América do Sul
Saiba tudo sobre o surfe nos Jogos Pan-Americanos de Santiago
Fique por dentro da equipe brasileira e da programação do surfe nos Jogos Pan-Americanos de Santiago.
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3 anos atrásem
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aos-midia
Silvana Lima busca a classificação para as Olimpíadas pelos Jogos Pan-Americanos de Santiago. Foto: Michael Tweddle
Entre os próximos dias 24 e 30 de outubro, o surfe será uma das atrações dos Jogos Pan-Americanos de Santiago, no Chile. As disputas acontecerão nas esquerdas de Punta Lobos, em Pichilemu, na costa sul do País.
O evento é qualificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Para o Brasil, as maiores atenções estão voltadas para a categoria feminina, já que as duas vagas olímpicas masculinas já estão garantidas. Para carimbar a vaga na França, Silvana Lima precisa ser a melhor atleta elegível no evento.
A outra atleta brasileira na prova é Tati Weston-Webb, que já está confirmada nas Olimpíadas pelo ranking da World Surf League (WSL). Silvana se classificou para o Pan por ter vencido o PASA Games no Panamá este ano, enquanto Tati foi chamada por ter vencido o ISA Games em El Salvador.

Krystian Kymmerson é um dos representantes do Brasil na categoria masculina. Foto: Michael Tweddle
Na categoria masculina, o Brasil será representado pelo paulista Marcos Corrêa e o capixaba Krystian Kymerson, que, assim como Silvana, se classificaram pelo PASA Games no Panamá. Clique aqui para entender melhor os critérios de classificação para o Pan do Chile.
A delegação brasileira terá ainda representantes nas categorias Stand Up Paddle e Longboard. No SUP, foram convocados Luiz Diniz e Aline Adisaka para a categoria SUP Surf, e Lena Ribeiro e David Leão para o SUP Race.
Já no Longboard, Carlos Bahia e Chloé Calmon vão em busca do título. Na estreia do surfe no Pan, em 2019, Chloé Calmon e Lena Ribeiro trouxeram o ouro para o Brasil.

