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Mundo do Surf

O surfista mais velho do mundo

Japonês Sano Seiichi, o surfista mais velho do mundo, é registrado em piscina de ondas dias antes de completar 90 anos.

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Reconhecido pelo Guinness World Records como o surfista mais velho do mundo, o japonês Sano Seiichi experimenta uma nova manobra dias antes de completar 90 anos.

Seiichi decidiu expandir suas habilidades no surf aprendendo a surfar com uma perna só. “Meu coração está batendo forte”, disse o japonês antes de tentar seu novo truque. Mais tarde, depois de não ter acertado na primeira tentativa, ele diz: “Vou ter que trabalhar nisso”. E então, o repórter fala: “Sano diz que parou de pensar na idade desde que começou a surfar”.

Sano Seiichi nasceu em 1933, em Hokkaido, Japão, mas só aprendeu a surfar aos 80 anos. “Sempre pensei que comecei tarde. Não sou uma pessoa confiável, mas acredito firmemente que comecei tarde, sempre acreditando que algum dia poderei ser alguém. Não me importo com o que as outras pessoas dizem sobre mim”, disse Sano ao Olympics.com. “Estou fazendo o que eu quiser”.

Antes de começar a surfar, o japonês encarou algumas aventuras como escalar o Monte Fuji, pico mais alto do país, com 3.776 metros de altitude. Após concluir o desafio, já tinha outra missão em mente: aprender a pegar onda. Quase dez anos depois, aos 89 anos, foi reconhecido pelo Guinness World Records como o homem mais velho a surfar.

Ele foi confirmado como o surfista mais velho do mundo há dois anos. Na época, tinha 88 anos e 288 dias. “Achei que havia pessoas no mundo que eram mais velhas que eu e surfavam. Eu ainda acredito que existem. Porém, acho que são o tipo de pessoa que não quer se candidatar, ao contrário de mim. Pelo que pude ver no YouTube, parecia que só havia pessoas na faixa dos 70 e 80 anos que surfam como eu, então pensei que isso funcionaria”

Sano Seiichi costuma surfar duas a três vezes por mês, geralmente perto de Enoshima, a pequena ilha que sediou a competição olímpica de vela em Tóquio 2020.

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Competições

Surfing Champions Trophy 2026 agita as Ilhas Maldivas

Surfing Champions Trophy 2026 reúne seis atletas nas Maldivas, com disputas em três tipos de prancha entre 4 e 11 de setembro.

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Four Seasons Surfing Champions Trophy 2023, Sultan´s, Maldivas. Foto: Divulgação Four Seasons

O cenário paradisíaco de Sultans, nas Maldivas, recebe o Surfing Champions Trophy 2026 entre os dias 4 e 11 de setembro. Foto: Divulgação Four Seasons

O Surfing Champions Trophy 2026 está pronto para transformar as águas cristalinas das Ilhas Maldivas em um palco de técnica, criatividade e adaptação. Entre os dias 4 e 11 de setembro, seis surfistas convidados disputarão a 14ª edição do torneio em Sultans, uma das ondas de direita mais conhecidas do Atol de Malé Norte.

A competição será realizada nas proximidades do Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa. Além disso, o período de espera de oito dias permitirá que os organizadores escolham as melhores condições antes de liberar os atletas para o mar.

Seis surfistas e três tipos de prancha

Mason Ho, Caio Ibelli, Bede Durbidge, Felicity Palmateer, Travis Logie e o surfista maldivo Ahmed Hishaam formam o grupo de competidores. Embora tenham trajetórias bastante diferentes, todos precisarão demonstrar versatilidade para conquistar o título.

Mason Ho, por exemplo, é conhecido por seu estilo instintivo e imprevisível. Já o brasileiro Caio Ibelli, ex-número 8 do mundo, voltará a vestir a lycra de competição três anos após sua última bateria no Championship Tour.

