Brasil
Sábado de praia cheia de show de surf em Imbituba
Praia cheia, ativações na areia e high scores na água marcam o penúltimo dia do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025 em Imbituba (SC).
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1 ano atrásem
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Alexandre Aquino
Penúltimo dia da etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025 tem mais um dia de praia lotada na Vila, em Imbituba (SC). Foto: Marcio David / WSL Brasil
O penúltimo dia da terceira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025 amanheceu com sol forte, praia cheia e boas condições de onda em Imbituba (SC), apesar de o mar ter baixado em relação aos dias anteriores. As melhores formações apareceram mais para o lado direito da praia da Vila, garantindo ação de qualidade e high scores nas baterias de 30 minutos.
A programação começou com o Round 16 do Feminino, seguido pelo Round 16 do Masculino. Logo depois, o evento promoveu a BB Surf Celebration, uma bateria especial de exibição com convidados ilustres do surfe brasileiro. Entre uma ação e outra na areia, como o mutirão do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias e o WSL Novas Ondas, foi a vez das meninas voltarem para a água para a decisão das Quartas de Final.
O Finals Day está previsto para este domingo, com chamada programada para às 7h30, para possível início às 8h. O evento terá reinício com as Quartas de Final do Masculino, seguido pelas Semifinais do Feminino e do Masculino, antes das grandes Finais. Para fechar com chave de ouro, a banda catarinense Dazaranha sobe ao palco na Vila para celebrar o encerramento da competição.

Lucas Haag vai para o Finals Day da etapa válida pelo QS da WSL em Imbituba. Foto: Marcio David / WSL Brasil
Quartas de final masculinas definidas com despedida de favoritos em Imbituba
A ação deste sábado definiu os oito nomes que seguem vivos na disputa pelo título da etapa de Imbituba do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025. O dia foi marcado por viradas emocionantes, margens de pontuação apertadas e pela despedida de alguns dos maiores destaques das rodadas anteriores.
Logo na primeira bateria, dois atletas que se destacaram nos confrontos anteriores deram adeus ao evento. Mateus Herdy (BRA), em excelente fase, chegou a receber uma nota 7.77 com um aéreo bem executado, sua aposta nos últimos embates, mas seu somatório de 13.17 pontos não foi suficiente para avançar. Quem levou a melhor foi Jadson André (BRA), que surfou com consistência para somar 13.43 pontos e seguir em primeiro, com Caio Costa (BRA) em segundo, deixando Patrick Plachi (BRA) fora do Finals Day.
“A bateria foi muito difícil, a molecada tá quebrando muito. O Mateus é, sem dúvida, um dos nossos maiores talentos atualmente. Sabia que só ia passar se pegasse as melhores ondas e surfasse com tudo. Graças a Deus deu certo. Tenho uma conexão muito forte com Imbituba, aqui as coisas simplesmente acontecem, é até difícil explicar”, disse Jadson após a vitória.
Na bateria de número 2, Miguel Pupo (BRA) também se despediu da competição em uma disputa muito acirrada, decidida no final do último terço dos 30 minutos do confronto. Eliminado junto com Vitor Ferreira (BRA), Miguel viu de perto as vagas nas Quartas ficarem com Heitor Mueller (BRA) e Matheus Navarro (BRA), que quebrou em uma longa direita com sete manobras muito bem conectadas que lhe renderam a liderança do embate.
Na sequência, apesar da derrota do irmão, Samuel Pupo (BRA) manteve o sobrenome da família na disputa do Circuito Banco do Brasil de Surfe na Praia da Vila e apresentou uma das melhores performances do dia. Com um somatório de 14.67 pontos (8.00 e 6.67 pontos), ele garantiu a vaga no domingo decisivo com um surfe variado, abusando das batidas e reverses, terminando com um high score muito aplaudido nas areias da Vila.
No mesmo confronto, Lucas Haag (BRA) protagonizou uma virada emocionante nos minutos finais, carimbando seu nome na rodada seguinte ao totalizar 12.90 pontos de média. Pupo e Haag eliminaram Daniel Templar (BRA), que vinha liderando seus confrontos desde o primeiro dia de disputas, e Ryan Kainalo (BRA), surfista da novíssima geração que também estava muito consistente na competição.
