Conecte-se conosco
barra inferior

Notícias

Kelly Slater perguntou a Gabriel Medina se o pai tinha algo contra ele

Ader Oliveira relembra uma mensagem de Kelly Slater para Gabriel Medina. Charles explica como protegia o foco do filho nas competições.

Publicado

em

Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina e Ader Oliveira durante o podcast Fala Papah. Foto: Almir Lekinho

A relação entre Kelly Slater e Charles Medina rendeu uma história curiosa no Fala Papah!. Durante a entrevista, Ader Oliveira relembrou uma mensagem que Kelly enviou a Gabriel Medina, perguntando se o pai tinha algo contra ele. Charles, por sua vez, explicou por que mantinha distância durante os campeonatos.

Segundo a lembrança de Ader, a mensagem chegou após uma vitória de Gabriel em São Francisco. O jornalista estava na casa onde a família se encontrava e acompanhou a reação à pergunta. Na conversa, Charles esclareceu que sua postura estava ligada à preparação do filho para competir.

A mensagem de Kelly Slater e a explicação de Charles Medina

Ao recordar o episódio, Ader perguntou se aquela distância era intencional. Afinal, Kelly também era conhecido pelo jogo mental nas disputas.

Charles confirmou que procurava limitar a proximidade durante os eventos. Entretanto, explicou que isso não significava falta de admiração pelo adversário.

“Não é que eu não gostava do Kelly, é pelo contrário”, afirmou.

Além disso, Charles destacou o respeito pelo histórico do americano. Para ele, enfrentar um competidor daquele nível exigia atenção máxima. Por isso, queria Gabriel inteiramente concentrado no próprio trabalho.

A postura, segundo Charles, valia para o período do campeonato. Fora das disputas, ele reconhecia a importância de Kelly como atleta e o exemplo de dedicação por trás de suas conquistas.

“Meu pai não deixa”: o combinado com Gabriel

Antes da história da mensagem, Charles revelou um acordo que mantinha com Gabriel desde pequeno. Quando não quisesse aceitar um convite ou participar de alguma atividade, o filho podia responder: “Meu pai não deixa.”

Assim, Gabriel não precisava consultar Charles antes de usar a justificativa. O pai aceitava assumir o papel de quem colocava limites.

Com o crescimento da carreira, essa proteção ganhou ainda mais importância. Segundo Charles, o primeiro título mundial trouxe propostas, compromissos e uma procura muito maior pelo surfista.

Por isso, ele procurava organizar as prioridades. O treinamento vinha primeiro, seguido pelos trabalhos e pelas responsabilidades com os patrocinadores. Dessa forma, tentava preservar o tempo necessário para Gabriel continuar evoluindo.

Respeito aos adversários e concentração nas baterias

Charles também ampliou a explicação para outros grandes nomes do circuito. Além de Kelly, citou o respeito por adversários como Mick Fanning e Joel Parkinson.

Na visão dele, reduzir as conversas antes das baterias era uma maneira de levar o confronto a sério. Portanto, a distância fazia parte da postura profissional que buscava manter durante os campeonatos.

O relato mostra como uma atitude percebida como antipatia podia ter outro significado nos bastidores. Enquanto Kelly questionava o comportamento de Charles, o pai de Gabriel pensava em preservar a concentração do filho.

A conversa ainda aborda os limites dessa proteção e o amadurecimento dos atletas. Afinal, acompanhar uma carreira exige também lidar com exposição, cobranças e responsabilidades fora da água.

Assista ao corte completo com Charles Medina no Fala Papah! e acompanhe a história relembrada por Ader Oliveira e a explicação do pai de Gabriel.

Apoie quem apoia o podcast: use o cupom FALAPAPAH e ganhe 15% de desconto no site da Naturebarr.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Havaí

Andy Irons furou sua prancha: Armando Daltro relembra tensão no Havaí

Armando Daltro conta que Andy Irons furou sua prancha durante uma bateria no Havaí. Veja o relato e o desfecho no Fala Papah!

