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Big Waves

A luta pela reascensão do surfe de ondas grandes

“A indústria de surfe praticamente entrou em colapso”, diz Bill Sharp, principal organizador de eventos de ondas grandes.

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Kaiwi Berry, Outer Reef, North Shore de Oahu, Hawaii, Big Waves, Ondas Grandes, Havaí. Foto: Daniel Russo

Ondas grandes como esta de Kaiwi Berry em um Outer Reef havaiano já estão inscritas no New Big Wave Challenge. Foto: Daniel Russo

Em entrevista ao site Swellnet, o organizador de eventos Bill Sharp falou sobre a expectativa para o novo Big Wave Challenge e as dificuldades que encontrou no mercado nos últimos anos, depois do sucesso do XXL Big Wave Awards, a principal cerimônia de ondas grandes do mundo.

Foram 25 anos promovendo eventos dessa especialidade para empresas como K2, Billabong e WSL, até se ver sem opções. Os patrocínios corporativos diminuíram drasticamente e a dificuldade era grande para encontrar apoio para o XXL Awards.

“Se voltarmos uma década, os Billabong XXL Big Wave Awards eram parte integrante da indústria de surfe dos EUA”, lembrou Sharp. “Mas a indústria de surfe que apoiava o que estávamos fazendo praticamente entrou em colapso neste momento, e juntar todos os surfistas em um só lugar agora é quase impossível”, relata Sharp.

Diante desse cenário, o surf de ondas grandes se viu sem um ponto de encontro onde todos os atletas, fotógrafos e fãs pudessem concentrar sua atenções e saber o que está acontecendo no esporte.

A consequência, explica Sharp, é que “o surfe de ondas grandes se viu sem um ponto de encontro onde todos os atletas, fotógrafos e fãs pudessem concentrar sua atenção e saber o que está acontecendo no esporte”.

“Muitos dos melhores surfistas de ondas grandes vieram até mim no último ano e me pediram para tentar trazer de volta a emoção dos antigos dias do evento XXL – então eu desenvolvi o que tenho chamado de Novo Desafio das Ondas Grandes”, conta.

Justine Dupont, Cortes Bank, Califórnia (EUA), Big Waves, Ondas Grandes. Foto: Frank Quirarte

Justine Dupont também marca presença com esta bomba em Cortes Bank, Califórnia (EUA). Foto: Frank Quirarte

Uma das grandes batalhas do promotor de eventos é tentar simplificar as categorias, em vez de incluir tudo o que gostaria. “Tenho que continuar me esforçando para simplificar”, explica Sharp. “É como se eu imediatamente quisesse adicionar Slab do Ano (Laje do Ano), Tubo do Ano, Manobra do Ano, Revelação… caramba, isso poderia continuar. Então, tive que me lembrar ‘Ei, vamos construir primeiro a pequena cabana habitável antes de começarmos a construir um arranha-céu gigante'”, diz Bill Sharp.

Para começar, o evento terá as categorias mais fundamentais: Onda do Ano, Surfista do Ano, Maior Onda na Remada, Maior Onda e Melhor Vaca.

A notícia ruim é que ainda não haverá prêmio em dinheiro. “Bem, estou iniciando o Desafio para restabelecer a base”, diz Sharp. “Precisamos colocar o sistema básico em funcionamento primeiro”, explica.

“Dentre as centenas de pessoas com quem conversei, apenas algumas mencionaram o dinheiro do prêmio. A maioria delas está tentando estabelecer sua relevância como uma mercadoria patrocinável”, afirma o organizador.

“Para muitos deles, a diferença entre ter US$ 5, US$ 5.000 ou US$ 50.000 realmente não vai fazer uma carreira para eles. Primeiro, eles precisam da plataforma onde todos possam ser reconhecidos, e esse sistema precisa ser implementado”, entende Sharp.

O New Big Wave Challenge terá sua cerimônia de premiação no próximo mês, em Nazaré, Portugal, uma mudança em relação à antiga cerimônia no sul da Califórnia.

“Independentemente da própria onda, apenas a comunidade de Nazaré me lembra o North Shore dos anos 70”, explica Sharp. “Era o lugar onde todos se reuniam com um senso de propósito comum. Prepare seu equipamento, prepare-se mentalmente e você pode remar em ondas de 30 pés a cada dois dias. É realmente uma cena próspera e o único lugar no mundo onde posso contar com um pouco de apoio governamental para algo assim”, revela.

Depois que a cerimônia acabar e os prêmios forem entregues, a janela se abrirá para uma segunda temporada do Big Wave Challenge, embora, é claro, ela não será mais tão ‘nova’ naquela época.