Por outro lado, Bede Durbidge deixará temporariamente sua função de treinador para retornar às disputas. Felicity Palmateer levará ao evento sua experiência em competições, ondas grandes e comunicação. Enquanto isso, Travis Logie retorna ao torneio dez anos depois de sua primeira participação. Finalmente, Ahmed Hishaam contará com uma vantagem especial: o conhecimento adquirido durante uma vida inteira surfando nas águas locais.

Formato exige adaptação dos atletas no Surfing Champions Trophy 2026

O grande diferencial do Surfing Champions Trophy 2026 está no uso de três tipos de prancha. Inicialmente, os atletas competirão com modelos single fin, equipados com uma única quilha. Depois, enfrentarão a divisão twin fin, que utiliza duas quilhas. Por fim, chegarão às modernas pranchas thruster, com três quilhas.

Cada equipamento muda a velocidade, o tempo dos movimentos e as linhas escolhidas na onda. Portanto, dominar apenas uma prancha não será suficiente. O campeão precisará ajustar sua técnica ao longo de todas as fases.

Esse formato valoriza a capacidade de adaptação e, ao mesmo tempo, celebra diferentes períodos da evolução do surfe. Desde sua estreia, em 2011, o evento já recebeu nomes como Kelly Slater, Carissa Moore, Taj Burrow, Joel Parkinson, Rob Machado, Maya Gabeira e Mark Occhilupo.

Caio Ibelli, Austrália

O brasileiro Caio Ibelli está entre os seis surfistas convidados para disputar o Surfing Champions Trophy 2026. Foto: Arquivo pessoal

Ondas de Sultans favorecem o espetáculo

As condições recentes no Oceano Índico aumentam a expectativa para o campeonato. Uma sequência consistente de ondulações manteve o Atol de Malé Norte ativo nas últimas semanas. Assim, o cenário é promissor para o início do período de espera.

Sultans oferece paredes longas e abertas, ideais para explorar as características de cada prancha. Consequentemente, os competidores poderão apresentar linhas clássicas com as single fins, velocidade com as twin fins e manobras mais modernas com as thrusters.

Em 2025, Michel Bourez conquistou o título geral após retornar de uma lesão. Além da vitória, o taitiano conseguiu a única nota 10 perfeita daquela edição. Agora, seis novos competidores terão a oportunidade de escrever seu nome na história do torneio.

Com grandes atletas, um formato único e uma das paisagens mais impressionantes do planeta, o Surfing Champions Trophy 2026 promete uma semana inesquecível. As pranchas estão prontas, os surfistas estão chegando e o Oceano Índico prepara o último elemento necessário: as ondas.

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Competições

Ryan Kainalo vence em Pantín e sobe para 3º no CS

Ryan Kainalo vence o QS 6000 de Pantín, soma 6.000 pontos e salta para 3º no Challenger Series. Ian Gouveia também avança no ranking.

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Ryan Kainalo Carry Up 26Pantin 3066 Masurel

Ryan Kainalo conquistou em Pantín a maior vitória de sua carreira. Foto: WSL / Laurent Masurel

Ryan Kainalo conquistou neste domingo (30) a maior vitória de sua carreira. O brasileiro de 20 anos venceu o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro, na Espanha, primeiro QS 6000 Internacional da temporada. Além do título, o resultado provocou uma grande mudança na situação do surfista na corrida pela elite mundial.

Com os 6.000 pontos conquistados em Pantín, Ryan subiu 15 posições. Dessa forma, o brasileiro agora aparece em terceiro lugar no ranking masculino do Challenger Series, com 10.995 pontos.

Além disso, o resultado na Espanha reforçou a presença brasileira entre os primeiros colocados. Atualmente, o Brasil tem três surfistas no Top 5 e cinco entre os dez melhores do ranking.

Ryan Kainalo decide título nos minutos finais

Ryan foi um dos grandes destaques da semana em Pantín. Durante a competição, o brasileiro apresentou um surfe agressivo, com fortes manobras de borda e aéreos.

Na decisão, Ryan enfrentou o australiano Kobi Clements. O brasileiro começou bem e conseguiu 7,17. No entanto, Clements respondeu com 8,67 e assumiu a liderança.

