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CBSurf

Conheça os campeões do CBSurf Rip Curl Grom Search 2023

Veja os vencedores da etapa em Garopaba (SC) e os campeões do CBSurf Rip Curl Grom Search em 2023.

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CBSurf Rip Curl Grom Search define os campeões brasileiros das categorias de base em 2023. Foto: Reprodução / CBSurf

CBSurf Rip Curl Grom Search define os campeões brasileiros das categorias de base em 2023. Foto: Reprodução / CBSurf

A terceira e última etapa do CBSurf Rip Curl Grom Search 2023 foi finalizada neste domingo, na praia da Ferrugem, em Garopaba (SC). A prova teve oito categorias individuais em jogo, além da tradicional disputa por estados.

Com dois títulos, a paulista Carol Bastides foi a grande destaque da temporada. Carol venceu as duas categorias na praia da Ferrugem e garantiu as taças do Circuito tanto na Sub-12 como na Sub-14. No ano passado, ela se tornou a primeira campeã nacional da história da categoria Sub-12 na Confederação Brasileira de Surf (CBSurf).

Nas demais categorias femininas, a baiana Maria Eduarda César levou o título brasileiro da Sub-16 e a catarinense Kiany Hyakutake foi a melhor na Sub-18. Em Garopaba, as vencedoras da etapa foram a carioca Aysha Ratto na Sub-18 e a gaúcha Alexia Monteiro na Sub-16.

Entre os garotos, o pernambucano Luan Ferreyra foi à final da Sub-18 e garantiu a taça de campeão. A etapa teve como vencedor o saquaremense Rickson Falcão, vice-campeão do Circuito.

Na Sub-16 masculina, o paulista Lukas Camargo foi o vice na Ferrugem, atrás do catarinense Ryan Martins, mas confirmou o título brasileiro da categoria.

O paranaense Anuar Chiah comandou as ações na Sub-14, vencendo a etapa e o Circuito. O mesmo acontece com Iago Bellotti, que representa a Paraíba, campeão da Sub-12 tanto na etapa da Ferrugem como no CBSurf Rip Curl Grom Search.

Na disputa por equipes, o estado de São Paulo fez a festa em dose dupla, levando a melhor na terceira e última etapa e levando o título do Circuito. O estado do Rio de Janeiro foi o vice-campeão.

Resultados da terceira e última etapa

Sub-18 masculina

1 Rickson Falcão (RJ) 10.46
2 Lukas Camargo (SP) 9.40
3 Luan Ferreyra (PE) 8.74
4 Daniel Duarte (SP) 8.53

Sub-16 masculina

1 Ryan Martins (SC) 13.33
2 Lukas Camargo (SP) 11.66
3 Rickson Falcão (RJ) 8.20
4 Yuri Gabriel (SC) 7.57

Sub-14 masculina

1 Anuar Chiah (PR) 12.33
2 Yuri Gabriel (SC) 12.10
3 Kailani Renno (SP) 8.40
4 Michel Demetrio (SC) 6.80

Sub-12 masculina

1 Iago Bellotti (PB) 14.86
2 Vini Palma (SP) 10.63
3 Luca Messenger (SE) 6.83
4 Cauã Demski (SC) 4.64

Sub-18 feminina

1 Aysha Ratto (RJ) 10.07
2 Kiany Hyakutake (SC) 9.63
3 Alexia Monteiro (RS) 6.97
4 Analu Silva (PB) 5.70

Sub-16 feminina

1 Alexia Monteiro (RS) 10.23
2 Aurora Ribeiro (SP) 9.23
3 Mayara Zampieri (SP) 7.13
4 Maria Eduarda Cesar (BA) 5.46

Sub-14 feminina

1 Carol Bastides (SP) 10.43
2 Maria Clara (RN) 7.40
3 Lanay Thompson (RJ) 7.10
4 Nalu Demski (PE) 6.07

Sub-12 feminina

1 Carol Bastides (SP) 11.67
2 Manuela Medeiros (PS) 9.34
3 Paula Stefani (SP) 5.83
4 Kaylane Antunes (SC) 3.74

Equipes

1 São Paulo
2 Rio de Janeiro
3 Santa Catarina
4 Paraná

Campeão brasileiros de 2023

Sub-18 – Luan Ferreyra (PE) / Kiany Hyakutake (SC)
Sub-16 – Lukas Camargo (SP) / Maria Eduarda César (BA)
Sub 14 – Anuar Chiah (PR) / Carol Bastides (SP)
Sub-12 – Iago Bellotti (PB) / Carol Bastides (SP)
Equipes – São Paulo

