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Competições

Bede Durbidge volta a competir nas Maldivas

Bede Durbidge volta às competições no Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, entre 4 e 11 de setembro, em Kuda Huraa.

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Bede Durbidge, Surf, Foto: Andrew Shield

Bede Durbidge confirmado no Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026. Foto: Andrew Shield

Bede Durbidge está de volta às competições. Ex-número 2 do mundo, campeão do Pipeline Masters e da Triple Crown of Surfing, o australiano foi confirmado no Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, que será realizado entre os dias 4 e 11 de setembro, no Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa.

Depois de passar boa parte da última década acompanhando as competições do outro lado da lycra, trabalhando como treinador e em funções ligadas à alta performance, Bede terá novamente a oportunidade de disputar baterias.

“Vai ser uma experiência e tanto voltar a vestir a lycra e disputar baterias. Parece que faz uma vida inteira desde que eu estava no Tour”, afirmou Durbidge.

“Mas sei que, quando colocar a lycra, toda aquela competitividade e vontade de performar vão voltar.”

Bede Durbidge, Surf, Foto: Andrew Shield

Australiano retorna às competições para um desafio dos sonhos nas Maldivas. Foto: Andrew Shield

Bede Durbidge teve longa passagem pela elite mundial

Poucos convidados chegam ao Surfing Champions Trophy com um currículo competitivo como o de Bede Durbidge.

O australiano passou mais de uma década entre os melhores surfistas do mundo e viveu sua principal temporada em 2008, quando terminou como vice-campeão mundial.

Ao longo da carreira, Bede também conquistou eventos importantes, incluindo o Pipeline Masters e a Triple Crown of Surfing.

Uma grave lesão sofrida em Pipeline, em 2015, marcou a reta final de sua trajetória como competidor. Durbidge conseguiu retornar ao circuito depois da recuperação, antes de encerrar sua carreira no Championship Tour em 2017.

A aposentadoria, entretanto, não significou um afastamento das competições.

Bede Durbidge, Surf, Foto: Ted Grambeau

Bede Durbidge tem grandes resultados na elite mundial. Foto: Ted Grambeau

Da competição para o trabalho como treinador

Depois de deixar o Tour, Bede Durbidge passou a trabalhar como treinador e em projetos de alta performance, permanecendo diretamente envolvido com estratégia, preparação e tomada de decisões em baterias.

Segundo o australiano, essa experiência pode ajudá-lo em seu retorno às competições nas Maldivas.

“Acho que o trabalho como treinador definitivamente manteve minha mente afiada para observar estratégias, critérios de julgamento e níveis de performance”, explicou.

“Espero que isso me ajude. Caso contrário, vou simplesmente pensar demais em tudo”, brincou.

Single fin, twin fin e thruster serão novos desafios

O Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy possui uma característica que torna o retorno de Bede ainda mais interessante.

Diferentemente do formato tradicional do Championship Tour, os convidados disputam três divisões utilizando equipamentos distintos: single fin, twin fin e thruster.

Bede admite que a pouca experiência recente com algumas dessas pranchas adiciona uma dose de nervosismo à participação.

“Definitivamente estou nervoso pela falta de tempo nas twins e single fins. Vou entrar com a mente aberta e aproveitar o lado diferente e divertido de surfar com esses tipos de prancha”, disse.

O australiano destacou especialmente sua expectativa pela single fin e pelas diferentes possibilidades de design desse tipo de equipamento.

Bede terá adversários inéditos nas Maldivas

Outro detalhe chama a atenção no retorno do australiano: apesar de sua longa carreira no circuito mundial, Bede nunca disputou uma bateria contra os outros surfistas anunciados até então para a edição de 2026.

Durbidge se junta a Mason Ho e à compatriota Felicity Palmteer no grupo de convidados do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy.

“Ouvir os nomes dos outros surfistas deste evento me deixa muito animado para surfar com essa galera, porque eles são muito diferentes em suas abordagens e equipamentos”, afirmou.

“Nunca surfei uma bateria contra nenhum deles, então será uma experiência completamente nova e muito divertida.”

Outros participantes ainda serão anunciados para completar o grupo de convidados da competição.

Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026

A edição de 2026 do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy acontece entre 4 e 11 de setembro, no Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa.

