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Competições

Vídeo: highlights da Single Fin no Surfing Champions Trophy 2026

Assista aos highlights da Single Fin no Surfing Champions Trophy 2026, com tubos, grandes manobras e a vitória de Caio Ibelli nas Maldivas.

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Caio Ibelli, Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, Sultans, Maldivas. Foto: Ted Grambeau

Caio Ibelli vence a categoria Single Fin na abertura do Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026. Foto: Ted Grambeau

O primeiro dia do Surfing Champions Trophy 2026 entregou tubos, grandes manobras e uma vitória brasileira nas Maldivas. Nas ondas de Sultans, Caio Ibelli superou Bede Durbidge e conquistou o título da categoria Single Fin.

A competição começou na primeira oportunidade do período de espera. Além disso, as condições evoluíram ao longo do dia. As ondas, que inicialmente variavam entre três e quatro pés, chegaram à faixa de quatro a seis pés durante as semifinais.

Assista aos highlights do primeiro dia do Surfing Champions Trophy 2026 nas ondas de Sultans, nas Maldivas.

Sultans recebe a primeira disputa do evento

Após uma manhã de surfe livre, os seis convidados seguiram para Sultans. Ao mesmo tempo, familiares, amigos e hóspedes acompanharam a competição de embarcações posicionadas no canal.

O mar apresentou ondas limpas e paredes longas. Além disso, quase não havia vento. Dessa forma, os atletas encontraram condições ideais para explorar as características das pranchas single fin.

Embora esse tipo de equipamento esteja ligado a linhas mais suaves, os competidores adotaram uma abordagem moderna. Portanto, o público viu manobras fortes, ataques verticais e tentativas de tubo durante todo o dia.

Bede Durbidge, Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy 2026, Sultans, Maldivas. Foto: Ted Grambeau

Bede Durbidge fica com o vice-campeonato em Sultans. Foto: Ted Grambeau

Bede Durbidge estabelece o primeiro ritmo

Bede Durbidge começou a disputa com destaque. Primeiramente, o ex-número 2 do mundo somou 15,17 pontos e venceu sua bateria de abertura. Travis Logie também avançou, enquanto Mason Ho encerrou sua participação na categoria.

Logie competiu com uma prancha especial do acervo da Tropicsurf. Anteriormente, o equipamento havia sido utilizado por Kelly Slater no próprio Surfing Champions Trophy.

Mason Ho, por outro lado, concentrou sua estratégia na busca por tubos. O havaiano completou duas passagens menores. Contudo, ficou muito profundo na onda que poderia ter mudado o resultado da bateria.

Caio Ibelli reencontra o ritmo competitivo

Na segunda bateria, Caio Ibelli entrou em ação apenas um segundo após o início do cronômetro. Desde a primeira onda, o brasileiro mostrou uma abordagem vertical e agressiva.

Ibelli melhorou seu desempenho ao longo da disputa. Nos minutos finais, recebeu 7,53 pontos e garantiu a classificação. Enquanto isso, Felicity Palmateer avançou na segunda colocação.

Ahmed Hishaam também mostrou seu estilo nas ondas que conhece profundamente. No entanto, o representante das Maldivas não conseguiu seguir para as semifinais.

Na fase seguinte, Durbidge conteve uma reação de Palmateer. A australiana tentou mudar o resultado em sua última onda, mas terminou a menos de um ponto da classificação.

Logo depois, Ibelli e Travis Logie protagonizaram uma das melhores baterias do dia. O brasileiro marcou 8,00 e 7,93 pontos. Como resultado, somou 15,93, a maior pontuação total da categoria Single Fin.

Nota 9 decide a final em Sultans

Bede Durbidge começou a final com vantagem. Ainda assim, os dois competidores mantiveram uma postura ofensiva e buscaram tubos desde o início.

Em uma troca importante, Durbidge realizou uma sequência de manobras fortes e recebeu 6,93 pontos. Na onda seguinte, porém, Caio Ibelli encontrou o momento decisivo da bateria.

O brasileiro desapareceu dentro de um tubo profundo e saiu com velocidade. Em seguida, executou uma forte rasgada com a mão na borda da prancha. Apesar de quase perder o controle da single fin, conseguiu completar a manobra.

Os juízes deram nota 9,00 para a apresentação. Posteriormente, Ibelli acrescentou 6,47 ao placar e terminou a final com 15,47 pontos. Durbidge somou 13,93 e ficou com o vice-campeonato.

Vitória ganha significado especial

O resultado marcou o reencontro de Caio Ibelli com a vitória. Afinal, o brasileiro havia reduzido sua participação em competições e estava surfando com menos frequência.

Além disso, foi seu primeiro título com a esposa e o filho presentes. Por isso, a conquista teve um significado que ultrapassou o resultado esportivo.

Ibelli chegou ao evento após uma convocação de última hora. Mesmo assim, recuperou rapidamente o ritmo e demonstrou que seu instinto competitivo continuava ativo.