Vice-campeões

Sub-18 – Rickson Falcão (RJ) / Analu Silva (PB)
Sub-16 – Guilherme Lemos (RJ) / Alexia Monteiro (RS)
Sub 14 – Yuri Gabriel (SC) / Maria Clara (RN)
Sub-12 – Vini Palma (SP) / Valentina Zanoni (SC)
Equipes – Rio de Janeiro

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Brasil

Surf Brasil Base 2026: conheça os oito campeões brasileiros

Confira os oito campeões brasileiros do Surf Brasil Base 2026 e os resultados das finais do Sub-12 ao Sub-18 em Navegantes.

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Rudá Nascimento no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Rudá Nascimento conquistou seu primeiro título brasileiro ao vencer o Sub-12 com 9,43 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

O Surf Brasil Base 2026 definiu os oito campeões brasileiros na Praia Central, em Navegantes (SC). Enquanto o Nordeste conquistou seis títulos individuais, São Paulo garantiu o pentacampeonato consecutivo por equipes.

Apresentada pela Prefeitura de Navegantes, a competição teve sete finais no domingo (27), em ondas muito pequenas. Apesar das condições, algumas decisões terminaram com diferenças mínimas entre os primeiros colocados.

O Sub-16 feminino, por sua vez, havia sido decidido no sábado, com vitória de Carol Bastides. Assim, o domingo completou a relação de campeões das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18.

A Paraíba liderou as conquistas individuais com três títulos, enquanto Ceará e São Paulo ficaram com dois cada. Por fim, a Bahia completou a lista com uma vitória.

Além disso, o evento definiu os representantes do país no Mundial Júnior ISA 2027. Nesta edição, três seletivas regionais antecederam a decisão nacional.

Rudá Nascimento e Ayla Lopes conquistam seus primeiros títulos

Rudá Nascimento somou notas 5,73 e 3,70 na final Sub-12 masculina. Dessa forma, o baiano alcançou 9,43 pontos e conquistou seu primeiro título brasileiro.

Entretanto, a confirmação veio após a espera pelas notas das últimas ondas de três finalistas. Rudá registrou a maior nota da bateria, enquanto os adversários terminaram com totais na casa dos oito pontos.

Fernando Medina, da Paraíba, ficou em segundo, com 8,87. Em seguida, Davi Lucca, da Bahia, terminou em terceiro, com 8,73, e Thomaz Monteiro, de São Paulo, em quarto, com 8,10.

Portanto, apenas 0,14 ponto separou Fernando e Davi na disputa pelo vice-campeonato.

Ayla Lopes no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Ayla Lopes venceu o Sub-12 e interrompeu a sequência de títulos de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Assim como Rudá, Ayla Lopes comemorou seu primeiro título brasileiro. Representando a Paraíba, ela combinou notas 4,50 e 3,10 para vencer o Sub-12 feminino com 7,60 pontos.

Além disso, Ayla interrompeu a sequência de conquistas de Maria Clara Chuquer, campeã em 2024 e 2025. A paulista terminou como vice-campeã, com 6,76 pontos.

Na sequência, Laura de Souza, também de São Paulo, ficou em terceiro, com 6,13. Por fim, Luiza Soares, do Rio Grande do Norte, completou a final com 4,43.

Antes da vitória, Ayla também havia disputado a final Sub-14, na qual terminou em quarto. Assim, encerrou sua participação com duas finais e um título nacional.

