Conecte-se conosco
Imagem do ChatGPT 8 de out. de 2026, 13 48 41

Brasil

WSL e Banco do Brasil firmam novo acordo de três anos

Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema.

Publicado

em

27 Circuito Banco do Brasil de Surfe Etapa São Sebastião Aleko Stergiou 2

Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema, fortalecendo o esporte, a inclusão e o legado da Brazilian Storm. Foto: WSL / Aleko Stergiou

A WSL anunciou nesta semana a renovação de sua histórica parceria com o Banco do Brasil por mais três temporadas. A instituição financeira seguirá investindo na modalidade para fortalecer seu papel no esporte mais vitorioso da última década no país e apoiar a sucessão da Brazilian Storm. Além disso, a partir de agora, a etapa brasileira do Challenger Series (CS) passará a se chamar Banco do Brasil Saquarema Pro, apresentado por Corona Cero.

A renovação também garante a continuidade do patrocínio para o Vivo Rio Pro, etapa do Championship Tour (CT).  No ano passado, o BB se destacou na Vila dos Patrocinadores, oferecendo atrações como tirolesa – uma das favoritas do público -, além de shows musicais no palco ‘BB Som e Surfe’, aulas de ginástica funcional, sala de e-Sports e um mezanino com vista para a competição.

Há mais de 30 anos apoiando equipes, atletas, projetos sociais e fomentando o esporte brasileiro, o Banco do Brasil tornou-se parceiro da WSL também para apostar na nova geração do surfe nacional. Além dessas ações, o Banco seguirá investindo diretamente na carreira de surfistas  como Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb, Tainá Hinckel e Silvana Lima.

Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil (esq.), e Ivan Martinho, presidente da WSL, na América Latina; Crédito: WSL/Fernando Santos

Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil (à esq.), e Ivan Martinho, presidente da WSL, na América Latina; Crédito: WSL / Fernando Santos

O Circuito Banco do Brasil de Surfe é outro pilar essencial dessa parceria. Além do Qualifying Series (QS) já realizado em São Sebastião, outras quatro edições estão previstas no calendário do surfe sul-americano deste ano. Ao final do vínculo contratual, em 2027, terão sido realizadas 28 edições desde o início da competição, em 2022.

Mais que um campeonato, o circuito carrega valores como fomento à modalidade, oportunidade de acesso para surfistas de todo o país, sustentabilidade, bem-estar, inclusão social e equidade de gênero, concedendo premiações iguais para homens e mulheres.

Outro destaque está no impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região.

Apenas na última etapa, em Maresias, foram gerados mais de 200 postos de trabalho, com a população local participando das montagens e desmontagens das estruturas.

27 Circuito Banco do Brasil de Surfe Etapa São Sebastião Aleko Stergiou 4

Um dos destaques do Circuito Banco do Brasil de Surfe é o impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Indiretamente, o turismo também é impulsionado, com maior taxa de ocupação de hotéis e o aumento de consumo em bares, restaurantes e demais comércios locais.

“O Circuito Banco do Brasil de Surfe é o maior campeonato de surfe da atualidade no Brasil e na América Latina, dando oportunidade para os surfistas competirem em diversas localidades da costa brasileira também gerando entretenimento para o público e trazendo um legado importante para os locais onde passa com ações ambientais e sociais importantes. É uma competição que apoia o esporte, mas que traz consigo uma série de benefícios e valores que vão muito além”, afirma Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.

“O Banco do Brasil tem orgulho de ser fã e apoiador do esporte brasileiro há mais de 30 anos e o Circuito Banco do Brasil de Surfe reforça o compromisso com essa história. O surfe é uma modalidade que conversa com nossa estratégia de Marca e ao fomentarmos essa competição impulsionamos o surgimento de novos talentos e fortalecemos a conexão com um público engajado com esporte e cultura mas que também se preocupa com sustentabilidade, como com a preservação dos oceanos e das praias”, acrescenta Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil.

