Conecte-se conosco
barra inferior

Brasil

Hang Loose Surf Attack: resultados e ranking após Ubatuba

Confira os resultados da segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 e os rankings dos atletas e associações após Ubatuba.

Publicado

em

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Associação de Ubatuba vence segunda etapa em Itamambuca e segue invicta no Hang Loose Surf Attack 2026. Foto: Erik Medalha

A Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), recebeu entre os dias 31 de julho e 2 de agosto a segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026. O evento reuniu atletas das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino, e provocou mudanças importantes na classificação da temporada.

Depois da abertura do circuito no Guarujá, os competidores voltaram à água em busca de pontos decisivos antes da etapa final. Entre os principais destaques estiveram atletas que alcançaram mais de uma decisão, novos líderes do ranking e competidores que ampliaram suas vantagens na corrida pelos títulos.

Na classificação por associações, o resultado das primeiras posições da etapa de abertura quase se repetiu. Ubatuba, Guarujá e Praia Grande voltaram a ocupar as três primeiras colocações. A diferença foi a entrada de São Sebastião em quarto lugar, posição que havia pertencido a Santos na primeira etapa. Desta vez, Santos terminou em quinto.

Rafael Miranda, Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Rafael Miranda leva a melhor na Sub 12 masculina. Foto: Erik Medalha

Atletas que disputaram mais de uma final

Cinco competidores chegaram a duas finais em Itamambuca.

Arthur Vilar (PB) venceu a Sub-18 Masculino e terminou em quarto lugar na Sub-16 Masculino.

Alexia Oliveira (PB) conquistou o título da Sub-18 Feminino e ficou em quarto na Sub-14 Feminino.

Maria Clara (GUA) foi campeã da Sub-12 Feminino e terceira colocada na Sub-14 Feminino.

Carol Bastides (PGD) terminou em terceiro lugar na Sub-18 Feminino e em quarto na Sub-16 Feminino.

Isabel Meyer (BER) foi vice-campeã da Sub-14 Feminino e quarta colocada na Sub-18 Feminino.

Também merecem destaque Vini Palma, que venceu a Sub-16 Masculino e assumiu a liderança da categoria, e Rafael Miranda, campeão em Itamambuca e novo líder da Sub-12 Masculino.

Na Sub-14 Masculino, Matheus Jhones conquistou o título da segunda etapa e assumiu a primeira colocação do ranking, com 1.730 pontos. Já Maria Clara manteve o aproveitamento perfeito na Sub-12 Feminino, chegando aos 2.000 pontos após duas etapas.

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Finalistas da categoria Sub 18 masculina, vencida por Arthur Vilar. Foto: Erik Medalha

Resultados da segunda etapa

Sub-12 Feminino

1º Maria Clara (GUA)
2º Fernanda Pina (SAN)
3º Nayma Mathey (UBA)
4º Laura Kanagusiku (PGD)

Sub-14 Feminino

1º Aymara Ricaldone (ARG)
2º Isabel Meyer (BER)
3º Maria Clara (GUA)
4º Alexia Oliveira (PB)

Sub-16 Feminino

1º Mariana Elias (UBA)
2º Julia Stefani (PGD)
3º Manu Medeiros (SSB)
4º Carol Bastides (PGD)

Sub-18 Feminino

1º Alexia Oliveira (PB)
2º Victoria Munoz (ARG)
3º Carol Bastides (PGD)
4º Isabel Meyer (BER)

Sub-12 Masculino

1º Rafael Miranda (UBA)
2º Kalani Sakugawa (BER)
3º Thomas Monteiro (SSB)
4º Benjamin Maia (ITA)

Sub-14 Masculino

1º Matheus Jhones (GUA)
2º Izau Signorini (SVI)
3º Saymon Rocha (CE)
4º Eric Grattz (ES)

Sub-16 Masculino

1º Vini Palma (PGD)
2º Calebe Simoes (UBA)
3º Keoni Renno (UBA)
4º Arthur Vilar (PB)

Sub-18 Masculino

1º Arthur Vilar (PB)
2º John Muller (GUA)
3º Kalani Robles (UBA)
4º Bryan Almeida (GUA)

