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Ryan Kainalo confirma classificação para o CT 2027

Ryan Kainalo confirma vaga no CT 2027 nesta sexta-feira, em Ericeira, após avançar de fase, conforme cenário antecipado pela AOS Mídia.

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Ryan Kainalo 26BrasilCS DIZ 4647 Thiago Diz

Ryan Kainalo garantiu aos 20 anos sua primeira classificação para o Championship Tour da WSL. Foto: Thiago Diz

Ryan Kainalo está classificado para o Championship Tour (CT) de 2027. O surfista brasileiro, de 20 anos, confirmou sua vaga na elite mundial da World Surf League (WSL) nesta sexta-feira (9), durante o Challenger Series de Ericeira, em Portugal.

A classificação aconteceu conforme antecipado pela AOS Mídia. Ryan precisava apenas avançar à terceira fase da competição para ser oficializado como integrante do CT 2027.

O brasileiro cumpriu a condição ao terminar em segundo lugar na 16ª bateria do Round of 64. Com 11,40 pontos, avançou ao lado do havaiano Luke Tema, vencedor do confronto com 14,50.

Assim, Ryan assegurou sua primeira participação no principal circuito profissional de surfe do mundo.

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O título do Challenger Series de Maresias levou Ryan Kainalo à liderança do ranking do circuito de acesso. Foto: Ana Catarina

AOS Mídia antecipou cenário da classificação

A situação de Ryan Kainalo ficou ainda mais favorável após os primeiros resultados da segunda fase em Ericeira.

Isso porque alguns concorrentes diretos foram eliminados, reduzindo as possibilidades de o brasileiro terminar fora da zona de classificação.

Antes da etapa, AOS Mídia antecipou que bastava Ryan avançar mais uma bateria para confirmar sua presença na elite mundial em 2027.

Portanto, o resultado desta sexta-feira encerrou a expectativa em torno da classificação, mesmo com outras etapas ainda previstas no calendário do Challenger Series.

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Em agosto, Ryan venceu o QS 6000 Internacional de Pantín, na Espanha, e ganhou posições importantes na corrida pelo CT. Foto: Masurel

Campanha de Ryan Kainalo teve títulos importantes

A classificação de Ryan Kainalo para o CT 2027 é resultado de uma campanha marcada por conquistas decisivas.

Em agosto, o surfista de Ubatuba venceu o QS 6000 Internacional de Pantín, na Espanha. Na final, superou o australiano Kobi Clements por 13,94 a 13,84, após uma disputa decidida por apenas 0,10 ponto.

Com os 6.000 pontos conquistados, Ryan saltou da 18ª para a terceira posição do ranking do Challenger Series.

Posteriormente, o brasileiro conquistou mais um resultado expressivo em Maresias, no litoral norte de São Paulo.

Na ocasião, venceu o Banco do Brasil São Sebastião Pro e assumiu a liderança do ranking do Challenger Series.

Consequentemente, chegou à etapa de Ericeira em uma posição privilegiada na disputa pelas vagas para o Championship Tour.

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Ryan Kainalo confirmou a classificação para o CT 2027 nesta sexta-feira (9), ao avançar à terceira fase em Ericeira, Portugal. Foto: Thiago Diz

Brasileiro disputará sua primeira temporada no CT

Aos 20 anos, Ryan Kainalo alcança um dos principais objetivos de sua trajetória no surfe profissional.

Natural de Ubatuba, o atleta já havia participado de competições do Challenger Series em temporadas anteriores. Em 2023, por exemplo, disputou seis eventos do circuito de acesso.

Entretanto, foi na temporada de 2026 que conseguiu reunir os resultados necessários para alcançar a elite mundial.

Além disso, a classificação representa mais um avanço da nova geração brasileira no cenário internacional.

Com a vaga assegurada, Ryan poderá disputar a sequência do Challenger Series sem depender de novos resultados para confirmar sua presença no CT 2027.