Esquadrilha CEU, Circuito Banco do Brasil de Surfe 2025, Praia de Maresias, São Sebastião (SP), QS 6.000 da World Surf League (WSL). Foto: WSL Brasil / Aleko Stergiou

Espetáculo da Esquadrilha CEU durante a etapa na Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: WSL Brasil / Aleko Stergiou

Oportunidade para os atletas e estrutura de primeira 

Disputado por surfistas de todas as gerações, o Circuito Banco do Brasil de Surfe realizou 14 etapas desde o seu início, em 2022. Foram nove cidades visitadas, sendo oito nas três regiões que compõem a costa litorânea brasileira: Garopaba (SC), Salvador (BA), Ubatuba (SP), Saquarema (RJ), São Sebastião (SP), Torres (RS), Marechal Deodoro (AL) e Natal (RN), além de uma etapa inédita e histórica em Itupeva (SP), no interior de São Paulo, quando pela primeira vez na América Latina foi feito um evento em uma piscina de ondas artificiais.

Ao todo, foram 1.624 inscrições e 278 novos surfistas competindo profissionalmente pela primeira vez. O predomínio brasileiro é evidente, com 606 participantes nacionais, entre homens e mulheres. Além disso, outras 14 nacionalidades também vieram ao Brasil para competir: África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, Equador, Estados Unidos, Itália, México, Peru, Polônia, Porto Rico, Uruguai, Suécia e Venezuela.

26 Laura Raupp Circuito Banco do Brasil de Surfe Etapa São Sebastião Aleko Stergiou 2

Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora de etapas do Circuito Banco do Brasil, com quatro títulos na sua prateleira. Foto: WSL / Aleko Stergiou

O Circuito Banco do Brasil consagrou 20 campeões com ao menos uma etapa. A jovem Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora, com quatro títulos na sua prateleira.

Outro dado curioso tem sido o aumento no número de inscrições de atletas ano após ano, o  que demonstra o sucesso e a boa aceitação da competição. Em 2022, em sua primeira temporada, foram 346 inscritos. Em 2023, já com cinco edições, houve 553, enquanto em 2024, o número subiu para 565. Em 2025, a competição já recebeu 160 inscrições apenas para a primeira etapa.

Grande parte do sucesso se deve a estrutura oferecida para fãs, atletas e staff, a melhor e maior de um QS pelo mundo e, muitas vezes, podendo até comparada e se sobressaindo em relação a algumas etapas do CS ou CT.  O Circuito Banco do Brasil de Surfe conta com diversas áreas: VIP, sala WSL, que recebe executivos e convidados, Lounge Atletas, espaço para fisioterapia dos surfistas, Sala BB, Sala de Transmissão, Palco Sunset Espaço BB, que conta com área kids, lojistas BB, WSL Store e ONGs.

22 Luana Soares Circuito Banco do Brasil de Surfe Etapa São Sebastião Aleko Stergiou 1

Luana Soares rasgou elogios à estrutura da etapa em Maresias. Foto: WSL / Aleko Stergiou

Este ano, em São Sebastião, na Praia de Maresias, Luana Soares, que competiu no LQS 1,000 e terminou com o título sul-americano feminino de Longboard, não escondeu a satisfação com a infraestrutura durante entrevista: “A WSL chega com tudo aqui com essa estrutura bizarra, área dos atletas, comidinha boa, conforto. Um lugar muito bom, que tem altas ondas. Obrigado a WSL e a todos os envolvidos”, elogiou.

Para 2025, estão previstas cinco etapas. Além da prova de abertura, em São Sebastião, visto como o maior evento de surfe da história do litoral paulista e que valeu 6.000 pontos para o ranking da WSL South America, outros três eventos QS 4000 já estão confirmados: entre os dias 21 e 25 de maio será a vez de Natal (RN).

Depois, em agosto, haverá outra etapa entre os dias 21 e 24 ainda sem local definido. Na sequência, Imbituba (SC) recebe a competição entre 17 e 21 de setembro. O calendário também prevê um QS 2000, que ainda não teve o seu local revelado.

Uma curiosidade é que deste ano até o fim do contrato, o Circuito Banco do Brasil de Surfe vai oferecer um aumento na pontuação no ranking do QS em comparação a anos anteriores. O que era QS 5,000, 3,000 e 1,000 agora são QS 6,000, 4,000 e 2,000. Com isso, apenas em 2025, serão 20 mil pontos em disputa para o ranking sul-americano da WSL.

Sustentabilidade Circuito Banco do Brasil de Surfe Christian Bender 01

As etapas do Circuito Banco do Brasil também promovem diversas ações socioambientais. Foto: WSL / Christian Bender

Ações ambientais e sociais 

Por onde passam, as etapas também promovem diversas ações socioambientais. Apenas em 2024, mais de 3.700 pessoas estiveram envolvidas nas ações ASG. Entre elas está o plantio de mudas nativas, que ajudam a preservar a vegetação oriunda das praias. Também é realizado o upcycling com as lonas da estrutura do campeonato, a fim de transformá-las em algum item de surfe (quilha e raspador) para doação a projetos sociais locais do esporte.

