Conecte-se conosco
barra inferior

Competições

Teahupoo 2026: onde assistir à etapa da WSL

Teahupoo 2026 começa neste sábado. Veja onde assistir à etapa da WSL, os brasileiros na disputa, horários e os principais destaques.

Publicado

em

Teahupoo, Tahiti, Polinésia Francesa, Circuito Mundial de Surf, World Surf League, WSL. Foto: Divulgação WSL

Janela de espera de Teahupoo 2026 começa neste sábado, no Taiti. Foto: Divulgação WSL

Os melhores surfistas do planeta desembarcam em Teahupoo, Taiti, para mais uma etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL). As ondas tubulares serão o palco da sétima etapa da temporada, que acontece a partir deste sábado, dia 8. A primeira chamada está prevista para a tarde deste sábado, às 14h (horário de Brasília). O sportv e a Ge TV exibem ao vivo todas as baterias até o próximo dia 18, quando se encerra a janela de competições. Ao longo das disputas, os narradores Claudio Uchoa e Luiz Prota comandam a transmissão, ao lado dos comentaristas Breno Dines e Bruno Bocayuva.

Ao todo, dez surfistas brasileiros entrarão na água em busca do título da competição. Serão nove na chave masculina e Luana Silva na disputa entre as mulheres. A temporada tem sido positiva para a Brazilian Storm. Até o momento, os atletas do país ocupam da segunda à sexta colocação do ranking mundial, todos na perseguição ao líder, o italiano Leonardo Fioravanti. No feminino, Luana é a atual quarta colocada.

“O Brasil chega muito forte para Teahupoo. Além de ter cinco representantes entre os seis primeiros colocados do ranking mundial, nossos atletas têm um histórico muito positivo na etapa, com títulos de Gabriel Medina, Italo Ferreira e Miguel Pupo. Teahupoo é uma das etapas mais especiais do circuito porque coloca os surfistas diante de ondas de consequência, exigindo coragem, técnica e leitura de mar em condições extremas. A previsão indica um oceano bastante desafiador nos primeiros dias da janela e, se o vento colaborar, teremos tudo para acompanhar dias especiais esse ano”, afirma o comentarista Breno Dines.

Além das transmissões ao vivo no sportv e na Ge TV, o ge.globo também acompanhará todas as emoções da etapa de Teahupoo com uma cobertura em tempo real a partir das oitavas de final. No aquecimento para a competição, o portal publicou uma entrevista exclusiva com Bruno Santos, primeiro brasileiro a conquistar a etapa taitiana da WSL, em 2008, após entrar na disputa pela triagem.

O Brasil em Teahupoo

Se depender do retrospecto recente nas ondas de Teahupoo, a perspectiva é boa para os brasileiros. Italo Ferreira foi campeão em 2024, Miguel Pupo venceu em 2022 e Gabriel Medina levantou o troféu em 2018 e 2014, em uma final histórica contra Kelly Slater. Entre 2014 e 2024, Medina também chegou às semifinais em todas as edições disputadas.

Outra grande atração da etapa desse ano será a presença de Kelly Slater, maior campeão da história do surfe. Dono de 11 títulos mundiais, o americano de 54 anos recebeu um convite para participar da competição. Kelly estreia contra o havaiano Eli Hanneman e, em caso de vitória, enfrentará Gabriel Medina na fase seguinte, revivendo grandes duelos.

Veja mais notícias sobre competições no site AOS Mídia.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Hang Loose Surf Attack: resultados e ranking após Ubatuba

Confira os resultados da segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 e os rankings dos atletas e associações após Ubatuba.

Publicado

em

Por

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Associação de Ubatuba vence segunda etapa em Itamambuca e segue invicta no Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

A Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), recebeu entre os dias 31 de julho e 2 de agosto a segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026. O evento reuniu atletas das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino, e provocou mudanças importantes na classificação da temporada.

Depois da abertura do circuito no Guarujá, os competidores voltaram à água em busca de pontos decisivos antes da etapa final. Entre os principais destaques estiveram atletas que alcançaram mais de uma decisão, novos líderes do ranking e competidores que ampliaram suas vantagens na corrida pelos títulos.

Na classificação por associações, o resultado das primeiras posições da etapa de abertura quase se repetiu. Ubatuba, Guarujá e Praia Grande voltaram a ocupar as três primeiras colocações. A diferença foi a entrada de São Sebastião em quarto lugar, posição que havia pertencido a Santos na primeira etapa. Desta vez, Santos terminou em quinto.