Com o encerramento da Single Fin, o Surfing Champions Trophy 2026 ainda teria as disputas de Twin Fin e Thruster. Portanto, os highlights do primeiro dia representaram apenas o começo da ação nas Maldivas.

Resultados da categoria Single Fin

Final

  1. Caio Ibelli — 15,47
  2. Bede Durbidge — 13,93

Semifinal 1

  1. Bede Durbidge — 13,90
  2. Felicity Palmateer — 13,04

Semifinal 2

  1. Caio Ibelli — 15,93
  2. Travis Logie — 12,90

Bateria classificatória 1

  1. Bede Durbidge — 15,17
  2. Travis Logie — 12,94
  3. Mason Ho — 10,60

Bateria classificatória 2

  1. Caio Ibelli — 14,03
  2. Felicity Palmateer — 10,50
  3. Ahmed Hishaam — 6,77

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Competições

Os brasileiros campeões da International Surfing Association (ISA)

Fique por dentro de todos os títulos históricos do surf brasileiro no ISA World Surfing Games de 1988 até a atualidade.

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Gabriel Medina conquistou o título mundial da ISA em 2024, em Porto Rico, e ajudou o Brasil a vencer a disputa por equipes. Foto: Divulgação ISA

Ao longo das décadas, os campeões brasileiros da ISA construíram uma história de conquistas em diferentes modalidades do surfe. Desde o primeiro ouro de Fábio Gouveia, em 1988, até os títulos mais recentes, o Brasil acumulou resultados expressivos nos campeonatos mundiais organizados pela International Surfing Association.

Além dos títulos no surfe de pranchinha, o país conquistou medalhas de ouro no longboard, bodyboard, stand-up paddle (SUP), parasurfe e ondas grandes. Ao mesmo tempo, essas conquistas envolveram diferentes gerações de atletas e ajudaram a consolidar a presença brasileira nas competições internacionais.

Em 2025, por exemplo, o Brasil voltou ao lugar mais alto do pódio no parasurfe e no SUP. Por outro lado, não conquistou títulos individuais no ISA World Surfing Games nem no Mundial Júnior.

A seguir, confira os principais nomes e a relação histórica dos títulos brasileiros, organizada por competição e ano. Para isso, o levantamento considera os resultados até 2025, além de preservar conquistas de modalidades que integravam antigos formatos dos campeonatos da ISA.

Campeões brasileiros da ISA no Mundial de Surfe

Nesse cenário, o ISA World Surfing Games é uma das principais competições da entidade. Ao longo de sua história, o torneio reuniu atletas de diferentes países e territórios, além de distribuir medalhas individuais e por equipes.

Ao longo desse período, o Brasil conquistou títulos em diferentes épocas. Nesse grupo, estão Fábio Gouveia, Tita Tavares, Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb e Gabriel Medina. Além disso, o país venceu a disputa por equipes em quatro edições registradas neste levantamento.

Gabriel Medina conquista o Mundial de 2024

Em 2024, Gabriel Medina conquistou a medalha de ouro masculina no ISA World Surfing Games de 2024, disputado em Porto Rico. Com o resultado, o tricampeão mundial profissional acrescentou mais uma conquista internacional à carreira.

Entretanto, essa não foi sua primeira medalha de ouro individual na ISA. Antes disso, em 2010, Medina havia conquistado o Mundial Júnior na categoria Sub-18, em Piha, na Nova Zelândia.

Assim, o brasileiro passou a reunir títulos mundiais da entidade nas categorias de base e adulta. Além disso, sua vitória em 2024 ajudou o Brasil a conquistar o ouro por equipes.

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Italo Ferreira foi campeão do ISA World Surfing Games de 2019, no Japão, e também integrou a seleção brasileira campeã por equipes. Foto: ISA / Ben Reed

Italo Ferreira é campeão em 2019

Italo Ferreira venceu o ISA World Surfing Games de 2019, realizado em Miyazaki, no Japão. Naquela edição, além disso, o potiguar conquistou o ouro individual masculino, enquanto a seleção brasileira também terminou em primeiro lugar por equipes.

Posteriormente, Italo conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do surfe, nos Jogos de Tóquio 2020, realizados em 2021.

Dessa forma, o brasileiro passou a reunir conquistas importantes em três ambientes diferentes: o Mundial da ISA, os Jogos Olímpicos e o circuito profissional.

Tatiana Weston-Webb vence o Mundial de 2023

Tatiana Weston-Webb conquistou o título feminino do ISA World Surfing Games de 2023, disputado em El Salvador. Além disso, sua campanha contribuiu para a conquista do ouro brasileiro por equipes.

Com isso, a vitória reforçou o histórico do Brasil no surfe feminino da ISA. Afinal, antes de Tatiana, outras brasileiras já haviam conquistado títulos na categoria Open, como Alessandra Vieira, Alcione Silva e Tita Tavares.

Posteriormente, Tatiana também conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, disputados nas ondas de Teahupo’o, no Taiti.

