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Hang Loose Surf Attack divulga baterias da etapa em Guarujá (SP)

Etapa de abertura do Hang Loose Surf Attack 2025 acontece entre 13 e 15 de junho na Praia do Tombo, Guarujá. Veja as baterias.

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Praia do Tombo, no Guarujá (SP), recebe a abertura do Hang Loose Surf Attack 2025. Foto: Munir El Hage

Praia do Tombo, no Guarujá (SP), recebe a abertura do Hang Loose Surf Attack 2025. Foto: Munir El Hage

A organização do Hang Loose Surf Attack 2025 confirmou que a primeira etapa do circuito será realizada entre os dias 13 e 15 de junho, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP). A definição foi feita após o encerramento do prazo de pagamento das inscrições, o que viabilizou a consolidação do cronograma.

A relação oficial de baterias já está disponível e pode ser acessada em formato PDF no link abaixo.

Clique aqui para ver as baterias

As disputas acontecerão nas categorias Sub 12, Sub 14, Sub 16 e Sub 18, tanto no masculino quanto no feminino. As baterias foram organizadas com base na lista de atletas que efetivaram o pagamento dentro do prazo estipulado pela organização. A ordem das baterias e os critérios de julgamento seguem as normas estabelecidas no regulamento oficial do circuito.

A categoria Masculino Sub-16 se destacou como a mais concorrida desta etapa, reunindo o maior número de atletas inscritos entre todas as divisões. Com 12 baterias no round 1, o alto volume de competidores reforça a força da nova geração do surfe brasileiro nesta faixa etária e justifica a necessidade de uma estrutura robusta para acomodar o cronograma da competição ao longo dos três dias de evento.

Campeões da base em peso no Tombo

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2025 contará com a participação de vários destaques do último Campeonato Brasileiro de Base da CBSurf.

Na Sub-14 masculina, o campeão brasileiro Vini Palma, o terceiro colocado Phellipe Silva e o quarto colocado Matheus Jhones estão entre os inscritos — este último também competirá na Sub-12, onde foi vice-campeão nacional. Na Sub-12, também estão confirmados o campeão Narciso Inacio e o terceiro colocado Rafael Miranda, reforçando ainda mais o alto nível técnico da nova geração.

No feminino, a vice-campeã brasileira da Sub-16, Maria Clara, está escalada na Sub-14, e a terceira colocada da Sub-12, Hanna Prado, também participará da competição. Esses nomes ajudam a elevar o patamar do evento, que se consolida como uma das principais vitrines para o surfe de base no Brasil.

Premiação

Cada etapa distribui R$ 16.200,00 em prêmios em dinheiro, com exceção da categoria Sub 12. Os campeões gerais do circuito também recebem passagens aéreas e kits completos da Hang Loose.

Patrocínio e apoio

O circuito tem patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, referência mundial em parafina de alta performance. A realização da primeira etapa conta com apoio da Associação de Surf do Guarujá.

Hospedagem recomendada – Praia do Tombo

Para facilitar a estadia de atletas e acompanhantes durante a 1ª etapa do Hang Loose Surf Attack, a organização do evento indica algumas opções de hospedagem próximas à Praia do Tombo, com preços especiais para os participantes:

  • Senses Praia Hotel
    Telefone: (13) 3344-9200 / WhatsApp: (13) 98188-8700

  • Tombowl
    Contato: Thiago – (11) 97324-4092

  • Reserva do Tombo
    Contato: Renato – (13) 99604-2838

  • Pousada Canto do Forte
    Contato: André – (13) 97413-6930


Regras completas do campeonato

Para conhecer todos os detalhes sobre critérios de participação, obrigações das associações, conduta e estrutura das baterias, acesse o documento oficial:

Clique aqui para baixar o Livro de Regras do Hang Loose Surf Attack 2025 (PDF)

Acompanhe as atualizações

Todas as atualizações, resultados, cronogramas e fotos serão publicados pelo canal AOS Mídia.

