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Competições

Todos os campeões do Four Seasons Surfing Champions Trophy

Confira a lista completa de todos os campeões e vice-campeões do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy desde 2011.

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Four Seasons Surfing Champions Trophy em Kuda Huraa, nas Maldivas

O Four Seasons Surfing Champions Trophy reúne grandes nomes do surfe mundial nas Maldivas. Foto: Divulgação.

O Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy é considerado um dos campeonatos de surfe mais luxuosos do mundo. Desde 2011, o evento reúne lendas do esporte e convidados especiais no Four Seasons Resort Maldives, na ilha de Kuda Huraa.

Além disso, a competição chama a atenção por seu formato diferente. Os surfistas disputam três categorias: Single Fin, Twin Fin e Thruster. Depois disso, os melhores atletas participam da final que define o campeão geral.

Em 2026, o torneio aconteceu entre 4 e 11 de setembro nas direitas de Sultans. Na ocasião, Caio Ibelli colocou o Brasil no topo do pódio pela primeira vez na história.

A seguir, confira todos os campeões e vice-campeões do Surfing Champions Trophy. Além da classificação geral, veja também os vencedores das categorias Single Fin, Twin Fin e Thruster.


Campeões gerais do Surfing Champions Trophy

Em primeiro lugar, vale conhecer os vencedores da principal disputa do evento. A final geral reúne os surfistas que mais se destacaram durante cada edição. Portanto, vencer essa bateria representa a maior conquista do torneio.

  • 2026 – Campeão: Caio Ibelli (Bra) | Vice: Bede Durbidge (Aus)
  • 2025 – Campeão: Michel Bourez (Tah) | Vice: Owen Wright (Aus)
  • 2024 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Mikey February (Afr)
  • 2023 – Campeão: Joel Parkinson (Aus) | Vice: Adriano de Souza (Bra)
  • 2022 – Campeão: Kelly Slater (EUA) | Vice: Shane Dorian (Haw)
  • 2019 – Campeão: Josh Kerr (Aus) | Vice: Joel Parkinson (Aus)
  • 2018 – Campeão: Josh Kerr (Aus) | Vice: Alejo Muniz (Bra)
  • 2017 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Rob Machado (EUA)
  • 2016 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Shane Dorian (Haw)
  • 2015 – Campeão: Shane Dorian (Haw) | Vice: Dave “Rasta” Rastovich (Aus)
  • 2014 – Campeão: Dave “Rasta” Rastovich (Aus) | Vice: Taylor Knox (EUA)
  • 2013 – Campeão: Taylor Knox (EUA) | Vice: Tom Curren (EUA)
  • 2012 – Campeão: Damien Hardman (Aus) | Vice: Tom Curren (EUA)
  • 2011 – Campeão: Mark Occhilupo (Aus) | Vice: Josh Constable (Aus)

Em primeiro lugar, Taj Burrow aparece como o maior campeão geral do evento. Além disso, Josh Kerr conquistou duas edições consecutivas. Por sua vez, Kelly Slater venceu o torneio em 2022. Já em 2026, Caio Ibelli garantiu o primeiro título geral do Brasil. Em resumo, a relação de vencedores reúne diferentes gerações do surfe mundial.


Campeões por categoria

Antes da decisão geral, os convidados precisam mostrar versatilidade. Afinal, cada categoria exige uma forma diferente de interpretar as ondas de Sultans. Dessa forma, o evento valoriza tanto a técnica quanto a capacidade de adaptação.

Single Fin (Monoquilha)

Primeiramente, os atletas competem com pranchas de uma quilha. A Single Fin favorece linhas mais longas e maior controle da velocidade. Ao mesmo tempo, o equipamento exige precisão durante as curvas.

