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Mundo do Surf

Snowdonia fecha as portas no País de Gales

Snowdonia anuncia encerramento das atividades no País de Gales devido ao alto custo de manutenção da piscina de ondas.

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Adventure Parc Snowdonia, País de Gales, Piscina de Ondas, Wave Pool, Wavegarden. Foto: Divulgação

Snowdonia anuncia encerramento das atividades no País de Gales devido ao alto custo de manutenção da piscina de ondas. Foto: Divulgação

Em um momento em que as piscinas de onda ganham força no cenário mundial, o Adventure Parc Snowdonia anunciou o encerramento das suas atividades no País de Gales.

Em nota publicada nas redes sociais, o Snowdonia alegou que “apesar da alegria e da aventura que as nossas ondas trouxeram a muitos como uma inovação pioneira no mundo, a máquina custou-nos uma fortuna em tempo de inatividade, reparações e perda de negócios. Mais importante ainda, custou-nos uma perda de reputação junto dos nossos funcionários, pessoas com quem trabalhamos em estreita colaboração desde o início desta jornada em 2015”.

Procurada pelo nosso canal parceiro Dukesurf, a Wavegarden – empresa que detém a tecnologia das ondas artificiais no Snowdonia – revelou que os responsáveis ​​do estabelecimento optaram por fazer a manutenção pelos seus próprios meios.

“Como de costume com qualquer maquinário, inspeções e manutenção regulares são cruciais. Apesar da nossa oferta de fornecer serviços essenciais de manutenção preventiva contínua para máquinas, uma prática que agora é padrão em todas as nossas instalações globais, os operadores da Surf Snowdonia optaram por realizar este trabalho de forma independente”, respondeu a Wavegarden.

“Desde 2019, todos os nossos projetos utilizam a nossa tecnologia Wavegarden Cove, o nosso sistema de tratamento de água e o serviço abrangente de manutenção preventiva. Esta mudança estratégica deu os resultados desejados para estas instalações, com disponibilidade de máquinas superior a 99%. Este desempenho notável reflete-se nas instalações que funcionam 18 horas por dia durante a alta estação”.

Inaugurado em 2015, o Surf Snowdonia teve um financiamento de 4 milhões de euros do governo galês, segundo o BBC.

Depois de uma série de contratempos, a empresa, em Dolgarrog, condado de Conwy, procurava investimentos que pudessem levar à venda do local.

Na primavera de 2021, a atração foi reaberta com um novo Hilton Garden Inn de 106 quartos e um centro de atividades de aventura coberto, após mais £ 3,9 milhões de financiamento do governo galês.

As demais atrações do local, incluindo o hotel Hilton, permanecerão abertas.

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Havaí

Andy Irons: Lapo relembra ameaças aos juízes na etapa que definiu o Mundial de 2002

Lapo Coutinho relembra ameaças aos juízes após uma interferência de Andy Irons em Sunset, na etapa que definiu o Mundial de 2002

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Andy Irons, Rip Curl Cup 2002, Sunset Beach, Hawaii. Foto: WSL

Andy Irons conquistou o título mundial de 2002 depois de muita tensão em Sunset Beach, no Havaí. Foto: WSL

Andy Irons conquistou seu primeiro título mundial em 2002, durante o Rip Curl Cup, em Sunset, no Havaí. Entretanto, a conquista aconteceu após uma eliminação: o havaiano cometeu interferência nas quartas de final e precisou aguardar o resultado de Luke Egan para confirmar o campeonato.

Essa etapa é o cenário de uma história que Lapo Coutinho relembrou no Fala Papah!, em conversa com Ader Oliveira. Segundo o ex-juiz, a marcação da interferência provocou ameaças de um grupo de locais, que chegou a sacudir o palanque do julgamento.

Como Andy Irons garantiu o título em Sunset

O Rip Curl Cup era a 11ª e penúltima etapa do WCT de 2002. Na segunda bateria das quartas de final, Andy Irons cometeu interferência e terminou eliminado, enquanto Peterson Rosa e Lee Winkler avançaram. Assim, o havaiano encerrou sua participação no evento em nono lugar.

