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Competições

Efeitos do corte mudam formato do Championship Tour

Entenda os efeitos do corte do Championship Tour, o novo formato de Portugal e Filipinas e como ficam os caminhos dos atletas até Pipeline.

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Miguel Pupo 26Trestles ES 0665 Emma Sharon

O corte de Trestles reduziu o grupo do Championship Tour e mudou o formato das próximas etapas da temporada. Foto: WSL / Emma Sharon

O corte do Championship Tour em Trestles definiu os surfistas que seguem para as etapas de Portugal e Filipinas. No entanto, a mudança vai muito além da redução do número de competidores. A partir de agora, o formato das baterias também muda e o seeding passa a ter um peso ainda maior no caminho de cada atleta.

No masculino, as etapas após o corte passam a reunir 24 surfistas. São os 22 primeiros do ranking, além de duas vagas destinadas a wildcards. Os seeds de 9 a 24 começam no Round 1, enquanto os oito primeiros entram diretamente no Round 2.

Dessa forma, quem está entre os oito primeiros precisa de uma vitória a menos para chegar às quartas de final.

No feminino, por outro lado, o formato é ainda mais curto. As etapas passam a reunir 16 surfistas, sendo as 14 primeiras do ranking e duas wildcards. Todas começam no Round 1 e as oito vencedoras avançam diretamente às quartas de final. Portanto, não existe Round 2 feminino nas etapas pós-corte.

Formato masculino do Championship Tour após o corte, com 24 surfistas e oito seeds entrando no Round 2. Reprodução WSL

O formato masculino passa a reunir 24 surfistas em Portugal e Filipinas, com os oito primeiros seeds entrando diretamente no Round 2.

Brasileiros podem se enfrentar em Portugal

A partir das regras e do seeding do Championship Tour, a AOS Mídia contou novamente com a colaboração de Marcelo Neto para projetar como poderá ficar o chaveamento da etapa de Portugal.

Cearense, profissional da área de TI e fã de matemática, Marcelo já havia colaborado com a AOS Mídia nos cálculos e diferentes cenários do corte.

Na projeção masculina, João Chianca enfrentaria Jack Robinson no Round 1. Filipe Toledo teria Liam O’Brien pela frente, enquanto Samuel Pupo enfrentaria uma das wildcards.

Enquanto isso, Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Gabriel Medina aparecem entre os oito primeiros seeds. Por isso, os quatro brasileiros entrariam diretamente no Round 2.

O chaveamento cria, inclusive, possibilidades interessantes. Caso Filipe supere Liam O’Brien, por exemplo, enfrentaria Gabriel Medina na fase seguinte. Da mesma forma, uma vitória de João Chianca sobre Jack Robinson colocaria João diante de Italo Ferreira.

Formato feminino do Championship Tour após o corte, com 16 surfistas avançando do Round 1 às quartas de final. WSL

Após o corte, o formato feminino terá 16 surfistas em Portugal e Filipinas, com as vencedoras do Round 1 avançando diretamente às quartas de final.

No feminino, Luana Silva aparece na projeção enfrentando Bettylou Sakura Johnson no Round 1. Como não existe uma segunda fase antes das quartas, a vencedora já estaria entre as oito melhores da etapa.

É importante destacar, porém, que esses confrontos são projeções baseadas no seeding e ainda não representam baterias oficializadas pela WSL. Além disso, eventuais ausências e substituições podem provocar alterações no chaveamento.

Formato masculino de Pipeline com 36 surfistas divididos por seeding entre os Rounds 1, 2, 3 e 4. WSL

Pipeline volta a reunir 36 homens e distribui as estreias em diferentes fases de acordo com o seeding de cada surfista.

Pipeline reúne novamente os atletas

Os surfistas que ficaram abaixo do corte não disputam Portugal nem Filipinas. Entretanto, isso não significa que estejam fora do restante da temporada.

Todos retornam ao Championship Tour em Pipeline. No Havaí, o masculino volta a reunir 36 surfistas, enquanto o feminino terá novamente 24 competidoras.

