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Brasil

Kids On Fire abre inscrições para segunda etapa em Ubatuba

Hurley apresenta a segunda etapa do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025 em Ubatuba, dias 8 e 9 de novembro, com sete categorias.

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Primeira etapa do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025, Praia Grande, Ubatuba (SP). Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell
Phellype Silva é um dos destaques do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire em Ubatuba (SP). Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell

A Hurley apresenta a segunda etapa da 5ª edição do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025, que será realizada nos dias 8 ou 9 de novembro, na Praia Grande, em Ubatuba (SP). As baterias começam às 7h30 da manhã, reunindo sete categorias e reafirmando o compromisso do projeto com o desenvolvimento da base do surfe brasileiro.

A primeira etapa aconteceu no último sábado, dia 25 de outubro, e mostrou o alto nível técnico da nova geração, com grandes disputas e vitórias importantes. Agora, os jovens talentos retornam ao mar em busca de mais pontos no ranking e da chance de escrever seus nomes na história do circuito criado pelo bicampeão mundial Filipe Toledo.

Eduardo Mulford, Primeira etapa do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025, Praia Grande, Ubatuba (SP). Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell
Eduardo Mulford também prestigia o circuito na Praia Grande. Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell

Categorias e número de vagas

Feminino:

  • Sub-12 – 8 vagas
  • Sub-14 – 12 vagas
  • Sub-16 – 12 vagas

Masculino:

  • Sub-12 – 12 vagas
  • Sub-14 – 8 vagas
  • Sub-16 – 12 vagas

Sub-10 (mista – masc. e fem.) – 6 vagas
Exclusiva para moradores de Ubatuba.

A novidade deste ano é a inclusão da categoria Sub-10 mista, criada para incentivar as crianças a darem seus primeiros passos no esporte. Essa categoria será realizada em formato de bateria de apresentação, sem definição de notas ou colocação final, valorizando a diversão e a experiência no mar.

Primeira etapa do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025, Praia Grande, Ubatuba (SP). Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell
Destaque na primeira etapa, a Sub-10 novamente entra em ação com a novíssima geração ubatubense. Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell

Inscrições abertas

As inscrições já estão abertas para todos os atletas interessados em participar, sem prioridade de vagas. O valor é de R$ 150,00, com isenção para a categoria Sub-10.

As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp da loja (+55 12 99105-3750) ou presencialmente na Filipe Toledo Surf Store, localizada na Avenida Atlântica, 528 – Loja 6, Boulevard DNA, Praia Grande, Ubatuba.

Após a efetivação da inscrição, não haverá reembolso em caso de cancelamento.

Matheus Jhones, Primeira etapa do Circuito Filipe Toledo Kids On Fire 2025, Praia Grande, Ubatuba (SP). Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell
Matheus Jhones é o líder da Sub-14. Foto: Marcelo Geacomo / @nabuscadoswell

Resultados da primeira etapa – Ranking parcial

Feminino Sub-12
1º Laura de Souza (SAN) – 1000 pts
2º Gabriela Rigo (UBA) – 860 pts
3º Joana Costa (UBA) – 730 pts
4º Alexia Costa (UBA) – 670 pts

Feminino Sub-14
1º Gabriela Rigo (UBA) – 1000 pts
2º Catarina Kobayashi (UBA) – 860 pts
3º Joana Costa (UBA) – 730 pts
4º Rafaela Americano (SAN) – 670 pts

Feminino Sub-16
1º Marina Sugimoto (UBA) – 1000 pts
2º Letícia Aloi (GUA) – 860 pts
3º Rafaela Americano (SAN) – 730 pts
4º Kristal D’Ambrosio (UBA) – 670 pts

Masculino Sub-12
1º Kaipo Tomazzi (UBA) – 1000 pts
2º Matheus Jhones (GUA) – 860 pts
3º Bernardo Pires (PGD) – 730 pts
4º Pedro Canonico (UBA) – 670 pts

Masculino Sub-14
1º Matheus Jhones (GUA) – 1000 pts
2º Phellype Silva (CE) – 860 pts
3º Bernardo Pires (PGD) – 730 pts
4º Leo Yagi (PGD) – 670 pts

Masculino Sub-16
1º Miguel Ferraz (UBA) – 1000 pts
2º Calebe Simões (UBA) – 860 pts
3º Eduardo Mulford (UBA) – 730 pts
4º Davi de Souza (UBA) – 670 pts

Divulgação, patrocínio e apoio

Divulgação: @ft77news / @nabuscadoswell / @naremadacerta.oficial / @woohoosurfoficial / @canalwoohoo

Patrocínio: @hurleysurfclub_br / @monsterenergy / @oakleybr / @gerdau / @bancodobrasil / @sharpeyesurfboards_brazil / @proilhasurfboards / @wizardubatuba

Apoio: @bullyssurf / @fu.wax / @trixnet / @tuyobrasil / @tachaoubatuba / @clubedoacaiubatuba / @emporiovianatural / @dobem

Parceiros: @institutofilipetoledo / @associacaoubatubadesurf / @tamoio.ubatuba / @institutoargonauta

A segunda etapa promete repetir o sucesso da estreia e movimentar a Praia Grande com um fim de semana de alto astral, talento e muita troca entre as novas gerações do surfe brasileiro.

Para ver mais resultados da primeira etapa, clique aqui.

 
 
 
 
 
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Competições

Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Bahia

Lapo Coutinho fala sobre o câncer no Fala Papah

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Veja o trecho e a atualização do tratamento.

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Capa AOS Midia Fala Papah Lapo Coutinho

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Foto: Reprodução

Lapo Coutinho abriu o coração em um dos trechos mais impactantes já exibidos no canal Fala Papah. Na conversa, o lendário baiano falou de forma direta e sincera sobre o câncer, os desafios do tratamento e as decisões difíceis que precisou tomar ao longo da jornada.

