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Brasil

Laura Raupp e Lucas Silveira conquistam o bi do QS em Floripa

Confira os resultados finais do QS 3.000 na Praia Mole de Florianópolis, com Laura Raupp e Lucas Silveira fazendo história.

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Laura Raupp e Lucas Silveira conquistam o inédito bicampeonato no QS 3.000 em Floripa. Foto: WSL / Marcio David

A estreia do WSL Layback Pro na Praia da Joaquina contou com Laura Raupp e Lucas Silveira conquistando o inédito bicampeonato nas cinco edições deste evento da World Surf League na Ilha de Santa Catarina. As outras quatro aconteceram na Praia Mole e agora mudou para a Joaquina, que há 9 anos não recebia uma etapa do Qualifying Series (QS). As finais foram um presente para comemorar o aniversário de 352 anos de Florianópolis, com Laura ganhando o duelo de campeãs sul-americanas com a peruana Daniella Rosas e o Lucas batendo um recorde histórico, para superar a nota 10 do Heitor Mueller na reedição da decisão do ano passado. O QS 3000 terminou no domingo e nesta segunda-feira começa o Floripa Pro, abrindo o Circuito Catarinense Profissional com apresentação da Layback e da Prefeitura de Florianópolis na Joaquina.

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Laura Raupp competiu em casa na Praia da Joaquina e achou as melhores ondas para usar a potência do seu backside. Foto: WSL / Marcio David

Laura Raupp conquista bicampeonato histórico

A catarinense Laura Raupp foi quem conseguiu o primeiro bicampeonato da história do WSL Layback Pro em Florianópolis. Ela tinha vencido a primeira edição na Praia Mole em 2021, quando tinha apenas 15 anos de idade e estreava em etapas do QS. A primeira chance do bi inédito foi no ano passado, mas Laurinha perdeu a final para Tainá Hinckel. Agora competiu em casa na Praia da Joaquina e achou as melhores ondas para usar a potência do seu backside, com batidas explosivas para superar a campeã do Layback Pro 2022, Daniella Rosas, por 13,50 a 10,17 pontos. A peruana estava invicta esse ano, vinha de vitórias no QS 1000 do Peru e do Ceará, é recordista com três títulos sul-americanos da WSL South America e terminou como vice-campeã dessa vez.

“Eu estou muito, muito, muito feliz. Literalmente, só eu sei quais são meus objetivos, o que eu tracei para essa temporada e, nossa, eu consegui cumprir tudo”, contou Laura Raupp. “Quando tocou a buzina de término lá fora, eu comecei a chorar porque, de verdade, era tudo o que eu podia sonhar. Fiquei feliz de ter conseguido o título sul-americano ontem, mas não era só isso que eu queria, então estou muito feliz com a vitória na última etapa da temporada. Eu surfo na Joaca quase todos os dias, ainda mais quando tem altas ondas que nem deu ontem, hoje e todos esses dias do evento. Agora sou bicampeã do Layback Pro aqui em Floripa, então só tenho a agradecer”.

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Lucas Silveira ffaz o maior placar da história do campeonato, 19,37 pontos com notas 9,87 e 9,50. Foto: WSL / Marcio David

Recorde histórico de Lucas Silveira

O carioca Lucas Silveira, que há muitos anos mora em Florianópolis, também pode se dizer local da Joaquina como a Laura Raupp, pois surfa essas ondas quase todos os dias. Ele já tinha garantido classificação para o Challenger Series 2025, ao passar para a sua segunda final consecutiva no WSL Layback Pro. E poderia ser o primeiro bicampeão dessa etapa, que acontece desde 2021. Ele viu o Heitor Mueller já começar com um aéreo fantástico, que valeu a única nota 10 na Praia da Joaquina. Então, Lucas Silveira teve que correr atrás e acabou fazendo o maior placar da história do campeonato, 19,37 pontos com notas 9,87 e 9,50, superando os 19,13 da vitória do Michael Rodrigues na final de 2022 na Praia Mole.

“Foi a melhor bateria da minha vida, sem dúvidas”, afirmou Lucas Silveira. “Eu nunca somei tão alto assim e ainda do jeito que começou, com aquele aéreo do Heitor (Mueller), que eu vi de camarote. O aéreo foi gigante e quando ele voou, foi animal, ele caiu certinho e na hora eu sabia que ia ser 10, porque foi gigante. Foi bom, porque desde o início, eu já fui buscando high-scores (nota alta) e acabou que eu fiz alguns na bateria. Foi show de surfe e no final, pra fechar com chave de ouro, acertei a manobra que eu tentei acertar o campeonato inteiro. Aí, só na última onda, eu consegui acertar pra fechar esse meu maior somatório da vida”.