O formato masculino de Pipeline também oferece vantagens progressivas de acordo com o seeding. Os seeds 29 a 36 começam no Round 1. Depois, os seeds 17 a 28 entram no Round 2, enquanto os colocados entre 9 e 16 estreiam no Round 3. Finalmente, os oito primeiros seeds entram apenas no Round 4, uma vitória antes das quartas de final.

No feminino, as seeds 9 a 24 começam no Round 1. Já as oito primeiras entram diretamente no Round 2.

Formato feminino de Pipeline com 24 surfistas e as oito primeiras seeds entrando no Round 2. WSL

No feminino, Pipeline terá 24 surfistas, com as oito primeiras seeds entrando diretamente no Round 2.

Pipeline terá pontuação especial

Além do formato diferente, Pipeline terá um peso maior na classificação. A etapa distribuirá 50% mais pontos do que uma etapa regular do Championship Tour.

O campeão receberá 15 mil pontos, enquanto o vice ficará com 11.700. Os semifinalistas somarão 9.125 pontos e quem cair nas quartas receberá 7.115.

Assim, o corte de Trestles não definiu apenas quem disputa as próximas duas etapas. Ele também mudou o formato da competição, os possíveis confrontos e o caminho que cada surfista terá até o encerramento da temporada em Pipeline.

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Competições

Hugo Bittencourt debate desafios dos atletas no surfe

Hugo Bittencourt publica carta aberta sobre competições, patrocínio, redes sociais e os desafios enfrentados por atletas no surfe brasileiro.

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Hugo Bittencourt propõe debate sobre os desafios dos atletas de competição no surfe brasileiro. Foto: Sebastian Rojas

Hugo Bittencourt propõe debate sobre os desafios dos atletas de competição no surfe brasileiro. Foto: Sebastian Rojas

Ex-integrante da Seleção Brasileira Júnior, Hugo Bittencourt publicou uma carta aberta em que apresenta sua visão sobre os desafios enfrentados por atletas de competição no Brasil. Além disso, no texto, o carioca aborda oportunidades, campeonatos, premiações, custos para manter uma carreira, patrocínio e a crescente importância das redes sociais no mercado do surfe.

Hugo procurou a AOS Mídia para ampliar o alcance de sua manifestação e da discussão proposta por ele. Por isso, ao considerar o tema relevante, a AOS abriu espaço para a publicação e também para diferentes perspectivas sobre as questões levantadas.

Trajetória nas competições

Hugo Bittencourt vive o surfe há mais de duas décadas. No início dos anos 2000, ele se destacou no circuito brasileiro amador, com vitórias em etapas nacionais nas categorias de base.

Em seguida, em 2003, representou o Brasil no Mundial Júnior da ISA, disputado em Durban, na África do Sul. Naquele ano, a Seleção Brasileira conquistou o título mundial por equipes.

Mais de duas décadas depois, Hugo segue ligado às competições. Em 2024, por exemplo, venceu uma etapa do CBSurf Master Tour na categoria Master 35+.

Competições e oportunidades

Um dos principais pontos levantados na carta é a importância dos campeonatos para quem busca construir e manter uma carreira competitiva. Para Hugo, uma competição representa mais do que a possibilidade de conquistar um resultado.

Ao explicar esse papel, ele escreveu: “Para o atleta, campeonato é trabalho: é oportunidade, é renda, é experiência, é ranking, é exposição, é carreira.”

Além disso, Hugo chama atenção para os custos necessários para manter uma rotina de alta performance. Entre eles estão alimentação, academia, equipamentos, viagens, passagens, hospedagem e preparação física e mental.

Nesse contexto, o surfista considera que a falta de segurança financeira também pode interferir diretamente no desempenho. Segundo ele, “não existe alta performance quando a cabeça está preocupada em como pagar o aluguel no final do mês”.

Diante desse cenário, Hugo defende a criação de mais oportunidades de competição, o aumento das premiações e calendários que permitam aos atletas planejar melhor suas temporadas.