Baterias da primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2025

Sub-18 masculina

1 Eduardo Mulford (UBA), Pedro Nascimento (PER), Diogo César (ITA), João Rafael (SC)
2 Davi de Souza (UBA), Miguel Gomes (UBA), Lucas Sartori (GUA), Felipe Homsi (PB)
3 Brian Almeida (GUA), Guilherme Noé (ITA), Noah Reina (SSB), Levi Silva (PB)
4 João Vitor (SSB), Daniel Facchini (CAR), Anderson Junior (GUA), Bento Peixoto (UBA)
5 Ian Sato (GSP), Alex Ribeiro (GUA), Paulo Alves (PGD), Luigi Wengrover (RS)
6 Murillo Castelan (PER), Nathan Felício (SAN), Gabriel Yagi (PGD), Miguel Ferraz (UBA)

Sub-16 masculina

1 Anderson Junior (GUA), João Vitor (SSB), Leonardo Jeski (ITA), Thiago Caldeira (GUA)
2 Miguel Ferraz (UBA), Enrico Malhado (SC), Miguel Yamin (PER), Phellype Silva (CE)
3 Levi Silva (PB), Daniel Facchini (CAR), Marcos Vinicius (MON), Felipe Homsi (PB)
4 Brian Almeida (GUA), Enzo Vallentin (PGD), Lucas Sartori (GUA), Kailani Renno (UBA)
5 Eduardo Mulford (UBA), Felipe Gandolfi (GUA), Gabriel Yagi (PGD), Keoni Renno (UBA)
6 Davi de Souza (UBA), Kauã Luz (SSB), Marcelo Gobetti (PER), Enzo Velasquez (SC)
7 Guilherme Noé (ITA), Noah Reina (SSB), Wagner Lima (SAN), Numa Liory (BA)
8 Diogo César (ITA), André Mei (SSB), Lucas Maia (GUA), Pedro Canonico (UBA)
9 Vini Palma (PGD), Bento Peixoto (UBA), Bruno Rodrigues (GUA), Igor Faria (SSB)
10 Izau Signorini (SVI), João Miguel (MON), Enzo Carneiro (GSP), Petrus Dantas (RJ)
11 Nathan Felício (SAN), Lucca Conte (SAN), Derek Queiroz (GUA), Nicolas Pereira da Silva (CE)
12 Gabriel Brasil (SAN), Léo Yagi (PGD), Théo Baladi (SSB), Lorenzo de Souza (RS)

Sub-14 masculina

1 Théo Kogachi (GUA), Felipe Gandolfi (GUA), Lucas Maia (GUA), Lucas Leal (SC)
2 Léo Yagi (PGD), Bernardo Pires (PGD), Enzo Monteiro (MON), Lorenzo de Souza (RS)
3 Théo Baladi (SSB), Daniel Facchini (CAR), Heitor Simeoni (GUA), Caique Azzi (GUA)
4 Izau Signorini (SVI), Lucca Conte (SAN), Kauã Luz (SSB), Numa Liory (BA)
5 Vini Palma (PGD), Gabriel Brasil (SAN), João Miguel (MON), Miguel Buffoni (GUA)
6 Kaipo Tomazzi (UBA), Renato Lara (SSB), Raoni Rodrigues (SE), Nicolas Pereira da Silva (CE)
7 João Miguel (MON), Gael Della Bella (ITA), Raoni Rodrigues (SE), Nicolas Pereira da Silva (CE)
8 Matheus Jhones (GUA), Cauê Butori (SSB), Kauizinho (GSP), Lucas Velazquez (SC)

Sub-12 masculina – Round 1

1 Cauê Butori (SSB), Otávio Maia (GUA), Samuel Cerri (MON)
2 Kaipo Tomazzi (UBA), Murilo Bender (PGD), Nelson Nagata (UBA), Lorenzo Abreu (RJ)
3 Samuel Martinez (MON), Kauai Kuga (SSB), Ian Mariano (GUA), Davi Lucca (BA)
4 Bernardo Pires (PGD), Benjamin Maya (ITA), João Pedro (CAR)
5 Matheus Jhones (GUA), Théo Teruel (SAN), Bernardo Galli (SAN)
6 Rafael Miranda (UBA), Raoni Rodrigues (SE), Mykael Lopes (GUA), João Gabriel (BA)
7 Caique Azzi (GUA), Thomaz Monteiro (SSB), João Vitor (GUA), Rafael Acom (SC)
8 Jhimy Costa (CAR), Pedro Canonico (UBA), Benjamin Gonçalves (SAN), Narciso Inácio (RN)