O evento reúne surfistas de diferentes gerações e estilos em um formato no qual os competidores precisam mostrar versatilidade utilizando single fin, twin fin e thruster.

Para Bede Durbidge, será também a oportunidade de descobrir quanto daquele competidor que chegou ao número 2 do mundo ainda aparece quando a lycra volta ao corpo.

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Notícias

Kelly Slater perguntou a Gabriel Medina se o pai tinha algo contra ele

Ader Oliveira relembra uma mensagem de Kelly Slater para Gabriel Medina. Charles explica como protegia o foco do filho nas competições.

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Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina e Ader Oliveira durante o podcast Fala Papah. Foto: Almir Lekinho

A relação entre Kelly Slater e Charles Medina rendeu uma história curiosa no Fala Papah!. Durante a entrevista, Ader Oliveira relembrou uma mensagem que Kelly enviou a Gabriel Medina, perguntando se o pai tinha algo contra ele. Charles, por sua vez, explicou por que mantinha distância durante os campeonatos.

Segundo a lembrança de Ader, a mensagem chegou após uma vitória de Gabriel em São Francisco. O jornalista estava na casa onde a família se encontrava e acompanhou a reação à pergunta. Na conversa, Charles esclareceu que sua postura estava ligada à preparação do filho para competir.

A mensagem de Kelly Slater e a explicação de Charles Medina

Ao recordar o episódio, Ader perguntou se aquela distância era intencional. Afinal, Kelly também era conhecido pelo jogo mental nas disputas.

Charles confirmou que procurava limitar a proximidade durante os eventos. Entretanto, explicou que isso não significava falta de admiração pelo adversário.

“Não é que eu não gostava do Kelly, é pelo contrário”, afirmou.

Além disso, Charles destacou o respeito pelo histórico do americano. Para ele, enfrentar um competidor daquele nível exigia atenção máxima. Por isso, queria Gabriel inteiramente concentrado no próprio trabalho.

A postura, segundo Charles, valia para o período do campeonato. Fora das disputas, ele reconhecia a importância de Kelly como atleta e o exemplo de dedicação por trás de suas conquistas.

“Meu pai não deixa”: o combinado com Gabriel

Antes da história da mensagem, Charles revelou um acordo que mantinha com Gabriel desde pequeno. Quando não quisesse aceitar um convite ou participar de alguma atividade, o filho podia responder: “Meu pai não deixa.”

Assim, Gabriel não precisava consultar Charles antes de usar a justificativa. O pai aceitava assumir o papel de quem colocava limites.

Com o crescimento da carreira, essa proteção ganhou ainda mais importância. Segundo Charles, o primeiro título mundial trouxe propostas, compromissos e uma procura muito maior pelo surfista.

Por isso, ele procurava organizar as prioridades. O treinamento vinha primeiro, seguido pelos trabalhos e pelas responsabilidades com os patrocinadores. Dessa forma, tentava preservar o tempo necessário para Gabriel continuar evoluindo.

Respeito aos adversários e concentração nas baterias

Charles também ampliou a explicação para outros grandes nomes do circuito. Além de Kelly, citou o respeito por adversários como Mick Fanning e Joel Parkinson.

Na visão dele, reduzir as conversas antes das baterias era uma maneira de levar o confronto a sério. Portanto, a distância fazia parte da postura profissional que buscava manter durante os campeonatos.

O relato mostra como uma atitude percebida como antipatia podia ter outro significado nos bastidores. Enquanto Kelly questionava o comportamento de Charles, o pai de Gabriel pensava em preservar a concentração do filho.

A conversa ainda aborda os limites dessa proteção e o amadurecimento dos atletas. Afinal, acompanhar uma carreira exige também lidar com exposição, cobranças e responsabilidades fora da água.

Assista ao corte completo com Charles Medina no Fala Papah! e acompanhe a história relembrada por Ader Oliveira e a explicação do pai de Gabriel.

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Havaí

Andy Irons furou sua prancha: Armando Daltro relembra tensão no Havaí

Armando Daltro conta que Andy Irons furou sua prancha durante uma bateria no Havaí. Veja o relato e o desfecho no Fala Papah!