“Até então, espero retirar o ‘New´(Novo) e substituí-lo por um nome de patrocinador que seja incrivelmente rico e prestigioso”, acrescenta Sharp, sorrindo.

E será uma temporada de El Niño também, o que historicamente tem sido bom para o Havaí e a Califórnia.

“Eu sinto isso em minha pele”, diz Sharp. “Passamos por alguns ciclos suaves nos últimos anos – muitas ondas de 60 pés, mas precisamos de 80 pés, até 90 pés. É hora de as costas serem inundadas por swell”, finaliza o organizador de eventos.

Fonte: Swellnet.

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Brasileiros vencem no Big Wave Challenge 2026

Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons vencem no Big Wave Challenge 2026. Filho de brasileiros, Ian Pegoraro também é premiado.

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Participantes do Big Wave Challenge 2026 reunidos durante a cerimônia no Lido Theater, em Newport Beach, na Califórnia. Foto: Divulgação

Participantes do Big Wave Challenge 2026 reunidos durante a cerimônia no Lido Theater, em Newport Beach, na Califórnia. Foto: Divulgação

O Brasil terminou o Big Wave Challenge 2026 no topo das duas categorias de maior onda da temporada. Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons venceram, respectivamente, a Maior Onda Masculina e a Maior Onda Feminina, com performances em Nazaré, Portugal.

No sábado (19), o histórico Lido Theater, em Newport Beach, na Califórnia, recebeu a 26ª edição da premiação. Ao todo, o evento distribuiu mais de US$ 100 mil em prêmios e reconheceu algumas das principais performances da temporada 2025/2026 do surfe de ondas grandes.

Koxa vence com gigante em Nazaré

Rodrigo Koxa conquistou o prêmio de Maior Onda Masculina por uma onda surfada em 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré.

Na disputa, o brasileiro superou o compatriota Lucas “Chumbo” Chianca e o francês Clément Roseyro. Aliás, todas as ondas finalistas da categoria foram surfadas em Nazaré.

A onda de Koxa recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Por isso, a performance também pode devolver ao brasileiro o recorde mundial de maior onda surfada. No entanto, a marca ainda depende de confirmação e homologação oficial.

Koxa já ocupou o topo dessa lista. Em 2017, também em Nazaré, ele surfou uma onda de 24,38 metros, posteriormente reconhecida pelo Guinness World Records como recorde mundial.

Atualmente, o alemão Sebastian Steudtner detém o recorde, com uma onda de 26,21 metros, surfada em Nazaré em 2020.

Michelle conquista o bicampeonato

Entre as mulheres, Michelle des Bouillons também colocou o Brasil no lugar mais alto. A carioca venceu a Maior Onda Feminina por uma onda surfada em 13 de dezembro de 2025, igualmente na Praia do Norte.

A performance recebeu uma medição técnica preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar o recorde mundial feminino de 22,40 metros, estabelecido pela brasileira Maya Gabeira em Nazaré, em 2020.

Na disputa pelo prêmio, Michelle superou a francesa Justine Dupont e Michaela Fregonese. Além disso, a brasileira conquistou a categoria pela segunda vez. Ela já havia vencido em 2024 e também esteve entre as finalistas em 2025.

Assim, Koxa e Michelle deixaram a Califórnia com os dois troféus de maior onda da temporada e ainda aguardam a definição sobre as medições de suas performances.

Filho de brasileiros vence entre os jovens

Outro nome com ligação direta com o Brasil também apareceu entre os premiados. Ian Pegoraro, de Maui, venceu a categoria Young Gun (Under 18 Performer), destinada aos destaques com menos de 18 anos.

Na lista oficial de vencedores, Ian aparece identificado como atleta de Maui, Havaí, Estados Unidos. Portanto, ele não entra na conta das duas conquistas brasileiras da premiação.

Entretanto, Ian é filho de brasileiros. O jovem nasceu e cresceu em Maui, mas destaca em seu portfólio a herança brasileira recebida dos pais e a influência dessas raízes em sua formação.

Além disso, sua trajetória nas ondas grandes também tem conexão com o Brasil. Ian relata que, em uma experiência em Jaws, foi rebocado para uma grande onda pelo brasileiro Yuri Soledade, enquanto seu pai o acompanhava como treinador.

Destaques da temporada

O Big Wave Challenge também reconheceu performances em outros picos importantes do surfe mundial.

Natxo Gonzalez conquistou o Men’s Ride of the Year por uma onda em Mullaghmore Head, na Irlanda. Por sua vez, Izzi Gomez venceu o Women’s Ride of the Year por uma performance em Teahupo’o, no Taiti.