Redes sociais e patrocínio

Além das competições, a carta dedica espaço às mudanças no mercado e na relação entre atletas e patrocinadores. Ao mesmo tempo, Hugo reconhece que produzir conteúdo e se comunicar pelas redes sociais passou a fazer parte do esporte moderno. No entanto, ele questiona o peso que os números das plataformas podem ter na valorização de um atleta.

Sobre esse ponto, Hugo faz um alerta: “Precisamos tomar cuidado para não criar um cenário onde o melhor surfista deixa de ser valorizado porque não é o melhor influenciador.”

Por outro lado, nem todo atleta tem perfil ou interesse em atuar como influenciador, segundo a avaliação apresentada por Hugo. Ainda assim, esses competidores podem conquistar campeonatos, representar uma geração, inspirar novos surfistas e gerar valor esportivo para seus patrocinadores.

Dessa forma, sua reflexão não se limita ao número de campeonatos. A carta também aborda a maneira como o atleta competitivo se relaciona com marcas, entidades, organizadores e com o próprio mercado.

O futuro do atleta

Ao final da carta, Hugo propõe que diferentes setores do surfe discutam caminhos para tornar uma carreira competitiva mais sustentável. Entre as possibilidades citadas estão novas formas de patrocínio e uma maior aproximação entre marcas e atletas.

Nesse sentido, ele resume parte de sua reivindicação: “O surfista não precisa de privilégio; precisa de oportunidade, precisa de respeito, precisa de estrutura e precisa conseguir viver dignamente do esporte que dedica sua vida para representar.”

Por fim, a carta apresenta a visão de Hugo Bittencourt a partir de sua experiência e de sua relação com o surfe ao longo dos anos. A partir dessa discussão, a AOS Mídia abre espaço para atletas, marcas, entidades, organizadores e demais pessoas ligadas ao esporte que queiram apresentar outras perspectivas sobre os temas levantados.

Para quem quiser conhecer a manifestação completa, a carta de Hugo Bittencourt está disponível no carrossel publicado pela AOS Mídia no Instagram (clique aqui ou leia abaixo).

 

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Competições

Yago Dora lidera ranking e mira vantagem no CT

Yago Dora recupera a liderança do ranking mundial e mira as etapas de Portugal e Filipinas antes da decisão do CT em Pipeline.

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Yago Dora 26Trestles ES 1055 Emma Sharon

Yago Dora retomou a liderança do ranking mundial após chegar à semifinal da etapa de Trestles, na Califórnia. Foto: WSL / Emma Sharon

De volta ao topo do ranking e num momento estratégico, faltando apenas três etapas para o final do Championship Tour (CT), a elite do surfe mundial, o brasileiro Yago Dora quer construir uma vantagem nas próximas duas disputas, de olho no bicampeonato da World Surf League (WSL).

O atual campeão mundial recuperou a “lycra amarela”, destinada ao líder, com o terceiro lugar na nona etapa, em Trestles, Califórnia, Estados Unidos. Além disso, o resultado ressalta sua regularidade na temporada. Em seis das nove etapas, Yago figurou entre os cinco melhores, com uma vitória, um segundo, dois terceiros e dois quintos lugares.

Agora, o atleta já projeta seus próximos dois desafios, em ondas que lhe favorecem. Primeiro, Portugal, onde defende o título. Depois, a estreia nas Filipinas. O objetivo é chegar em ótimas condições à emblemática disputa de Pipeline, o templo do surfe, no Havaí, um palco onde se sente à vontade.

“Feliz de retomar a lycra amarela em um momento importante do ano. Sei que o que importa é lá na frente, depois da última etapa, mas é bom para conseguir estar nessa posição e tentar construir uma vantagem em relação aos adversários. Então, agora é olhar para frente nessas próximas duas etapas, antes da final em Pipe, e focar para ganhar uma distância”, comenta o surfista da equipe Vissla.

Yago Dora 26Trestles PNN 3537 Pat Nolan

Atual campeão mundial, Yago Dora encara as etapas de Portugal e Filipinas antes do encerramento da temporada em Pipeline, no Havaí. Foto: WSL / Pat Nolan

Portugal é o próximo desafio de Yago Dora

Yago retorna ao Brasil para um período de treinos e descanso antes da etapa de Portugal, em Supertubos, Peniche, de 16 a 25 de outubro.

