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WSL e Banco do Brasil firmam novo acordo de três anos
Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema.
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Alexandre Aquino
Acordo entre WSL e Banco do Brasil é renovado por mais três temporadas e inclui o patrocínio ao Challenger Series e ao CT em Saquarema, fortalecendo o esporte, a inclusão e o legado da Brazilian Storm. Foto: WSL / Aleko Stergiou
A WSL anunciou nesta semana a renovação de sua histórica parceria com o Banco do Brasil por mais três temporadas. A instituição financeira seguirá investindo na modalidade para fortalecer seu papel no esporte mais vitorioso da última década no país e apoiar a sucessão da Brazilian Storm. Além disso, a partir de agora, a etapa brasileira do Challenger Series (CS) passará a se chamar Banco do Brasil Saquarema Pro, apresentado por Corona Cero.
A renovação também garante a continuidade do patrocínio para o Vivo Rio Pro, etapa do Championship Tour (CT). No ano passado, o BB se destacou na Vila dos Patrocinadores, oferecendo atrações como tirolesa – uma das favoritas do público -, além de shows musicais no palco ‘BB Som e Surfe’, aulas de ginástica funcional, sala de e-Sports e um mezanino com vista para a competição.
Há mais de 30 anos apoiando equipes, atletas, projetos sociais e fomentando o esporte brasileiro, o Banco do Brasil tornou-se parceiro da WSL também para apostar na nova geração do surfe nacional. Além dessas ações, o Banco seguirá investindo diretamente na carreira de surfistas como Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb, Tainá Hinckel e Silvana Lima.

Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil (à esq.), e Ivan Martinho, presidente da WSL, na América Latina; Crédito: WSL / Fernando Santos
O Circuito Banco do Brasil de Surfe é outro pilar essencial dessa parceria. Além do Qualifying Series (QS) já realizado em São Sebastião, outras quatro edições estão previstas no calendário do surfe sul-americano deste ano. Ao final do vínculo contratual, em 2027, terão sido realizadas 28 edições desde o início da competição, em 2022.
Mais que um campeonato, o circuito carrega valores como fomento à modalidade, oportunidade de acesso para surfistas de todo o país, sustentabilidade, bem-estar, inclusão social e equidade de gênero, concedendo premiações iguais para homens e mulheres.
Outro destaque está no impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região.
Apenas na última etapa, em Maresias, foram gerados mais de 200 postos de trabalho, com a população local participando das montagens e desmontagens das estruturas.

Um dos destaques do Circuito Banco do Brasil de Surfe é o impacto positivo gerado nas comunidades locais, com atividades gratuitas e atrações que movimentam a economia da região. Foto: WSL / Aleko Stergiou
Indiretamente, o turismo também é impulsionado, com maior taxa de ocupação de hotéis e o aumento de consumo em bares, restaurantes e demais comércios locais.
“O Circuito Banco do Brasil de Surfe é o maior campeonato de surfe da atualidade no Brasil e na América Latina, dando oportunidade para os surfistas competirem em diversas localidades da costa brasileira também gerando entretenimento para o público e trazendo um legado importante para os locais onde passa com ações ambientais e sociais importantes. É uma competição que apoia o esporte, mas que traz consigo uma série de benefícios e valores que vão muito além”, afirma Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.
“O Banco do Brasil tem orgulho de ser fã e apoiador do esporte brasileiro há mais de 30 anos e o Circuito Banco do Brasil de Surfe reforça o compromisso com essa história. O surfe é uma modalidade que conversa com nossa estratégia de Marca e ao fomentarmos essa competição impulsionamos o surgimento de novos talentos e fortalecemos a conexão com um público engajado com esporte e cultura mas que também se preocupa com sustentabilidade, como com a preservação dos oceanos e das praias”, acrescenta Maurício Toledo, gerente executivo de Promoção e Patrocínio do Banco do Brasil.

Espetáculo da Esquadrilha CEU durante a etapa na Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: WSL Brasil / Aleko Stergiou
Oportunidade para os atletas e estrutura de primeira
Disputado por surfistas de todas as gerações, o Circuito Banco do Brasil de Surfe realizou 14 etapas desde o seu início, em 2022. Foram nove cidades visitadas, sendo oito nas três regiões que compõem a costa litorânea brasileira: Garopaba (SC), Salvador (BA), Ubatuba (SP), Saquarema (RJ), São Sebastião (SP), Torres (RS), Marechal Deodoro (AL) e Natal (RN), além de uma etapa inédita e histórica em Itupeva (SP), no interior de São Paulo, quando pela primeira vez na América Latina foi feito um evento em uma piscina de ondas artificiais.
Ao todo, foram 1.624 inscrições e 278 novos surfistas competindo profissionalmente pela primeira vez. O predomínio brasileiro é evidente, com 606 participantes nacionais, entre homens e mulheres. Além disso, outras 14 nacionalidades também vieram ao Brasil para competir: África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, Equador, Estados Unidos, Itália, México, Peru, Polônia, Porto Rico, Uruguai, Suécia e Venezuela.

Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora de etapas do Circuito Banco do Brasil, com quatro títulos na sua prateleira. Foto: WSL / Aleko Stergiou
O Circuito Banco do Brasil consagrou 20 campeões com ao menos uma etapa. A jovem Laura Raupp, de 19 anos, é a maior vencedora, com quatro títulos na sua prateleira.
Outro dado curioso tem sido o aumento no número de inscrições de atletas ano após ano, o que demonstra o sucesso e a boa aceitação da competição. Em 2022, em sua primeira temporada, foram 346 inscritos. Em 2023, já com cinco edições, houve 553, enquanto em 2024, o número subiu para 565. Em 2025, a competição já recebeu 160 inscrições apenas para a primeira etapa.
Grande parte do sucesso se deve a estrutura oferecida para fãs, atletas e staff, a melhor e maior de um QS pelo mundo e, muitas vezes, podendo até comparada e se sobressaindo em relação a algumas etapas do CS ou CT. O Circuito Banco do Brasil de Surfe conta com diversas áreas: VIP, sala WSL, que recebe executivos e convidados, Lounge Atletas, espaço para fisioterapia dos surfistas, Sala BB, Sala de Transmissão, Palco Sunset Espaço BB, que conta com área kids, lojistas BB, WSL Store e ONGs.

Luana Soares rasgou elogios à estrutura da etapa em Maresias. Foto: WSL / Aleko Stergiou
Este ano, em São Sebastião, na Praia de Maresias, Luana Soares, que competiu no LQS 1,000 e terminou com o título sul-americano feminino de Longboard, não escondeu a satisfação com a infraestrutura durante entrevista: “A WSL chega com tudo aqui com essa estrutura bizarra, área dos atletas, comidinha boa, conforto. Um lugar muito bom, que tem altas ondas. Obrigado a WSL e a todos os envolvidos”, elogiou.
Para 2025, estão previstas cinco etapas. Além da prova de abertura, em São Sebastião, visto como o maior evento de surfe da história do litoral paulista e que valeu 6.000 pontos para o ranking da WSL South America, outros três eventos QS 4000 já estão confirmados: entre os dias 21 e 25 de maio será a vez de Natal (RN).
Depois, em agosto, haverá outra etapa entre os dias 21 e 24 ainda sem local definido. Na sequência, Imbituba (SC) recebe a competição entre 17 e 21 de setembro. O calendário também prevê um QS 2000, que ainda não teve o seu local revelado.
Uma curiosidade é que deste ano até o fim do contrato, o Circuito Banco do Brasil de Surfe vai oferecer um aumento na pontuação no ranking do QS em comparação a anos anteriores. O que era QS 5,000, 3,000 e 1,000 agora são QS 6,000, 4,000 e 2,000. Com isso, apenas em 2025, serão 20 mil pontos em disputa para o ranking sul-americano da WSL.

