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Competições

Alejo Muniz prepara nova fase fora das competições

Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar sua despedida da WSL e se preparar para uma carreira fora das baterias.

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Alejo Muniz prepara nova fase na gestão de atletas após anunciar despedida da WSL


Alejo Muniz prepara uma nova fase profissional enquanto se aproxima da despedida de sua trajetória como atleta da WSL. Foto: Reprodução AOS Mídia

Alejo Muniz já definiu um dos caminhos que pretende seguir depois de encerrar sua trajetória como atleta profissional da World Surf League. O surfista vai atuar na gestão de atletas e se tornará sócio da Outside Sports. Além disso, ele já começou a se preparar para a nova função, que pretende unir sua experiência de mais de duas décadas no surfe competitivo ao interesse por negócios, contratos e desenvolvimento de carreiras.

No início de 2026, Alejo anunciou que este seria seu último ano como atleta profissional da WSL. A etapa de Pipeline deve marcar a despedida dessa trajetória no circuito. Entretanto, a decisão não significa necessariamente que ele nunca mais disputará um campeonato. Participações pontuais em outros eventos no futuro não estão descartadas.

O próprio surfista deixou essa diferença clara ao anunciar a decisão em fevereiro. Na ocasião, afirmou que 2026 seria seu último ano como atleta profissional da World Surf League. Veja o anúncio da despedida de Alejo Muniz da WSL.

Alejo Muniz competindo no circuito profissional da WSL


Depois de mais de duas décadas nas competições, Alejo Muniz prepara a transição para uma nova atuação na gestão de atletas. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz explica como surgiu a nova fase

A possibilidade de trabalhar diretamente com gestão de atletas ganhou força durante a etapa de Saquarema. Na ocasião, Alejo conversou com Felipe Freitas, fundador da Outside Sports, sobre os planos para a fase seguinte de sua carreira.

Felipe conhece Alejo há mais de 20 anos por suas trajetórias dentro do surfe. Antes de atuar na gestão de atletas e na produção de eventos, também teve experiência como competidor e realizou viagens ligadas ao esporte. Desde 2008, trabalha diretamente com surfistas.

Naquele momento, porém, Alejo ainda não sabia exatamente o que faria no ano seguinte.

“Quando decidi que esse seria meu último ano, ainda não tinha definido o que faria no ano seguinte”, contou.

Entretanto, havia uma área que já despertava seu interesse. Alejo revelou que sempre gostou da parte de negócios, contratos e negociações. Além disso, segundo ele, nos últimos seis ou sete anos vinha cuidando da própria carreira sem empresário.

Foi durante as conversas com Felipe que surgiu o convite para integrar a Outside como sócio.

“Na hora que ele falou isso, foi como uma luz no fim do túnel”, afirmou Alejo.

Alejo Muniz em Pipeline durante competição da WSL


Pipeline deve marcar a despedida de Alejo Muniz como atleta profissional da World Surf League. Foto: WSL / Bielmann

Três pontos pesaram na decisão de Alejo Muniz

Segundo o surfista, três fatores foram fundamentais para aceitar o novo desafio. O primeiro é a possibilidade de continuar trabalhando diretamente com o surfe, esporte que marcou toda a sua vida profissional.

O segundo ponto envolve justamente a área de negócios. Alejo pretende trabalhar com contratos, reuniões, negociações e relacionamento com atletas e empresas. Dessa forma, ele inicia uma atividade que não depende de seu rendimento físico e que poderá desenvolver por muitos anos.

Por fim, o terceiro fator envolve uma realização pessoal.

“Quero devolver ao esporte tudo o que o surfe me proporcionou. Acho que vai ser uma gratidão muito grande conseguir um patrocínio para algum atleta e ajudá-lo a correr atrás do seu sonho”, explicou.

A experiência acumulada em competições também será uma das ferramentas dessa nova etapa. Em 2025, por exemplo, Alejo voltou a disputar a elite da WSL depois de anos buscando novamente uma vaga no CT.

A AOS Mídia acompanhou sua participação em Pipeline naquela temporada. Relembre a participação de Alejo Muniz em Pipeline pela AOS Mídia.

Alejo Muniz durante competição da WSL antes de iniciar nova fase profissional


Além da experiência no circuito, Alejo Muniz buscará formação específica para a nova carreira no mercado esportivo. Foto: WSL / Emma Sharon

Alejo Muniz busca formação para a nova carreira

A preparação para a nova função não ficará restrita à experiência adquirida como atleta. Em novembro, Alejo fará em São Paulo o Sport Business Experience: Estratégias que Movem o Jogo, curso presencial promovido pela ESPM em parceria com a Máquina do Esporte.