Rafael Miranda, Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Rafael Miranda leva a melhor na Sub 12 masculina. Foto: Erik Medalha

Atletas que disputaram mais de uma final

Cinco competidores chegaram a duas finais em Itamambuca.

Arthur Vilar (PB) venceu a Sub-18 Masculino e terminou em quarto lugar na Sub-16 Masculino.

Alexia Oliveira (PB) conquistou o título da Sub-18 Feminino e ficou em quarto na Sub-14 Feminino.

Maria Clara (GUA) foi campeã da Sub-12 Feminino e terceira colocada na Sub-14 Feminino.

Carol Bastides (PGD) terminou em terceiro lugar na Sub-18 Feminino e em quarto na Sub-16 Feminino.

Isabel Meyer (BER) foi vice-campeã da Sub-14 Feminino e quarta colocada na Sub-18 Feminino.

Também merecem destaque Vini Palma, que venceu a Sub-16 Masculino e assumiu a liderança da categoria, e Rafael Miranda, campeão em Itamambuca e novo líder da Sub-12 Masculino.

Na Sub-14 Masculino, Matheus Jhones conquistou o título da segunda etapa e assumiu a primeira colocação do ranking, com 1.730 pontos. Já Maria Clara manteve o aproveitamento perfeito na Sub-12 Feminino, chegando aos 2.000 pontos após duas etapas.

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Finalistas da categoria Sub 18 masculina, vencida por Arthur Vilar. Foto: Erik Medalha

Resultados da segunda etapa

Sub-12 Feminino

1º Maria Clara (GUA)
2º Fernanda Pina (SAN)
3º Nayma Mathey (UBA)
4º Laura Kanagusiku (PGD)

Sub-14 Feminino

1º Aymara Ricaldone (ARG)
2º Isabel Meyer (BER)
3º Maria Clara (GUA)
4º Alexia Oliveira (PB)

Sub-16 Feminino

1º Mariana Elias (UBA)
2º Julia Stefani (PGD)
3º Manu Medeiros (SSB)
4º Carol Bastides (PGD)

Sub-18 Feminino

1º Alexia Oliveira (PB)
2º Victoria Munoz (ARG)
3º Carol Bastides (PGD)
4º Isabel Meyer (BER)

Sub-12 Masculino

1º Rafael Miranda (UBA)
2º Kalani Sakugawa (BER)
3º Thomas Monteiro (SSB)
4º Benjamin Maia (ITA)

Sub-14 Masculino

1º Matheus Jhones (GUA)
2º Izau Signorini (SVI)
3º Saymon Rocha (CE)
4º Eric Grattz (ES)

Sub-16 Masculino

1º Vini Palma (PGD)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Keoni Renno (UBA)
4º Arthur Vilar (PB)

Sub-18 Masculino

1º Arthur Vilar (PB)
2º John Muller (GUA)
3º Kalani Robles (UBA)
4º Bryan Almeida (GUA)

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Finalistas da Sub-18 feminina, vencida por Alexia Oliveira. Foto: Erik Medalha

Ranking do Hang Loose Surf Attack após duas etapas

Sub-18 Masculino

1º John Muller (GUA) – 1.860 pontos
2º Kalani Robles (UBA) – 1.590 pontos
3º Vini Palma (PGD) – 1.285 pontos
4º Nicolas Pereira (CE) – 1.225 pontos

Sub-16 Masculino

1º Vini Palma (PGD) – 1.670 pontos
2º Nicolas Pereira (CE) – 1.488 pontos
3º Saymon Rocha (CE) – 1.470 pontos
3º Calebe Simoes (UBA) – 1.470 pontos

Sub-14 Masculino

1º Matheus Jhones (GUA) – 1.730 pontos
2º Saymon Rocha (CE) – 1.590 pontos
3º Izau Signorini (SVI) – 1.470 pontos
4º Lucas Peixoto (CE) – 1.400 pontos

Sub-12 Masculino

1º Rafael Miranda (UBA) – 1.610 pontos
2º Thomas Monteiro (SSB) – 1.460 pontos
3º Fernando Medina (PB) – 1.310 pontos
4º Bernardo Pires (PGD) – 1.280 pontos

Sub-18 Feminino

1º Julia Stefani (PGD) – 1.555 pontos
2º Alexia Oliveira (PB) – 1.488 pontos
3º Carol Bastides (PGD) – 1.400 pontos
4º Isabel Meyer (BER) – 1.225 pontos

Sub-16 Feminino

1º Carol Bastides (PGD) – 1.670 pontos
2º Mariana Elias (UBA) – 1.500 pontos
3º Julia Stefani (PGD) – 1.470 pontos
4º Manu Medeiros (SSB) – 1.340 pontos