As etapas do Circuito Banco do Brasil também promovem diversas ações socioambientais. Foto: WSL / Christian Bender
Ações ambientais e sociais
Por onde passam, as etapas também promovem diversas ações socioambientais. Apenas em 2024, mais de 3.700 pessoas estiveram envolvidas nas ações ASG. Entre elas está o plantio de mudas nativas, que ajudam a preservar a vegetação oriunda das praias. Também é realizado o upcycling com as lonas da estrutura do campeonato, a fim de transformá-las em algum item de surfe (quilha e raspador) para doação a projetos sociais locais do esporte.
Outra medida importante é a neutralização da emissão de gases de efeito estufa, com a compra de créditos para compensação de carbono com rastreabilidade e certificados. A gestão de resíduos produzidos no evento, com coleta seletiva, dando destino certo para cada tipo de resíduo, seja ele reciclável ou orgânico, também se faz presente em todas as etapas, deixando que pouco lixo tenha como destino os aterros. Em 2024, mais de 100 quilos de lixo foram recolhidos das praias, 1,8 tonelada de resíduos foram reaproveitados e aproximadamente 1,4 toneladas de resíduos recicláveis foram coletados.
Já entre as ações sociais está o apoio da organização a ONGs ou cooperativas locais. No ano passado, 35 ONGs estiveram envolvidas nos eventos realizados pelo Brasil. Além disso, no ano passado, entre os diversos projetos, a liga promoveu uma ação que começou após o fim da etapa de São Sebastião e terminou em Natal, envolvendo a Flor da Kantuta, uma iniciativa de mulheres imigrantes bolivianas, que costuraram manualmente 200 necessaires, utilizadas posteriormente para montagens de kits de higiene pessoal, que acabaram distribuídos e atenderam 151 famílias em situação de rua. Há ainda o ‘Novas Ondas’, programa que fomenta a modalidade, conecta a população local com o surfe e inspira novas gerações. O projeto promove a interação entre crianças com surfistas da nova geração, atletas locais, membros do squad BB e ídolos do esporte.
Cultura
A conexão entre esporte e arte também é outra característica clássica e demonstrada nos lançamentos dos posters que abrem a temporada do Circuito Banco do Brasil. Em 2022, na primeira edição, o material foi desenvolvido pelo artista de surf art Tom Veiga. Já em 2023, pela primeira vez na história do surfe, uma arte de circuito, desenvolvida pelo estúdio NAIPE, foi feita sendo utilizada uma inteligência artificial.
Nos anos seguintes, oportunidades para dois artistas brasileiros brilharem: em 2024 coube a multiartista Nazura, conhecida por seus murais e ilustrações que visa desconstruir a narrativa de violência que recai em pessoas negras, a missão de fazer o pôster; já neste ano, o pernambucano Bacaro Borges emprestou seu talento e aplicou a xilogravura colocando aspectos regionais marcantes da paisagem nordestina, como cactos e pássaros, além de passar a mensagem características do campeonato, que é a revelação de novos talentos.
Diversão garantida
Uma das principais características dos eventos é proporcionar ao público bom entretenimento. Na última etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, em Maresias, por exemplo, dois shows foram colocados à disposição do público: o do artista internacional e surfista influente, Donavon Frankenreiter, que teve a arrecadação líquida da bilheteria doada para o Fundo Social de São Sebastião, e do rapper brasileiro Gabriel Pensador.
Além disso, costumeiramente, as etapas reservam um espaço na praia dedicado para a ativação de patrocinadores e outras atividades gratuitas e o BB participa ativamente seja no QS, no CS ou no CT. Aulas de surfe com monitores especializados para diferentes níveis, empréstimo de pranchas com monitoria e até reparos rápidos de pranchas para atletas e moradores locais, quadras para a prática de futevôlei, beach tennis e vôlei de praia, além de aulas funcionais e yoga são algumas das opções a depender do evento.
Outra aparição constante são as clínicas de altinha, com o objetivo de desenvolver as habilidades com a bola nos pés. Uma “área kids”, com oficinas de massinhas de modelar e pintura também costuma ser oferecido. As ativações no CT e CS como a tirolesa, escalada, surf jump e game box também são marcas registradas e da grandeza para a marca do BB nos eventos. Além disso, clientes BB com cartões Ourocard têm benefícios exclusivos, como descontos na aquisição de produtos e acesso a filas exclusivas.
Com todos esses benefícios, o acordo WSL e BB segue escrevendo os seus capítulos na história da modalidade, transformando-se em uma das principais e mais bem-sucedidas parcerias já realizadas na história do esporte no país, não só cuidando para garantir que a sucessão da Brazilian Storm esteja assegurada, mas também deixando um legado ambiental, social e econômico pelos lugares onde passa e exercendo papel importante no desenvolvimento da sociedade brasileira.
Sobre a WSL
A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.
Brasil
Charles Medina no Fala Papah!
Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.
Publicado
1 semana atrásem
28/05/2026Por
aos-midia
Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação
O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.
Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.
A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.
Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.
Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.
Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.
O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.
Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.
O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.
Brasil
Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.
Publicado
2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.
Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack
Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.
Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha
No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.
Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha
No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.
Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.
Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha
No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.
Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha
Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.
As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Resultados finais
Sub 18 masculino
- John Muller (Guarujá)
- Kalani Robles (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
- Nicolas Pereira (Ceará)
Sub 16 masculino
- Nicolas Pereira (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Keoni Renno (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
Sub 14 masculino
- Lucas Peixoto (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Matheus Jhones (Guarujá)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 12 masculino
- Ruda Nascimento (Bahia)
- Fernando Medina (Praia Grande)
- Thomas Monteiro (São Sebastião)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 18 feminino
- Julia Stefani (Praia Grande)
- Luiza Savoi (Ubatuba)
- Maeva Guastala (Ubatuba)
- Carol Bastides (Praia Grande)
Sub 16 feminino
- Carol Bastides (Praia Grande)
- Alexia de Oliveira
- Giovanna Rocha (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
Sub 14 feminino
- Alexia de Oliveira
- Maria Clara (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
- Catarina Kobayashi (Ubatuba)
Sub 12 feminino
- Maria Clara (Guarujá)
- Laura de Souza (Santos)
- Fernanda Pina (Santos)
- Nayma Mathey (Ubatuba)