  • 2026 – Campeão: Caio Ibelli (Bra) | Vice: Bede Durbidge (Aus)
  • 2025 – Campeão: Owen Wright (Aus) | Vice: Michel Bourez (Tah)
  • 2024 – Campeão: Jadson André (Bra) | Vice: Taj Burrow (Aus)
  • 2023 – Campeão: Joel Parkinson (Aus) | Vice: Adriano de Souza (Bra)
  • 2022 – Campeão: Kelly Slater (EUA) | Vice: Shane Dorian (Haw)
  • 2019 – Campeão: Josh Kerr (Aus) | Vice: Joel Parkinson (Aus)
  • 2018 – Campeão: Josh Kerr (Aus) | Vice: C.J. Hobgood (EUA)
  • 2017 – Campeão: Rob Machado (EUA) | Vice: C.J. Hobgood (EUA)
  • 2016 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Rob Machado (EUA)
  • 2015 – Campeão: Dave Rastovich (Aus) | Vice: Neco Padaratz (Bra)
  • 2014 – Campeão: Dave Rastovich (Aus) | Vice: Sunny Garcia (Haw)
  • 2013 – Campeão: Tom Curren (EUA) | Vice: Pedro Henrique (Bra)
  • 2012 – Campeão: Damien Hardman (Aus) | Vice: Martin Potter (Ing)
  • 2011 – Campeão: Mark Occhilupo (Aus) | Vice: Layne Beachley (Aus)

Primeiramente, Mark Occhilupo venceu a categoria na edição inaugural. Depois disso, nomes como Tom Curren, Taj Burrow e Kelly Slater também chegaram ao topo. Além disso, brasileiros como Pedro Henrique, Neco Padaratz e Adriano de Souza disputaram finais. Por sua vez, Jadson André conquistou o título em 2024. Finalmente, Caio Ibelli ampliou a presença brasileira ao vencer em 2026.

Twin Fin (Biquilha)

Em seguida, entram em cena as pranchas de duas quilhas. Por serem rápidas e soltas, elas favorecem curvas abertas e mudanças de direção. Além disso, a Twin Fin oferece mais liberdade para manobras criativas.

  • 2026 – Campeão: Caio Ibelli (Bra) | Vice: Travis Logie (Afr)
  • 2025 – Campeão: Owen Wright (Aus) | Vice: Michel Bourez (Tah)
  • 2024 – Campeão: Jérémy Florès (Fra) | Vice: Taj Burrow (Aus)
  • 2023 – Campeão: Joel Parkinson (Aus) | Vice: Adriano de Souza (Bra)
  • 2022 – Campeão: Shane Dorian (Haw) | Vice: Ross Williams (Haw)
  • 2019 – Campeão: Joel Parkinson (Aus) | Vice: Josh Kerr (Aus)
  • 2018 – Campeão: Josh Kerr (Aus) | Vice: Alejo Muniz (Bra)
  • 2017 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Rob Machado (EUA)
  • 2016 – Campeão: Shane Dorian (Haw) | Vice: Jamie O’Brien (Haw)
  • 2015 – Campeão: Shane Dorian (Haw) | Vice: Dave Rastovich (Aus)
  • 2014 – Campeão: Taylor Knox (EUA) | Vice: Dave Rastovich (Aus)
  • 2013 – Campeão: Taylor Knox (EUA) | Vice: Tom Curren (EUA)
  • 2012 – Campeão: Damien Hardman (Aus) | Vice: Mark Occhilupo (Aus)
  • 2011 – Campeão: Mark Occhilupo (Aus) | Vice: Josh Constable (Aus)

Em primeiro lugar, as biquilhas ampliam a velocidade dos competidores nas ondas de Sultans. Por isso, a categoria costuma produzir apresentações criativas. Além disso, Mark Occhilupo, Taylor Knox e Shane Dorian aparecem entre os vencedores. Por outro lado, atletas brasileiros também alcançaram resultados importantes. Por fim, Caio Ibelli conquistou o título de 2026 diante de Travis Logie.

Thruster (Triquilha)

Por fim, os surfistas usam as tradicionais pranchas de três quilhas. Essa configuração oferece mais controle e estabilidade. Consequentemente, os atletas conseguem executar um surfe mais próximo do circuito competitivo moderno.

