Conecte-se conosco
barra inferior

Brasil

Conheça os classificados para representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027

Conheça os 12 surfistas da seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 nas categorias Sub-16 e Sub-18.

Publicado

em

471137 1222454 maeva guastala dia 4 surf brasil base foto pablo jacinto

Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 e representará o Brasil na categoria no Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

A Seleção Brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027 está definida. O Surf Brasil Base apresentado pela Prefeitura de Navegantes reuniu os atletas na Praia Central, em Santa Catarina, e definiu os representantes do país.

Ao todo, 12 surfistas integram a equipe, divididos entre Sub-16 e Sub-18, no masculino e no feminino. Além das vagas para a competição da International Surfing Association (ISA), o evento decidiu os títulos brasileiros dessas categorias.

As ondas estiveram muito pequenas nas fases decisivas. Mesmo assim, as finais tiveram disputas equilibradas, com diferenças mínimas entre alguns dos principais resultados.

471103 1222280 felipe homsi dia 1 surf brasil base foto pablo jacinto 1

Felipe Homsi venceu o Sub-18 em Navegantes e garantiu sua vaga na seleção brasileira para o Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Quem vai representar o Brasil no Mundial Júnior ISA 2027?

A seleção reúne atletas de seis estados: Ceará, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Confira os integrantes de cada categoria:

Categoria Atletas classificados
Sub-16 masculino Nicolas Silva (CE), Lucas Velasquez (SC) e Iago Bellotti (PB)
Sub-16 feminino Carol Bastides (SP), Aninha Dagostini (ES) e Hanna Prado (PB)
Sub-18 masculino Felipe Homsi (PB), Pablo Gabriel (RJ) e Michel Demétrio (SC)
Sub-18 feminino Maeva Guastalla (SP), Giovanna Rocha (SP) e Júlia Stefani (SP)

Entretanto, a composição da equipe não corresponde exatamente aos três primeiros de cada final. A idade dos atletas em 2027 e a distribuição das vagas entre as categorias também entram nessa definição.

471137 1222450 carol bastides dia 4 surf brasil base foto pablo jacinto 2

Campeã brasileira Sub-16 e vice no Sub-18, Carol Bastides representará o Brasil no Sub-16 do Mundial Júnior ISA 2027. Foto: Pablo Jacinto

Nicolas Silva lidera o trio do Sub-16 masculino

Nicolas Silva conquistou o título brasileiro Sub-16 com 11,00 pontos. Para isso, o cearense combinou notas 6,00 e 5,00 na decisão.

Em seguida, Lucas Velasquez, de Santa Catarina, terminou como vice-campeão, com 7,90. Iago Bellotti, da Paraíba, completou o trio de classificados com 7,30 pontos.

Por sua vez, Felipe Homsi ficou em quarto, com 5,13. Apesar desse resultado no Sub-16, o paraibano garantiu seu lugar na seleção pela categoria Sub-18.

Assim, Nicolas, Lucas e Iago representarão o Brasil no Sub-16 masculino do Mundial Júnior ISA 2027.

Seleção Brasileira Junior Surf Brasil Base foto brocolisphoto

Seleção Brasileira Júnior reúne 12 atletas para representar o país no Mundial Júnior ISA 2027, nas categorias Sub-16 e Sub-18, masculino e feminino. Foto: @brocolisphoto

Carol Bastides, Aninha Dagostini e Hanna Prado formam o Sub-16 feminino

Carol Bastides venceu o Sub-16 feminino com 11,90 pontos, somando notas 6,50 e 5,40. Além disso, a paulista conquistou o vice-campeonato do Sub-18, com 8,66.

Na seleção, porém, Carol integra apenas o time Sub-16. Ao seu lado estarão Aninha Dagostini, do Espírito Santo, e Hanna Prado, da Paraíba.

Aninha terminou a final em segundo, com 10,36 pontos. Já Hanna ficou em quarto, com 6,23, apenas 0,07 ponto atrás da terceira colocada, Giovanna Rocha.

No entanto, Giovanna completou 16 anos em 2026 e não poderá disputar o Sub-16 no próximo Mundial. Dessa forma, Hanna conquistou a vaga nessa categoria, enquanto Giovanna garantiu presença no Sub-18.

