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Brasil

Ryan Kainalo vence em Maresias e assume liderança do Challenger Series

Ryan Kainalo vence em Maresias, conquista seu primeiro título no Challenger Series e assume a liderança do ranking na corrida pelo CT 2027.

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Ryan Kainalo campeão do Challenger Series em Maresias

Ryan Kainalo conquistou em Maresias seu primeiro título no Challenger Series e assumiu a liderança do ranking. Foto: WSL / Thiago Diz.

Ryan Kainalo vence em Maresias e assume a liderança do Challenger Series 2026. Neste sábado (3), o brasileiro de 20 anos conquistou o Banco do Brasil São Sebastião Pro ao derrotar o australiano Alister Reginato na final. Com isso, deu um passo importante na corrida por uma vaga no Championship Tour (CT) de 2027.

Na decisão, o surfista de Ubatuba (SP) somou 14,50 pontos, contra 5,83 do adversário. Além do título, conquistou 10 mil pontos no ranking e chegou à marca de 20.995. Dessa maneira, saltou da quinta para a primeira colocação.

A competição foi a terceira das cinco etapas previstas para a temporada do Challenger Series. Portanto, a vitória deixou Ryan em situação privilegiada na disputa pelo acesso à elite mundial.

Ryan Kainalo durante o Challenger Series de Maresias

Ryan Kainalo somou 14,50 pontos na decisão contra o australiano Alister Reginato. Foto: WSL / Thiago Diz.

Ryan Kainalo vence em Maresias após dominar final

A decisão aconteceu nas melhores condições de toda a semana. Com ondas de aproximadamente 1,5 metro, boa formação e vento terral, Maresias recebeu as finais da competição diante de um grande público.

Ryan começou forte e conseguiu 6,83 pontos após executar um aéreo de grande amplitude. Posteriormente, conectou três manobras na parte crítica de outra onda e recebeu 7,67.

Dessa forma, chegou aos 14,50 pontos e abriu uma vantagem que Alister Reginato não conseguiu superar. O australiano, por sua vez, terminou com apenas 5,83 pontos.

Assim, Ryan conquistou sua primeira vitória em uma etapa do Challenger Series. Além disso, o resultado confirmou a evolução do brasileiro em uma temporada decisiva para suas pretensões de chegar ao CT.

Ryan Kainalo e Alister Reginato no pódio em Maresias

Ryan e Alister no pódio da etapa em Maresias. Foto: WSL / Thiago Diz.

Semifinal teve nota 8,50 contra Oscar Berry

Antes da decisão, Ryan Kainalo superou o australiano Oscar Berry na semifinal por 14,20 a 3,73.

Logo no início, o brasileiro abriu a bateria com uma nota 5,50. Em seguida, executou um aéreo full rotation e recebeu 8,50, a maior nota masculina do dia.

Com isso, colocou Berry em combinação e garantiu sua primeira final no Challenger Series.

Anteriormente, nas quartas de final, Ryan havia eliminado o peruano Lucca Mesinas por 12,67 a 11,00. Assim, completou uma campanha marcada por atuações consistentes na reta decisiva da competição.

Ryan Kainalo e Charli Hately campeões em Maresias

Ryan Kainalo e Charli Hately foram os campeões da etapa. Foto: WSL / Thiago Diz.

Liderança aproxima brasileiro do CT 2027

A vitória em Maresias também mudou a situação de Ryan Kainalo na corrida pela classificação ao Championship Tour.

Com os 10 mil pontos do título, o brasileiro chegou a 20.995 pontos e assumiu a liderança do Challenger Series. Dessa forma, passou a ocupar a posição mais favorável do ranking na disputa pelo acesso.

Além disso, o resultado ganhou importância porque Ryan já havia conquistado o QS 6000 Internacional de Pantín, na Espanha, em agosto. Na ocasião, venceu o australiano Kobi Clements na final por 13,94 a 13,84.

