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Baterias e cronograma do Hang Loose Surf Attack em Maresias

Divulgadas as baterias e o cronograma da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2025, que acontece nos dias 29 e 30 de novembro em Maresias.

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Ondas perfeitas com swell de sul na Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Aleko Stergiou

Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe a decisão do Hang Loose Surf Attack 2025. Foto: Aleko Stergiou

Foram divulgadas oficialmente as baterias e o cronograma previsto para a etapa final do Hang Loose Surf Attack 2025, que acontece nos dias 29 e 30 de novembro na Praia de Maresias, em São Sebastião. O circuito de base mais tradicional do país chega ao seu momento decisivo após as etapas no Guarujá e em Ubatuba, reunindo novamente a nova geração do surfe paulista em um dos picos mais clássicos do estado. A expectativa é de confrontos equilibrados e disputas abertas pela liderança nas categorias.

Com o anúncio das baterias, o ambiente entre atletas, famílias e equipes técnicas ganha ainda mais intensidade. Bryan Almeida chega à decisão na liderança do Sub 18 masculino, enquanto Kailani Renno lidera o Sub 16, Vini Palma é o primeiro colocado no Sub 14 e Rafael Miranda aparece na ponta do Sub 12. No feminino, o ranking é liderado por Luiza Savoi no Sub 18, Manu Medeiros no Sub 16 e no Sub 14 e Joana Costa no Sub 12. Ubatuba também aparece na liderança entre as associações, somando 1.860 pontos antes da etapa final.

A última parada da temporada conta com patrocínio da Hang Loose e apoio da FU-WAX, além da participação de entidades e instituições envolvidas na realização do evento, como ASM, ASSS, Sthill, Pousada Maréatoa, Prefeitura de São Sebastião, Secretaria de Esportes e selos oficiais do município. A AOS Mídia também integra a comunicação oficial do campeonato.

A seguir, todas as baterias do round 1 de cada categoria e o cronograma completo da etapa final do Hang Loose Surf Attack 2025 em Maresias.

Hang Loose Surf Attack 2025(1)

Baterias do round 1

Masculino Sub 18

1 Bryan Almeida (GUA), Vini Palma (PGD), Calebe Simões (UBA)
2 Levi Silva (PB), Bento Peixoto (UBA), André Mei (SSB)
3 Eduardo Mulford (UBA), Kalani Robles (UBA), João Vitor (SSB), Murilo Coura (SSB)

Feminino Sub 18

1 Luiza Savoi (GSP), Catarina Baragatti (GUA), Carol Bastides (PGD)
2 Manu Medeiros (SSB), Marina Suguimoto (UBA), Giovanna Rocha (GUA), Luana Reis (SSB)

Masculino Sub 16

1 Bryan Almeida (GUA), Calebe Simões (UBA), Noah Reina (SSB)
2 Levi Silva (PB), Enzo Carneiro (GSP), Lucas Peixoto (CE)
3 Eduardo Mulford (UBA), Theo Baladi (SSB), João Vitor (SSB)
4 Kalani Robles (UBA), André Mei (SSB), João Vitor (SSB)
5 Nicolas Pereira Silva (CE), Izau Signorini (SVI), Caio Campanella (SSB)
6 Vini Palma (PGD), Bento Peixoto (UBA), Eduardo Motta (SSB)

Feminino Sub 16

1 Manu Medeiros (SSB), Izar Mathei (UBA), Giovanna Rocha (GUA)
2 Alexia Oliveira (RN), Luiza Savoi (GSP), Isabelly Knut (SAN)
3 Marina Suguimoto (UBA), Maite Santander (SSB), Kristal D’Ambrosio (UBA)
4 Clarissa Tasca (RS), Carol Bastides (PGD), Brisa D’Ambrosio (UBA)

Masculino Sub 14

1 Vini Palma (PGD), Kaipo Tomazzi (UBA), Renato Lara (SSB)
2 Matheus Jhones (GUA), Raoni Rodrigues (BER), Thiago Caldeira (GUA)
3 Izau Signorini (SVI), Theo Baladi (SSB), Kauai Kuga (SSB)
4 Nicolas Pereira Silva (CE), Kauã Luz (SSB), Lucas Peixoto (CE), Bernardo Galli (SAN)