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Finalistas da Sub-18 feminina, vencida por Alexia Oliveira. Foto: Erik Medalha

Ranking do Hang Loose Surf Attack após duas etapas

Sub-18 Masculino

1º John Muller (GUA) – 1.860 pontos
2º Kalani Robles (UBA) – 1.590 pontos
3º Vini Palma (PGD) – 1.285 pontos
4º Nicolas Pereira (CE) – 1.225 pontos

Sub-16 Masculino

1º Vini Palma (PGD) – 1.670 pontos
2º Nicolas Pereira (CE) – 1.488 pontos
3º Saymon Rocha (CE) – 1.470 pontos
3º Calebe Simoes (UBA) – 1.470 pontos

Sub-14 Masculino

1º Matheus Jhones (GUA) – 1.730 pontos
2º Saymon Rocha (CE) – 1.590 pontos
3º Izau Signorini (SVI) – 1.470 pontos
4º Lucas Peixoto (CE) – 1.400 pontos

Sub-12 Masculino

1º Rafael Miranda (UBA) – 1.610 pontos
2º Thomas Monteiro (SSB) – 1.460 pontos
3º Fernando Medina (PB) – 1.310 pontos
4º Bernardo Pires (PGD) – 1.280 pontos

Sub-18 Feminino

1º Julia Stefani (PGD) – 1.555 pontos
2º Alexia Oliveira (PB) – 1.488 pontos
3º Carol Bastides (PGD) – 1.400 pontos
4º Isabel Meyer (BER) – 1.225 pontos

Sub-16 Feminino

1º Carol Bastides (PGD) – 1.670 pontos
2º Mariana Elias (UBA) – 1.500 pontos
3º Julia Stefani (PGD) – 1.470 pontos
4º Manu Medeiros (SSB) – 1.340 pontos

Sub-14 Feminino

1º Alexia Oliveira (PB) – 1.670 pontos
2º Maria Clara (GUA) – 1.590 pontos
2º Isabel Meyer (BER) – 1.590 pontos
4º Catarina Kobayashi (UBA) – 1.280 pontos

Sub-12 Feminino

1º Maria Clara (GUA) – 2.000 pontos
2º Fernanda Pina (SAN) – 1.590 pontos
3º Nayma Mathey (UBA) – 1.400 pontos
4º Laura Kanagusiku (PGD) – 1.280 pontos

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Pódio da Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence a disputa por associações

Ubatuba aproveitou a etapa em casa para conquistar novamente a primeira colocação entre as associações. A equipe somou 8.220 pontos, seguida por Guarujá, com 6.845, e Praia Grande, com 5.038.

São Sebastião terminou na quarta posição, superando Santos, que havia ocupado esse lugar na abertura do circuito. Apesar da mudança no resultado da etapa, as duas associações aparecem empatadas na quarta colocação do ranking geral.

Resultado por associações na segunda etapa

1º Ubatuba – 8.220 pontos
2º Guarujá – 6.845 pontos
3º Praia Grande – 5.038 pontos
4º São Sebastião – 4.463 pontos
5º Santos – 3.568 pontos
6º Bertioga – 2.080 pontos
7º Caraguatatuba – 1.780 pontos
8º Mongaguá – 1.440 pontos
9º Itanhaém – 1.390 pontos
10º Grande São Paulo – 1.365 pontos
11º São Vicente – 860 pontos
12º Peruíbe – 0 ponto
12º Ilhabela – 0 ponto

Ranking de associações após duas etapas

1º Ubatuba (UBA) – 2.000 pontos
2º Guarujá (GUA) – 1.720 pontos
3º Praia Grande (PGD) – 1.460 pontos
4º São Sebastião (SSB) – 1.280 pontos
4º Santos (SAN) – 1.280 pontos
6º Bertioga (BER) – 1.138 pontos
7º Grande São Paulo (GSP) – 1.071 pontos
8º Mongaguá (MON) – 1.056 pontos
9º Caraguatatuba (CAR) – 1.043 pontos
10º Itanhaém (ITA) – 1.000 pontos
11º São Vicente (SVI) – 937 pontos
12º Peruíbe (PER) – 475 pontos
13º Ilhabela (ILH) – 450 pontos

Decisão fica para a etapa final

A terceira e última etapa terá peso ainda maior na definição dos campeões. Enquanto as duas primeiras paradas distribuíram 1.000 pontos aos vencedores, a final valerá 1.500 pontos.