Com isso, Ryan chegou aos dois minutos finais precisando de 6,68 para virar a bateria.

Na última oportunidade, o brasileiro começou a onda com um carve. Em seguida, encontrou uma seção e completou uma rotação aérea.

A nota foi 6,77. Assim, Ryan assumiu a liderança e garantiu o título por apenas 0,10 ponto: 13,94 a 13,84.

“É a maior vitória da minha carreira. Com esses pontos indo para o ranking do Challenger Series, agora estou no jogo”, afirmou Ryan após a conquista.

Ryan Kainalo 26Pantin 3019 Masurel

Ryan somou 6.000 pontos com o título do ABANCA Pantin Classic Galicia Pro. Foto: WSL / Laurent Masurel

Vitória leva Ryan ao Top 3 do Challenger Series

O troféu foi importante, mas os 6.000 pontos conquistados na Espanha também tiveram impacto direto na temporada de Ryan Kainalo.

Antes de Pantín, o brasileiro ocupava a 18ª colocação. Depois da vitória, ganhou 15 posições e chegou ao terceiro lugar do Challenger Series, com 10.995 pontos.

Dessa maneira, Ryan aparece atrás apenas dos norte-americanos Jake Marshall e Cole Houshmand.

Os pontos conquistados no QS Internacional já estão incorporados ao total apresentado no ranking do Challenger Series. No entanto, a classificação consultada após o evento ainda não mostra essa pontuação separadamente na coluna “Intl QS”.

No caso de Ryan, a conta permite identificar a inclusão do resultado. O brasileiro tinha 4.745 e 250 pontos referentes aos dois primeiros eventos. Agora, com os 6.000 conquistados em Pantín, o total chega exatamente aos 10.995 pontos apresentados na classificação.

Portanto, embora a coluna específica ainda não mostre os 6.000 pontos, o resultado de Pantín já está considerado no total de Ryan.

Podium Men and Women 26Pantin 3248 Masurel

Pódio do QS 6000 Internacional de Pantín. Foto: WSL / Laurent Masurel

Brasil coloca três surfistas no Top 5

Ian Gouveia também saiu fortalecido da etapa espanhola. O brasileiro chegou às semifinais e, consequentemente, ganhou posições importantes na classificação.

Ian subiu cinco lugares e agora ocupa a quinta posição do Challenger Series, com 10.105 pontos.

Curiosamente, sua campanha terminou justamente diante de Ryan Kainalo. Os dois brasileiros se enfrentaram na semifinal, e Ryan venceu por 14,03 a 5,57.

Com a atualização após Pantín, o Brasil passou a ter três representantes entre os cinco primeiros colocados:

3º Ryan Kainalo – 10.995 pontos
4º Wesley Dantas – 10.180 pontos
5º Ian Gouveia – 10.105 pontos

Além deles, Deivid Silva aparece na sétima posição, com 9.025 pontos. Mateus Herdy, por sua vez, ocupa o décimo lugar, com 8.065.

Assim, o Brasil tem cinco representantes entre os dez primeiros colocados do Challenger Series masculino.

Ian Gouveia 26Pantin 1819 Masurel

Ian Gouveia chegou às semifinais em Pantín e subiu para o quinto lugar no Challenger Series. Foto: WSL / Laurent Masurel

Sierra Kerr vence no feminino

No feminino, Sierra Kerr confirmou a grande fase. A australiana derrotou a portuguesa Maria Salgado por 13,10 a 5,17 na decisão. Com isso, Sierra também conquistou os 6.000 pontos de Pantín.

A australiana já liderava o Challenger Series. Além disso, vinha da vitória no US Open of Surfing, seu primeiro título no circuito.

Agora, com o resultado na Espanha, Sierra chegou a 20.745 pontos e fortaleceu ainda mais sua campanha na corrida pelo Championship Tour.