Luke Egan, então segundo colocado no ranking, também caiu nas quartas. Com esse resultado, ninguém mais poderia alcançar Andy na classificação, mesmo com uma etapa ainda por disputar.

Portanto, Andy e Luke estavam envolvidos na disputa pelo título mundial, mas não se enfrentaram naquela bateria. A combinação dos resultados garantiu a conquista antecipada do havaiano.

Lapo conta o que aconteceu no palanque

Durante a entrevista, Lapo afirmou que estava entre os juízes e identificou uma interferência de remada de Andy Irons. Em sua avaliação, a ação prejudicou a onda de outro competidor e justificava a penalidade.

No entanto, a decisão provocou uma reação intensa fora da água. Segundo seu relato, um grupo de locais se aproximou, ameaçou os juízes e começou a sacudir a estrutura do palanque.

As ameaças descritas por Lapo são atribuídas a pessoas do público, não a Andy Irons ou Luke Egan. Além disso, é importante distinguir os registros: a notícia da época confirma a interferência, as eliminações e a conquista do título. Já os acontecimentos no palanque são apresentados a partir das lembranças do entrevistado.

A revisão das imagens

Lapo também explicou que não tinha, naquele momento, imagens disponíveis para rever o lance antes de decidir. Posteriormente, segundo ele, os juízes conseguiram analisar uma gravação.

Na avaliação do ex-juiz, o vídeo confirmou que a remada de Andy havia prejudicado a onda do adversário. Por isso, ele sustenta que a marcação foi correta, apesar da pressão enfrentada.

O relato mostra um aspecto dos bastidores das competições: além de avaliar o desempenho dos atletas, os responsáveis pelo julgamento precisam lidar com as reações às suas decisões. Naquela ocasião, segundo Lapo, a situação ultrapassou a discordância esportiva e chegou à intimidação.

O que mudou no surfe havaiano?

Depois da história, Ader perguntou quais fatores contribuíram para diminuir a violência no Havaí. Lapo apontou a adoção de regras e punições esportivas mais claras, além de uma atuação policial mais presente.

O entrevistado também mencionou o envelhecimento das figuras envolvidas nos antigos conflitos e as diferenças de comportamento entre gerações. Dessa forma, situou o episódio em um contexto do passado e reconheceu mudanças no ambiente do surfe havaiano.

A conversa reúne, assim, a memória de uma decisão marcante e uma reflexão sobre respeito e segurança nas competições. No Fala Papah!, Lapo compartilha sua perspectiva sobre os bastidores da etapa em que Andy Irons se tornou campeão mundial pela primeira vez.

Você conhecia essa história? Como proteger os juízes da pressão da torcida? Deixe sua opinião nos comentários.

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Indonésia

Crocodilo nas Mentawai é encontrado morto após aparecer em Lance’s Right

Crocodilo nas Mentawai é encontrado morto após aparecer em Lance’s Right (HT’s). Entenda a operação das autoridades e o desfecho do caso.

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Crocodilo nas Mentawai: animal encontrado morto na região de Katiet, Indonésia. Foto: Reprodução

Corpo do crocodilo foi movimentado com auxílio de uma escavadeira antes de ser enterrado na região de Katiet.

Um crocodilo nas Mentawai foi encontrado morto neste sábado (17), dois dias após ser avistado nas proximidades de Lance’s Right, uma das ondas mais famosas da Indonésia. O corpo do animal apareceu nas águas de Katiet, na ilha de Sipora. Posteriormente, equipes enterraram a carcaça com o auxílio de uma escavadeira.

O episódio ganhou repercussão porque as Ilhas Mentawai estão entre os destinos mais procurados por surfistas do mundo. Além disso, o avistamento ocorreu perto de uma bancada frequentada por visitantes e embarcações de surfe.

