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Havaí

Lapo Coutinho relembra surra de dez homens no Havaí

Lapo Coutinho conta que foi espancado por dez homens no Havaí e relembra a intimidação, o apoio de locais e o pedido de desculpas.

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Lapo Coutinho no Fala Papah!

Lapo Coutinho relembra, no Fala Papah!, a agressão que sofreu no Havaí e conta como o conflito chegou ao fim.

A trajetória de Lapo Coutinho no Havaí também tem episódios de violência. Em entrevista a Ader Oliveira no Fala Papah!, o surfista baiano contou que foi espancado por dez homens. Segundo seu relato, dois rottweilers reforçavam a intimidação e impediam qualquer tentativa de reação.

“Eu fui espancado lá por 10”, afirmou Lapo, ao identificar os agressores como integrantes dos Black Trunks. Durante a conversa, ele explicou como saiu de casa até o local da agressão. Além disso, relembrou o apoio que recebeu de outros moradores e o pedido de desculpas que ouviu anos depois.

Como Lapo Coutinho foi levado até o local

Segundo Lapo, ele cuidava do quintal de casa quando foi chamado para sair. Estava de sunga, vestiu uma camisa e acompanhou os homens. No entanto, o encontro terminou em uma agressão coletiva.

Ao relembrar a cena, o baiano descreveu os cães próximos enquanto recebia os golpes. Diante daquela situação, decidiu não reagir. Sentou no chão e colocou as mãos sobre a cabeça para se proteger.

O relato surgiu durante uma conversa sobre a violência enfrentada por brasileiros no surfe havaiano. Na avaliação de Lapo, muitos precisavam suportar intimidações porque voltariam ao arquipélago para competir nas temporadas seguintes.

Assim, o episódio ajuda a compreender o ambiente que ele descreve: além dos desafios dentro da água, havia conflitos e ameaças em terra.

O apoio de outros locais no Havaí

Apesar da agressão, Lapo contou que encontrou apoio entre moradores de outras partes da ilha. Segundo ele, pessoas do West Side assumiram sua defesa e ajudaram a mudar o rumo do conflito.

Com isso, a disputa passou a envolver os próprios locais. O baiano lembrou que essa proteção foi importante para chegar a um acordo e encerrar as ameaças.

Durante a entrevista, ele também associou aquele período à sua rotina de estudos na Universidade do Havaí. Portanto, as dificuldades não se limitavam ao surfe: interferiam na vida que construía no arquipélago.

O pedido de desculpas e o convite de Natal

Anos depois, a história ganhou outro capítulo. Lapo afirmou que recebeu um pedido de desculpas quando voltou ao Havaí, em 1997. Além disso, contou que o assunto voltou a aparecer em conversas posteriores.

Ao recordar o encerramento do conflito, ele mencionou até um convite para passar o Natal com o homem com quem havia se desentendido. Entretanto, preferiu não participar da celebração, pois ainda considerava tudo muito recente.

A lembrança levou a um momento de humor na entrevista. Lapo contou que enviou uma moqueca preparada com um peixe que havia recebido anteriormente do próprio anfitrião. A história arrancou risadas durante a conversa com Ader Oliveira.

Ainda assim, o tom descontraído do desfecho não diminui a gravidade da agressão narrada. O depoimento reúne medo, relações de amizade e tentativas de reconciliação em um capítulo marcante da trajetória de Lapo Coutinho no Havaí.

Assista ao corte no canal Fala Papah! no YouTube e acompanhe o relato nas palavras do próprio Lapo.

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Havaí

Andy Irons furou sua prancha: Armando Daltro relembra tensão no Havaí

Armando Daltro conta que Andy Irons furou sua prancha durante uma bateria no Havaí. Veja o relato e o desfecho no Fala Papah!

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Armando Daltro, Pipeline, Hawaii. Foto: ©Sebastian Rojas

Armando Daltro relembrou no Fala Papah! a bateria em Haleiwa na qual Andy Irons furou sua prancha. Foto: ©Sebastian Rojas

Uma bateria entre Andy Irons e Armando Daltro terminou com uma prancha furada e tensão dentro da água. Em entrevista ao Fala Papah!, o brasileiro contou que o havaiano atingiu seu equipamento após uma disputa de marcação em Haleiwa.

