três categorias.

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Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe

Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe, Serra (ES). Foto: Divulgação

As brasileiras brilharam no ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026, em Jacaraípe, na Serra (ES), com título mundial e presença nas três finais. Soraia Rocha conquistou o Mundial Master, enquanto Luna Hardman encerrou a temporada como vice-campeã mundial profissional.

Além disso, Maylla Venturin e Melissa Souza ficaram em segundo lugar na etapa nas categorias profissional e Júnior, respectivamente. Já Joselani Amorim e Elizangela Fragoso subiram ao pódio da Master, ampliando a presença brasileira entre as melhores da competição.

Dessa forma, o Brasil reuniu resultados expressivos em diferentes categorias. Ao longo da disputa, as atletas garantiram classificações nos últimos segundos e protagonizaram finais apertadas diante do público em casa.

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Soraia Rocha conquista o título mundial Master

Soraia Rocha assegurou o principal título brasileiro no encerramento do evento. Na final Master, venceu Marta Leitão por apenas 0,50 ponto. Assim, conquistou tanto a etapa quanto o título mundial.

Antes da decisão, Soraia superou duas compatriotas. Primeiro, venceu Juliana Dourado nas quartas de final. Em seguida, derrotou Joselani Amorim por dois pontos na semifinal.

Enquanto isso, Elizangela Fragoso chegou à outra semifinal, mas perdeu para Marta Leitão. Com isso, Joselani e Elizangela terminaram empatadas em terceiro lugar.

Ao vencer a final, Soraia colocou o Brasil no topo do pódio Master. Além do título, a delegação brasileira celebrou a presença de três atletas entre as quatro primeiras colocadas.

Campeãs mundiais da IBC em 2026

Campeãs mundiais da IBC em 2026. Foto: Divulgação

Luna Hardman fecha temporada como vice-campeã mundial

Além da conquista na Master, o Brasil teve destaque no ranking mundial profissional com Luna Hardman. A atleta encerrou a temporada como vice-campeã mundial, somando outro resultado importante para o país.

No penúltimo dia, Luna registrou a maior soma do Round 6, com 14,50 pontos. Em seguida, enfrentou Alice Teotônio nas quartas de final, em uma bateria decidida por uma diferença mínima.

Apesar da boa campanha, Luna perdeu o confronto por apenas 0,40 ponto. Dessa forma, terminou o Wahine Pro em quinto lugar e fechou o ano com o vice mundial.

Maylla Venturin leva o Brasil à final profissional

Finalistas da categoria profissional no Wahine Bodyboard Pro 2026

Finalistas da etapa na categoria profissional. Foto: Divulgação

Maylla Venturin, por sua vez, garantiu a presença brasileira na final profissional da etapa. Para isso, venceu Alice Teotônio na semifinal, com uma apresentação que incluiu uma onda de sete pontos.

Na sequência, Maylla enfrentou Namika Yamashita, que já havia assegurado o título mundial. A japonesa venceu a decisão, enquanto a brasileira ficou com o segundo lugar no Wahine Pro.

Assim, Maylla terminou a etapa no pódio da categoria profissional. Seu resultado somou-se ao vice mundial de Luna e reforçou o destaque das brasileiras na competição.

Melissa Souza garante mais um pódio para as brasileiras

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Na Júnior, Melissa Souza protagonizou uma classificação emocionante. Nos últimos segundos da semifinal, conseguiu uma onda de seis pontos e venceu Alice Teotônio.

Com isso, avançou à final contra Luana Dourado. A portuguesa, porém, levou a melhor e conquistou o título mundial da categoria. Melissa encerrou a etapa como vice-campeã, garantindo mais um pódio brasileiro.

Assim, as brasileiras terminaram o Wahine Pro com conquistas nas três categorias. Além do título mundial de Soraia e do vice mundial de Luna, o país celebrou os pódios de Maylla, Melissa, Joselani e Elizangela.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 define campeões em Maresias

Hang Loose Surf Attack 2026 define campeões em Maresias. Veja os vencedores da etapa, os títulos do circuito e os destaques da temporada.

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Carol Bastides e Bernardo Pires, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Carol Bastides e Bernardo Pires comemoram os títulos do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

O Hang Loose Surf Attack 2026 chegou ao fim no sábado (19), na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Com isso, a terceira e última etapa definiu os campeões da competição e também os títulos da temporada nas categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino.

Clique aqui para ver os resultados e rankings completos

Dessa forma, John Muller, Vini Palma, Bernardo Pires, Julia Stefani, Isabel Meyer, Alexia Oliveira e Maria Clara subiram ao lugar mais alto do pódio na etapa decisiva. Bernardo, por sua vez, conquistou uma dobradinha ao vencer tanto a Sub-12 quanto a Sub-14.

