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Brasil

ONG Eco Garopaba comemora sucesso do RE Surf

ONG Eco Garopaba promove 11a edição do RE Surf para celebrar sucesso do Projeto Prancha Ecológica ao redor do Brasil.

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RE Surf é atração na praia Central de Garopaba (SC), ONG Eco Garopaba, Projeto Prancha Ecológica. Foto: Divulgação

RE Surf é atração na praia Central de Garopaba (SC). Foto: @MJSurfPhotos

No último dia 2 de dezembro, a praia Central de Garopaba (SC) foi palco da 11a edição do RE Surf, evento promovido pela ONG Eco Garopaba para celebrar todo o trabalho do Projeto Prancha Ecológica ao redor do Brasil com palestras, aulas práticas e limpezas de praias em escolas. De acordo com os organizadores, foram mais de 50 mil pessoas atendidas em 11 anos do projeto, que encanta crianças e adolescentes sobre o cuidado e respeito que devemos ter com o meio ambiente.

O RE Surf foi abençoado com um lindo dia de Sol depois de dias intensos de chuvas em todo o estado de Santa Catarina. Ao todo, 80 inscritos participaram das categorias Surf Masculino, Feminino, Infantil e Bodyboard.

No começo da manhã, a professora Rafaela abriu o evento com uma aula especial de Yoga, iniciando o dia com uma ótima energia. Entre as baterias, foi realizada a limpeza de praia. com a organização do Projeto Havaianas Praia +Limpa, em parceria com a Worldpackers. Durante a ação, 97 pessoas ajudaram a retirar lixo da praia, totalizando quase 100kg de lixo em apenas 15 minutos.

RE Surf é atração na praia Central de Garopaba (SC), ONG Eco Garopaba, Projeto Prancha Ecológica. Foto: Divulgação

Evento celebra o sucesso do Projeto Prancha Ecológica ao redor do Brasil. Foto: Divulgação

Também esteve presente o ambientalista Diego Saldanha, idealizador da Eco Barreira. Uniram-se muitos projetos especiais nesse dia como o Eco Local Brasil, que produziu os troféus e medalhas feitas com resíduos retirado de ações de limpeza de praia; o Projeto Monitoramento Mirim Costeiro, referência em Garopaba, e o Projeto Ser Humano Surf, que levou suas crianças para fazer o test drive nas pranchas ecológicas.

O artesanato local também expôs seu trabalho para o público presente. O palhaço Nanaio circulou e animou as crianças. Alguns alunos da Apae de Garopaba participaram de uma apresentação nas pranchas. O surfista Ramarone, que é de Torres (RS) e tem deficiência auditiva, participou e contou com uma intérprete de Libras no evento.

O evento ficou ainda mais florido com a primeira campeã brasileira de surfe, Roberta Borges, e a campeã mundial Jacqueline Silva, que prestigiou o RE Surf pelo terceiro ano consecutivo.

O ator Klebber Toledo, padrinho do projeto, esteve presente, como em todos os anos, e abrilhantou ainda mais o dia de Sol e calor, trazendo muitos amigos do Rio e São Paulo. “O ator Daniel Rangel foi um dos convidados de Klebber e disse que a ação fez tão bem a ele que irá participar de todos que puder”, conta Carolina Scorsin, coordenadora da Eco Garopaba.

RE Surf é atração na praia Central de Garopaba (SC), ONG Eco Garopaba, Projeto Prancha Ecológica. Foto: Divulgação

O RE Surf reuniu crianças, adolescentes e adultos Central. Foto: Divulgação

“A intenção do Festival é mostrar para o público presente que quem mais ganha nesse dia é a Natureza, pois foram em média utilizadas em torno de 1350 garrafas que estavam poluindo a Natureza e foram transformadas nas pranchas para diversão de todos”, diz Carolina.

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“Esse Festival nos enche de alegria, de esperança, por ver a quantidade de famílias, amigos, crianças participando e se divertindo. Unir o esporte, educação , inclusão , limpeza e cultura é prazeroso demais. O mundo precisa de mais amor e nós, nesse dia de confraternização, sentimos que o nosso objetivo é conquistado com muito sucesso, pois o melhor surfista é aquele que mais se diverte. Temos disputa até pela melhor vaca. Isso é incrível!”, conclui Carol Scorsin coordenadora da Eco Garopaba.

“Incentivar e educar muitas crianças durante o ano através dessas pranchas me completa como ser humano, e confraternizar todo esse trabalho com tantas pessoas especiais me abastece a alma para seguir em frente eternamente. O que viemos fazer nesse mundo é fazer um grito de paz, pois guerra ninguém aguenta mais. E esse projeto é transformador e tem mudado muitas vidas para melhor”, acrescenta Jairo Lumertz, criador da prancha ecológica.

O evento contou com a parceria de grandes empresas como a Havaianas e Parmalat, além dos apoios da 13 Th Produções, FreeSurf, Jowat, Aluita, Bukit e Prefeitura de Garopaba.

Os alimentos foram ofertados por 3em 1 Alimentos Saudáveis. As hospedagens foram da Silveira Eco Village e da La Plage. Gaia Village Projeto Ambiental, brindes doados por Hidrolight e Caio Bless. “Um por todos e todos por um Mundo Melhor” é o lema do evento.

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Competições

Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Bahia

Lapo Coutinho fala sobre o câncer no Fala Papah

Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Veja o trecho e a atualização do tratamento.

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Lapo Coutinho fala sobre o câncer, dor e decisões difíceis em entrevista ao Fala Papah. Foto: Reprodução

Lapo Coutinho abriu o coração em um dos trechos mais impactantes já exibidos no canal Fala Papah. Na conversa, o lendário baiano falou de forma direta e sincera sobre o câncer, os desafios do tratamento e as decisões difíceis que precisou tomar ao longo da jornada.

