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Feminino

Silvana Lima no Fala Papah! #3

Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do Mundial.

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Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro com Ader Oliveira sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do circuito mundial. Foto: Divulgação

Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro com Ader Oliveira sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do circuito mundial. Foto: Divulgação

O Fala Papah! está de volta com tudo e o retorno não poderia ser em melhor companhia. O Episódio 3 do podcast recebe Silvana Lima, duas vezes vice-campeã mundial da WSL e um dos nomes mais marcantes da história do surfe feminino brasileiro.

Gravado em Fortaleza (CE), o episódio entrega exatamente o que o público espera quando Silvana está envolvida: verdade, espontaneidade e opinião forte. Sem ficar em cima do muro, a surfista falou sobre momentos decisivos da sua carreira, bastidores do circuito mundial e temas que ainda geram debate dentro do surfe.

Ao longo da conversa, Silvana abordou o julgamento no surfe feminino, falou sobre os aéreos – manobra que sempre fez parte do seu repertório e que, segundo ela, nem sempre recebeu o reconhecimento merecido — e analisou o cenário atual do surfe feminino brasileiro. Mesmo com campanhas históricas de atletas como a própria Silvana, Tatiana Weston-Webb e Jacqueline Silva, o Brasil ainda busca seu primeiro título mundial feminino, tema debatido de forma aberta no episódio.

A resenha também passou por rivalidades no circuito, convivência com outras atletas da elite mundial, diferenças entre gerações e os desafios enfrentados pelas surfistas brasileiras em comparação ao domínio alcançado pelo Brasil na categoria masculina.

Em um dos momentos mais pessoais do episódio, Silvana falou sobre vida pessoal e orientação sexual, sempre com a franqueza que marcou sua trajetória, além de relembrar tretas e situações tensas que ajudaram a moldar sua personalidade forte dentro e fora d’água.

Mesmo aos 41 anos, Silvana segue competitiva, liderando o ranking sul-americano e mantendo vivo o sonho de retornar à elite mundial. O episódio reforça por que ela continua sendo uma das vozes mais respeitadas e autênticas do surfe.

O episódio completo do Fala Papah! #3 com Silvana Lima já está no ar no YouTube e é imperdível para quem gosta de surfe, boas histórias e conversas sem roteiro engessado.

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Brasil

King and Queen of the Groms abre espaço para as meninas no Brasil

King and Queen of the Groms volta ao Brasil com categorias femininas. Conheça a história de Carissa Moore e veja como competir em Ubatuba.

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Maria Clara e Valentina Zanoni Roxy Brasil Surfistas

Valentina Zanoni e Maria Clara, atletas da Roxy Brasil, estão entre as jovens surfistas que disputarão o King and Queen of the Groms em Itamambuca.

Depois de 11 anos, uma tradicional competição juvenil de surfe está de volta ao país. Agora, porém, o evento retorna com um novo nome e uma novidade importante. O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms terá categorias femininas em sua edição brasileira.

A competição acontece nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Além disso, meninas e meninos poderão disputar as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16.

A inclusão das garotas marca uma nova fase do evento no Brasil. Afinal, nos registros encontrados das antigas edições nacionais, não havia categorias femininas próprias.

Como funcionava o antigo King of the Groms

Anteriormente, a competição recebia o nome Quiksilver King of the Groms. Dentro do antigo formato internacional, diferentes países realizavam etapas para definir os atletas que participariam da final mundial.

O Brasil também recebeu essas competições. Grandes nomes do surfe nacional passaram pelo evento ainda no início de suas carreiras. Entre eles estão Gabriel Medina, Filipe Toledo, Wiggolly Dantas, Alejo Muniz e Samuel Pupo.

No entanto, as etapas encontradas nos registros históricos eram voltadas principalmente aos meninos. Isso não impediu que uma jovem havaiana desafiasse essa estrutura e conquistasse seu espaço.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2007 hawaii

Carissa Moore tinha 14 anos quando venceu a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms, em 2007, competindo contra os meninos.

Carissa Moore venceu os meninos em 2007

Em junho de 2007, Carissa Moore disputou a seletiva havaiana do Quiksilver King of the Groms. Na época, ela tinha apenas 14 anos.

O campeonato, realizado em Kewalo Basin, reuniu 64 participantes com até 16 anos. Somente três competidores eram meninas. Ainda assim, Carissa avançou bateria após bateria e venceu o evento.