A formação começa em 9 de novembro. Entre os temas previstos estão construção de imagem e valor dos atletas, gestão e marketing esportivo, modelos de ligas, negócios no esporte e relacionamento com o público.

A própria ESPM inclui ex-atletas em transição de carreira entre os públicos indicados para a formação. Dessa forma, Alejo pretende combinar o conhecimento adquirido ao longo dos anos no circuito profissional com uma preparação específica para o mercado esportivo.

Veja as informações oficiais do Sport Business Experience na ESPM.

Outside passa por mudanças

A chegada de Alejo acontece em meio a outras mudanças na estrutura da Outside Sports. Atualmente, a agência trabalha com atletas como Luana Silva e Ian Gouveia. No caso de Ian, a parceria já passa de dez anos.

Além disso, Gustavo Goldmann passa a atuar em projetos e eventos e também dará suporte às áreas de branding, social media e marketing dos atletas. O profissional já trabalhou com marketing esportivo de marcas como Hurley e Billabong no Brasil.

Outra novidade é Rafael Ribeiro, responsável por uma frente voltada à performance. A proposta inclui o suporte aos atletas e também o trabalho com praticantes de esportes de prancha interessados em melhorar a preparação para desafios esportivos.

Um projeto-piloto dessa nova área já está sendo desenvolvido com Ian Gouveia.

Último capítulo na WSL

Alejo, entretanto, ainda tem um capítulo importante pela frente antes de concentrar suas energias na nova função. Pipeline deve marcar sua despedida como atleta profissional da World Surf League.

A expressão é importante. A mudança de carreira não significa necessariamente que Alejo nunca mais vestirá uma lycra de competição. Eventualmente, ele poderá disputar outros campeonatos, seja em eventos nacionais, etapas classificatórias ou competições especiais.

O que termina é sua trajetória como atleta profissional regular da WSL.

Depois disso, começa outra fase. O cenário continua sendo o surfe, mas Alejo passará a atuar também do outro lado da construção de uma carreira.

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Competições

Gabriel Medina é vice em Portugal; Griffin Colapinto faz história

Gabriel Medina em Portugal é vice após duelo com Griffin Colapinto. Molly Picklum vence no feminino e assume a liderança do ranking.

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Gabriel Medina conquistou o vice-campeonato em Supertubos após uma final emocionante contra Griffin Colapinto. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Gabriel Medina em Portugal voltou a mostrar sua habilidade nos tubos de Supertubos, em Peniche. Na sexta-feira (23), o tricampeão mundial conquistou o vice-campeonato da décima etapa do Championship Tour 2026. Entretanto, Griffin Colapinto levou a melhor em uma final emocionante e venceu por 17,60 a 16,77 pontos.

Com ondas de 6 a 8 pés, Supertubos proporcionou um espetáculo diante de milhares de torcedores. Além disso, outros dois brasileiros chegaram às semifinais: Italo Ferreira e Yago Dora.

Enquanto isso, no feminino, Molly Picklum derrotou Caitlin Simmers e assumiu a liderança do ranking mundial.

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Griffin Colapinto conquistou seu terceiro título em Portugal e fez história na etapa de Peniche. Foto: Manel Geada /WSL.

Gabriel Medina em Portugal protagoniza final emocionante

A decisão masculina teve tubos profundos e constantes trocas de liderança. Medina começou melhor, mas Griffin Colapinto reagiu com uma onda de 8,17 pontos.

O brasileiro respondeu em grande estilo. Primeiro, conseguiu 8,57 pontos. Em seguida, arrancou 8,20 e chegou a 16,77 no somatório. Dessa forma, colocou o adversário em uma situação complicada.

No entanto, Colapinto encontrou a onda decisiva. O americano desapareceu dentro de um tubo em Supertubos e saiu sob os aplausos do público. Como resultado, recebeu 9,43 pontos e garantiu a virada.

Com a vitória por 17,60 a 16,77, Griffin tornou-se o primeiro surfista da história a conquistar três títulos na etapa de Portugal.

“Foi uma batalha incrível com Gabriel. Ficamos trocando notas e me lembrei dos tempos de Andy Irons e Kelly Slater, quando cresci assistindo àquela geração”, declarou Colapinto, em tradução livre.