A etapa portuguesa traz uma motivação especial. Afinal, Yago chega como atual campeão da competição e conhece bem as características de Supertubos.

“Dá uma motivação a mais saber que eu sou defensor do título da etapa de Portugal. Sei do meu potencial naquela onda e que posso extrair bons resultados lá”, comenta.

Na sequência, o Championship Tour segue para as Filipinas. A etapa de Cloud 9 será realizada de 31 de outubro a 10 de novembro, em Surigao del Norte. Será a primeira experiência de Yago na disputa.

Depois das duas etapas, o circuito terá seu encerramento em Pipeline, no Havaí, entre 8 e 20 de dezembro.

Regularidade marca temporada

Yago também fala da regularidade na temporada, ainda mais vindo de um título mundial, quando a expectativa sempre é maior.

“Todo mundo sabe como é difícil seguir nesse ritmo e lutar por mais um título em sequência. Estou feliz com o jeito que o ano está correndo para mim e me mantendo nas posições mais altas”, diz.

Além disso, o atual campeão mundial já projeta a disputa nas Filipinas e a última etapa no Havaí.

“Será a minha primeira vez e estou bem curioso pra ir. Pipe também é uma das minhas etapas favoritas do circuito e acho que vai ser superbacana ter a finalização do ano lá de volta no Havaí. Sei que tem muito trabalho a ser feito ainda, mas está tudo caminhando bem”, avalia.

Assim, Yago entra nas três últimas etapas novamente na liderança e com o objetivo de construir uma vantagem antes de Pipeline. Ao mesmo tempo, o brasileiro tenta manter a regularidade apresentada ao longo de 2026 na busca pelo segundo título mundial consecutivo.

Yago Dora compete com o patrocínio master da Vissla e copatrocínios de Ademicon, C6 Bank, Monster, Sym Dafra, Praya, Brasil Surfe Clube, On, Ford, The Natural One, Waaw, Integral Médica, FCS, Evoke, Lev, Monte Dourado, Redoma, Mayheim by Lost e Bolsa Atleta.

Com informações enviadas por Fabio Maradei, assessor de imprensa de Yago Dora.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 define campeões em Maresias

Hang Loose Surf Attack 2026 define campeões em Maresias. Veja os vencedores da etapa, os títulos do circuito e os destaques da temporada.

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Carol Bastides e Bernardo Pires, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Carol Bastides e Bernardo Pires comemoram os títulos do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

O Hang Loose Surf Attack 2026 chegou ao fim no sábado (19), na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Com isso, a terceira e última etapa definiu os campeões da competição e também os títulos da temporada nas categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino.

Clique aqui para ver os resultados e rankings completos

Dessa forma, John Muller, Vini Palma, Bernardo Pires, Julia Stefani, Isabel Meyer, Alexia Oliveira e Maria Clara subiram ao lugar mais alto do pódio na etapa decisiva. Bernardo, por sua vez, conquistou uma dobradinha ao vencer tanto a Sub-12 quanto a Sub-14.

Além disso, sete dos oito vencedores em Maresias terminaram a temporada como campeões de suas respectivas categorias. Nesse caso, a única mudança aconteceu na Sub-16 feminina: Isabel Meyer venceu a etapa, enquanto Carol Bastides conquistou o título do circuito.

Vini Palma, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Vini Palma, campeão da Sub-16 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Resultados da terceira etapa do Hang Loose Surf Attack

A seguir, confira os quatro finalistas de cada categoria na terceira e última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026.