Na última disputa do dia no masculino, Weslley Dantas (BRA) confirmou sua fase dominante no circuito sul-americano. Ele venceu a bateria com 14.16 pontos, a maior média do dia, mostrando versatilidade e leitura precisa das direitas bem escolhidas. O australiano Ben Zanatta (AUS) foi outro que brilhou novamente, com uma nota 8.17, eliminando Gabriel Klaussner (BRA) e o argentino Franco Radziunas (ARG). Zanatta é agora o único não-brasileiro entre os oito surfistas que entraram em ação no domingo.
“O mar baixou, mas estava perfeito para algumas manobras e aéreos. Eu sabia que ia ser uma bateria complicada, mas consegui achar as ondas certas. Estou feliz por avançar mais uma vez”, comentou Weslley, que já garantiu vaga no Challenger anteriormente e atualmente lidera o ranking do QS na América do Sul com autoridade após uma temporada recheada de bons resultados.
Silvana Lima e Laura Raupp voltam a se enfrentar em fase decisiva em Imbituba
O sábado também foi decisivo para a chave feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025. Silvana Lima (BRA) e Laura Raupp (BRA) avançaram às semifinais e se reencontram mais uma vez em fases decisivas, repetindo o duelo que já ocorreu quatro vezes em eventos recentes.
Silvana começou o dia em grande estilo. Na segunda bateria do Round das 16, ela marcou 8.33 pontos, a maior nota do evento feminino. A nota foi construída com uma combinação de rasgada e duas batidas executadas com muita fluidez, força e velocidade.
“Nossa, estou muito feliz. Consegui surfar super bem aquela onda do oito. Realmente não consegui trocar o 4 porque o mar está bem loteria ali. Quando você está com a quarta prioridade é difícil virem três, quatro séries… vem uma ou duas. Mas amarradona de ter mostrado um pouquinho do meu surfe”, celebrou Silvana após a performance.
As duas garantiram lugar na Semifinal ao vencerem suas respectivas baterias nas Quartas de Final. Laura Raupp superou a jovem peruana Brianna Barthelmess (PER) na primeira bateria mulher-a-mulher do dia. Na sequência, Silvana eliminou Maria Eduarda Cesar (BRA) com mais uma atuação sólida.
“Eu fico super animada de ver essa nova geração quebrando, me dando uma dura. A Laura só tem me dado dura nas finais. Nessas baterias de quatro passando duas ela me libera ainda (risos). Mas eu me sinto super orgulhosa de mim mesma, de inspirar todas essas meninas a irem atrás dos sonhos delas, a ficarem entre as melhores do mundo. E eu tô aqui fazendo o que eu amo, eu amo surfar, amo competir, e espero que eu fique ainda um bom tempo dando trabalho pra essa nova geração”, disse Silvana.
Além das classificadas, o Brasil sofreu duas baixas importantes nas Quartas. Tainá Hinckel (BRA), vencedora da última etapa do Circuito em Natal e atual líder do ranking sul-americano da WSL, foi eliminada pela peruana Catalina Zariquiey (PER). No último confronto do dia, Alexia Monteiro (BRA) foi derrotada pela experiente Daniella Rosas (PER).
No domingo decisivo, Laura e Silvana se enfrentam no primeiro confronto, enquanto Catalina e Daniella se encontram na segunda bateria.

O sábado foi marcado por muitas ações na praia da Vila, em Imbituba. Foto: Christian Bender
Ação especial marca o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias durante o evento
A manhã desta sexta-feira foi marcada por uma mobilização especial na Praia da Vila, como parte das atividades paralelas do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025. Em celebração ao Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, o evento promoveu uma grande ação de conscientização ambiental em parceria com o Instituto EcoSurf.
A iniciativa reforça o compromisso do Circuito com a sustentabilidade, um dos pilares centrais do projeto, e ganha ainda mais relevância por acontecer na capital nacional da baleia-franca, berço de uma biodiversidade única e frágil.
“A presença de resíduos nos ambientes naturais é um problema recorrente. Muitos desses materiais acabam sendo levados pelos rios até os oceanos, impactando diretamente a vida marinha”, destacou Amanda Suita, bióloga e coordenadora do Instituto EcoSurf, que também lidera as ações ambientais do Circuito.
