Brasil
Heitor Mueller brilha na praia da Vila
Heitor Mueller é destaque no terceiro dia da etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe da WSL na praia da Vila, em Imbituba (SC).
Publicado
9 meses atrásem
Por
Alexandre Aquino
Heitor Mueller foi um dos destaques do dia na etapa do QS na praia da Vila, em Imbituba (SC). Foto: Marcio David / WSL Brasil
Com ondas menores em relação aos dois primeiros dias, a sexta-feira de competição da terceira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025 começou com baterias de 30 minutos do Round dos 32 Masculino ainda em boas condições, com vento terral bem alinhado e ondulação de qualidade na Praia da Vila. Na sequência, no início da tarde, as meninas entraram na água para a estreia no evento, válido como QS 4.000 para o ranking sul-americano da WSL.
A próxima chamada está programada para este sábado (20), às 8h30, para possível início às 9h.
Além da ação dos profissionais, o fim de semana contará com uma programação especial: a BB Surf Celebration, bateria que reúne veteranos em um clima descontraído de confraternização; o Campeonato de Altinha; a Ação especial de limpeza de rios e praias; além do show da banda catarinense Dazaranha, direto das areias da Vila.
Ex-tops da elite, Jadson André segue para as oitavas e Adriano de Souza cai no Round dos 32
Os ex-tops do Circuito Mundial, Jadson André (BRA) e Adriano de Souza (BRA) vestiram a lycra da competição mais uma vez nesta sexta-feira, com resultados opostos ao final de suas baterias.
Jadson abriu o dia trabalhando muito bem de backside para as direitas, usando toda sua experiência para seguir na competição. Na saída d’água, o potiguar comentou suas escolhas de onda e o fato de estar há anos no circuito mundial o beneficiarem nos embates.
“Quando eu vi que ia competir com o Valentin (Neves), o Luan (Wood) e o Vitor (Ferreira), eu falei: ‘cara, provavelmente esses três atletas hoje no Brasil são os que mais estão quebrando’. São surfistas excelentes. Por isso eu sabia que precisava usar minha experiência. Foquei em colocar toda minha energia nas coisas certas. É muito bom quando você mentaliza alguma coisa e dá certo. Com cinco minutos de bateria, eu já tinha duas notas boas somadas e sabia que era só administrar, mesmo sabendo que os outros atletas tinham condição de fazer boas notas também”, explica Jadson, que fez ainda um comparativo entre sua última vitória em Imbituba, há 15 anos, e hoje.
“Aquela etapa que eu venci aqui foi só a minha terceira competição (do Circuito Mundial). E se não me engano, de lá pra cá foram mais de 100 etapas. É uma bagagem muito grande. Estou muito feliz e tenho muito orgulho dessa história. Eu amo competir, amo surfar”, finaliza.
Na contramão de Jadson, na quarta bateria do dia, Mineiro não conseguiu uma segunda onda boa para incluir em seu somatório e, mesmo com um bom 5 pontos, foi parado por Patrick Plachi (BRA) e Heitor Mueller (BRA), dono do maior somatório do evento até o momento, com 14.16 pontos.
“Layback tá bem no pé,eu encaixei numa onda boa… Estou felizão, amarradão por ter ido tão bem em uma bateria de peso como essa. Uma bateria que eu sabia que tinha que fazer meu melhor. Meu primeiro surf com essa prancha foi ontem, e hoje já coloquei ela na água. Deu tudo certo”, celebra Heitor, que possui um retrospecto super positivo em eventos BB: Ele foi campeão da etapa de Salvador, fez final em Maresias e também em Natal, e agora busca mais um resultado expressivo em Santa Catarina.