Feminino

Sub-12
1º Maria Clara (GUA)
2º Ayla Lopes (PB)
3º Laura de Souza (SAN)
4º Nayma Mathey (UBA)

Sub-14
1º Alexia Oliveira (PB)
2º Isabel Meyer (BER)
3º Maria Clara (GUA)
4º Gabriela Rigo (UBA)

Sub-16
1º Isabel Meyer (BER)
2º Isabelly Knut (SAN)
3º Carol Bastides (PGD)
4º Eduarda Stefani (PGD)

Sub-18
1º Julia Stefani (PGD)
2º Carol Bastides (PGD)
3º Alexia Oliveira (PB)
4º Mariana Elias (UBA)

Masculino

Sub-12
1º Bernardo Pires (PGD)
2º Thomaz Monteiro (SSB)
3º Alex Russo (UBA)
4º Kalani Sakugawa (BER)

Sub-14
1º Bernardo Pires (PGD)
2º Theo Baladi (SSB)
3º Izau Signorini (SVI)
4º Eric Grattz (ES)

Sub-16
1º Vini Palma (PGD)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Matheus Jhones (GUA)
4º Izau Signorini (SVI)

Sub-18
1º John Muller (GUA)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Kalani Robles (UBA)
4º Eduardo Mulford (UBA)

Resultado por associações em Maresias

Na disputa entre as associações, Ubatuba também terminou a etapa decisiva na liderança. Em seguida, Guarujá e Praia Grande completaram as três primeiras posições.

1º Ubatuba (UBA) — 11.251 pontos
2º Guarujá (GUA) — 9.580 pontos
3º Praia Grande (PGD) — 9.286 pontos
4º Santos (SAN) — 8.551 pontos
5º São Sebastião (SSB) — 7.487 pontos
6º Bertioga (BER) — 3.045 pontos
7º Caraguatatuba (CAR) — 2.915 pontos
8º Mongaguá (MON) — 2.063 pontos
9º Itanhaém (ITA) — 1.718 pontos
10º São Vicente (SVI) — 1.095 pontos
11º Grande São Paulo (GSP) — 1.088 pontos
12º Peruíbe (PER) — 1.035 pontos
Ilhabela (ILB) — 0 ponto, sem classificação.

Alexia Oliveira, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Alexia Oliveira, campeã da Sub-14 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Ranking final do Hang Loose Surf Attack 2026

Depois da decisão em Maresias, o ranking final confirmou os campeões da temporada. No masculino, John Muller conquistou o título da Sub-18, enquanto Vini Palma terminou no topo da Sub-16. Já Bernardo Pires fechou a temporada com dois títulos, nas categorias Sub-12 e Sub-14.

No feminino, por sua vez, Julia Stefani foi campeã da Sub-18, enquanto Carol Bastides levou a Sub-16. Além disso, Alexia Oliveira conquistou a Sub-14. Por fim, Maria Clara terminou na liderança da Sub-12.

Dessa maneira, confira os quatro primeiros colocados de cada categoria após as três etapas do circuito.

Maria Clara, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Maria Clara, campeã da Sub-12 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Feminino

Sub-18
1º Julia Stefani — 3.055 pontos
2º Carol Bastides — 2.690 pontos
3º Alexia Oliveira — 2.583 pontos
4º Isabel Meyer — 2.140 pontos

Sub-16
1º Carol Bastides — 2.765 pontos
2º Isabel Meyer — 2.725 pontos
3º Isabelly Knut — 2.400 pontos
4º Mariana Elias — 2.250 pontos

Sub-14
1º Alexia Oliveira — 3.170 pontos
2º Isabel Meyer — 2.880 pontos
3º Maria Clara — 2.685 pontos
4º Catarina Kobayashi — 2.113 pontos

Sub-12
1º Maria Clara — 3.500 pontos
2º Fernanda Pina — 2.423 pontos
3º Nayma Mathey — 2.405 pontos
4º Laura Kanagusiku — 2.113 pontos

Masculino

Sub-18
1º John Muller — 3.360 pontos
2º Kalani Robles — 2.685 pontos
3º Calebe Simoes — 2.240 pontos
4º Bryan Almeida — 2.085 pontos

Sub-16
1º Vini Palma — 3.170 pontos
2º Calebe Simoes — 2.760 pontos
3º Nicolas Pereira — 2.403 pontos
4º Saymon Rocha — 2.145 pontos

Sub-14
1º Bernardo Pires — 2.725 pontos
2º Matheus Jhones — 2.645 pontos
3º Izau Signorini — 2.565 pontos
4º Theo Baladi — 2.400 pontos

Sub-12
1º Bernardo Pires — 2.780 pontos
2º Thomaz Monteiro — 2.750 pontos
3º Rafael Miranda — 2.525 pontos
4º Kalani Sakugawa — 1.865 pontos

Ranking final por associações

Depois das três etapas, Ubatuba confirmou o título entre as associações. Além disso, Guarujá terminou em segundo, enquanto Praia Grande ficou com a terceira posição.