Na decisão, a havaiana superou Albee Layer, Luke Hitchcock e Ford Archbold. Com o resultado, tornou-se a primeira garota a vencer uma etapa do King of the Groms.

Além disso, Carissa conquistou o direito de representar o Havaí na final mundial que seria realizada na França. A vitória ganhou ainda mais peso porque ocorreu antes de ela construir uma carreira histórica, que teria títulos mundiais e uma medalha de ouro olímpica.

carissa roxy quiksilver king of the groms 2008hawaii

Entre 2007 e 2008, Carissa Moore quebrou barreiras ao competir com os meninos e se destacar no Quiksilver King of the Groms.

Novo nome acompanha a chegada das meninas

Quase duas décadas depois daquele resultado, o evento brasileiro passa a reconhecer as meninas também em seu nome. Assim, o King of the Groms se transforma em Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms.

A mudança não representa apenas uma nova identidade. Pela primeira vez nos registros encontrados do evento no Brasil, as jovens surfistas terão disputas femininas próprias nas três categorias.

Portanto, a edição de Itamambuca poderá revelar uma nova geração de atletas. Ao mesmo tempo, o campeonato retoma uma tradição importante do surfe de base brasileiro.

Como fazer a inscrição

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail qsilvergrooms@outlook.com. O valor é de R$ 150.

O responsável pelo atleta deve enviar o comprovante de pagamento, uma cópia de documento com foto e os seguintes dados:

  • categoria;
  • nome completo;
  • CPF;
  • nome de bateria;
  • endereço;
  • perfil no Instagram.

O pagamento deve ser realizado pela chave Pix luiz@theboxsm.com.br.

O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms acontece nos dias 10 e 11 de outubro, em Itamambuca. Como as vagas dependem da inscrição por e-mail, os interessados devem enviar toda a documentação solicitada.

Este conteúdo integra a cobertura especial da AOS Mídia, em parceria com Quiksilver e Roxy.

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Bodyboard

Brasileiras no Wahine Pro: título mundial e lugar nos pódios

Brasileiras no Wahine Pro conquistam título mundial com Soraia Rocha, vice mundial com Luna Hardman e pódios nas três categorias.

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Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe

Finalistas do ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026 em Jacaraípe, Serra (ES). Foto: Divulgação

As brasileiras brilharam no ArcelorMittal Wahine Bodyboard Pro 2026, em Jacaraípe, na Serra (ES), com título mundial e presença nas três finais. Soraia Rocha conquistou o Mundial Master, enquanto Luna Hardman encerrou a temporada como vice-campeã mundial profissional.

Além disso, Maylla Venturin e Melissa Souza ficaram em segundo lugar na etapa nas categorias profissional e Júnior, respectivamente. Já Joselani Amorim e Elizangela Fragoso subiram ao pódio da Master, ampliando a presença brasileira entre as melhores da competição.

Dessa forma, o Brasil reuniu resultados expressivos em diferentes categorias. Ao longo da disputa, as atletas garantiram classificações nos últimos segundos e protagonizaram finais apertadas diante do público em casa.

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Master no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Soraia Rocha conquista o título mundial Master

Soraia Rocha assegurou o principal título brasileiro no encerramento do evento. Na final Master, venceu Marta Leitão por apenas 0,50 ponto. Assim, conquistou tanto a etapa quanto o título mundial.

Antes da decisão, Soraia superou duas compatriotas. Primeiro, venceu Juliana Dourado nas quartas de final. Em seguida, derrotou Joselani Amorim por dois pontos na semifinal.

Enquanto isso, Elizangela Fragoso chegou à outra semifinal, mas perdeu para Marta Leitão. Com isso, Joselani e Elizangela terminaram empatadas em terceiro lugar.

Ao vencer a final, Soraia colocou o Brasil no topo do pódio Master. Além do título, a delegação brasileira celebrou a presença de três atletas entre as quatro primeiras colocadas.

Campeãs mundiais da IBC em 2026

Campeãs mundiais da IBC em 2026. Foto: Divulgação

Luna Hardman fecha temporada como vice-campeã mundial

Além da conquista na Master, o Brasil teve destaque no ranking mundial profissional com Luna Hardman. A atleta encerrou a temporada como vice-campeã mundial, somando outro resultado importante para o país.

No penúltimo dia, Luna registrou a maior soma do Round 6, com 14,50 pontos. Em seguida, enfrentou Alice Teotônio nas quartas de final, em uma bateria decidida por uma diferença mínima.

