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Brasil

King and Queen of the Groms está de volta ao Brasil

Quiksilver e Roxy trazem o King and Queen of the Groms de volta ao Brasil. Relembre a história do evento e saiba como fazer sua inscrição.

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Gabriel Medina e Caio Ibelli, Quiksilver King of the Groms 2009, Capbreton, França. Foto: Divulgação

Gabriel Medina e Caio Ibelli protagonizaram uma final totalmente brasileira no King of the Groms de 2009, na França. Foto: Divulgação/Quiksilver

O Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms está de volta ao Brasil. Após 11 anos, a competição retorna ao país nos dias 10 e 11 de outubro, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Além de abrir espaço para uma nova geração, o retorno resgata a história de um evento que teve brasileiros entre seus grandes protagonistas internacionais.

As inscrições estão abertas desde 14 de setembro e custam R$ 150. Além disso, o processo será realizado exclusivamente por e-mail.

Antes de ganhar o formato atual, com a presença também da Roxy Queen of the Groms, o tradicional Quiksilver King of the Groms ajudou a revelar jovens talentos em diferentes partes do mundo. Na época, as seletivas classificavam atletas para a disputa internacional na França. Dessa forma, o campeonato colocou frente a frente alguns dos principais nomes de uma geração que, posteriormente, ganharia destaque no surfe profissional.

Wiggolly Dantas, Quiksilver King of the Groms, Capbreton, França. Foto: Divulgação

Wiggolly Dantas conquistou o título internacional do King of the Groms em 2005, na França. Foto: Divulgação/Quiksilver

Brasil no topo

O Brasil construiu uma história importante na disputa internacional do King of the Groms. Em 2005, Wiggolly Dantas conquistou o título na França.

Na época, o surfista de Ubatuba tinha apenas 15 anos. Anos depois, Wiggolly chegaria à elite mundial e, assim, confirmaria o potencial apresentado ainda nas categorias de base.

No ano seguinte, outro surfista ligado ao Brasil chegou muito perto da coroa. O brasileiro-havaiano Kiron Jabour foi vice-campeão em 2006. Na decisão, porém, acabou superado pelo australiano Dean Bowen.

Entretanto, um dos capítulos mais marcantes para o surfe brasileiro aconteceria em 2009.

Final histórica

Naquele ano, Gabriel Medina e Caio Ibelli protagonizaram uma final totalmente brasileira na França. Medina, então com 15 anos, teve uma atuação histórica.

Na decisão, o paulista recebeu duas notas 10 e terminou com os 20 pontos possíveis. Além disso, Medina já havia conseguido outra nota 10 nas quartas de final.

Com o resultado, Gabriel Medina foi campeão, enquanto Caio Ibelli terminou como vice. Dessa forma, os brasileiros dominaram a principal decisão daquela edição.

Posteriormente, o resultado ganhou uma dimensão ainda maior. Afinal, Medina chegou à elite e conquistou títulos mundiais, enquanto Caio também alcançou o principal circuito do surfe profissional.

Yan Daberkow, Quiksilver King of the Groms, Capbreton, França. Foto: Divulgação

Yan Daberkow colocou novamente o Brasil no topo ao conquistar o King of the Groms em 2011. Foto: Divulgação/Quiksilver

Filipe Toledo vice

Logo no ano seguinte, o Brasil voltou à final internacional. Em 2010, Filipe Toledo avançou até a decisão na França.

Na final, o brasileiro enfrentou o australiano Matt Banting. Dessa vez, porém, Banting levou a melhor e venceu a bateria por 17,27 a 14,57.

Assim, Filipinho terminou com o vice-campeonato. Além dele, outro brasileiro também teve bom desempenho naquela edição. João Paulo chegou às quartas de final, quando acabou eliminado justamente por Banting.

Em 2011, entretanto, a coroa voltou para o Brasil. O catarinense Yan Daberkow conquistou o título internacional e, dessa forma, ampliou a sequência de grandes resultados do país na competição.