Marcos Corrêa também disputa o evento em Punta Lobos. Foto: Michael Tweddle
Onde assistir
As plataformas de streaming do Canal Olímpico do Brasil e a CazéTV têm os direitos de transmissão do evento e exibirão as imagens das disputas.
Veja abaixo a programação dos Jogos Pan-Americanos de Santiago
Terça-feira, 24 de outubro
• 8h – Longboard masculino (primeira fase)
• 9h27 – Shortboard masculino (primeira fase)
• 13h19 – Shortboard feminino (primeira fase)
Quarta-feira, 25 de outubro
• 8h – Longboard feminino (primeira fase)
• 9h27 – Shortboard feminino (primeira fase da repescagem)
• 11h03 – Shortboard masculino (primeira fase da repescagem)
• 12h39 – Shortboard feminino (segunda fase)
• 14h35 – Shortboard masculino (segunda fase)
Quinta-feira, 26 de outubro
• 8h – Longboard masculino (primeira fase da repescagem)
• 8h24 – Longboard feminino (primeira fase da repescagem)
• 8h48 – Stand-up paddle surfe masculino (primeira fase)
• 10h15 – Stand-up paddle surfe feminino (primeira fase)
• 11h42 – Shortboard masculino (segunda fase da repescagem)
• 13h18 – Shortboard feminino (segunda fase da repescagem)
• 14h54 – Shortboard masculino (terceira fase)
• 15h52 – Shortboard feminino (terceira fase)
Sexta-feira, 27 de outubro
• 8h – Shortboard masculino (terceira fase da repescagem)
• 8h48 – Shortboard feminino (terceira fase da repescagem)
• 9h36 – Stand-up paddle surfe masculino (primeira fase da repescagem)
• 10h – Stand-up paddle surfe feminino (primeira fase da repescagem)
• 10h24 – Longboard masculino (segunda fase)
• 11h22 – Longboard feminino (segunda fase)
• 12h20 – Stand-up paddle surfe feminino (segunda fase)
• 13h18 – Stand-up paddle surfe masculino (segunda fase)
• 14h32 – Stand-up paddle corrida masculino (final)
• 15h36 – Stand-up paddle corrida feminino (final)
• 16h59 – Shortboard masculino (quarta fase)
• 17h25 – Shortboard feminino (quarta fase)
Sábado, 28 de outubro
• 8h – Shortboard masculino (quarta fase da repescagem)
• 8h48 – Shortboard feminino (quarta fase da repescagem)
• 9h36 – Longboard masculino (segunda fase da repescagem)
• 10h24 – Longboard feminino (segunda fase da repescagem)
• 11h12 – Longboard masculino (terceira fase)
• 12h10 – Longboard feminino (terceira fase)
• 13h08 – Stand-up paddle surfe masculino (segunda fase da repescagem)
• 13h56 – Stand-up paddle surfe feminino (segunda fase da repescagem)
• 14h44 – Stand-up paddle surfe masculino (terceira fase)
• 15h42 – Stand-up paddle surfe feminino (terceira fase)
• 16h40 – Shortboard masculino (quinta fase da repescagem)
• 17h04 – Shortboard feminino (quinta fase da repescagem)
Domingo, 29 de outubro
• 9h – Stand-up paddle surfe masculino (quarta fase)
• 9h29 – Stand-up paddle surfe feminino (quarta fase)
• 9h58 – Longboard masculino (quarta fase)
• 10h27 – Longboard feminino (quarta fase)
• 10h44 – Stand-up paddle surfe feminino (terceira fase da repescagem)
• 10h56 – Stand-up paddle surfe masculino (terceira fase da repescagem)
• 12h32 – Longboard masculino (terceira fase da repescagem)
• 13h20 – Longboard feminino (terceira fase da repescagem)
• 14h08 – Stand-up paddle surfe masculino (quarta fase da repescagem)
• 14h32 – Stand-up paddle surfe feminino (quarta fase da repescagem)
• 14h56 – Longboard masculino (quarta fase da repescagem)
• 15h20 – Longboard feminino (quarta fase da repescagem)
Segunda-feira, 30 de outubro
• 9h – Shortboard masculino (decisão do bronze)
• 9h35 – Shortboard feminino (decisão do bronze)
• 10h10 – Stand-up paddle surfe feminino (decisão do bronze)
• 10h45 – Stand-up paddle surfe masculino (decisão do bronze)
• 11h20 – Longboard masculino (decisão do bronze)
• 11h55 – Longboard feminino (decisão do bronze)
• 12h30 – Longboard masculino (decisão do ouro)
• 13h05 – Longboard feminino (decisão do ouro)
• 13h40 – Stand-up paddle surfe masculino (decisão do ouro)
• 14h15 – Stand-up paddle surfe feminino (decisão do ouro)
• 14h50 – Shortboard masculino (decisão do ouro)
• 15h25 – Shortboard feminino (decisão do ouro)
América do Sul
Brasileiros garantem vagas no Mundial Júnior da WSL
Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli garantem o Brasil no Mundial Júnior da WSL 2025. Rickson Falcão é campeão sul-americano.
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7 meses atrásem
01/11/2025Por
aos-midia
Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli garantem o Brasil no Mundial Júnior da WSL 2025. Foto: Divulgação WSL
Os brasileiros Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli estão encerrando a temporada 2025 em grande estilo durante o Iquique Pro Junior, no Chile, última etapa do Circuito Sul-Americano Júnior da WSL.
De acordo com os cálculos da AOS Mídia, os três garantiram as vagas do Brasil para o World Junior Championship 2025, que será realizado novamente nas Filipinas, entre 11 e 18 de janeiro de 2026, na praia de Urbiztondo, em San Juan, La Union.
Equilíbrio total no masculino
A disputa pelo título sul-americano júnior masculino chegou à final com dois brasileiros: Ryan Kainalo e Rickson Falcão.
Segundo as contas da AOS Mídia, mesmo que Ryan vença a etapa, Rickson deve terminar a temporada como campeão sul-americano, já que os dois empatariam em todos os resultados válidos da temporada — tanto se forem considerados os quatro eventos realizados quanto apenas os três melhores resultados.
O critério de desempate por número total de baterias vencidas favorece Rickson, que soma 13 vitórias, contra 11 de Ryan, podendo chegar a 12 caso conquiste a vitória em Iquique.
A WSL South America ainda não oficializou o campeão, mas o desempenho dos dois brasileiros foi o destaque absoluto da temporada, garantindo também as duas vagas do país no Mundial Júnior 2025.

