Conecte-se conosco
barra inferior

Brasil

Série ‘A Onda’ conta a história do surfe

Série ‘A Onda’ mostra o surgimento e a evolução do esporte até o sucesso como modalidade olímpica.

Publicado

em

Gabriel Medina, Rottnest Island, Western Australia, Austrália. Foto: WSL / Cait Miers.

Gabriel Medina é uma das atrações da série ‘A Onda’. Foto: WSL / Cait Miers.

Durante décadas, o surfe esteve associado à diversão, à falta de profissionalismo e sofreu com o preconceito. Seu nascimento é atribuído às Ilhas da Polinésia, onde homens, mulheres e crianças tinham na modalidade como o seu principal passatempo. Ainda assim, o surfe levou quase um século para ser reconhecido pela sociedade como uma modalidade. A partir desta sexta-feira, dia 8, ‘A Onda’, série documental co-produzida pelo sportv e a ‘HDaniel Studio’, começa a contar a história deste esporte, que mistura radicalidade, cultura, possui um estilo de vida único, e atingiu o seu ápice em 2019, ao se tornar olímpico. O primeiro dos quatro capítulos da obra, dirigida por Henrique Daniel e pelo jornalista Breno Dines foi ao ar no sportv logo depois da abertura da janela do ‘WSL Finals’, último evento da temporada do Circuito Mundial, que definiu os campeões da elite do surfe.

“É um privilégio poder contar essa história do surfe, modalidade que tem hoje os brasileiros como protagonistas. A fase é ainda mais especial, porque vem aí a segunda edição como esporte olímpico, que vai ser disputada na Polinésia, justamente onde tudo começou. É o fechamento de um ciclo importante, uma espécie de retorno às origens. Acho que estamos em um momento marcante para contar como foi essa longa trajetória”, diz o diretor Breno Dines, que também é comentarista de surfe do sportv. “Cada episódio é uma jornada emocionante, um olhar profundo para as vidas desses atletas que ultrapassaram limites e inspiraram gerações. Espero que essa série inspire não apenas os amantes do surfe, mas todos aqueles que valorizam a dedicação, a resiliência e a paixão por aquilo que fazem”, complementa o diretor Henrique Daniel.

Breno Dines e Henrique Daniel, diretores da série ´A Onda´com o bicampeão mundial Filipe Toledo. Foto: Divulgação

Breno Dines e Henrique Daniel, diretores da série, com o bicampeão mundial Filipe Toledo. Foto: Divulgação

O primeiro episódio da série, “A Origem”, fala sobre o surgimento do surfe nas ilhas havaianas e as experiências anteriores dos pescadores peruanos que há mais de 3.000 anos já pegavam ondas em suas pequenas embarcações de totora. Mostra a popularização global do esporte através de ícones havaianos como George Freeth e Duke Kahanamoku; e conta como a cultura tribal do surfe havaiano transformou a vila de Baía Formosa, terra de Italo Ferreira, no Rio Grande do Norte. O capítulo seguinte, “A Competição”, aborda a transição do surfe de um esporte marginalizado para um fenômeno reconhecido mundialmente. Traz a criação das primeiras competições até a formação da Liga Mundial de Surfe, acompanha a trajetória de heróis da onda que moldaram esta cena competitiva, culminando na consolidação do esporte como parte dos Jogos Olímpicos.

Intitulado “Heróis”, o penúltimo episódio da série ‘A Onda’ mergulha nas histórias de alguns dos pioneiros do surfe, desde Duke Kahanamoku até lendas modernas como Kelly Slater. Fala sobre a influência destes ídolos, que transcende as ondas e molda a cultura do surfe em todo o mundo. Nomes como Mark Richards, Kelly Slater e Gabriel Medina também personificam o desejo pela excelência, o que faz o esporte ser impulsionado para novos patamares. O último episódio da série, de nome “O Olímpo”, narra a emocionante jornada do surfe até o cenário olímpico. Relembra a cerimônia do ISA Games e a consagração de Ítalo Ferreira como campeão em Tóquio, e mostrada como o surfe se transformou: de um passatempo tribal a uma competição profissional. O episódio final explora ainda as características únicas da elite do surfe atual, destacando a profissionalização, as inovações tecnológicas e o impacto global deste esporte.

A série também é exibida pela globoplay. Clique aqui para assistir.

Veja o trailer da série ‘A Onda’

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Charles Medina no Fala Papah!

Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.

Publicado

em

Por

Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação

O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.

Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.

A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.

Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.

Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.

Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.

O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.

Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.

O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.

Continue Lendo

Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.

Publicado

em

Por

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.

Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack

Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.

Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha

No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.

Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha

No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.

Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha

No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.

Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha

Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.