Felipe Homsi conquista o título e a vaga no Sub-18

Felipe Homsi venceu a final do Sub-18 masculino com 9,57 pontos. O paraibano somou notas 6,00 e 3,57 para conquistar o título brasileiro.

Na sequência, Pablo Gabriel, do Rio de Janeiro, garantiu o vice-campeonato com 7,66. Michel Demétrio, de Santa Catarina, terminou em terceiro, com 6,23, e também entrou na seleção.

Por outro lado, Vini Palma ficou em quarto, com 6,13 pontos, e não conquistou a vaga. Assim, apenas 0,10 ponto separou o paulista da terceira posição.

Com esses resultados, Felipe, Pablo e Michel formam o time brasileiro Sub-18 masculino para o Mundial Júnior ISA 2027.

Sub-18 feminino terá Maeva, Giovanna e Júlia

Maeva Guastalla conquistou o título brasileiro Sub-18 com 8,77 pontos. A paulista superou Carol Bastides por apenas 0,11 ponto na decisão.

Enquanto isso, Hanna Prado terminou em terceiro, com 7,30. Giovanna Rocha completou a final em quarto, com 6,37.

Entretanto, Carol e Hanna já estavam destinadas ao time Sub-16. Dessa maneira, Maeva e Giovanna garantiram seus lugares na equipe Sub-18.

A terceira vaga ficou com Júlia Stefani, também de São Paulo. Embora tenha parado nas semifinais, ela superou a irmã Paula Stefani no critério de desempate.

Isso porque Júlia venceu três baterias ao longo da competição, contra duas de Paula. Assim, o Sub-18 feminino terá três representantes paulistas no Mundial.

Idade em 2027 influencia a formação da seleção

A classificação para o Mundial considera a idade no ano da competição. Portanto, o resultado conquistado em 2026 precisa respeitar a elegibilidade do atleta para 2027.

Pelo regulamento vigente da ISA, quem completar 17 anos em 2027 não poderá disputar o Sub-16. Da mesma forma, quem completar 19 anos naquele ano estará fora do Sub-18.

Por isso, os resultados das finais e a relação de integrantes da seleção apresentam diferenças. O caso de Giovanna Rocha mostra como esse critério interfere na distribuição das vagas.

Sub-12 terá decisões neste domingo

Enquanto a seleção para o Mundial já está definida, o Surf Brasil Base ainda terá as decisões do Sub-12 masculino e feminino neste domingo.

Essas finais completarão os resultados da competição na Praia Central. O balanço completo do evento também reunirá os campeões e as classificações das categorias Sub-12 e Sub-14.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

King and Queen of the Groms abre espaço para as meninas no Brasil

King and Queen of the Groms volta ao Brasil com categorias femininas. Conheça a história de Carissa Moore e veja como competir em Ubatuba.

Publicado

em

Por

Maria Clara e Valentina Zanoni Roxy Brasil Surfistas

Valentina Zanoni e Maria Clara, atletas da Roxy Brasil, estão entre as jovens surfistas que disputarão o King and Queen of the Groms em Itamambuca.

Depois de 11 anos, uma tradicional competição juvenil de surfe está de volta ao país. Agora, porém, o evento retorna com um novo nome e uma novidade importante. O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms terá categorias femininas em sua edição brasileira.

A competição acontece nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Além disso, meninas e meninos poderão disputar as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16.

A inclusão das garotas marca uma nova fase do evento no Brasil. Afinal, nos registros encontrados das antigas edições nacionais, não havia categorias femininas próprias.

Como funcionava o antigo King of the Groms

Anteriormente, a competição recebia o nome Quiksilver King of the Groms. Dentro do antigo formato internacional, diferentes países realizavam etapas para definir os atletas que participariam da final mundial.

O Brasil também recebeu essas competições. Grandes nomes do surfe nacional passaram pelo evento ainda no início de suas carreiras. Entre eles estão Gabriel Medina, Filipe Toledo, Wiggolly Dantas, Alejo Muniz e Samuel Pupo.

No entanto, as etapas encontradas nos registros históricos eram voltadas principalmente aos meninos. Isso não impediu que uma jovem havaiana desafiasse essa estrutura e conquistasse seu espaço.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2007 hawaii

Carissa Moore tinha 14 anos quando venceu a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms, em 2007, competindo contra os meninos.