Filipe Toledo, Quiksilver King of the Groms. Foto: Divulgação

Filipe Toledo foi vice-campeão internacional do King of the Groms em 2010, na França. Foto: Divulgação/Quiksilver

Caminho até a França

Os grandes resultados internacionais, no entanto, contam apenas parte dessa história. Ao longo dos anos, diversos jovens surfistas disputaram as seletivas realizadas no Brasil.

A partir dessas competições, atletas conquistaram a oportunidade de representar o país na decisão internacional na França. Por isso, muitos nomes conhecidos do surfe brasileiro passaram pelo King of the Groms ainda no início de suas trajetórias.

Além de revelar talentos, o campeonato funcionava como uma importante vitrine internacional para os jovens. Ao mesmo tempo, colocava uma nova geração em contato com surfistas de diferentes países antes mesmo da chegada ao circuito profissional.

Portanto, a história brasileira no King of the Groms vai além dos títulos e vice-campeonatos conquistados na França. Afinal, as seletivas nacionais também fizeram parte do caminho de diversos atletas daquela geração.

Quiksilver King of the Groms 2025, Fernando de Noronha. Foto: Ricardo Bravo

O Quiksilver & Roxy King and Queen of the Groms retorna ao Brasil em 2026, dando sequência à história da competição no país. Foto: Ricardo Bravo

King and Queen de volta

Agora, essa história ganha um novo capítulo com o Quiksilver and Roxy King and Queen of the Groms.

A edição de 2026 coloca meninos e meninas em evidência. Além disso, leva novamente a competição para Itamambuca, palco de edições brasileiras do King of the Groms no passado.

A disputa acontece nos dias 10 e 11 de outubro. Dessa forma, uma nova geração terá a oportunidade de começar a construir sua própria história em um evento pelo qual já passaram alguns dos principais nomes do surfe.

Como se inscrever

As inscrições estão abertas desde 14 de setembro, no valor de R$ 150,00. Entretanto, todo o processo deve ser realizado exclusivamente por e-mail.

E-mail: qsilvergrooms@outlook.com
Valor: R$ 150,00
PIX: luiz@theboxsm.com.br

Para validar a inscrição, o atleta deve enviar o comprovante de pagamento e uma cópia de documento com foto. Além disso, o e-mail deve conter as seguintes informações:

  • Categoria:
  • Nome completo:
  • CPF:
  • Nome de bateria:
  • Endereço:
  • Instagram:

Portanto, somente serão aceitas as inscrições enviadas por e-mail e acompanhadas de toda a documentação solicitada.

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Brasil

Baterias definidas para o Hang Loose Surf Attack

Baterias estão definidas para a etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, que começa quinta-feira (17), na Praia de Maresias.

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Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

A nova geração do surfe brasileiro entra em ação na etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

As baterias da terceira e última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 estão definidas. A competição começa nesta quinta-feira (17), na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), e segue até sábado (19), com a definição dos campeões da 36ª edição do tradicional circuito de base.

Clique aqui para ver a relação de baterias da terceira etapa

A etapa decisiva reunirá atletas das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino. Os confrontos do primeiro round já foram montados pela organização, incluindo os principais candidatos aos títulos da temporada.

Líderes entram na disputa

No Sub-18 Masculino, John Muller, líder do ranking depois das duas primeiras etapas, estreia na primeira bateria, enquanto Kalani Robles, segundo colocado, está na quinta bateria. Muller chega embalado pela conquista da medalha de cobre no Mundial Júnior da International Surfing Association (ISA), em El Salvador.

A Sub-16 Masculino terá Vini Palma, atual líder da categoria, abrindo sua participação na primeira bateria. Entre seus principais concorrentes, Nicolas Pereira aparece na sexta bateria, enquanto Saymon Rocha está na sétima.

Na Sub-14 Masculino, Matheus Jhones está na quinta bateria do round inicial. Saymon Rocha aparece na quarta, enquanto Lucas Peixoto disputa a oitava bateria.

Já na Sub-12 Masculino, Rafael Miranda abre a competição na primeira bateria, ao lado de Kalani Sakugawa, Luke Schmidt e Gael Amorim.