Apesar da boa campanha, Luna perdeu o confronto por apenas 0,40 ponto. Dessa forma, terminou o Wahine Pro em quinto lugar e fechou o ano com o vice mundial.

Maylla Venturin leva o Brasil à final profissional

Finalistas da categoria profissional no Wahine Bodyboard Pro 2026

Finalistas da etapa na categoria profissional. Foto: Divulgação

Maylla Venturin, por sua vez, garantiu a presença brasileira na final profissional da etapa. Para isso, venceu Alice Teotônio na semifinal, com uma apresentação que incluiu uma onda de sete pontos.

Na sequência, Maylla enfrentou Namika Yamashita, que já havia assegurado o título mundial. A japonesa venceu a decisão, enquanto a brasileira ficou com o segundo lugar no Wahine Pro.

Assim, Maylla terminou a etapa no pódio da categoria profissional. Seu resultado somou-se ao vice mundial de Luna e reforçou o destaque das brasileiras na competição.

Melissa Souza garante mais um pódio para as brasileiras

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026

Pódio da categoria Júnior no Wahine Bodyboard Pro 2026. Foto: Divulgação

Na Júnior, Melissa Souza protagonizou uma classificação emocionante. Nos últimos segundos da semifinal, conseguiu uma onda de seis pontos e venceu Alice Teotônio.

Com isso, avançou à final contra Luana Dourado. A portuguesa, porém, levou a melhor e conquistou o título mundial da categoria. Melissa encerrou a etapa como vice-campeã, garantindo mais um pódio brasileiro.

Assim, as brasileiras terminaram o Wahine Pro com conquistas nas três categorias. Além do título mundial de Soraia e do vice mundial de Luna, o país celebrou os pódios de Maylla, Melissa, Joselani e Elizangela.

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Brasil

Sophia Medina sobe 20 posições no Challenger Series

Sophia Medina é 3ª no QS 6000 de Saquarema e sobe 20 posições no Challenger Series. Veja o ranking e entenda o impacto na corrida pelo CT.

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Sophia Medina foi a melhor brasileira no QS 6000 internacional disputado na Praia de Itaúna, em Saquarema (RJ). Foto: WSL / Aleko Stergiou

Sophia Medina ganhou terreno importante no ranking do Challenger Series após terminar em terceiro lugar no Rema Saquarema Surf Festival, QS 6000 internacional disputado na Praia de Itaúna, em Saquarema (RJ). Com isso, a brasileira subiu 20 posições e passou a ocupar o 25º lugar, com 5.560 pontos.

Sophia chegou às semifinais e ficou muito perto de disputar o título. Além disso, contra a norte-americana Alyssa Spencer, ela conseguiu a maior nota da bateria, um 7,33. No entanto, Spencer avançou por apenas 0,17 ponto: 10,50 a 10,33.

Em seguida, Alyssa confirmou a boa campanha e conquistou o título. Por fim, na decisão feminina, a norte-americana superou a espanhola Ariane Ochoa por 14,13 a 10,06.

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Com o terceiro lugar em Saquarema, Sophia subiu 20 posições e chegou ao 25º lugar no Challenger Series. Foto: WSL / Gabriel Heusi

Sophia Medina salta 20 posições

O terceiro lugar rendeu a Sophia Medina 3.660 pontos como resultado de QS 6000 internacional. Dessa forma, a brasileira saltou 20 posições no ranking do Challenger Series, saindo do 45º para o 25º lugar.

Laura Raupp, por sua vez, continua como a brasileira mais bem colocada no feminino. Ela aparece na 14ª posição, com 6.985 pontos. Enquanto isso, Sophia soma agora 5.560.

Além disso, a liderança permanece com a australiana Sierra Kerr, que tem 20.745 pontos.

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Sophia ao lado de Charles durante o QS 6000 de Saquarema. Foto: WSL / Thiago Diz

Ranking feminino do Challenger Series

  1. Sierra Kerr (AUS) – 20.745 pontos
  2. Teresa Bonvalot (POR) – 13.590 pontos
  3. Eden Walla (EUA) – 13.150 pontos
  4. Francisca Veselko (POR) – 12.545 pontos
  5. Ariane Ochoa (ESP) – 11.465 pontos
  6. Ellie Harrison (AUS) – 11.020 pontos

14. Laura Raupp (BRA) – 6.985 pontos

25. Sophia Medina (BRA) – 5.560 pontos

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Alyssa Spencer conquistou o título feminino em Saquarema ao vencer Ariane Ochoa na final por 14,13 a 10,06. Foto: WSL / Thiago Diz

Por que o QS 6000 mexe no Challenger Series?