O momento é marcado por reflexões profundas sobre dor, qualidade de vida, família e espiritualidade. Durante o episódio, Lapo compartilha como estava encarando a evolução da doença no período da gravação e revela quais eram suas prioridades naquele momento delicado.

Entre os pontos mais fortes da conversa, ele destaca que sua principal missão era não sentir dor. A frase resume o estado emocional e físico que vivia naquele instante. Ao longo do trecho, também aborda o impacto do diagnóstico na família, os medos naturais e o esforço para manter serenidade diante da incerteza.

A entrevista não tem caráter médico e não pretende orientar decisões clínicas. Trata-se do relato pessoal de Lapo Coutinho sobre sua própria experiência. É um registro honesto de um momento específico de sua trajetória.

Após a gravação do episódio, Lapo optou por iniciar tratamento com quimioterapia diante da evolução do quadro. A atualização reforça que decisões relacionadas ao câncer são complexas e podem mudar conforme o acompanhamento médico e o avanço da doença.

O corte publicado no canal Fala Papah destaca a dimensão humana da história. Mais do que discutir procedimentos, o vídeo apresenta uma reflexão sobre coragem, fé e enfrentamento.

O trecho completo está disponível no YouTube do Fala Papah e integra um dos episódios mais assistidos do canal, que tem se consolidado como espaço para conversas profundas dentro do universo do surfe e além dele.

Assista ao vídeo e acompanhe outras entrevistas no canal:

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Brasil

Por que Fábio Silva abandonou a elite mundial do surfe

Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT e fala sobre saúde, família e o Titanzinho.

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Ex integrante da elite mundial, Fábio Silva relembra no Fala Papah por que abandonou o WCT em 1997 e fala sobre saúde, família e sua origem no Titanzinho. Foto: Reprodução.

O novo episódio do podcast Fala Papah, já disponível no YouTube, traz um dos relatos mais emblemáticos e humanos da história do surfe brasileiro. Cria da comunidade do Titanzinho, em Fortaleza, o cearense Fábio Silva revisita sua trajetória no esporte, marcada por talento, ascensão precoce, decisões difíceis e desafios que extrapolaram as competições.

Nos anos 1990, Fábio foi apontado como uma das grandes promessas do surfe nacional. Campeão brasileiro nas categorias de base, vice campeão brasileiro profissional em 1996 e vencedor de uma etapa do WQS na França em 1997, ele conquistou vaga na elite mundial naquele mesmo ano. Em sua temporada de estreia no WCT, figurava entre os 44 melhores surfistas do planeta e ocupava a 38ª colocação após cinco etapas disputadas.

Foi nesse contexto que Fábio surpreendeu o surfe brasileiro ao abandonar o circuito mundial em julho de 1997. À época, o surfista explicou que o desgaste das viagens constantes, a distância da família, o nascimento da filha, a dificuldade com o idioma inglês e o desejo de retomar os estudos pesaram na decisão. Ele renegociou contratos e optou por seguir competindo nos circuitos nacionais.

No episódio do Fala Papah, gravado em dezembro de 2025 nas ruas do Titanzinho, em frente ao mar que moldou sua história, Fábio revisita essa escolha com maturidade. Ele reflete sobre como aquela decisão, tomada em um contexto diferente, hoje pode ser compreendida à luz de temas que ganharam força no esporte, como saúde mental, bem estar e identidade.

No podcast, Fábio revela um detalhe pouco conhecido daquele momento. Ele chegou a embarcar para a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, uma das mais tradicionais do circuito mundial. A decisão de abandonar a elite, porém, foi tomada ainda durante a viagem.

Sozinho, sem dominar o inglês, pressionado pelo ambiente do circuito e emocionalmente fragilizado, Fábio desembarcou no aeroporto de Johannesburgo e optou por retornar ao Brasil antes mesmo de seguir para a praia. Ele não chegou a competir nem a entrar no mar. A escolha foi feita ainda no avião, na ida, em um momento silencioso e decisivo da sua carreira.

Um episódio que ajuda a entender o peso psicológico enfrentado por atletas em uma época em que temas como saúde mental, acolhimento e adaptação cultural praticamente não existiam no esporte de alto rendimento.

Além da carreira esportiva, Fábio fala abertamente sobre os obstáculos enfrentados fora da água. De origem humilde, criado em uma comunidade periférica, ele precisou lidar com dificuldades financeiras, limitações estruturais e preconceito por ser nordestino, mesmo após alcançar reconhecimento internacional.

O episódio também aborda momentos delicados de saúde. Fábio relembra a trombose venosa sofrida em 2015, inicialmente confundida com um AVC, que causou paralisia temporária do lado esquerdo do corpo. Após tratamento e fisioterapia intensa, conseguiu se recuperar sem sequelas. Cerca de dez anos depois, em 2025, voltou a enfrentar um novo quadro de trombose, desta vez nas pernas e nos pés, após uma longa viagem de ônibus do Sergipe ao Ceará, o que motivou uma grande mobilização de apoio no meio do surfe.

Mesmo diante de tantas dificuldades, Fábio segue ligado ao surfe e à sua comunidade, mantendo uma escolinha no Titanzinho sempre que as condições físicas permitem. Humilde, simples e extremamente querido, ele representa uma geração e uma história que ajudam a entender o surfe brasileiro para além de títulos e rankings.

O episódio completo do Fala Papah com Fábio Silva está disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts.

Veja mais episódios do Fala Papah!

Episódio 5 – Lapo Coutinho

Episódio 4 – Filipe Toledo

Episódio 3 – Silvana Lima

Episódio 2 – Jessé Mendes

Episódio 1 – Uri Valadão

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Bombando

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