  • 2026 – Campeão: Bede Durbidge (Aus) | Vice: Mason Ho (Haw)
  • 2025 – Campeão: Michel Bourez (Tah) | Vice: Jessé Mendes (Bra)
  • 2024 – Campeão: Mikey February (Afr) | Vice: Taj Burrow (Aus)
  • 2023 – Campeão: Joel Parkinson (Aus) | Vice: Adriano de Souza (Bra)
  • 2022 – Campeão: Kelly Slater (EUA) | Vice: Rob Machado (EUA)
  • 2019 – Campeão: Kai Lenny (Haw) | Vice: Matt Wilkinson (Aus)
  • 2018 – Campeão: Freddy Patacchia Jr. (Haw) | Vice: Alejo Muniz (Bra)
  • 2017 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: C.J. Hobgood (EUA)
  • 2016 – Campeão: Taj Burrow (Aus) | Vice: Shane Dorian (Haw)
  • 2015 – Campeão: Shane Dorian (Haw) | Vice: Neco Padaratz (Bra)
  • 2014 – Campeão: Taylor Knox (EUA) | Vice: Sunny Garcia (Haw)
  • 2013 – Campeão: Taylor Knox (EUA) | Vice: Damien Hardman (Aus)
  • 2012 – Campeão: Tom Curren (EUA) | Vice: Phil Rajzman (Bra)
  • 2011 – Campeão: Mark Occhilupo (Aus) | Vice: Josh Constable (Aus)

Em seguida, o histórico da Thruster mostra uma ligação maior com o surfe competitivo moderno. Além disso, a categoria já teve campeões como Kelly Slater, Taj Burrow e Joel Parkinson. Ao mesmo tempo, brasileiros como Phil Rajzman, Neco Padaratz e Alejo Muniz chegaram às finais. Já em 2025, Jessé Mendes terminou com o vice-campeonato. Finalmente, Bede Durbidge venceu Mason Ho na decisão de 2026.

Quem é o maior campeão do evento?

O histórico do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy reúne alguns dos principais nomes do surfe mundial. Entre eles, Taj Burrow ocupa uma posição especial. O australiano é o maior campeão geral, com títulos em 2016, 2017 e 2024.

Além disso, Josh Kerr venceu duas edições consecutivas, em 2018 e 2019. Do mesmo modo, Kelly Slater, Joel Parkinson e Shane Dorian também deixaram seus nomes na história do campeonato.

O Brasil, por sua vez, alcançou o topo da classificação geral em 2026. Caio Ibelli venceu as categorias Single Fin e Twin Fin. Posteriormente, o brasileiro também conquistou a grande final. Assim, tornou-se o primeiro atleta do país a vencer o título geral.

Um formato diferente no surfe mundial

O Surfing Champions Trophy valoriza diferentes estilos, equipamentos e gerações. Isso porque os convidados precisam adaptar o surfe às características de cada prancha.

Como resultado, o formato produz disputas imprevisíveis e promove reencontros entre grandes nomes do esporte. Mais do que isso, a competição ajuda a contar a história da evolução das pranchas.

Portanto, o evento não premia apenas o surfista mais técnico. Acima de tudo, consagra o competidor que demonstra maior versatilidade nas ondas de Sultans.

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Competições

Alejo Muniz prepara nova fase fora das competições

Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar sua despedida da WSL e se preparar para uma carreira fora das baterias.

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Alejo Muniz prepara nova fase na gestão de atletas após confirmar aposentadoria das competições profissionais


Alejo Muniz prepara uma nova fase profissional após confirmar que vai encerrar a carreira nas competições. Foto: Reprodução AOS Mídia

Alejo Muniz já definiu um dos caminhos que pretende seguir depois de encerrar a carreira competitiva. O surfista vai atuar na gestão de atletas e se tornará sócio da Outside Sports. Além disso, ele já começou a se preparar para a nova função, que pretende unir sua experiência de mais de duas décadas no surfe profissional ao interesse por negócios, contratos e desenvolvimento de carreiras.

No início de 2026, Alejo anunciou que este seria seu último ano como competidor profissional. Agora, ele confirmou à AOS Mídia que a aposentadoria será geral e que não pretende seguir disputando competições profissionais. Pipeline deve marcar sua despedida das baterias.

O anúncio da aposentadoria havia sido feito em fevereiro. Desde então, Alejo passou a avaliar qual caminho seguiria depois de deixar o circuito competitivo.

Alejo Muniz durante competição profissional antes de anunciar aposentadoria


Depois de mais de duas décadas nas competições, Alejo Muniz prepara a transição para a gestão de atletas. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz explica como surgiu a nova fase

A possibilidade de trabalhar diretamente com gestão de atletas ganhou força durante a etapa de Saquarema. Na ocasião, Alejo conversou com Felipe Freitas, fundador da Outside Sports, sobre os planos para depois da aposentadoria.