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Tatiana Weston-Webb conquistou o ouro feminino no ISA World Surfing Games de 2023, em El Salvador. Foto: ISA / Pablo Jimenez

Fábio Gouveia abriu o caminho em 1988

Fábio Gouveia conquistou o título masculino do Mundial de 1988, em Aguadilla, Porto Rico. Com isso, tornou-se o primeiro brasileiro campeão mundial da ISA no surfe de pranchinha.

Naquele momento, a conquista representou um marco para o esporte nacional. A partir daí, outros brasileiros seguiram o mesmo caminho e ampliaram a presença do país no topo do pódio.

Lista histórica de campeões do ISA World Surfing Games

A seguir, confira os títulos brasileiros registrados no Mundial adulto, incluindo categorias que integravam o campeonato em edições anteriores. Além disso, a relação apresenta os títulos por equipes.

  • 2024 – Arecibo, Porto Rico: Gabriel Medina (Open masculino) e Brasil (equipes).
  • 2023 – El Sunzal e La Bocana, El Salvador: Tatiana Weston-Webb (Open feminino) e Brasil (equipes).
  • 2019 – Miyazaki, Japão: Italo Ferreira (Open masculino) e Brasil (equipes).
  • 2010 – Punta Hermosa, Peru: Rodrigo Sphaier (Longboard masculino).
  • 2000 – Maracaípe, Brasil: Fábio Silva (Open masculino), Tita Tavares (Open feminino), Marcelo Freitas (Longboard), Sérgio Peixe (Kneeboard) e Brasil (equipes).
  • 1998 – Lisboa, Portugal: Alcione Silva (Open feminino) e Alexandre Salazar (Longboard).
  • 1994 – Barra da Tijuca, Brasil: Alessandra Vieira (Open feminino).
  • 1988 – Aguadilla, Porto Rico: Fábio Gouveia (Open masculino).

Vale lembrar que o Mundial passou por mudanças ao longo das décadas. Por isso, as conquistas antigas de longboard e kneeboard permanecem na relação histórica, embora essas modalidades tenham seguido diferentes caminhos dentro da estrutura internacional.

Ryan Kainalo, ISA World Junior Surfing Championship 2023, Praia da Macumba, Rio de Janeiro (RJ), International Surfing Association, Mundial Sub 18 de Surfe. Foto: ISA / Pablo Franco

Ryan Kainalo conquistou o título mundial Sub-18 da ISA em 2023, na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro, e ajudou o Brasil a vencer por equipes. Foto: ISA / Pablo Franco

Campeões brasileiros da ISA no Mundial Júnior

Por sua vez, o ISA World Junior Surfing Championship revelou diversos atletas que, posteriormente, ganharam destaque no surfe profissional. Entre eles, estão Gabriel Medina, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Jadson André.

Além disso, a competição teve importância na formação de novas gerações. Na edição de 2023, por exemplo, Ryan Kainalo venceu a categoria Sub-18 masculina, enquanto o Brasil conquistou o título mundial por equipes na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro.

Para saber mais, relembre a conquista na reportagem da AOS Mídia sobre Ryan Kainalo e o título brasileiro de 2023.

Relação dos campeões brasileiros no ISA Júnior

  • 2023 – Rio de Janeiro, Brasil: Ryan Kainalo (Sub-18 masculino) e Brasil (equipes).
  • 2016 – Açores, Portugal: Weslley Dantas (Sub-18 masculino).
  • 2014 – Salinas, Equador: Luan Wood (Sub-18 masculino).
  • 2012 – Playa Venao, Panamá: Matheus Navarro (Sub-18 masculino).
  • 2011 – Punta Hermosa, Peru: Filipe Toledo (Sub-16 masculino).
  • 2010 – Piha, Nova Zelândia: Gabriel Medina (Sub-18 masculino).
  • 2008 – Hossegor, França: Alejo Muniz (Sub-18 masculino).
  • 2007 – Caparica, Portugal: Jadson André (Sub-18 masculino).
  • 2005 – Huntington Beach, Estados Unidos: Jefferson Silva (Sub-18 masculino).

Brasil conquista medalhas no Mundial Júnior de 2026

Apesar de não conquistar títulos individuais nas edições de 2025 e 2026, o Brasil manteve sua presença entre as principais seleções do Mundial Júnior. Em ambas as edições, a equipe brasileira terminou com a medalha de bronze.

Já em 2026, Luara Mandelli conquistou o bronze na categoria Sub-18 feminina. Além disso, John Müller chegou à final masculina da mesma faixa etária e terminou em quarto lugar, recebendo a medalha de cobre.

Segundo a ISA, o resultado de Luara representou apenas a segunda medalha individual feminina do Brasil na história do Mundial Júnior. Anteriormente, a primeira havia sido conquistada por Diana de Souza, também bronze, em 2006.

Portanto, embora os resultados de 2025 e 2026 não acrescentem novos nomes à relação de campeões, eles merecem destaque no histórico de medalhas brasileiras.

Fonte: resultados oficiais do Mundial Júnior de 2026, publicados pela ISA.