A manobra foi um “layback”, que sacramentou o inédito bicampeonato e consecutivo no Layback Pro. Além dos 8.000 dólares oferecidos ao campeão do QS 3000, tinha um prêmio especial de 1.000 reais da Dare Challenge, para quem fizesse o maior somatório do campeonato. Lucas Silveira era o recordista desde sexta-feira, quando venceu uma bateria por 15,94 pontos. Nas semifinais, ele chegou perto disso, totalizando 15,83 na bateria com o paulista Daniel Adisaka, que confirmou sua vaga no Challenger Series 2025. Na segunda semifinal, Heitor Mueller derrotou outro paulista, Alex Ribeiro, por 15,80 e já largou na frente da decisão do título, com o incrível “alley-oop” que mandou numa direita logo no início da bateria.

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Heitor Mueller começa a final com um aéreo fantástico que valeu a única nota 10 na Praia da Joaquina. Foto: WSL / Marcio David

Dare Challenge na decisão

Ele voou muito alto, aterrissou com segurança e os cinco juízes deram nota 10 para o aéreo perfeito do catarinense. Logo, Heitor Mueller pega uma esquerda para mostrar a força do seu backside e aumentar o recorde de pontos para 16,60. Lucas Silveira responde forte com seu ataque de backside nas esquerdas, que arrancaram notas 8,33 e 7,60. Ele ficou precisando de 8,28 e seguiu achando boas esquerdas, para passar à frente somando 8,80 no placar de 17,13 pontos. Mas, Lucas ainda massacrou outra esquerda com três pancadas de backside, que valeram 9,50. E no último minuto, pegou uma direita e mandou um layback animal numa junção cavernosa, para ganhar 9,87 dos juízes e totalizar incríveis 19,37 pontos. Com o layback, faturou o prêmio de 8.000 dólares do bicampeonato no WSL Layback Pro e recuperou os 1.000 reais do Dare Challenge.

“Foi surreal essa bateria, não tem nem o que falar, porque foi emocionante do começo ao fim”, disse Heitor Mueller. “Eu consegui aquele aéreo do 10 no início, o alley-oop, aí me emocionei um pouco. Mas foi muito irado, muita vibe dentro d´água. A gente só queria surfar, só soltar o máximo do surfe e fiquei felizão do Lucas (Silveira) ter ganhado de novo. Óbvio que eu queria vencer, mas ele foi bizarro e só tenho que agradecer a todo mundo que veio aqui na praia hoje e assistiu esse show de surfe”.

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Daniela Rosas disputa a sua terceira final seguida nas três etapas do QS que aconteceram esse ano. Foto: WSL / Marcio David

Duelo de campeãs

A vice-campeã Daniella Rosas também ficou satisfeita com o resultado. Era a sua terceira final seguida nas três etapas do QS que aconteceram esse ano. A peruana foi bicampeã em casa no QS 1000 de Señoritas e venceu também o WSL Taíba Pro em São Gonçalo do Amarante. Este evento do Ceará também teve a categoria Pro Junior Sub-20 e Laura Raupp ganhou a final catarinense com Kiany Hyakutake. Na Praia da Joaquina, o domingo decisivo foi só de duelos das campeãs nas quatro edições do Layback Pro na Praia Mole. No primeiro, a campeã do primeiro Layback em 2021, Laura Raupp, ganhou da campeã de 2023, Silvana Lima. E no segundo, Daniella Rosas vencedora em 2022, derrotou a defensora do título, Tainá Hinckel.

Aí veio a decisão entre a nova campeã sul-americana, Laura Raupp, com a vice-campeã, Daniella Rosas, que ia apontar a primeira bicampeã da história do WSL Layback Pro. Laurinha surfou a primeira onda e já mandou uma pancada explosiva de backside, que ganhou nota 7,17 e Daniella começou com 4,50. Não entraram muitas ondas na bateria, mas Laurinha acha outra esquerda para atacar forte a junção e receber 6,33. Com essa nota, Daniella Rosas ficou precisando de uma nota 9,00 e o máximo que conseguiu foi 5,67. Laura Raupp então festejou o primeiro bicampeonato da história do WSL Layback Pro em Floripa, por 13,50 a 10,17 pontos.

“Muito obrigado a todos que estão aqui hoje, a todos os locais da praia que deixaram a gente surfar e foi tudo incrível”, disse Daniella Rosas, no pódio. “A final dos homens foi alucinante, foi uma das melhores finais que eu já vi, sem dúvidas. A final com a Laura (Raupp) também foi incrível, a gente sempre se enfrenta nos eventos, no Challenger, com a Tainá (Hinckel), Silvana (Lima), todas as meninas estão fortíssimas. Parabéns pra todo mundo, parabéns patrocinadores e obrigado a Joaquina por tudo”.

