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ISA

ISA anuncia suspensão provisória após denúncias

ISA anuncia suspensão provisória de atleta após denúncias no surfe. Entenda a medida, as regras de proteção e sua relação com o caso da WSL.

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Teahupoo, Tahiti, Polinésia Francesa, palco das disputas de surf nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Foto: Pablo Jimenez / ISA

A ISA anunciou a suspensão provisória de um atleta de suas competições e reforçou seu compromisso com a segurança e a proteção dos surfistas. Foto: Pablo Jimenez / ISA

A ISA anuncia suspensão provisória de um atleta em meio à repercussão de denúncias graves de abuso na comunidade do surfe. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), a International Surfing Association informou que seu Comitê Executivo decidiu impedir temporariamente a participação do competidor em eventos sancionados pela entidade.

Segundo a organização, o afastamento tem caráter preventivo e busca proteger a segurança e o bem-estar dos atletas. Entretanto, a ISA ressaltou que a decisão não representa uma conclusão sobre a responsabilidade da pessoa envolvida.

O comunicado oficial da ISA não revela a identidade do competidor. Além disso, a entidade não informou um prazo para a conclusão de seus procedimentos de investigação e análise.

ISA anuncia suspensão provisória e reforça proteção aos atletas

A decisão foi tomada pelo Comitê Executivo da ISA, responsável por aprovar o afastamento preventivo enquanto o caso passa por novas verificações.

De acordo com a entidade, a medida está fundamentada em seu Código de Conduta e Política de Proteção dos Atletas, além do Código de Ética. Esses documentos estabelecem normas de comportamento, mecanismos de denúncia e procedimentos disciplinares.

A ISA também reafirmou seu compromisso com o devido processo, a confidencialidade e os direitos de todas as pessoas envolvidas.

Portanto, a suspensão não deve ser interpretada como uma punição definitiva. Trata-se de uma medida esportiva provisória, cuja continuidade dependerá dos procedimentos previstos nos regulamentos da entidade.

O que diz o Código de Ética da ISA?

O Código de Ética da ISA estabelece regras para prevenir e combater diferentes formas de violência, assédio, discriminação e abuso no ambiente esportivo.

Entre as condutas proibidas estão abuso sexual, violência física, intimidação, assédio psicológico e comportamentos que comprometam a segurança dos participantes.

Além disso, o documento prevê medidas provisórias durante investigações, incluindo a suspensão de pessoas envolvidas em denúncias, quando necessário para proteger os participantes.

Outro ponto importante é que a ISA pode iniciar investigações de maneira independente. Conforme seu Código de Ética, denúncias de terceiros e informações divulgadas pela imprensa também podem motivar uma apuração.

Entretanto, o comunicado desta quarta-feira não esclarece quais informações específicas levaram o Comitê Executivo a adotar a medida.

Entidade possui canal para denúncias de abuso

A ISA também mantém uma política de proteção dos atletas, conhecida internacionalmente como safeguarding.

O programa estabelece mecanismos de prevenção, educação e denúncia, com atenção especial a menores de idade e pessoas em situação de vulnerabilidade.

Segundo a entidade, atletas, treinadores, dirigentes, árbitros e outros profissionais ligados às suas atividades devem respeitar essas normas.

Além disso, a ISA disponibiliza um canal oficial para denúncias de assédio e abuso. Os relatos podem ser apresentados de maneira confidencial ou anônima, embora o anonimato possa limitar determinadas etapas da investigação.

A organização também proíbe retaliações contra pessoas que apresentam denúncias de boa-fé ou colaboram com procedimentos de apuração.

Decisão ocorre após suspensão anunciada pela WSL

O anúncio da ISA acontece três dias depois de a World Surf League (WSL) confirmar a suspensão provisória de um competidor do Championship Tour masculino de 2026.

Na ocasião, a WSL informou que havia recebido denúncias de natureza extremamente grave relacionadas a um encontro privado realizado no Tahiti, em agosto. A organização também esclareceu que o encontro não tinha vínculo com suas atividades.

Embora não tenha divulgado oficialmente o nome do competidor, a WSL confirmou seu afastamento provisório de todos os eventos da liga.

Posteriormente, o jornalista australiano Nick Carroll, da revista Surfing World, apontou o mexicano Alan Cleland Jr. como o atleta suspenso.

AOS Mídia noticiou o primeiro comunicado na reportagem sobre a suspensão anunciada pela WSL após denúncias no Tahiti.

Já a ISA não identificou o atleta em seu novo comunicado nem confirmou expressamente que sua decisão envolve o mesmo competidor afastado pela WSL.

