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Competições

Ryan Kainalo vence em Pantín e sobe para 3º no CS

Ryan Kainalo vence o QS 6000 de Pantín, soma 6.000 pontos e salta para 3º no Challenger Series. Ian Gouveia também avança no ranking.

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Ryan Kainalo Carry Up 26Pantin 3066 Masurel

Ryan Kainalo conquistou em Pantín a maior vitória de sua carreira. Foto: WSL / Laurent Masurel

Ryan Kainalo conquistou neste domingo (30) a maior vitória de sua carreira. O brasileiro de 20 anos venceu o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro, na Espanha, primeiro QS 6000 Internacional da temporada. Além do título, o resultado provocou uma grande mudança na situação do surfista na corrida pela elite mundial.

Com os 6.000 pontos conquistados em Pantín, Ryan subiu 15 posições. Dessa forma, o brasileiro agora aparece em terceiro lugar no ranking masculino do Challenger Series, com 10.995 pontos.

Além disso, o resultado na Espanha reforçou a presença brasileira entre os primeiros colocados. Atualmente, o Brasil tem três surfistas no Top 5 e cinco entre os dez melhores do ranking.

Ryan Kainalo decide título nos minutos finais

Ryan foi um dos grandes destaques da semana em Pantín. Durante a competição, o brasileiro apresentou um surfe agressivo, com fortes manobras de borda e aéreos.

Na decisão, Ryan enfrentou o australiano Kobi Clements. O brasileiro começou bem e conseguiu 7,17. No entanto, Clements respondeu com 8,67 e assumiu a liderança.

Com isso, Ryan chegou aos dois minutos finais precisando de 6,68 para virar a bateria.

Na última oportunidade, o brasileiro começou a onda com um carve. Em seguida, encontrou uma seção e completou uma rotação aérea.

A nota foi 6,77. Assim, Ryan assumiu a liderança e garantiu o título por apenas 0,10 ponto: 13,94 a 13,84.

“É a maior vitória da minha carreira. Com esses pontos indo para o ranking do Challenger Series, agora estou no jogo”, afirmou Ryan após a conquista.

Ryan Kainalo 26Pantin 3019 Masurel

Ryan somou 6.000 pontos com o título do ABANCA Pantin Classic Galicia Pro. Foto: WSL / Laurent Masurel

Vitória leva Ryan ao Top 3 do Challenger Series

O troféu foi importante, mas os 6.000 pontos conquistados na Espanha também tiveram impacto direto na temporada de Ryan Kainalo.

Antes de Pantín, o brasileiro ocupava a 18ª colocação. Depois da vitória, ganhou 15 posições e chegou ao terceiro lugar do Challenger Series, com 10.995 pontos.

Dessa maneira, Ryan aparece atrás apenas dos norte-americanos Jake Marshall e Cole Houshmand.

Os pontos conquistados no QS Internacional já estão incorporados ao total apresentado no ranking do Challenger Series. No entanto, a classificação consultada após o evento ainda não mostra essa pontuação separadamente na coluna “Intl QS”.

No caso de Ryan, a conta permite identificar a inclusão do resultado. O brasileiro tinha 4.745 e 250 pontos referentes aos dois primeiros eventos. Agora, com os 6.000 conquistados em Pantín, o total chega exatamente aos 10.995 pontos apresentados na classificação.

Portanto, embora a coluna específica ainda não mostre os 6.000 pontos, o resultado de Pantín já está considerado no total de Ryan.

Podium Men and Women 26Pantin 3248 Masurel

Pódio do QS 6000 Internacional de Pantín. Foto: WSL / Laurent Masurel

Brasil coloca três surfistas no Top 5

Ian Gouveia também saiu fortalecido da etapa espanhola. O brasileiro chegou às semifinais e, consequentemente, ganhou posições importantes na classificação.

Ian subiu cinco lugares e agora ocupa a quinta posição do Challenger Series, com 10.105 pontos.

Curiosamente, sua campanha terminou justamente diante de Ryan Kainalo. Os dois brasileiros se enfrentaram na semifinal, e Ryan venceu por 14,03 a 5,57.

