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Havaí

Lapo Coutinho relembra história de Marcelo Biju contra três no Havaí

Lapo Coutinho relembra no Fala Papah a história de Marcelo Biju contra três homens e conta como o brasileiro conquistou respeito no Havaí.

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Marcelo Biju no Havaí

Marcelo Biju, um dos brasileiros que construíram uma forte relação com o Havaí e o North Shore. Foto: Arquivo pessoal Biju

Marcelo Biju construiu uma relação especial com o Havaí durante uma das épocas mais intensas do North Shore. No Fala Papah!, Lapo Coutinho relembra algumas dessas histórias e conta, entre elas, uma impressionante confusão em que Biju teria enfrentado três homens.

O relato faz parte do episódio em que Lapo recorda grandes tretas e personagens que marcaram sua trajetória no arquipélago. No entanto, a passagem sobre Marcelo Biju no Havaí ganhou um corte especial por reunir histórias sobre um dos brasileiros mais emblemáticos daquela geração.

Segundo Lapo, Biju já carregava a fama de ser um sujeito extremamente duro. Além disso, sua personalidade e sua disposição para enfrentar situações complicadas ajudaram a construir a reputação que ganhou durante os anos em que frequentou o Havaí.

Marcelo Biju e o respeito no Havaí

Marcelo Biju não ficou conhecido no arquipélago apenas pelas histórias de confusão. Surfista de ondas grandes, o carioca estabeleceu uma forte relação com os havaianos e acabou se tornando um brasileiro respeitado entre personagens importantes do North Shore.

Essa relação foi registrada anos depois na série “Sangue, Suor e Javalis”. O programa acompanhou a volta de Biju ao Havaí e seu reencontro com antigos amigos. A produção também mostrou sua ligação com a caça de javalis e com personagens da cultura local.

Além disso, um perfil publicado pela revista Trip relembrou sua reputação de “casca-grossa” e sua aproximação com surfistas havaianos durante suas passagens pelo arquipélago.

Lapo conta a história de Biju contra três

No Fala Papah!, porém, Lapo volta algumas décadas no tempo para contar como conheceu Biju e relembrar episódios daquele período.

Entre eles está a história que dá origem a este corte: Marcelo Biju contra três homens em uma confusão no Havaí.

O relato ajuda a mostrar como era diferente o ambiente vivido pelos brasileiros que frequentavam o North Shore naquela época. Ao mesmo tempo, Lapo contextualiza a personalidade de Biju e explica como o brasileiro foi conquistando espaço e respeito entre os locais.

Lapo tem autoridade para recuperar essas histórias. Ele viveu por muitos anos no Havaí, trabalhou como juiz profissional e acompanhou de perto diferentes gerações do surfe no North Shore. Em diversas entrevistas, ele já falou sobre localismo, brasileiros no arquipélago e sua própria trajetória no surfe havaiano.

Agora, décadas depois, algumas dessas memórias aparecem no Fala Papah!. Portanto, mais do que uma história de briga, o relato sobre Marcelo Biju também funciona como um registro de uma fase muito particular da presença brasileira no Havaí.

Veja também a história completa contada por Lapo Coutinho:

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Competições

Efeitos do corte mudam formato do Championship Tour

Entenda os efeitos do corte do Championship Tour, o novo formato de Portugal e Filipinas e como ficam os caminhos dos atletas até Pipeline.

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Miguel Pupo 26Trestles ES 0665 Emma Sharon

O corte de Trestles reduziu o grupo do Championship Tour e mudou o formato das próximas etapas da temporada. Foto: WSL / Emma Sharon

O corte do Championship Tour em Trestles definiu os surfistas que seguem para as etapas de Portugal e Filipinas. No entanto, a mudança vai muito além da redução do número de competidores. A partir de agora, o formato das baterias também muda e o seeding passa a ter um peso ainda maior no caminho de cada atleta.

No masculino, as etapas após o corte passam a reunir 24 surfistas. São os 22 primeiros do ranking, além de duas vagas destinadas a wildcards. Os seeds de 9 a 24 começam no Round 1, enquanto os oito primeiros entram diretamente no Round 2.