Sub-14 Feminino

1º Alexia Oliveira (PB) – 1.670 pontos
2º Maria Clara (GUA) – 1.590 pontos
2º Isabel Meyer (BER) – 1.590 pontos
4º Catarina Kobayashi (UBA) – 1.280 pontos

Sub-12 Feminino

1º Maria Clara (GUA) – 2.000 pontos
2º Fernanda Pina (SAN) – 1.590 pontos
3º Nayma Mathey (UBA) – 1.400 pontos
4º Laura Kanagusiku (PGD) – 1.280 pontos

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Pódio da Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence a disputa por associações

Ubatuba aproveitou a etapa em casa para conquistar novamente a primeira colocação entre as associações. A equipe somou 8.220 pontos, seguida por Guarujá, com 6.845, e Praia Grande, com 5.038.

São Sebastião terminou na quarta posição, superando Santos, que havia ocupado esse lugar na abertura do circuito. Apesar da mudança no resultado da etapa, as duas associações aparecem empatadas na quarta colocação do ranking geral.

Resultado por associações na segunda etapa

1º Ubatuba – 8.220 pontos
2º Guarujá – 6.845 pontos
3º Praia Grande – 5.038 pontos
4º São Sebastião – 4.463 pontos
5º Santos – 3.568 pontos
6º Bertioga – 2.080 pontos
7º Caraguatatuba – 1.780 pontos
8º Mongaguá – 1.440 pontos
9º Itanhaém – 1.390 pontos
10º Grande São Paulo – 1.365 pontos
11º São Vicente – 860 pontos
12º Peruíbe – 0 ponto
12º Ilhabela – 0 ponto

Ranking de associações após duas etapas

1º Ubatuba (UBA) – 2.000 pontos
2º Guarujá (GUA) – 1.720 pontos
3º Praia Grande (PGD) – 1.460 pontos
4º São Sebastião (SSB) – 1.280 pontos
4º Santos (SAN) – 1.280 pontos
6º Bertioga (BER) – 1.138 pontos
7º Grande São Paulo (GSP) – 1.071 pontos
8º Mongaguá (MON) – 1.056 pontos
9º Caraguatatuba (CAR) – 1.043 pontos
10º Itanhaém (ITA) – 1.000 pontos
11º São Vicente (SVI) – 937 pontos
12º Peruíbe (PER) – 475 pontos
13º Ilhabela (ILH) – 450 pontos

Decisão fica para a etapa final

A terceira e última etapa terá peso ainda maior na definição dos campeões. Enquanto as duas primeiras paradas distribuíram 1.000 pontos aos vencedores, a final valerá 1.500 pontos.

Em caso de empate na classificação, o primeiro critério será o melhor resultado na etapa decisiva. Caso a igualdade permaneça, será considerado o desempenho obtido na segunda etapa.

Com esse formato, nenhuma liderança está totalmente garantida, e as oito categorias seguem abertas antes da última parada do Hang Loose Surf Attack 2026.

Patrocínio, realização e apoio

A segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 foi uma realização da Associação Ubatuba de Surf (AUS), com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, Prefeitura Municipal de Ubatuba, Tachão de Ubatuba, Restaurante Quintal do Mar e Pousada Canto do Dado.

A competição teve homologação da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf).

Clique aqui para ver os resultados e rankings completos.

Continue Lendo

Brasil

Diego Rosa revela como venceu a depressão e virou campeão

Diego Rosa conta como superou a depressão, voltou ao surfe e conquistou o título mundial master da ISA em entrevista ao Fala Papah.

Publicado

em

Por

BRA ath Diego Rosa ath ph Pablo Franco ph 0423

Campeão mundial master da ISA em 2024, Diego Rosa é o novo convidado do Fala Papah!. Foto: ISA / Pablo Franco

Conquistar um título mundial costuma ser o ponto mais alto da carreira de um atleta. No caso de Diego Rosa, porém, a maior vitória aconteceu muito antes de subir ao lugar mais alto do pódio.

Em entrevista ao podcast Fala Papah!, o campeão mundial master da ISA abriu o coração para contar como enfrentou um período de depressão, se afastou completamente do surfe e precisou reconstruir a própria vida antes de voltar a competir.

A depressão afastou Diego Rosa do surfe

Depois de muitos anos competindo em alto nível, Diego Rosa viu sua carreira mudar de rumo. Sem patrocínio e longe do circuito profissional, entrou em uma fase extremamente difícil.

Durante a conversa, ele revelou que ficou quase dois anos sem surfar, ganhou cerca de 25 quilos e perdeu completamente a motivação para praticar o esporte que sempre fez parte da sua vida.