Avistamento em Lance’s Right, a famosa HT’s

Segundo o portal indonésio Covesia, o crocodilo apareceu na quinta-feira (15), por volta das 7h, no horário local. Um estrangeiro que estava em uma embarcação registrou o animal no mar.

A cena ocorreu em Lance’s Right, também conhecida como HT’s ou Hollow Trees. Trata-se de uma direita tubular que quebra sobre uma bancada de coral e atrai surfistas experientes de vários países.

O pico também já foi destaque na AOS Mídia, em uma sessão de tubos da havaiana Coco Ho em Hollow Trees.

Após a circulação das imagens do crocodilo, o governo das Mentawai mobilizou militares e policiais. O diretor local de Turismo, Juventude e Esportes, Aban Barnabas Sikaraja, confirmou a autenticidade do registro.

Além disso, ele informou que houve uma operação para capturar o animal ainda naquele dia.

Crocodilo nas Mentawai: animal encontrado morto na região de Katiet, Indonésia. Foto: Reprodução

Crocodilo avistado nas águas das Ilhas Mentawai, próximo à região de Katiet, na Indonésia.

Crocodilo nas Mentawai: corpo encontrado no mar

No sábado (17), o portal Nusatime informou que a carcaça do crocodilo apareceu flutuando perto da praia de Katiet.

Em seguida, equipes retiraram o corpo da faixa costeira e utilizaram uma escavadeira para enterrá-lo.

De acordo com a publicação, a medida buscou evitar o mau cheiro da decomposição e possíveis problemas sanitários. O jornal também relatou que agentes haviam neutralizado o animal para proteger a população.

Entretanto, ainda não há explicação oficial detalhada sobre a causa da morte, nem sobre o método utilizado durante a operação. Por isso, não é possível afirmar que o crocodilo tenha sido morto a tiros.

Crocodilo nas Mentawai: animal encontrado morto na região de Katiet, Indonésia. Foto: Reprodução

Lance’s Right, também conhecida como Hollow Trees, é uma das ondas mais famosas das Ilhas Mentawai.

Outros registros de crocodilos no arquipélago

O caso de Katiet não é o único avistamento recente nas Mentawai. Em julho de 2026, o italiano Leonardo Fioravanti divulgou imagens de um crocodilo em Macaronis, outro pico conhecido do arquipélago.

Na ocasião, Fioravanti viajava com Jack Robinson e Kanoa Igarashi, também integrantes da elite mundial. A revista Stab noticiou o episódio em 20 de julho.

Além disso, o experiente navegador Martin Daly já havia divulgado registros de crocodilos na região em anos anteriores.

Entretanto, não há comprovação de que o animal visto em Macaronis seja o mesmo encontrado em Katiet.

Crocodilo nas Mentawai: animal encontrado morto na região de Katiet, Indonésia. Foto: Reprodução

Em abril de 2025, o experiente navegador Martin Daly já havia divulgado imagens de um crocodilo nas Mentawai, em um registro associado à região de Macaronis.

Crocodilos também vivem no ambiente marinho

Embora sejam frequentemente associados a rios e manguezais, os crocodilos de água salgada também circulam pelo oceano.

Segundo o Australian Museum, a espécie Crocodylus porosus consegue atravessar grandes distâncias em mar aberto. Além disso, ocorre naturalmente em diversas regiões da Indonésia.

Assim, a presença de um crocodilo no litoral não significa, por si só, que ele esteja fora de seu habitat.

Ao mesmo tempo, a proximidade desses animais com áreas frequentadas por moradores e surfistas exige atenção às orientações de segurança.

O desfecho em Lance’s Right reacende a discussão sobre a convivência entre pessoas e animais selvagens. Afinal, como conciliar a segurança da população com a preservação da fauna em um dos destinos mais famosos do surfe mundial?

Créditos das imagens:

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Competições

Challenger Series em Ericeira: resultados e ranking dos brasileiros

Crosby Colapinto e Brisa Hennessy venceram em Ericeira. Confira a campanha dos brasileiros e o ranking antes da última etapa do Challenger Series.

