Empoderamento e diversão no surfe: Nay Surf Club, onde mulheres conquistam as ondas e fortalecem laços. Foto: @daniel_oliveirafotoss
O 5º Campeonato Nay Surf Club, marcado para 9 de março de 2025, no Coral do Aleluia, na Praia do Flamengo, Salvador, é um evento que celebra o surfe feminino em todas as suas dimensões. Organizado por mulheres, o campeonato oferece um ambiente competitivo e acolhedor, com foco no empoderamento e no fortalecimento de mulheres no esporte.
Categorias e valores de inscrição
As atletas locais poderão competir nas categorias Beira, Longboard/Funboard e Pranchinha, enquanto as participantes de outras regiões disputarão nas categorias Longboard/Funboard e Pranchinha. A categoria Beira é disputada por surfistas que ainda estão iniciando no esporte, uma grata novidade apresentada pelo Nay Surf Club. Os valores de inscrição variam:
Categoria Local: R$ 90
Categoria Open: R$ 100
As inscrições serão abertas para 44 atletas, com vagas limitadas. O evento terá início às 7h, com previsão de encerramento às 17h.
Transformando o cenário do surfe feminino: Nay Surf Club, inspirando mulheres dentro e fora do mar. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Feira colaborativa e empreendedorismo feminino
O campeonato contará com uma feira colaborativa, que abre espaço para 20 marcas locais lideradas por mulheres. Esse formato tem se mostrado um sucesso em edições anteriores, promovendo visibilidade para empreendimentos femininos, como Owbi Biquínis, Numar e Salvador Simple Organic.
Cotas de patrocínio
As marcas podem escolher entre quatro níveis de patrocínio:
Cota Ouro (R$ 500): Destaque em camisetas, ecobags, cartazes, fundo de premiação e locução, além de um vídeo pós-evento.
Cota Prata (R$ 350): Logo em camisetas, ecobags e cartazes, com menção na locução do evento.
Cota Bronze (R$ 200): Inclusão da logo nas camisetas e anúncios durante o evento.
Cota Permuta: Oferecimento de itens ou serviços em troca de divulgação nos kits e mídias sociais.
No Nay Surf Club, cada onda é uma nova conquista e cada evento é uma celebração da força feminina. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Depoimentos inspiradores
O evento é reconhecido por criar um espaço transformador para mulheres no surfe. Confira alguns depoimentos:
Perla, participante em duas edições: “Já participei duas vezes do campeonato do Nay Surf Club, e a experiência é sempre sensacional! Parabéns Nay por ser uma fonte de inspiração.”
Juliana, participante em três edições: “Especialmente para nós, mulheres, num espaço predominantemente masculino, o Nay Surf Club nos oferece segurança, acolhimento e muita alegria.”
Raquel, participante em uma edição: “Super organizado, divertido, com prêmios incríveis e uma galera massa! Ano passado foi minha primeira vez, e foi um dia sensacional.”
Larissa, parceira da Salvador Simple Organic: “Apoiar o Nay Surf Club vai além de uma parceria produtiva; significa reforçar valores, incentivar o surfe feminino e contribuir para a autoestima de muitas mulheres.”
Vicky, participante em uma edição: “O campeonato não é apenas uma competição. É sobre fortalecer laços, celebrar a força feminina e marcar nosso espaço no surfe.”
Mais do que um clube, um movimento! Nay Surf Club promovendo o surfe feminino e a autonomia de mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Histórico e impacto
Desde a primeira edição em 2021, o campeonato evoluiu de 20 para 44 inscritas na última edição, em 2024. Além disso, as redes sociais, com mais de 6 mil seguidores, garantem ampla visibilidade, alcançando até 7 mil pessoas por postagem.
O 5º Campeonato Nay Surf Club é mais que um evento esportivo: é uma celebração do poder feminino, promovendo inclusão, sustentabilidade e empoderamento. Para inscrições ou informações de patrocínio, entre em contato pelo e-mail naysurfclub@gmail.com ou telefone (71) 99202-9606.