Brasil também conquista títulos no Mundial Master

Os campeões brasileiros da ISA também aparecem nas competições destinadas às gerações mais experientes. Em 2024, por exemplo, Diego Rosa conquistou o título do ISA World Masters Surfing Championship na categoria masculina acima de 40 anos.

Na ocasião, o campeonato aconteceu em El Sunzal, El Salvador. Além do ouro individual, o Brasil também conquistou o primeiro lugar na classificação por equipes.

Campeões brasileiros no ISA World Masters

  • 2024 – El Sunzal, El Salvador: Diego Rosa (Masters masculino 40+) e Brasil (equipes).

Campeões brasileiros da ISA no stand-up paddle

Da mesma forma, o stand-up paddle ocupa um espaço importante na história brasileira da ISA. Afinal, o país conquistou títulos tanto no SUP Surf, disputado nas ondas, quanto nas provas de corrida.

Entre os campeões estão Luiz Diniz, David Leão, Nicole Pacelli, Arthur Carvalho e Vinnicius Martins. Além disso, o Brasil ampliou seu histórico de conquistas em 2025.

Luiz Diniz conquista o quarto título mundial

Em 2025, Luiz Diniz conquistou a medalha de ouro no SUP Surf masculino, durante o ISA World SUP and Paddleboard Championship, realizado em El Salvador.

Dessa maneira, com a vitória, o brasileiro alcançou seu quarto título mundial da ISA na modalidade. Segundo a entidade, Diniz se tornou o primeiro atleta a conquistar quatro medalhas de ouro no SUP Surf em sua história.

Além disso, o resultado apresentou uma marca especial: Diniz venceu todas as quatro edições do campeonato das quais participou até aquele momento.

Fonte: ISA confirma o quarto ouro mundial de Luiz Diniz.

David Leão conquista o ouro em 2024

No ano anterior, em 2024, David Leão venceu a prova masculina de SUP Sprint durante o Mundial disputado em Copenhague, na Dinamarca.

Com esse resultado, aumentou a presença brasileira entre os campeões da modalidade. Anteriormente, outros atletas já haviam conquistado títulos nas provas de SUP Surf, Sprint e Distance Race.

Relação histórica de títulos brasileiros no SUP

  • 2025 – El Salvador: Luiz Diniz (SUP Surf masculino).
  • 2024 – Copenhague, Dinamarca: David Leão (SUP Sprint masculino).
  • 2022 – San Juan, Porto Rico: Luiz Diniz (SUP Surf masculino).
  • 2019 – El Sunzal, El Salvador: Vinnicius Martins (SUP Distance Race masculino).
  • 2018 – Hainan, China: Luiz Diniz (SUP Surf masculino) e Arthur Carvalho (SUP Sprint masculino).
  • 2013 – Lima, Peru: Nicole Pacelli (SUP Surf feminino).

Essa relação preserva os resultados do levantamento original e acrescenta o título de 2025. Entretanto, o histórico completo de Luiz Diniz indica outras conquistas anteriores que também devem ser consideradas em uma revisão aprofundada da modalidade.

Campeões brasileiros da ISA no parasurfe

Por sua vez, o parasurfe representa uma das áreas de maior sucesso do Brasil nas competições da ISA. Nesse período, diferentes atletas conquistaram medalhas de ouro em categorias definidas pelas classificações funcionais.

Além dos títulos individuais, o país acumulou diversas conquistas por equipes. Dessa forma, o Brasil construiu um histórico importante desde as primeiras edições do Mundial de Parasurfe.

Brasil conquista três ouros individuais em 2025

Na edição de 2025, o ISA World Para Surfing Championship aconteceu em Oceanside, na Califórnia. Ao final da competição, o Brasil conquistou três medalhas de ouro individuais e terminou com o bronze por equipes.

Nesse campeonato, Luciano Nem Silveira venceu a categoria Open Stand 3. Além disso, Davi Teixeira conquistou o título masculino de Prone 2, enquanto Davi Lima venceu a categoria masculina Stand 1.

Além disso, a conquista de Davi Lima teve um significado especial. Aos 15 anos, o brasileiro disputou sua primeira edição do campeonato e conquistou imediatamente a medalha de ouro.

Por outro lado, a França terminou como campeã por equipes. Os Estados Unidos ficaram com a prata, enquanto Brasil e Austrália completaram o pódio com bronze e cobre, respectivamente.

Confira os resultados oficiais do Mundial de Parasurfe de 2025.

Histórico dos campeões brasileiros no parasurfe

Por isso, a relação abaixo preserva as categorias utilizadas em cada edição, já que a nomenclatura e a classificação funcional passaram por mudanças ao longo do tempo.

2025 – Oceanside, Califórnia

  • Luciano Nem Silveira – Open Stand 3.
  • Davi Teixeira – Masculino Prone 2.
  • Davi Lima – Masculino Stand 1.