Publicado

em

Por

Armando Daltro, Pipeline, Hawaii. Foto: ©Sebastian Rojas

Armando Daltro relembrou no Fala Papah! a bateria em Haleiwa na qual Andy Irons furou sua prancha. Foto: ©Sebastian Rojas

Uma bateria entre Andy Irons e Armando Daltro terminou com uma prancha furada e tensão dentro da água. Em entrevista ao Fala Papah!, o brasileiro contou que o havaiano atingiu seu equipamento após uma disputa de marcação em Haleiwa.

Segundo Mandinho, tudo começou quando ele conseguiu escapar da marcação de Andy e pegar uma onda. Depois, ao voltar para marcar o adversário, viu a situação mudar.

“Ele enfiou o bico da prancha na minha”, relatou. Na sequência, Armando confirmou que o contato chegou a furar sua prancha.

Como começou a disputa entre Andy Irons e Armando Daltro

Naquela bateria, Andy estava em posição de classificação, enquanto Armando precisava de uma onda para avançar. Por isso, o havaiano tentou limitar a movimentação do brasileiro.

Entretanto, Mandinho percebeu uma oportunidade de escapar. Ele esperou a onda chegar perto e fez um movimento que, segundo seu relato, surpreendeu o adversário.

A estratégia funcionou. Armando conseguiu pegar a onda e virar a disputa entre os dois. Em seguida, voltou ao fundo e passou a marcar Andy.

Foi nesse momento que, de acordo com o brasileiro, o havaiano enfiou o bico da prancha em seu equipamento. Apesar da tensão, Armando disse que não respondeu à provocação.

A prancha furada e o medo de uma agressão

Ao recordar o episódio, Mandinho contou que Andy ficou xingando dentro da água. Além disso, lembrou uma discussão envolvendo Neco Padaratz após a bateria.

Sobre a participação de Neco, porém, Armando fez uma ressalva: acredita que o brasileiro tenha visto o ocorrido e falado com Andy. Ele não afirmou saber exatamente o motivo da discussão.

Mandinho também admitiu que ficou com medo de uma possível agressão. Ainda assim, considerava que não havia feito nada errado ao escapar da marcação.

“Eu só usei a minha esperteza e dei a volta nele”, explicou.

Por fim, Armando contou que saiu rapidamente e se juntou aos outros atletas. Neco venceu a bateria, e Mandinho avançou em segundo lugar.

A estratégia por trás da virada

Antes de contar a história, Armando explicou como estudava as condições do mar e o comportamento dos adversários. Para ele, escolher o posicionamento certo era parte fundamental da competição.

Por exemplo, observava onde entravam as melhores ondas e imaginava quais manobras conseguiria executar nelas. Além disso, acompanhava as baterias anteriores para ajustar sua estratégia.

Na disputa em Haleiwa, essa leitura ajudou o brasileiro a encontrar uma saída para a marcação. Naquela época, a bateria não tinha o sistema de prioridade mencionado na conversa.

Por isso, a disputa por posicionamento tinha um peso importante. No entanto, Armando diferenciou o uso das regras de uma atitude agressiva contra o adversário.

Neco Padaratz e Kieren Perrow também aparecem no relato

O corte reúne outras lembranças da carreira de Mandinho. Entre elas, estão três derrotas seguidas para Neco Padaratz, com quem mantinha uma boa relação.

Apesar da frustração de perder repetidamente para o mesmo competidor, Armando disse que não conseguiu guardar mágoa do amigo.

Além disso, relembrou uma disputa com Kieren Perrow em Margaret River. Segundo ele, os dois encostaram as bordas das pranchas e receberam uma interferência dupla.

Essas histórias mostram como estratégia, rivalidade e amizade conviviam no circuito. O episódio com Andy, entretanto, se destaca pelo dano à prancha e pela tensão que Armando descreve.

Assista ao relato completo de Armando Daltro no Fala Papah! e descubra como ele enfrentava os duelos dentro da água.

Apoie quem apoia o podcast: use o cupom FALAPAPAH e ganhe 15% de desconto no site da Naturebarr.

Continue Lendo

Brasil

A caminho de J-Bay, Fábio Silva abandonou a elite do surfe e voltou ao Brasil

Fábio Silva abandonou o tour a caminho de J-Bay. No Fala Papah!, ele relembra a pressão e explica por que voltou ao Brasil.

Publicado

em

Fábio Silva executa uma manobra de surfe e levanta água com a prancha.