Além disso, sete dos oito vencedores em Maresias terminaram a temporada como campeões de suas respectivas categorias. Nesse caso, a única mudança aconteceu na Sub-16 feminina: Isabel Meyer venceu a etapa, enquanto Carol Bastides conquistou o título do circuito.

Vini Palma, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Vini Palma, campeão da Sub-16 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Resultados da terceira etapa do Hang Loose Surf Attack

A seguir, confira os quatro finalistas de cada categoria na terceira e última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026.

Feminino

Sub-12
1º Maria Clara (GUA)
2º Ayla Lopes (PB)
3º Laura de Souza (SAN)
4º Nayma Mathey (UBA)

Sub-14
1º Alexia Oliveira (PB)
2º Isabel Meyer (BER)
3º Maria Clara (GUA)
4º Gabriela Rigo (UBA)

Sub-16
1º Isabel Meyer (BER)
2º Isabelly Knut (SAN)
3º Carol Bastides (PGD)
4º Eduarda Stefani (PGD)

Sub-18
1º Julia Stefani (PGD)
2º Carol Bastides (PGD)
3º Alexia Oliveira (PB)
4º Mariana Elias (UBA)

Masculino

Sub-12
1º Bernardo Pires (PGD)
2º Thomaz Monteiro (SSB)
3º Alex Russo (UBA)
4º Kalani Sakugawa (BER)

Sub-14
1º Bernardo Pires (PGD)
2º Theo Baladi (SSB)
3º Izau Signorini (SVI)
4º Eric Grattz (ES)

Sub-16
1º Vini Palma (PGD)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Matheus Jhones (GUA)
4º Izau Signorini (SVI)

Sub-18
1º John Muller (GUA)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Kalani Robles (UBA)
4º Eduardo Mulford (UBA)

Resultado por associações em Maresias

Na disputa entre as associações, Ubatuba também terminou a etapa decisiva na liderança. Em seguida, Guarujá e Praia Grande completaram as três primeiras posições.

1º Ubatuba (UBA) — 11.251 pontos
2º Guarujá (GUA) — 9.580 pontos
3º Praia Grande (PGD) — 9.286 pontos
4º Santos (SAN) — 8.551 pontos
5º São Sebastião (SSB) — 7.487 pontos
6º Bertioga (BER) — 3.045 pontos
7º Caraguatatuba (CAR) — 2.915 pontos
8º Mongaguá (MON) — 2.063 pontos
9º Itanhaém (ITA) — 1.718 pontos
10º São Vicente (SVI) — 1.095 pontos
11º Grande São Paulo (GSP) — 1.088 pontos
12º Peruíbe (PER) — 1.035 pontos
Ilhabela (ILB) — 0 ponto, sem classificação.

Alexia Oliveira, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Alexia Oliveira, campeã da Sub-14 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Ranking final do Hang Loose Surf Attack 2026

Depois da decisão em Maresias, o ranking final confirmou os campeões da temporada. No masculino, John Muller conquistou o título da Sub-18, enquanto Vini Palma terminou no topo da Sub-16. Já Bernardo Pires fechou a temporada com dois títulos, nas categorias Sub-12 e Sub-14.

No feminino, por sua vez, Julia Stefani foi campeã da Sub-18, enquanto Carol Bastides levou a Sub-16. Além disso, Alexia Oliveira conquistou a Sub-14. Por fim, Maria Clara terminou na liderança da Sub-12.

Dessa maneira, confira os quatro primeiros colocados de cada categoria após as três etapas do circuito.

Maria Clara, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Maria Clara, campeã da Sub-12 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Feminino

Sub-18
1º Julia Stefani — 3.055 pontos
2º Carol Bastides — 2.690 pontos
3º Alexia Oliveira — 2.583 pontos
4º Isabel Meyer — 2.140 pontos

Sub-16
1º Carol Bastides — 2.765 pontos
2º Isabel Meyer — 2.725 pontos
3º Isabelly Knut — 2.400 pontos
4º Mariana Elias — 2.250 pontos

Sub-14
1º Alexia Oliveira — 3.170 pontos
2º Isabel Meyer — 2.880 pontos
3º Maria Clara — 2.685 pontos
4º Catarina Kobayashi — 2.113 pontos

Sub-12
1º Maria Clara — 3.500 pontos
2º Fernanda Pina — 2.423 pontos
3º Nayma Mathey — 2.405 pontos
4º Laura Kanagusiku — 2.113 pontos