Na categoria Paddle, dedicada às ondas surfadas na remada, Grant “Twiggy” Baker venceu entre os homens por uma onda em Nazaré. Já Zoe Chait conquistou o prêmio feminino por uma performance em Todos Santos, no México.

Além disso, Alberto Truncer levou o Wipeout of the Year por uma queda em Nazaré.

Por fim, os prêmios de Surfista do Ano ficaram com Tom Lowe, da Cornualha, no Reino Unido, e Justine Dupont, de Seignosse, na França.

Todos os vencedores

Assim, os vencedores do Big Wave Challenge 2026 foram:

  • Men’s Surfer of the Year: Tom Lowe — Cornwall, Reino Unido
  • Women’s Surfer of the Year: Justine Dupont — Seignosse, França
  • Men’s Ride of the Year: Natxo Gonzalez — Mullaghmore Head, Irlanda
  • Women’s Ride of the Year: Izzi Gomez — Teahupo’o, Taiti
  • Men’s Biggest Wave: Rodrigo Koxa — Nazaré, Portugal
  • Women’s Biggest Wave: Michelle des Bouillons — Nazaré, Portugal
  • Men’s Paddle: Grant “Twiggy” Baker — Nazaré, Portugal
  • Women’s Paddle: Zoe Chait — Todos Santos, México
  • Young Gun (Under 18 Performer): Ian Pegoraro — Maui, Havaí
  • Wipeout of the Year: Alberto Truncer — Nazaré, Portugal

 

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Pedro Calado vence o Urca Challenge com nota 10 em Guamaré

Pedro Calado brilha no Urca Challenge com nota 10 em Guamaré. Jadson André é vice e Michaela Fregonese surfa a maior onda do evento.

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Pedro Calado vence o Urca Challenge 2025 com nota 10 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Pedro Calado vence o Urca Challenge 2025 com nota 10 em Guamaré (RN). Foto: Alexandre Alessy

O carioca Pedro Calado foi o grande nome do inédito e histórico Urca Challenge, realizado nesta sexta-feira (11) em alto-mar, na bancada da Urca do Minhoto, a cerca de 30 km da costa de Guamaré (RN). Com uma atuação consistente e uma nota máxima 10 em uma de suas ondas, Calado garantiu 20 pontos de 30 possíveis pela regra que dobra a maior nota entre as duas computadas — e conquistou o primeiro título do evento.

O campeão recebeu o troféu das mãos da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, e comemorou o melhor dia já registrado na bancada da Urca:
“Era uma competição que não era tanto uma competição, mas mais um surfe pra galera. Valendo uma grana, mas sem muita pressão, pra confraternizar e fazer um evento que siga adiante nos próximos anos. Essa onda é muito especial”, destacou.

Jadson André é vice-campeão do Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Jadson André é vice-campeão do Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

O potiguar Jadson André ficou com o vice-campeonato e mostrou o motivo de já ter vencido etapas da elite mundial. O também potiguar Danilo Costa completou o pódio em terceiro. Ambos, representantes de gerações distintas da Ponta Negra, dividiram o palco com Calado, reconhecido como um dos maiores nomes do surfe de ondas grandes.

“Fiz questão de participar mesmo chegando em cima da hora no evento de Saquarema. Eu não poderia deixar de participar. A vitória não veio por pouco, mas vou buscar esse título nas próximas edições”, disse Jadson, que representa o RN no Challenger Series 2025.

Lucas Chumbo em ação no Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Lucas Chumbo em ação no Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Já o campeão mundial Lucas Chumbo exaltou Guamaré ao final do evento:
“Quero voltar com a família inteira, aproveitar esse paraíso — não só do surfe, mas também do kitesurf — e conhecer mais as belezas naturais desse país”, disse à secretária de Turismo Andrezza Varella.

A carioca Michelle des Bouillons mostrou atitude de campeã e surfou a maior onda da competição, ganhando destaque entre os 16 convidados da prova.

Michelle des Bouillons em ação no Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Michelle des Bouillons na Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Formato e resultado do evento

O Urca Challenge foi disputado em duas baterias com oito surfistas cada, que retornaram ao mar após a primeira sessão, totalizando 80 minutos de atuação para cada grupo. O resultado foi definido com base nas duas melhores ondas de cada atleta, sendo a maior delas dobrada na pontuação final.

Reconhecimento e futuro

Fábio Gouveia, decano da competição e embaixador do evento, celebrou o sucesso da estreia:
“Foi histórico. Um dia perfeito, que vai marcar pra sempre. Teve até arco-íris no final, como se fosse uma bênção da natureza.”