Carissa Moore venceu os meninos em 2007

Em junho de 2007, Carissa Moore disputou a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms. Na época, ela tinha apenas 14 anos.

O campeonato, realizado em Kewalo Basin, reuniu 64 participantes com até 16 anos. Somente três competidores eram meninas. Ainda assim, Carissa avançou bateria após bateria e venceu o evento.

Na decisão, a havaiana superou Albee Layer, Luke Hitchcock e Ford Archbold. Com o resultado, tornou-se a primeira garota a vencer uma etapa do King of the Groms.

Além disso, Carissa conquistou o direito de representar o Havaí na final mundial que seria realizada na França. A vitória ganhou ainda mais peso porque ocorreu antes de ela construir uma carreira histórica, que teria títulos mundiais e uma medalha de ouro olímpica.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2008hawaii

Entre 2007 e 2008, Carissa Moore quebrou barreiras ao competir com os meninos e se destacar no Quiksilver King of the Groms.

Novo nome acompanha a chegada das meninas

Quase duas décadas depois daquele resultado, o evento brasileiro passa a reconhecer as meninas também em seu nome. Assim, o King of the Groms se transforma em Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms.

A mudança não representa apenas uma nova identidade. Pela primeira vez nos registros encontrados do evento no Brasil, as jovens surfistas terão disputas femininas próprias nas três categorias.

Portanto, a edição de Itamambuca poderá revelar uma nova geração de atletas. Ao mesmo tempo, o campeonato retoma uma tradição importante do surfe de base brasileiro.

Como fazer a inscrição

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail qsilvergrooms@outlook.com. O valor é de R$ 150.

O responsável pelo atleta deve enviar o comprovante de pagamento, uma cópia de documento com foto e os seguintes dados:

  • categoria;
  • nome completo;
  • CPF;
  • nome de bateria;
  • endereço;
  • perfil no Instagram.

O pagamento deve ser realizado pela chave Pix luiz@theboxsm.com.br.

O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms acontece nos dias 10 e 11 de outubro, em Itamambuca. Como as vagas dependem da inscrição por e-mail, os interessados devem enviar toda a documentação solicitada.

Este conteúdo integra a cobertura especial da AOS Mídia, em parceria com Quiksilver e Roxy.

Continue Lendo

Brasil

Challenger Series em Maresias tem 20 atletas do CT

Challenger Series em Maresias reúne 20 inscritos do CT após o corte em Trestles. Confira os nomes e a disputa por vagas na elite.

Publicado

em

Por

Praia de Maresias, São Sebastião (SP), Surf, Swell, Litoral Norte paulista. Foto: Aleko Stergiou

Praia de Maresias, em São Sebastião, recebe a terceira etapa do Challenger Series 2026/27 entre 26 de setembro e 3 de outubro, com 20 atletas do CT inscritos. Foto: Aleko Stergiou

A etapa do Challenger Series em Maresias, marcada para 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, tem 20 atletas do Championship Tour inscritos. São 11 homens e nove mulheres na relação do Banco do Brasil São Sebastião Pro, em São Sebastião.

A competição acontece logo após o corte do CT, definido em Lower Trestles, na Califórnia. Assim, reúne surfistas que avançaram para as próximas etapas da elite e outros que ficaram fora dessa sequência.

Como o corte do CT se relaciona com Maresias

Os atletas que passaram pelo corte seguem para as etapas de Portugal e Filipinas. Já os cortados poderão retornar ao Tour em Pipeline, onde será definido o ranking final da temporada.

No entanto, avançar após Trestles não garante, por si só, a permanência na elite em 2027. Por isso, o Challenger Series também interessa a atletas que continuam no CT, mas ainda buscam assegurar sua classificação.

Os dois circuitos têm rankings separados. Portanto, os resultados de Maresias contam para o CS e não alteram a pontuação do Championship Tour.

Os 11 homens do CT inscritos

Entre os atletas que passaram pelo corte, Samuel Pupo é o mais bem colocado na lista de Maresias. O surfista de São Sebastião ocupa o nono lugar no CT após Trestles.

Além dele, estão inscritos Cole Houshmand, em 13º; Jack Robinson, em 14º; João Chianca, em 19º; e Jake Marshall, em 22º.