2024 – Huntington Beach, Califórnia

  • Luciano Mercindo Silveira – Masculino Stand 3.
  • Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
  • Roberto Pino – Masculino Stand 1.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2023 – Huntington Beach, Califórnia

  • Davi Teixeira de Aguiar – Masculino Prone 2.
  • Rafael Lueders – Masculino Stand 2.
  • Dijackson Santos – Masculino Stand 3.
  • Felipe Kizu Lima – Masculino Sit.
  • Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2022 – Pismo Beach, Califórnia

  • Davi Teixeira de Aguiar – Masculino Prone 2.
  • Rafael Lueders – Masculino Stand 2.
  • Alcino Pirata Neto – Masculino Stand 3.
  • Fellipe Kizu Lima – Open Sit.
  • Elias Ricardo Diel – Masculino VI 1.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2021 – Pismo Beach, Califórnia

  • Mike Richards – Masculino Stand 1.
  • Alcino Neto – Masculino Stand 3.
  • Fellipe Kizu Lima – Open Sit.
  • Elias Figue Diel – Masculino VI 1.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2020 – La Jolla, Califórnia

  • Mike Vaz – Masculino Stand 1.
  • Roberto Pino – Masculino Stand 2.
  • Malu Mendes – Feminino Stand 2.
  • Alcino Neto – Masculino Kneel.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2019 – La Jolla, Califórnia

  • Brasil – Campeão por equipes.

2018 – La Jolla, Califórnia

  • Henrique Saraiva – AS2 masculino.
  • Felipe Kizu Lima – AS3 masculino.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2017 – La Jolla, Califórnia

  • Alcino Neto – AS2 masculino.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2016 – La Jolla, Califórnia

  • Felipe Lima – AS3 masculino.
  • Davi Teixeira – AS5 masculino.
  • Brasil – Campeão por equipes.

2015 – La Jolla, Califórnia

  • Felipe Lima – Upright.
  • Brasil – Campeão por equipes.

Campeões brasileiros da ISA no bodyboard

Da mesma maneira, o bodyboard brasileiro conquistou diversos títulos nos campeonatos da ISA. Por exemplo, entre os principais nomes estão Guilherme Tâmega, Neymara Carvalho, Isabela Sousa e Eder Luciano.

Além disso, atletas como Karla Costa, Daniela Freitas, Marcus Lima e Jefferson Anute aparecem no histórico de conquistas nacionais.

Eder Luciano e Neymara Carvalho acumulam títulos

Eder Luciano venceu a categoria masculina em 2012, 2014 e 2015. Portanto, o catarinense aparece entre os brasileiros com múltiplos títulos mundiais da ISA no bodyboard.

Neymara Carvalho, por sua vez, conquistou medalhas de ouro em 2002 e 2014. Por sua vez, Guilherme Tâmega venceu as edições de 1996 e 2000.

Além disso, em 2011, Isabela Sousa alcançou uma marca importante. A brasileira conquistou duas medalhas de ouro na mesma edição, disputada nas Ilhas Canárias, vencendo as categorias Open feminino e Sub-18 feminino.

Relação dos títulos brasileiros no Mundial de Bodyboard

  • 2015 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino) e Brasil (equipes).
  • 2014 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino), Neymara Carvalho (Open feminino) e Brasil (equipes).
  • 2012 – Iquique, Chile: Eder Luciano (Open masculino) e Brasil (equipes).
  • 2011 – Ilhas Canárias: Isabela Sousa (Open feminino e Sub-18 feminino).
  • 2008 – Caparica, Portugal: Marcus Lima (Bodyboard masculino).
  • 2002 – Durban, África do Sul: Neymara Carvalho (Bodyboard feminino).
  • 2000 – Maracaípe, Brasil: Guilherme Tâmega (Bodyboard masculino) e Karla Costa (Bodyboard feminino).
  • 1996 – Huntington Beach, Estados Unidos: Guilherme Tâmega (Bodyboard masculino) e Daniela Freitas (Bodyboard feminino).
  • 1994 – Barra da Tijuca, Brasil: Jefferson Anute (Bodyboard masculino).

Além dos títulos individuais, o Brasil também conquistou medalhas de ouro por equipes. Assim, o bodyboard ocupa um lugar importante no histórico brasileiro dentro da entidade.

Carlos Burle conquistou o Mundial de Ondas Grandes

Nesse histórico, o brasileiro Carlos Burle também aparece entre os campeões mundiais da ISA. Em 1998, ele venceu o ISA Big Wave World Championship, realizado em Todos Santos, no México.

Além disso, na mesma edição, o Brasil conquistou o título por equipes. Assim, a competição marcou uma conquista coletiva e individual para o surfe brasileiro de ondas grandes.

Resultado do ISA Big Wave World Championship

  • 1998 – Todos Santos, México: Carlos Burle (Open masculino) e Brasil (equipes).

Outros títulos brasileiros em eventos internacionais

Fora dos campeonatos mundiais citados anteriormente, brasileiros também conquistaram títulos em outras competições internacionais ligadas ao universo da ISA.

Em 2013, por exemplo, Michael Rodrigues venceu a categoria Open masculina do Hainan Riyue Bay International Surfing Festival, realizado na China.