A ação contou com o apoio de diversas entidades, como associações de surf e pesca, moradores locais, as Secretarias de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente, e de Infraestrutura, além da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos e do Laboratório de Zoologia.
Além da coleta de resíduos, será produzido um relatório técnico com os materiais recolhidos, contribuindo para o mapeamento do impacto ambiental na região. A UDESC também compartilhou dados sobre os efeitos da poluição na fauna marinha: “Encontramos com frequência resíduos sólidos no trato digestivo de animais marinhos. Ações como essa são fundamentais para a preservação das espécies”, destacou um dos pesquisadores presentes.
Com a mobilização, o Circuito Banco do Brasil de Surfe segue mostrando que o esporte pode ser uma poderosa ferramenta de transformação, promovendo não apenas competição de alto nível, mas também consciência ambiental e cidadania.

BB Surfe Celebration reúne lendas do surfe em bateria especial. Foto: Marcio David / WSL Brasil
BB Surf Celebration homenageia ídolos do passado em bateria simbólica na praia da Vila
Um momento especial de celebração à história do esporte com a realização da BB Surfe Celebration, uma bateria de exibição que reuniu nomes consagrados do surfe nacional, todos vestindo a lycra amarela em clima de festa e reverência, sem caráter competitivo.
Sem a necessidade de definir um vencedor, a bateria foi um tributo à trajetória de grandes ídolos que marcaram época dentro e fora da água. Entre os convidados estava Renan Rocha, ex-integrante da elite do Championship Tour por 15 temporadas. Rocha foi protagonista de momentos memoráveis no surfe mundial, como sua nota 10 em uma lendária bateria do Pipe Masters contra Shane Beschen — na época, recordista absoluto ao somar 30 pontos quando o critério era baseado na soma das três melhores ondas. Renan se despediu do circuito profissional em 2006, em uma etapa do QS.
Outro nome de destaque foi o da catarinense Jacqueline Silva, pioneira do surfe feminino de competição no Brasil. Vice-campeã mundial em 2002 e integrante do CT a partir de 1999, Jacque segue fazendo história fora da água como árbitra e referência técnica, sendo uma das vozes femininas mais respeitadas no julgamento de campeonatos no país. Na bateria, ela surfou de frontside para as direitas da Praia da Vila, enquanto Renan optou pelo backside nas mesmas ondas.

Prefeito Michell Peninha rouba a cena na praia da Vila. Foto: Marcio David / WSL Brasil
A bateria ainda contou com Piu Pereira, santista radicado em Santa Catarina e um dos primeiros brasileiros a se destacar no circuito mundial; Fábio Carvalho, tricampeão catarinense e nome histórico do surfe no estado; além do anfitrião Michel “Peninha”, atual prefeito de Imbituba e entusiasta da cultura do surfe local.
A BB Surfe Celebration reforça o compromisso do Circuito Banco do Brasil de Surfe em valorizar a memória esportiva brasileira, conectando diferentes gerações de surfistas e reconhecendo quem abriu caminho para o atual momento de protagonismo do Brasil nas ondas do mundo.
Além da bateria festiva que homenageou ídolos do passado, o sábado também foi marcado por uma ação especial voltada para o futuro do surfe. O programa WSL Novas Ondas desembarcou em Imbituba com uma atividade imersiva voltada para crianças da comunidade local.
Os surfistas Lucas Costa (BRA), Sophia Gonçalves (BRA) e Jadson André participaram da iniciativa, promovendo um bate-papo inspirador seguido de uma aula prática de surfe na Praia da Vila. A ação proporcionou às crianças a oportunidade de vivenciar o esporte de perto, aprendendo com atletas profissionais e fortalecendo a conexão com o mar e com os valores do surfe.
Para mais informações, visite WorldSurfLeague.com.
Bahia
Vladimir Brichta em Itacaré: memórias e carinho pela cidade
Vladimir Brichta relembra sua ligação com Itacaré, as histórias em família e as mudanças da cidade em conversa no Fala Papah!
Publicado
3 dias atrásem
18/10/2026Por
aos-midia
No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Foto: Divulgação Fala Papah!