Para acessar o perfil no Instagram, siga @naysurfclub.
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss
Crhistiano Spirro e Ader Oliveira no Podcast Fala Papah, do canal AOS Mídia, SurfBahia, Surf Bahia, WSL. Foto: Divulgação
Christiano Spirro é um dos nomes mais importantes da história do surfe baiano. Integrante da elite mundial em 1999, o surfista de Salvador foi o convidado do novo episódio do Fala Papah!, podcast do AOS Mídia, e relembrou histórias marcantes de sua carreira, incluindo episódios com Andy Irons, Kelly Slater, Shane Dorian e outros grandes nomes do surfe mundial.
Hoje fisioterapeuta, Christiano Fráguas, o popular Spirro, voltou no tempo para contar como um jovem surfista da Bahia conseguiu chegar ao principal circuito do planeta em uma época completamente diferente da atual.
Christiano Spirro e a histórica bateria contra Andy Irons
Um dos grandes momentos da conversa é a história da vitória de Spirro sobre Andy Irons em Fiji. O brasileiro relembra em detalhes a bateria contra o havaiano e conta que a disputa não terminou quando a sirene tocou.
Depois da derrota, Andy Irons ficou furioso com a estratégia utilizada pelo baiano. Spirro conta no Fala Papah! como foi o encontro entre os dois após a bateria e a tensão provocada pelo resultado.
O episódio mostra também como eram diferentes as disputas daquela geração, quando algumas baterias ainda não contavam com o sistema de prioridade utilizado atualmente.
Final histórica com Kelly Slater em Sunset Beach
Spirro também relembra uma campanha histórica em Sunset Beach, no Havaí. O baiano chegou à decisão de uma etapa do WQS que contou com nomes como Kelly Slater e Shane Dorian.
Mas existe um detalhe importante nessa história: antes da decisão, Spirro sofreu uma lesão na coluna. Mesmo machucado, entrou na água para disputar a final.
A lesão acabaria tendo influência não apenas em sua carreira como surfista, mas também no caminho escolhido posteriormente. Durante o podcast, Spirro explica sua aproximação com a fisioterapia e a importância que os estudos tiveram na preparação para a vida depois do surfe profissional.
Histórias com Shane Dorian, Rob Machado e grandes nomes do surfe
As quase duas horas de conversa também renderam muitas histórias de bastidores.
Spirro conta, por exemplo, o dia em que entrou por engano em uma onda de Shane Dorian durante um treino em Fiji. A situação terminou com a prancha do havaiano quebrada e um constrangido Spirro oferecendo-se para pagar o prejuízo.
Rob Machado também aparece nas lembranças. O baiano recorda, bem-humorado, uma bateria no Japão em que enfrentou o norte-americano e admite ter levado uma verdadeira “surra” dentro d’água.
Kelly Slater, Fábio Gouveia, Jojó de Olivença, Armando Daltro, Neco e Teco Padaratz, Peterson Rosa, Guilherme Herdy, Renan Rocha e Vitor Ribas estão entre outros personagens lembrados durante o programa.
Da elite mundial à fisioterapia
Além das histórias divertidas, o episódio apresenta outro lado de Christiano Spirro. Depois da carreira competitiva, ele seguiu uma trajetória profissional longe dos campeonatos e tornou-se fisioterapeuta.
A conversa passa pela importância da educação para os atletas, pelas dificuldades de viver exclusivamente do surfe e pelas diferenças entre a geração de Spirro e os jovens que atualmente podem construir uma carreira também através das redes sociais e da criação de conteúdo.
O baiano ainda analisa o atual sistema de classificação para o Championship Tour, fala sobre o circuito brasileiro Master e revela qual sonho ligado ao surfe ainda pretende realizar: fazer uma surf trip reunindo seus três filhos e a esposa.
O episódio completo de Christiano Spirro no Fala Papah! está disponível no YouTube e Spotify.