Feminino Sub 14

1 Manu Medeiros (SSB), Nalu Carratu (SSB), Izar Mathei (UBA)
2 Alexia Oliveira (RN), Clarissa Tasca (RS), Júlia Sato (MON)
3 Maria Clara (GUA), Isabelly Knut (SAN), Kristal D’Ambrosio (UBA), Brisa D’Ambrosio (UBA)

Masculino Sub 12

1 Rafael Miranda (UBA), João Vitor (GUA), Raoni Rodrigues (BER)
2 Matheus Jhones (GUA), Thomaz Monteiro (SSB), Bernardo Galli (SAN)
3 Cauê Butori (SSB), Tales Messa (PER), Caique Azzi (GUA), Heitor Freitas (SAN)
4 Kaipo Tomazzi (UBA), Kauai Kuga (SSB), Noah Alves (SSB), João Gabriel (SSB)

Feminino Sub 12

Allana Medalha (MON), Maria Clara (GUA), Joana Costa (UBA), Gabriela Rigo (UBA)

Cronograma previsto (sujeito a alterações)

Sábado 29 de novembro

08h00 Masculino Sub 16 Round 1
09h30 Masculino Sub 12 Round 1
10h30 Masculino Sub 18 Round 1
11h15 Feminino Sub 16 Round 1
12h15 Masculino Sub 14 Round 1
13h15 Feminino Sub 14 Round 1
14h00 Feminino Sub 16 Round 2

Domingo 30 de novembro

08h00 Masculino Sub 12 Semifinais
08h30 Feminino Sub 14 Semifinais
09h00 Masculino Sub 14 Semifinais
09h30 Feminino Sub 16 Semifinais
10h00 Masculino Sub 16 Semifinais
10h30 Feminino Sub 18 Semifinais
11h00 Masculino Sub 18 Semifinais
11h30 Feminino Sub 12 Final
11h45 Masculino Sub 12 Final
12h05 Feminino Sub 14 Final
12h25 Masculino Sub 14 Final
12h45 Feminino Sub 16 Final
13h05 Masculino Sub 16 Final
13h25 Feminino Sub 18 Final
13h45 Masculino Sub 18 Final

Mais informações e rankings completos podem ser conferidos no site aosmidia.com.br

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Competições

Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Bahia

Lapo Coutinho fala sobre o câncer no Fala Papah

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Veja o trecho e a atualização do tratamento.

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Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Foto: Reprodução

Lapo Coutinho abriu o coração em um dos trechos mais impactantes já exibidos no canal Fala Papah. Na conversa, o lendário baiano falou de forma direta e sincera sobre o câncer, os desafios do tratamento e as decisões difíceis que precisou tomar ao longo da jornada.

O momento é marcado por reflexões profundas sobre dor, qualidade de vida, família e espiritualidade. Durante o episódio, Lapo compartilha como estava encarando a evolução da doença no período da gravação e revela quais eram suas prioridades naquele momento delicado.

Entre os pontos mais fortes da conversa, ele destaca que sua principal missão era não sentir dor. A frase resume o estado emocional e físico que vivia naquele instante. Ao longo do trecho, também aborda o impacto do diagnóstico na família, os medos naturais e o esforço para manter serenidade diante da incerteza.

A entrevista não tem caráter médico e não pretende orientar decisões clínicas. Trata-se do relato pessoal de Lapo Coutinho sobre sua própria experiência. É um registro honesto de um momento específico de sua trajetória.

Após a gravação do episódio, Lapo optou por iniciar tratamento com quimioterapia diante da evolução do quadro. A atualização reforça que decisões relacionadas ao câncer são complexas e podem mudar conforme o acompanhamento médico e o avanço da doença.

O corte publicado no canal Fala Papah destaca a dimensão humana da história. Mais do que discutir procedimentos, o vídeo apresenta uma reflexão sobre coragem, fé e enfrentamento.

O trecho completo está disponível no YouTube do Fala Papah e integra um dos episódios mais assistidos do canal, que tem se consolidado como espaço para conversas profundas dentro do universo do surfe e além dele.