As lembranças de Vladimir Brichta em Itacaré envolvem família, surfe e uma relação que atravessa diferentes fases da vida. Em entrevista ao Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, o ator contou por que a cidade do litoral sul da Bahia continua sendo um lugar especial para ele.
Durante a conversa, Vladimir relembrou a infância e a adolescência, falou dos encontros familiares e comentou as transformações que acompanhou. Além disso, reconheceu as oportunidades trazidas pelo crescimento e destacou a importância de preservar a natureza e valorizar os moradores.
Um lugar para voltar com a família
A ligação com Itacaré passa pela presença da mãe, que construiu sua vida na região. Segundo Vladimir, o sítio da família preserva referências importantes de sua trajetória, incluindo a represa onde costuma tomar banho.
Por isso, voltar ao lugar representa também um reencontro com suas próprias lembranças. O ator contou que gosta de levar os filhos e compartilhar com eles esse espaço de afeto.
Essa relação aparece nas comemorações familiares. Na entrevista, Vladimir lembrou que escolheu Itacaré para celebrar seus aniversários de 40 e 50 anos. Assim, reuniu pessoas próximas em um lugar que ocupa uma posição importante em sua história.
As mudanças de Itacaré ao longo dos anos
Ao comparar diferentes épocas, Vladimir reconheceu que a cidade mudou bastante. No entanto, deixou claro que não espera encontrar tudo exatamente como era durante sua infância.
Para ele, o crescimento também significa oportunidades para quem vive ali. Afinal, os moradores precisam trabalhar, desenvolver seus negócios e ter acesso a serviços, cultura e lazer.
Nesse contexto, o ator relembrou a participação da mãe em discussões sobre o futuro da cidade. Uma de suas preocupações era incentivar os moradores a manter seus terrenos e buscar condições para criar os próprios negócios.
Dessa forma, a conversa aborda uma questão que acompanha muitos destinos turísticos: como permitir que a população local participe dos benefícios do crescimento.
Natureza e desenvolvimento na mesma conversa
Vladimir também destacou o valor do patrimônio natural de Itacaré. Em sua visão, o desenvolvimento deve caminhar junto com o cuidado ambiental.
Ao falar desse assunto, ele demonstrou preocupação com intervenções que possam prejudicar a paisagem. Entretanto, também reconheceu a satisfação de ver pessoas da cidade conquistando espaço e construindo suas trajetórias.
O relato combina, portanto, saudade e reconhecimento das mudanças positivas. Mais do que desejar uma cidade parada no tempo, Vladimir fala sobre o cuidado com aquilo que torna o lugar especial.
O encanto que continua
Na parte final da conversa, o ator destacou iniciativas culturais, a participação dos moradores e as opções de gastronomia. Além disso, comentou como a organização da comunidade pode contribuir para o futuro da cidade.
Essas observações ajudam a entender por que Itacaré continua presente em sua vida. As lembranças permanecem, enquanto novos encontros e experiências ampliam essa relação.
No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.
E você: qual lembrança guarda de Itacaré? Compartilhe nos comentários.
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Brasil
Surfland vale a pena? Vlog mostra primeira experiência na piscina de ondas
Surfland em Garopaba é cenário do novo vlog do Fala Papah, com ondas, bastidores, encontros e os desafios da primeira experiência na piscina.
Publicado
6 dias atrásem
15/10/2026Por
aos-midiaA Surfland em Garopaba, Santa Catarina, é o cenário do novo episódio do Fala Papah!. No vlog, o jornalista Ader Oliveira mostra sua primeira experiência em uma piscina de ondas. Além disso, apresenta os bastidores de uma viagem marcada por reencontros, muito surfe e situações inesperadas.
Assista ao episódio completo do Fala Papah!, com 26 minutos e 26 segundos de duração.
Do casamento de Mineirinho à Surfland em Garopaba
A viagem começou com um convite especial. Ader foi a Santa Catarina para acompanhar o casamento do amigo de longa data Adriano de Souza, o Mineirinho, com Giovanna, em Criciúma.
A celebração reuniu amigos e grandes nomes do surfe brasileiro. Entre os convidados estavam Gabriel Medina, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Samuel Pupo e o atual campeão mundial Yago Dora. Além disso, o encontro rendeu imagens e histórias que ajudam a apresentar o contexto da viagem.