Além do feito histórico, o californiano destacou a importância de vencer em um dos palcos mais tradicionais do circuito mundial.

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Molly Picklum venceu Caitlin Simmers na decisão feminina e assumiu a liderança do ranking mundial. Foto: Manel Geada /WSL

Gabriel Medina supera Italo Ferreira na semifinal

Antes de disputar o título, Gabriel Medina enfrentou Italo Ferreira em um confronto brasileiro nas semifinais. O tricampeão mundial levou a melhor por 11,67 a 10,10 pontos e, assim, garantiu sua vaga na decisão.

Na outra semifinal, Griffin Colapinto eliminou Yago Dora por 14,33 a 8,83. Portanto, a etapa portuguesa terminou com três brasileiros entre os quatro melhores colocados no masculino.

Apesar da derrota na final, Medina deixou Portugal satisfeito com sua atuação. Além disso, o brasileiro elogiou o desempenho do adversário.

“É sempre divertido competir aqui. É uma onda muito boa. Fazer uma final contra Griffin foi incrível. Ele é um surfista fantástico e tem sido ótimo acompanhar sua evolução. Ele me inspira a buscar ainda mais”, afirmou Medina, em tradução livre.

O resultado de Gabriel Medina em Portugal também representa um impulso importante na reta final da temporada. Afinal, o brasileiro busca manter o bom desempenho nas duas etapas restantes.

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Griffin Colapinto superou Gabriel Medina por 17,60 a 16,77 pontos na final masculina. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Griffin Colapinto conquista terceiro título em Portugal

Além de alcançar sua terceira vitória em Supertubos, Griffin Colapinto destacou a relação especial que construiu com Portugal ao longo dos anos.

O californiano também revelou que a vitória do irmão Crosby Colapinto em Ericeira serviu como motivação para seu desempenho em Peniche.

“Portugal tem um lugar especial no meu coração. Era um sonho conquistar essa vitória depois que meu irmão venceu em Ericeira. Aquilo realmente me inspirou”, declarou o campeão, em tradução livre.

Dessa forma, Griffin ampliou sua história na etapa portuguesa, onde já havia conquistado dois títulos.

Além disso, o americano valorizou a qualidade das ondas durante a decisão. Segundo ele, a disputa contra Medina lembrou os grandes confrontos protagonizados por Andy Irons e Kelly Slater.

Molly Picklum vence e assume a lycra amarela

Na decisão feminina, Molly Picklum conquistou sua primeira vitória na temporada de 2026. A australiana derrotou Caitlin Simmers por 13,33 a 12,84 pontos e, com isso, assumiu a liderança do ranking mundial.

Atual campeã mundial, Picklum disputou sua terceira final no ano. Dessa vez, conseguiu transformar o bom desempenho em vitória e garantiu a lycra amarela para a próxima etapa.

O confronto reuniu duas campeãs mundiais. Inicialmente, Picklum ganhou vantagem com uma onda de 7,83 pontos. Simmers, por sua vez, reagiu com uma nota 6,67.

Entretanto, a norte-americana não encontrou outra oportunidade suficiente para virar o resultado. Assim, Picklum confirmou a vitória e celebrou seu primeiro título da temporada.

“Era um sonho vencer aqui. Portugal é como uma mistura da energia brasileira com Pipeline, duas das minhas coisas favoritas”, comemorou a australiana, em tradução livre.

Apesar da derrota, Caitlin Simmers também teve motivos para comemorar. Afinal, a campeã mundial de 2024 conquistou seu primeiro pódio no circuito em 2026.

Após Portugal, Gabriel Medina segue para as Filipinas

Após a etapa de Portugal, o Championship Tour segue para Cloud 9, em Siargao, nas Filipinas. A penúltima etapa da temporada está programada para acontecer entre 31 de outubro e 10 de novembro.

Além disso, a competição terá importância direta na definição das primeiras posições do ranking antes da última parada, em Pipeline, no Havaí.

O desempenho de Gabriel Medina em Portugal, portanto, reforça suas expectativas para a sequência do circuito. Da mesma forma, Griffin Colapinto chega às Filipinas motivado pela conquista histórica em Supertubos.

Para acompanhar as próximas etapas, confira as notícias e análises no site da AOS Mídia.