  • 2013 – Hainan, China: Michael Rodrigues (Open masculino).

Por essa razão, esse resultado aparece separadamente porque o festival não deve ser confundido com o ISA World Surfing Games.

O legado dos campeões brasileiros da ISA

Os campeões brasileiros da ISA representam diferentes períodos e modalidades do esporte. Enquanto Fábio Gouveia abriu caminho no Mundial adulto em 1988, nomes como Gabriel Medina, Italo Ferreira e Tatiana Weston-Webb ampliaram esse histórico nas últimas décadas.

Ao mesmo tempo, atletas do bodyboard, SUP, parasurfe e ondas grandes conquistaram resultados importantes. Além disso, as equipes brasileiras acumularam títulos coletivos em diversas competições.

Mais recentemente, em 2025, o Brasil acrescentou quatro ouros individuais ao levantamento, graças aos resultados de Luiz Diniz, Luciano Nem Silveira, Davi Teixeira e Davi Lima.

Portanto, a história brasileira nos campeonatos da ISA vai muito além do surfe olímpico. Ela reúne diferentes gerações de atletas e modalidades que contribuíram para a presença do Brasil no cenário internacional.

Por fim, para acompanhar as próximas competições, consulte o site oficial da ISA e as reportagens da AOS Mídia.

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Competições

Alejo Muniz prepara nova fase fora das competições

Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar sua despedida da WSL e se preparar para uma carreira fora das baterias.

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Alejo Muniz inicia nova fase na gestão de atletas após anunciar despedida das competições e se prepara para atuar fora das baterias. Foto: Reprodução AOS Mídia

Alejo Muniz prepara uma nova fase profissional após decidir encerrar a carreira nas competições. Foto: Reprodução AOS Mídia

Alejo Muniz já definiu um dos caminhos que pretende seguir depois de encerrar a carreira competitiva. O surfista vai atuar na gestão de atletas e se tornará sócio da Outside Sports. Além disso, ele já começou a se preparar para a nova função, que pretende unir sua experiência de mais de duas décadas no surfe profissional ao interesse por negócios, contratos e desenvolvimento de carreiras.

No início de 2026, Alejo anunciou que este seria seu último ano como competidor profissional. Agora, ele confirmou à AOS Mídia que a aposentadoria será geral e que não pretende seguir disputando competições profissionais. Com isso, Pipeline deve marcar sua despedida das baterias.

O anúncio da aposentadoria havia sido feito em fevereiro. Desde então, Alejo passou a avaliar qual caminho seguiria depois de deixar o circuito competitivo.

Alejo Muniz explica como surgiu a nova fase

A possibilidade de trabalhar diretamente com gestão de atletas ganhou força durante a etapa de Saquarema. Na ocasião, Alejo conversou com Felipe Freitas, fundador da Outside Sports, sobre os planos para depois da aposentadoria.

Felipe conhece Alejo há mais de 20 anos por suas trajetórias dentro do surfe. Antes de atuar na gestão de atletas e na produção de eventos, também teve experiência como competidor e realizou viagens ligadas ao esporte. Além disso, desde 2008 trabalha diretamente com surfistas.

Naquele momento, porém, Alejo ainda não sabia exatamente o que faria no ano seguinte.

“Quando decidi que esse seria meu último ano, ainda não tinha definido o que faria no ano seguinte”, contou Alejo.

Entretanto, havia uma área que já despertava seu interesse. O surfista revelou que sempre gostou da parte de negócios, contratos e negociações. Além disso, segundo ele, nos últimos seis ou sete anos vinha cuidando da própria carreira sem empresário.

Foi então durante essas conversas que surgiu o convite para Alejo se tornar sócio da Outside Sports.

“Na hora que ele falou isso, foi como uma luz no fim do túnel”, afirmou.

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A experiência de anos no surfe profissional será uma das bases do novo trabalho de Alejo Muniz. Foto: WSL / Aaron Hughes

Três pontos pesaram na decisão de Alejo Muniz

Segundo o surfista, três fatores foram fundamentais para aceitar o novo desafio. Primeiro, pesou a possibilidade de continuar trabalhando diretamente com o surfe, esporte que marcou toda a sua vida profissional.

Em seguida, aparece a área de negócios. Alejo pretende trabalhar com contratos, reuniões, negociações e relacionamento com atletas e empresas. Dessa forma, ele inicia uma atividade que não depende de seu rendimento físico e que poderá desenvolver por muitos anos.

Por fim, o terceiro fator está ligado a uma realização pessoal e à possibilidade de devolver ao esporte parte do que recebeu durante a carreira.

“Quero devolver ao esporte tudo o que o surfe me proporcionou. Acho que vai ser uma gratidão muito grande conseguir um patrocínio para algum atleta e ajudá-lo a correr atrás do seu sonho”, explicou.

Além disso, a experiência acumulada dentro das competições será uma das ferramentas dessa nova fase. Ao longo da carreira, Alejo viveu diferentes momentos no circuito internacional e voltou à elite da WSL depois de anos buscando novamente uma vaga entre os principais nomes do mundo.