Enquanto isso, o brasileiro segue na disputa do EDP Ericeira Pro, em Portugal, já com seu lugar garantido entre os integrantes da elite mundial da WSL na próxima temporada.

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O seguro da WSL funciona? Pinga relata apoio a João Chianca após acidente

Pinga relembra o apoio a João Chianca após o acidente em Pipeline e conta como funcionou o seguro da WSL durante o atendimento.

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João Chumbinho Chianca, Backdoor de Pipeline, North Shore de Oahu, Havaí, Hawaii, acidente. Foto: Bruno Lemos / @Lemosimages

Pinga relembra o atendimento a João Chianca após o acidente em Pipeline e elogia o suporte da WSL em conversa com Ader Oliveira no Fala Papah! Foto: Bruno Lemos / @Lemosimages

O seguro da WSL entrou em pauta no Fala Papah! durante uma conversa entre Ader Oliveira e Luiz Henrique Pinga. Ao responder a uma pergunta sobre a proteção dos atletas, Pinga relembrou a assistência recebida por João Chianca após o grave acidente em Pipeline, no Havaí.

Segundo ele, a experiência foi positiva tanto no atendimento do seguro quanto no acompanhamento da equipe da liga. Além disso, o assunto provocou uma reação emocionada ao recordar os cuidados com o brasileiro.

“Não teve problema nenhum com seguro”, afirmou Pinga durante o relato.

O acidente de João Chianca em Pipeline

Em 3 de dezembro de 2023, João Chianca, conhecido como Chumbinho, sofreu um grave acidente durante uma sessão de surfe livre em Pipeline. Após cair de uma onda, foi resgatado inconsciente e levado a um hospital em Honolulu.

O episódio aconteceu fora de uma competição. Ainda assim, colocou em evidência os riscos enfrentados pelos surfistas durante a preparação e a rotina de treinos.

Na época, AOS Mídia publicou um vídeo de Guilherme Tâmega, que participou do socorro. No depoimento, ele contou detalhes do resgate e da recuperação da consciência do brasileiro.

Confira o relato de Guilherme Tâmega no Instagram do AOS Mídia.

Como funcionou o seguro da WSL, segundo Pinga

Ao recordar o caso, Pinga destacou a atenção recebida desde o acidente. Segundo seu relato, integrantes da WSL acompanharam a situação e ajudaram durante o atendimento.

Além da assistência do seguro, ele valorizou o envolvimento das pessoas que trabalharam para apoiar João naquele momento. Por isso, sua avaliação foi além das despesas e dos procedimentos.

Pinga também ressaltou que o atendimento envolveu custos elevados. Entretanto, não apresentou valores nem detalhou quais despesas a apólice cobriu.

Assim, o depoimento descreve sua experiência com aquele caso específico. A entrevista não apresenta o contrato nem permite determinar as condições de cobertura para todos os atletas ou situações.

Seguro de vida e de acidentes: o que ele disse

A pergunta inicial enviada ao programa tratava de seguro de vida. Na resposta, Pinga mencionou o seguro de acidentes e fez uma ressalva: não havia conferido se a cobertura discutida estava incluída na apólice.

Em seguida, passou a contar a experiência com João Chianca. Portanto, a dúvida sobre o conteúdo do contrato não deve ser confundida com uma reclamação sobre o atendimento.

Ao contrário, Pinga afirmou que não houve problemas com o seguro no caso que acompanhou. O trecho, porém, não esclarece todas as coberturas previstas nem confirma as condições de um eventual seguro de vida.

O apoio também apareceu na pausa de Filipe Toledo

Além do acidente de João, Pinga comentou a postura da WSL diante da decisão de Filipe Toledo de fazer uma pausa nas competições. Segundo ele, a liga demonstrou acolhimento nas conversas sobre o afastamento.

Os dois assuntos ajudam a entender o foco do depoimento: a assistência aos atletas em momentos difíceis. Mesmo reconhecendo que existem divergências no esporte, Pinga elogiou o suporte recebido nas situações que mencionou.