Depois da festa, Ader seguiu para a Praia do Rosa. Por lá, reencontrou o ex-surfista profissional Tânio Barreto, que o recebeu durante a passagem pela região. Entretanto, a viagem ainda reservava uma experiência inédita.
O destino seguinte foi a Surfland, em Garopaba. Apesar de décadas acompanhando o surfe profissional e viajando para diferentes destinos, o jornalista nunca havia surfado em uma piscina de ondas. Por isso, a expectativa para conhecer a estrutura era grande.
Três sessões e um desafio físico inesperado
Na Surfland, Ader participou de três sessões de aproximadamente 50 minutos no mesmo dia. Durante a experiência, testou diferentes configurações de ondas, incluindo esquerdas e direitas das modalidades Turns 2 e Turns 3.
Logo nas primeiras tentativas, precisou adaptar o posicionamento, o tempo de entrada e a leitura das ondas. Afinal, surfar em uma piscina exige ajustes diferentes daqueles feitos no mar.
Além das ondas, o vlog mostra o desgaste físico provocado pela sequência de sessões. O esforço foi maior do que o esperado e intensificou um desconforto lombar que o jornalista já enfrentava.
Consequentemente, Ader precisou interromper sua participação na água antes do que havia planejado. Ainda assim, aproveitou os dias seguintes para conhecer melhor a estrutura e conversar com outros surfistas.
De volta a Salvador, o jornalista está tratando o problema lombar na clínica C.A.R.E., onde recebe acompanhamento de profissionais especializados e de alto nível. Dessa forma, busca recuperar a condição física para voltar a surfar com segurança.
O episódio também aborda essa dificuldade. Portanto, não apresenta apenas os momentos positivos da viagem, mas mostra os desafios enfrentados durante a primeira experiência.
Reencontros, resenhas e novas gerações do surfe
A passagem pela Surfland também foi marcada por reencontros. Durante a visita, Ader conversou com Carlos Matias, do Surfe TV, e com o fotógrafo e jornalista Motaury Porto. Além disso, encontrou profissionais, visitantes e surfistas de diferentes países.
Uma das sequências mais descontraídas envolve jovens argentinos e uma provocação futebolística sobre Neymar e Messi. A brincadeira, feita em portunhol, ganhou uma resposta animada da garotada. Assim, o episódio apresenta momentos que vão além das ondas.
Enquanto isso, jovens surfistas de países como Argentina e Peru aproveitavam a piscina para treinar e aperfeiçoar suas manobras.
O vlog também registra atividades do projeto Talento Feminino Onda 2, iniciativa voltada ao desenvolvimento do surfe feminino. Durante a programação, jovens atletas brasileiras participaram de treinamentos acompanhados por profissionais experientes.
Entre os nomes presentes estavam Andrea Lopes, Guga Arruda, Heitor Alves, Karina Abras e Taís de Almeida. Dessa maneira, a visita também permitiu acompanhar parte do trabalho de formação das novas gerações do surfe brasileiro.
O parasurfe também ganhou espaço
Outro momento importante da visita foi o encontro com atletas do parasurfe. Ader acompanhou a movimentação de surfistas com deficiência que utilizavam a estrutura para entrar na água e treinar.
Entre os atletas estavam Maria do Sol e Luciano Silveira, conhecido como Nem. Além disso, as imagens mostram diferentes experiências dentro da piscina e ampliam o olhar sobre as possibilidades de prática do esporte.
Assim, o episódio vai além de uma sequência de ondas. Ele reúne histórias de superação, convivência e encontros entre pessoas que compartilham a paixão pelo surfe.
Como funciona a piscina de ondas da Surfland?
A estrutura da Surfland utiliza a tecnologia Wavegarden Cove e oferece diferentes tipos de ondas para surfistas de variados níveis. Segundo o site oficial da Surfland Brasil, o sistema permite gerar direitas e esquerdas com configurações específicas para diferentes níveis de habilidade.
Além da piscina, o complexo conta com áreas de lazer e serviços para visitantes. Outro recurso disponível é o sistema de imagens, que permite aos surfistas acessar registros de suas sessões.
Por outro lado, a experiência exige preparação física e adaptação ao funcionamento das ondas. Afinal, embora as condições sejam diferentes das encontradas no oceano, o esforço durante uma sessão pode ser intenso.