Outra medida importante é a neutralização da emissão de gases de efeito estufa, com a compra de créditos para compensação de carbono com rastreabilidade e certificados. A gestão de resíduos produzidos no evento, com coleta seletiva, dando destino certo para cada tipo de resíduo, seja ele reciclável ou orgânico, também se faz presente em todas as etapas, deixando que pouco lixo tenha como destino os aterros. Em 2024, mais de 100 quilos de lixo foram recolhidos das praias, 1,8 tonelada de resíduos foram reaproveitados e aproximadamente 1,4 toneladas de resíduos recicláveis foram coletados.

Já entre as ações sociais está o apoio da organização a ONGs ou cooperativas locais. No ano passado, 35 ONGs estiveram envolvidas nos eventos realizados pelo Brasil. Além disso, no ano passado, entre os diversos projetos, a liga promoveu uma ação que começou após o fim da etapa de São Sebastião e terminou em Natal, envolvendo a Flor da Kantuta, uma iniciativa de mulheres imigrantes bolivianas, que costuraram manualmente 200 necessaires, utilizadas posteriormente para montagens de kits de higiene pessoal, que acabaram distribuídos e atenderam 151 famílias em situação de rua. Há ainda o ‘Novas Ondas’, programa que fomenta a modalidade, conecta a população local com o surfe e inspira novas gerações. O projeto promove a interação entre crianças com surfistas da nova geração, atletas locais, membros do squad BB e ídolos do esporte.

Cultura

A conexão entre esporte e arte também é outra característica clássica e demonstrada nos lançamentos dos posters que abrem a temporada do Circuito Banco do Brasil. Em 2022, na primeira edição, o material foi desenvolvido pelo artista de surf art Tom Veiga. Já em 2023, pela primeira vez na história do surfe, uma arte de circuito, desenvolvida pelo estúdio NAIPE, foi feita sendo utilizada uma inteligência artificial.

Nos anos seguintes, oportunidades para dois artistas brasileiros brilharem: em 2024 coube a multiartista Nazura, conhecida por seus murais e ilustrações que visa desconstruir a narrativa de violência que recai em pessoas negras, a missão de fazer o pôster; já neste ano, o pernambucano Bacaro Borges emprestou seu talento e aplicou a xilogravura colocando aspectos regionais marcantes da paisagem nordestina, como cactos e pássaros, além de passar a mensagem características do campeonato, que é a revelação de novos talentos.

Diversão garantida

Uma das principais características dos eventos é proporcionar ao público bom entretenimento. Na última etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, em Maresias, por exemplo, dois shows foram colocados à disposição do público: o do artista internacional e surfista influente, Donavon Frankenreiter, que teve a arrecadação líquida da bilheteria doada para o Fundo Social de São Sebastião, e do rapper brasileiro Gabriel Pensador.

Além disso, costumeiramente, as etapas reservam um espaço na praia dedicado para a ativação de patrocinadores e outras atividades gratuitas e o BB participa ativamente seja no QS, no CS ou no CT.  Aulas de surfe com monitores especializados para diferentes níveis, empréstimo de pranchas com monitoria e até reparos rápidos de pranchas para atletas e moradores locais, quadras para a prática de futevôlei, beach tennis e vôlei de praia, além de aulas funcionais e yoga são algumas das opções a depender do evento.

Outra aparição constante são as clínicas de altinha, com o objetivo de desenvolver as habilidades com a bola nos pés. Uma “área kids”, com oficinas de massinhas de modelar e pintura também costuma ser oferecido. As ativações no CT e CS como a tirolesa, escalada, surf jump e game box também são marcas registradas e da grandeza para a marca do BB nos eventos. Além disso, clientes BB com cartões Ourocard têm benefícios exclusivos, como descontos na aquisição de produtos e acesso a filas exclusivas.

Com todos esses benefícios, o acordo WSL e BB segue escrevendo os seus capítulos na história da modalidade, transformando-se em uma das principais e mais bem-sucedidas parcerias já realizadas na história do esporte no país, não só cuidando para garantir que a sucessão da Brazilian Storm esteja assegurada, mas também deixando um legado ambiental, social e econômico pelos lugares onde passa e exercendo papel importante no desenvolvimento da sociedade brasileira.