Rickson Falcão é o novo campeão sul-americano júnior, pelas contas da AOS Mídia. Foto: WSL / Nicolas Diaz
Luara Mandelli na final e classificada
No feminino júnior, a brasileira Luara Mandelli também segue brilhando. Ela está na final do evento em Iquique, onde enfrenta a peruana Sofia Artieda, e já aparece matematicamente classificada para o Mundial Júnior, de acordo com as projeções da AOS Mídia.
A atleta manteve uma temporada consistente e chega à decisão com chances de encerrar o ano no top 2 do ranking sul-americano.

Também pelos cálculos do nosso canal, a peruana Catalina Zariquiey tem o troféu garantido no feminino júnior. Foto: WSL / Nicolas Diaz.
Catalina Zariquiey campeã sul-americana júnior
Ainda segundo as contas da AOS Mídia, a peruana Catalina Zariquiey é a campeã sul-americana júnior 2025, independentemente do resultado da final.
Catalina liderava o ranking antes de Iquique com 2.450 pontos e somou mais 500 pontos com a quinta colocação no Chile.
Mesmo que Luara vença a etapa, não conseguiria ultrapassar a peruana — com ou sem descarte de resultados.

Além de disputar a final júnior em Iquique, Ryan Kainalo está na semi do QS 2.000. Foto: WSL / Nicolas Diaz.
O livro de regras da WSL 2025 não define globalmente quantos resultados contam para o ranking júnior, deixando essa decisão sob responsabilidade da WSL South America.
Historicamente, quando o circuito tem quatro etapas, contam-se três resultados e um é descartado, mas essa confirmação ainda não foi publicada oficialmente.
Em ambos os cenários, Catalina aparece como campeã, segundo a análise da AOS Mídia.

Douglas Silva também está na semifinal do QS 2.000. Foto: WSL / Nicolas Diaz.
Destaque também no QS 2000
Além do sucesso na categoria júnior, o Brasil também segue forte no QS 2000 masculino com Ryan Kainalo e Douglas Silva, ambos classificados para as semifinais.
Ryan enfrenta o peruano Alonso Correa, enquanto Douglas encara Joaquín del Castillo, também do Peru.
Os resultados confirmam o excelente momento do surfe brasileiro nas categorias de base, com destaque em todas as frentes da etapa chilena.
Importante: até o momento, a WSL South America ainda não oficializou nenhum título ou classificação.
Todos os dados apresentados neste artigo são baseados nas pontuações oficiais do sistema e nas análises da AOS Mídia, realizadas a partir do livro de regras da WSL 2025.
América do Sul
Vítor Ferreira vence nos tubos de El Gringo e Brasil domina o pódio
Vítor Ferreira vence o Arica Pro Tour em El Gringo, Chile. Brasil domina com Eric Bahia e Kailani Renno nas semifinais. Veja os destaques.
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7 meses atrásem
26/10/2025
Eric Bahia, Vitor Ferreira e Kailani Renno no pódio do Arica Pro Tour em El Gringo. Foto: WSL / Alejandro Satt
A temida e respeitada onda de El Gringo, localizada na antiga Ilha do Alacrán, aos pés do Morro de Arica, foi o cenário de uma batalha memorável. O Arica Pro Tour 2025, primeira etapa da dupla coroa chilena da WSL, reuniu alguns dos melhores surfistas da América do Sul e coroou o brasileiro Vítor Ferreira como grande campeão.
Com tubos longos e fechados, a bancada de classe mundial exigiu precisão e coragem. O campeonato reforçou o status de Arica como uma das capitais do surfe latino-americano, com o apoio do Governo Regional, da Ilustre Municipalidad de Arica e Parinacota e do CORE, que apostam no evento como impulsionador do turismo e do esporte local.