Lucas Peixoto e Hanna Prado vencem o Sub-14

Lucas Peixoto surfou apenas duas ondas na final Sub-14 masculina, recebendo notas 5,00 e 4,23. Dessa forma, o cearense conquistou o título com 9,23 pontos.

Além disso, garantiu a segunda vitória do Ceará no evento, após a conquista de Nicolas Silva no Sub-16.

Luca Messenger, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 8,73. Em seguida, Narciso Inácio, do Rio Grande do Norte, ficou em terceiro, com 6,40, e Izau Signorini, de São Paulo, em quarto, com 6,10.

Lucas Peixoto no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Lucas Peixoto surfou duas ondas na final e conquistou o título Sub-14 com 9,23 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Hanna Prado conquistou seu primeiro título brasileiro na terceira final que disputou no campeonato. Antes disso, havia terminado em quarto no Sub-16 e em terceiro no Sub-18.

Entretanto, a vitória no Sub-14 só veio na última onda de Hanna. Com notas 4,50 e 4,13, ela alcançou 8,63 pontos.

Assim, superou Alexia Oliveira, também da Paraíba, por apenas 0,16 ponto. A vice-campeã encerrou a decisão com 8,47.

Na sequência, Lulu Vivan, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 7,20. Por fim, Ayla Lopes terminou em quarto, com 5,63.

Assim como Ayla, Hanna mora em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, e representa a Paraíba no Brasileiro de Base.

Hanna Prado no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Hanna Prado garantiu a vitória no Sub-14 na última onda e comemorou seu primeiro título brasileiro. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Nicolas Silva vence e Carol Bastides chega ao tricampeonato Sub-16

Nicolas Silva abriu as decisões de domingo com uma vitória no Sub-16 masculino. Ao combinar notas 6,00 e 5,00, o cearense conquistou o título com 11,00 pontos.

Segundo Nicolas, o mar apresentou boas ondas nos primeiros dias, mas ficou pequeno no fim do campeonato. Apesar disso, o campeão avaliou positivamente seu desempenho e comemorou a conquista para o Ceará.

Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou em segundo, com 7,90. Em seguida, Iago Bellotti, da Paraíba, ficou em terceiro, com 7,30, enquanto Felipe Homsi completou a final com 5,13.

Além do título, Nicolas garantiu presença na seleção Sub-16 ao lado de Lucas e Iago.

Nicolas Silva no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Nicolas Silva venceu a primeira final do domingo e conquistou o título Sub-16 com 11,00 pontos. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o terceiro título consecutivo no Sub-16, após as vitórias de 2024 e 2025. Dessa forma, a paulista chegou à sexta conquista brasileira nas categorias de base.

Na final de sábado, Carol somou notas 6,50 e 5,40. Assim, alcançou 11,90 pontos, o maior total entre as oito finais.

Em seguida, Aninha Dagostini, do Espírito Santo, ficou em segundo, com 10,36. Giovanna Rocha, de São Paulo, terminou em terceiro, com 6,30, enquanto Hanna Prado ficou em quarto, com 6,23.

Portanto, apenas 0,07 ponto separou Giovanna e Hanna na classificação da bateria.

Carol Bastides no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Carol Bastides conquistou o tricampeonato consecutivo Sub-16 e seu sexto título brasileiro na base. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

Felipe Homsi e Maeva Guastalla conquistam o Sub-18

Felipe Homsi abriu a final Sub-18 com uma nota 6,00 e liderou a disputa até o fim. Em seguida, acrescentou 3,57 ao somatório e conquistou o título com 9,57 pontos.

Embora tenha ficado em quarto no Sub-16, o paraibano avaliou que aquela bateria ajudou na adaptação às condições. Segundo Felipe, a experiência permitiu entrar mais conectado com as ondas na decisão seguinte.

Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, terminou em segundo, com 7,66. Na sequência, Michel Demétrio, de Santa Catarina, ficou em terceiro, com 6,23.

Por sua vez, Vini Palma, de São Paulo, completou a final com 6,13. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição e da vaga na seleção Sub-18.