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Armando Daltro, Pipeline, Hawaii. Foto: ©Sebastian Rojas

Armando Daltro relembrou no Fala Papah! a bateria em Haleiwa na qual Andy Irons furou sua prancha. Foto: ©Sebastian Rojas

Uma bateria entre Andy Irons e Armando Daltro terminou com uma prancha furada e tensão dentro da água. Em entrevista ao Fala Papah!, o brasileiro contou que o havaiano atingiu seu equipamento após uma disputa de marcação em Haleiwa.

Segundo Mandinho, tudo começou quando ele conseguiu escapar da marcação de Andy e pegar uma onda. Depois, ao voltar para marcar o adversário, viu a situação mudar.

“Ele enfiou o bico da prancha na minha”, relatou. Na sequência, Armando confirmou que o contato chegou a furar sua prancha.

Como começou a disputa entre Andy Irons e Armando Daltro

Naquela bateria, Andy estava em posição de classificação, enquanto Armando precisava de uma onda para avançar. Por isso, o havaiano tentou limitar a movimentação do brasileiro.

Entretanto, Mandinho percebeu uma oportunidade de escapar. Ele esperou a onda chegar perto e fez um movimento que, segundo seu relato, surpreendeu o adversário.

A estratégia funcionou. Armando conseguiu pegar a onda e virar a disputa entre os dois. Em seguida, voltou ao fundo e passou a marcar Andy.

Foi nesse momento que, de acordo com o brasileiro, o havaiano enfiou o bico da prancha em seu equipamento. Apesar da tensão, Armando disse que não respondeu à provocação.

A prancha furada e o medo de uma agressão

Ao recordar o episódio, Mandinho contou que Andy ficou xingando dentro da água. Além disso, lembrou uma discussão envolvendo Neco Padaratz após a bateria.

Sobre a participação de Neco, porém, Armando fez uma ressalva: acredita que o brasileiro tenha visto o ocorrido e falado com Andy. Ele não afirmou saber exatamente o motivo da discussão.

Mandinho também admitiu que ficou com medo de uma possível agressão. Ainda assim, considerava que não havia feito nada errado ao escapar da marcação.

“Eu só usei a minha esperteza e dei a volta nele”, explicou.

Por fim, Armando contou que saiu rapidamente e se juntou aos outros atletas. Neco venceu a bateria, e Mandinho avançou em segundo lugar.

A estratégia por trás da virada

Antes de contar a história, Armando explicou como estudava as condições do mar e o comportamento dos adversários. Para ele, escolher o posicionamento certo era parte fundamental da competição.

Por exemplo, observava onde entravam as melhores ondas e imaginava quais manobras conseguiria executar nelas. Além disso, acompanhava as baterias anteriores para ajustar sua estratégia.

Na disputa em Haleiwa, essa leitura ajudou o brasileiro a encontrar uma saída para a marcação. Naquela época, a bateria não tinha o sistema de prioridade mencionado na conversa.

Por isso, a disputa por posicionamento tinha um peso importante. No entanto, Armando diferenciou o uso das regras de uma atitude agressiva contra o adversário.

Neco Padaratz e Kieren Perrow também aparecem no relato

O corte reúne outras lembranças da carreira de Mandinho. Entre elas, estão três derrotas seguidas para Neco Padaratz, com quem mantinha uma boa relação.

Apesar da frustração de perder repetidamente para o mesmo competidor, Armando disse que não conseguiu guardar mágoa do amigo.

Além disso, relembrou uma disputa com Kieren Perrow em Margaret River. Segundo ele, os dois encostaram as bordas das pranchas e receberam uma interferência dupla.

Essas histórias mostram como estratégia, rivalidade e amizade conviviam no circuito. O episódio com Andy, entretanto, se destaca pelo dano à prancha e pela tensão que Armando descreve.

Assista ao relato completo de Armando Daltro no Fala Papah! e descubra como ele enfrentava os duelos dentro da água.

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Brasil

A caminho de J-Bay, Fábio Silva abandonou a elite do surfe e voltou ao Brasil

Fábio Silva abandonou o tour a caminho de J-Bay. No Fala Papah!, ele relembra a pressão e explica por que voltou ao Brasil.

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Fábio Silva executa uma manobra de surfe e levanta água com a prancha.