Em caso de empate na classificação, o primeiro critério será o melhor resultado na etapa decisiva. Caso a igualdade permaneça, será considerado o desempenho obtido na segunda etapa.

Com esse formato, nenhuma liderança está totalmente garantida, e as oito categorias seguem abertas antes da última parada do Hang Loose Surf Attack 2026.

Patrocínio, realização e apoio

A segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 foi uma realização da Associação Ubatuba de Surf (AUS), com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, Prefeitura Municipal de Ubatuba, Tachão de Ubatuba, Restaurante Quintal do Mar e Pousada Canto do Dado.

A competição teve homologação da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf).

Clique aqui para ver os resultados e rankings completos.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Diego Rosa revela como venceu a depressão e virou campeão

Diego Rosa conta como superou a depressão, voltou ao surfe e conquistou o título mundial master da ISA em entrevista ao Fala Papah.

Publicado

em

Por

BRA ath Diego Rosa ath ph Pablo Franco ph 0423

Campeão mundial master da ISA em 2024, Diego Rosa é o novo convidado do Fala Papah!. Foto: ISA / Pablo Franco

Conquistar um título mundial costuma ser o ponto mais alto da carreira de um atleta. No caso de Diego Rosa, porém, a maior vitória aconteceu muito antes de subir ao lugar mais alto do pódio.

Em entrevista ao podcast Fala Papah!, o campeão mundial master da ISA abriu o coração para contar como enfrentou um período de depressão, se afastou completamente do surfe e precisou reconstruir a própria vida antes de voltar a competir.

A depressão afastou Diego Rosa do surfe

Depois de muitos anos competindo em alto nível, Diego Rosa viu sua carreira mudar de rumo. Sem patrocínio e longe do circuito profissional, entrou em uma fase extremamente difícil.

Durante a conversa, ele revelou que ficou quase dois anos sem surfar, ganhou cerca de 25 quilos e perdeu completamente a motivação para praticar o esporte que sempre fez parte da sua vida.

Segundo Diego, houve momentos em que sequer tinha vontade de sair da cama. Ele também contou que chegou a recorrer ao álcool e só mais tarde compreendeu que estava enfrentando uma depressão.

O surfista fez questão de destacar que, durante muitos anos, acreditava que a depressão era apenas um estado passageiro. Depois de viver essa experiência, mudou completamente sua visão sobre o assunto.

O apoio da família foi fundamental

Outro ponto importante destacado por Diego Rosa foi o apoio recebido durante esse processo.

Ele afirmou que a família, especialmente a esposa, teve papel decisivo para ajudá-lo a reencontrar o caminho. Além disso, contou que buscou forças na espiritualidade e decidiu mudar completamente sua rotina para deixar aquele período para trás.

O surfe se tornou o caminho para a recuperação

Curiosamente, Diego Rosa não voltou ao mar pensando em títulos.

Segundo ele, a decisão de voltar a surfar aconteceu porque precisava recuperar a saúde física e mental.

Com o retorno aos treinos, a disposição voltou, a qualidade de vida melhorou e o esporte passou a ser uma ferramenta para reconstruir sua autoestima. Somente depois desse processo surgiu novamente a vontade de competir.

Pouco tempo depois, vieram os resultados.

Diego conquistou o Campeonato Brasileiro Master, voltou a ter patrocinadores e alcançou o maior feito da carreira ao vencer o Mundial Master da ISA em 2024.

Diego Rosa Gold Medal Ath Ph Jersson Barboza Ph 1

Antes da conquista do ouro, Diego superou a depressão. Foto: ISA / Jersson Barboza 

A música “Curing” nasceu dessa transformação

Durante o episódio, Diego também falou sobre “Curing”, música gravada em parceria com Murilo Naspolini, conhecido artisticamente como Murahead.

A canção retrata exatamente o período mais difícil vivido pelo surfista. A letra aborda sentimentos como escuridão, perda de rumo e a reconstrução até alcançar novamente a esperança.