Segundo Mandinho, tudo começou quando ele conseguiu escapar da marcação de Andy e pegar uma onda. Depois, ao voltar para marcar o adversário, viu a situação mudar.

“Ele enfiou o bico da prancha na minha”, relatou. Na sequência, Armando confirmou que o contato chegou a furar sua prancha.

Como começou a disputa entre Andy Irons e Armando Daltro

Naquela bateria, Andy estava em posição de classificação, enquanto Armando precisava de uma onda para avançar. Por isso, o havaiano tentou limitar a movimentação do brasileiro.

Entretanto, Mandinho percebeu uma oportunidade de escapar. Ele esperou a onda chegar perto e fez um movimento que, segundo seu relato, surpreendeu o adversário.

A estratégia funcionou. Armando conseguiu pegar a onda e virar a disputa entre os dois. Em seguida, voltou ao fundo e passou a marcar Andy.

Foi nesse momento que, de acordo com o brasileiro, o havaiano enfiou o bico da prancha em seu equipamento. Apesar da tensão, Armando disse que não respondeu à provocação.

A prancha furada e o medo de uma agressão

Ao recordar o episódio, Mandinho contou que Andy ficou xingando dentro da água. Além disso, lembrou uma discussão envolvendo Neco Padaratz após a bateria.

Sobre a participação de Neco, porém, Armando fez uma ressalva: acredita que o brasileiro tenha visto o ocorrido e falado com Andy. Ele não afirmou saber exatamente o motivo da discussão.

Mandinho também admitiu que ficou com medo de uma possível agressão. Ainda assim, considerava que não havia feito nada errado ao escapar da marcação.

“Eu só usei a minha esperteza e dei a volta nele”, explicou.

Por fim, Armando contou que saiu rapidamente e se juntou aos outros atletas. Neco venceu a bateria, e Mandinho avançou em segundo lugar.

A estratégia por trás da virada

Antes de contar a história, Armando explicou como estudava as condições do mar e o comportamento dos adversários. Para ele, escolher o posicionamento certo era parte fundamental da competição.

Por exemplo, observava onde entravam as melhores ondas e imaginava quais manobras conseguiria executar nelas. Além disso, acompanhava as baterias anteriores para ajustar sua estratégia.

Na disputa em Haleiwa, essa leitura ajudou o brasileiro a encontrar uma saída para a marcação. Naquela época, a bateria não tinha o sistema de prioridade mencionado na conversa.

Por isso, a disputa por posicionamento tinha um peso importante. No entanto, Armando diferenciou o uso das regras de uma atitude agressiva contra o adversário.

Neco Padaratz e Kieren Perrow também aparecem no relato

O corte reúne outras lembranças da carreira de Mandinho. Entre elas, estão três derrotas seguidas para Neco Padaratz, com quem mantinha uma boa relação.

Apesar da frustração de perder repetidamente para o mesmo competidor, Armando disse que não conseguiu guardar mágoa do amigo.

Além disso, relembrou uma disputa com Kieren Perrow em Margaret River. Segundo ele, os dois encostaram as bordas das pranchas e receberam uma interferência dupla.

Essas histórias mostram como estratégia, rivalidade e amizade conviviam no circuito. O episódio com Andy, entretanto, se destaca pelo dano à prancha e pela tensão que Armando descreve.

Assista ao relato completo de Armando Daltro no Fala Papah! e descubra como ele enfrentava os duelos dentro da água.

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Havaí

Lapo Coutinho relembra história de Marcelo Biju contra três no Havaí

Lapo Coutinho relembra no Fala Papah a história de Marcelo Biju contra três homens e conta como o brasileiro conquistou respeito no Havaí.

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Marcelo Biju no Havaí

Marcelo Biju, um dos brasileiros que construíram uma forte relação com o Havaí e o North Shore. Foto: Arquivo pessoal Biju

Marcelo Biju construiu uma relação especial com o Havaí durante uma das épocas mais intensas do North Shore. No Fala Papah!, Lapo Coutinho relembra algumas dessas histórias e conta, entre elas, uma impressionante confusão em que Biju teria enfrentado três homens.