Segundo Diego, houve momentos em que sequer tinha vontade de sair da cama. Ele também contou que chegou a recorrer ao álcool e só mais tarde compreendeu que estava enfrentando uma depressão.

O surfista fez questão de destacar que, durante muitos anos, acreditava que a depressão era apenas um estado passageiro. Depois de viver essa experiência, mudou completamente sua visão sobre o assunto.

O apoio da família foi fundamental

Outro ponto importante destacado por Diego Rosa foi o apoio recebido durante esse processo.

Ele afirmou que a família, especialmente a esposa, teve papel decisivo para ajudá-lo a reencontrar o caminho. Além disso, contou que buscou forças na espiritualidade e decidiu mudar completamente sua rotina para deixar aquele período para trás.

O surfe se tornou o caminho para a recuperação

Curiosamente, Diego Rosa não voltou ao mar pensando em títulos.

Segundo ele, a decisão de voltar a surfar aconteceu porque precisava recuperar a saúde física e mental.

Com o retorno aos treinos, a disposição voltou, a qualidade de vida melhorou e o esporte passou a ser uma ferramenta para reconstruir sua autoestima. Somente depois desse processo surgiu novamente a vontade de competir.

Pouco tempo depois, vieram os resultados.

Diego conquistou o Campeonato Brasileiro Master, voltou a ter patrocinadores e alcançou o maior feito da carreira ao vencer o Mundial Master da ISA em 2024.

Diego Rosa Gold Medal Ath Ph Jersson Barboza Ph 1

Antes da conquista do ouro, Diego superou a depressão. Foto: ISA / Jersson Barboza 

A música “Curing” nasceu dessa transformação

Durante o episódio, Diego também falou sobre “Curing”, música gravada em parceria com Murilo Naspolini, conhecido artisticamente como Murahead.

A canção retrata exatamente o período mais difícil vivido pelo surfista. A letra aborda sentimentos como escuridão, perda de rumo e a reconstrução até alcançar novamente a esperança.

Segundo Diego, a música representa sua caminhada desde o “fundo do poço” até a conquista do ouro mundial.

Um novo Diego Rosa

Quem acompanhou a carreira de Diego Rosa no circuito profissional certamente percebeu outra mudança.

Conhecido no passado por ser um atleta mais fechado e intenso durante as competições, ele afirma que hoje vive uma fase completamente diferente.

O surfista reconhece que amadureceu, aprendeu com os erros e entende que estar mais leve, sorridente e aberto às pessoas trouxe benefícios dentro e fora do esporte.

Uma mensagem para quem enfrenta momentos difíceis

Ao final da entrevista, Diego Rosa deixou uma mensagem para quem passa por dificuldades semelhantes.

Ele incentivou as pessoas a não desistirem da prática esportiva, ressaltando que o exercício pode ser um importante aliado da saúde física e mental. Também aconselhou atletas a planejarem a vida além da carreira competitiva, evitando que o fim do ciclo esportivo provoque crises emocionais.

Para ele, sempre existe a possibilidade de recomeçar.

Continue Lendo

América do Norte

US Open of Surfing: Jake Marshall e Sierra Kerr vencem

US Open of Surfing: Jake Marshall e Sierra Kerr vencem. Veja os destaques brasileiros, os rankings do Challenger Series e a corrida pelo CT.

Publicado

em

Por

Finalists Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 4964 Tommy Pierucki

Finalistas do US Open of Surfing em Huntington Beach, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Tommy Pierucki

O US Open of Surfing chegou ao fim neste domingo (2), em Huntington Beach, na Califórnia (EUA), coroando o norte-americano Jake Marshall e a australiana Sierra Kerr como campeões da segunda etapa do Challenger Series da World Surf League (WSL). Além dos títulos inéditos na divisão de acesso, ambos assumiram a liderança dos rankings rumo ao Championship Tour (CT) de 2027.

Mesmo sem representantes nas semifinais, o Brasil teve campanhas consistentes ao longo da competição e segue muito bem colocado na disputa por vagas na elite mundial. Após duas etapas, quatro brasileiros aparecem entre os dez primeiros do ranking masculino.

US Open of Surfing consagra Jake Marshall e Sierra Kerr

A final masculina colocou frente a frente dois atletas experientes do Championship Tour. Jake Marshall derrotou Kanoa Igarashi por 14,77 a 14,07 em uma bateria decidida apenas nos segundos finais.

Marshall virou a disputa ao receber nota 8,00 em sua última onda. Igarashi ainda encontrou uma oportunidade antes do cronômetro zerar, mas sua nota ficou abaixo dos 7,31 necessários para recuperar a liderança.