Assista ao corte no canal Fala Papah! no YouTube e acompanhe a conversa de Pinga com Ader Oliveira sobre o seguro da WSL e os bastidores desse atendimento.

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Kelly Slater perguntou a Gabriel Medina se o pai tinha algo contra ele

Ader Oliveira relembra uma mensagem de Kelly Slater para Gabriel Medina. Charles explica como protegia o foco do filho nas competições.

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Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina e Ader Oliveira durante o podcast Fala Papah. Foto: Almir Lekinho

A relação entre Kelly Slater e Charles Medina rendeu uma história curiosa no Fala Papah!. Durante a entrevista, Ader Oliveira relembrou uma mensagem que Kelly enviou a Gabriel Medina, perguntando se o pai tinha algo contra ele. Charles, por sua vez, explicou por que mantinha distância durante os campeonatos.

Segundo a lembrança de Ader, a mensagem chegou após uma vitória de Gabriel em São Francisco. O jornalista estava na casa onde a família se encontrava e acompanhou a reação à pergunta. Na conversa, Charles esclareceu que sua postura estava ligada à preparação do filho para competir.

A mensagem de Kelly Slater e a explicação de Charles Medina

Ao recordar o episódio, Ader perguntou se aquela distância era intencional. Afinal, Kelly também era conhecido pelo jogo mental nas disputas.

Charles confirmou que procurava limitar a proximidade durante os eventos. Entretanto, explicou que isso não significava falta de admiração pelo adversário.

“Não é que eu não gostava do Kelly, é pelo contrário”, afirmou.

Além disso, Charles destacou o respeito pelo histórico do americano. Para ele, enfrentar um competidor daquele nível exigia atenção máxima. Por isso, queria Gabriel inteiramente concentrado no próprio trabalho.

A postura, segundo Charles, valia para o período do campeonato. Fora das disputas, ele reconhecia a importância de Kelly como atleta e o exemplo de dedicação por trás de suas conquistas.

“Meu pai não deixa”: o combinado com Gabriel

Antes da história da mensagem, Charles revelou um acordo que mantinha com Gabriel desde pequeno. Quando não quisesse aceitar um convite ou participar de alguma atividade, o filho podia responder: “Meu pai não deixa.”

Assim, Gabriel não precisava consultar Charles antes de usar a justificativa. O pai aceitava assumir o papel de quem colocava limites.

Com o crescimento da carreira, essa proteção ganhou ainda mais importância. Segundo Charles, o primeiro título mundial trouxe propostas, compromissos e uma procura muito maior pelo surfista.

Por isso, ele procurava organizar as prioridades. O treinamento vinha primeiro, seguido pelos trabalhos e pelas responsabilidades com os patrocinadores. Dessa forma, tentava preservar o tempo necessário para Gabriel continuar evoluindo.

Respeito aos adversários e concentração nas baterias

Charles também ampliou a explicação para outros grandes nomes do circuito. Além de Kelly, citou o respeito por adversários como Mick Fanning e Joel Parkinson.

Na visão dele, reduzir as conversas antes das baterias era uma maneira de levar o confronto a sério. Portanto, a distância fazia parte da postura profissional que buscava manter durante os campeonatos.

O relato mostra como uma atitude percebida como antipatia podia ter outro significado nos bastidores. Enquanto Kelly questionava o comportamento de Charles, o pai de Gabriel pensava em preservar a concentração do filho.

A conversa ainda aborda os limites dessa proteção e o amadurecimento dos atletas. Afinal, acompanhar uma carreira exige também lidar com exposição, cobranças e responsabilidades fora da água.

Assista ao corte completo com Charles Medina no Fala Papah! e acompanhe a história relembrada por Ader Oliveira e a explicação do pai de Gabriel.

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Havaí

Andy Irons furou sua prancha: Armando Daltro relembra tensão no Havaí

Armando Daltro conta que Andy Irons furou sua prancha durante uma bateria no Havaí. Veja o relato e o desfecho no Fala Papah!