O relato faz parte do episódio em que Lapo recorda grandes tretas e personagens que marcaram sua trajetória no arquipélago. No entanto, a passagem sobre Marcelo Biju no Havaí ganhou um corte especial por reunir histórias sobre um dos brasileiros mais emblemáticos daquela geração.

Segundo Lapo, Biju já carregava a fama de ser um sujeito extremamente duro. Além disso, sua personalidade e sua disposição para enfrentar situações complicadas ajudaram a construir a reputação que ganhou durante os anos em que frequentou o Havaí.

Marcelo Biju e o respeito no Havaí

Marcelo Biju não ficou conhecido no arquipélago apenas pelas histórias de confusão. Surfista de ondas grandes, o carioca estabeleceu uma forte relação com os havaianos e acabou se tornando um brasileiro respeitado entre personagens importantes do North Shore.

Essa relação foi registrada anos depois na série “Sangue, Suor e Javalis”. O programa acompanhou a volta de Biju ao Havaí e seu reencontro com antigos amigos. A produção também mostrou sua ligação com a caça de javalis e com personagens da cultura local.

Além disso, um perfil publicado pela revista Trip relembrou sua reputação de “casca-grossa” e sua aproximação com surfistas havaianos durante suas passagens pelo arquipélago.

Lapo conta a história de Biju contra três

No Fala Papah!, porém, Lapo volta algumas décadas no tempo para contar como conheceu Biju e relembrar episódios daquele período.

Entre eles está a história que dá origem a este corte: Marcelo Biju contra três homens em uma confusão no Havaí.

O relato ajuda a mostrar como era diferente o ambiente vivido pelos brasileiros que frequentavam o North Shore naquela época. Ao mesmo tempo, Lapo contextualiza a personalidade de Biju e explica como o brasileiro foi conquistando espaço e respeito entre os locais.

Lapo tem autoridade para recuperar essas histórias. Ele viveu por muitos anos no Havaí, trabalhou como juiz profissional e acompanhou de perto diferentes gerações do surfe no North Shore. Em diversas entrevistas, ele já falou sobre localismo, brasileiros no arquipélago e sua própria trajetória no surfe havaiano.

Agora, décadas depois, algumas dessas memórias aparecem no Fala Papah!. Portanto, mais do que uma história de briga, o relato sobre Marcelo Biju também funciona como um registro de uma fase muito particular da presença brasileira no Havaí.

Veja também a história completa contada por Lapo Coutinho:

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Competições

Efeitos do corte mudam formato do Championship Tour

Entenda os efeitos do corte do Championship Tour, o novo formato de Portugal e Filipinas e como ficam os caminhos dos atletas até Pipeline.

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Miguel Pupo 26Trestles ES 0665 Emma Sharon

O corte de Trestles reduziu o grupo do Championship Tour e mudou o formato das próximas etapas da temporada. Foto: WSL / Emma Sharon

O corte do Championship Tour em Trestles definiu os surfistas que seguem para as etapas de Portugal e Filipinas. No entanto, a mudança vai muito além da redução do número de competidores. A partir de agora, o formato das baterias também muda e o seeding passa a ter um peso ainda maior no caminho de cada atleta.

No masculino, as etapas após o corte passam a reunir 24 surfistas. São os 22 primeiros do ranking, além de duas vagas destinadas a wildcards. Os seeds de 9 a 24 começam no Round 1, enquanto os oito primeiros entram diretamente no Round 2.

Dessa forma, quem está entre os oito primeiros precisa de uma vitória a menos para chegar às quartas de final.

No feminino, por outro lado, o formato é ainda mais curto. As etapas passam a reunir 16 surfistas, sendo as 14 primeiras do ranking e duas wildcards. Todas começam no Round 1 e as oito vencedoras avançam diretamente às quartas de final. Portanto, não existe Round 2 feminino nas etapas pós-corte.

Formato masculino do Championship Tour após o corte, com 24 surfistas e oito seeds entrando no Round 2. Reprodução WSL

O formato masculino passa a reunir 24 surfistas em Portugal e Filipinas, com os oito primeiros seeds entrando diretamente no Round 2.

Brasileiros podem se enfrentar em Portugal

A partir das regras e do seeding do Championship Tour, AOS Mídia contou novamente com a colaboração de Marcelo Neto para projetar como poderá ficar o chaveamento da etapa de Portugal.