“Foi um dos anos mais difíceis da minha carreira. Nunca havia vencido um evento da WSL e conquistar esse título diante da minha família significa tudo para mim”, afirmou Marshall após a conquista.

Na decisão feminina, Sierra Kerr superou a compatriota Isla Huppatz por 12,50 a 11,90. A australiana conquistou sua primeira vitória no Challenger Series poucos meses após retornar às competições depois de enfrentar a doença de Lyme, que a afastou das disputas por vários meses.

A final repetiu o duelo entre as duas na decisão do Mundial Júnior deste ano. Huppatz chegou a assumir a liderança, mas Kerr respondeu rapidamente com nota 6,00 para confirmar o título e assumir a liderança do ranking.

Gabriel Klaussner Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0315 Tommy Pierucki

Gabriel Klaussner faz brilhante campanha na etapa. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Brasileiros se destacam no US Open of Surfing

Apesar de não colocar atletas nas semifinais, o Brasil acumulou boas campanhas em Huntington Beach.

Uma das grandes histórias da etapa foi Gabriel Klaussner. Depois de disputar o evento desde a primeira fase, o paulista chegou às quartas de final e só foi eliminado pelo futuro campeão Jake Marshall, que venceu por 14,07 a 12,20.

Outro destaque foi Mateus Herdy, protagonista da melhor bateria das quartas de final. Contra o norte-americano Griffin Colapinto, o brasileiro registrou a maior nota do domingo (8,67), mas acabou derrotado por 16,00 a 14,50. O resultado, porém, fez Herdy subir cinco posições no ranking, chegando ao sexto lugar.

Deivid Silva, Huntington Beach, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Tommy Pierucki

Deivid Silva também faz bonito em Huntington. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Deivid Silva também teve uma campanha marcante. No sábado, eliminou o então líder do ranking, Cole Houshmand, antes de ser derrotado nas quartas de final pelo norte-americano Hayden Rodgers.

Douglas Silva alcançou as oitavas de final, onde perdeu para Kanoa Igarashi em uma bateria equilibrada. Fora da chave principal, Dodô venceu a Expression Session, garantindo um prêmio de US$ 500.

Quem segue como principal brasileiro na classificação é Weslley Dantas. Vice-campeão da primeira etapa, ele foi eliminado logo em sua estreia, mas em uma bateria extremamente equilibrada. Weslley somou 12,10 pontos, apenas 0,20 atrás de Jackson Bunch, segundo colocado da bateria, e 0,40 abaixo de Mateus Herdy, vencedor do confronto. Mesmo assim, manteve a terceira colocação geral do Challenger Series.

Mateus Herdy Lexus US Open of Surfing 2026 TSP 0710 Tommy Pierucki

Mateus Herdy completa o trio brasileiro no Finals Day. Foto: WSL / Tommy Pierucki

Ranking do Challenger Series

Com a vitória no US Open of Surfing, Jake Marshall assumiu a liderança do ranking masculino com 14.745 pontos, seguido por Cole Houshmand, com 13.320.

O Brasil aparece com quatro atletas entre os dez primeiros:

  • 3º Weslley Dantas — 9.700
  • 6º Mateus Herdy — 8.065
  • 7º Deivid Silva — 8.065
  • 10º Ian Gouveia — 6.445

Também aparecem no ranking:

  • 17º Gabriel Klaussner — 4.995
  • 18º Ryan Kainalo — 4.995
  • 19º Douglas Silva — 4.020
  • 28º Vitor Ferreira — 3.570
  • 47º Edgard Groggia — 2.300
  • 55º Michael Rodrigues — 1.300
  • 66º Rafael Barbosa — 1.000
  • 79º Lucas Silveira — 600

Entre as mulheres, Laura Raupp ocupa a 11ª colocação, seguida por Sophia Medina (43ª) e Tainá Hinckel (48ª).

Weslley Dantas. Foto: WSL / Megan Youngblood

Weslley Dantas segue como melhor brasileiro no ranking. Foto: WSL / Megan Youngblood

Próxima etapa será no Brasil

O Challenger Series volta entre 26 de setembro e 3 de outubro, em São Sebastião (SP), com previsão de realização na Praia de Maresias.

A etapa brasileira será decisiva para a sequência da temporada. Ao final do circuito, os 10 primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem vaga no Championship Tour de 2027.

O US Open of Surfing deixou a disputa ainda mais equilibrada e mostrou que o Brasil segue como um dos países mais fortes na briga por vagas na elite mundial do surfe.

Veja o ranking completo na página da WSL.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.