Fábio Silva relembrou no Fala Papah! a decisão de abandonar o tour durante uma viagem para J-Bay. Foto: Claudemir Clarentino

Fábio Silva abandonou o tour durante uma viagem que deveria levá-lo a mais uma etapa da elite mundial do surfe. A caminho de Jeffreys Bay, na África do Sul, o cearense decidiu voltar ao Brasil. Em entrevista ao Fala Papah!, gravada no Titanzinho, ele explicou os motivos daquela escolha.

Conhecido como Fabinho, o surfista relembrou as dificuldades com o inglês e a falta de uma equipe de acompanhamento. Além disso, falou sobre a reação dos patrocinadores. Ao olhar para trás, reconheceu que poderia ter pedido uma pausa antes de deixar o circuito.

A viagem que terminou antes da competição

O destino era J-Bay, uma das ondas mais conhecidas do circuito mundial. Segundo Fabinho, aquela seria sua segunda visita à etapa. No entanto, as dificuldades acumuladas já pesavam na rotina de viagens e competições.

Durante o relato, ele localizou a interrupção do trajeto em Joanesburgo. Em vez de seguir para disputar o campeonato, pediu ajuda para organizar o retorno ao Brasil.

Os patrocinadores fizeram os trâmites da volta. Assim, a viagem terminou sem que ele chegasse à etapa de Jeffreys Bay.

A decisão, porém, foi além de uma ausência no campeonato. Fabinho estava deixando a elite que havia batalhado para alcançar.

Por que Fábio Silva abandonou o tour?

Ao explicar os motivos, o surfista destacou a pressão e a falta de estrutura para lidar com aquela fase da carreira. Por isso, decidiu interromper sua participação no circuito.

“Eu tava me sentindo numa pressão tão grande que eu resolvi mesmo abandonar o tour por falta de estrutura”, afirmou.

O inglês, por exemplo, era uma das principais dificuldades. Segundo ele, a limitação atrapalhava sua autonomia nas viagens e a convivência dentro do circuito.

Além disso, Fabinho relatou ter sentido preconceito por não dominar o idioma. Ele também lembrou os questionamentos sobre seu estilo de surfe, marcado pela velocidade e pelas manobras progressivas.

Apesar disso, a falta de estrutura não significava ausência de apoio financeiro. Na entrevista, ele explicou que os patrocinadores ajudavam com passagens, hospedagem e inscrições.

Por outro lado, faltava uma equipe para acompanhá-lo no dia a dia. Portanto, ter os custos das viagens cobertos não resolvia todas as dificuldades que enfrentava.

A reação dos patrocinadores

Depois de voltar, Fabinho precisou lidar com a repercussão da decisão. Segundo seu relato, colegas e representantes da organização entraram em contato. Além disso, a saída gerou entrevistas e matérias na imprensa especializada.

Os patrocinadores, no entanto, ficaram decepcionados. O surfista reconheceu que havia compromissos ligados à sua participação no circuito, aos resultados e à exposição das marcas.

Afinal, sua carreira também envolvia a responsabilidade de representar quem financiava suas viagens e competições. Ao mesmo tempo, ele enfrentava dificuldades pessoais para continuar no tour.

Ainda assim, Fabinho não deixou de reconhecer o apoio recebido. Ao contar a história, falou tanto da ajuda dos patrocinadores quanto da frustração que sua escolha provocou.

O que Fabinho faria diferente

Ao olhar para trás, Fábio Silva afirmou que poderia ter comunicado à organização sua necessidade de dar um tempo. Dessa forma, teria pedido uma pausa antes de tomar a decisão de abandonar o circuito.

Entretanto, a pressão era tão grande que ele optou por voltar ao Brasil. Hoje, ao revisitar aquele momento, considera que poderia ter conduzido a situação de outra maneira.

Por fim, o surfista explicou que a experiência mudou sua forma de pensar sobre escolhas e compromissos. Seu relato mostra as dificuldades que existiam por trás da conquista de uma vaga na elite mundial.

Para conhecer todos os detalhes, assista ao corte completo de Fábio Silva no Fala Papah!. Acompanhe a história nas palavras do próprio surfista e deixe sua opinião nos comentários.