As piscinas de ondas representam uma possibilidade adicional de treinamento e diversão. Entretanto, cada estrutura possui características próprias. O assunto também aparece em outras reportagens do AOS Mídia.
Surfland vale a pena? Assista à experiência completa
O novo episódio do Fala Papah! reúne ondas, bastidores e conversas ao longo de 26 minutos e 26 segundos. Além de mostrar a estrutura da Surfland em Garopaba, o vídeo acompanha as expectativas e dificuldades de quem experimentou uma piscina de ondas pela primeira vez.
Portanto, a proposta não é apenas apresentar o funcionamento do complexo. O vlog também mostra os personagens e as histórias que transformaram a viagem em uma experiência particular.
Ao mesmo tempo, a produção marca uma novidade no canal Fala Papah!, conhecido por entrevistas e histórias de personagens do surfe. Dessa vez, Ader assume o papel de protagonista e convida o público a acompanhar sua rotina durante a viagem.
Vale a pena conhecer a Surfland? No episódio completo, o jornalista compartilha sua vivência e permite que o público acompanhe os pontos positivos, os desafios e os momentos de diversão.
Assista ao vlog completo no canal Fala Papah!, no YouTube.
E você, já surfou em uma piscina de ondas? Conte sua experiência nos comentários.
Brasil
King and Queen of the Groms consagra nova geração em Itamambuca
King and Queen of the Groms 2026 reúne novos talentos, boas ondas e praia cheia em Ubatuba. Confira os campeões e os resultados das finais.
Publicado
1 semana atrásem
12/10/2026Por
aos-midia
Rafael Miranda brilha na Sub-12 do King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação
O King and Queen of the Groms 2026 definiu seus seis campeões no domingo (11 de outubro), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Após 11 anos sem uma edição no Brasil, o evento da Quiksilver voltou com disputas masculinas e femininas. Além disso, a Roxy integrou a competição, que reuniu as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16 nos dias 10 e 11.
Entre os meninos, Felipe Homsi venceu a Sub-16, Izau Siguinorini conquistou a Sub-14 e Rafael Miranda levou a Sub-12. Por outro lado, entre as meninas, os títulos ficaram com Maeva Guastalla na Sub-16, Gabriela Rigo na Sub-14 e Laura Kanagusiku na Sub-12.
As finais tiveram ondas de até um metro nas séries, segundo o release da organização. Além disso, duas decisões femininas tiveram mudanças na liderança: Laura virou nos minutos finais da Sub-12, enquanto Maeva assumiu a ponta na Sub-16.
Para rever as baterias, acesse a transmissão do King and Queen of the Groms 2026, disponível na AOS Mídia.

Estrutura do King and Queen of the Groms 2026 montada na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Foto: Divulgação
Felipe Homsi vence a Sub-16 do King and Queen of the Groms 2026
Felipe Homsi (PB) venceu a última final do domingo com 12,00 pontos. Para isso, o paraibano combinou notas 7,00 e 5,00. Assim, terminou 2,10 pontos à frente de Vini Palma.
A disputa seguiu equilibrada até o fim. No entanto, Homsi garantiu o título com o 7,00, a melhor nota da bateria. Enquanto isso, na metade da decisão, Vini reagiu e saiu do quarto para o segundo lugar, com 9,90 pontos.
Em seguida, Izau Siguinorini terminou em terceiro, com 9,55. Por fim, Bernardo Brizola completou a final com 8,80. Além disso, entre as seis decisões, Homsi registrou o maior somatório.

Crianças participam das atividades de pintura realizadas durante o King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação
Izau Siguinorini lidera a Sub-14 do início ao fim
Izau Siguinorini abriu a final masculina Sub-14 com uma nota 6,00, após uma sequência de batidas e rasgadas. Assim, assumiu a liderança e manteve a vantagem até o encerramento.
Além disso, Izau marcou 5,90 na última onda que surfou na decisão. Com isso, fechou o somatório em 11,90 pontos. Em contrapartida, Bernardo Pires ficou em segundo, com 6,35. Em seguida, Matheus Jhones terminou com 5,90, e Narciso Inacio somou 3,95.
Além disso, Izau chegou à final da Sub-16 e conquistou o terceiro lugar. Portanto, encerrou o domingo com dois pódios.