Por outro lado, seis inscritos ficaram fora das etapas de Portugal e Filipinas:

  • Crosby Colapinto — 25º no CT;
  • Mateus Herdy — 26º;
  • Joel Vaughan — 30º;
  • Eli Hanneman — 31º;
  • Luke Thompson — 32º;
  • Oscar Berry — 35º.

Esses atletas poderão voltar à competição na elite em Pipeline. Enquanto isso, o CS representa outra possibilidade de buscar uma vaga para a temporada seguinte.

Mateus Herdy Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0710 Tommy Pierucki

Mateus Herdy busca pontos preciosos em Maresias para melhor sua posição no ranking do Challenger depois do corte na elite mundial. Foto: WSL / Tommy Pierucki

João Chianca ainda é dúvida

Embora apareça na relação de inscritos, João Chianca ainda é dúvida para Maresias. O brasileiro se recupera de uma fratura no pé.

Dessa forma, a inscrição não confirma sua presença nas baterias. A participação de Chumbinho depende da evolução de sua recuperação.

Nove mulheres da elite estão na lista

No feminino, Nadia Erostarbe é a atleta do CT mais bem colocada entre as inscritas. A espanhola ocupa a 11ª posição após Trestles e passou pelo corte.

As outras oito integrantes do Tour na relação ficaram fora de Portugal e Filipinas:

  • Anat Lelior — 15ª no CT;
  • Alyssa Spencer — 16ª;
  • Brisa Hennessy — 18ª;
  • Tya Zebrowski — 19ª;
  • Vahine Fierro — 20ª;
  • Sally Fitzgibbons — 21ª;
  • Bella Kenworthy — 22ª;
  • Francisca Veselko — 23ª.

Assim como no masculino, as surfistas cortadas poderão retornar ao CT em Pipeline.

Weslley Dantas 26BallitoCS 0D3A6246 Pierre Tostee

Weslley Dantas é o melhor brasileiro no Challenger Series até o momento. Foto: WSL / Pierre Tostee

A situação dos brasileiros no Challenger Series

O Brasil tem quatro representantes no Top 10 masculino do Challenger Series após o QS 6.000 Internacional de Saquarema. Weslley Dantas lidera, enquanto Ryan Kainalo aparece em quinto, Ian Gouveia em sexto e Deivid Silva em oitavo.

Logo atrás, Mateus Herdy ocupa o 11º lugar, com 8.065 pontos, a mesma pontuação de Taj Lindblad, décimo colocado. Além disso, o brasileiro ainda não computa um resultado do QS 6.000 Internacional. Sete dos dez atletas à sua frente já somam pontos dessa categoria.

Essa diferença ajuda a entender o cenário da classificação. Cada surfista pode contabilizar seu melhor resultado em um QS 6.000 Internacional, independentemente do país da disputa. Portanto, a corrida por vagas envolve tanto as etapas do CS quanto essas oportunidades adicionais de pontuação.

Na sequência, aparecem Gabriel Klaussner (13º), Douglas Silva (22º), Vitor Ferreira (34º), Edgard Groggia (43º), Rafael Barbosa (59º), Michael Rodrigues (60º) e Lucas Silveira (77º).

Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada

No feminino, Laura Raupp ocupa a 14ª posição. Sophia Medina vem em 25º, enquanto Tainá Hinckel aparece em 48º.

Ao fim da temporada, os dez primeiros homens e as seis primeiras mulheres do Challenger Series conquistam vagas no CT de 2027. Assim, as brasileiras chegam a Maresias buscando se aproximar da zona de classificação.

Challenger Series em Maresias é a terceira etapa

A temporada 2026/27 do CS já passou por Ballito, na África do Sul, e Huntington Beach, na Califórnia. Agora, Maresias recebe a terceira das cinco etapas.

Na sequência, o circuito segue para Ericeira, em Portugal, de 6 a 12 de outubro. Por fim, Newcastle, na Austrália, encerra a temporada entre 1º e 7 de março de 2027.

Além das provas do CS, cada atleta pode contabilizar seu melhor resultado em um QS 6.000 Internacional. Essa possibilidade vale independentemente do local onde a competição foi disputada.

Portanto, a corrida por vagas na elite envolve também essas oportunidades de pontuação. Enquanto o CT termina em Pipeline, em dezembro, a classificação pelo Challenger Series seguirá em disputa até março do próximo ano.

