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Barra da Tijuca sedia Encontro Nacional de Surf Adaptado

Encontro de Surf Adaptado oferece oficinas esportivas e atividades de integração e lazer para pessoas com deficiência física ou intelectual.

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Encontro Nacional de Surf Adaptado oferece oficinas esportivas e atividades de integração e lazer para pessoas com deficiência física ou intelectual. Foto: Divulgação

Encontro Nacional de Surf Adaptado oferece oficinas esportivas e atividades de integração e lazer para pessoas com deficiência física ou intelectual. Foto: Divulgação

No próximo dia 16, o II Encontro Nacional de Surf Adaptado, evento realizado no quiosque K08, da Praia da Barra da Tijuca (RJ), oferecerá oficinas esportivas e atividades de integração e lazer para pessoas com deficiência física ou intelectual. O objetivo da ação inclusiva é marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado no dia 3 de dezembro.

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Com a participação de cerca de 30 alunos do Praia Acessível, iniciativa realizada no local aos fins de semana para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência à praia, o Encontro Nacional de Surf Adaptado será realizado das 8h às 13h. Durante o evento, algumas vagas serão disponibilizadas ao público para oficinas do esporte adaptado, com o acompanhamento de monitores especializados, a pessoas com deficiência a partir de 6 anos (menores de idade deverão estar acompanhados pelos responsáveis).

Para oferecer comodidade e bem-estar aos participantes, haverá um espaço reservado para a ação, onde serão disponibilizadas cadeiras de rodas anfíbias, esteiras, barracas, tendas e uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais de educação física, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, instrutores e voluntários, responsáveis por garantir que o contato dos participantes com o mar seja com total segurança.

“Temos um compromisso com a diversidade na Ocyan e esse tema também precisa passar por nosso terreno, o mar. Essa parceria buscar fomentar a democratização e acesso da praia, do mar e das ondas também a pessoas com deficiência de forma controlada e com segurança em primeiro lugar, é claro. Apostamos no surf como ferramenta social capaz de transformar vidas, levando atividade física e recreativa a este público, além do contrato com a natureza”, afirma André de Barros, gerente de Comunicação, Responsabilidade Social e Diversidade.

Encontro Nacional de Surf Adaptado oferece oficinas esportivas e atividades de integração e lazer para pessoas com deficiência física ou intelectual. Foto: Divulgação

O objetivo da ação inclusiva é marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado no dia 3 de dezembro. Foto: Divulgação

Duas presenças ilustres e referência do surf adaptado já confirmaram presença – Fernanda Tolomei e Camila Fuchs. Psicóloga e atleta da modalidade, Tolomei coleciona importantes títulos, como a primeira mulher vencedora do Circuito Brasileiro de Surf Adaptado e vencedora em equipe do Circuito Mundial em 2016, na Califórnia.

Já Camila Fuchs é professora de Educação Física e instrutora voluntária do projeto. Ela leva sua trajetória de conquistas e amor ao esporte para diversos alunos e praticantes com deficiência. Fuchs nasceu com má formação na medula e tem mobilidade reduzida. Ela surfa de joelhos (kneeboard) e é um dos grandes nomes do surf adaptado da atualidade.

Serviço:
II Encontro Nacional de Surf Adaptado
Data: 16/12/23
Local: Praia da Barra da Tijuca – Quiosque K08
Horário: 10h às 15h

O Encontro Nacional de Surf Adaptado é um convite da associação Adaptsurf e conta com patrocínio principal da Ocyan, Patrocínio Lyra Navegação e Apoio do Club de Kitesurf/quiosque K08. Organização Kauza Marketing.

A AdaptSurf  

A AdaptSurf é uma associação sem fins lucrativos que promove a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo igualdade de oportunidades e acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza.
Desde a sua fundação em 2007, a instituição já promoveu mais de 5.700 aulas gratuitas de surf adaptado e mobilizou cerca de 1.500 voluntários. Ao todo, mais de 2000 pessoas com deficiência já participaram das atividades de esporte e lazer promovidas pela ONG na Praia da Barra da Tijuca.

Mais informações: Guilherme Braga: 21 99466-8931

Release enviado pela assessoria de imprensa.

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Competições

Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Bahia

Lapo Coutinho fala sobre o câncer no Fala Papah

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Veja o trecho e a atualização do tratamento.

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Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Foto: Reprodução

Lapo Coutinho abriu o coração em um dos trechos mais impactantes já exibidos no canal Fala Papah. Na conversa, o lendário baiano falou de forma direta e sincera sobre o câncer, os desafios do tratamento e as decisões difíceis que precisou tomar ao longo da jornada.

O momento é marcado por reflexões profundas sobre dor, qualidade de vida, família e espiritualidade. Durante o episódio, Lapo compartilha como estava encarando a evolução da doença no período da gravação e revela quais eram suas prioridades naquele momento delicado.

Entre os pontos mais fortes da conversa, ele destaca que sua principal missão era não sentir dor. A frase resume o estado emocional e físico que vivia naquele instante. Ao longo do trecho, também aborda o impacto do diagnóstico na família, os medos naturais e o esforço para manter serenidade diante da incerteza.