Aliás, a AOS Mídia acompanhou a conquista na Espanha. Confira a reportagem Ryan Kainalo vence em Pantín e sobe para terceiro no Challenger Series.

Agora, o surfista de Ubatuba ocupa o primeiro lugar do ranking. Entretanto, ainda depende dos resultados das próximas etapas para confirmar matematicamente sua presença no CT.

A próxima parada será em Ericeira, Portugal. Posteriormente, o circuito terá sua última etapa em Newcastle, na Austrália, em março de 2027.

Finalistas das categorias masculina e feminina do Challenger Series em Maresias

Pódio com os finalistas das duas categorias em Maresias. Foto: WSL / Thiago Diz.

Charli Hately conquista título feminino

No feminino, a australiana Charli Hately, de 17 anos, também conquistou seu primeiro título no Challenger Series.

Na decisão, superou a portuguesa Francisca Veselko por 14,33 a 10,67. Para isso, somou notas 7,83 e 6,50.

Além da vitória, Charli conquistou 10 mil pontos e subiu para a décima colocação do ranking, com 11.940 pontos.

Francisca, por sua vez, terminou como vice-campeã e assumiu a segunda posição na classificação geral, atrás da também australiana Sierra Kerr.

Assim, o Banco do Brasil São Sebastião Pro terminou com mudanças importantes nos rankings masculino e feminino. Consequentemente, a disputa pelas vagas no Championship Tour de 2027 ganhou novos contornos antes da próxima etapa, em Portugal.

Para conferir mais informações sobre o circuito e seus resultados, acesse também o site oficial da World Surf League.

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Bahia

Como Danilo Couto conquistou o respeito dos locais no Havaí

Danilo Couto conta como conquistou o respeito dos locais no Havaí e fala sobre localismo e sua relação com os havaianos no Fala Papah!

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Danilo Couto, Jaws, Peahi, Big Waves, Maui, Hawaii, Havaí, Ondas Grandes. Foto: Fred Pompermayer

Danilo Couto relembra como construiu amizades e conquistou o respeito dos locais no Havaí, em entrevista ao Fala Papah!. Foto: Fred Pompermayer

A experiência de Danilo Couto no Havaí foi marcada por amizades, aprendizado e uma conquista gradual de respeito. Durante sua participação no Fala Papah!, o surfista conversou com Ader Oliveira sobre localismo e explicou como construiu sua relação com os havaianos.

Segundo Danilo, chegar com humildade e compreender a dinâmica dentro da água fizeram diferença nessa trajetória. Além disso, morar no arquipélago permitiu criar vínculos que iam além das temporadas de surfe.

“Fui conquistando o meu respeito aos poucos”, contou o baiano, ao recordar sua convivência com os locais.

Como Danilo Couto encontrou seu espaço no Havaí

Ao responder sobre possíveis dificuldades por ser brasileiro, Danilo afirmou que teve uma boa adaptação. Embora tenha precisado se posicionar em algumas situações no início, ele destacou as amizades que construiu ao longo dos anos.

Com o tempo, passou a conviver e viajar com havaianos. Dessa forma, sua presença deixou de ser apenas a de um visitante que aparecia durante os melhores meses de ondas.

Segundo o surfista, essa proximidade fez com que alguns o considerassem, de certa maneira, um local. Entretanto, o reconhecimento veio aos poucos, como resultado da convivência e da postura que adotou.

Esperar a vez e aproveitar as oportunidades

Para Danilo, entender o funcionamento do pico é fundamental. Durante a entrevista, ele citou atitudes como respeitar a vez dos outros, esperar o momento certo e evitar desperdiçar oportunidades.

Na avaliação do baiano, os locais observam o comportamento de quem chega. Por isso, a maneira de agir dentro da água pode influenciar a recepção de um visitante.

Além do respeito, ele destacou a disposição para encarar as ondas. O surfista precisa demonstrar atitude quando surge sua oportunidade, sem ignorar a dinâmica de quem já está no mar.