Vitinho faz a festa na etapa chilena. Foto: WSL / Alejandro Satt
Vítor Ferreira brilha na final contra Joaquín Del Castillo
Na decisão, Vítor Ferreira somou 15,00 pontos, com notas 8,00 e 7,00, superando o peruano Joaquín Del Castillo, que obteve 2,63. O confronto foi decidido na base da leitura de ondas e na execução de tubos longos e profundos, o tipo de performance que define El Gringo como um dos picos mais desafiadores do planeta.
“Estou muito contente com minha performance. A onda de El Gringo merece mais eventos gigantes como este. Arica é uma cidade incrível junto à sua gente”, declarou Ferreira, emocionado após a vitória.

Kailani Renno esbanja disposição nos canudos de El Gringo. Foto: WSL / Kemich
Brasileiros dominam as semifinais
O domínio brasileiro foi evidente nas semifinais. Vítor venceu Kailani Renno por 12,83 a 3,13, enquanto Eric Bahia acabou derrotado por Del Castillo por uma diferença mínima (9,60 a 8,83). Assim, o pódio final ficou formado por:
1 Vítor Ferreira (BRA)
2 Joaquín Del Castillo (PER)
3 Eric Bahia (BRA) e Kailani Renno (BRA)
O jovem Phillipe Neves também teve uma excelente atuação, alcançando as quartas de final, onde foi superado por Eric Bahia (13,76 x 9,70).

Vitor Ferreira dominou as ondas chilenas. Foto: WSL / Yerko Vasquez
Destaques locais e nova geração
Um dos momentos mais aplaudidos pelo público foi a atuação do chileno León de La Torre, de Maitencillo, o único atleta local a alcançar as quartas de final, mostrando que a nova geração chilena está pronta para competir com a elite continental.
Nas categorias de base, Kailani Renno, apelidado de Superboy, conquistou o título Sub 18, com um somatório de 14,24 pontos, incluindo o único 10 perfeito de todo o evento. No feminino juvenil, a peruana Briana Barthelmess, de apenas 14 anos, fez história ao se tornar a primeira campeã juvenil feminina nas temidas ondas de El Gringo, superando as irmãs Isidora e Matilda Bultó, de Iquique.

Ryan Kainalo passeia por dentro de El Gringo. Foto: WSL / Yerko Vasquez
Arica reafirma seu papel no surfe latino
O Arica Pro Tour mostrou mais uma vez por que El Gringo é considerado um dos picos mais respeitados do mundo. Além do espetáculo técnico, o evento reforçou a força do surfe brasileiro e o crescimento do esporte na América do Sul, projetando a “dupla coroa chilena” como uma das mais aguardadas do circuito regional.
América do Sul
Tati Weston-Webb garante o ouro no Pan do Chile
Tati Weston-Webb garante medalha de ouro para o Brasil em dia de batalhas dramáticas nos Jogos de Santiago 2023.
Publicado
3 anos atrásem
30/10/2023Por
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Tati Weston-Webb é ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023. Foto: ISA / Pablo Franco
Em uma segunda-feira dramática no Chile, a brasileira Tati Weston-Webb garantiu a primeira medalha de ouro para o Brasil nas disputas de surfe dos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023. As finais aconteceram em condições extremas no pico de Punta de Lobos, em Pichilemu, com ondas que ultrapassavam os 3 metros nas séries.
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Antes da vitória de Tati, o Brasil vinha batendo na trave, com três medalhas de prata em baterias com resultados apertados e algumas viradas nos minutos finais, além do bronze com Carlos Bahia no Longboard masculino.
A primeira medalha do dia veio com Bahia, depois de perder para o chileno Rafael Cortéz. O brasileiro viu o adversário desequilibrar o duelo com uma nota 8.93 e ainda cometeu uma interferência no adversário, ficando longe da briga pelo ouro no Pan.