Sobre a WSL

A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bahia

Vladimir Brichta em Itacaré: memórias e carinho pela cidade

Vladimir Brichta relembra sua ligação com Itacaré, as histórias em família e as mudanças da cidade em conversa no Fala Papah!

Publicado

em

Por

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Foto: Divulgação Fala Papah!

As lembranças de Vladimir Brichta em Itacaré envolvem família, surfe e uma relação que atravessa diferentes fases da vida. Em entrevista ao Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, o ator contou por que a cidade do litoral sul da Bahia continua sendo um lugar especial para ele.

Durante a conversa, Vladimir relembrou a infância e a adolescência, falou dos encontros familiares e comentou as transformações que acompanhou. Além disso, reconheceu as oportunidades trazidas pelo crescimento e destacou a importância de preservar a natureza e valorizar os moradores.

Um lugar para voltar com a família

A ligação com Itacaré passa pela presença da mãe, que construiu sua vida na região. Segundo Vladimir, o sítio da família preserva referências importantes de sua trajetória, incluindo a represa onde costuma tomar banho.

Por isso, voltar ao lugar representa também um reencontro com suas próprias lembranças. O ator contou que gosta de levar os filhos e compartilhar com eles esse espaço de afeto.

Essa relação aparece nas comemorações familiares. Na entrevista, Vladimir lembrou que escolheu Itacaré para celebrar seus aniversários de 40 e 50 anos. Assim, reuniu pessoas próximas em um lugar que ocupa uma posição importante em sua história.

As mudanças de Itacaré ao longo dos anos

Ao comparar diferentes épocas, Vladimir reconheceu que a cidade mudou bastante. No entanto, deixou claro que não espera encontrar tudo exatamente como era durante sua infância.

Para ele, o crescimento também significa oportunidades para quem vive ali. Afinal, os moradores precisam trabalhar, desenvolver seus negócios e ter acesso a serviços, cultura e lazer.

Nesse contexto, o ator relembrou a participação da mãe em discussões sobre o futuro da cidade. Uma de suas preocupações era incentivar os moradores a manter seus terrenos e buscar condições para criar os próprios negócios.

Dessa forma, a conversa aborda uma questão que acompanha muitos destinos turísticos: como permitir que a população local participe dos benefícios do crescimento.

Natureza e desenvolvimento na mesma conversa

Vladimir também destacou o valor do patrimônio natural de Itacaré. Em sua visão, o desenvolvimento deve caminhar junto com o cuidado ambiental.

Ao falar desse assunto, ele demonstrou preocupação com intervenções que possam prejudicar a paisagem. Entretanto, também reconheceu a satisfação de ver pessoas da cidade conquistando espaço e construindo suas trajetórias.

O relato combina, portanto, saudade e reconhecimento das mudanças positivas. Mais do que desejar uma cidade parada no tempo, Vladimir fala sobre o cuidado com aquilo que torna o lugar especial.

O encanto que continua

Na parte final da conversa, o ator destacou iniciativas culturais, a participação dos moradores e as opções de gastronomia. Além disso, comentou como a organização da comunidade pode contribuir para o futuro da cidade.

Essas observações ajudam a entender por que Itacaré continua presente em sua vida. As lembranças permanecem, enquanto novos encontros e experiências ampliam essa relação.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

E você: qual lembrança guarda de Itacaré? Compartilhe nos comentários.

Apoie quem apoia o podcast: use o cupom FALAPAPAH e ganhe 15% de desconto no site da Naturebarr.

Continue Lendo

Brasil

Surfland vale a pena? Vlog mostra primeira experiência na piscina de ondas

Surfland em Garopaba é cenário do novo vlog do Fala Papah, com ondas, bastidores, encontros e os desafios da primeira experiência na piscina.

Publicado

em

Por

A Surfland em Garopaba, Santa Catarina, é o cenário do novo episódio do Fala Papah!. No vlog, o jornalista Ader Oliveira mostra sua primeira experiência em uma piscina de ondas. Além disso, apresenta os bastidores de uma viagem marcada por reencontros, muito surfe e situações inesperadas.

Assista ao episódio completo do Fala Papah!, com 26 minutos e 26 segundos de duração.