Dessa forma, quem está entre os oito primeiros precisa de uma vitória a menos para chegar às quartas de final.

No feminino, por outro lado, o formato é ainda mais curto. As etapas passam a reunir 16 surfistas, sendo as 14 primeiras do ranking e duas wildcards. Todas começam no Round 1 e as oito vencedoras avançam diretamente às quartas de final. Portanto, não existe Round 2 feminino nas etapas pós-corte.

Formato masculino do Championship Tour após o corte, com 24 surfistas e oito seeds entrando no Round 2. Reprodução WSL

O formato masculino passa a reunir 24 surfistas em Portugal e Filipinas, com os oito primeiros seeds entrando diretamente no Round 2.

Brasileiros podem se enfrentar em Portugal

A partir das regras e do seeding do Championship Tour, AOS Mídia contou novamente com a colaboração de Marcelo Neto para projetar como poderá ficar o chaveamento da etapa de Portugal.

Cearense, profissional da área de TI e fã de matemática, Marcelo já havia colaborado com AOS Mídia nos cálculos e diferentes cenários do corte.

Na projeção masculina, João Chianca enfrentaria Jack Robinson no Round 1. Filipe Toledo teria Liam O’Brien pela frente, enquanto Samuel Pupo enfrentaria uma das wildcards.

Enquanto isso, Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Gabriel Medina aparecem entre os oito primeiros seeds. Por isso, os quatro brasileiros entrariam diretamente no Round 2.

O chaveamento cria, inclusive, possibilidades interessantes. Caso Filipe supere Liam O’Brien, por exemplo, enfrentaria Gabriel Medina na fase seguinte. Da mesma forma, uma vitória de João Chianca sobre Jack Robinson colocaria João diante de Italo Ferreira.

Formato feminino do Championship Tour após o corte, com 16 surfistas avançando do Round 1 às quartas de final. WSL

Após o corte, o formato feminino terá 16 surfistas em Portugal e Filipinas, com as vencedoras do Round 1 avançando diretamente às quartas de final.

No feminino, Luana Silva aparece na projeção enfrentando Bettylou Sakura Johnson no Round 1. Como não existe uma segunda fase antes das quartas, a vencedora já estaria entre as oito melhores da etapa.

É importante destacar, porém, que esses confrontos são projeções baseadas no seeding e ainda não representam baterias oficializadas pela WSL. Além disso, eventuais ausências e substituições podem provocar alterações no chaveamento.

Formato masculino de Pipeline com 36 surfistas divididos por seeding entre os Rounds 1, 2, 3 e 4. WSL

Pipeline volta a reunir 36 homens e distribui as estreias em diferentes fases de acordo com o seeding de cada surfista.

Pipeline reúne novamente os atletas

Os surfistas que ficaram abaixo do corte não disputam Portugal nem Filipinas. Entretanto, isso não significa que estejam fora do restante da temporada.

Todos retornam ao Championship Tour em Pipeline. No Havaí, o masculino volta a reunir 36 surfistas, enquanto o feminino terá novamente 24 competidoras.

O formato masculino de Pipeline também oferece vantagens progressivas de acordo com o seeding. Os seeds 29 a 36 começam no Round 1. Depois, os seeds 17 a 28 entram no Round 2, enquanto os colocados entre 9 e 16 estreiam no Round 3. Finalmente, os oito primeiros seeds entram apenas no Round 4, uma vitória antes das quartas de final.

No feminino, as seeds 9 a 24 começam no Round 1. Já as oito primeiras entram diretamente no Round 2.

Também já é possível projetar alguns confrontos do Round 1 feminino em Pipeline. Como as surfistas que passaram pelo corte ainda disputarão Portugal e Filipinas, suas posições no seeding podem mudar antes da etapa havaiana. Por isso, neste momento, as projeções mais claras envolvem atletas que ficaram abaixo do corte.