Além do salto de Sophia, o resultado de Saquarema chama atenção para um fator importante na corrida pelas vagas no Championship Tour.

Os atletas podem computar no ranking do Challenger Series seu melhor resultado em um QS 6000 internacional, independentemente do país onde a competição seja realizada. Por isso, esses eventos também podem provocar mudanças importantes na classificação.

Além disso, vários atletas ainda não possuem um resultado de QS 6000 internacional computado. Consequentemente, o ranking pode mudar à medida que esses surfistas acrescentarem sua melhor pontuação.

Mateus Herdy, por exemplo, ocupa atualmente a 11ª colocação no Challenger Series masculino. No entanto, o brasileiro ainda não tem um resultado de QS 6000 internacional contabilizado.

Portanto, a classificação ainda pode sofrer alterações conforme mais atletas disputarem esses eventos.

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Heitor Mueller foi o melhor brasileiro no masculino e chegou às quartas de final do QS 6000 de Saquarema. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Heitor Mueller é o melhor brasileiro no masculino

Enquanto isso, no masculino, Heitor Mueller foi o brasileiro que chegou mais longe no QS 6000 de Saquarema. Ele avançou até as quartas de final, quando enfrentou o australiano Jacob Wilcox.

A bateria foi equilibrada. No entanto, Wilcox levou a melhor por 15,23 a 14,90 e encerrou a campanha do brasileiro.

Em seguida, a competição chegou à decisão masculina. Jackson Bunch derrotou Luke Tema por 15,74 a 11,34. Com isso, o norte-americano garantiu o título e os 6.000 pontos da vitória.

Resultados das finais em Saquarema

Feminino

Alyssa Spencer (EUA) 14,13 x 10,06 Ariane Ochoa (ESP)

Masculino

Jackson Bunch (EUA) 15,74 x 11,34 Luke Tema (NZL)

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Jackson Bunch venceu o QS 6000 de Saquarema e assumiu a vice-liderança do Challenger Series, com 15.405 pontos. Foto: WSL / Thiago Diz

Weslley Dantas segue líder

Com os 6.000 pontos conquistados em Saquarema, Jackson Bunch subiu três posições no Challenger Series. Como consequência, o norte-americano assumiu a vice-liderança, com 15.405 pontos.

Ainda assim, a liderança continua brasileira. Weslley Dantas permanece na primeira posição, com 15.700 pontos. Portanto, apenas 295 pontos separam os dois primeiros colocados.

Além disso, o Brasil possui Ryan Kainalo, Ian Gouveia e Deivid Silva dentro do Top 10. Mateus Herdy, por sua vez, aparece logo depois, na 11ª posição.

Top 10 masculino do Challenger Series

  1. Weslley Dantas (BRA) – 15.700 pontos
  2. Jackson Bunch (EUA) – 15.405 pontos
  3. Jake Marshall (EUA) – 14.745 pontos
  4. Cole Houshmand (EUA) – 13.320 pontos
  5. Ryan Kainalo (BRA) – 10.995 pontos
  6. Ian Gouveia (BRA) – 10.105 pontos
  7. Lucca Mesinas (PER) – 9.105 pontos
  8. Deivid Silva (BRA) – 9.025 pontos
  9. Hayden Rodgers (EUA) – 8.575 pontos
  10. Taj Lindblad (EUA) – 8.065 pontos
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Weslley Dantas segue na liderança do Challenger Series, com 15.700 pontos, 295 à frente de Jackson Bunch. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Challenger Series segue em Maresias

Agora, a corrida pelas vagas no Championship Tour continua no Brasil. A próxima etapa do Challenger Series será realizada em Maresias, São Sebastião (SP), entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro.

Além disso, a etapa ganha ainda mais importância diante da proximidade entre vários atletas no ranking. Ao mesmo tempo, os QS 6000 internacionais continuam sendo uma oportunidade para acrescentar pontos à classificação.

Para Sophia Medina, porém, Saquarema já provocou uma mudança significativa. Além do terceiro lugar em Itaúna, a brasileira deixou a competição 20 posições acima no Challenger Series e mais próxima das principais colocadas na disputa.

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