Segundo Diego, a música representa sua caminhada desde o “fundo do poço” até a conquista do ouro mundial.

Um novo Diego Rosa

Quem acompanhou a carreira de Diego Rosa no circuito profissional certamente percebeu outra mudança.

Conhecido no passado por ser um atleta mais fechado e intenso durante as competições, ele afirma que hoje vive uma fase completamente diferente.

O surfista reconhece que amadureceu, aprendeu com os erros e entende que estar mais leve, sorridente e aberto às pessoas trouxe benefícios dentro e fora do esporte.

Uma mensagem para quem enfrenta momentos difíceis

Ao final da entrevista, Diego Rosa deixou uma mensagem para quem passa por dificuldades semelhantes.

Ele incentivou as pessoas a não desistirem da prática esportiva, ressaltando que o exercício pode ser um importante aliado da saúde física e mental. Também aconselhou atletas a planejarem a vida além da carreira competitiva, evitando que o fim do ciclo esportivo provoque crises emocionais.

Para ele, sempre existe a possibilidade de recomeçar.

Continue Lendo

Bahia

Federação Baiana de Surf celebra 50 anos de história

Federação Baiana de Surf celebra 50 anos de história, revelando campeões e fortalecendo o esporte na Bahia desde sua fundação, em 1976.

Publicado

em

Por

Circuito Baiano de Surf, FBSurf, Bahia, Litoral, Ondas, Praias, Itacaré, Sul da Bahia, Belmonte, Mogiquiçaba. Foto: Fabriciano Jr.

As praias da Bahia fazem parte da história construída pela Federação Baiana de Surf ao longo de cinco décadas. Foto: Fabriciano Jr.

A Federação Baiana de Surf completou 50 anos no dia 27 de julho de 2026. Fundada em 1976, no antigo Clube Português, na Pituba, em Salvador, a entidade acompanhou o crescimento do esporte e participou de alguns dos capítulos mais importantes do surfe na Bahia.

A criação da Federação foi idealizada por Ivo Almeida e por outros apaixonados pelo esporte, entre eles Carlão, Tourão, Menandro, Paulinho Grimaldi, Popó e Maurício Abubakir. Naquele período, o surfe ainda começava a se organizar como modalidade esportiva na Bahia e no Brasil.

Ao longo de cinco décadas, a entidade contribuiu para a realização de campeonatos, formação de atletas, desenvolvimento de novos talentos e fortalecimento institucional do surfe baiano. A trajetória também foi construída por meio de parcerias com organizações como ABRASP, Confederação Brasileira de Surf, antiga ASP e WSL, além de empresas, prefeituras e Governo do Estado.

Circuito Baiano de Surf, FBSurf, Bahia, Litoral, Ondas, Praias, Itacaré, Sul da Bahia, Belmonte, Mogiquiçaba. Foto: Fabriciano Jr.

O litoral baiano recebeu campeonatos que revelaram talentos e fortaleceram o surfe no estado. Foto: Fabriciano Jr.

Federação Baiana de Surf e seus grandes campeões

A história da Federação Baiana de Surf está diretamente ligada às conquistas de atletas que levaram o nome da Bahia ao cenário nacional e internacional.

Jojó de Olivença tornou-se o primeiro baiano campeão brasileiro profissional, o primeiro bicampeão nacional e o primeiro surfista negro a integrar a elite mundial. Mandinho permaneceu durante sete temporadas entre os melhores do mundo e conquistou o título do WQS, circuito que atualmente corresponde ao Challenger Series.

Christiano Spirro também protagonizou resultados históricos ao vencer duas vezes o australiano Mark Occhilupo no Rio de Janeiro e superar o tricampeão mundial Andy Irons em Fiji.

Nas ondas gigantes, Danilo Couto, Márcio Freire e Yuri Soledade formaram o grupo que ficou conhecido mundialmente como Mad Dogs. Os três baianos tornaram-se referências no Big Surf pelo pioneirismo, coragem e contribuição ao desenvolvimento da modalidade.