Além das disputas de surfe, o evento contou com oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy. Foto: Divulgação
Rafael Miranda conquista a Sub-12 em casa
Rafael Miranda encaminhou a vitória na final masculina Sub-12 com suas duas primeiras ondas. Para isso, o surfista de Ubatuba marcou 5,00 e 4,40, somando 9,40 pontos.
No entanto, Bernardo Pires tentou reagir e terminou em segundo, com 7,70. Em seguida, Gabriel Medeiros ficou em terceiro, com 7,60, à frente de Thomaz Monteiro, que fez 6,25.
Além disso, o release registra uma nota 8,00 de Bernardo Pires na primeira fase da Sub-12. Portanto, esse desempenho pertence à Sub-12. Já a nota de Rafael na estreia da Sub-14 aparece na seção da premiação Aiwa.
Ao comentar a experiência de competir em Itamambuca, Rafael destacou as condições do mar e a programação na areia:
“O campeonato está demais aqui no quintal de casa, com altas ondas, essa estrutura incrível e toda essa ativação na praia”, disse Rafael Miranda.

Meninas participam de uma atividade de altinha na areia de Itamambuca durante o campeonato. Foto: Divulgação
Maeva Guastalla assume a liderança e vence a Sub-16
Carol Bastides liderou o início da final feminina Sub-16. Entretanto, Maeva Guastalla assumiu a ponta a partir de sua segunda onda e manteve a posição até o fim.
Assim, Maeva combinou notas 6,25 e 5,65 para somar 11,90 pontos e conquistar o título. Por outro lado, Carol ficou com o vice-campeonato, com 10,65. Em seguida, Mariana Elias terminou em terceiro, com 5,00, e Eduarda Stefani em quarto, com 3,85.
Assim, Maeva encerrou a decisão com o maior somatório entre as três finais femininas.

Maeva Guastalla celebra o título Sub-16 feminino, ao lado de Carol Bastides (2ª), Mariana Elias (3ª) e Eduarda Stefani (4ª). Foto: Divulgação
Gabriela Rigo vence a Sub-14; Laura vira na Sub-12
Gabriela Rigo conquistou a Sub-14 feminina com 8,40 pontos. Além disso, a final teve duas surfistas de Ubatuba nas primeiras posições: Catarina Kobayashi ficou em segundo, com 5,55.
Anahi Botelho completou o pódio em terceiro, com 4,45. Em seguida, Maria Clara Borges terminou em quarto, com 4,30.
Na Sub-12, Maria Clara começou na frente com uma nota 4,00 e liderou grande parte da bateria. Porém, Laura Kanagusiku virou nos minutos finais.
Além disso, a surfista de Praia Grande acrescentou um 4,75 à nota 3,25 que já tinha. Com isso, chegou a 8,00 pontos e garantiu o título. Por fim, Maria Clara ficou em segundo, com 6,00, seguida por Naima Mathey, com 5,10, e Anahi Botelho, com 2,40.

Carol Bastides e Rafael Miranda recebem fones de ouvido Aiwa pelas maiores notas e melhores somatórios no masculino e no feminino, respectivamente, no King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação
Aiwa premia Rafael Miranda e Carol Bastides
Rafael Miranda e Carol Bastides receberam fones de ouvido Aiwa no King and Queen of the Groms 2026. Além disso, a premiação contemplou nota e somatório no masculino e no feminino.
No masculino, Rafael recebeu os prêmios após marcar uma nota 8,00 e somar 15,00 pontos na estreia da Sub-14. Por outro lado, Carol registrou uma nota 7,00 e um somatório de 12,75 na segunda fase da Sub-16 feminina.
Essas pontuações correspondem às baterias das fases anteriores. Portanto, diferem dos resultados das finais apresentados abaixo.

A nova geração também aproveitou as atividades fora d’água durante os dois dias de evento em Itamambuca. Foto: Divulgação
Resultados do King and Queen of the Groms 2026
Confira os quatro finalistas de cada categoria. Os valores abaixo correspondem aos somatórios das decisões disputadas em Itamambuca.