Sub-18 feminina

1 Isabel Meyer (BER), Giuliana Xavier (ITA), Catarina Baragatti (GUA), Lara Brazolin (ITA)
2 Marina Suguimoto (UBA), Duda Rodrigues (GUA), Giovanna Rocha (GUA), Lanai Thompson (RJ)
3 Luiza Savoi (GSP), Lívia Fujiwara (PER), Manu Medeiros (SSB), Rafaela Marins (GUA)

Sub-16 feminina

1 Luiza Savoi (GSP), Marina Suguimoto (UBA), Rafaela Marins (GUA), Clarissa Tasca (RS)
2 Giovanna Rocha (GUA), Isabel Meyer (BER), Lanai Thompson (RJ), Alexia Oliveira (PB)
3 Isabelly Knut (SAN), Mariana Elias (UBA), Maitê Santander (SSB), Izar Mathei (UBA)
4 Manu Medeiros (SSB), Rafaela Americano (SAN), Nalu Carratu (SSB), Alice Lemos (GSP)

Sub-14 feminina

1 Júlia Stefani (PGD), Júlia Sato (MON), Nayara Santos (MON),
2 Isabelly Knut (SAN), Nalu Carratu (SSB), Alexia Oliveira (PB)
3 Manu Medeiros (SSB), Eduarda Stefani (PGD), Kristal D’Ambrósio (UBA), Brisa D’Ambrósio (UBA)
4 Maria Clara (GUA), Rafaela Americano (SAN), Clarissa Tasca (RS)
5 Paula Stefani (PGD), Alice Lemos (GSP), Izar Mathei (UBA)
6 Mariana Elias (UBA), Isabel Meyer (BER), Emanuele Calais (UBA)

Sub-12 feminina

1 Maria Clara (GUA), Allana Medalha (MON), Laura Kanaguziku (PGD)
2 Sofia Bonom (GUA), Laura de Souza (SAN), Gabriela Rigo (UBA)
3 Fernanda Pina (PGD), Joana Costa (UBA), Hanna Prado (PB), Anahi Botelho (BA)

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Competições

Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Bahia

Lapo Coutinho fala sobre o câncer no Fala Papah

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Veja o trecho e a atualização do tratamento.

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Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Foto: Reprodução

Lapo Coutinho abriu o coração em um dos trechos mais impactantes já exibidos no canal Fala Papah. Na conversa, o lendário baiano falou de forma direta e sincera sobre o câncer, os desafios do tratamento e as decisões difíceis que precisou tomar ao longo da jornada.

O momento é marcado por reflexões profundas sobre dor, qualidade de vida, família e espiritualidade. Durante o episódio, Lapo compartilha como estava encarando a evolução da doença no período da gravação e revela quais eram suas prioridades naquele momento delicado.

Entre os pontos mais fortes da conversa, ele destaca que sua principal missão era não sentir dor. A frase resume o estado emocional e físico que vivia naquele instante. Ao longo do trecho, também aborda o impacto do diagnóstico na família, os medos naturais e o esforço para manter serenidade diante da incerteza.

A entrevista não tem caráter médico e não pretende orientar decisões clínicas. Trata-se do relato pessoal de Lapo Coutinho sobre sua própria experiência. É um registro honesto de um momento específico de sua trajetória.

Após a gravação do episódio, Lapo optou por iniciar tratamento com quimioterapia diante da evolução do quadro. A atualização reforça que decisões relacionadas ao câncer são complexas e podem mudar conforme o acompanhamento médico e o avanço da doença.

O corte publicado no canal Fala Papah destaca a dimensão humana da história. Mais do que discutir procedimentos, o vídeo apresenta uma reflexão sobre coragem, fé e enfrentamento.

O trecho completo está disponível no YouTube do Fala Papah e integra um dos episódios mais assistidos do canal, que tem se consolidado como espaço para conversas profundas dentro do universo do surfe e além dele.