Do casamento de Mineirinho à Surfland em Garopaba

A viagem começou com um convite especial. Ader foi a Santa Catarina para acompanhar o casamento do amigo de longa data Adriano de Souza, o Mineirinho, com Giovanna, em Criciúma.

A celebração reuniu amigos e grandes nomes do surfe brasileiro. Entre os convidados estavam Gabriel Medina, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Samuel Pupo e o atual campeão mundial Yago Dora. Além disso, o encontro rendeu imagens e histórias que ajudam a apresentar o contexto da viagem.

Depois da festa, Ader seguiu para a Praia do Rosa. Por lá, reencontrou o ex-surfista profissional Tânio Barreto, que o recebeu durante a passagem pela região. Entretanto, a viagem ainda reservava uma experiência inédita.

O destino seguinte foi a Surfland, em Garopaba. Apesar de décadas acompanhando o surfe profissional e viajando para diferentes destinos, o jornalista nunca havia surfado em uma piscina de ondas. Por isso, a expectativa para conhecer a estrutura era grande.

Três sessões e um desafio físico inesperado

Na Surfland, Ader participou de três sessões de aproximadamente 50 minutos no mesmo dia. Durante a experiência, testou diferentes configurações de ondas, incluindo esquerdas e direitas das modalidades Turns 2 e Turns 3.

Logo nas primeiras tentativas, precisou adaptar o posicionamento, o tempo de entrada e a leitura das ondas. Afinal, surfar em uma piscina exige ajustes diferentes daqueles feitos no mar.

Além das ondas, o vlog mostra o desgaste físico provocado pela sequência de sessões. O esforço foi maior do que o esperado e intensificou um desconforto lombar que o jornalista já enfrentava.

Consequentemente, Ader precisou interromper sua participação na água antes do que havia planejado. Ainda assim, aproveitou os dias seguintes para conhecer melhor a estrutura e conversar com outros surfistas.

De volta a Salvador, o jornalista está tratando o problema lombar na clínica C.A.R.E., onde recebe acompanhamento de profissionais especializados e de alto nível. Dessa forma, busca recuperar a condição física para voltar a surfar com segurança.

O episódio também aborda essa dificuldade. Portanto, não apresenta apenas os momentos positivos da viagem, mas mostra os desafios enfrentados durante a primeira experiência.

Reencontros, resenhas e novas gerações do surfe

A passagem pela Surfland também foi marcada por reencontros. Durante a visita, Ader conversou com Carlos Matias, do Surfe TV, e com o fotógrafo e jornalista Motaury Porto. Além disso, encontrou profissionais, visitantes e surfistas de diferentes países.

Uma das sequências mais descontraídas envolve jovens argentinos e uma provocação futebolística sobre Neymar e Messi. A brincadeira, feita em portunhol, ganhou uma resposta animada da garotada. Assim, o episódio apresenta momentos que vão além das ondas.

Enquanto isso, jovens surfistas de países como Argentina e Peru aproveitavam a piscina para treinar e aperfeiçoar suas manobras.

O vlog também registra atividades do projeto Talento Feminino Onda 2, iniciativa voltada ao desenvolvimento do surfe feminino. Durante a programação, jovens atletas brasileiras participaram de treinamentos acompanhados por profissionais experientes.

Entre os nomes presentes estavam Andrea Lopes, Guga Arruda, Heitor Alves, Karina Abras e Taís de Almeida. Dessa maneira, a visita também permitiu acompanhar parte do trabalho de formação das novas gerações do surfe brasileiro.

O parasurfe também ganhou espaço

Outro momento importante da visita foi o encontro com atletas do parasurfe. Ader acompanhou a movimentação de surfistas com deficiência que utilizavam a estrutura para entrar na água e treinar.

Entre os atletas estavam Maria do Sol e Luciano Silveira, conhecido como Nem. Além disso, as imagens mostram diferentes experiências dentro da piscina e ampliam o olhar sobre as possibilidades de prática do esporte.

Assim, o episódio vai além de uma sequência de ondas. Ele reúne histórias de superação, convivência e encontros entre pessoas que compartilham a paixão pelo surfe.

Como funciona a piscina de ondas da Surfland?

A estrutura da Surfland utiliza a tecnologia Wavegarden Cove e oferece diferentes tipos de ondas para surfistas de variados níveis. Segundo o site oficial da Surfland Brasil, o sistema permite gerar direitas e esquerdas com configurações específicas para diferentes níveis de habilidade.