Disputas femininas

Entre as meninas, Julia Stefani está na quinta bateria do Sub-18, enquanto Alexia Oliveira, Isabel Meyer, Manu Medeiros e Carol Bastides são as cabeças das quatro primeiras baterias.

No Sub-16, Carol Bastides aparece na quinta bateria e Mariana Elias na sexta. Julia Stefani disputa a terceira bateria.

A Sub-14 terá Alexia Oliveira na quinta bateria, enquanto Isabel Meyer, Joana Costa, Catarina Kobayashi e Maria Clara encabeçam as quatro primeiras.

Na Sub-12 Feminino, Maria Clara, vencedora das duas primeiras etapas da temporada, está na primeira bateria. Fernanda Pina encabeça a segunda e Nayma Mathey a terceira.

Pontuação maior na etapa final

A passagem por Maresias será decisiva para a definição dos campeões individuais do Hang Loose Surf Attack 2026. Na terceira etapa, a pontuação dos atletas terá peso 1,5 no ranking individual, aumentando as possibilidades de mudanças nas classificações das oito categorias.

Já na disputa entre cidades/associações, a pontuação permanece normal, sem o peso adicional. A cidade vencedora da etapa receberá 1.000 pontos para o ranking da temporada.

Depois das duas primeiras etapas, os líderes individuais são John Muller (Sub-18), Vini Palma (Sub-16), Matheus Jhones (Sub-14) e Rafael Miranda (Sub-12), no masculino. No feminino, lideram Julia Stefani (Sub-18), Carol Bastides (Sub-16), Alexia Oliveira (Sub-14) e Maria Clara (Sub-12).

Entre as cidades, Ubatuba chega a Maresias na liderança, seguida por Guarujá e Praia Grande.

A terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 tem patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, A Firma Pizzas, Tachão de Ubatuba, 4 Telecom, Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de São Sebastião, Associação de Surf de São Sebastião (ASSS) e Associação de Surf de Maresias (ASM). A homologação é da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf). Hospedagem oficial: Pousada Maréatoa.

Confira as baterias completas da etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026 no AOS Mídia.

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Brasil

Hang Loose Surf Attack abre nova fase de inscrições

Hang Loose Surf Attack 2026 entra em nova fase de inscrições para a decisão em Maresias. Confira prazos, regras e atletas já garantidos.

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Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Kalani Robles é um dos destaques do Hang Loose Surf Attack. Foto: Erik Medalha

As inscrições para a etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026 entraram em uma nova fase. Depois do encerramento do período antecipado para surfistas de fora de São Paulo, começou o processo destinado aos atletas paulistas, enquanto competidores de outros estados que perderam o primeiro prazo ainda podem tentar vagas remanescentes.

A terceira e última etapa da 36ª edição do tradicional circuito de base será realizada nos dias 17, 18 e 19 de setembro, na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Além de definir os campeões da temporada, a competição terá peso maior tanto no ranking individual quanto na disputa entre as associações.

Inscrições para atletas de São Paulo

O período destinado aos atletas paulistas começou no dia 26 de agosto, às 8h, e segue até 10 de setembro, às 18h.

Nesta fase, os pedidos dos surfistas de São Paulo devem ser encaminhados exclusivamente pelas Associações Municipais. Inscrições avulsas serão descartadas.

As associações podem encaminhar quantos nomes desejarem em cada categoria, desde que cada solicitação esteja acompanhada do respectivo pagamento e os atletas sejam apresentados em ordem de prioridade.

Cada associação será responsável por estabelecer seu próprio critério de prioridade, que será utilizado para o preenchimento das vagas.

O ranking acumulado das duas primeiras etapas do Hang Loose Surf Attack será utilizado somente para a distribuição dos atletas nas baterias, e não como critério para obtenção de vaga.

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Matheus Jhones lidera a categoria Sub-14. Foto: Erik Medalha

Atletas de outros estados ainda podem tentar vaga

O encerramento do período antecipado não significa que os surfistas de fora de São Paulo estejam impedidos de participar do processo.