1º Ubatuba (UBA) — 3.500 pontos
2º Guarujá (GUA) — 3.010 pontos
3º Praia Grande (PGD) — 2.555 pontos
4º Santos (SAN) — 2.285 pontos
5º São Sebastião (SSB) — 2.195 pontos
6º Bertioga (BER) — 2.013 pontos
7º Caraguatatuba (CAR) — 1.876 pontos
8º Mongaguá (MON) — 1.848 pontos
9º Grande São Paulo (GSP) — 1.783 pontos
10º Itanhaém (ITA) — 1.750 pontos
11º São Vicente (SVI) — 1.669 pontos
12º Peruíbe (PER) — 1.068 pontos
13º Ilhabela (ILH) — 450 pontos

Júlia Stefani e John Muller, Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Júlia Stefani e John Muller, campeões da Sub-18 do Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

Do Mundial Júnior para Maresias

Enquanto isso, a decisão do Hang Loose Surf Attack também reuniu atletas que, poucos dias antes, estavam em El Salvador representando o Brasil no Mundial Júnior da ISA.

Ao todo, cinco atletas do Surf Attack fizeram parte da Seleção Brasileira que conquistou o bronze por equipes: John Muller, Kalani Robles, Carol Bastides, Julia Stefani e Giovanna Rocha. Além do resultado coletivo, John voltou de El Salvador com a medalha de cobre individual na Sub-18.

Poucos dias depois, quatro desses cinco atletas subiram ao pódio em Maresias. John Muller e Julia Stefani venceram suas categorias, enquanto Kalani Robles e Carol Bastides terminaram em terceiro.

Além disso, os resultados do ranking final reforçaram o desempenho do grupo. John foi campeão da Sub-18 e Carol conquistou a Sub-16. Por sua vez, Kalani encerrou o Hang Loose Surf Attack como vice-campeão da Sub-18.

Terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Erik Medalha

Pódio das associações do Hang Loose Surf Attack 2026, com Ubatuba no topo do ranking. Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence entre as associações

Da mesma forma, a disputa entre as associações terminou com Ubatuba no topo. A equipe venceu a terceira etapa e, com isso, confirmou também a primeira colocação no ranking final da temporada.

Na sequência, apareceram Guarujá e Praia Grande. Além disso, Santos ficou na quarta posição, enquanto São Sebastião terminou em quinto. Dessa forma, as cinco primeiras associações repetiram exatamente as mesmas posições na etapa de Maresias e no ranking final do circuito.

Assim, Maresias encerrou mais uma temporada de um dos tradicionais circuitos de formação do surfe brasileiro. Ao longo de sua história, o Surf Attack revelou nomes que posteriormente chegaram à elite mundial, entre eles Adriano de Souza, Gabriel Medina e Filipe Toledo.

Ao mesmo tempo, uma nova geração encerra 2026 com títulos, pódios e experiência internacional já acumulada.

Isabel Meyer e Bernardo Pires entre os destaques da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

Isabel Meyer e Bernardo Pires entre os destaques da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

Patrocínio e apoios

A terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve patrocínio da Hang Loose. Além disso, o evento contou com apoio da Fu Wax, A Firma Pizzas, Tachão de Ubatuba, 4 Telecom e Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de São Sebastião.

Também apoiaram a etapa a Associação de Surf de São Sebastião (ASSS) e a Associação de Surf de Maresias (ASM). Por fim, a homologação foi da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf), enquanto a hospedagem oficial foi a Pousada Maréatoa.

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