Mateus Herdy segue em alto nível. Foto: Marcio David / WSL Brasil
Em excelente fase, Mateus Herdy é um dos destaques da sexta-feira
Ainda no início da manhã, na segunda disputa do dia, Mateus Herdy (BRA) mostrou que vive grande fase. Atual vice-líder do Challenger e com um pé no CT do ano que vem, ele dividiu o line-up com Rickson Falcão (BRA), campeão do Pro Junior e do QS 6.000, Wiggolly Dantas (BRA), ex integrante da elite da WSL, e Matheus Navarro (BRA), que vem mostrando forte evolução no Tour.
Com performances marcadas por aéreos rodando e surfe progressivo, Herdy e Navarro carimbaram seus passaportes para voar para as oitavas de final. Após o confronto, o primeiro falou sobre o ano especial que está vivendo:
“Esse foi um ano que deu certo. Os primeiros eventos foram bem legais. É um ano que está dando certo, na verdade.” E complementa sobre a aposta nos aéreos para avançar na competição: “Eu estava no freesurf, procurando qualquer onda que fechasse, mas não pelo aéreo, e sim porque achei que o mar estivesse muito gordo. Vi o Rickson dando um aéreo também e percebi que tinham ondas boas pra isso. Não estava só pensando no aéreo, mas funcionou”, explica Mateus Herdy.
Jadson André, Caio Costa (BRA), Mateus Herdy e Patrick Plachi formam a primeira bateria do Round dos 16 neste sábado.
Integrantes do CT, irmãos Pupo avançam, mas Chumbinho é eliminado
Com o retorno do Championship Tour (CT) da WSL previsto apenas para abril do próximo ano, o Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025 em Imbituba, vem funcionando como uma espécie de final de temporada, e ao mesmo tempo pré-temporada, de luxo para os brasileiros da elite mundial.
O primeiro integrante do CT a cair na água e garantir vaga nas oitavas de final foi Miguel Pupo (BRA), no terceiro confronto do dia. Apostando na estratégia de construir sua pontuação logo nos primeiros minutos, Pupo foi dominante do início ao fim e saiu da água bem mais tranquilo do que no dia anterior, quando levou uma “bronca” do técnico Adriano de Souza.
“Eu já saí do mar encontrando o Mineiro entrando na bateria dele, e ele mandou um joinha. Ali eu pensei: ‘ufa, hoje não tem bronca’ (risos). Estou muito feliz de ter avançado. O mar mudou bastante, mas a formação ainda está legal. Consegui me encontrar logo no início da bateria, não deixei para o final, e é importante fazer esses ajustes”, comentou Miguel.