Assim, Danilo relaciona a conquista de espaço a uma combinação de paciência, convivência e comprometimento com o surfe.

O localismo mudou ao longo dos anos?

Danilo também comentou as mudanças que percebeu no Havaí. Segundo ele, os excessos foram maiores no passado. Hoje, a presença de câmeras e a estrutura do esporte tornam determinadas atitudes mais visíveis.

Ainda assim, ele considera que os havaianos continuam protegendo suas ondas e observando quem chega. Na sua avaliação, os visitantes também passaram a compreender melhor essa dinâmica.

O relato apresenta sua experiência pessoal com o localismo. Ao falar sobre o tema, Danilo enfatiza que conseguiu construir uma convivência positiva e duradoura com os moradores.

A diferença entre convivência e preconceito no esporte

Durante a conversa, Danilo fez uma distinção importante. Ele afirmou que sentiu pouco preconceito por parte dos havaianos, mas identificou resistência aos brasileiros no ambiente esportivo.

Para o baiano, o crescimento do Brasil no surfe provocou incômodo em outros espaços. Por outro lado, sua relação cotidiana com os locais do Havaí foi marcada por afinidades e amizades.

Segundo ele, brasileiros que chegam com tranquilidade e respeito podem ser bem recebidos. Já atitudes de desrespeito tendem a gerar conflitos.

A trajetória de Danilo Couto no Havaí mostra como o respeito pode ser construído ao longo do tempo. Mais do que encontrar boas ondas, sua experiência envolveu aprender a conviver e fazer parte de uma comunidade.

Assista ao corte no canal Fala Papah! no YouTube e confira a conversa de Danilo Couto com Ader Oliveira sobre localismo, respeito e surfe no Havaí.

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Brasil

A caminho de J-Bay, Fábio Silva abandonou a elite do surfe e voltou ao Brasil

Fábio Silva abandonou o tour a caminho de J-Bay. No Fala Papah!, ele relembra a pressão e explica por que voltou ao Brasil.

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Fábio Silva executa uma manobra de surfe e levanta água com a prancha.

Fábio Silva relembrou no Fala Papah! a decisão de abandonar o tour durante uma viagem para J-Bay. Foto: Claudemir Clarentino

Fábio Silva abandonou o tour durante uma viagem que deveria levá-lo a mais uma etapa da elite mundial do surfe. A caminho de Jeffreys Bay, na África do Sul, o cearense decidiu voltar ao Brasil. Em entrevista ao Fala Papah!, gravada no Titanzinho, ele explicou os motivos daquela escolha.

Conhecido como Fabinho, o surfista relembrou as dificuldades com o inglês e a falta de uma equipe de acompanhamento. Além disso, falou sobre a reação dos patrocinadores. Ao olhar para trás, reconheceu que poderia ter pedido uma pausa antes de deixar o circuito.

A viagem que terminou antes da competição

O destino era J-Bay, uma das ondas mais conhecidas do circuito mundial. Segundo Fabinho, aquela seria sua segunda visita à etapa. No entanto, as dificuldades acumuladas já pesavam na rotina de viagens e competições.

Durante o relato, ele localizou a interrupção do trajeto em Joanesburgo. Em vez de seguir para disputar o campeonato, pediu ajuda para organizar o retorno ao Brasil.

Os patrocinadores fizeram os trâmites da volta. Assim, a viagem terminou sem que ele chegasse à etapa de Jeffreys Bay.

A decisão, porém, foi além de uma ausência no campeonato. Fabinho estava deixando a elite que havia batalhado para alcançar.

Por que Fábio Silva abandonou o tour?

Ao explicar os motivos, o surfista destacou a pressão e a falta de estrutura para lidar com aquela fase da carreira. Por isso, decidiu interromper sua participação no circuito.

“Eu tava me sentindo numa pressão tão grande que eu resolvi mesmo abandonar o tour por falta de estrutura”, afirmou.