Por exemplo, a AOS Mídia acompanhou sua participação em Pipeline na temporada de 2025. Relembre a participação de Alejo Muniz em Pipeline pela AOS Mídia.

Alejo Muniz busca formação para a nova carreira

A preparação para a nova função não ficará restrita à experiência adquirida como atleta. Em novembro, Alejo fará em São Paulo o Sport Business Experience: Estratégias que Movem o Jogo, curso presencial promovido pela ESPM em parceria com a Máquina do Esporte.

A formação começa em 9 de novembro e tem carga horária de 18 horas. Entre os temas estão marketing esportivo, gestão de atletas, construção de imagem, posicionamento, negócios no esporte e estratégias utilizadas no mercado esportivo.

Com isso, Alejo pretende combinar o conhecimento adquirido durante anos no circuito profissional com uma preparação específica para a nova carreira fora das competições.

Veja as informações oficiais do Sport Business Experience na ESPM.

Outside passa por mudanças

A chegada de Alejo acontece em meio a outras mudanças na estrutura da Outside Sports. Atualmente, a agência trabalha com nomes como Luana Silva e Ian Gouveia. No caso de Ian, a parceria já passa de dez anos.

Além disso, Gustavo Goldmann passa a atuar em projetos e eventos e também dará suporte às áreas de branding, social media e marketing dos atletas. O profissional já trabalhou com marketing esportivo de marcas como Hurley e Billabong no Brasil.

Outra novidade é Rafael Ribeiro, responsável por uma frente voltada à performance. A proposta inclui o suporte aos atletas e também o trabalho com praticantes de esportes de prancha interessados em melhorar rendimento e preparação para desafios esportivos.

Nesse sentido, um projeto-piloto dessa nova área já está sendo desenvolvido com Ian Gouveia.

Último capítulo nas competições

Alejo, entretanto, ainda tem um capítulo importante pela frente antes de concentrar suas energias na nova função. Pipeline deve marcar sua despedida das competições profissionais.

Depois de mais de duas décadas vivendo baterias, viagens e disputas no circuito, o catarinense encerra a carreira competitiva para iniciar uma nova etapa dentro do mesmo esporte.

“O que eu espero dessa nova fase é muito trabalho e muitas conquistas. Acho que é uma área de que vou gostar bastante e espero crescer muito”, afirmou Alejo.

Além disso, o surfista pretende usar a experiência acumulada para ajudar atletas que já estão no esporte e, principalmente, as próximas gerações.

Por fim, depois de Pipeline começa outra carreira. O cenário continua sendo o surfe, mas a função será diferente.

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Gabriel Medina é vice em Portugal; Griffin Colapinto faz história

Gabriel Medina em Portugal é vice após duelo com Griffin Colapinto. Molly Picklum vence no feminino e assume a liderança do ranking.

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Gabriel Medina 26PortugalCT QUA1958 Damien Poullenot

Gabriel Medina conquistou o vice-campeonato em Supertubos após uma final emocionante contra Griffin Colapinto. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Gabriel Medina em Portugal voltou a mostrar sua habilidade nos tubos de Supertubos, em Peniche. Na sexta-feira (23), o tricampeão mundial conquistou o vice-campeonato da décima etapa do Championship Tour 2026. Entretanto, Griffin Colapinto levou a melhor em uma final emocionante e venceu por 17,60 a 16,77 pontos.

Com ondas de 6 a 8 pés, Supertubos proporcionou um espetáculo diante de milhares de torcedores. Além disso, outros dois brasileiros chegaram às semifinais: Italo Ferreira e Yago Dora.

Enquanto isso, no feminino, Molly Picklum derrotou Caitlin Simmers e assumiu a liderança do ranking mundial.

Griffin Colapinto 26PortugalCT MGS00319 Manel Geada

Griffin Colapinto conquistou seu terceiro título em Portugal e fez história na etapa de Peniche. Foto: Manel Geada /WSL.

Gabriel Medina em Portugal protagoniza final emocionante

A decisão masculina teve tubos profundos e constantes trocas de liderança. Medina começou melhor, mas Griffin Colapinto reagiu com uma onda de 8,17 pontos.

O brasileiro respondeu em grande estilo. Primeiro, conseguiu 8,57 pontos. Em seguida, arrancou 8,20 e chegou a 16,77 no somatório. Dessa forma, colocou o adversário em uma situação complicada.

No entanto, Colapinto encontrou a onda decisiva. O americano desapareceu dentro de um tubo em Supertubos e saiu sob os aplausos do público. Como resultado, recebeu 9,43 pontos e garantiu a virada.

Com a vitória por 17,60 a 16,77, Griffin tornou-se o primeiro surfista da história a conquistar três títulos na etapa de Portugal.

“Foi uma batalha incrível com Gabriel. Ficamos trocando notas e me lembrei dos tempos de Andy Irons e Kelly Slater, quando cresci assistindo àquela geração”, declarou Colapinto, em tradução livre.