Sub-12 masculino
- Rafael Miranda — 9,40 pontos
- Bernardo Pires — 7,70 pontos
- Gabriel Medeiros — 7,60 pontos
- Thomaz Monteiro — 6,25 pontos
Masculino Sub-14
- Izau Siguinorini — 11,90 pontos
- Bernardo Pires — 6,35 pontos
- Matheus Jhones — 5,90 pontos
- Narciso Inacio — 3,95 pontos
Sub-16 masculino
- Felipe Homsi — 12,00 pontos
- Vini Palma — 9,90 pontos
- Izau Siguinorini — 9,55 pontos
- Bernardo Brizola — 8,80 pontos
Feminino Sub-12
- Laura Kanagusiku — 8,00 pontos
- Maria Clara Borges — 6,00 pontos
- Naima Mathey — 5,10 pontos
- Anahi Botelho — 2,40 pontos
Sub-14 feminino
- Gabriela Rigo — 8,40 pontos
- Catarina Kobayashi — 5,55 pontos
- Anahi Botelho — 4,45 pontos
- Maria Clara Borges — 4,30 pontos
Feminino Sub-16
- Maeva Guastalla — 11,90 pontos
- Carol Bastides — 10,65 pontos
- Mariana Elias — 5,00 pontos
- Eduarda Stefani — 3,85 pontos

Laura Kanagusiku conquista o título Sub-12 feminino, seguida por Maria Clara Borges (2ª), Naima Mathey (3ª) e Anahi Botelho (4ª). Foto: Divulgação
Atividades na areia acompanham as disputas em Itamambuca
Além das baterias, o evento reuniu atletas, familiares e público na areia. Além disso, a programação incluiu aulas de yoga e altinha, assim como oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy.
Enquanto os surfistas competiam, crianças e acompanhantes participaram das atividades fora d’água. Nesse sentido, Karol Lopes, gerente de Marketing do grupo Action Brands, afirmou que o fim de semana superou suas expectativas.
“O King and Queen of the Groms superou as minhas expectativas. Tivemos dois dias de sol, ótimas ondas, atletas focados e um verdadeiro show de surf dentro d’água. Além das disputas, as ativações na areia também foram bem legais! A galera presente pôde fazer aulas de yoga e altinha, customizar ecobags da Quiksilver e Roxy, além de outras atividades que reforçaram o espírito e o lifestyle das nossas marcas. Foi um final de semana incrível, onde pudemos celebrar o surf, a nova geração de talentos (que vem com tudo!) e a conexão com a comunidade”, declarou Karol.

Crianças se divertem nas pranchas de equilíbrio durante o King and Queen of the Groms 2026, em Itamambuca. A atividade também estimula a coordenação motora e o equilíbrio. Foto: Divulgação
AUS participa da organização com a Action Brands
O retorno da competição ao Brasil reuniu a Action Brands e a Associação Ubatubense de Surf (AUS). Além disso, segundo o organizador Luiz Henrique Pinga, a parceria buscou oferecer aos atletas um fim de semana de competição e atividades em Itamambuca.
“A praia de Itamambuca é um lugar especial, ideal para esse retorno do KQOTG, após 11 anos sem ser realizado no Brasil. Esse evento é uma parceria com a Action Brands, empresa que detém os direitos da Quiksilver e Roxy no país, juntamente com a AUS (Associação Ubatubense de Surf). Nossa ideia é fazer o melhor possível e proporcionar para a criançada um final de semana muito legal”, disse Luiz Henrique Pinga, organizador do KQOTG 2026.
Quiksilver e Roxy patrocinam o evento; Aiwa e FlexFit copatrocinam
O King and Queen of the Groms 2026 teve patrocínio de Quiksilver e Roxy e copatrocínio de Aiwa e FlexFit. Além disso, contou com apoio de Inova Sunglass, Tachão de Ubatuba e Restaurante Quintal do Mar Itamambuca.
Além disso, o release relaciona os parceiros Ford, Bullys, Fu Wax, DC Shoes, Blu Proteção Solar, Monster, Xeryus, Posca, Tribo Surf, Parafina, Surf Trip, Star Point, Ilha do Mel, Surf Alive, Quinta do Mar e Pier 7. Por fim, a transmissão ficou a cargo do Canal Woohoo.
Veja também as baterias na cobertura do King and Queen of the Groms 2026 na AOS Mídia.
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