Assista ao vídeo e acompanhe outras entrevistas no canal:

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Brasil

Por que Fábio Silva abandonou a elite mundial do surfe

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT e fala sobre saúde, família e o Titanzinho.

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Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT em 1997 e fala sobre saúde, família e sua origem no Titanzinho. Foto: Reprodução.

O novo episódio do podcast Fala Papah, já disponível no YouTube, traz um dos relatos mais emblemáticos e humanos da história do surfe brasileiro. Cria da comunidade do Titanzinho, em Fortaleza, o cearense Fábio Silva revisita sua trajetória no esporte, marcada por talento, ascensão precoce, decisões difíceis e desafios que extrapolaram as competições.

Nos anos 1990, Fábio foi apontado como uma das grandes promessas do surfe nacional. Campeão brasileiro nas categorias de base, vice campeão brasileiro profissional em 1996 e vencedor de uma etapa do WQS na França em 1997, ele conquistou vaga na elite mundial naquele mesmo ano. Em sua temporada de estreia no WCT, figurava entre os 44 melhores surfistas do planeta e ocupava a 38ª colocação após cinco etapas disputadas.

Foi nesse contexto que Fábio surpreendeu o surfe brasileiro ao abandonar o circuito mundial em julho de 1997. À época, o surfista explicou que o desgaste das viagens constantes, a distância da família, o nascimento da filha, a dificuldade com o idioma inglês e o desejo de retomar os estudos pesaram na decisão. Ele renegociou contratos e optou por seguir competindo nos circuitos nacionais.

No episódio do Fala Papah, gravado em dezembro de 2025 nas ruas do Titanzinho, em frente ao mar que moldou sua história, Fábio revisita essa escolha com maturidade. Ele reflete sobre como aquela decisão, tomada em um contexto diferente, hoje pode ser compreendida à luz de temas que ganharam força no esporte, como saúde mental, bem estar e identidade.

No podcast, Fábio revela um detalhe pouco conhecido daquele momento. Ele chegou a embarcar para a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, uma das mais tradicionais do circuito mundial. A decisão de abandonar a elite, porém, foi tomada ainda durante a viagem.

Sozinho, sem dominar o inglês, pressionado pelo ambiente do circuito e emocionalmente fragilizado, Fábio desembarcou no aeroporto de Johannesburgo e optou por retornar ao Brasil antes mesmo de seguir para a praia. Ele não chegou a competir nem a entrar no mar. A escolha foi feita ainda no avião, na ida, em um momento silencioso e decisivo da sua carreira.

Um episódio que ajuda a entender o peso psicológico enfrentado por atletas em uma época em que temas como saúde mental, acolhimento e adaptação cultural praticamente não existiam no esporte de alto rendimento.

Além da carreira esportiva, Fábio fala abertamente sobre os obstáculos enfrentados fora da água. De origem humilde, criado em uma comunidade periférica, ele precisou lidar com dificuldades financeiras, limitações estruturais e preconceito por ser nordestino, mesmo após alcançar reconhecimento internacional.

O episódio também aborda momentos delicados de saúde. Fábio relembra a trombose venosa sofrida em 2015, inicialmente confundida com um AVC, que causou paralisia temporária do lado esquerdo do corpo. Após tratamento e fisioterapia intensa, conseguiu se recuperar sem sequelas. Cerca de dez anos depois, em 2025, voltou a enfrentar um novo quadro de trombose, desta vez nas pernas e nos pés, após uma longa viagem de ônibus do Sergipe ao Ceará, o que motivou uma grande mobilização de apoio no meio do surfe.

Mesmo diante de tantas dificuldades, Fábio segue ligado ao surfe e à sua comunidade, mantendo uma escolinha no Titanzinho sempre que as condições físicas permitem. Humilde, simples e extremamente querido, ele representa uma geração e uma história que ajudam a entender o surfe brasileiro para além de títulos e rankings.

O episódio completo do Fala Papah com Fábio Silva está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts.

Veja mais episódios do Fala Papah!

Episódio 5 – Lapo Coutinho

Episódio 4 – Filipe Toledo

Episódio 3 – Silvana Lima

Episódio 2 – Jessé Mendes

Episódio 1 – Uri Valadão

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