Fábio Silva relembrou no Fala Papah! a decisão de abandonar o tour durante uma viagem para J-Bay. Foto: Claudemir Clarentino

Fábio Silva abandonou o tour durante uma viagem que deveria levá-lo a mais uma etapa da elite mundial do surfe. A caminho de Jeffreys Bay, na África do Sul, o cearense decidiu voltar ao Brasil. Em entrevista ao Fala Papah!, gravada no Titanzinho, ele explicou os motivos daquela escolha.

Conhecido como Fabinho, o surfista relembrou as dificuldades com o inglês e a falta de uma equipe de acompanhamento. Além disso, falou sobre a reação dos patrocinadores. Ao olhar para trás, reconheceu que poderia ter pedido uma pausa antes de deixar o circuito.

A viagem que terminou antes da competição

O destino era J-Bay, uma das ondas mais conhecidas do circuito mundial. Segundo Fabinho, aquela seria sua segunda visita à etapa. No entanto, as dificuldades acumuladas já pesavam na rotina de viagens e competições.

Durante o relato, ele localizou a interrupção do trajeto em Joanesburgo. Em vez de seguir para disputar o campeonato, pediu ajuda para organizar o retorno ao Brasil.

Os patrocinadores fizeram os trâmites da volta. Assim, a viagem terminou sem que ele chegasse à etapa de Jeffreys Bay.

A decisão, porém, foi além de uma ausência no campeonato. Fabinho estava deixando a elite que havia batalhado para alcançar.

Por que Fábio Silva abandonou o tour?

Ao explicar os motivos, o surfista destacou a pressão e a falta de estrutura para lidar com aquela fase da carreira. Por isso, decidiu interromper sua participação no circuito.

“Eu tava me sentindo numa pressão tão grande que eu resolvi mesmo abandonar o tour por falta de estrutura”, afirmou.

O inglês, por exemplo, era uma das principais dificuldades. Segundo ele, a limitação atrapalhava sua autonomia nas viagens e a convivência dentro do circuito.

Além disso, Fabinho relatou ter sentido preconceito por não dominar o idioma. Ele também lembrou os questionamentos sobre seu estilo de surfe, marcado pela velocidade e pelas manobras progressivas.

Apesar disso, a falta de estrutura não significava ausência de apoio financeiro. Na entrevista, ele explicou que os patrocinadores ajudavam com passagens, hospedagem e inscrições.

Por outro lado, faltava uma equipe para acompanhá-lo no dia a dia. Portanto, ter os custos das viagens cobertos não resolvia todas as dificuldades que enfrentava.

A reação dos patrocinadores

Depois de voltar, Fabinho precisou lidar com a repercussão da decisão. Segundo seu relato, colegas e representantes da organização entraram em contato. Além disso, a saída gerou entrevistas e matérias na imprensa especializada.

Os patrocinadores, no entanto, ficaram decepcionados. O surfista reconheceu que havia compromissos ligados à sua participação no circuito, aos resultados e à exposição das marcas.

Afinal, sua carreira também envolvia a responsabilidade de representar quem financiava suas viagens e competições. Ao mesmo tempo, ele enfrentava dificuldades pessoais para continuar no tour.

Ainda assim, Fabinho não deixou de reconhecer o apoio recebido. Ao contar a história, falou tanto da ajuda dos patrocinadores quanto da frustração que sua escolha provocou.

O que Fabinho faria diferente

Ao olhar para trás, Fábio Silva afirmou que poderia ter comunicado à organização sua necessidade de dar um tempo. Dessa forma, teria pedido uma pausa antes de tomar a decisão de abandonar o circuito.

Entretanto, a pressão era tão grande que ele optou por voltar ao Brasil. Hoje, ao revisitar aquele momento, considera que poderia ter conduzido a situação de outra maneira.

Por fim, o surfista explicou que a experiência mudou sua forma de pensar sobre escolhas e compromissos. Seu relato mostra as dificuldades que existiam por trás da conquista de uma vaga na elite mundial.

Para conhecer todos os detalhes, assista ao corte completo de Fábio Silva no Fala Papah!. Acompanhe a história nas palavras do próprio surfista e deixe sua opinião nos comentários.

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