Com a atualização após Pantín, o Brasil passou a ter três representantes entre os cinco primeiros colocados:

3º Ryan Kainalo – 10.995 pontos
4º Wesley Dantas – 10.180 pontos
5º Ian Gouveia – 10.105 pontos

Além deles, Deivid Silva aparece na sétima posição, com 9.025 pontos. Mateus Herdy, por sua vez, ocupa o décimo lugar, com 8.065.

Assim, o Brasil tem cinco representantes entre os dez primeiros colocados do Challenger Series masculino.

Ian Gouveia 26Pantin 1819 Masurel

Ian Gouveia chegou às semifinais em Pantín e subiu para o quinto lugar no Challenger Series. Foto: WSL / Laurent Masurel

Sierra Kerr vence no feminino

No feminino, Sierra Kerr confirmou a grande fase. A australiana derrotou a portuguesa Maria Salgado por 13,10 a 5,17 na decisão. Com isso, Sierra também conquistou os 6.000 pontos de Pantín.

A australiana já liderava o Challenger Series. Além disso, vinha da vitória no US Open of Surfing, seu primeiro título no circuito.

Agora, com o resultado na Espanha, Sierra chegou a 20.745 pontos e fortaleceu ainda mais sua campanha na corrida pelo Championship Tour.

Antes da final, Sierra também protagonizou uma das melhores baterias do dia. Na semifinal, por exemplo, a australiana derrotou a norte-americana Eden Walla por 15,00 a 13,20.

Resultados do ABANCA Pantin Classic Galicia Pro

Masculino

Final

Ryan Kainalo (BRA) 13,94 x 13,84 Kobi Clements (AUS)

Semifinais

1 Ryan Kainalo (BRA) 14,03 x 5,57 Ian Gouveia (BRA)
2 Kobi Clements (AUS) 13,90 x 13,34 Jorgann Couzinet (FRA)

Quartas de final

1 Ryan Kainalo (BRA) 11,57 x 9,23 Levi Slawson (EUA)
2 Ian Gouveia (BRA) 14,94 x 13,67 Eden Hasson (AUS)
3 Kobi Clements (AUS) 13,13 x 8,04 Hans Odriozola (ALE)
4 Jorgann Couzinet (FRA) 14,84 x 9,93 Caleb Tancred (AUS)

Feminino

Final

Sierra Kerr (AUS) 13,10 x 5,17 Maria Salgado (POR)

Semifinais

1 Maria Salgado (POR) 12,16 x 9,27 Janire Gonzalez Etxabarri (BAS)
2 Sierra Kerr (AUS) 15,00 x 13,20 Eden Walla (EUA)

Quartas de final

1 Maria Salgado (POR) 12,50 x 8,40 Carla Morera De La Vall (ESP)
2 Janire Gonzalez Etxabarri (BAS) 11,66 x 9,77 Nanaho Tsuzuki (JAP)
3 Eden Walla (EUA) 11,83 x 11,00 India Robinson (AUS)
4 Sierra Kerr (AUS) 13,83 x 8,97 Anon Matsuoka (JAP)

Próximo QS 6000 será em Portugal

Por fim, os competidores terão pouco tempo para descanso. O segundo QS 6000 Internacional da temporada acontece em Matosinhos, Portugal, entre 1º e 6 de setembro.

A etapa será mais uma oportunidade para somar pontos importantes na corrida pelo Championship Tour. Por isso, o evento ganha peso especial para os brasileiros que já aparecem nas primeiras posições.

Ryan Kainalo chega a Portugal em uma situação completamente diferente daquela que tinha antes de Pantín. Afinal, o brasileiro saiu do 18º lugar, conquistou a maior vitória de sua carreira e agora ocupa a terceira posição do Challenger Series.

Ian Gouveia também chega fortalecido. Além disso, com cinco brasileiros atualmente no Top 10, a disputa pelas vagas na elite mundial ganha ainda mais importância para o surf brasileiro nas próximas etapas.