Quem não realizou a inscrição no primeiro prazo ainda poderá solicitar uma vaga até o encerramento final das inscrições.

Esses atletas poderão preencher vagas inicialmente destinadas aos competidores de fora de São Paulo que não tenham sido ocupadas. Também poderão tentar vagas que eventualmente permaneçam disponíveis caso as associações paulistas não preencham todas as suas cotas.

Atletas de fora de São Paulo já garantidos

Os atletas que realizaram o processo dentro do período antecipado e já estão com vaga garantida na etapa de Maresias são:

Sub-16 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-14 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
João Gabriel (BA)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-12 Feminino

Ayla Lopes (PB)

Como fazer a inscrição

Todas as solicitações devem conter nome do atleta, estado, categoria pretendida e comprovante de pagamento.

Para os atletas de São Paulo, o envio deve obedecer ao processo realizado pelas respectivas Associações Municipais.

A documentação deverá ser encaminhada para:

E-mail: bukaosurf@gmail.com

Solicitações feitas exclusivamente por WhatsApp, telefone ou qualquer outro meio não serão consideradas sem o pedido e a confirmação pelo e-mail informado pela organização.

O valor da inscrição é de R$ 270 por categoria.

Dados para pagamento

Banco Itaú
Agência: 0245
Conta: 09289/500
Favorecido: Sílvio da Silva

PIX
Chave: inscricao@fpsurf.com.br

Para efeito do prazo de inscrição, será considerado o momento do recebimento do comprovante pela organização, e não o horário em que o pagamento foi realizado.

Lista de espera e devolução

Após a divulgação das baterias, os atletas que não conseguirem vaga poderão solicitar imediatamente a devolução do valor pago ou optar por manter o crédito e permanecer na lista de espera para uma eventual desistência.

Quem solicitar a devolução imediata deixará a lista de espera.

Já o atleta que conseguir uma vaga, tiver seu nome incluído na bateria e não comparecer ao evento somente receberá a devolução caso outro competidor ocupe seu lugar. Se o nome permanecer na bateria como WO, o valor não será devolvido.

Etapa final terá peso maior no ranking

Maresias terá importância especial na definição dos campeões do Hang Loose Surf Attack 2026.

A pontuação obtida pelos atletas de acordo com suas colocações na terceira etapa será multiplicada por 1,5, tanto no ranking individual quanto na classificação por equipes.

Depois de duas etapas, os líderes individuais são John Muller, na Sub-18 Masculino; Vini Palma, na Sub-16 Masculino; Matheus Jhones, na Sub-14 Masculino; Rafael Miranda, na Sub-12 Masculino; Julia Stefani, na Sub-18 Feminino; Carol Bastides, na Sub-16 Feminino; Alexia Oliveira, na Sub-14 Feminino; e Maria Clara, na Sub-12 Feminino.

Entre as associações, Ubatuba lidera com 2.000 pontos, seguida por Guarujá, com 1.720, e Praia Grande, com 1.460. São Sebastião e Santos dividem a quarta posição, com 1.280 pontos.

Premiação em Maresias

A premiação em dinheiro será destinada às categorias Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino:

1º lugar – R$ 1.000
2º lugar – R$ 800
3º lugar – R$ 500
4º lugar – R$ 400

As categorias Sub-12 Masculino e Sub-12 Feminino não terão premiação em dinheiro.

Os atletas com direito à premiação deverão encaminhar suas chaves PIX para bukaosurf@gmail.com, inclusive aqueles que já tenham recebido valores em etapas anteriores.

Decisão do Hang Loose Surf Attack em Maresias

Depois das etapas do Guarujá e de Ubatuba, o Hang Loose Surf Attack 2026 chega a Maresias para definir os campeões de sua 36ª edição.

Evento: terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026
Local: Praia de Maresias, São Sebastião (SP)
Datas: 17, 18 e 19 de setembro de 2026
Prazo atual: inscrições para atletas de São Paulo até 10 de setembro, às 18h

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Bahia

Christiano Spirro relembra histórias com lendas do surfe

Christiano Spirro relembra histórias com Andy Irons, Kelly Slater e Shane Dorian e conta sua trajetória da elite mundial à fisioterapia.