As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha

Resultados finais

Sub 18 masculino

  1. John Muller (Guarujá)
  2. Kalani Robles (Ubatuba)
  3. Vini Palma (Praia Grande)
  4. Nicolas Pereira (Ceará)

Sub 16 masculino

  1. Nicolas Pereira (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Keoni Renno (Ubatuba)
  4. Vini Palma (Praia Grande)

Sub 14 masculino

  1. Lucas Peixoto (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Matheus Jhones (Guarujá)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 12 masculino

  1. Ruda Nascimento (Bahia)
  2. Fernando Medina (Praia Grande)
  3. Thomas Monteiro (São Sebastião)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 18 feminino

  1. Julia Stefani (Praia Grande)
  2. Luiza Savoi (Ubatuba)
  3. Maeva Guastala (Ubatuba)
  4. Carol Bastides (Praia Grande)

Sub 16 feminino

  1. Carol Bastides (Praia Grande)
  2. Alexia de Oliveira
  3. Giovanna Rocha (Guarujá)
  4. Isabel Meyer (Bertioga)

Sub 14 feminino

  1. Alexia de Oliveira
  2. Maria Clara (Guarujá)
  3. Isabel Meyer (Bertioga)
  4. Catarina Kobayashi (Ubatuba)

Sub 12 feminino

  1. Maria Clara (Guarujá)
  2. Laura de Souza (Santos)
  3. Fernanda Pina (Santos)
  4. Nayma Mathey (Ubatuba)
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha

Ranking por cidades

  1. Ubatuba — 7680 pontos
  2. Guarujá — 6920 pontos
  3. Praia Grande — 5520 pontos
  4. Santos — 5198 pontos
  5. São Sebastião — 4786 pontos
  6. São Paulo — 2425 pontos
  7. Bertioga — 2240 pontos
  8. Mongaguá — 1795 pontos
  9. Itanhaém — 1590 pontos
  10. Caraguatatuba — 1480 pontos
  11. Peruíbe — 1090 pontos
  12. São Vicente — 610 pontos
  13. Ilhabela — 360 pontos
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha

Continue Lendo

Bodyboard

Thomas Rovira sofre acidente durante o Itacoatiara Pro

Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Comunidade do bodyboard se mobiliza pela recuperação do atleta colombiano.

Publicado

em

Por

Thomas Rovira, Itacoatiara Pro, Niterói, bodyboarding, bodyboarder, bodyboard

Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Foto: Arquivo pessoal

A comunidade do bodyboard vem se mobilizando em apoio ao atleta colombiano Thomas Rovira, que sofreu um grave acidente durante o Itacoatiara Pro, tradicional etapa do circuito mundial realizada em Itacoatiara, em Niterói (RJ).

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após relatos publicados pelo atleta Thiago Jatobá e pela namorada de Thomas, Luiza. Segundo as informações divulgadas, o bodyboarder sofreu uma grave lesão na coluna após um acidente enquanto saía do mar em condições pesadas durante o campeonato.

itacoatiara pro 2018

Itacoatiara possui algumas das ondas mais pesadas do Brasil. Foto: Divulgação Itacoatiara Pro

Thomas precisou passar por uma cirurgia de descompressão da medula. Em nota enviada pelo Hospital Estadual Azevedo Lima, a unidade informou que o procedimento ocorreu sem intercorrências e que o estado de saúde do atleta é estável.

O Itacoatiara Pro é considerado um dos eventos mais tradicionais e importantes do bodyboard mundial. A competição reúne atletas de diversos países e é reconhecida internacionalmente pelas condições desafiadoras das ondas de Itacoatiara.

O organizador do evento, Giuliano Lara, publicou um vídeo atualizando o estado de saúde de Thomas e reforçando que o atleta vem recebendo acompanhamento e apoio.

“Espero que todos estejam bem, como muitos de vocês já devem saber, o atleta profissional de bodyboard da Colômbia, Thomas Rovira, sofreu um acidente aqui no último sábado. Nós acompanhamos todo o atendimento e estamos em contato constante com a equipe do Hospital Estadual Azevedo Lima. Eu já estive lá com a família, ele está bem, precisou passar por uma cirurgia sim, mas correu tudo bem, ele está lúcido, confiante e já está recebendo visitas”, afirmou Giuliano Lara.

Thomas Rovira, Itacoatiara Pro, Niterói, bodyboarding, bodyboarder, bodyboard

Thomas durante o evento deste ano. Foto: Arquivo pessoal

O organizador também destacou que parceiros do evento disponibilizaram suporte médico especializado para ajudar na recuperação do atleta.

“A gente conseguiu, com os nossos parceiros, um médico especialista em coluna e fisioterapia para a total recuperação do Thomas, para que, em breve, ele possa estar surfando aqui com a gente. É claro que boas vibrações e orações são sempre muito bem-vindas”, completou.

Thomas mora no Brasil há cerca de um ano. O atleta colombiano veio ao país inicialmente para competir no Itacoatiara Pro do ano passado, mas acabou se apaixonando pelo Brasil e decidiu permanecer no país.

Thomas Rovira, Itacoatiara Pro, Niterói, bodyboarding, bodyboarder, bodyboard

O colombiano conheceu Niterói há um ano e se apaixonou pelo lugar. Foto: Arquivo pessoal

Atualmente, uma campanha de arrecadação vem sendo compartilhada nas redes sociais para ajudar nos custos da recuperação do atleta. Segundo Luiza, namorada de Thomas, os gastos com medicamentos, transporte, fisioterapia e recuperação ainda são indefinidos.

Quem quiser ajudar pode contribuir através da vakinha online criada para apoiar o atleta colombiano durante o processo de recuperação.

Clique aqui para acessar o link da vakinha

📩 Chave PIX:
6140790@vakinha.com.br

Amigos, atletas e integrantes da comunidade do bodyboard seguem mobilizados em uma grande corrente de apoio e solidariedade por Thomas Rovira.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.