Felipe conhece Alejo há mais de 20 anos por suas trajetórias dentro do surfe. Antes de atuar na gestão de atletas e na produção de eventos, também teve experiência como competidor e realizou viagens ligadas ao esporte. Desde 2008, trabalha diretamente com surfistas.

Naquele momento, porém, Alejo ainda não sabia exatamente o que faria no ano seguinte.

“Quando decidi que esse seria meu último ano, ainda não tinha definido o que faria no ano seguinte”, contou Alejo.

Entretanto, havia uma área que já despertava seu interesse. O surfista revelou que sempre gostou da parte de negócios, contratos e negociações. Além disso, segundo ele, nos últimos seis ou sete anos vinha cuidando da própria carreira sem empresário.

Foi durante essas conversas que surgiu o convite para Alejo se tornar sócio da Outside Sports.

“Na hora que ele falou isso, foi como uma luz no fim do túnel”, afirmou.

Alejo Muniz em Pipeline antes da despedida das competições profissionais


Pipeline deve marcar a despedida de Alejo Muniz das competições profissionais. Foto: WSL / Bielmann

Três pontos pesaram na decisão de Alejo Muniz

Segundo o surfista, três fatores foram fundamentais para aceitar o novo desafio. O primeiro é a possibilidade de continuar trabalhando diretamente com o surfe, esporte que marcou toda a sua vida profissional.

O segundo ponto envolve justamente a área de negócios. Alejo pretende trabalhar com contratos, reuniões, negociações e relacionamento com atletas e empresas. Dessa forma, ele inicia uma atividade que não depende de seu rendimento físico e que poderá desenvolver por muitos anos.

Por fim, o terceiro fator está ligado a uma realização pessoal e à possibilidade de devolver ao esporte parte do que recebeu durante a carreira.

“Quero devolver ao esporte tudo o que o surfe me proporcionou. Acho que vai ser uma gratidão muito grande conseguir um patrocínio para algum atleta e ajudá-lo a correr atrás do seu sonho”, explicou.

A experiência acumulada dentro das competições também será uma das ferramentas dessa nova fase. Ao longo da carreira, Alejo viveu diferentes momentos no circuito internacional e voltou à elite da WSL depois de anos buscando novamente uma vaga entre os principais nomes do mundo.

A AOS Mídia acompanhou, por exemplo, sua participação em Pipeline na temporada de 2025. Relembre a participação de Alejo Muniz em Pipeline pela AOS Mídia.

Alejo Muniz durante competição antes de iniciar nova fase na gestão esportiva


Além da experiência no circuito, Alejo Muniz buscará formação específica para a nova carreira no mercado esportivo. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz busca formação para a nova carreira

A preparação para a nova função não ficará restrita à experiência adquirida como atleta. Em novembro, Alejo fará em São Paulo o Sport Business Experience: Estratégias que Movem o Jogo, curso presencial promovido pela ESPM em parceria com a Máquina do Esporte.

A formação começa em 9 de novembro e tem carga horária de 18 horas. Entre os temas estão marketing esportivo, gestão de atletas, construção de imagem, posicionamento, negócios no esporte e estratégias utilizadas no mercado esportivo.

Com isso, Alejo pretende combinar o conhecimento adquirido durante anos no circuito profissional com uma preparação específica para a nova carreira fora das competições.

Veja as informações oficiais do Sport Business Experience na ESPM.

Outside passa por mudanças

A chegada de Alejo acontece em meio a outras mudanças na estrutura da Outside Sports. Atualmente, a agência trabalha com nomes como Luana Silva e Ian Gouveia. No caso de Ian, a parceria já passa de dez anos.

Além disso, Gustavo Goldmann passa a atuar em projetos e eventos e também dará suporte às áreas de branding, social media e marketing dos atletas. O profissional já trabalhou com marketing esportivo de marcas como Hurley e Billabong no Brasil.

Outra novidade é Rafael Ribeiro, responsável por uma frente voltada à performance. A proposta inclui o suporte aos atletas e também o trabalho com praticantes de esportes de prancha interessados em melhorar rendimento e preparação para desafios esportivos.

Um projeto-piloto dessa nova área já está sendo desenvolvido com Ian Gouveia.