Por isso, as duas manifestações precisam ser apresentadas com essa distinção. Não é possível atribuir à ISA uma identificação que ela não divulgou oficialmente.

ISA não informa prazo para decisão definitiva

Até o momento, a ISA não anunciou uma data para a conclusão da análise. A organização também afirmou que não fará novos comentários sobre as circunstâncias individuais do caso nesta etapa.

Enquanto isso, a suspensão provisória impede a participação do atleta envolvido em eventos sancionados pela entidade.

A ISA destacou ainda que continuará trabalhando com federações nacionais e parceiros para reforçar os princípios de segurança, respeito e integridade no surfe mundial.

Assim, a decisão representa mais um posicionamento institucional diante das denúncias recentes. Entretanto, o afastamento preventivo não constitui uma conclusão de culpa nem substitui eventuais investigações conduzidas pelas autoridades competentes.


Fontes: International Surfing Association (ISA), Código de Ética e Política de Proteção dos Atletas; World Surf League (WSL); e revista australiana Surfing World.

Veja também: carrossel da AOS Mídia sobre o comunicado da ISA no Instagram.

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Competições

Brasil conquista bronze no Mundial Junior da ISA

Brasil conquista bronze por equipes no Mundial Junior da ISA. Luara Mandelli é bronze na U18 e John Muller leva o cobre em El Salvador.

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Brasil conquistou a medalha de bronze por equipes no Mundial Junior da ISA em El Salvador. Foto: ISA / Pablo Franco

O Brasil encerrou o 2026 Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship entre as três melhores seleções do mundo. A equipe brasileira conquistou a medalha de bronze por equipes e, além disso, colocou dois atletas nas finais individuais: Luara Mandelli, bronze na categoria U18 feminina, e John Muller, cobre na U18 masculina.

A competição terminou neste domingo (13), em La Bocana, El Salvador. A Austrália conquistou o título por equipes, seguida pelos Estados Unidos. Por sua vez, o Brasil terminou em terceiro, com 5.430 pontos, à frente do Peru, quarto colocado.

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Luara Mandelli conquistou o bronze na U18 e colocou o Brasil novamente no pódio feminino do Mundial Junior após 20 anos. Foto: ISA / Jersson Barboza

Luara faz história

O principal resultado feminino do Brasil veio com Luara Mandelli. A brasileira terminou em terceiro lugar na U18 e, com isso, conquistou uma medalha que encerrou uma espera de 20 anos.

De acordo com a ISA, Luara tornou-se apenas a segunda brasileira a conquistar uma medalha feminina na história do Mundial Junior. Antes dela, Diana de Souza havia conquistado o bronze em 2006.

Na decisão, a australiana Leihani Zoric conquistou o ouro. Aos 13 anos, ela se tornou a campeã U18 mais jovem da história da ISA. Enquanto isso, Zoie Zietz, da Holanda, ficou com a prata. Já a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou em quarto.

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John Muller chegou à grande final da U18 masculina e conquistou a medalha de cobre para o Brasil. Foto: ISA / Sean Evans

John entre os melhores

Na U18 masculina, John Muller também garantiu presença na grande final. Dessa forma, o brasileiro terminou o Mundial entre os quatro melhores da categoria e levou a medalha de cobre.

O título ficou com o norte-americano Jett Maughan. Na sequência, os australianos Ben Zanatta Creagh e Ocean Lancaster completaram o pódio, respectivamente, em segundo e terceiro lugares.

Além de John, o Brasil ficou muito perto de colocar outro representante na decisão. Ryan Martins terminou em quinto lugar na mesma categoria.

Na U16 masculina, Arthur Vilar também fez uma campanha de destaque. Ao final da competição, o brasileiro ficou na sétima colocação entre 124 competidores.

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Ryan Martins ficou perto da decisão e encerrou sua participação em quinto lugar na U18 masculina. Foto: ISA / Sean Evans

Bronze por equipes

A soma das campanhas individuais colocou novamente o Brasil no pódio por equipes. Assim, com 5.430 pontos, a seleção conquistou o bronze e repetiu a terceira colocação obtida em 2025.

A Austrália foi campeã com 8.078 pontos e chegou ao seu 10º título por equipes na história do Mundial Junior, além do terceiro consecutivo. Por outro lado, os Estados Unidos ficaram com a prata, com 6.048 pontos. Por fim, Peru e Japão completaram os cinco primeiros.

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Brasil repetiu o resultado de 2025 e terminou pelo segundo ano consecutivo com o bronze por equipes. Foto: ISA / Sean Evans

Todos os brasileiros

Na Boys U16, Arthur Vilar foi 7º, enquanto Michel Demétrio e Petrus Dantas dividiram a 25ª colocação. Já na Boys U18, John Muller terminou em 4º, Ryan Martins em 5º e Kalani Robles em 28º.

