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Havaí

Campanha solidária apoia Rafinha Fernandes contra o câncer

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Família mobiliza campanha com apoio via PIX e GoFundMe.

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Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.
Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

A comunidade do surfe tem se unido em uma grande corrente de solidariedade para apoiar Rafinha Fernandes, um menino de 9 anos que enfrenta um tratamento intenso contra o câncer no Havaí. A campanha ganhou ainda mais visibilidade após ser citada em um trecho do podcast Fala Papah!, durante a conversa com Lapo Coutinho, quando o programa abriu espaço para um pedido direto de ajuda à família.

Rafinha é filho do baiano Fabrício Fernandes, surfista apaixonado que vive há anos na ilha de Maui. Conhecido por sua ligação com o oceano e com a comunidade do surfe, Fabrício enfrenta ao lado da família o momento mais difícil de sua vida. Amigos descrevem Rafinha como uma criança alegre, carinhosa e cheia de energia, que segue demonstrando força e leveza mesmo diante de uma rotina marcada por hospitais, exames e sessões de quimioterapia.

Atualmente, Fabrício trabalha no restaurante de Yuri Soledade, big rider brasileiro com forte ligação com o Havaí. Sensibilizado com a situação, Yuri tem ajudado a família da melhor forma possível, oferecendo apoio, acolhimento e mobilizando sua rede de contatos para fortalecer a campanha. O gesto reforça a importância da união dentro da comunidade do surfe, especialmente para brasileiros que vivem fora do país.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Rafinha Fernandes, 9 anos, é descrito pela família como um menino alegre, carinhoso e cheio de vida, mesmo enfrentando uma rotina intensa de tratamento contra o câncer no Havaí.

De acordo com informações divulgadas na campanha internacional, Rafinha entrou, a partir de 15 de dezembro, em uma segunda fase de quimioterapia intensiva, com aplicações diárias e, em alguns dias, até três tipos diferentes de medicação, incluindo quimioterapia intravenosa, injeções e medicamentos orais. Em atualização recente, a família informou que o dia 29 de dezembro foi um dos mais desafiadores até agora, com quimioterapia espinhal e retirada de líquido da medula.

Essa etapa é crítica e fisicamente desgastante. O sistema imunológico de Rafinha oscila constantemente, deixando-o altamente vulnerável a infecções. Por isso, a partir de janeiro, ele precisará permanecer em isolamento rigoroso, com contato restrito aos cuidadores imediatos e à equipe médica, pelo tempo que for necessário.

Diante do impacto emocional e financeiro, a família iniciou campanhas de financiamento coletivo para ajudar a custear despesas médicas, deslocamentos, alimentação adequada e garantir que os pais possam permanecer ao lado do filho durante todo o tratamento. O pedido feito no Fala Papah! reforça o papel do jornalismo e dos projetos independentes em transformar audiência em apoio real, lembrando que o surfe também é comunidade, empatia e cuidado.

Rafinha Fernandes, de 9 anos, enfrenta tratamento intenso contra o câncer no Havaí. Campanha citada no Fala Papah! aceita apoio via PIX e GoFundMe.

Mesmo em meio a sessões de quimioterapia e longos períodos no hospital, Rafinha segue demonstrando coragem e leveza, inspirando familiares, amigos e toda a comunidade do surfe.

Como ajudar

Para quem está no Brasil, é possível contribuir via PIX:

📌 PIX: LENNEJM@hotmail.com
Titular: Cirlene Moura de Jesus (mãe do Rafinha)

Para quem mora no exterior, a campanha também está disponível na plataforma GoFundMe, buscando por:
“Support Rafael Fernandes fight against cancer” (clique no link).

Qualquer contribuição faz diferença. E para quem não puder ajudar financeiramente, compartilhar a campanha já é uma forma poderosa de ampliar o alcance e fortalecer a rede de apoio à família.