A entrevista não tem caráter médico e não pretende orientar decisões clínicas. Trata-se do relato pessoal de Lapo Coutinho sobre sua própria experiência. É um registro honesto de um momento específico de sua trajetória.

Após a gravação do episódio, Lapo optou por iniciar tratamento com quimioterapia diante da evolução do quadro. A atualização reforça que decisões relacionadas ao câncer são complexas e podem mudar conforme o acompanhamento médico e o avanço da doença.

O corte publicado no canal Fala Papah destaca a dimensão humana da história. Mais do que discutir procedimentos, o vídeo apresenta uma reflexão sobre coragem, fé e enfrentamento.

O trecho completo está disponível no YouTube do Fala Papah e integra um dos episódios mais assistidos do canal, que tem se consolidado como espaço para conversas profundas dentro do universo do surfe e além dele.

Assista ao vídeo e acompanhe outras entrevistas no canal:

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Brasil

Por que Fábio Silva abandonou a elite mundial do surfe

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT e fala sobre saúde, família e o Titanzinho.

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Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT em 1997 e fala sobre saúde, família e sua origem no Titanzinho. Foto: Reprodução.

O novo episódio do podcast Fala Papah, já disponível no YouTube, traz um dos relatos mais emblemáticos e humanos da história do surfe brasileiro. Cria da comunidade do Titanzinho, em Fortaleza, o cearense Fábio Silva revisita sua trajetória no esporte, marcada por talento, ascensão precoce, decisões difíceis e desafios que extrapolaram as competições.

Nos anos 1990, Fábio foi apontado como uma das grandes promessas do surfe nacional. Campeão brasileiro nas categorias de base, vice campeão brasileiro profissional em 1996 e vencedor de uma etapa do WQS na França em 1997, ele conquistou vaga na elite mundial naquele mesmo ano. Em sua temporada de estreia no WCT, figurava entre os 44 melhores surfistas do planeta e ocupava a 38ª colocação após cinco etapas disputadas.

Foi nesse contexto que Fábio surpreendeu o surfe brasileiro ao abandonar o circuito mundial em julho de 1997. À época, o surfista explicou que o desgaste das viagens constantes, a distância da família, o nascimento da filha, a dificuldade com o idioma inglês e o desejo de retomar os estudos pesaram na decisão. Ele renegociou contratos e optou por seguir competindo nos circuitos nacionais.

No episódio do Fala Papah, gravado em dezembro de 2025 nas ruas do Titanzinho, em frente ao mar que moldou sua história, Fábio revisita essa escolha com maturidade. Ele reflete sobre como aquela decisão, tomada em um contexto diferente, hoje pode ser compreendida à luz de temas que ganharam força no esporte, como saúde mental, bem estar e identidade.

No podcast, Fábio revela um detalhe pouco conhecido daquele momento. Ele chegou a embarcar para a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, uma das mais tradicionais do circuito mundial. A decisão de abandonar a elite, porém, foi tomada ainda durante a viagem.

Sozinho, sem dominar o inglês, pressionado pelo ambiente do circuito e emocionalmente fragilizado, Fábio desembarcou no aeroporto de Johannesburgo e optou por retornar ao Brasil antes mesmo de seguir para a praia. Ele não chegou a competir nem a entrar no mar. A escolha foi feita ainda no avião, na ida, em um momento silencioso e decisivo da sua carreira.

Um episódio que ajuda a entender o peso psicológico enfrentado por atletas em uma época em que temas como saúde mental, acolhimento e adaptação cultural praticamente não existiam no esporte de alto rendimento.

Além da carreira esportiva, Fábio fala abertamente sobre os obstáculos enfrentados fora da água. De origem humilde, criado em uma comunidade periférica, ele precisou lidar com dificuldades financeiras, limitações estruturais e preconceito por ser nordestino, mesmo após alcançar reconhecimento internacional.

O episódio também aborda momentos delicados de saúde. Fábio relembra a trombose venosa sofrida em 2015, inicialmente confundida com um AVC, que causou paralisia temporária do lado esquerdo do corpo. Após tratamento e fisioterapia intensa, conseguiu se recuperar sem sequelas. Cerca de dez anos depois, em 2025, voltou a enfrentar um novo quadro de trombose, desta vez nas pernas e nos pés, após uma longa viagem de ônibus do Sergipe ao Ceará, o que motivou uma grande mobilização de apoio no meio do surfe.

Mesmo diante de tantas dificuldades, Fábio segue ligado ao surfe e à sua comunidade, mantendo uma escolinha no Titanzinho sempre que as condições físicas permitem. Humilde, simples e extremamente querido, ele representa uma geração e uma história que ajudam a entender o surfe brasileiro para além de títulos e rankings.

O episódio completo do Fala Papah com Fábio Silva está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts.

Veja mais episódios do Fala Papah!

Episódio 5 – Lapo Coutinho

Episódio 4 – Filipe Toledo

Episódio 3 – Silvana Lima

Episódio 2 – Jessé Mendes

Episódio 1 – Uri Valadão

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