Armando Daltro, Pipeline, Hawaii. Foto: ©Sebastian Rojas

Armando Daltro foi um dos atletas que contribuíram para a trajetória da Federação Baiana de Surf. Foto: ©Sebastian Rojas

Bahia também se tornou referência no parasurf

Outro nome de destaque nessa trajetória é o ilheense Dijackson Santos. Primeiro tricampeão brasileiro e campeão mundial de parasurf, o atleta contou com o acompanhamento da Federação e com o apoio de programas de incentivo, como o Bolsa Atleta.

Seu histórico de conquistas reforça a presença da Bahia no parasurf e mostra a importância de iniciativas voltadas à formação e ao desenvolvimento de atletas.

Campeonato Baiano revelou diferentes gerações

Durante os 50 anos da Federação Baiana de Surf, o Campeonato Baiano revelou e consagrou várias gerações. A relação de campeões e atletas que marcaram a competição inclui Christiano Spirro, Armando Daltro, Jojó de Olivença, Bino Lopes, Marco Fernandez, Rudá Carvalho, Franklin Serpa, Bruno Galini, Maria Eduarda, entre muitos outros.

A Bahia também recebeu competições nacionais e internacionais vencidas por nomes como Kanoa Igarashi, Adriano de Souza e Alex Ribeiro. Esses eventos ajudaram a consolidar o litoral baiano como palco de grandes disputas do surfe.

A construção desse legado passou pelo trabalho de diferentes diretorias e presidentes. Em 2015, a entidade conquistou o inédito título de campeã brasileira de base.

FBSurf projeta os próximos 50 anos

Sob a presidência de Alisson Reis, a FBSurf chega ao cinquentenário com o desafio de preservar sua história e, ao mesmo tempo, preparar o surfe baiano para o futuro.

A entidade pretende continuar trabalhando para tornar o esporte mais forte, popular e profissional, ampliando oportunidades e revelando novos talentos. O cinquentenário representa, portanto, não apenas uma celebração das conquistas do passado, mas também a renovação do compromisso com as próximas gerações.

Continue Lendo

Ao Vivo

Transmissão ao vivo – Hang Loose Surf Attack 2026 | Ubatuba

Assista ao vivo à segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, direto da Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP).

Publicado

em

Por

Acompanhe toda a emoção da segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, direto de Ubatuba (SP).

O circuito mais tradicional das categorias de base do surfe brasileiro chega à sua segunda parada da temporada reunindo alguns dos principais talentos do país, que seguem na disputa pelo título de 2026.

Ao longo de sua história, o Hang Loose Surf Attack revelou atletas que marcaram época no surfe mundial, como Adriano de Souza, Gabriel Medina e Filipe Toledo, além de diversos outros competidores que hoje se destacam nos cenários nacional e internacional.

Local e período do evento

Ubatuba (SP)

31 de julho a 2 de agosto de 2026

Categorias em disputa

Masculino e feminino:

  • Sub-12
  • Sub-14
  • Sub-16
  • Sub-18

Cronograma

O cronograma oficial será divulgado pela organização mais próximo do início da competição, de acordo com as condições do mar.

Sistema de pontuação

O ranking do Hang Loose Surf Attack 2026 é definido pela soma dos resultados das três etapas do circuito.

  • 1ª etapa: 1.000 pontos
  • 2ª etapa: 1.000 pontos
  • 3ª etapa (final): 1.500 pontos

A etapa decisiva terá peso maior na definição dos campeões da temporada.

Premiação

A premiação por etapa seguirá o seguinte formato:

  • 1º lugar: R$ 1.000
  • 2º lugar: R$ 800
  • 3º lugar: R$ 500
  • 4º lugar: R$ 400

A premiação não se aplica à categoria Sub-12.

Além da premiação individual, haverá premiação para as cidades:

  • Cidade campeã: R$ 1.000
  • Cidade vice-campeã: R$ 500

Patrocínio e apoio

A segunda etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 conta com patrocínio da Hang Loose.

O evento é uma realização da Associação Ubatuba de Surf (AUS), com apoio da Fu Wax, Prefeitura Municipal de Ubatuba, Tachão de Ubatuba, Restaurante Quintal do Mar e Pousada Canto do Dado.

Homologação: Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf).

banner ubatuba HL2

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.