Entre as meninas, Carol Bastides foi 19ª, Julia Stefani 25ª e Giovanna Rocha 37ª na Girls U16. Na Girls U18, por sua vez, além do bronze de Luara Mandelli, Valentina Zanoni terminou em 13º lugar e Maria Clara em 37º.

Dessa maneira, o Brasil deixou El Salvador com duas medalhas individuais e uma por equipes. Além disso, quatro atletas brasileiros terminaram entre os sete melhores de suas respectivas categorias.

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ISA

Fernando Aguerre é reeleito presidente da ISA por 4 anos

Fernando Aguerre é reeleito presidente da ISA por mais quatro anos e terá LA28 e a expansão mundial do surfe entre os principais desafios.

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Fernando Aguerre, presidente da International Surfing Association. Divulgação ISA

Fernando Aguerre foi reeleito por unanimidade para mais quatro anos como presidente da International Surfing Association (ISA). Divulgação ISA

Fernando Aguerre seguirá por mais quatro anos no comando da International Surfing Association (ISA). O argentino foi reeleito por unanimidade durante a Assembleia Geral Anual da entidade e inicia um novo mandato em um momento importante para o crescimento mundial e olímpico do surfe.

Aguerre ocupa a presidência da ISA desde 1994. Durante esse período, a modalidade passou por uma transformação significativa. Sobretudo, o surfe conquistou espaço no programa olímpico e fez sua estreia nos Jogos de Tóquio 2020. Depois, voltou ao programa em Paris 2024, com a competição realizada nas ondas de Teahupo’o, no Taiti.

Agora, a atenção da entidade se volta para Los Angeles 2028.

LA28 será prioridade no novo mandato

Um dos principais desafios de Fernando Aguerre será conduzir o surfe até sua terceira participação consecutiva nos Jogos Olímpicos. Em LA28, a disputa acontecerá nas ondas de Lower Trestles, na Califórnia.

Além disso, a ISA pretende continuar trabalhando para ampliar a presença da modalidade em diferentes regiões do planeta. Atualmente, a entidade reúne 120 federações nacionais.

A entrada do Zimbábue, aprovada durante a Assembleia Geral, fez a organização atingir essa marca. Portanto, a expansão internacional continuará entre as prioridades do próximo ciclo.

“O surfe olímpico já foi um sonho impossível, mas juntos tornamos esse sonho realidade”, destacou Aguerre ao comentar sua reeleição.

O dirigente também citou Brisbane 2032. Dessa forma, a ISA já olha além dos próximos Jogos e pretende fortalecer a posição do surfe dentro do Movimento Olímpico.

Fernando Aguerre, presidente da International Surfing Association. Divulgação ISA

À frente da ISA desde 1994, Fernando Aguerre teve papel decisivo no processo que levou o surfe aos Jogos Olímpicos. Divulgação ISA

ISA também define nomes do Comitê Executivo

A Assembleia Geral também confirmou outros nomes importantes da administração da entidade. Jean-Luc Arassus, da França, e Barbara Kendall, da Nova Zelândia, foram reeleitos vice-presidentes.

Por outro lado, Afridun Amu, do Afeganistão, foi eleito membro regular do Comitê Executivo da ISA.

Além das eleições, a reunião abordou diferentes áreas de desenvolvimento da entidade. Entre os temas discutidos estavam formação de atletas, antidoping, para surfe, sustentabilidade, proteção dos atletas e apoio às federações nacionais.

Igualdade de gênero ganha destaque

A ISA também apresentou dados relacionados à participação feminina na administração do surfe. Segundo a entidade, 88% das federações filiadas possuem pelo menos uma mulher em posição de liderança.

Além disso, 66% das federações participam de iniciativas voltadas à igualdade de gênero. Ao mesmo tempo, 13 mulheres ocupam atualmente cargos de presidente, CEO ou diretora-executiva nas organizações nacionais ligadas à ISA.

Outro projeto destacado foi o Women’s Judging Program. A iniciativa busca aumentar a participação feminina nos painéis de julgamento e terá uma nova edição durante o ISA World Junior Surfing Championship de 2026, em El Salvador.

Aguerre projeta novo capítulo para o surfe mundial

Após ser reeleito, Fernando Aguerre agradeceu a confiança da comunidade internacional do surfe. O dirigente também reforçou que considera o esporte muito mais do que uma competição.