Em suma, Pantín mudou significativamente o cenário do Challenger Series para Ryan Kainalo. O brasileiro chegou à Espanha em 18º, saiu como campeão e segue para Portugal ocupando o Top 3 da corrida pela elite.

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Competições

Surfing Champions Trophy 2026 confirma últimos atletas

Travis Logie e Ahmed Hishaam completam o Surfing Champions Trophy 2026, disputado nas Maldivas entre 4 e 11 de setembro. Confira os detalhes.

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Travis Logie, Surf

Travis Logie disputa o Surfing Champions Trophy 2026 exatamente uma década depois de sua primeira participação. Foto: Arquivo pessoal

O Surfing Champions Trophy 2026 está com sua lista de competidores completa. Afinal, o sul-africano Travis Logie e o surfista local Ahmed Hishaam Shaheem foram confirmados como os dois últimos participantes. A competição será realizada entre 4 e 11 de setembro nas ondas de Sultans, nas Maldivas.

Com as novas confirmações, o torneio reunirá seis atletas de diferentes gerações e estilos. Além de Logie e Hishaam, participarão Mason Ho, Caio Ibelli, Bede Durbidge e Felicity Palmateer.

Realizado no Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa, o campeonato é conhecido por seu formato exclusivo. Isso porque os surfistas precisam competir com três tipos de prancha: single fin, twin fin e thruster. Dessa forma, cada participante deve adaptar sua técnica às diferentes fases da evolução do surfe.

Travis Logie retorna após dez anos

Travis Logie volta ao Surfing Champions Trophy exatamente uma década depois de sua primeira participação. Antes de deixar as competições em tempo integral, o sul-africano passou dez anos enfrentando alguns dos melhores surfistas do mundo. Posteriormente, ele passou a trabalhar na equipe de competições da World Surf League.

Sua última participação no torneio aconteceu em 2016. Na ocasião, Logie dividiu as ondas com nomes como Taj Burrow, Rob Machado, Shane Dorian, Jamie O’Brien e Bethany Hamilton.

Agora, o sul-africano retorna com uma abordagem mais descontraída. Contudo, ele reconhece que o espírito competitivo deve aparecer assim que as baterias começarem. Além disso, um de seus principais desafios será a troca de equipamentos.

Logie admite que possui pouca experiência com pranchas single fin e twin fin. Ainda assim, ele acredita que as características de Sultans podem facilitar sua adaptação. Portanto, a diversidade de pranchas deverá acrescentar uma dificuldade especial ao seu retorno.

O reencontro com Bede Durbidge também será marcante. Afinal, os dois competiram juntos durante muitos anos no Championship Tour. Ao mesmo tempo, Logie está interessado em observar a criatividade de Mason Ho com os equipamentos alternativos.

Ahmed Hishaam Shaheem, Surf, Maldivas

Ahmed Hishaam Shaheem fará sua estreia no evento. Foto: Arquivo pessoal

Ahmed Hishaam representa as Maldivas no Surfing Champions Trophy 2026

Enquanto Logie retorna ao campeonato, Ahmed Hishaam Shaheem fará sua estreia. Natural de Thulusdhoo, o surfista e guia local começou a praticar o esporte aos 11 anos. Desde então, passou grande parte da vida conhecendo as ondas do Atol de Malé Norte.

Consequentemente, esse conhecimento pode se transformar em uma vantagem durante o Surfing Champions Trophy 2026. Hishaam sabe como Sultans funciona sob diferentes condições. Além disso, conhece os melhores pontos de posicionamento e as mudanças na formação das ondas.

Por outro lado, o atleta reconhece a experiência de seus adversários internacionais. Mesmo assim, pretende usar seu conhecimento local para disputar baterias equilibradas. Acima de tudo, Hishaam deseja representar seu país e aproveitar a oportunidade.

O surfista também dará continuidade a uma tradição de representantes locais no evento. Primeiramente, Hussain “Iboo” Areef abriu esse caminho em 2016. Depois disso, Abdulla “Fuku” Areef, Ismail Miglal e Ahmed “Ammaday” Agil também enfrentaram estrelas internacionais nas ondas das Maldivas.