Carlos Bahia é bronze no Longboard masculino. Foto: ISA / Pablo Franco
Depois, foi a vez de Luiz Diniz travar uma batalha acirrada com o norte-americano Zane Schweitzer na final do SUP Surf masculino. O norte-americano já havia derrotado o brasileiro na última bateria qualificatória e novamente levou a melhor, desta vez com notas 8.50 e 7.50, contra 5.50 e 4.73 de Diniz.
O ouro chegou muito perto com Aline Adisaka no SUP Surf feminino. A brasileira liderou a bateria durante boa parte do tempo, mas a colombiana Isabella Gomez virou o placar com uma nota 5.33 nos minutos finais, vencendo por 7.93 a 7.04 e se tornando bicampeã pan-americana.
No Longboard masculino, o peruano Piccolo Clemente confirmou o favoritismo e venceu o chileno Rafael Cortéz na grande final por 12.16 a 10.37 pontos.

Luiz Diniz leva a medalha de prata no SUP Surf masculino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport
Na sequência, a derrota mais dramática sofrida pelo Brasil nesta segunda-feira. Em um momento complicado do mar, a brasileira Chloé Calmon caminhava para garantir o bicampeonato do Pan com notas 3.47 e 3.17.
A peruana Maria Fernanda Reyes ainda não havia surfado nenhuma onda e ainda cometeu uma interferência em Chloé, ficando em situação complicadíssima em Punta de Lobos.
Reyes tinha muita dificuldade para conseguir surfar alguma onda e estava abaixo de Chloé, até que, nos minutos finais, uma onda despontou no outside e a brasileira deixou passar porque estava posicionada numa parte muito difícil para o drop.
Mais abaixo, a peruana viu a chance de ouro aparecer e não pensou duas vezes. Maria Fernanda Reyes foi para o tudo ou nada e deixou o clima dramático em Punta de Lobos.
Mesmo sem ainda ter surfado uma onda sequer, a peruana precisava de 6.67 para virar. Para desespero da torcida brasileira, a locução anunciou a nota 7.50 e Chloé passou a buscar outra onda para reverter a situação, mas ela não veio e a medalha de ouro ficou com Reyes, que havia perdido para a brasileira na final do Pan de Lima, no Peru.

Chloé Calmon sofre derrota dramática no Long feminino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport
No Shortboard masculino, o peruano Lucca Mesinas e o venezuelano Francisco Bellorin travaram uma boa batalha pela vaga olímpica e o ouro no Pan.
Melhor para Lucca, que botou pressão no venezuelano com notas 7.33 e 5.83 nas duas primeiras ondas. Bellorin ainda tentou buscar a virada com um surf bem consistentes nas pesadas esquerdas de Punta de Lobos, mas encontrou as seções que precisava para arrancar mais pontos dos juízes e saiu da água com 5.43 e 3.67.
A outra vaga nas Olimpíadas ficou com a canadense Sanoa Olin, que decidiu a classificação com a costa-riquenha Leilani McGonagle antes mesmo da grande final do Pan, já que a outra finalista, Tatiana Weston-Webb, tinha vaga garantida pelo ranking da WSL.
Apontada com favorita, Leilani não se encontrou nas difíceis condições do mar e viu Sanoa vencer a batalha com 5.50 e 4.50, contra apenas 2.50 e 1.70 da costa-riquenha.