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Havaí

Andy Irons: Lapo relembra ameaças aos juízes na etapa que definiu o Mundial de 2002

Lapo Coutinho relembra ameaças aos juízes após uma interferência de Andy Irons em Sunset, na etapa que definiu o Mundial de 2002

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Andy Irons, Rip Curl Cup 2002, Sunset Beach, Hawaii. Foto: WSL

Andy Irons conquistou o título mundial de 2002 depois de muita tensão em Sunset Beach, no Havaí. Foto: WSL

Andy Irons conquistou seu primeiro título mundial em 2002, durante o Rip Curl Cup, em Sunset, no Havaí. Entretanto, a conquista aconteceu após uma eliminação: o havaiano cometeu interferência nas quartas de final e precisou aguardar o resultado de Luke Egan para confirmar o campeonato.

Essa etapa é o cenário de uma história que Lapo Coutinho relembrou no Fala Papah!, em conversa com Ader Oliveira. Segundo o ex-juiz, a marcação da interferência provocou ameaças de um grupo de locais, que chegou a sacudir o palanque do julgamento.

Como Andy Irons garantiu o título em Sunset

O Rip Curl Cup era a 11ª e penúltima etapa do WCT de 2002. Na segunda bateria das quartas de final, Andy Irons cometeu interferência e terminou eliminado, enquanto Peterson Rosa e Lee Winkler avançaram. Assim, o havaiano encerrou sua participação no evento em nono lugar.

Luke Egan, então segundo colocado no ranking, também caiu nas quartas. Com esse resultado, ninguém mais poderia alcançar Andy na classificação, mesmo com uma etapa ainda por disputar.

Portanto, Andy e Luke estavam envolvidos na disputa pelo título mundial, mas não se enfrentaram naquela bateria. A combinação dos resultados garantiu a conquista antecipada do havaiano.

Lapo conta o que aconteceu no palanque

Durante a entrevista, Lapo afirmou que estava entre os juízes e identificou uma interferência de remada de Andy Irons. Em sua avaliação, a ação prejudicou a onda de outro competidor e justificava a penalidade.

No entanto, a decisão provocou uma reação intensa fora da água. Segundo seu relato, um grupo de locais se aproximou, ameaçou os juízes e começou a sacudir a estrutura do palanque.

As ameaças descritas por Lapo são atribuídas a pessoas do público, não a Andy Irons ou Luke Egan. Além disso, é importante distinguir os registros: a notícia da época confirma a interferência, as eliminações e a conquista do título. Já os acontecimentos no palanque são apresentados a partir das lembranças do entrevistado.

A revisão das imagens

Lapo também explicou que não tinha, naquele momento, imagens disponíveis para rever o lance antes de decidir. Posteriormente, segundo ele, os juízes conseguiram analisar uma gravação.

Na avaliação do ex-juiz, o vídeo confirmou que a remada de Andy havia prejudicado a onda do adversário. Por isso, ele sustenta que a marcação foi correta, apesar da pressão enfrentada.

O relato mostra um aspecto dos bastidores das competições: além de avaliar o desempenho dos atletas, os responsáveis pelo julgamento precisam lidar com as reações às suas decisões. Naquela ocasião, segundo Lapo, a situação ultrapassou a discordância esportiva e chegou à intimidação.

O que mudou no surfe havaiano?

Depois da história, Ader perguntou quais fatores contribuíram para diminuir a violência no Havaí. Lapo apontou a adoção de regras e punições esportivas mais claras, além de uma atuação policial mais presente.

O entrevistado também mencionou o envelhecimento das figuras envolvidas nos antigos conflitos e as diferenças de comportamento entre gerações. Dessa forma, situou o episódio em um contexto do passado e reconheceu mudanças no ambiente do surfe havaiano.

A conversa reúne, assim, a memória de uma decisão marcante e uma reflexão sobre respeito e segurança nas competições. No Fala Papah!, Lapo compartilha sua perspectiva sobre os bastidores da etapa em que Andy Irons se tornou campeão mundial pela primeira vez.

Você conhecia essa história? Como proteger os juízes da pressão da torcida? Deixe sua opinião nos comentários.

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Havaí

Morre Larry Bertlemann, pioneiro do surfe moderno, aos 71 anos

Larry Bertlemann morre aos 71 anos no Havaí. Relembre a trajetória do pioneiro do surfe moderno, suas conquistas e sua influência no skate.