O Urca Challenge teve apoio do Governo do Estado do RN, Prefeitura de Guamaré, Fesurf-RN, Sidore, Corpo de Bombeiros Militar do RN, Mormaii, e transmissão pelo canal oficial Sportv.

Com informações enviadas por Chico Padilha.

Danilo Costa em ação no Urca Challenge 2025 em Guamaré, Rio Grande do Norte, Big Swell, Ondas Grandes, Urca do Minhoto. Foto: Alexandre Alessy

Danilo Costa fica em terceiro lugar na competição. Foto: Alexandre Alessy

Resultados do Urca Challenge 2025

1º lugar – Pedro Calado (RJ)
• Nota máxima 10 em uma das ondas
• Total de 20 pontos com regra de dobrar a melhor nota
• Premiação: R$ 30 mil

2º lugar – Jadson André (RN)
• Vice-campeão da primeira edição
• Destaque pela performance constante nas duas sessões

3º lugar – Danilo Costa (RN)
• Completou o pódio com consistência técnica
• Representante da velha guarda do surfe potiguar

Maior onda do evento – Michaela Fregonese (PR)
• Surfou a maior onda da competição
• Destaque entre os 16 convidados

Leia também: Dia eliminações para os brasileiros no El Salvador Pro 2025

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Mudança de última hora agita o Urca Challenge

Pedro Scooby está fora e Hemerson Marinho entra na lista do Urca Challenge, que será realizado nesta sexta-feira (11), em Guamaré (RN).

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Fábio Gouveia na bancada da Urca do Minhoto, em Guamaré (RN), palco do Urca Challenge, evento de ondas grandes que destaca o surfe brasileiro em condições extremas no litoral do Rio Grande do Norte. Foto: André Trindade

Urca Challenge acontece nesta sexta-feira em Guamaré (RN). Foto: André Trindade

A poucos dias da realização do aguardado Urca Challenge, previsto para esta sexta-feira, 11 de abril, a lista de atletas titulares passou por uma nova atualização. O carioca Pedro Scooby comunicou oficialmente sua desistência por motivos pessoais, e com isso, o potiguar Hemerson Marinho assume uma das 16 vagas principais.

“Galera, já avisei ao Marcolini (Gustavo) e vou avisar por aqui também: infelizmente não vou poder ir. Tive um probleminha aqui e não vou mais poder ir no voo quinta-feira. Desculpa qualquer incômodo”, escreveu Scooby no grupo de atletas, na madrugada desta quarta-feira (09/04).

Veterano do surfe potiguar e primeiro atleta do estado a disputar uma final de Mundial da ISA, Hemerson já se preparava para acompanhar o evento em alto-mar, e agora reforça o time da casa ao lado de Danilo Costa, Rodrigo Jorge e Jadson André.

Além da troca, outro destaque é a chegada do campeão mundial de ondas grandes Lucas Chumbo Chianca, vindo direto da Alemanha. Nome de peso do surfe brasileiro, Chumbo aparece entre os favoritos ao título ao lado de grandes representantes do Rio de Janeiro como Pedro Calado, Ian Cosenza, Marcos Monteiro e Michelle des Bouillons.

No total, os 16 titulares se deslocarão em barcos por 29 km de mar aberto até a bancada da Urca do Minhoto, onde são esperadas ondas gigantes e limpas, com previsão de vento fraco e maré favorável, conforme leitura técnica do portal SurfguruPro.

Lista atualizada dos surfistas titulares no Urca Challenge

  1. Lucas Chumbo Chianca (RJ)

  2. Hemerson Marinho (RN)

  3. Pedro Calado (RJ)

  4. Marcos Monteiro (RJ)

  5. Danilo Costa (RN)

  6. Rodrigo Jorge (RN)

  7. Jadson André (RN)

  8. Wilson Nora (BA)

  9. Ian Cosenza (CE)

  10. Danilo Couto (CE)

  11. Rodrigo Resende (PE)

  12. Rodrigo Koxa (SP)

  13. Vitor Faria (AL)

  14. Fábio Gouveia (PB)

  15. Michaela Fregonese (PR)

  16. Michelle des Bouillons (RJ)

Alternates (suplentes)

  1. Alexandre Ferraz (PE)

  2. Alexandre Vale (RN)

  3. Mateus Sena (RN)

O Urca Challenge conta com apoio do Governo do Estado do RN, Prefeitura de Guamaré, Mormaii, Sidore, Corpo de Bombeiros Militar do RN e tem realização da Fesurf-RN, com acompanhamento técnico da previsão fornecida pelo SurfguruPro.

Com informações enviadas por Chico Padilha.

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