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Crosby Colapinto comemora o título do Challenger Series em Ericeira

Crosby Colapinto venceu em Ericeira e, por isso, chegou ao terceiro lugar do ranking do Challenger Series. Foto: WSL / Damien Poullenot

O Challenger Series em Ericeira terminou nesta segunda-feira (12/10) com títulos de Crosby Colapinto e Brisa Hennessy. Além disso, Edgard Groggia e Laura Raupp chegaram às semifinais e foram os melhores brasileiros. Já Sierra Kerr garantiu sua classificação para a elite de 2027.

Com isso, falta apenas uma etapa da temporada 2026/27 do circuito de acesso da WSL. Enquanto isso, Ryan Kainalo segue na liderança masculina, e Ian Gouveia permanece no top 10. Por outro lado, Deivid Silva deixou a zona de classificação.

Challenger Series em Ericeira teve finais com quatro atletas

A organização acelerou o cronograma porque a previsão das ondas exigia ajustes após uma semana de condições difíceis. Por isso, manteve quatro surfistas por bateria até as finais.

Crosby Colapinto somou notas 8 e 6,10 na decisão masculina. Assim, venceu com 14,10 pontos e superou Joel Vaughan, Justin Becret e Alonso Correa. Como resultado, o norte-americano subiu 15 posições e chegou ao terceiro lugar do ranking.

Por sua vez, Brisa Hennessy conquistou a final feminina com 13,17 pontos. Enquanto Lucy Darragh terminou em segundo, Sierra Kerr e Vahine Fierro completaram a decisão. Dessa forma, a costarriquenha ganhou 20 posições e alcançou o quarto lugar na classificação.

Brisa Hennessy na etapa de Ericeira do Challenger Series

Brisa Hennessy venceu em Portugal e, por isso, saltou 20 posições e entrou na zona de classificação para o CT de 2027. Foto: WSL / Manel Geada

Groggia brilha e sobe 25 posições

Edgard Groggia também se destacou nas quartas do Challenger Series em Ericeira. Afinal, somou notas 9 e 8, venceu sua bateria com 17 pontos e avançou para a semifinal.

No entanto, o brasileiro somou 9,80 pontos na fase seguinte e ficou fora da decisão. Assim, Alonso Correa e Joel Vaughan conquistaram as duas vagas da bateria.

Apesar disso, Groggia encerrou a etapa como o melhor brasileiro no masculino. Além disso, saltou 25 posições e chegou ao 28º lugar do ranking, com 7.709 pontos.

Além de Groggia, Ian Gouveia também alcançou as quartas. Entretanto, seus 12,13 pontos não bastaram para avançar diante de Ian Gentil e Oscar Berry.

Brisa Hennessy e Crosby Colapinto, campeões em Ericeira

Crosby Colapinto e Brisa Hennessy venceram em Ericeira e, assim, fortaleceram suas campanhas no Challenger Series. Foto: WSL / Damien Poullenot

Top 10 masculino após o Challenger Series em Ericeira

Enquanto Groggia ganhou posições, Ryan Kainalo manteve a liderança do ranking masculino. Além disso, a WSL já havia confirmado sua vaga no CT de 2027.

Ryan soma 22.645 pontos. Já Weslley Dantas segue em quarto, enquanto Ian Gouveia ocupa a décima posição. Portanto, o Brasil permanece com três representantes entre os dez primeiros.

Top 10 masculino do Challenger Series após Ericeira
Posição Surfista Representação Pontos
1º Ryan Kainalo Brasil 22.645
2º Jackson Bunch Havaí 18.725
3º Crosby Colapinto Estados Unidos 18.540
4º Weslley Dantas Brasil 17.600
5º Jake Marshall Estados Unidos 17.245
6º Joel Vaughan Austrália 14.920
7º Alonso Correa Peru 14.534
8º Ian Gentil Havaí 14.338
9º Lucca Mesinas Peru 13.850
10º Ian Gouveia Brasil 13.425
Edgard Groggia durante o Challenger Series em Ericeira

Edgard Groggia chegou à semifinal após somar notas 9 e 8 nas quartas. Com isso, subiu 25 posições no ranking. Foto: WSL / Manel Geada

Deivid Silva deixa a zona de classificação

Por outro lado, Deivid Silva perdeu cinco posições e saiu do top 10. Com isso, passou ao 14º lugar, com 11.665 pontos. Portanto, precisará recuperar terreno na reta final para voltar à zona de acesso.