O inglês, por exemplo, era uma das principais dificuldades. Segundo ele, a limitação atrapalhava sua autonomia nas viagens e a convivência dentro do circuito.

Além disso, Fabinho relatou ter sentido preconceito por não dominar o idioma. Ele também lembrou os questionamentos sobre seu estilo de surfe, marcado pela velocidade e pelas manobras progressivas.

Apesar disso, a falta de estrutura não significava ausência de apoio financeiro. Na entrevista, ele explicou que os patrocinadores ajudavam com passagens, hospedagem e inscrições.

Por outro lado, faltava uma equipe para acompanhá-lo no dia a dia. Portanto, ter os custos das viagens cobertos não resolvia todas as dificuldades que enfrentava.

A reação dos patrocinadores

Depois de voltar, Fabinho precisou lidar com a repercussão da decisão. Segundo seu relato, colegas e representantes da organização entraram em contato. Além disso, a saída gerou entrevistas e matérias na imprensa especializada.

Os patrocinadores, no entanto, ficaram decepcionados. O surfista reconheceu que havia compromissos ligados à sua participação no circuito, aos resultados e à exposição das marcas.

Afinal, sua carreira também envolvia a responsabilidade de representar quem financiava suas viagens e competições. Ao mesmo tempo, ele enfrentava dificuldades pessoais para continuar no tour.

Ainda assim, Fabinho não deixou de reconhecer o apoio recebido. Ao contar a história, falou tanto da ajuda dos patrocinadores quanto da frustração que sua escolha provocou.

O que Fabinho faria diferente

Ao olhar para trás, Fábio Silva afirmou que poderia ter comunicado à organização sua necessidade de dar um tempo. Dessa forma, teria pedido uma pausa antes de tomar a decisão de abandonar o circuito.

Entretanto, a pressão era tão grande que ele optou por voltar ao Brasil. Hoje, ao revisitar aquele momento, considera que poderia ter conduzido a situação de outra maneira.

Por fim, o surfista explicou que a experiência mudou sua forma de pensar sobre escolhas e compromissos. Seu relato mostra as dificuldades que existiam por trás da conquista de uma vaga na elite mundial.

Para conhecer todos os detalhes, assista ao corte completo de Fábio Silva no Fala Papah!. Acompanhe a história nas palavras do próprio surfista e deixe sua opinião nos comentários.

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Brasil

Surf Brasil Base 2026: conheça os oito campeões brasileiros

Confira os oito campeões brasileiros do Surf Brasil Base 2026 e os resultados das finais do Sub-12 ao Sub-18 em Navegantes.

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Rudá Nascimento no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Rudá Nascimento conquistou seu primeiro título brasileiro ao vencer o Sub-12 com 9,43 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

O Surf Brasil Base 2026 definiu os oito campeões brasileiros na Praia Central, em Navegantes (SC). Enquanto o Nordeste conquistou seis títulos individuais, São Paulo garantiu o pentacampeonato consecutivo por equipes.

Apresentada pela Prefeitura de Navegantes, a competição teve sete finais no domingo (27), em ondas muito pequenas. Apesar das condições, algumas decisões terminaram com diferenças mínimas entre os primeiros colocados.

O Sub-16 feminino, por sua vez, havia sido decidido no sábado, com vitória de Carol Bastides. Assim, o domingo completou a relação de campeões das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18.

A Paraíba liderou as conquistas individuais com três títulos, enquanto Ceará e São Paulo ficaram com dois cada. Por fim, a Bahia completou a lista com uma vitória.

Além disso, o evento definiu os representantes do país no Mundial Júnior ISA 2027. Nesta edição, três seletivas regionais antecederam a decisão nacional.

Rudá Nascimento e Ayla Lopes conquistam seus primeiros títulos

Rudá Nascimento somou notas 5,73 e 3,70 na final Sub-12 masculina. Dessa forma, o baiano alcançou 9,43 pontos e conquistou seu primeiro título brasileiro.