Sanoa Olin garante vaga histórica para o Canadá no surfe e fica com a prata na final com Tati Weston-Webb. Foto: ISA / Pablo Franco
Com a missão cumprida, Sanoa ainda tentou a medalha de ouro na final com Tatiana Weston-Webb. O duelo foi equilibrado e a canadense chegou a liderar com 5.30 e 4.83, mas a brasileira, que até então tinha 5.00 pontos na melhor onda, aplicou um golpe fatal ao arrancar 7.33 dos juízes.
Foi a segunda medalha de ouro de Tati Weston-Webb na temporada. Este ano, ela foi coroada campeã do ISA Games em La Bocana, El Salvador, no início de junho.
Nas provas de SUP Race, o Brasil ficou fora dos pódios. Entre os homens, o havaiano Connor Baxter confirmou o favorismo e garantiu o ouro para os Estados Unidos. O brasileiro David Leão foi o quarto, atrás ainda do peruano Itzel Delgado e do argentino Santino Basaldella.
No SUP Race feminino, a brasileira Lena Ribeiro foi em busca do bicampeonato do Pan, mas não teve o desempenho esperado e acabou em sexto lugar. Melhor para a norte-americana Candice Appleby, com Jennifer Kalmbach, da Costa Rica, em segundo, e a porto-riquenha Mariecarmen Rivera em terceiro.

Aline Adisaka é prata no SUP Surf feminino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport
Resultados do surfe nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023
Shortboard masculino
1 Lucca Mesinas (Per)
2 Francisco Bellorin (Ven)
3 Miguel Tudela (Per)
Shortboard feminino
1 Tatiana Weston-Webb (Bra)
2 Sanoa Olin (Can)
3 Leilani McGonagle (Cri)
Longboard masculino
1 Piccolo Clemente (Per)
2 Rafael Cortéz (Chi)
3 Carlos Bahia (Bra)
Longboard feminino
1 Maria Fernanda Reyes (Per)
2 Chloé Calmon (Bra)
3 Lia Reyes Dias (Cri)
SUP Surf Masculino
1 Zane Schweitzer (EUA)
2 Luiz Diniz (Bra)
3 Finn Spencer (Can)
SUP Surf Feminino
1 Isabella Gomez (Col)
2 Aline Adisaka (Bra)
3 Vania Torres (Per)
SUP Race masculino
1 Connor Baxter (EUA) 00:12:49,9
2 Itzel Delgado (Per) 00:13:25,2
3 Santino Basaldella (Arg) 00:13:59,4
4 David Leão (Bra) 00:15:19,2
5 Ricardo Avila (Pri) 00:15:51,8
6 Carlo Camacho (Crc) 00:17:42,9
7 Mike Darbyshire (Can) 00:19:53,9
8 Lukas Rodriguez (Uru) 00:20:11,6
9 José Ponce (Chi) 00:22:01,9
Edonays Caballero (Pan) – Desqualificado
SUP Race Feminino
1 Candice Appleby (EUA) 00:15:24,9
2 Jennifer Kalmbach (Crc) 00:15:47,8
3 Mariecarmen Rivera (Pri) 00:16:36,4
4 Sofia Finer (Mex) 00:17:28,3
5 Juliana Gonzalez (Arg) 00:18:14,6
6 Lena Ribeiro (Bra) 00:18:43,5
7 Giannisa Vecco (Per) 00:19:00,9
8 Stephanie Bodden (Pan) 00:19:56,0
9 Lina Augaitis (Can) 00:20:09,0
10 Carla Pérez (Chi) 00:20:50,1
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Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan


Cassio Amorim
18/10/2023 às 16:59
CazéTv ?? Não esperava por essa… rsrsrs… Pensei que ele só passava futebol! Torço demais pela Silvana, mulé bruta da zorra no surfe, nunca alivia e tá sempre se destacando. Merecia pelo menos participar de uma olimpiadas, pra ficar mais essa no seu extenso curriculo. #GoSil