Felipe Homsi no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Felipe Homsi liderou a final Sub-18 e conquistou o título brasileiro e a classificação para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

No feminino, Maeva Guastalla voltou ao topo do pódio nacional após o título Sub-14 de 2024. Ao somar notas 5,00 e 3,77, a surfista de Ubatuba venceu com 8,77 pontos.

No entanto, a diferença para Carol Bastides foi de apenas 0,11 ponto. Além do título Sub-16, Carol conquistou o vice-campeonato Sub-18, com 8,66.

Em seguida, Hanna Prado ficou em terceiro, com 7,30. Por fim, Giovanna Rocha terminou em quarto, com 6,37.

Além da vitória, Maeva comemorou o retorno à seleção brasileira. Após representar o país no Mundial de 2025, no Peru, ela voltará à equipe em 2027.

Maeva Guastalla no Surf Brasil Base 2026 em Navegantes

Maeva Guastalla venceu o Sub-18 e voltou a conquistar um título brasileiro após a vitória no Sub-14 em 2024. Foto: Pablo Jacinto / SurfBrasil

São Paulo conquista o pentacampeonato por equipes

São Paulo conquistou o título por equipes pelo quinto ano consecutivo, com 17.215 pontos. Em seguida, Santa Catarina terminou em segundo, com 15.251.

A Paraíba ficou em terceiro, com 11.935 pontos, enquanto o Ceará completou as quatro primeiras posições com 6.980.

Embora o Nordeste tenha vencido seis categorias individuais, São Paulo liderou a classificação estadual. Os títulos paulistas vieram com Carol Bastides, no Sub-16, e Maeva Guastalla, no Sub-18.

Premiação das equipes estaduais no Surf Brasil Base 2026

São Paulo liderou a classificação por equipes, seguido por Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Surf Brasil Base define os 12 representantes para o Mundial

Além dos títulos nacionais, a competição definiu os 12 representantes do Brasil no Mundial Júnior ISA 2027. O time Sub-18 masculino foi o último a ficar completo, após a final de domingo.

As outras três equipes, por sua vez, já estavam definidas no sábado. Entretanto, a lista da seleção não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final.

Isso porque a formação considera a idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias. Por isso, confira os detalhes na matéria sobre os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Júnior classificada para o Mundial ISA 2027

Os 12 classificados representarão o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027, no Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: Brocolis / SurfBrasil

Resultados completos das finais do Surf Brasil Base 2026

Por fim, confira a classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Além dos nomes e estados, a arte reúne as notas e os totais das oito decisões.

Resultados completos das finais Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18 do Surf Brasil Base 2026

Classificação dos quatro finalistas de cada categoria. Clique na imagem para ampliar. Arte: AOS Mídia.

Com informações de João Carvalho, assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Surf.

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Brasil

Conheça os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027

Conheça os 12 surfistas da seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 nas categorias Sub-16 e Sub-18.

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Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 e representará o Brasil na categoria no Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

A Seleção Brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 está definida. O Surf Brasil Base apresentado pela Prefeitura de Navegantes reuniu os atletas na Praia Central, em Santa Catarina, e definiu os representantes do país.

Conheça os campeões brasileiros de 2026

Ao todo, 12 surfistas integram a equipe, divididos entre Sub-16 e Sub-18, no masculino e no feminino. Além das vagas para a competição da International Surfing Association (ISA), o evento decidiu os títulos brasileiros dessas categorias.

As ondas estiveram muito pequenas nas fases decisivas. Mesmo assim, as finais tiveram disputas equilibradas, com diferenças mínimas entre alguns dos principais resultados.

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Felipe Homsi venceu o Sub-18 em Navegantes e garantiu sua vaga na seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Quem vai representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027?

A seleção reúne atletas de seis estados: Ceará, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira os integrantes de cada categoria:

Categoria Atletas classificados
Sub-16 masculino Nicolas Silva (CE), Lucas Velasquez (SC) e Iago Bellotti (PB)
Sub-16 feminino Carol Bastides (SP), Aninha Dagostini (ES) e Hanna Prado (PB)
Sub-18 masculino Felipe Homsi (PB), Pablo Gabriel (RJ) e Michel Demétrio (SC)
Sub-18 feminino Maeva Guastalla (SP), Giovanna Rocha (SP) e Júlia Stefani (SP)

Entretanto, a composição da equipe não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final. A idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias também entram nessa definição.