Além da piscina, o complexo conta com áreas de lazer e serviços para visitantes. Outro recurso disponível é o sistema de imagens, que permite aos surfistas acessar registros de suas sessões.

Por outro lado, a experiência exige preparação física e adaptação ao funcionamento das ondas. Afinal, embora as condições sejam diferentes das encontradas no oceano, o esforço durante uma sessão pode ser intenso.

As piscinas de ondas representam uma possibilidade adicional de treinamento e diversão. Entretanto, cada estrutura possui características próprias. O assunto também aparece em outras reportagens do AOS Mídia.

Surfland vale a pena? Assista à experiência completa

O novo episódio do Fala Papah! reúne ondas, bastidores e conversas ao longo de 26 minutos e 26 segundos. Além de mostrar a estrutura da Surfland em Garopaba, o vídeo acompanha as expectativas e dificuldades de quem experimentou uma piscina de ondas pela primeira vez.

Portanto, a proposta não é apenas apresentar o funcionamento do complexo. O vlog também mostra os personagens e as histórias que transformaram a viagem em uma experiência particular.

Ao mesmo tempo, a produção marca uma novidade no canal Fala Papah!, conhecido por entrevistas e histórias de personagens do surfe. Dessa vez, Ader assume o papel de protagonista e convida o público a acompanhar sua rotina durante a viagem.

Vale a pena conhecer a Surfland? No episódio completo, o jornalista compartilha sua vivência e permite que o público acompanhe os pontos positivos, os desafios e os momentos de diversão.

Assista ao vlog completo no canal Fala Papah!, no YouTube.

E você, já surfou em uma piscina de ondas? Conte sua experiência nos comentários.

Continue Lendo

Brasil

King and Queen of the Groms consagra nova geração em Itamambuca

King and Queen of the Groms 2026 reúne novos talentos, boas ondas e praia cheia em Ubatuba. Confira os campeões e os resultados das finais.

Publicado

em

Por

Rafael Miranda, King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Rafael Miranda brilha na Sub-12 do King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

O King and Queen of the Groms 2026 definiu seus seis campeões no domingo (11 de outubro), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Após 11 anos sem uma edição no Brasil, o evento da Quiksilver voltou com disputas masculinas e femininas. Além disso, a Roxy integrou a competição, que reuniu as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16 nos dias 10 e 11.

Entre os meninos, Felipe Homsi venceu a Sub-16, Izau Siguinorini conquistou a Sub-14 e Rafael Miranda levou a Sub-12. Por outro lado, entre as meninas, os títulos ficaram com Maeva Guastalla na Sub-16, Gabriela Rigo na Sub-14 e Laura Kanagusiku na Sub-12.

As finais tiveram ondas de até um metro nas séries, segundo o release da organização. Além disso, duas decisões femininas tiveram mudanças na liderança: Laura virou nos minutos finais da Sub-12, enquanto Maeva assumiu a ponta na Sub-16.

Para rever as baterias, acesse a transmissão do King and Queen of the Groms 2026, disponível na AOS Mídia.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Estrutura do King and Queen of the Groms 2026 montada na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Felipe Homsi vence a Sub-16 do King and Queen of the Groms 2026

Felipe Homsi (PB) venceu a última final do domingo com 12,00 pontos. Para isso, o paraibano combinou notas 7,00 e 5,00. Assim, terminou 2,10 pontos à frente de Vini Palma.

A disputa seguiu equilibrada até o fim. No entanto, Homsi garantiu o título com o 7,00, a melhor nota da bateria. Enquanto isso, na metade da decisão, Vini reagiu e saiu do quarto para o segundo lugar, com 9,90 pontos.

Em seguida, Izau Siguinorini terminou em terceiro, com 9,55. Por fim, Bernardo Brizola completou a final com 8,80. Além disso, entre as seis decisões, Homsi registrou o maior somatório.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças participam das atividades de pintura realizadas durante o King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Izau Siguinorini lidera a Sub-14 do início ao fim

Izau Siguinorini abriu a final masculina Sub-14 com uma nota 6,00, após uma sequência de batidas e rasgadas. Assim, assumiu a liderança e manteve a vantagem até o encerramento.

Além disso, Izau marcou 5,90 na última onda que surfou na decisão. Com isso, fechou o somatório em 11,90 pontos. Em contrapartida, Bernardo Pires ficou em segundo, com 6,35. Em seguida, Matheus Jhones terminou com 5,90, e Narciso Inacio somou 3,95.