Laura Raupp manda bem na praia da Vila. Foto: Marcio David / WSL Brasil
De olho na próxima temporada do CT, ele também falou sobre o retorno aos treinos:
“Completei um mês e meio de férias agora, mas a partir da semana que vem começa a pré-temporada, com dieta e treinamentos. É hora de preparar a prancha, o corpo e a mente pra chegar em abril pronto, porque vai ser guerra!”, finalizou.
Se Miguel fez tudo certo desde o início, seu irmão Samuel Pupo (BRA), na oitava disputa do dia, chegou a flertar com a eliminação. Faltando pouco mais de dois minutos para o fim, e precisando de 6.91 pontos, ele conseguiu virar ao arrancar 7.07 dos juízes, assumindo a segunda colocação e tirando da briga Lucas Vicente (BRA) e Peterson Crisanto (BRA). O consistente Gabriel Klaussner (BRA), convidado do VIVO Rio Pro, etapa brasileira do CT e campeão do Circuito Banco do Brasil de Surfe em 2022, foi o vencedor do confronto e seguiu para as oitavas.
Ainda dentre os integrantes do CT, quem se despediu da etapa catarinense nesta sexta-feira foi João Chianca (BRA), que tropeçou na força da nova geração sul-americana e terminou o sexto confronto da fase em terceiro, atrás do argentino Franco Radziunas (ARG), segundo colocado, e do brasileiro Ryan Kainalo (BRA), campeão mundial Júnior em 2023, que levou a melhor, garantindo seu posto no round seguinte.
Miguel Pupo, Vitor Ferreira (BRA), Heitor Mueller e Matheus Navarro se enfrentam agora na segunda bateria do Round dos 16.
Daniel Templar se aproxima ainda mais da classificação para o Challenger em 2026
Outro brasileiro que segue firme nas disputas pelo título da terceira etapa do Circuito Banco do Brasil 2025 é Daniel Templar. Terceiro no ranking que classifica sete surfistas para o Challenger no ano que vem, Daniel seguiu para a rodada seguinte após terminar o quinto confronto desta sexta-feira atrás do australiano Ben Zanatta (AUS), com performances sólidas desde o primeiro dia de disputas. Marco Giorgi (URU), que arrancou a maior nota do dia, um 7.83 pontos, não conseguiu trocar a segunda nota e acabou em terceiro, após passar parte da bateria em combination.
Daniel agora enfrenta Lucas Haag (BRA), Ryan Kainalo e Samuel Pupo no terceiro confronto das Oitavas. Na sequência, Ben Zanatta enfrenta Weslley Dantas (BRA), Gabriel Klaussner e Franco Radziunas para definir os atletas que seguem para as quartas de final.
Feminino estreia com dominância de Laura Raupp, que anota segunda maior média no geral
Com ondas bem mais à direita do palanque e o swell mais achatado, as meninas entraram na água para a Rodada das 32 competidoras. Destaque absoluto para a performance de Laura Raupp (BRA) durante a bateria de número 4. Aos 19 anos, a atual campeã sul-americana e vice-líder da atual temporada arrancou média 13.83 pontos dos juízes, a segunda melhor do evento entre homens e mulheres.
Vale destacar que, em paralelo à corrida pelo título do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025, Laura briga por uma vaga no CT. Atualmente a surfista ocupa a sétima posição no ranking do Challenger Series. Com o aumento de cinco para sete vagas para o femino em 2026, se o circuito acabasse hoje, Laura estaria garantida na elite da WSL.
“Estou bem satisfeita com minha performance. Me machuquei em El Salvador, tratei lá, mas acabou doendo bastante ontem no final da tarde. Ainda assim, recebi bastante cuidado da minha mãe e da Flor, a fisio aqui do campeonato, e quero muito agradecê-la por isso. A Praia da Vila é um lugar que eu adoro, a galera é super receptiva, e é muito irado estar aqui representando meu país, meu estado e avançando nas baterias”, celebra Laura.
Enquanto a bandeira do Brasil predomina entre os classificados para o sábado no masculino, no feminino a briga sul-americana está um pouco mais acirrada. As peruanas Brianna Barthelmess (PER), Daniella Rosas (PER) e Catalina Zariquiey (PER), além das argentinas Vera Jarisz (ARG) e Victoria Muñoz Larreta (ARG) ainda seguem na corrida pelo título. As oitavas de final do Feminino só contarão com um confronto 100% verde e amarelo.
Para mais informações, visite WorldSurfLeague.com.
Brasil
Charles Medina no Fala Papah!
Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.
Publicado
1 semana atrásem
28/05/2026Por
aos-midia
Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação
O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.
Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.
A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.
Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.
Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.
Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.
O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.
Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.
O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.
Brasil
Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.
Publicado
2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.
Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack
Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.
Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha
No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.
Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha
No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.
Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.
Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha
No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.
Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha
Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.
As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Resultados finais
Sub 18 masculino
- John Muller (Guarujá)
- Kalani Robles (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
- Nicolas Pereira (Ceará)
Sub 16 masculino
- Nicolas Pereira (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Keoni Renno (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
Sub 14 masculino
- Lucas Peixoto (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Matheus Jhones (Guarujá)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 12 masculino
- Ruda Nascimento (Bahia)
- Fernando Medina (Praia Grande)
- Thomas Monteiro (São Sebastião)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 18 feminino
- Julia Stefani (Praia Grande)
- Luiza Savoi (Ubatuba)
- Maeva Guastala (Ubatuba)
- Carol Bastides (Praia Grande)
Sub 16 feminino
- Carol Bastides (Praia Grande)
- Alexia de Oliveira
- Giovanna Rocha (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
Sub 14 feminino
- Alexia de Oliveira
- Maria Clara (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
- Catarina Kobayashi (Ubatuba)
Sub 12 feminino
- Maria Clara (Guarujá)
- Laura de Souza (Santos)
- Fernanda Pina (Santos)
- Nayma Mathey (Ubatuba)