Demi Brasil vence a etapa do Circuito Municipal de Itacaré na Praia da Tiririca. Foto: Fabriciano Júnior
O surfe e o bodyboard movimentaram Itacaré com duas competições realizadas em fins de semana consecutivos. Primeiro, a cidade recebeu a 1ª etapa do Circuito Municipal de Surf de Itacaré 2026, que contou com 101 inscritos em dez categorias. Depois, foi a vez do Itacaré Bodyboard Festival, válido como segunda etapa do Circuito Baiano de Bodyboarding.
As competições reuniram atletas de diferentes gerações. Além disso, nomes conhecidos do cenário baiano e nacional dividiram as ondas com representantes locais.
Demi Brasil vence três locais na Pro-Am
Na principal categoria masculina do Circuito Municipal, Demi Brasil levou o título da Pro-Am. Representante de Morro de São Paulo, ele marcou 12,33 pontos na final.
Demi superou três atletas locais de Itacaré na decisão. Davi Silva terminou em segundo, seguido por Yagê Araújo e Alandresson Martins.
No feminino, Maria Eduarda confirmou sua condição de uma das atletas de ponta do surfe brasileiro. Campeã brasileira nas categorias de base e atualmente dedicada às competições da WSL, ela venceu a Pro-Am Feminino com 11,50 pontos.
Mayté Lima ficou com o segundo lugar. Luna Jin-Ly e Petra Edelman completaram a final.
Rudá Nascimento faz três finais e vence duas categorias na Tiririca. Foto: Fabriciano Júnior
Rudá Nascimento chega a três finais
Entre os atletas da nova geração, Rudá Nascimento foi um dos grandes destaques. Ele disputou três finais e terminou a competição com dois títulos e um vice-campeonato.
Rudá venceu as categorias Sub-12 e Sub-14. Além disso, ficou em segundo lugar na Sub-16, vencida por João Jesus.
Mauy Schmidt conquistou a Sub-18, enquanto Ariel Micol venceu a Sub-10 e Jano Sanders ficou com a Sub-08. Nas categorias Social, Henzo Gabriel e Leocádia Marinne foram os campeões.
Lucas Santo surpreende favoritos na categoria Pro do Baiano de Bodyboard. Foto: Fabriciano Júnior
Lucas Santos surpreende favoritos no bodyboard
Na sequência das competições em Itacaré, o Itacaré Bodyboard Festival foi realizado nos dias 8 e 9 de agosto. O evento valeu como segunda etapa do Circuito Baiano de Bodyboarding e teve realização da Federação Baiana de Bodyboarding (FEBEB).
Um dos grandes personagens da competição foi o local Lucas Santos. Sua trajetória até o título ganhou força justamente na fase eliminatória.
Lucas passou duas baterias da triagem em segundo lugar. No entanto, cresceu de produção nos confrontos homem a homem e passou a derrubar alguns dos principais favoritos.
Nas quartas de final, superou Lucas Rodrigues. Depois, eliminou o bicampeão mundial Uri Valadão. Na grande final, Lucas completou a campanha ao derrotar Gabriel Braga, atleta da elite mundial, e conquistou o Main Event Pro.
Juliana Dourado faz a festa na Pro feminina. Foto: Fabriciano Júnior
Juliana Dourado confirma favoritismo
Entre as mulheres, a multicampeã baiana Juliana Dourado confirmou o favoritismo na Pro Feminino. Ela venceu a decisão com 11,50 pontos, enquanto Liz Bensabath terminou em segundo lugar.
Liz também teve motivos para comemorar em Itacaré. Antes do vice na Pro, ela conquistou o título da Open Feminino.
Na Open Masculino, Yure Wolff ficou com a vitória. Alexandre Milazzo conquistou a BB Master e Camila Cesar venceu a categoria Social.
Com os dois eventos, Itacaré recebeu competições de surfe e bodyboard em diferentes categorias. Da nova geração aos atletas experientes, as disputas colocaram novamente as ondas da cidade como palco de destaque para os esportes de prancha na Bahia.
Finalistas da Pro feminina no Municipal de Itacaré. Foto: Fabriciano Júnior
As praias da Bahia fazem parte da história construída pela Federação Baiana de Surf ao longo de cinco décadas. Foto: Fabriciano Jr.