Resultados da etapa de Portugal

Final masculina

  1. Griffin Colapinto (EUA) — 17,60

  2. Gabriel Medina (BRA) — 16,77

Final feminina

  1. Molly Picklum (AUS) — 13,33

  2. Caitlin Simmers (EUA) — 12,84

Semifinais masculinas

  • Gabriel Medina (BRA) 11,67 x 10,10 Italo Ferreira (BRA)

  • Griffin Colapinto (EUA) 14,33 x 8,83 Yago Dora (BRA)

Para conferir os resultados oficiais e o calendário do circuito, acesse o site da World Surf League

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Brasil

Guarda do Embaú vai sediar as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surf em novembro

Guarda do Embaú receberá as finais do Catarinense e do Brasileiro de Surfe 2026, com R$ 600 mil em premiações. Confira as datas e os líderes.

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A última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro acontecerá de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em premiação. Imagem: Divulgação/Fecasurf.

A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional de 2026. As duas competições acontecerão em novembro e distribuirão, juntas, R$ 600 mil em premiações. Além disso, os surfistas terão a oportunidade de disputar duas etapas importantes em um intervalo de menos de duas semanas.

O calendário começa com a terceira e última etapa do Circuito Catarinense de Surf Pro, de 17 a 19 de novembro, com R$ 100 mil em prêmios. Na sequência, entre os dias 21 e 29, o Surf Brasil Pro encerrará a temporada nacional, oferecendo mais R$ 500 mil aos participantes.

Reconhecida como a nona Reserva Mundial de Surfe, a Guarda do Embaú será, portanto, o centro das atenções do surfe profissional brasileiro durante o mês de novembro.

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A Guarda do Embaú, em Palhoça (SC), receberá as decisões dos títulos catarinenses e brasileiros de surfe profissional, com R$ 600 mil em premiações. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Catarinense terá R$ 100 mil em premiação

A Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) promove, nesta temporada, o circuito estadual com a maior premiação de sua história. Cada uma das três etapas oferece R$ 100 mil, totalizando R$ 300 mil em 2026.

Na decisão da Guarda do Embaú, os campeões masculino e feminino receberão R$ 15 mil cada. Além disso, a proximidade com a etapa brasileira permitirá que atletas de outros estados participem das duas competições na mesma viagem.

Segundo Renato Melo, presidente da Fecasurf, a escolha das datas busca facilitar a participação dos competidores. Dessa forma, os surfistas poderão reduzir despesas com deslocamentos e aproveitar mais tempo para treinar nas ondas da Guarda do Embaú.

O circuito começou na Praia do Mar Grosso, em Laguna, com vitórias de Caetano Vargas e Kiany Hyakutake. Posteriormente, a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos, recebeu a segunda etapa, vencida por Heitor Mueller e Potira Castaman.

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Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings masculino e feminino do Circuito Catarinense de Surf Pro após duas etapas. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Heitor Mueller e Potira Castaman lideram os rankings

Após duas etapas, Heitor Mueller lidera o ranking masculino com 18.600 pontos. O surfista de São Francisco do Sul chega à decisão à frente do bicampeão catarinense Caetano Vargas, que soma 15.000 pontos, e de Luan Wood, terceiro colocado com 12.300.

Apesar da vantagem de Heitor, a disputa segue aberta. Afinal, a última etapa distribuirá 10.000 pontos ao vencedor, mantendo diversos competidores na corrida pelo título.

No feminino, Potira Castaman ocupa a primeira posição com 16.700 pontos. A surfista baiana, que mora em Florianópolis há mais de cinco anos, conquistou a liderança após vencer a etapa de Palmas.

Entretanto, a diferença para suas principais adversárias é pequena. Kiany Hyakutake aparece na segunda colocação, com 16.100 pontos, enquanto Valentina Zanoni soma 15.300. Lulu Vivan, com 12.850, também está entre as candidatas ao título.

Assim, tanto no masculino quanto no feminino, a Guarda do Embaú promete uma disputa equilibrada pela conquista dos títulos estaduais.

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Com 18.600 pontos, Heitor Mueller chega à etapa decisiva na liderança do ranking masculino, à frente de Caetano Vargas e Luan Wood. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Surf Brasil Pro distribuirá R$ 500 mil

Logo após a definição dos campeões catarinenses, a Guarda do Embaú receberá a quarta e última etapa do Surf Brasil Pro 2026, entre 21 e 29 de novembro.

A competição distribuirá R$ 500 mil e encerrará a disputa pelos títulos brasileiros profissionais da temporada. Com isso, surfistas de diferentes regiões do país terão uma segunda oportunidade de competir na mesma praia.

De acordo com a Surf Brasil, as inscrições para a etapa nacional seguem abertas até 8 de novembro. O evento contará com disputas nas categorias masculina e feminina.