Além disso, Izau chegou à final da Sub-16 e conquistou o terceiro lugar. Portanto, encerrou o domingo com dois pódios.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Além das disputas de surfe, o evento contou com oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy. Foto: Divulgação

Rafael Miranda conquista a Sub-12 em casa

Rafael Miranda encaminhou a vitória na final masculina Sub-12 com suas duas primeiras ondas. Para isso, o surfista de Ubatuba marcou 5,00 e 4,40, somando 9,40 pontos.

No entanto, Bernardo Pires tentou reagir e terminou em segundo, com 7,70. Em seguida, Gabriel Medeiros ficou em terceiro, com 7,60, à frente de Thomaz Monteiro, que fez 6,25.

Além disso, o release registra uma nota 8,00 de Bernardo Pires na primeira fase da Sub-12. Portanto, esse desempenho pertence à Sub-12. Já a nota de Rafael na estreia da Sub-14 aparece na seção da premiação Aiwa.

Ao comentar a experiência de competir em Itamambuca, Rafael destacou as condições do mar e a programação na areia:

“O campeonato está demais aqui no quintal de casa, com altas ondas, essa estrutura incrível e toda essa ativação na praia”, disse Rafael Miranda.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Meninas participam de uma atividade de altinha na areia de Itamambuca durante o campeonato. Foto: Divulgação

Maeva Guastalla assume a liderança e vence a Sub-16

Carol Bastides liderou o início da final feminina Sub-16. Entretanto, Maeva Guastalla assumiu a ponta a partir de sua segunda onda e manteve a posição até o fim.

Assim, Maeva combinou notas 6,25 e 5,65 para somar 11,90 pontos e conquistar o título. Por outro lado, Carol ficou com o vice-campeonato, com 10,65. Em seguida, Mariana Elias terminou em terceiro, com 5,00, e Eduarda Stefani em quarto, com 3,85.

Assim, Maeva encerrou a decisão com o maior somatório entre as três finais femininas.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Maeva Guastalla celebra o título Sub-16 feminino, ao lado de Carol Bastides (2ª), Mariana Elias (3ª) e Eduarda Stefani (4ª). Foto: Divulgação

Gabriela Rigo vence a Sub-14; Laura vira na Sub-12

Gabriela Rigo conquistou a Sub-14 feminina com 8,40 pontos. Além disso, a final teve duas surfistas de Ubatuba nas primeiras posições: Catarina Kobayashi ficou em segundo, com 5,55.

Anahi Botelho completou o pódio em terceiro, com 4,45. Em seguida, Maria Clara Borges terminou em quarto, com 4,30.

Na Sub-12, Maria Clara começou na frente com uma nota 4,00 e liderou grande parte da bateria. Porém, Laura Kanagusiku virou nos minutos finais.

Além disso, a surfista de Praia Grande acrescentou um 4,75 à nota 3,25 que já tinha. Com isso, chegou a 8,00 pontos e garantiu o título. Por fim, Maria Clara ficou em segundo, com 6,00, seguida por Naima Mathey, com 5,10, e Anahi Botelho, com 2,40.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Carol Bastides e Rafael Miranda recebem fones de ouvido Aiwa pelas maiores notas e melhores somatórios no masculino e no feminino, respectivamente, no King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Aiwa premia Rafael Miranda e Carol Bastides

Rafael Miranda e Carol Bastides receberam fones de ouvido Aiwa no King and Queen of the Groms 2026. Além disso, a premiação contemplou nota e somatório no masculino e no feminino.

No masculino, Rafael recebeu os prêmios após marcar uma nota 8,00 e somar 15,00 pontos na estreia da Sub-14. Por outro lado, Carol registrou uma nota 7,00 e um somatório de 12,75 na segunda fase da Sub-16 feminina.

Essas pontuações correspondem às baterias das fases anteriores. Portanto, diferem dos resultados das finais apresentados abaixo.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

A nova geração também aproveitou as atividades fora d’água durante os dois dias de evento em Itamambuca. Foto: Divulgação

Resultados do King and Queen of the Groms 2026

Confira os quatro finalistas de cada categoria. Os valores abaixo correspondem aos somatórios das decisões disputadas em Itamambuca.