Além disso, outros brasileiros recuaram no ranking após Ericeira. Veja, a seguir, as posições e pontuações desses atletas:

  • Mateus Herdy: 25º, com 9.265 pontos; caiu nove posições.
  • Gabriel Klaussner: 26º, com 8.805 pontos; caiu seis posições.
  • Douglas Silva: 30º, com 7.448 pontos; caiu seis posições.
  • Vitor Ferreira: 48º, com 5.060 pontos; caiu cinco posições.
  • Rafael Barbosa: 67º, com 2.960 pontos; caiu cinco posições.
  • Lucas Silveira: 82º, com 1.230 pontos; caiu duas posições.
Laura Raupp durante a etapa de Ericeira

Laura Raupp chegou à semifinal em Ericeira e, assim, avançou para o 14º lugar do ranking. Foto: WSL / Damien Poullenot

Laura Raupp e Sophia Medina avançam no ranking

Por sua vez, Laura Raupp foi a melhor brasileira no feminino em Portugal. Primeiro, avançou nas quartas com 11,10 pontos. Depois, somou 10,50 na semifinal, mas Brisa Hennessy e Sierra Kerr ficaram com as vagas na decisão.

Apesar da eliminação, Laura ganhou cinco posições no ranking. Assim, chegou ao 14º lugar, com 13.090 pontos.

Sophia Medina, por sua vez, parou nas quartas com 7,24 pontos. Ainda assim, subiu duas posições e chegou ao 18º lugar, com 12.000 pontos.

Portanto, Laura e Sophia são as brasileiras mais bem colocadas. No entanto, ambas seguem fora do top 6, faixa de classificação para a elite.

Sierra Kerr na etapa de Ericeira do Challenger Series

Além de garantir sua vaga no CT de 2027, Sierra Kerr manteve a liderança do ranking feminino após Ericeira. Foto: WSL / Manel Geada

Top 6 feminino: Sierra Kerr lidera e garante vaga

Enquanto as brasileiras buscam uma vaga, Sierra Kerr já garantiu seu lugar na elite. Afinal, a WSL confirmou nesta segunda-feira sua classificação para o Championship Tour de 2027. Além disso, a australiana mantém a liderança, com 26.830 pontos.

Enquanto isso, a vitória colocou Brisa Hennessy entre as seis primeiras. Assim, a zona de classificação feminina após o Challenger Series em Ericeira ficou desta forma:

Top 6 feminino do Challenger Series após Ericeira
Posição Surfista País Pontos
1ª Sierra Kerr Austrália 26.830
2ª Francisca Veselko Portugal 22.245
3ª Teresa Bonvalot Portugal 19.955
4ª Brisa Hennessy Costa Rica 18.340
5ª Eden Walla Estados Unidos 17.695
6ª Alyssa Spencer Estados Unidos 17.190
Ryan Kainalo durante o Challenger Series em Ericeira

Ryan Kainalo segue na liderança do Challenger Series. Além disso, já tem vaga confirmada na elite de 2027. Foto: WSL / Damien Poullenot

Newcastle recebe a última etapa em março

Por fim, Newcastle receberá a quinta e última etapa do Challenger Series, de 1º a 7 de março de 2027. Ao final da temporada, os dez primeiros homens e as seis primeiras mulheres conquistarão vagas no CT.

Antes disso, o calendário prevê o QS 6.000 Internacional de Taiwan, de 14 a 22 de novembro. Portanto, os atletas ainda terão uma oportunidade de somar pontos antes da decisão na Austrália.

Para conferir mais detalhes, consulte os resultados oficiais da etapa na WSL.

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