Além da premiação, a sequência das duas competições deverá movimentar a região e atrair atletas, equipes técnicas e visitantes para a Guarda do Embaú.

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Baiana radicada em Florianópolis, Potira Castaman lidera o ranking feminino com 16.700 pontos e busca seu primeiro título catarinense profissional. Foto: Márcio David/Fecasurf.

Inscrições abertas para a etapa catarinense

Surfistas de todo o Brasil podem participar da última etapa do Catarinense de Surf Pro. Entretanto, apenas atletas que atendem aos critérios de residência em Santa Catarina poderão pontuar na disputa pelo título estadual.

As inscrições estão disponíveis pela plataforma Atletis. Os interessados também podem consultar informações no site oficial da Fecasurf.

Por fim, a etapa catarinense terá transmissão ao vivo pelos canais da federação, permitindo que o público acompanhe a definição dos campeões de 2026.

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Competições

Brasil conquista cobre no Mundial de Longboard 2026

Brasil termina em quarto no Mundial de Longboard 2026. Alexandre Escobar fica em sexto, e França conquista o título por equipes.

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Seleção Brasileira conquista medalha de cobre no Mundial de Longboard 2026

A Seleção Brasileira conquistou sua sexta medalha de cobre no Mundial de Longboard, terminando em quarto lugar entre 37 países. Foto: Pablo Franco/ISA.

A Seleção Brasileira conquistou a medalha de cobre no Mundial de Longboard 2026, encerrado nesta quinta-feira (22), em El Sunzal, El Salvador. Com isso, o Brasil terminou em quarto lugar entre 37 países e repetiu o resultado de outras cinco edições da competição organizada pela International Surfing Association (ISA).

Apesar da presença no pódio por equipes, o país viveu uma situação inédita. Pela primeira vez nas sete edições do campeonato, nenhum brasileiro chegou às finais que definiram as medalhas individuais.

O capixaba Alexandre Escobar obteve o melhor resultado da equipe, com a sexta colocação. Além disso, garantiu classificação para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027, no Peru.

Alexandre Escobar termina em sexto lugar

Alexandre Escobar chegou ao último dia como o único representante brasileiro ainda na disputa por medalhas. No entanto, não conseguiu aproveitar as duas oportunidades de classificação para a grande final masculina.

Na quinta fase do evento principal, o brasileiro enfrentou Edouard Delpero, Benoit Clemente e Sam Christianson. Delpero venceu com 14,83 pontos, enquanto Clemente avançou em segundo, com 14,17.

Escobar, por sua vez, terminou em quarto, com 7,33 pontos. Por isso, precisou disputar a última fase da repescagem para tentar chegar à decisão.

Na bateria decisiva, o norte-americano Tony Silvagni garantiu a primeira vaga. Enquanto isso, Sam Christianson conquistou a segunda classificação ao somar 12,73 pontos.

O sul-africano conseguiu uma nota 6,80 em sua última onda. Dessa forma, ultrapassou Escobar, que terminou com 11,23 pontos. Assim, o brasileiro encerrou sua participação na sexta posição geral.

Alexandre Escobar termina em sexto lugar no Mundial de Longboard 2026

Alexandre Escobar foi o brasileiro mais bem colocado no Mundial de Longboard 2026 e garantiu vaga nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2027. Foto: Pablo Jimenez/ISA.

Brasil mantém sequência no pódio do Mundial de Longboard

Embora não tenha colocado atletas nas finais individuais, a Seleção Brasileira conquistou mais uma medalha de cobre no Mundial de Longboard.

Ao todo, a equipe somou 1.905 pontos e terminou em quarto lugar. A França conquistou o título com 2.665 pontos, apenas 15 à frente dos Estados Unidos. Já o Peru completou o pódio com 2.263 pontos.

Desde a primeira edição independente do campeonato, realizada em 2013, o Brasil sempre terminou entre as quatro melhores seleções. Portanto, manteve essa sequência de resultados em 2026.

O melhor desempenho coletivo aconteceu em 2023, quando a equipe conquistou a prata em El Salvador. Nas outras seis edições, entretanto, ficou em quarto lugar.

Por sua vez, a França ampliou seu histórico de conquistas. Com o resultado em El Salvador, a seleção europeia chegou ao quinto título mundial por equipes.