Último capítulo nas competições

Alejo, entretanto, ainda tem um capítulo importante pela frente antes de concentrar suas energias na nova função. Pipeline deve marcar sua despedida das competições profissionais.

Depois de mais de duas décadas vivendo baterias, viagens e disputas no circuito, o catarinense encerra a carreira competitiva para iniciar uma nova etapa dentro do mesmo esporte.

“O que eu espero dessa nova fase é muito trabalho e muitas conquistas. Acho que é uma área de que vou gostar bastante e espero crescer muito”, afirmou Alejo.

O surfista também pretende usar a experiência acumulada para ajudar atletas que já estão no esporte e, principalmente, as próximas gerações.

Depois de Pipeline, portanto, começa outra carreira. O cenário continua sendo o surfe, mas a função será diferente.

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Competições

Gabriel Medina é vice em Portugal; Griffin Colapinto faz história

Gabriel Medina em Portugal é vice após duelo com Griffin Colapinto. Molly Picklum vence no feminino e assume a liderança do ranking.

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Gabriel Medina conquistou o vice-campeonato em Supertubos após uma final emocionante contra Griffin Colapinto. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Gabriel Medina em Portugal voltou a mostrar sua habilidade nos tubos de Supertubos, em Peniche. Na sexta-feira (23), o tricampeão mundial conquistou o vice-campeonato da décima etapa do Championship Tour 2026. Entretanto, Griffin Colapinto levou a melhor em uma final emocionante e venceu por 17,60 a 16,77 pontos.

Com ondas de 6 a 8 pés, Supertubos proporcionou um espetáculo diante de milhares de torcedores. Além disso, outros dois brasileiros chegaram às semifinais: Italo Ferreira e Yago Dora.

Enquanto isso, no feminino, Molly Picklum derrotou Caitlin Simmers e assumiu a liderança do ranking mundial.

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Griffin Colapinto conquistou seu terceiro título em Portugal e fez história na etapa de Peniche. Foto: Manel Geada /WSL.

Gabriel Medina em Portugal protagoniza final emocionante

A decisão masculina teve tubos profundos e constantes trocas de liderança. Medina começou melhor, mas Griffin Colapinto reagiu com uma onda de 8,17 pontos.

O brasileiro respondeu em grande estilo. Primeiro, conseguiu 8,57 pontos. Em seguida, arrancou 8,20 e chegou a 16,77 no somatório. Dessa forma, colocou o adversário em uma situação complicada.

No entanto, Colapinto encontrou a onda decisiva. O americano desapareceu dentro de um tubo em Supertubos e saiu sob os aplausos do público. Como resultado, recebeu 9,43 pontos e garantiu a virada.

Com a vitória por 17,60 a 16,77, Griffin tornou-se o primeiro surfista da história a conquistar três títulos na etapa de Portugal.

“Foi uma batalha incrível com Gabriel. Ficamos trocando notas e me lembrei dos tempos de Andy Irons e Kelly Slater, quando cresci assistindo àquela geração”, declarou Colapinto, em tradução livre.

Além do feito histórico, o californiano destacou a importância de vencer em um dos palcos mais tradicionais do circuito mundial.

Molly Picklum 26PortugalCT MGS00043 Manel Geada

Molly Picklum venceu Caitlin Simmers na decisão feminina e assumiu a liderança do ranking mundial. Foto: Manel Geada /WSL

Gabriel Medina supera Italo Ferreira na semifinal

Antes de disputar o título, Gabriel Medina enfrentou Italo Ferreira em um confronto brasileiro nas semifinais. O tricampeão mundial levou a melhor por 11,67 a 10,10 pontos e, assim, garantiu sua vaga na decisão.

Na outra semifinal, Griffin Colapinto eliminou Yago Dora por 14,33 a 8,83. Portanto, a etapa portuguesa terminou com três brasileiros entre os quatro melhores colocados no masculino.

Apesar da derrota na final, Medina deixou Portugal satisfeito com sua atuação. Além disso, o brasileiro elogiou o desempenho do adversário.

“É sempre divertido competir aqui. É uma onda muito boa. Fazer uma final contra Griffin foi incrível. Ele é um surfista fantástico e tem sido ótimo acompanhar sua evolução. Ele me inspira a buscar ainda mais”, afirmou Medina, em tradução livre.