Sub-12 masculino

  1. Rafael Miranda — 9,40 pontos
  2. Bernardo Pires — 7,70 pontos
  3. Gabriel Medeiros — 7,60 pontos
  4. Thomaz Monteiro — 6,25 pontos

Masculino Sub-14

  1. Izau Siguinorini — 11,90 pontos
  2. Bernardo Pires — 6,35 pontos
  3. Matheus Jhones — 5,90 pontos
  4. Narciso Inacio — 3,95 pontos

Sub-16 masculino

  1. Felipe Homsi — 12,00 pontos
  2. Vini Palma — 9,90 pontos
  3. Izau Siguinorini — 9,55 pontos
  4. Bernardo Brizola — 8,80 pontos

Feminino Sub-12

  1. Laura Kanagusiku — 8,00 pontos
  2. Maria Clara Borges — 6,00 pontos
  3. Naima Mathey — 5,10 pontos
  4. Anahi Botelho — 2,40 pontos

Sub-14 feminino

  1. Gabriela Rigo — 8,40 pontos
  2. Catarina Kobayashi — 5,55 pontos
  3. Anahi Botelho — 4,45 pontos
  4. Maria Clara Borges — 4,30 pontos

Feminino Sub-16

  1. Maeva Guastalla — 11,90 pontos
  2. Carol Bastides — 10,65 pontos
  3. Mariana Elias — 5,00 pontos
  4. Eduarda Stefani — 3,85 pontos
King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Laura Kanagusiku conquista o título Sub-12 feminino, seguida por Maria Clara Borges (2ª), Naima Mathey (3ª) e Anahi Botelho (4ª). Foto: Divulgação

Atividades na areia acompanham as disputas em Itamambuca

Além das baterias, o evento reuniu atletas, familiares e público na areia. Além disso, a programação incluiu aulas de yoga e altinha, assim como oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy.

Enquanto os surfistas competiam, crianças e acompanhantes participaram das atividades fora d’água. Nesse sentido, Karol Lopes, gerente de Marketing do grupo Action Brands, afirmou que o fim de semana superou suas expectativas.

“O King and Queen of the Groms superou as minhas expectativas. Tivemos dois dias de sol, ótimas ondas, atletas focados e um verdadeiro show de surf dentro d’água. Além das disputas, as ativações na areia também foram bem legais! A galera presente pôde fazer aulas de yoga e altinha, customizar ecobags da Quiksilver e Roxy, além de outras atividades que reforçaram o espírito e o lifestyle das nossas marcas. Foi um final de semana incrível, onde pudemos celebrar o surf, a nova geração de talentos (que vem com tudo!) e a conexão com a comunidade”, declarou Karol.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças se divertem nas pranchas de equilíbrio durante o King and Queen of the Groms 2026, em Itamambuca. A atividade também estimula a coordenação motora e o equilíbrio. Foto: Divulgação

AUS participa da organização com a Action Brands

O retorno da competição ao Brasil reuniu a Action Brands e a Associação Ubatubense de Surf (AUS). Além disso, segundo o organizador Luiz Henrique Pinga, a parceria buscou oferecer aos atletas um fim de semana de competição e atividades em Itamambuca.

“A praia de Itamambuca é um lugar especial, ideal para esse retorno do KQOTG, após 11 anos sem ser realizado no Brasil. Esse evento é uma parceria com a Action Brands, empresa que detém os direitos da Quiksilver e Roxy no país, juntamente com a AUS (Associação Ubatubense de Surf). Nossa ideia é fazer o melhor possível e proporcionar para a criançada um final de semana muito legal”, disse Luiz Henrique Pinga, organizador do KQOTG 2026.

Quiksilver e Roxy patrocinam o evento; Aiwa e FlexFit copatrocinam

O King and Queen of the Groms 2026 teve patrocínio de Quiksilver e Roxy e copatrocínio de Aiwa e FlexFit. Além disso, contou com apoio de Inova Sunglass, Tachão de Ubatuba e Restaurante Quintal do Mar Itamambuca.

Além disso, o release relaciona os parceiros Ford, Bullys, Fu Wax, DC Shoes, Blu Proteção Solar, Monster, Xeryus, Posca, Tribo Surf, Parafina, Surf Trip, Star Point, Ilha do Mel, Surf Alive, Quinta do Mar e Pier 7. Por fim, a transmissão ficou a cargo do Canal Woohoo.

Veja também as baterias na cobertura do King and Queen of the Groms 2026 na AOS Mídia.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.