Assim, Hishaam passa a fazer parte de uma história importante para o surfe do país. Ao mesmo tempo, sua participação mostra o crescimento da comunidade esportiva local.

Campeonato reúne estilos diferentes

Cada integrante da competição levará características próprias para Sultans. Mason Ho é conhecido pela criatividade e imprevisibilidade. Caio Ibelli possui ampla experiência recente no Championship Tour. Já Bede Durbidge chegou à segunda posição do ranking mundial.

Felicity Palmateer combina experiência em competições de elite com uma carreira dedicada às ondas grandes. Logie acrescenta sua bagagem no circuito mundial, enquanto Hishaam terá a vantagem de conhecer profundamente o local da disputa.

Criado em 2011, o Surfing Champions Trophy já recebeu atletas consagrados, como Kelly Slater, Carissa Moore, Joel Parkinson, Mark Occhilupo, Taj Burrow e Maya Gabeira. Em 2025, Michel Bourez conquistou o título geral após retornar de uma lesão. Ele também conseguiu a única nota 10 perfeita daquela edição.

Em 2026, seis atletas voltarão a encarar três tipos de prancha em busca do título nas águas das Maldivas.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack abre nova fase de inscrições

Hang Loose Surf Attack 2026 entra em nova fase de inscrições para a decisão em Maresias. Confira prazos, regras e atletas já garantidos.

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Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Kalani Robles é um dos destaques do Hang Loose Surf Attack. Foto: Erik Medalha

As inscrições para a etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026 entraram em uma nova fase. Depois do encerramento do período antecipado para surfistas de fora de São Paulo, começou o processo destinado aos atletas paulistas, enquanto competidores de outros estados que perderam o primeiro prazo ainda podem tentar vagas remanescentes.

A terceira e última etapa da 36ª edição do tradicional circuito de base será realizada nos dias 17, 18 e 19 de setembro, na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Além de definir os campeões da temporada, a competição terá peso maior tanto no ranking individual quanto na disputa entre as associações.

Inscrições para atletas de São Paulo

O período destinado aos atletas paulistas começou no dia 26 de agosto, às 8h, e segue até 10 de setembro, às 18h.

Nesta fase, os pedidos dos surfistas de São Paulo devem ser encaminhados exclusivamente pelas Associações Municipais. Inscrições avulsas serão descartadas.

As associações podem encaminhar quantos nomes desejarem em cada categoria, desde que cada solicitação esteja acompanhada do respectivo pagamento e os atletas sejam apresentados em ordem de prioridade.

Cada associação será responsável por estabelecer seu próprio critério de prioridade, que será utilizado para o preenchimento das vagas.

O ranking acumulado das duas primeiras etapas do Hang Loose Surf Attack será utilizado somente para a distribuição dos atletas nas baterias, e não como critério para obtenção de vaga.

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Matheus Jhones lidera a categoria Sub-14. Foto: Erik Medalha

Atletas de outros estados ainda podem tentar vaga

O encerramento do período antecipado não significa que os surfistas de fora de São Paulo estejam impedidos de participar do processo.

Quem não realizou a inscrição no primeiro prazo ainda poderá solicitar uma vaga até o encerramento final das inscrições.

Esses atletas poderão preencher vagas inicialmente destinadas aos competidores de fora de São Paulo que não tenham sido ocupadas. Também poderão tentar vagas que eventualmente permaneçam disponíveis caso as associações paulistas não preencham todas as suas cotas.

Atletas de fora de São Paulo já garantidos

Os atletas que realizaram o processo dentro do período antecipado e já estão com vaga garantida na etapa de Maresias são:

Sub-16 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-14 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
João Gabriel (BA)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-12 Feminino

Ayla Lopes (PB)

Como fazer a inscrição

Todas as solicitações devem conter nome do atleta, estado, categoria pretendida e comprovante de pagamento.

Para os atletas de São Paulo, o envio deve obedecer ao processo realizado pelas respectivas Associações Municipais.