Seleção da França conquista seu quinto título por equipes no Mundial de Longboard 2026

A França conquistou seu quinto título por equipes, somando 2.665 pontos e superando os Estados Unidos por apenas 15 pontos. Foto: Pablo Franco/ISA.

Carlos Bahia, Chloé Calmon e Atalanta Batista

Além de Alexandre Escobar, outros três brasileiros participaram do Mundial de Longboard 2026.

Carlos Bahia e Chloé Calmon avançaram até a sexta fase da repescagem. No entanto, ambos foram eliminados na quarta-feira (21). Assim, o paulista terminou na nona colocação, enquanto a carioca ficou em 11º lugar.

Já a pernambucana Atalanta Batista encerrou sua campanha na segunda fase da repescagem. Com isso, terminou em 33º lugar.

Dessa maneira, o Brasil fechou a competição sem medalhas individuais. Apesar disso, manteve sua sequência de participações no pódio da classificação por países.

Benoit Clemente e Alice Lemoigne conquistam o ouro

O peruano Benoit “Piccolo” Clemente conquistou seu segundo título mundial de longboard. Depois de vencer em 2019, ele voltou ao topo do pódio com uma atuação de destaque na final masculina.

Clemente somou 17,30 pontos, com notas 9,07 e 8,23. Além da vitória, estabeleceu novos recordes de nota e somatório do campeonato.

Por sua vez, Tony Silvagni garantiu a prata com 16,10 pontos. Edouard Delpero conquistou o bronze com 15,73, enquanto Sam Christianson ficou com o cobre.

Assim, o peruano conquistou seu segundo ouro individual na história do Mundial de Longboard da ISA.

Pódio masculino do Mundial de Longboard 2026 com Benoit Clemente campeão

Benoit Clemente (Peru) conquistou o bicampeonato mundial, seguido por Tony Silvagni (EUA), Edouard Delpero (França) e Sam Christianson (África do Sul). Foto: Pablo Franco/ISA.

Na disputa feminina, a francesa Alice Lemoigne também voltou ao topo do pódio. Dessa forma, conquistou o tricampeonato mundial de longboard.

A francesa venceu com 14,73 pontos, resultado das notas 7,40 e 7,33. Por sua vez, a norte-americana Avalon Gall terminou em segundo lugar, com 13,00 pontos.

Lia Diaz, da Costa Rica, conquistou o bronze, enquanto Estorya Martínez, de Porto Rico, ficou com o cobre.

Além disso, Alice Lemoigne ampliou seu histórico de conquistas na competição. A francesa também havia conquistado o ouro em 2019 e 2023, além da prata em 2025.

Pódio feminino do Mundial de Longboard 2026 com Alice Lemoigne tricampeã

Alice Lemoigne (França) conquistou o tricampeonato mundial. Avalon Gall (EUA) ficou com a prata, Lia Diaz (Costa Rica) com o bronze e Estorya Martínez (Porto Rico) com o cobre. Foto: Pablo Franco/ISA.

Mundial define vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027

Além das medalhas, o Mundial de Longboard 2026 também definiu classificados para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027, no Peru.

Entre os brasileiros, Alexandre Escobar garantiu uma vaga na categoria masculina. Já Chloé Calmon aparece na relação feminina com classificação provisória.

No feminino, Avalon Gall, dos Estados Unidos, Lia Diaz, da Costa Rica, e Estorya Martínez, de Porto Rico, também estão entre as classificadas.

Enquanto isso, Benoit Clemente, do Peru, Tony Silvagni, dos Estados Unidos, e Jonathan Melendres, do México, aparecem entre os classificados masculinos, além de Alexandre Escobar.

O argentino Surfiel Gil também integra a relação, porém sua classificação ainda é provisória.

Resultados e classificação final por equipes

Por fim, a classificação geral confirmou a França como campeã mundial por equipes, seguida por Estados Unidos e Peru. O Brasil terminou em quarto lugar, enquanto o Japão completou as cinco primeiras posições.

Confira abaixo o quadro de resultados do Mundial de Longboard 2026. A arte reúne os medalhistas das categorias masculina e feminina, os classificados para Lima 2027 e a pontuação das cinco melhores seleções.

Infográfico AOS Mídia com medalhistas do Mundial de Longboard 2026, classificados para Lima 2027 e classificação por equipes

Medalhistas, classificados para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027 e classificação por equipes do Mundial de Longboard 2026. Arte: AOS Mídia. Fonte: Surf Brasil/ISA.

Fonte: Confederação Brasileira de Surf (Surf Brasil) e International Surfing Association (ISA).

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