Considerando também a ausência de Isabella Nichols, lesionada em Fiji, e a consequente subida de uma posição das surfistas que aparecem abaixo dela no ranking, três confrontos podem ser projetados:

Stephanie Gilmore x Brisa Hennessy
Alyssa Spencer x Tya Zebrowski
Anat Lelior x Vahine Fierro

Os demais confrontos femininos ainda dependerão dos resultados de Portugal e Filipinas e da definição do seeding para Pipeline.

Formato feminino de Pipeline com 24 surfistas e as oito primeiras seeds entrando no Round 2. WSL

No feminino, Pipeline terá 24 surfistas, com as oito primeiras seeds entrando diretamente no Round 2.

Pipeline terá pontuação especial

Além do formato diferente, Pipeline terá um peso maior na classificação. A etapa distribuirá 50% mais pontos do que uma etapa regular do Championship Tour.

O campeão receberá 15 mil pontos, enquanto o vice ficará com 11.700. Os semifinalistas somarão 9.125 pontos e quem cair nas quartas receberá 7.115.

Assim, o corte de Trestles não definiu apenas quem disputa as próximas duas etapas. Ele também mudou o formato da competição, os possíveis confrontos e o caminho que cada surfista terá até o encerramento da temporada em Pipeline.

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Bahia

Lapo Coutinho relembra grandes tretas no Havaí

Lapo Coutinho relembra no Fala Papah grandes tretas do surfe no Havaí, com histórias de Fast Eddie, Biju, Neco, Andy Irons e outros.

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Lapo Coutinho no Fala Papah!

Lapo Coutinho volta com tudo ao Fala Papah! Foto: Divulgação

O Havaí ocupa um lugar especial na história do surfe mundial. No entanto, quem acompanhou o North Shore em outras décadas sabe que o cenário também viveu períodos muito mais tensos. No novo episódio do Fala Papah!, Lapo Coutinho relembra algumas das maiores tretas que presenciou durante seus anos no arquipélago.

Lapo está de volta ao podcast depois da repercussão de sua primeira participação. Desta vez, porém, o programa é praticamente inteiro dedicado às histórias de conflitos, localismo, rivalidades e situações que marcaram uma época do surfe havaiano.

Logo no início, ele explica que o contexto era muito diferente do atual. Além disso, ressalta que o Havaí mudou bastante ao longo dos anos e que muitas das situações relatadas pertencem a outro momento da história do esporte.

Fast Eddie, Biju e outras histórias

Ao longo da conversa, Lapo passa por personagens conhecidos de diferentes gerações. Entre eles estão Fast Eddie, Marcelo Biju, Maurício Pelé, Neco Padaratz, Paulo Moura, Peterson Rosa e Andy Irons.

Uma das histórias envolve Marcelo Biju e uma confusão no Havaí. Em outro momento, Lapo relembra um episódio envolvendo Maurício Pelé no Backdoor Shootout em Honolua Bay. Posteriormente, aparecem também as histórias de Neco e de Paulo Moura, além de situações envolvendo havaianos conhecidos daquela época.

O programa ainda entra nos bastidores das competições. Lapo conta, por exemplo, como determinadas situações podiam colocar até mesmo juízes e integrantes da organização sob enorme pressão. Assim, o episódio ajuda a mostrar um lado do circuito profissional que dificilmente aparecia nas transmissões.

Andy Irons e a pressão de uma disputa mundial

Já na parte final, Lapo relembra um episódio envolvendo Andy Irons durante uma disputa pelo título mundial. A história mostra como a tensão competitiva podia se misturar ao ambiente do North Shore.

Além das brigas, o episódio procura explicar por que esse cenário mudou. Segundo Lapo, o aumento do profissionalismo, regras mais claras nas competições e uma atuação maior das autoridades contribuíram para reduzir os episódios de violência. Ao mesmo tempo, uma geração que protagonizou aquele período envelheceu e o próprio ambiente do surfe profissional se transformou.