O resultado de Gabriel Medina em Portugal também representa um impulso importante na reta final da temporada. Afinal, o brasileiro busca manter o bom desempenho nas duas etapas restantes.

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Griffin Colapinto superou Gabriel Medina por 17,60 a 16,77 pontos na final masculina. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Griffin Colapinto conquista terceiro título em Portugal

Além de alcançar sua terceira vitória em Supertubos, Griffin Colapinto destacou a relação especial que construiu com Portugal ao longo dos anos.

O californiano também revelou que a vitória do irmão Crosby Colapinto em Ericeira serviu como motivação para seu desempenho em Peniche.

“Portugal tem um lugar especial no meu coração. Era um sonho conquistar essa vitória depois que meu irmão venceu em Ericeira. Aquilo realmente me inspirou”, declarou o campeão, em tradução livre.

Dessa forma, Griffin ampliou sua história na etapa portuguesa, onde já havia conquistado dois títulos.

Além disso, o americano valorizou a qualidade das ondas durante a decisão. Segundo ele, a disputa contra Medina lembrou os grandes confrontos protagonizados por Andy Irons e Kelly Slater.

Molly Picklum vence e assume a lycra amarela

Na decisão feminina, Molly Picklum conquistou sua primeira vitória na temporada de 2026. A australiana derrotou Caitlin Simmers por 13,33 a 12,84 pontos e, com isso, assumiu a liderança do ranking mundial.

Atual campeã mundial, Picklum disputou sua terceira final no ano. Dessa vez, conseguiu transformar o bom desempenho em vitória e garantiu a lycra amarela para a próxima etapa.

O confronto reuniu duas campeãs mundiais. Inicialmente, Picklum ganhou vantagem com uma onda de 7,83 pontos. Simmers, por sua vez, reagiu com uma nota 6,67.

Entretanto, a norte-americana não encontrou outra oportunidade suficiente para virar o resultado. Assim, Picklum confirmou a vitória e celebrou seu primeiro título da temporada.

“Era um sonho vencer aqui. Portugal é como uma mistura da energia brasileira com Pipeline, duas das minhas coisas favoritas”, comemorou a australiana, em tradução livre.

Apesar da derrota, Caitlin Simmers também teve motivos para comemorar. Afinal, a campeã mundial de 2024 conquistou seu primeiro pódio no circuito em 2026.

Após Portugal, Gabriel Medina segue para as Filipinas

Após a etapa de Portugal, o Championship Tour segue para Cloud 9, em Siargao, nas Filipinas. A penúltima etapa da temporada está programada para acontecer entre 31 de outubro e 10 de novembro.

Além disso, a competição terá importância direta na definição das primeiras posições do ranking antes da última parada, em Pipeline, no Havaí.

O desempenho de Gabriel Medina em Portugal, portanto, reforça suas expectativas para a sequência do circuito. Da mesma forma, Griffin Colapinto chega às Filipinas motivado pela conquista histórica em Supertubos.

Para acompanhar as próximas etapas, confira as notícias e análises no site da AOS Mídia.

Resultados da etapa de Portugal

Final masculina

  1. Griffin Colapinto (EUA) — 17,60

  2. Gabriel Medina (BRA) — 16,77

Final feminina

  1. Molly Picklum (AUS) — 13,33

  2. Caitlin Simmers (EUA) — 12,84

Semifinais masculinas

  • Gabriel Medina (BRA) 11,67 x 10,10 Italo Ferreira (BRA)

  • Griffin Colapinto (EUA) 14,33 x 8,83 Yago Dora (BRA)

Para conferir os resultados oficiais e o calendário do circuito, acesse o site da World Surf League

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Brasil

Guarda do Embaú vai sediar as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surf em novembro

Guarda do Embaú receberá as finais do Catarinense e do Brasileiro de Surfe 2026, com R$ 600 mil em premiações. Confira as datas e os líderes.

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A última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro acontecerá de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em premiação. Imagem: Divulgação/Fecasurf.

A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional de 2026. As duas competições acontecerão em novembro e distribuirão, juntas, R$ 600 mil em premiações. Além disso, os surfistas terão a oportunidade de disputar duas etapas importantes em um intervalo de menos de duas semanas.