Entretanto, a confirmação veio após a espera pelas notas das últimas ondas de três finalistas. Rudá registrou a maior nota da bateria, enquanto os adversários terminaram com totais na casa dos oito pontos.

Fernando Medina, da Paraíba, ficou em segundo, com 8,87. Em seguida, Davi Lucca, da Bahia, terminou em terceiro, com 8,73, e Thomaz Monteiro, de São Paulo, em quarto, com 8,10.

Portanto, apenas 0,14 ponto separou Fernando e Davi na disputa pelo vice-campeonato.

Ayla Lopes no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Ayla Lopes venceu o Sub-12 e interrompeu a sequência de títulos de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Assim como Rudá, Ayla Lopes comemorou seu primeiro título brasileiro. Representando a Paraíba, ela combinou notas 4,50 e 3,10 para vencer o Sub-12 feminino com 7,60 pontos.

Além disso, Ayla interrompeu a sequência de conquistas de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. A paulista terminou como vice-campeã, com 6,76 pontos.

Na sequência, Laura de Souza, também de São Paulo, ficou em terceiro, com 6,13. Por fim, Luiza Soares, do Rio Grande do Norte, completou a final com 4,43.

Antes da vitória, Ayla também havia disputado a final Sub-14, na qual terminou em quarto. Assim, encerrou sua participação com duas finais e um título nacional.

Lucas Peixoto e Hanna Prado vencem o Sub-14

Lucas Peixoto surfou apenas duas ondas na final Sub-14 masculina, recebendo notas 5,00 e 4,23. Dessa forma, o cearense conquistou o título com 9,23 pontos.

Além disso, garantiu a segunda vitória do Ceará no evento, após a conquista de Nicolas Silva no Sub-16.

Luca Messenger, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 8,73. Em seguida, Narciso Inácio, do Rio Grande do Norte, ficou em terceiro, com 6,40, e Izau Signorini, de São Paulo, em quarto, com 6,10.

Lucas Peixoto no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Lucas Peixoto surfou duas ondas na final e conquistou o título Sub-14 com 9,23 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Hanna Prado conquistou seu primeiro título brasileiro na terceira final que disputou no campeonato. Antes disso, havia terminado em quarto no Sub-16 e em terceiro no Sub-18.

Entretanto, a vitória no Sub-14 só veio na última onda de Hanna. Com notas 4,50 e 4,13, ela alcançou 8,63 pontos.

Assim, superou Alexia Oliveira, também da Paraíba, por apenas 0,16 ponto. A vice-campeã encerrou a decisão com 8,47.

Na sequência, Lulu Vivan, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 7,20. Por fim, Ayla Lopes terminou em quarto, com 5,63.

Assim como Ayla, Hanna mora em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, e representa a Paraíba no Brasileiro de Base.

Hanna Prado no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Hanna Prado garantiu a vitória no Sub-14 na última onda e comemorou seu primeiro título brasileiro. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Nicolas Silva vence e Carol Bastides chega ao tricampeonato Sub-16

Nicolas Silva abriu as decisões de domingo com uma vitória no Sub-16 masculino. Ao combinar notas 6,00 e 5,00, o cearense conquistou o título com 11,00 pontos.

Segundo Nicolas, o mar apresentou boas ondas nos primeiros dias, mas ficou pequeno no fim do campeonato. Apesar disso, o campeão avaliou positivamente seu desempenho e comemorou a conquista para o Ceará.

Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 7,90. Em seguida, Iago Bellotti, da Paraíba, ficou em terceiro, com 7,30, enquanto Felipe Homsi completou a final com 5,13.

Além do título, Nicolas garantiu presença na seleção Sub-16 ao lado de Lucas e Iago.

Nicolas Silva no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Nicolas Silva venceu a primeira final do domingo e conquistou o título Sub-16 com 11,00 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o terceiro título consecutivo no Sub-16, após as vitórias de 2024 e 2025. Dessa forma, a paulista chegou à sexta conquista brasileira nas categorias de base.