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Larry Bertlemann surfando em Sunset Beach, no Havaí

Larry Bertlemann marcou a história do surfe com seu estilo inovador nos anos 1970. Foto: Dan Merkel

Larry Bertlemann, um dos pioneiros do surfe moderno, morreu no sábado (10), aos 71 anos, em Honolulu, no Havaí. Segundo a família, o ex-surfista faleceu no Queen’s Medical Center, após complicações de um ataque cardíaco. A informação foi confirmada à emissora Hawaii News Now.

Conhecido como “The Rubberman”, Bertlemann marcou os anos 1970 com um estilo inovador. Suas curvas fechadas, mudanças rápidas de direção e movimentos próximos à água romperam padrões da época. Além disso, ele explorou manobras aéreas quando essa abordagem ainda era pouco comum. Por isso, tornou-se uma referência para diferentes gerações.

Larry Bertlemann ajudou a transformar o surfe

Nascido em Hilo, em 1955, o havaiano cresceu em Honolulu e começou a surfar ainda criança, nas ondas de Waikiki. Desde cedo, chamou atenção pela criatividade e pela habilidade de mudar a linha da prancha em frações de segundo. Assim, desenvolveu uma abordagem que o diferenciou de outros surfistas de sua geração.

Na década de 1970, Larry Bertlemann trabalhou com o shaper Ben Aipa e utilizou pranchas do modelo stinger. Com isso, conseguiu explorar curvas agressivas e trajetórias pouco convencionais. Seu surfe misturava velocidade, flexibilidade e improvisação. Além disso, sua capacidade de executar movimentos inesperados ampliou as possibilidades de manobras nas ondas.

Além da influência técnica, o havaiano conquistou resultados expressivos. Em 1973, venceu o campeonato nacional dos Estados Unidos. No ano seguinte, ganhou o Duke Kahanamoku Classic. Também chegou ao pódio em eventos como o Pipeline Masters e o Smirnoff Pro. Dessa forma, consolidou seu nome entre os principais surfistas da época.

Larry Bertlemann em fotografia histórica de Art Brewer nos anos 1970

 Larry Bertlemann ganhou projeção internacional e estampou capas das principais revistas de surfe da época. Foto: Art Brewer

A influência de Bertlemann no skate

O impacto de Larry Bertlemann ultrapassou as ondas. Na Califórnia, integrantes do grupo Zephyr, conhecido como Z-Boys, buscaram inspiração em seus movimentos. Entre eles estavam Tony Alva, Jay Adams e Stacy Peralta. Assim, o estilo do havaiano também ajudou a transformar a maneira como os skatistas exploravam suas manobras.

Ao levar a linguagem do surfe para o asfalto, esses skatistas exploraram curvas profundas e posições baixas. Dessa forma, ajudaram a desenvolver um estilo que marcou a evolução da modalidade. Por exemplo, o nome do havaiano ficou associado aos Bert slides, manobra de skate inspirada nesse tipo de curva.

Além disso, a ligação entre os dois esportes reforçou a importância de Bertlemann fora das competições de surfe. Afinal, seus movimentos também serviram de referência para uma geração que ajudou a popularizar o skate moderno.

Larry Bertlemann surfando em Sunset Beach, no Havaí, em 1977

Larry Bertlemann, pioneiro do surfe moderno, durante uma sessão em Sunset Beach, no Havaí. Foto: Art Brewer

Reconhecimento dentro e fora da água

Bertlemann também se destacou pela personalidade e pela presença na mídia. Durante os anos 1970, apareceu em oito capas das revistas Surfing e Surfer. Além disso, atraiu patrocinadores de fora do mercado tradicional do esporte, como Pepsi, Toyota e United Airlines.

Ao mesmo tempo, sua imagem ajudou a ampliar a visibilidade do surfe para além do público especializado. Dessa maneira, o havaiano ganhou reconhecimento tanto pelas manobras quanto pela personalidade marcante.

Em 2014, o Surfing Walk of Fame homenageou o havaiano na categoria Surf Champion. O reconhecimento reforçou o lugar que ele ocupa na história do esporte.

De acordo com a nota divulgada pela família, Bertlemann também teve uma trajetória como artista. Além disso, deixou três filhos, oito netos e nove bisnetos. Até o momento da divulgação, os familiares não haviam anunciado os detalhes da despedida.

Seu legado ajuda a entender a evolução do surfe, desde a tradição havaiana até as manobras atuais. Afinal, Larry Bertlemann não apenas acompanhou uma mudança de época. Ele ajudou a abrir novos caminhos para o esporte.