A documentação deverá ser encaminhada para:

E-mail: bukaosurf@gmail.com

Solicitações feitas exclusivamente por WhatsApp, telefone ou qualquer outro meio não serão consideradas sem o pedido e a confirmação pelo e-mail informado pela organização.

O valor da inscrição é de R$ 270 por categoria.

Dados para pagamento

Banco Itaú
Agência: 0245
Conta: 09289/500
Favorecido: Sílvio da Silva

PIX
Chave: inscricao@fpsurf.com.br

Para efeito do prazo de inscrição, será considerado o momento do recebimento do comprovante pela organização, e não o horário em que o pagamento foi realizado.

Lista de espera e devolução

Após a divulgação das baterias, os atletas que não conseguirem vaga poderão solicitar imediatamente a devolução do valor pago ou optar por manter o crédito e permanecer na lista de espera para uma eventual desistência.

Quem solicitar a devolução imediata deixará a lista de espera.

Já o atleta que conseguir uma vaga, tiver seu nome incluído na bateria e não comparecer ao evento somente receberá a devolução caso outro competidor ocupe seu lugar. Se o nome permanecer na bateria como WO, o valor não será devolvido.

Etapa final terá peso maior no ranking

Maresias terá importância especial na definição dos campeões do Hang Loose Surf Attack 2026.

A pontuação obtida pelos atletas de acordo com suas colocações na terceira etapa será multiplicada por 1,5, tanto no ranking individual quanto na classificação por equipes.

Depois de duas etapas, os líderes individuais são John Muller, na Sub-18 Masculino; Vini Palma, na Sub-16 Masculino; Matheus Jhones, na Sub-14 Masculino; Rafael Miranda, na Sub-12 Masculino; Julia Stefani, na Sub-18 Feminino; Carol Bastides, na Sub-16 Feminino; Alexia Oliveira, na Sub-14 Feminino; e Maria Clara, na Sub-12 Feminino.

Entre as associações, Ubatuba lidera com 2.000 pontos, seguida por Guarujá, com 1.720, e Praia Grande, com 1.460. São Sebastião e Santos dividem a quarta posição, com 1.280 pontos.

Premiação em Maresias

A premiação em dinheiro será destinada às categorias Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino:

1º lugar – R$ 1.000
2º lugar – R$ 800
3º lugar – R$ 500
4º lugar – R$ 400

As categorias Sub-12 Masculino e Sub-12 Feminino não terão premiação em dinheiro.

Os atletas com direito à premiação deverão encaminhar suas chaves PIX para bukaosurf@gmail.com, inclusive aqueles que já tenham recebido valores em etapas anteriores.

Decisão do Hang Loose Surf Attack em Maresias

Depois das etapas do Guarujá e de Ubatuba, o Hang Loose Surf Attack 2026 chega a Maresias para definir os campeões de sua 36ª edição.

Evento: terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026
Local: Praia de Maresias, São Sebastião (SP)
Datas: 17, 18 e 19 de setembro de 2026
Prazo atual: inscrições para atletas de São Paulo até 10 de setembro, às 18h

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Competições

Caio Ibelli volta a competir nas Maldivas em 2026

Caio Ibelli volta a vestir a lycra após três anos e disputa o Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, de 4 a 11 de setembro.

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Caio Ibelli, Austrália

Caio Ibelli volta a vestir a lycra de competição três anos depois de sua última bateria no Championship Tour.

Três anos depois de disputar sua última bateria no Championship Tour, Caio Ibelli vai voltar a vestir uma lycra de competição. O brasileiro foi confirmado no Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, que acontece entre os dias 4 e 11 de setembro, nas Maldivas.

Caio entra na lista de seis convidados após a retirada de Victor Bernardo, que sofreu um grave acidente de carro ao lado da esposa, Johnni, na Califórnia. Os dois precisaram passar por cirurgias e Victor agora concentra suas atenções na recuperação.