O momento é marcado por reflexões profundas sobre dor, qualidade de vida, família e espiritualidade. Durante o episódio, Lapo compartilha como estava encarando a evolução da doença no período da gravação e revela quais eram suas prioridades naquele momento delicado.

Entre os pontos mais fortes da conversa, ele destaca que sua principal missão era não sentir dor. A frase resume o estado emocional e físico que vivia naquele instante. Ao longo do trecho, também aborda o impacto do diagnóstico na família, os medos naturais e o esforço para manter serenidade diante da incerteza.

A entrevista não tem caráter médico e não pretende orientar decisões clínicas. Trata-se do relato pessoal de Lapo Coutinho sobre sua própria experiência. É um registro honesto de um momento específico de sua trajetória.

Após a gravação do episódio, Lapo optou por iniciar tratamento com quimioterapia diante da evolução do quadro. A atualização reforça que decisões relacionadas ao câncer são complexas e podem mudar conforme o acompanhamento médico e o avanço da doença.

O corte publicado no canal Fala Papah destaca a dimensão humana da história. Mais do que discutir procedimentos, o vídeo apresenta uma reflexão sobre coragem, fé e enfrentamento.

O trecho completo está disponível no YouTube do Fala Papah e integra um dos episódios mais assistidos do canal, que tem se consolidado como espaço para conversas profundas dentro do universo do surfe e além dele.

Assista ao vídeo e acompanhe outras entrevistas no canal:

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Brasil

Por que Fábio Silva abandonou a elite mundial do surfe

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT e fala sobre saúde, família e o Titanzinho.

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capa aos midia fala papah fabio silva

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT em 1997 e fala sobre saúde, família e sua origem no Titanzinho. Foto: Reprodução.

O novo episódio do podcast Fala Papah, já disponível no YouTube, traz um dos relatos mais emblemáticos e humanos da história do surfe brasileiro. Cria da comunidade do Titanzinho, em Fortaleza, o cearense Fábio Silva revisita sua trajetória no esporte, marcada por talento, ascensão precoce, decisões difíceis e desafios que extrapolaram as competições.

Nos anos 1990, Fábio foi apontado como uma das grandes promessas do surfe nacional. Campeão brasileiro nas categorias de base, vice campeão brasileiro profissional em 1996 e vencedor de uma etapa do WQS na França em 1997, ele conquistou vaga na elite mundial naquele mesmo ano. Em sua temporada de estreia no WCT, figurava entre os 44 melhores surfistas do planeta e ocupava a 38ª colocação após cinco etapas disputadas.

Foi nesse contexto que Fábio surpreendeu o surfe brasileiro ao abandonar o circuito mundial em julho de 1997. À época, o surfista explicou que o desgaste das viagens constantes, a distância da família, o nascimento da filha, a dificuldade com o idioma inglês e o desejo de retomar os estudos pesaram na decisão. Ele renegociou contratos e optou por seguir competindo nos circuitos nacionais.

No episódio do Fala Papah, gravado em dezembro de 2025 nas ruas do Titanzinho, em frente ao mar que moldou sua história, Fábio revisita essa escolha com maturidade. Ele reflete sobre como aquela decisão, tomada em um contexto diferente, hoje pode ser compreendida à luz de temas que ganharam força no esporte, como saúde mental, bem estar e identidade.

No podcast, Fábio revela um detalhe pouco conhecido daquele momento. Ele chegou a embarcar para a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, uma das mais tradicionais do circuito mundial. A decisão de abandonar a elite, porém, foi tomada ainda durante a viagem.

Sozinho, sem dominar o inglês, pressionado pelo ambiente do circuito e emocionalmente fragilizado, Fábio desembarcou no aeroporto de Johannesburgo e optou por retornar ao Brasil antes mesmo de seguir para a praia. Ele não chegou a competir nem a entrar no mar. A escolha foi feita ainda no avião, na ida, em um momento silencioso e decisivo da sua carreira.

Um episódio que ajuda a entender o peso psicológico enfrentado por atletas em uma época em que temas como saúde mental, acolhimento e adaptação cultural praticamente não existiam no esporte de alto rendimento.

Além da carreira esportiva, Fábio fala abertamente sobre os obstáculos enfrentados fora da água. De origem humilde, criado em uma comunidade periférica, ele precisou lidar com dificuldades financeiras, limitações estruturais e preconceito por ser nordestino, mesmo após alcançar reconhecimento internacional.

O episódio também aborda momentos delicados de saúde. Fábio relembra a trombose venosa sofrida em 2015, inicialmente confundida com um AVC, que causou paralisia temporária do lado esquerdo do corpo. Após tratamento e fisioterapia intensa, conseguiu se recuperar sem sequelas. Cerca de dez anos depois, em 2025, voltou a enfrentar um novo quadro de trombose, desta vez nas pernas e nos pés, após uma longa viagem de ônibus do Sergipe ao Ceará, o que motivou uma grande mobilização de apoio no meio do surfe.

Mesmo diante de tantas dificuldades, Fábio segue ligado ao surfe e à sua comunidade, mantendo uma escolinha no Titanzinho sempre que as condições físicas permitem. Humilde, simples e extremamente querido, ele representa uma geração e uma história que ajudam a entender o surfe brasileiro para além de títulos e rankings.

O episódio completo do Fala Papah com Fábio Silva está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts.

Veja mais episódios do Fala Papah!

Episódio 5 – Lapo Coutinho

Episódio 4 – Filipe Toledo

Episódio 3 – Silvana Lima

Episódio 2 – Jessé Mendes

Episódio 1 – Uri Valadão

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Bombando

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