Antes da final, Sierra também protagonizou uma das melhores baterias do dia. Na semifinal, por exemplo, a australiana derrotou a norte-americana Eden Walla por 15,00 a 13,20.

Resultados do ABANCA Pantin Classic Galicia Pro

Masculino

Final

Ryan Kainalo (BRA) 13,94 x 13,84 Kobi Clements (AUS)

Semifinais

1 Ryan Kainalo (BRA) 14,03 x 5,57 Ian Gouveia (BRA)
2 Kobi Clements (AUS) 13,90 x 13,34 Jorgann Couzinet (FRA)

Quartas de final

1 Ryan Kainalo (BRA) 11,57 x 9,23 Levi Slawson (EUA)
2 Ian Gouveia (BRA) 14,94 x 13,67 Eden Hasson (AUS)
3 Kobi Clements (AUS) 13,13 x 8,04 Hans Odriozola (ALE)
4 Jorgann Couzinet (FRA) 14,84 x 9,93 Caleb Tancred (AUS)

Feminino

Final

Sierra Kerr (AUS) 13,10 x 5,17 Maria Salgado (POR)

Semifinais

1 Maria Salgado (POR) 12,16 x 9,27 Janire Gonzalez Etxabarri (BAS)
2 Sierra Kerr (AUS) 15,00 x 13,20 Eden Walla (EUA)

Quartas de final

1 Maria Salgado (POR) 12,50 x 8,40 Carla Morera De La Vall (ESP)
2 Janire Gonzalez Etxabarri (BAS) 11,66 x 9,77 Nanaho Tsuzuki (JAP)
3 Eden Walla (EUA) 11,83 x 11,00 India Robinson (AUS)
4 Sierra Kerr (AUS) 13,83 x 8,97 Anon Matsuoka (JAP)

Próximo QS 6000 será em Portugal

Por fim, os competidores terão pouco tempo para descanso. O segundo QS 6000 Internacional da temporada acontece em Matosinhos, Portugal, entre 1º e 6 de setembro.

A etapa será mais uma oportunidade para somar pontos importantes na corrida pelo Championship Tour. Por isso, o evento ganha peso especial para os brasileiros que já aparecem nas primeiras posições.

Ryan Kainalo chega a Portugal em uma situação completamente diferente daquela que tinha antes de Pantín. Afinal, o brasileiro saiu do 18º lugar, conquistou a maior vitória de sua carreira e agora ocupa a terceira posição do Challenger Series.

Ian Gouveia também chega fortalecido. Além disso, com cinco brasileiros atualmente no Top 10, a disputa pelas vagas na elite mundial ganha ainda mais importância para o surf brasileiro nas próximas etapas.

Em suma, Pantín mudou significativamente o cenário do Challenger Series para Ryan Kainalo. O brasileiro chegou à Espanha em 18º, saiu como campeão e segue para Portugal ocupando o Top 3 da corrida pela elite.

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Competições

Surfing Champions Trophy 2026 confirma últimos atletas

Travis Logie e Ahmed Hishaam completam o Surfing Champions Trophy 2026, disputado nas Maldivas entre 4 e 11 de setembro. Confira os detalhes.

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Travis Logie, Surf

Travis Logie disputa o Surfing Champions Trophy 2026 exatamente uma década depois de sua primeira participação. Foto: Arquivo pessoal

O Surfing Champions Trophy 2026 está com sua lista de competidores completa. Afinal, o sul-africano Travis Logie e o surfista local Ahmed Hishaam Shaheem foram confirmados como os dois últimos participantes. A competição será realizada entre 4 e 11 de setembro nas ondas de Sultans, nas Maldivas.

Com as novas confirmações, o torneio reunirá seis atletas de diferentes gerações e estilos. Além de Logie e Hishaam, participarão Mason Ho, Caio Ibelli, Bede Durbidge e Felicity Palmateer.

Realizado no Four Seasons Resort Maldives at Kuda Huraa, o campeonato é conhecido por seu formato exclusivo. Isso porque os surfistas precisam competir com três tipos de prancha: single fin, twin fin e thruster. Dessa forma, cada participante deve adaptar sua técnica às diferentes fases da evolução do surfe.