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Campeã brasileira Sub-16 e vice no Sub-18, Carol Bastides representará o Brasil no Sub-16 do Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Nicolas Silva lidera o trio do Sub-16 masculino

Nicolas Silva conquistou o título brasileiro Sub-16 com 11,00 pontos. Para isso, o cearense combinou notas 6,00 e 5,00 na decisão.

Em seguida, Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou como vice-campeão, com 7,90. Iago Bellotti, da Paraíba, completou o trio de classificados com 7,30 pontos.

Por sua vez, Felipe Homsi ficou em quarto, com 5,13. Apesar desse resultado no Sub-16, o paraibano garantiu seu lugar na seleção pela categoria Sub-18.

Assim, Nicolas, Lucas e Iago representarão o Brasil no Sub-16 masculino do Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Junior Surf Brasil Base foto brocolisphoto

Seleção Brasileira Júnior reúne 12 atletas para representar o país no Mundial Júnior ISA 2027, nas categorias Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: @brocolisphoto

Carol Bastides, Aninha Dagostini e Hanna Prado formam o Sub-16 feminino

Carol Bastides venceu o Sub-16 feminino com 11,90 pontos, somando notas 6,50 e 5,40. Além disso, a paulista conquistou o vice-campeonato do Sub-18, com 8,66.

Na seleção, porém, Carol integra apenas o time Sub-16. Ao seu lado estarão Aninha Dagostini, do Espírito Santo, e Hanna Prado, da Paraíba.

Aninha terminou a final em segundo, com 10,36 pontos. Já Hanna ficou em quarto, com 6,23, apenas 0,07 ponto atrás da terceira colocada, Giovanna Rocha.

No entanto, Giovanna completou 16 anos em 2026 e não poderá disputar o Sub-16 no próximo Mundial. Dessa forma, Hanna conquistou a vaga nessa categoria, enquanto Giovanna garantiu presença no Sub-18.

Nicolas Silva dia 5 Surf Brasil Base foto Pablo Jacinto

Nicolas Silva leva a melhor na Sub-16 masculina. Foto: Pablo Jacinto

Felipe Homsi conquista o título e a vaga no Sub-18

Felipe Homsi venceu a final do Sub-18 masculino com 9,57 pontos. O paraibano somou notas 6,00 e 3,57 para conquistar o título brasileiro.

Na sequência, Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, garantiu o vice-campeonato com 7,66. Michel Demétrio, de Santa Catarina, terminou em terceiro, com 6,23, e também entrou na seleção.

Por outro lado, Vini Palma ficou em quarto, com 6,13 pontos, e não conquistou a vaga. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição.

Com esses resultados, Felipe, Pablo e Michel formam o time brasileiro Sub-18 masculino para o Mundial Júnior ISA 2027.

Sub-18 feminino terá Maeva, Giovanna e Júlia

Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 com 8,77 pontos. A paulista superou Carol Bastides por apenas 0,11 ponto na decisão.

Enquanto isso, Hanna Prado terminou em terceiro, com 7,30. Giovanna Rocha completou a final em quarto, com 6,37.

Entretanto, Carol e Hanna já estavam destinadas ao time Sub-16. Dessa maneira, Maeva e Giovanna garantiram seus lugares na equipe Sub-18.

A terceira vaga ficou com Júlia Stefani, também de São Paulo. Embora tenha parado nas semifinais, ela superou a irmã Paula Stefani no critério de desempate.

Isso porque Júlia venceu três baterias ao longo da competição, contra duas de Paula. Assim, o Sub-18 feminino terá três representantes paulistas no Mundial.

Idade em 2027 influencia a formação da seleção

A classificação para o Mundial considera a idade no ano da competição. Portanto, o resultado conquistado em 2026 precisa respeitar a elegibilidade do atleta para 2027.