Para ele, o surfe representa uma cultura e uma forma de conexão com a natureza. Por isso, a ISA pretende combinar o crescimento competitivo da modalidade com iniciativas ambientais, sociais e de desenvolvimento.

Assim, Aguerre inicia mais quatro anos à frente da entidade que governa o surfe mundial. Depois de ajudar a transformar em realidade o antigo objetivo de levar o esporte aos Jogos Olímpicos, o argentino terá agora a missão de fortalecer esse legado e ampliar ainda mais o alcance global do surfe.

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Brasil

Diego Rosa revela como venceu a depressão e virou campeão

Diego Rosa conta como superou a depressão, voltou ao surfe e conquistou o título mundial master da ISA em entrevista ao Fala Papah.

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Campeão mundial master da ISA em 2024, Diego Rosa é o novo convidado do Fala Papah!. Foto: ISA / Pablo Franco

Conquistar um título mundial costuma ser o ponto mais alto da carreira de um atleta. No caso de Diego Rosa, porém, a maior vitória aconteceu muito antes de subir ao lugar mais alto do pódio.

Em entrevista ao podcast Fala Papah!, o campeão mundial master da ISA abriu o coração para contar como enfrentou um período de depressão, se afastou completamente do surfe e precisou reconstruir a própria vida antes de voltar a competir.

A depressão afastou Diego Rosa do surfe

Depois de muitos anos competindo em alto nível, Diego Rosa viu sua carreira mudar de rumo. Sem patrocínio e longe do circuito profissional, entrou em uma fase extremamente difícil.

Durante a conversa, ele revelou que ficou quase dois anos sem surfar, ganhou cerca de 25 quilos e perdeu completamente a motivação para praticar o esporte que sempre fez parte da sua vida.

Segundo Diego, houve momentos em que sequer tinha vontade de sair da cama. Ele também contou que chegou a recorrer ao álcool e só mais tarde compreendeu que estava enfrentando uma depressão.

O surfista fez questão de destacar que, durante muitos anos, acreditava que a depressão era apenas um estado passageiro. Depois de viver essa experiência, mudou completamente sua visão sobre o assunto.

O apoio da família foi fundamental

Outro ponto importante destacado por Diego Rosa foi o apoio recebido durante esse processo.

Ele afirmou que a família, especialmente a esposa, teve papel decisivo para ajudá-lo a reencontrar o caminho. Além disso, contou que buscou forças na espiritualidade e decidiu mudar completamente sua rotina para deixar aquele período para trás.

O surfe se tornou o caminho para a recuperação

Curiosamente, Diego Rosa não voltou ao mar pensando em títulos.

Segundo ele, a decisão de voltar a surfar aconteceu porque precisava recuperar a saúde física e mental.

Com o retorno aos treinos, a disposição voltou, a qualidade de vida melhorou e o esporte passou a ser uma ferramenta para reconstruir sua autoestima. Somente depois desse processo surgiu novamente a vontade de competir.

Pouco tempo depois, vieram os resultados.

Diego conquistou o Campeonato Brasileiro Master, voltou a ter patrocinadores e alcançou o maior feito da carreira ao vencer o Mundial Master da ISA em 2024.

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Antes da conquista do ouro, Diego superou a depressão. Foto: ISA / Jersson Barboza 

A música “Curing” nasceu dessa transformação

Durante o episódio, Diego também falou sobre “Curing”, música gravada em parceria com Murilo Naspolini, conhecido artisticamente como Murahead.

A canção retrata exatamente o período mais difícil vivido pelo surfista. A letra aborda sentimentos como escuridão, perda de rumo e a reconstrução até alcançar novamente a esperança.

Segundo Diego, a música representa sua caminhada desde o “fundo do poço” até a conquista do ouro mundial.

Um novo Diego Rosa

Quem acompanhou a carreira de Diego Rosa no circuito profissional certamente percebeu outra mudança.

Conhecido no passado por ser um atleta mais fechado e intenso durante as competições, ele afirma que hoje vive uma fase completamente diferente.

O surfista reconhece que amadureceu, aprendeu com os erros e entende que estar mais leve, sorridente e aberto às pessoas trouxe benefícios dentro e fora do esporte.

Uma mensagem para quem enfrenta momentos difíceis

Ao final da entrevista, Diego Rosa deixou uma mensagem para quem passa por dificuldades semelhantes.

Ele incentivou as pessoas a não desistirem da prática esportiva, ressaltando que o exercício pode ser um importante aliado da saúde física e mental. Também aconselhou atletas a planejarem a vida além da carreira competitiva, evitando que o fim do ciclo esportivo provoque crises emocionais.

Para ele, sempre existe a possibilidade de recomeçar.

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