O calendário começa com a terceira e última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro, de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em prêmios. Na sequência, entre os dias 21 e 29, o Surf Brasil Pro encerrará a temporada nacional, oferecendo mais R$ 500 mil aos participantes.

Reconhecida como a nona Reserva Mundial de Surfe, a Guarda do Embaú será, portanto, o centro das atenções do surfe profissional brasileiro durante o mês de novembro.

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A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional, com R$ 600 mil em premiações. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Catarinense terá R$ 100 mil em premiação

A Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) promove, nesta temporada, o circuito estadual com a maior premiação de sua história. Cada uma das três etapas oferece R$ 100 mil, totalizando R$ 300 mil em 2026.

Na decisão da Guarda do Embaú, os campeões masculino e feminino receberão R$ 15 mil cada. Além disso, a proximidade com a etapa brasileira permitirá que atletas de outros estados participem das duas competições na mesma viagem.

Segundo Renato Melo, presidente da Fecasurf, a escolha das datas busca facilitar a participação dos competidores. Dessa forma, os surfistas poderão reduzir despesas com deslocamentos e aproveitar mais tempo para treinar nas ondas da Guarda do Embaú.

O circuito começou na Praia do Mar Grosso, em Laguna, com vitórias de Caetano Vargas e Kiany Hyakutake. Posteriormente, a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos, recebeu a segunda etapa, vencida por Heitor Mueller e Potira Castaman.

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Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings masculino e feminino do Circuito Catarinense de Surf Pro após duas etapas. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings

Após duas etapas, Heitor Mueller lidera o ranking masculino com 18.600 pontos. O surfista de São Francisco do Sul chega à decisão à frente do bicampeão catarinense Caetano Vargas, que soma 15.000 pontos, e de Luan Wood, terceiro colocado com 12.300.

Apesar da vantagem de Heitor, a disputa segue aberta. Afinal, a última etapa distribuirá 10.000 pontos ao vencedor, mantendo diversos competidores na corrida pelo título.

No feminino, Potira Castaman ocupa a primeira posição com 16.700 pontos. A surfista baiana, que mora em Florianópolis há mais de cinco anos, conquistou a liderança após vencer a etapa de Palmas.

Entretanto, a diferença para suas principais adversárias é pequena. Kiany Hyakutake aparece na segunda colocação, com 16.100 pontos, enquanto Valentina Zanoni soma 15.300. Lulu Vivan, com 12.850, também está entre as candidatas ao título.

Assim, tanto no masculino quanto no feminino, a Guarda do Embaú promete uma disputa equilibrada pela conquista dos títulos estaduais.

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Com 18.600 pontos, Heitor Mueller chega à etapa decisiva na liderança do ranking masculino, à frente de Caetano Vargas e Luan Wood. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Surf Brasil Pro distribuirá R$ 500 mil

Logo após a definição dos campeões catarinenses, a Guarda do Embaú receberá a quarta e última etapa do Surf Brasil Pro 2026, entre 21 e 29 de novembro.

A competição distribuirá R$ 500 mil e encerrará a disputa pelos títulos brasileiros profissionais da temporada. Com isso, surfistas de diferentes regiões do país terão uma segunda oportunidade de competir na mesma praia.

De acordo com a Surf Brasil, as inscrições para a etapa nacional seguem abertas até 8 de novembro. O evento contará com disputas nas categorias masculina e feminina.

Além da premiação, a sequência das duas competições deverá movimentar a região e atrair atletas, equipes técnicas e visitantes para a Guarda do Embaú.

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Baiana radicada em Florianópolis, Potira Castaman lidera o ranking feminino com 16.700 pontos e busca seu primeiro título catarinense profissional. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Inscrições abertas para a etapa catarinense

Surfistas de todo o Brasil podem participar da última etapa do Catarinense de Surf Pro. Entretanto, apenas atletas que atendem aos critérios de residência em Santa Catarina poderão pontuar na disputa pelo título estadual.

As inscrições estão disponíveis pela plataforma Atletis. Os interessados também podem consultar informações no site oficial da Fecasurf.

Por fim, a etapa catarinense terá transmissão ao vivo pelos canais da federação, permitindo que o público acompanhe a definição dos campeões de 2026.

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