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha
Ranking por cidades
- Ubatuba — 7680 pontos
- Guarujá — 6920 pontos
- Praia Grande — 5520 pontos
- Santos — 5198 pontos
- São Sebastião — 4786 pontos
- São Paulo — 2425 pontos
- Bertioga — 2240 pontos
- Mongaguá — 1795 pontos
- Itanhaém — 1590 pontos
- Caraguatatuba — 1480 pontos
- Peruíbe — 1090 pontos
- São Vicente — 610 pontos
- Ilhabela — 360 pontos

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha
Bodyboard
Thomas Rovira sofre acidente durante o Itacoatiara Pro
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Comunidade do bodyboard se mobiliza pela recuperação do atleta colombiano.
Publicado
2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Foto: Arquivo pessoal
A comunidade do bodyboard vem se mobilizando em apoio ao atleta colombiano Thomas Rovira, que sofreu um grave acidente durante o Itacoatiara Pro, tradicional etapa do circuito mundial realizada em Itacoatiara, em Niterói (RJ).
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após relatos publicados pelo atleta Thiago Jatobá e pela namorada de Thomas, Luiza. Segundo as informações divulgadas, o bodyboarder sofreu uma grave lesão na coluna após um acidente enquanto saía do mar em condições pesadas durante o campeonato.

Itacoatiara possui algumas das ondas mais pesadas do Brasil. Foto: Divulgação Itacoatiara Pro
Thomas precisou passar por uma cirurgia de descompressão da medula. Em nota enviada pelo Hospital Estadual Azevedo Lima, a unidade informou que o procedimento ocorreu sem intercorrências e que o estado de saúde do atleta é estável.
O Itacoatiara Pro é considerado um dos eventos mais tradicionais e importantes do bodyboard mundial. A competição reúne atletas de diversos países e é reconhecida internacionalmente pelas condições desafiadoras das ondas de Itacoatiara.
O organizador do evento, Giuliano Lara, publicou um vídeo atualizando o estado de saúde de Thomas e reforçando que o atleta vem recebendo acompanhamento e apoio.
“Espero que todos estejam bem, como muitos de vocês já devem saber, o atleta profissional de bodyboard da Colômbia, Thomas Rovira, sofreu um acidente aqui no último sábado. Nós acompanhamos todo o atendimento e estamos em contato constante com a equipe do Hospital Estadual Azevedo Lima. Eu já estive lá com a família, ele está bem, precisou passar por uma cirurgia sim, mas correu tudo bem, ele está lúcido, confiante e já está recebendo visitas”, afirmou Giuliano Lara.

Thomas durante o evento deste ano. Foto: Arquivo pessoal
O organizador também destacou que parceiros do evento disponibilizaram suporte médico especializado para ajudar na recuperação do atleta.
“A gente conseguiu, com os nossos parceiros, um médico especialista em coluna e fisioterapia para a total recuperação do Thomas, para que, em breve, ele possa estar surfando aqui com a gente. É claro que boas vibrações e orações são sempre muito bem-vindas”, completou.
Thomas mora no Brasil há cerca de um ano. O atleta colombiano veio ao país inicialmente para competir no Itacoatiara Pro do ano passado, mas acabou se apaixonando pelo Brasil e decidiu permanecer no país.

O colombiano conheceu Niterói há um ano e se apaixonou pelo lugar. Foto: Arquivo pessoal
Atualmente, uma campanha de arrecadação vem sendo compartilhada nas redes sociais para ajudar nos custos da recuperação do atleta. Segundo Luiza, namorada de Thomas, os gastos com medicamentos, transporte, fisioterapia e recuperação ainda são indefinidos.
Quem quiser ajudar pode contribuir através da vakinha online criada para apoiar o atleta colombiano durante o processo de recuperação.
Clique aqui para acessar o link da vakinha
📩 Chave PIX:
6140790@vakinha.com.br
Amigos, atletas e integrantes da comunidade do bodyboard seguem mobilizados em uma grande corrente de apoio e solidariedade por Thomas Rovira.
Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