Apoie quem apoia o podcast: use o cupom FALAPAPAH e ganhe 15% de desconto no site da Naturebarr.

Continue Lendo

Notícias

Jessé Mendes relembra Luana Silva: “Ela saiu chorando”

Jessé Mendes relata torcida contra Luana Silva em Saquarema e relembra: “Ela saiu chorando”. Veja no Fala Papah!

Publicado

em

Por

Jesse Mendes Fala Papah AOS Midia Maldivas

Jessé Mendes foi um dos primeiros convidados do podcast Fala Papah!. Foto: Reprodução

Jessé Mendes relembra Luana Silva e um episódio de torcida contra a surfista em entrevista ao Fala Papah!. Segundo ele, algumas atletas apoiaram uma adversária peruana durante um campeonato em Saquarema. Ao contar a situação, Jessé afirmou que Luana saiu chorando e demonstrou sua indignação.

A conversa foi gravada no Four Seasons Maldives, cerca de um ano antes da publicação deste corte. Os acontecimentos relatados, porém, são anteriores à entrevista. Eles surgiram nas respostas às perguntas sobre as mudanças de representação de país de Luana e Tatiana Weston-Webb.

A conversa começou com a decisão de Jessé sobre a Itália

Antes de abordar o caso de Luana, Jessé explicou por que desistiu de buscar uma vaga nas Olimpíadas pela Itália. Naquele período, ele já estava desanimado com o circuito competitivo.

Embora reconhecesse a importância dos Jogos, o surfista disse que não queria participar apenas para ter o status de atleta olímpico. Além disso, sentia que não estava suficientemente motivado para seguir naquela busca.

Jessé também destacou o apoio recebido dos italianos. Por isso, não considerava correto continuar aproveitando aquela estrutura sem o mesmo compromisso com a competição.

Ao ser questionado sobre uma possível rejeição na equipe italiana, respondeu que aconteceu o contrário. Segundo ele, a recepção foi positiva.

Luana Silva_25ElSal_ESH-00043_Emma Sharon

Luana Silva com a bandeira brasileira na lycra após uma bateria de surf. Foto: WSL / Emma Sharon

A resistência às mudanças de bandeira

Em seguida, a entrevista passou às reações enfrentadas por Tati e Luana quando começaram a representar o Brasil. Jessé criticou a resistência às atletas e classificou esse tipo de rejeição como “ridículo”.

Na avaliação dele, a chegada de surfistas de alto nível ajudava a fortalecer o esporte brasileiro. Além disso, criava novas referências e aumentava a competitividade no surf feminino.

Jessé argumentou que a nacionalidade das atletas deveria ser respeitada. Para ele, ter crescido ou morado fora do país não justificava a rejeição.

O relato sobre Luana Silva em Saquarema

Ao falar especificamente de Luana, Jessé lembrou que a mudança ocorreu quando ela era muito jovem. Segundo ele, a surfista já tinha receio da reação que enfrentaria no Havaí.

Tati, por sua vez, incentivou Luana a aproveitar a oportunidade de representar o Brasil. Jessé contou que ela enxergava benefícios na estrutura que a jovem poderia receber.

No entanto, ele relatou uma situação que o incomodou durante um campeonato em Saquarema. Segundo sua lembrança, algumas atletas torceram por uma competidora peruana que enfrentava Luana.

“Ela saiu chorando”, afirmou Jessé. Logo depois, resumiu sua própria reação: “Fiquei revoltado”.

Jessé também destacou quem apoiou as atletas

Apesar da crítica, Jessé fez uma ressalva importante: não foram todas as atletas que reagiram dessa forma. Ele lembrou que também houve apoio a Tati e Luana.

Assim, o relato não descreve uma rejeição de todo o surf feminino brasileiro. A indignação se dirige às atitudes específicas que ele recordou durante a conversa.

O corte reúne a explicação sobre a Itália e as respostas de Jessé sobre os episódios envolvendo as duas surfistas. Assista no YouTube do Fala Papah! para acompanhar o contexto completo e deixe sua opinião nos comentários.

Apoie quem apoia o podcast: use o cupom FALAPAPAH e ganhe 15% de desconto no site da Naturebarr.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.