As posições citadas são do CT após Trestles. A relação de inscritos pode sofrer alterações.

Continue Lendo

Bodyboard

Brasileiras no Wahine Pro: título mundial e lugar nos pódios

Brasileiras no Wahine Pro conquistam título mundial com Soraia Rocha, vice mundial com Luna Hardman e pódios nas três categorias.

Publicado

em

Por

Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe

Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe, Serra (ES). Foto: Divulgação

As brasileiras brilharam no ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026, em Jacaraípe, na Serra (ES), com título mundial e presença nas três finais. Soraia Rocha conquistou o Mundial Master, enquanto Luna Hardman encerrou a temporada como vice-campeã mundial profissional.

Além disso, Maylla Venturin e Melissa Souza ficaram em segundo lugar na etapa nas categorias profissional e Júnior, respectivamente. Já Joselani Amorim e Elizangela Fragoso subiram ao pódio da Master, ampliando a presença brasileira entre as melhores da competição.

Dessa forma, o Brasil reuniu resultados expressivos em diferentes categorias. Ao longo da disputa, as atletas garantiram classificações nos últimos segundos e protagonizaram finais apertadas diante do público em casa.

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Soraia Rocha conquista o título mundial Master

Soraia Rocha assegurou o principal título brasileiro no encerramento do evento. Na final Master, venceu Marta Leitão por apenas 0,50 ponto. Assim, conquistou tanto a etapa quanto o título mundial.

Antes da decisão, Soraia superou duas compatriotas. Primeiro, venceu Juliana Dourado nas quartas de final. Em seguida, derrotou Joselani Amorim por dois pontos na semifinal.

Enquanto isso, Elizangela Fragoso chegou à outra semifinal, mas perdeu para Marta Leitão. Com isso, Joselani e Elizangela terminaram empatadas em terceiro lugar.

Ao vencer a final, Soraia colocou o Brasil no topo do pódio Master. Além do título, a delegação brasileira celebrou a presença de três atletas entre as quatro primeiras colocadas.

Campeãs mundiais da IBC em 2026

Campeãs mundiais da IBC em 2026. Foto: Divulgação

Luna Hardman fecha temporada como vice-campeã mundial

Além da conquista na Master, o Brasil teve destaque no ranking mundial profissional com Luna Hardman. A atleta encerrou a temporada como vice-campeã mundial, somando outro resultado importante para o país.

No penúltimo dia, Luna registrou a maior soma do Round 6, com 14,50 pontos. Em seguida, enfrentou Alice Teotônio nas quartas de final, em uma bateria decidida por uma diferença mínima.

Apesar da boa campanha, Luna perdeu o confronto por apenas 0,40 ponto. Dessa forma, terminou o Wahine Pro em quinto lugar e fechou o ano com o vice mundial.

Maylla Venturin leva o Brasil à final profissional

Finalistas da categoria profissional no Wahine Bodyboard Pro 2026

Finalistas da etapa na categoria profissional. Foto: Divulgação

Maylla Venturin, por sua vez, garantiu a presença brasileira na final profissional da etapa. Para isso, venceu Alice Teotônio na semifinal, com uma apresentação que incluiu uma onda de sete pontos.

Na sequência, Maylla enfrentou Namika Yamashita, que já havia assegurado o título mundial. A japonesa venceu a decisão, enquanto a brasileira ficou com o segundo lugar no Wahine Pro.

Assim, Maylla terminou a etapa no pódio da categoria profissional. Seu resultado somou-se ao vice mundial de Luna e reforçou o destaque das brasileiras na competição.

Melissa Souza garante mais um pódio para as brasileiras

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Na Júnior, Melissa Souza protagonizou uma classificação emocionante. Nos últimos segundos da semifinal, conseguiu uma onda de seis pontos e venceu Alice Teotônio.

Com isso, avançou à final contra Luana Dourado. A portuguesa, porém, levou a melhor e conquistou o título mundial da categoria. Melissa encerrou a etapa como vice-campeã, garantindo mais um pódio brasileiro.

Assim, as brasileiras terminaram o Wahine Pro com conquistas nas três categorias. Além do título mundial de Soraia e do vice mundial de Luna, o país celebrou os pódios de Maylla, Melissa, Joselani e Elizangela.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.