Aos 32 anos, Caio chega ao evento com um currículo construído em quase uma década competindo entre os melhores surfistas do mundo. O brasileiro foi campeão mundial júnior, campeão do Qualifying Series em 2015, Rookie of the Year do Championship Tour e chegou ao oitavo lugar do ranking mundial.

Caio Ibelli volta a vestir a lycra

A participação nas Maldivas terá um significado diferente para Caio Ibelli. Além de voltar a competir, ele terá a oportunidade de viver a experiência ao lado da esposa e do filho.

O brasileiro esteve nas Maldivas pela última vez há 15 anos e revelou que competir no arquipélago sempre foi um desejo durante sua carreira.

“Depois de nove anos da minha vida competindo no mais alto nível, tive a sorte de viver muitas coisas incríveis, mas competir nas Maldivas nunca foi uma delas”, afirmou Caio.

Segundo ele, a presença da família torna o retorno ainda mais especial. Durante os anos em que disputava regularmente o Championship Tour, seu filho ainda não havia nascido.

“Colocar uma lycra de competição novamente parece ainda mais especial, em ondas perfeitas, em um evento do qual sempre quis fazer parte e, desta vez, com minha esposa e meu filho me assistindo.”

Caio Ibelli, Austrália

Longe da rotina do circuito mundial, Caio vive atualmente no interior da Austrália, a cerca de 2 mil quilômetros do oceano.

Do Outback australiano para as ondas de Sultans

A realidade de Caio Ibelli mudou bastante desde sua saída do circuito mundial. Atualmente, o brasileiro vive na pequena cidade de Mount Isa, interior da Austrália, a cerca de 2 mil quilômetros do oceano.

Mesmo distante do mar e da rotina de viagens do circuito profissional, Caio garante que a vontade de competir continua presente.

“Eu sempre fui muito competitivo em todas as áreas da minha vida, e o surfe ainda é uma parte enorme dela”, explicou.

A expectativa é que o instinto competitivo apareça novamente assim que ele vestir a lycra.

“Tenho certeza de que, assim que colocar a lycra, vou querer fazer o meu melhor para vencer e apresentar o melhor surfe que puder. Mas, ao mesmo tempo, quero me divertir e aproveitar toda a experiência.”

Um desafio inesperado com as pranchas

O Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy possui um formato diferente das competições tradicionais. Os seis convidados disputam baterias em três categorias: single fin, twin fin e thruster.

Curiosamente, justamente a prancha que deveria ser mais familiar para Caio poderá representar seu maior desafio.

Desde sua última bateria no Championship Tour, há três anos, o brasileiro afirma que não surfou mais de thruster.

“Engraçado que, desde minha última bateria no Tour, não subi novamente em uma thruster. Então sinto que meu maior desafio talvez seja justamente voltar a surfar de thruster depois de três anos.”

Para Caio, entretanto, a qualidade das ondas das Maldivas deve permitir que os competidores explorem diferentes abordagens com cada tipo de equipamento.

Caio Ibelli, Austrália

Quinze anos depois de sua última passagem pelas Maldivas, Caio Ibelli retorna ao arquipélago para disputar o Surfing Champions Trophy ao lado da família.

Retorno às Maldivas 15 anos depois

O Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy será realizado novamente no Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa, com as disputas acontecendo nas direitas de Sultans.

Para Caio Ibelli, a viagem representa mais do que simplesmente voltar a competir. Quinze anos depois de sua última passagem pelas Maldivas, ele retorna em outro momento da vida, agora como marido e pai.

Além das baterias, Caio destacou a expectativa de aproveitar o oceano, as ondas, a gastronomia e toda a experiência do resort ao lado da família e dos amigos.

Mas a vontade de vencer permanece.

“Eu realmente sinto falta de competir e sinto muita falta de ganhar alguma coisa.”

E existe ainda uma motivação especial para o ex-número 8 do mundo durante a semana nas Maldivas.

“Talvez a melhor parte seja mostrar ao meu filho que o pai ainda sabe surfar.”

O Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026 acontece de 4 a 11 de setembro, reunindo seis surfistas convidados para as disputas de single fin, twin fin e thruster.

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