Na final de sábado, Carol somou notas 6,50 e 5,40. Assim, alcançou 11,90 pontos, o maior total entre as oito finais.

Em seguida, Aninha Dagostini, do Espírito Santo, ficou em segundo, com 10,36. Giovanna Rocha, de São Paulo, terminou em terceiro, com 6,30, enquanto Hanna Prado ficou em quarto, com 6,23.

Portanto, apenas 0,07 ponto separou Giovanna e Hanna na classificação da bateria.

Carol Bastides no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Carol Bastides conquistou o tricampeonato consecutivo Sub-16 e seu sexto título brasileiro na base. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Felipe Homsi e Maeva Guastalla conquistam o Sub-18

Felipe Homsi abriu a final Sub-18 com uma nota 6,00 e liderou a disputa até o fim. Em seguida, acrescentou 3,57 ao somatório e conquistou o título com 9,57 pontos.

Embora tenha ficado em quarto no Sub-16, o paraibano avaliou que aquela bateria ajudou na adaptação às condições. Segundo Felipe, a experiência permitiu entrar mais conectado com as ondas na decisão seguinte.

Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, terminou em segundo, com 7,66. Na sequência, Michel Demétrio, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 6,23.

Por sua vez, Vini Palma, de São Paulo, completou a final com 6,13. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição e da vaga na seleção Sub-18.

Felipe Homsi no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Felipe Homsi liderou a final Sub-18 e conquistou o título brasileiro e a classificação para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Maeva Guastalla voltou ao topo do pódio nacional após o título Sub-14 de 2024. Ao somar notas 5,00 e 3,77, a surfista de Ubatuba venceu com 8,77 pontos.

No entanto, a diferença para Carol Bastides foi de apenas 0,11 ponto. Além do título Sub-16, Carol conquistou o vice-campeonato Sub-18, com 8,66.

Em seguida, Hanna Prado ficou em terceiro, com 7,30. Por fim, Giovanna Rocha terminou em quarto, com 6,37.

Além da vitória, Maeva comemorou o retorno à seleção brasileira. Após representar o país no Mundial de 2025, no Peru, ela voltará à equipe em 2027.

Maeva Guastalla no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Maeva Guastalla venceu o Sub-18 e voltou a conquistar um título brasileiro após a vitória no Sub-14 em 2024. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

São Paulo conquista o pentacampeonato por equipes

São Paulo conquistou o título por equipes pelo quinto ano consecutivo, com 17.215 pontos. Em seguida, Santa Catarina terminou em segundo, com 15.251.

A Paraíba ficou em terceiro, com 11.935 pontos, enquanto o Ceará completou as quatro primeiras posições com 6.980.

Embora o Nordeste tenha vencido seis categorias individuais, São Paulo liderou a classificação estadual. Os títulos paulistas vieram com Carol Bastides, no Sub-16, e Maeva Guastalla, no Sub-18.

Premiação das equipes estaduais no Surf Brasil Base 2026

São Paulo liderou a classificação por equipes, seguido por Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Surf Brasil Base define os 12 representantes para o Mundial

Além dos títulos nacionais, a competição definiu os 12 representantes do Brasil no Mundial Júnior ISA 2027. O time Sub-18 masculino foi o último a ficar completo, após a final de domingo.

As outras três equipes, por sua vez, já estavam definidas no sábado. Entretanto, a lista da seleção não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final.

Isso porque a formação considera a idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias. Por isso, confira os detalhes na matéria sobre os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Júnior classificada para o Mundial ISA 2027

Os 12 classificados representarão o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027, no Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Resultados completos das finais do Surf Brasil Base 2026

Por fim, confira a classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Além dos nomes e estados, a arte reúne as notas e os totais das oito decisões.

Resultados completos das finais Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18 do Surf Brasil Base 2026

Classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Clique na imagem para ampliar. Arte: AOS Mídia.

Com informações de João Carvalho, assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Surf.

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