Assista ao vídeo e acompanhe outras entrevistas no canal:

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Brasil

Por que Fábio Silva abandonou a elite mundial do surfe

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT e fala sobre saúde, família e o Titanzinho.

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Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT em 1997 e fala sobre saúde, família e sua origem no Titanzinho. Foto: Reprodução.

O novo episódio do podcast Fala Papah, já disponível no YouTube, traz um dos relatos mais emblemáticos e humanos da história do surfe brasileiro. Cria da comunidade do Titanzinho, em Fortaleza, o cearense Fábio Silva revisita sua trajetória no esporte, marcada por talento, ascensão precoce, decisões difíceis e desafios que extrapolaram as competições.

Nos anos 1990, Fábio foi apontado como uma das grandes promessas do surfe nacional. Campeão brasileiro nas categorias de base, vice campeão brasileiro profissional em 1996 e vencedor de uma etapa do WQS na França em 1997, ele conquistou vaga na elite mundial naquele mesmo ano. Em sua temporada de estreia no WCT, figurava entre os 44 melhores surfistas do planeta e ocupava a 38ª colocação após cinco etapas disputadas.

Foi nesse contexto que Fábio surpreendeu o surfe brasileiro ao abandonar o circuito mundial em julho de 1997. À época, o surfista explicou que o desgaste das viagens constantes, a distância da família, o nascimento da filha, a dificuldade com o idioma inglês e o desejo de retomar os estudos pesaram na decisão. Ele renegociou contratos e optou por seguir competindo nos circuitos nacionais.

No episódio do Fala Papah, gravado em dezembro de 2025 nas ruas do Titanzinho, em frente ao mar que moldou sua história, Fábio revisita essa escolha com maturidade. Ele reflete sobre como aquela decisão, tomada em um contexto diferente, hoje pode ser compreendida à luz de temas que ganharam força no esporte, como saúde mental, bem estar e identidade.

No podcast, Fábio revela um detalhe pouco conhecido daquele momento. Ele chegou a embarcar para a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, uma das mais tradicionais do circuito mundial. A decisão de abandonar a elite, porém, foi tomada ainda durante a viagem.

Sozinho, sem dominar o inglês, pressionado pelo ambiente do circuito e emocionalmente fragilizado, Fábio desembarcou no aeroporto de Johannesburgo e optou por retornar ao Brasil antes mesmo de seguir para a praia. Ele não chegou a competir nem a entrar no mar. A escolha foi feita ainda no avião, na ida, em um momento silencioso e decisivo da sua carreira.

Um episódio que ajuda a entender o peso psicológico enfrentado por atletas em uma época em que temas como saúde mental, acolhimento e adaptação cultural praticamente não existiam no esporte de alto rendimento.

Além da carreira esportiva, Fábio fala abertamente sobre os obstáculos enfrentados fora da água. De origem humilde, criado em uma comunidade periférica, ele precisou lidar com dificuldades financeiras, limitações estruturais e preconceito por ser nordestino, mesmo após alcançar reconhecimento internacional.

O episódio também aborda momentos delicados de saúde. Fábio relembra a trombose venosa sofrida em 2015, inicialmente confundida com um AVC, que causou paralisia temporária do lado esquerdo do corpo. Após tratamento e fisioterapia intensa, conseguiu se recuperar sem sequelas. Cerca de dez anos depois, em 2025, voltou a enfrentar um novo quadro de trombose, desta vez nas pernas e nos pés, após uma longa viagem de ônibus do Sergipe ao Ceará, o que motivou uma grande mobilização de apoio no meio do surfe.

Mesmo diante de tantas dificuldades, Fábio segue ligado ao surfe e à sua comunidade, mantendo uma escolinha no Titanzinho sempre que as condições físicas permitem. Humilde, simples e extremamente querido, ele representa uma geração e uma história que ajudam a entender o surfe brasileiro para além de títulos e rankings.

O episódio completo do Fala Papah com Fábio Silva está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts.

Veja mais episódios do Fala Papah!

Episódio 5 – Lapo Coutinho

Episódio 4 – Filipe Toledo

Episódio 3 – Silvana Lima

Episódio 2 – Jessé Mendes

Episódio 1 – Uri Valadão

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