Além do feito histórico, o californiano destacou a importância de vencer em um dos palcos mais tradicionais do circuito mundial.

Molly Picklum 26PortugalCT MGS00043 Manel Geada

Molly Picklum venceu Caitlin Simmers na decisão feminina e assumiu a liderança do ranking mundial. Foto: Manel Geada /WSL

Gabriel Medina supera Italo Ferreira na semifinal

Antes de disputar o título, Gabriel Medina enfrentou Italo Ferreira em um confronto brasileiro nas semifinais. O tricampeão mundial levou a melhor por 11,67 a 10,10 pontos e, assim, garantiu sua vaga na decisão.

Na outra semifinal, Griffin Colapinto eliminou Yago Dora por 14,33 a 8,83. Portanto, a etapa portuguesa terminou com três brasileiros entre os quatro melhores colocados no masculino.

Apesar da derrota na final, Medina deixou Portugal satisfeito com sua atuação. Além disso, o brasileiro elogiou o desempenho do adversário.

“É sempre divertido competir aqui. É uma onda muito boa. Fazer uma final contra Griffin foi incrível. Ele é um surfista fantástico e tem sido ótimo acompanhar sua evolução. Ele me inspira a buscar ainda mais”, afirmou Medina, em tradução livre.

O resultado de Gabriel Medina em Portugal também representa um impulso importante na reta final da temporada. Afinal, o brasileiro busca manter o bom desempenho nas duas etapas restantes.

Men's Finalists 26PortugalCT QUA2779 Damien Poullenot

Griffin Colapinto superou Gabriel Medina por 17,60 a 16,77 pontos na final masculina. Foto: Damien Poullenot/WSL.

Griffin Colapinto conquista terceiro título em Portugal

Além de alcançar sua terceira vitória em Supertubos, Griffin Colapinto destacou a relação especial que construiu com Portugal ao longo dos anos.

O californiano também revelou que a vitória do irmão Crosby Colapinto em Ericeira serviu como motivação para seu desempenho em Peniche.

“Portugal tem um lugar especial no meu coração. Era um sonho conquistar essa vitória depois que meu irmão venceu em Ericeira. Aquilo realmente me inspirou”, declarou o campeão, em tradução livre.

Dessa forma, Griffin ampliou sua história na etapa portuguesa, onde já havia conquistado dois títulos.

Além disso, o americano valorizou a qualidade das ondas durante a decisão. Segundo ele, a disputa contra Medina lembrou os grandes confrontos protagonizados por Andy Irons e Kelly Slater.

Molly Picklum vence e assume a lycra amarela

Na decisão feminina, Molly Picklum conquistou sua primeira vitória na temporada de 2026. A australiana derrotou Caitlin Simmers por 13,33 a 12,84 pontos e, com isso, assumiu a liderança do ranking mundial.

Atual campeã mundial, Picklum disputou sua terceira final no ano. Dessa vez, conseguiu transformar o bom desempenho em vitória e garantiu a lycra amarela para a próxima etapa.

O confronto reuniu duas campeãs mundiais. Inicialmente, Picklum ganhou vantagem com uma onda de 7,83 pontos. Simmers, por sua vez, reagiu com uma nota 6,67.

Entretanto, a norte-americana não encontrou outra oportunidade suficiente para virar o resultado. Assim, Picklum confirmou a vitória e celebrou seu primeiro título da temporada.

“Era um sonho vencer aqui. Portugal é como uma mistura da energia brasileira com Pipeline, duas das minhas coisas favoritas”, comemorou a australiana, em tradução livre.

Apesar da derrota, Caitlin Simmers também teve motivos para comemorar. Afinal, a campeã mundial de 2024 conquistou seu primeiro pódio no circuito em 2026.

Após Portugal, Gabriel Medina segue para as Filipinas

Após a etapa de Portugal, o Championship Tour segue para Cloud 9, em Siargao, nas Filipinas. A penúltima etapa da temporada está programada para acontecer entre 31 de outubro e 10 de novembro.

Além disso, a competição terá importância direta na definição das primeiras posições do ranking antes da última parada, em Pipeline, no Havaí.

O desempenho de Gabriel Medina em Portugal, portanto, reforça suas expectativas para a sequência do circuito. Da mesma forma, Griffin Colapinto chega às Filipinas motivado pela conquista histórica em Supertubos.

Para acompanhar as próximas etapas, confira as notícias e análises no site da AOS Mídia.

Resultados da etapa de Portugal

Final masculina

  1. Griffin Colapinto (EUA) — 17,60

  2. Gabriel Medina (BRA) — 16,77

Final feminina

  1. Molly Picklum (AUS) — 13,33

  2. Caitlin Simmers (EUA) — 12,84

Semifinais masculinas

  • Gabriel Medina (BRA) 11,67 x 10,10 Italo Ferreira (BRA)

  • Griffin Colapinto (EUA) 14,33 x 8,83 Yago Dora (BRA)

Para conferir os resultados oficiais e o calendário do circuito, acesse o site da World Surf League

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