Dessa forma, o novo Fala Papah! não se resume a uma sequência de histórias de pancadaria. O programa também funciona como um registro de uma fase do Havaí que marcou gerações de surfistas brasileiros.

Lapo Coutinho viveu de perto boa parte desse período. Agora, ele reúne algumas dessas histórias e explica como era estar no North Shore quando, como ele próprio resume no episódio, “o bicho pegava”.

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Havaí

Campanha solidária apoia Rafinha Fernandes contra o câncer

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Família mobiliza campanha com apoio via PIX e GoFundMe.

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Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.
Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

A comunidade do surfe tem se unido em uma grande corrente de solidariedade para apoiar Rafinha Fernandes, um menino de 9 anos que enfrenta um tratamento intenso contra o câncer no Havaí. A campanha ganhou ainda mais visibilidade após ser citada em um trecho do podcast Fala Papah!, durante a conversa com Lapo Coutinho, quando o programa abriu espaço para um pedido direto de ajuda à família.

Rafinha é filho do baiano Fabrício Fernandes, surfista apaixonado que vive há anos na ilha de Maui. Conhecido por sua ligação com o oceano e com a comunidade do surfe, Fabrício enfrenta ao lado da família o momento mais difícil de sua vida. Amigos descrevem Rafinha como uma criança alegre, carinhosa e cheia de energia, que segue demonstrando força e leveza mesmo diante de uma rotina marcada por hospitais, exames e sessões de quimioterapia.

Atualmente, Fabrício trabalha no restaurante de Yuri Soledade, big rider brasileiro com forte ligação com o Havaí. Sensibilizado com a situação, Yuri tem ajudado a família da melhor forma possível, oferecendo apoio, acolhimento e mobilizando sua rede de contatos para fortalecer a campanha. O gesto reforça a importância da união dentro da comunidade do surfe, especialmente para brasileiros que vivem fora do país.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Rafinha Fernandes, 9 anos, é descrito pela família como um menino alegre, carinhoso e cheio de vida, mesmo enfrentando uma rotina intensa de tratamento contra o câncer no Havaí.

De acordo com informações divulgadas na campanha internacional, Rafinha entrou, a partir de 15 de dezembro, em uma segunda fase de quimioterapia intensiva, com aplicações diárias e, em alguns dias, até três tipos diferentes de medicação, incluindo quimioterapia intravenosa, injeções e medicamentos orais. Em atualização recente, a família informou que o dia 29 de dezembro foi um dos mais desafiadores até agora, com quimioterapia espinhal e retirada de líquido da medula.

Essa etapa é crítica e fisicamente desgastante. O sistema imunológico de Rafinha oscila constantemente, deixando-o altamente vulnerável a infecções. Por isso, a partir de janeiro, ele precisará permanecer em isolamento rigoroso, com contato restrito aos cuidadores imediatos e à equipe médica, pelo tempo que for necessário.

Diante do impacto emocional e financeiro, a família iniciou campanhas de financiamento coletivo para ajudar a custear despesas médicas, deslocamentos, alimentação adequada e garantir que os pais possam permanecer ao lado do filho durante todo o tratamento. O pedido feito no Fala Papah! reforça o papel do jornalismo e dos projetos independentes em transformar audiência em apoio real, lembrando que o surfe também é comunidade, empatia e cuidado.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Mesmo em meio a sessões de quimioterapia e longos períodos no hospital, Rafinha segue demonstrando coragem e leveza, inspirando familiares, amigos e toda a comunidade do surfe.

Como ajudar

Para quem está no Brasil, é possível contribuir via PIX:

📌 PIX: LENNEJM@hotmail.com
Titular: Cirlene Moura de Jesus (mãe do Rafinha)

Para quem mora no exterior, a campanha também está disponível na plataforma GoFundMe, buscando por:
“Support Rafael Fernandes fight against cancer” (clique no link).

Qualquer contribuição faz diferença. E para quem não puder ajudar financeiramente, compartilhar a campanha já é uma forma poderosa de ampliar o alcance e fortalecer a rede de apoio à família.

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Bombando

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