Masculino

Sub-18
1º John Muller — 3.360 pontos
2º Kalani Robles — 2.685 pontos
3º Calebe Simoes — 2.240 pontos
4º Bryan Almeida — 2.085 pontos

Sub-16
1º Vini Palma — 3.170 pontos
2º Calebe Simoes — 2.760 pontos
3º Nicolas Pereira — 2.403 pontos
4º Saymon Rocha — 2.145 pontos

Sub-14
1º Bernardo Pires — 2.725 pontos
2º Matheus Jhones — 2.645 pontos
3º Izau Signorini — 2.565 pontos
4º Theo Baladi — 2.400 pontos

Sub-12
1º Bernardo Pires — 2.780 pontos
2º Thomaz Monteiro — 2.750 pontos
3º Rafael Miranda — 2.525 pontos
4º Kalani Sakugawa — 1.865 pontos

Ranking final por associações

Depois das três etapas, Ubatuba confirmou o título entre as associações. Além disso, Guarujá terminou em segundo, enquanto Praia Grande ficou com a terceira posição.

1º Ubatuba (UBA) — 3.500 pontos
2º Guarujá (GUA) — 3.010 pontos
3º Praia Grande (PGD) — 2.555 pontos
4º Santos (SAN) — 2.285 pontos
5º São Sebastião (SSB) — 2.195 pontos
6º Bertioga (BER) — 2.013 pontos
7º Caraguatatuba (CAR) — 1.876 pontos
8º Mongaguá (MON) — 1.848 pontos
9º Grande São Paulo (GSP) — 1.783 pontos
10º Itanhaém (ITA) — 1.750 pontos
11º São Vicente (SVI) — 1.669 pontos
12º Peruíbe (PER) — 1.068 pontos
13º Ilhabela (ILH) — 450 pontos

Júlia Stefani e John Muller, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Júlia Stefani e John Muller, campeões da Sub-18 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Do Mundial Júnior para Maresias

Enquanto isso, a decisão do Hang Loose Surf Attack também reuniu atletas que, poucos dias antes, estavam em El Salvador representando o Brasil no Mundial Júnior da ISA.

Ao todo, cinco atletas do Surf Attack fizeram parte da Seleção Brasileira que conquistou o bronze por equipes: John Muller, Kalani Robles, Carol Bastides, Julia Stefani e Giovanna Rocha. Além do resultado coletivo, John voltou de El Salvador com a medalha de cobre individual na Sub-18.

Poucos dias depois, quatro desses cinco atletas subiram ao pódio em Maresias. John Muller e Julia Stefani venceram suas categorias, enquanto Kalani Robles e Carol Bastides terminaram em terceiro.

Além disso, os resultados do ranking final reforçaram o desempenho do grupo. John foi campeão da Sub-18 e Carol conquistou a Sub-16. Por sua vez, Kalani encerrou o Hang Loose Surf Attack como vice-campeão da Sub-18.

Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Pódio das associações do Hang Loose Surf Attack 2026, com Ubatuba no topo do ranking. Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence entre as associações

Da mesma forma, a disputa entre as associações terminou com Ubatuba no topo. A equipe venceu a terceira etapa e, com isso, confirmou também a primeira colocação no ranking final da temporada.

Na sequência, apareceram Guarujá e Praia Grande. Além disso, Santos ficou na quarta posição, enquanto São Sebastião terminou em quinto. Dessa forma, as cinco primeiras associações repetiram exatamente as mesmas posições na etapa de Maresias e no ranking final do circuito.

Assim, Maresias encerrou mais uma temporada de um dos tradicionais circuitos de formação do surfe brasileiro. Ao longo de sua história, o Surf Attack revelou nomes que posteriormente chegaram à elite mundial, entre eles Adriano de Souza, Gabriel Medina e Filipe Toledo.

Ao mesmo tempo, uma nova geração encerra 2026 com títulos, pódios e experiência internacional já acumulada.

Isabel Meyer e Bernardo Pires entre os destaques da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

Isabel Meyer e Bernardo Pires entre os destaques da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

Patrocínio e apoios

A terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve patrocínio da Hang Loose. Além disso, o evento contou com apoio da Fu Wax, A Firma Pizzas, Tachão de Ubatuba, 4 Telecom e Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de São Sebastião.

Também apoiaram a etapa a Associação de Surf de São Sebastião (ASSS) e a Associação de Surf de Maresias (ASM). Por fim, a homologação foi da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf), enquanto a hospedagem oficial foi a Pousada Maréatoa.

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