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Crhistiano Spirro e Ader Oliveira no Podcast Fala Papah, do canal AOS Mídia, SurfBahia, Surf Bahia, WSL. Foto: Divulgação

Crhistiano Spirro e Ader Oliveira no Podcast Fala Papah, do canal AOS Mídia, SurfBahia, Surf Bahia, WSL. Foto: Divulgação

Christiano Spirro é um dos nomes mais importantes da história do surfe baiano. Integrante da elite mundial em 1999, o surfista de Salvador foi o convidado do novo episódio do Fala Papah!, podcast do AOS Mídia, e relembrou histórias marcantes de sua carreira, incluindo episódios com Andy Irons, Kelly Slater, Shane Dorian e outros grandes nomes do surfe mundial.

Hoje fisioterapeuta, Christiano Fráguas, o popular Spirro, voltou no tempo para contar como um jovem surfista da Bahia conseguiu chegar ao principal circuito do planeta em uma época completamente diferente da atual.

Christiano Spirro e a histórica bateria contra Andy Irons

Um dos grandes momentos da conversa é a história da vitória de Spirro sobre Andy Irons em Fiji. O brasileiro relembra em detalhes a bateria contra o havaiano e conta que a disputa não terminou quando a sirene tocou.

Depois da derrota, Andy Irons ficou furioso com a estratégia utilizada pelo baiano. Spirro conta no Fala Papah! como foi o encontro entre os dois após a bateria e a tensão provocada pelo resultado.

O episódio mostra também como eram diferentes as disputas daquela geração, quando algumas baterias ainda não contavam com o sistema de prioridade utilizado atualmente.

Final histórica com Kelly Slater em Sunset Beach

Spirro também relembra uma campanha histórica em Sunset Beach, no Havaí. O baiano chegou à decisão de uma etapa do WQS que contou com nomes como Kelly Slater e Shane Dorian.

Mas existe um detalhe importante nessa história: antes da decisão, Spirro sofreu uma lesão na coluna. Mesmo machucado, entrou na água para disputar a final.

A lesão acabaria tendo influência não apenas em sua carreira como surfista, mas também no caminho escolhido posteriormente. Durante o podcast, Spirro explica sua aproximação com a fisioterapia e a importância que os estudos tiveram na preparação para a vida depois do surfe profissional.

Histórias com Shane Dorian, Rob Machado e grandes nomes do surfe

As quase duas horas de conversa também renderam muitas histórias de bastidores.

Spirro conta, por exemplo, o dia em que entrou por engano em uma onda de Shane Dorian durante um treino em Fiji. A situação terminou com a prancha do havaiano quebrada e um constrangido Spirro oferecendo-se para pagar o prejuízo.

Rob Machado também aparece nas lembranças. O baiano recorda, bem-humorado, uma bateria no Japão em que enfrentou o norte-americano e admite ter levado uma verdadeira “surra” dentro d’água.

Kelly Slater, Fábio Gouveia, Jojó de Olivença, Armando Daltro, Neco e Teco Padaratz, Peterson Rosa, Guilherme Herdy, Renan Rocha e Vitor Ribas estão entre outros personagens lembrados durante o programa.

Da elite mundial à fisioterapia

Além das histórias divertidas, o episódio apresenta outro lado de Christiano Spirro. Depois da carreira competitiva, ele seguiu uma trajetória profissional longe dos campeonatos e tornou-se fisioterapeuta.

A conversa passa pela importância da educação para os atletas, pelas dificuldades de viver exclusivamente do surfe e pelas diferenças entre a geração de Spirro e os jovens que atualmente podem construir uma carreira também através das redes sociais e da criação de conteúdo.

O baiano ainda analisa o atual sistema de classificação para o Championship Tour, fala sobre o circuito brasileiro Master e revela qual sonho ligado ao surfe ainda pretende realizar: fazer uma surf trip reunindo seus três filhos e a esposa.

O episódio completo de Christiano Spirro no Fala Papah! está disponível no YouTube e Spotify.

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