Pelo regulamento vigente da ISA, quem completar 17 anos em 2027 não poderá disputar o Sub-16. Da mesma forma, quem completar 19 anos naquele ano estará fora do Sub-18.

Por isso, os resultados das finais e a relação de integrantes da seleção apresentam diferenças. O caso de Giovanna Rocha mostra como esse critério interfere na distribuição das vagas.

Sub-12 terá decisões neste domingo

Enquanto a seleção para o Mundial já está definida, o Surf Brasil Base ainda terá as decisões do Sub-12 masculino e feminino neste domingo.

Essas finais completarão os resultados da competição na Praia Central. O balanço completo do evento também reunirá os campeões e as classificações das categorias Sub-12 e Sub-14.

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CBSurf

Gap no surfe brasileiro? Pinga e Cortez alertam

No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez debatem o gap no surfe brasileiro e analisam os impactos na base e no mercado.

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No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez analisam a formação da Brazilian Storm e projetam possível gap de até 10 anos no surfe brasileiro. Foto: Reprodução

O debate sobre um possível gap no surfe brasileiro ganhou força no Fala Papah após as análises de Luiz Henrique Pinga e Daniel Cortez sobre base, mercado e formação de atletas.

A fala surgiu dentro de um debate mais amplo sobre mercado, surfwear, investimento e formação de atletas. O tema repercutiu rapidamente entre profissionais do setor e também começou a circular fora do Brasil, levantando um ponto central: o surfe brasileiro não virou potência por acaso.

“Não foi à toa”: o que sustentou a Brazilian Storm

No recorte, os convidados lembram que a fase vitoriosa do Brasil foi consequência de um ecossistema mais sólido no passado: equipes estruturadas dentro das marcas, programas consistentes de base, viagens com atletas, ações estratégicas e um calendário nacional forte, que criava experiência competitiva.

Daniel Cortez cita, por exemplo, o período em que “a gente tinha 10 atletas” na equipe da Volcom, com um programa completo de desenvolvimento.

Já Pinga reforça um ponto essencial da formação:

“Tem que aprender a perder para começar a ganhar.”

Segundo ele, os circuitos nacionais e os formatos de transição ajudavam os jovens a entender o jogo do alto rendimento, preparando-os mentalmente e tecnicamente para o cenário mundial.

Por que eles acreditam que vem um “gap”

Na conversa, os participantes deixaram claro que não se trata de “caça às bruxas” nem de responsabilizar apenas um lado. Para eles, houve uma soma de fatores que foram alterando o ecossistema ao longo do tempo. No entanto, ele reconhece que o mercado de surfwear e o ambiente estrutural do esporte têm parcela importante nesse cenário.

Daniel Cortez complementa a análise com uma visão externa:

“Eu tô vendo o que tá rolando lá fora… os caras estão fazendo exatamente isso que a gente fez ali atrás e parou de fazer.”

A lógica apresentada no debate é direta: enquanto o Brasil reduziu parte da estrutura que sustentava a base, outros países passaram a investir justamente nesse modelo.

Austrália e Europa no radar

Cortez aponta a Austrália como exemplo de retomada estrutural. Já Pinga amplia o olhar e menciona o crescimento europeu, citando Espanha (especialmente as Canárias), além da evolução de Portugal e o surgimento de jovens talentos em diferentes centros do continente.

A leitura feita no episódio não é de que o surfe brasileiro perdeu relevância, mas de que o jogo internacional evoluiu — e que, sem investimento consistente na base, pode haver um intervalo significativo entre a geração atual e a próxima leva dominante.

Investir na base e pensar no longo prazo

No fim do trecho, eles reforçam que não existe um único culpado. Foram mudanças, decisões e adaptações ao longo do tempo que moldaram o cenário atual.

E também resumem o alerta: sem estrutura sólida e investimento contínuo, o país pode enfrentar um período de transição mais longo do que se imagina.

O debate não soa como pessimismo, mas como reflexão estratégica.

Assista ao episódio completo no Fala Papah:

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Bombando

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