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha
Ranking por cidades
- Ubatuba — 7680 pontos
- Guarujá — 6920 pontos
- Praia Grande — 5520 pontos
- Santos — 5198 pontos
- São Sebastião — 4786 pontos
- São Paulo — 2425 pontos
- Bertioga — 2240 pontos
- Mongaguá — 1795 pontos
- Itanhaém — 1590 pontos
- Caraguatatuba — 1480 pontos
- Peruíbe — 1090 pontos
- São Vicente — 610 pontos
- Ilhabela — 360 pontos

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha
Bodyboard
Thomas Rovira sofre acidente durante o Itacoatiara Pro
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Comunidade do bodyboard se mobiliza pela recuperação do atleta colombiano.
Publicado
2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Foto: Arquivo pessoal
A comunidade do bodyboard vem se mobilizando em apoio ao atleta colombiano Thomas Rovira, que sofreu um grave acidente durante o Itacoatiara Pro, tradicional etapa do circuito mundial realizada em Itacoatiara, em Niterói (RJ).
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após relatos publicados pelo atleta Thiago Jatobá e pela namorada de Thomas, Luiza. Segundo as informações divulgadas, o bodyboarder sofreu uma grave lesão na coluna após um acidente enquanto saía do mar em condições pesadas durante o campeonato.

Itacoatiara possui algumas das ondas mais pesadas do Brasil. Foto: Divulgação Itacoatiara Pro
Thomas precisou passar por uma cirurgia de descompressão da medula. Em nota enviada pelo Hospital Estadual Azevedo Lima, a unidade informou que o procedimento ocorreu sem intercorrências e que o estado de saúde do atleta é estável.
O Itacoatiara Pro é considerado um dos eventos mais tradicionais e importantes do bodyboard mundial. A competição reúne atletas de diversos países e é reconhecida internacionalmente pelas condições desafiadoras das ondas de Itacoatiara.
O organizador do evento, Giuliano Lara, publicou um vídeo atualizando o estado de saúde de Thomas e reforçando que o atleta vem recebendo acompanhamento e apoio.
“Espero que todos estejam bem, como muitos de vocês já devem saber, o atleta profissional de bodyboard da Colômbia, Thomas Rovira, sofreu um acidente aqui no último sábado. Nós acompanhamos todo o atendimento e estamos em contato constante com a equipe do Hospital Estadual Azevedo Lima. Eu já estive lá com a família, ele está bem, precisou passar por uma cirurgia sim, mas correu tudo bem, ele está lúcido, confiante e já está recebendo visitas”, afirmou Giuliano Lara.

Thomas durante o evento deste ano. Foto: Arquivo pessoal
O organizador também destacou que parceiros do evento disponibilizaram suporte médico especializado para ajudar na recuperação do atleta.
“A gente conseguiu, com os nossos parceiros, um médico especialista em coluna e fisioterapia para a total recuperação do Thomas, para que, em breve, ele possa estar surfando aqui com a gente. É claro que boas vibrações e orações são sempre muito bem-vindas”, completou.
Thomas mora no Brasil há cerca de um ano. O atleta colombiano veio ao país inicialmente para competir no Itacoatiara Pro do ano passado, mas acabou se apaixonando pelo Brasil e decidiu permanecer no país.

O colombiano conheceu Niterói há um ano e se apaixonou pelo lugar. Foto: Arquivo pessoal
Atualmente, uma campanha de arrecadação vem sendo compartilhada nas redes sociais para ajudar nos custos da recuperação do atleta. Segundo Luiza, namorada de Thomas, os gastos com medicamentos, transporte, fisioterapia e recuperação ainda são indefinidos.
Quem quiser ajudar pode contribuir através da vakinha online criada para apoiar o atleta colombiano durante o processo de recuperação.
Clique aqui para acessar o link da vakinha
📩 Chave PIX:
6140790@vakinha.com.br
Amigos, atletas e integrantes da comunidade do bodyboard seguem mobilizados em uma grande corrente de apoio e solidariedade por Thomas Rovira.
Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