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Armando Daltro, Pipeline, Hawaii. Foto: ©Sebastian Rojas

Armando Daltro relembrou no Fala Papah! a bateria em Haleiwa na qual Andy Irons furou sua prancha. Foto: ©Sebastian Rojas

Uma bateria entre Andy Irons e Armando Daltro terminou com uma prancha furada e tensão dentro da água. Em entrevista ao Fala Papah!, o brasileiro contou que o havaiano atingiu seu equipamento após uma disputa de marcação em Haleiwa.

Segundo Mandinho, tudo começou quando ele conseguiu escapar da marcação de Andy e pegar uma onda. Depois, ao voltar para marcar o adversário, viu a situação mudar.

“Ele enfiou o bico da prancha na minha”, relatou. Na sequência, Armando confirmou que o contato chegou a furar sua prancha.

Como começou a disputa entre Andy Irons e Armando Daltro

Naquela bateria, Andy estava em posição de classificação, enquanto Armando precisava de uma onda para avançar. Por isso, o havaiano tentou limitar a movimentação do brasileiro.

Entretanto, Mandinho percebeu uma oportunidade de escapar. Ele esperou a onda chegar perto e fez um movimento que, segundo seu relato, surpreendeu o adversário.

A estratégia funcionou. Armando conseguiu pegar a onda e virar a disputa entre os dois. Em seguida, voltou ao fundo e passou a marcar Andy.

Foi nesse momento que, de acordo com o brasileiro, o havaiano enfiou o bico da prancha em seu equipamento. Apesar da tensão, Armando disse que não respondeu à provocação.

A prancha furada e o medo de uma agressão

Ao recordar o episódio, Mandinho contou que Andy ficou xingando dentro da água. Além disso, lembrou uma discussão envolvendo Neco Padaratz após a bateria.

Sobre a participação de Neco, porém, Armando fez uma ressalva: acredita que o brasileiro tenha visto o ocorrido e falado com Andy. Ele não afirmou saber exatamente o motivo da discussão.

Mandinho também admitiu que ficou com medo de uma possível agressão. Ainda assim, considerava que não havia feito nada errado ao escapar da marcação.

“Eu só usei a minha esperteza e dei a volta nele”, explicou.

Por fim, Armando contou que saiu rapidamente e se juntou aos outros atletas. Neco venceu a bateria, e Mandinho avançou em segundo lugar.

A estratégia por trás da virada

Antes de contar a história, Armando explicou como estudava as condições do mar e o comportamento dos adversários. Para ele, escolher o posicionamento certo era parte fundamental da competição.

Por exemplo, observava onde entravam as melhores ondas e imaginava quais manobras conseguiria executar nelas. Além disso, acompanhava as baterias anteriores para ajustar sua estratégia.

Na disputa em Haleiwa, essa leitura ajudou o brasileiro a encontrar uma saída para a marcação. Naquela época, a bateria não tinha o sistema de prioridade mencionado na conversa.

Por isso, a disputa por posicionamento tinha um peso importante. No entanto, Armando diferenciou o uso das regras de uma atitude agressiva contra o adversário.

Neco Padaratz e Kieren Perrow também aparecem no relato

O corte reúne outras lembranças da carreira de Mandinho. Entre elas, estão três derrotas seguidas para Neco Padaratz, com quem mantinha uma boa relação.

Apesar da frustração de perder repetidamente para o mesmo competidor, Armando disse que não conseguiu guardar mágoa do amigo.

Além disso, relembrou uma disputa com Kieren Perrow em Margaret River. Segundo ele, os dois encostaram as bordas das pranchas e receberam uma interferência dupla.

Essas histórias mostram como estratégia, rivalidade e amizade conviviam no circuito. O episódio com Andy, entretanto, se destaca pelo dano à prancha e pela tensão que Armando descreve.

Assista ao relato completo de Armando Daltro no Fala Papah! e descubra como ele enfrentava os duelos dentro da água.

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Bombando

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