Veja Larry Bertlemann em ação

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Bahia

Como Danilo Couto conquistou o respeito dos locais no Havaí

Danilo Couto conta como conquistou o respeito dos locais no Havaí e fala sobre localismo e sua relação com os havaianos no Fala Papah!

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Danilo Couto, Jaws, Peahi, Big Waves, Maui, Hawaii, Havaí, Ondas Grandes. Foto: Fred Pompermayer

Danilo Couto relembra como construiu amizades e conquistou o respeito dos locais no Havaí, em entrevista ao Fala Papah!. Foto: Fred Pompermayer

A experiência de Danilo Couto no Havaí foi marcada por amizades, aprendizado e uma conquista gradual de respeito. Durante sua participação no Fala Papah!, o surfista conversou com Ader Oliveira sobre localismo e explicou como construiu sua relação com os havaianos.

Segundo Danilo, chegar com humildade e compreender a dinâmica dentro da água fizeram diferença nessa trajetória. Além disso, morar no arquipélago permitiu criar vínculos que iam além das temporadas de surfe.

“Fui conquistando o meu respeito aos poucos”, contou o baiano, ao recordar sua convivência com os locais.

Como Danilo Couto encontrou seu espaço no Havaí

Ao responder sobre possíveis dificuldades por ser brasileiro, Danilo afirmou que teve uma boa adaptação. Embora tenha precisado se posicionar em algumas situações no início, ele destacou as amizades que construiu ao longo dos anos.

Com o tempo, passou a conviver e viajar com havaianos. Dessa forma, sua presença deixou de ser apenas a de um visitante que aparecia durante os melhores meses de ondas.

Segundo o surfista, essa proximidade fez com que alguns o considerassem, de certa maneira, um local. Entretanto, o reconhecimento veio aos poucos, como resultado da convivência e da postura que adotou.

Esperar a vez e aproveitar as oportunidades

Para Danilo, entender o funcionamento do pico é fundamental. Durante a entrevista, ele citou atitudes como respeitar a vez dos outros, esperar o momento certo e evitar desperdiçar oportunidades.

Na avaliação do baiano, os locais observam o comportamento de quem chega. Por isso, a maneira de agir dentro da água pode influenciar a recepção de um visitante.

Além do respeito, ele destacou a disposição para encarar as ondas. O surfista precisa demonstrar atitude quando surge sua oportunidade, sem ignorar a dinâmica de quem já está no mar.

Assim, Danilo relaciona a conquista de espaço a uma combinação de paciência, convivência e comprometimento com o surfe.

O localismo mudou ao longo dos anos?

Danilo também comentou as mudanças que percebeu no Havaí. Segundo ele, os excessos foram maiores no passado. Hoje, a presença de câmeras e a estrutura do esporte tornam determinadas atitudes mais visíveis.

Ainda assim, ele considera que os havaianos continuam protegendo suas ondas e observando quem chega. Na sua avaliação, os visitantes também passaram a compreender melhor essa dinâmica.

O relato apresenta sua experiência pessoal com o localismo. Ao falar sobre o tema, Danilo enfatiza que conseguiu construir uma convivência positiva e duradoura com os moradores.

A diferença entre convivência e preconceito no esporte

Durante a conversa, Danilo fez uma distinção importante. Ele afirmou que sentiu pouco preconceito por parte dos havaianos, mas identificou resistência aos brasileiros no ambiente esportivo.

Para o baiano, o crescimento do Brasil no surfe provocou incômodo em outros espaços. Por outro lado, sua relação cotidiana com os locais do Havaí foi marcada por afinidades e amizades.

Segundo ele, brasileiros que chegam com tranquilidade e respeito podem ser bem recebidos. Já atitudes de desrespeito tendem a gerar conflitos.

A trajetória de Danilo Couto no Havaí mostra como o respeito pode ser construído ao longo do tempo. Mais do que encontrar boas ondas, sua experiência envolveu aprender a conviver e fazer parte de uma comunidade.

Assista ao corte no canal Fala Papah! no YouTube e confira a conversa de Danilo Couto com Ader Oliveira sobre localismo, respeito e surfe no Havaí.

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