A Federação Baiana de Surf completou 50 anos no dia 27 de julho de 2026. Fundada em 1976, no antigo Clube Português, na Pituba, em Salvador, a entidade acompanhou o crescimento do esporte e participou de alguns dos capítulos mais importantes do surfe na Bahia.
A criação da Federação foi idealizada por Ivo Almeida e por outros apaixonados pelo esporte, entre eles Carlão, Tourão, Menandro, Paulinho Grimaldi, Popó e Maurício Abubakir. Naquele período, o surfe ainda começava a se organizar como modalidade esportiva na Bahia e no Brasil.
Ao longo de cinco décadas, a entidade contribuiu para a realização de campeonatos, formação de atletas, desenvolvimento de novos talentos e fortalecimento institucional do surfe baiano. A trajetória também foi construída por meio de parcerias com organizações como ABRASP, Confederação Brasileira de Surf, antiga ASP e WSL, além de empresas, prefeituras e Governo do Estado.
O litoral baiano recebeu campeonatos que revelaram talentos e fortaleceram o surfe no estado. Foto: Fabriciano Jr.
Federação Baiana de Surf e seus grandes campeões
A história da Federação Baiana de Surf está diretamente ligada às conquistas de atletas que levaram o nome da Bahia ao cenário nacional e internacional.
Jojó de Olivença tornou-se o primeiro baiano campeão brasileiro profissional, o primeiro bicampeão nacional e o primeiro surfista negro a integrar a elite mundial. Mandinho permaneceu durante sete temporadas entre os melhores do mundo e conquistou o título do WQS, circuito que atualmente corresponde ao Challenger Series.
Christiano Spirro também protagonizou resultados históricos ao vencer duas vezes o australiano Mark Occhilupo no Rio de Janeiro e superar o tricampeão mundial Andy Irons em Fiji.
Nas ondas gigantes, Danilo Couto, Márcio Freire e Yuri Soledade formaram o grupo que ficou conhecido mundialmente como Mad Dogs. Os três baianos tornaram-se referências no Big Surf pelo pioneirismo, coragem e contribuição ao desenvolvimento da modalidade.
Outro nome de destaque nessa trajetória é o ilheense Dijackson Santos. Primeiro tricampeão brasileiro e campeão mundial de parasurf, o atleta contou com o acompanhamento da Federação e com o apoio de programas de incentivo, como o Bolsa Atleta.
Seu histórico de conquistas reforça a presença da Bahia no parasurf e mostra a importância de iniciativas voltadas à formação e ao desenvolvimento de atletas.
Campeonato Baiano revelou diferentes gerações
Durante os 50 anos da Federação Baiana de Surf, o Campeonato Baiano revelou e consagrou várias gerações. A relação de campeões e atletas que marcaram a competição inclui Christiano Spirro, Armando Daltro, Jojó de Olivença, Bino Lopes, Marco Fernandez, Rudá Carvalho, Franklin Serpa, Bruno Galini, Maria Eduarda, entre muitos outros.
A Bahia também recebeu competições nacionais e internacionais vencidas por nomes como Kanoa Igarashi, Adriano de Souza e Alex Ribeiro. Esses eventos ajudaram a consolidar o litoral baiano como palco de grandes disputas do surfe.
A construção desse legado passou pelo trabalho de diferentes diretorias e presidentes. Em 2015, a entidade conquistou o inédito título de campeã brasileira de base.
FBSurf projeta os próximos 50 anos
Sob a presidência de Alisson Reis, a FBSurf chega ao cinquentenário com o desafio de preservar sua história e, ao mesmo tempo, preparar o surfe baiano para o futuro.
A entidade pretende continuar trabalhando para tornar o esporte mais forte, popular e profissional, ampliando oportunidades e revelando novos talentos. O cinquentenário representa, portanto, não apenas uma celebração das conquistas do passado, mas também a renovação do compromisso com as próximas gerações.
Patrícia Petitinga
06/03/2025 às 19:39
Eita nós!! 🔥🔥🔥🔥