Cearense, profissional da área de TI e fã de matemática, Marcelo já havia colaborado com AOS Mídia nos cálculos e diferentes cenários do corte.

Na projeção masculina, João Chianca enfrentaria Jack Robinson no Round 1. Filipe Toledo teria Liam O’Brien pela frente, enquanto Samuel Pupo enfrentaria uma das wildcards.

Enquanto isso, Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Gabriel Medina aparecem entre os oito primeiros seeds. Por isso, os quatro brasileiros entrariam diretamente no Round 2.

O chaveamento cria, inclusive, possibilidades interessantes. Caso Filipe supere Liam O’Brien, por exemplo, enfrentaria Gabriel Medina na fase seguinte. Da mesma forma, uma vitória de João Chianca sobre Jack Robinson colocaria João diante de Italo Ferreira.

Formato feminino do Championship Tour após o corte, com 16 surfistas avançando do Round 1 às quartas de final. WSL

Após o corte, o formato feminino terá 16 surfistas em Portugal e Filipinas, com as vencedoras do Round 1 avançando diretamente às quartas de final.

No feminino, Luana Silva aparece na projeção enfrentando Bettylou Sakura Johnson no Round 1. Como não existe uma segunda fase antes das quartas, a vencedora já estaria entre as oito melhores da etapa.

É importante destacar, porém, que esses confrontos são projeções baseadas no seeding e ainda não representam baterias oficializadas pela WSL. Além disso, eventuais ausências e substituições podem provocar alterações no chaveamento.

Formato masculino de Pipeline com 36 surfistas divididos por seeding entre os Rounds 1, 2, 3 e 4. WSL

Pipeline volta a reunir 36 homens e distribui as estreias em diferentes fases de acordo com o seeding de cada surfista.

Pipeline reúne novamente os atletas

Os surfistas que ficaram abaixo do corte não disputam Portugal nem Filipinas. Entretanto, isso não significa que estejam fora do restante da temporada.

Todos retornam ao Championship Tour em Pipeline. No Havaí, o masculino volta a reunir 36 surfistas, enquanto o feminino terá novamente 24 competidoras.

O formato masculino de Pipeline também oferece vantagens progressivas de acordo com o seeding. Os seeds 29 a 36 começam no Round 1. Depois, os seeds 17 a 28 entram no Round 2, enquanto os colocados entre 9 e 16 estreiam no Round 3. Finalmente, os oito primeiros seeds entram apenas no Round 4, uma vitória antes das quartas de final.

No feminino, as seeds 9 a 24 começam no Round 1. Já as oito primeiras entram diretamente no Round 2.

Também já é possível projetar alguns confrontos do Round 1 feminino em Pipeline. Como as surfistas que passaram pelo corte ainda disputarão Portugal e Filipinas, suas posições no seeding podem mudar antes da etapa havaiana. Por isso, neste momento, as projeções mais claras envolvem atletas que ficaram abaixo do corte.

Considerando também a ausência de Isabella Nichols, lesionada em Fiji, e a consequente subida de uma posição das surfistas que aparecem abaixo dela no ranking, três confrontos podem ser projetados:

Stephanie Gilmore x Brisa Hennessy
Alyssa Spencer x Tya Zebrowski
Anat Lelior x Vahine Fierro

Os demais confrontos femininos ainda dependerão dos resultados de Portugal e Filipinas e da definição do seeding para Pipeline.

Formato feminino de Pipeline com 24 surfistas e as oito primeiras seeds entrando no Round 2. WSL

No feminino, Pipeline terá 24 surfistas, com as oito primeiras seeds entrando diretamente no Round 2.

Pipeline terá pontuação especial

Além do formato diferente, Pipeline terá um peso maior na classificação. A etapa distribuirá 50% mais pontos do que uma etapa regular do Championship Tour.

O campeão receberá 15 mil pontos, enquanto o vice ficará com 11.700. Os semifinalistas somarão 9.125 pontos e quem cair nas quartas receberá 7.115.

Assim, o corte de Trestles não definiu apenas quem disputa as próximas duas etapas. Ele também mudou o formato da competição, os possíveis confrontos e o caminho que cada surfista terá até o encerramento da temporada em Pipeline.

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