Travis Logie retorna após dez anos

Travis Logie volta ao Surfing Champions Trophy exatamente uma década depois de sua primeira participação. Antes de deixar as competições em tempo integral, o sul-africano passou dez anos enfrentando alguns dos melhores surfistas do mundo. Posteriormente, ele passou a trabalhar na equipe de competições da World Surf League.

Sua última participação no torneio aconteceu em 2016. Na ocasião, Logie dividiu as ondas com nomes como Taj Burrow, Rob Machado, Shane Dorian, Jamie O’Brien e Bethany Hamilton.

Agora, o sul-africano retorna com uma abordagem mais descontraída. Contudo, ele reconhece que o espírito competitivo deve aparecer assim que as baterias começarem. Além disso, um de seus principais desafios será a troca de equipamentos.

Logie admite que possui pouca experiência com pranchas single fin e twin fin. Ainda assim, ele acredita que as características de Sultans podem facilitar sua adaptação. Portanto, a diversidade de pranchas deverá acrescentar uma dificuldade especial ao seu retorno.

O reencontro com Bede Durbidge também será marcante. Afinal, os dois competiram juntos durante muitos anos no Championship Tour. Ao mesmo tempo, Logie está interessado em observar a criatividade de Mason Ho com os equipamentos alternativos.

Ahmed Hishaam Shaheem, Surf, Maldivas

Ahmed Hishaam Shaheem fará sua estreia no evento. Foto: Arquivo pessoal

Ahmed Hishaam representa as Maldivas no Surfing Champions Trophy 2026

Enquanto Logie retorna ao campeonato, Ahmed Hishaam Shaheem fará sua estreia. Natural de Thulusdhoo, o surfista e guia local começou a praticar o esporte aos 11 anos. Desde então, passou grande parte da vida conhecendo as ondas do Atol de Malé Norte.

Consequentemente, esse conhecimento pode se transformar em uma vantagem durante o Surfing Champions Trophy 2026. Hishaam sabe como Sultans funciona sob diferentes condições. Além disso, conhece os melhores pontos de posicionamento e as mudanças na formação das ondas.

Por outro lado, o atleta reconhece a experiência de seus adversários internacionais. Mesmo assim, pretende usar seu conhecimento local para disputar baterias equilibradas. Acima de tudo, Hishaam deseja representar seu país e aproveitar a oportunidade.

O surfista também dará continuidade a uma tradição de representantes locais no evento. Primeiramente, Hussain “Iboo” Areef abriu esse caminho em 2016. Depois disso, Abdulla “Fuku” Areef, Ismail Miglal e Ahmed “Ammaday” Agil também enfrentaram estrelas internacionais nas ondas das Maldivas.

Assim, Hishaam passa a fazer parte de uma história importante para o surfe do país. Ao mesmo tempo, sua participação mostra o crescimento da comunidade esportiva local.

Campeonato reúne estilos diferentes

Cada integrante da competição levará características próprias para Sultans. Mason Ho é conhecido pela criatividade e imprevisibilidade. Caio Ibelli possui ampla experiência recente no Championship Tour. Já Bede Durbidge chegou à segunda posição do ranking mundial.

Felicity Palmateer combina experiência em competições de elite com uma carreira dedicada às ondas grandes. Logie acrescenta sua bagagem no circuito mundial, enquanto Hishaam terá a vantagem de conhecer profundamente o local da disputa.

Criado em 2011, o Surfing Champions Trophy já recebeu atletas consagrados, como Kelly Slater, Carissa Moore, Joel Parkinson, Mark Occhilupo, Taj Burrow e Maya Gabeira. Em 2025, Michel Bourez conquistou o título geral após retornar de uma lesão. Ele também conseguiu a única nota 10 perfeita daquela edição.

Em 2026, seis atletas voltarão a encarar três tipos de prancha em busca do título nas águas das Maldivas.

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