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Lucas Vicente e Laura Raupp erguem os troféus de campeões sul-americanos da WSL. Foto: WSL / Marcio David

Confirmados no Challenger

O WSL Layback Pro fechou a temporada 2024/2025 da WSL South America e a lista das classificações para o Challenger Series 2025. Os catarinenses Lucas Vicente e Laura Raupp festejaram seus primeiros títulos de campeões sul-americanos da World Surf League no sábado. Os outros que vão disputar vagas para o CT 2026 a partir de junho na Austrália, são os vice-campeões Franco Radziunas da Argentina e Daniella Rosas do Peru, Lucas Silveira e outra peruana, Arena Rodriguez, que ficaram em terceiro no ranking, além do Peterson Crisanto (4.o), José Francisco (5.o), Wesley Leite (6.o) e Igor Moraes (7.o). No domingo, Lucas Silveira tirou Kaue Germano da lista dos 7 classificados pelo ranking da WSL South America.

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Finalistas do QS 3.000 na Joaquina. Foto: WSL / Marcio David

Resultados finais do QS 3.000 na Praia Mole

Categoria masculina

  • Campeão: Lucas Silveira (BRA) – 19,37 pts (9,87+9,50) – US$ 8.000 e 3.000 pts
  • Vice-campeão: Heitor Mueller (BRA) – 16,77 pts (10,0+6,77) – US$ 4.000 e 2.340 pts

Semifinais – 3º lugar com US$ 2.000 e 1.825 pontos:

  • Lucas Silveira (BRA) 15,83 x 14,00 Daniel Adisaka (BRA)
  • Heitor Mueller (BRA) 15,80 x 12,27 Alex Ribeiro (BRA)

Categoria feminina

  • Campeã: Laura Raupp (BRA) – 13,50 pts (7,17+6,33) – US$ 8.000 e 3.000 pts
  • Vice-campeã: Daniella Rosas (PER) – 10,17 pts (5,67+4,50) – US$ 4.000 e 2.340 pts

Semifinais – 3º lugar com US$ 2.000 e 1.825 pontos:

  • Laura Raupp (BRA) 14,83 x 7,83 Silvana Lima (BRA)
  • Daniella Rosas (PER) 12,07 x 9,33 Tainá Hinckel (BRA)

Rankings sul-americanos 2024/2025 da WSL South America

Top 10 Masculino – 9 etapas

  1. Lucas Vicente (BRA) – 6.030 pontos
  2. Franco Radziunas (ARG) – 5.060
  3. Lucas Silveira (BRA) – 5.020
  4. Peterson Crisanto (BRA) – 4.640
  5. José Francisco (BRA) – 4.440
  6. Wesley Leite (BRA) – 4.350
  7. Igor Moraes (BRA) – 4.222
  8. Kaue Germano (BRA) – 3.942
  9. Michael Rodrigues (BRA) – 3.796
  10. Cauã Costa (BRA) – 3.723

Top 10 Feminino – 9 etapas

    1. Laura Raupp (BRA) – 11.340 pontos
    2. Daniella Rosas (PER) – 8.622
    3. Arena Rodriguez (PER) – 7.670
    4. Vera Jarisz (ARG) – 5.765
    5. Julia Duarte (BRA) – 5.465
    6. Silvana Lima (BRA) – 5.403
    7. Juliana dos Santos (BRA) – 5.301
    8. Sol Aguirre (PER) – 4.880
    9. Tainá Hinckel (BRA) – 4.360
    10. Isabelle Nalu (BRA) – 4.158

 

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Bahia

Vladimir Brichta em Itacaré: memórias e carinho pela cidade

Vladimir Brichta relembra sua ligação com Itacaré, as histórias em família e as mudanças da cidade em conversa no Fala Papah!

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No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Foto: Divulgação Fala Papah!

As lembranças de Vladimir Brichta em Itacaré envolvem família, surfe e uma relação que atravessa diferentes fases da vida. Em entrevista ao Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, o ator contou por que a cidade do litoral sul da Bahia continua sendo um lugar especial para ele.

Durante a conversa, Vladimir relembrou a infância e a adolescência, falou dos encontros familiares e comentou as transformações que acompanhou. Além disso, reconheceu as oportunidades trazidas pelo crescimento e destacou a importância de preservar a natureza e valorizar os moradores.

Um lugar para voltar com a família

A ligação com Itacaré passa pela presença da mãe, que construiu sua vida na região. Segundo Vladimir, o sítio da família preserva referências importantes de sua trajetória, incluindo a represa onde costuma tomar banho.

Por isso, voltar ao lugar representa também um reencontro com suas próprias lembranças. O ator contou que gosta de levar os filhos e compartilhar com eles esse espaço de afeto.

Essa relação aparece nas comemorações familiares. Na entrevista, Vladimir lembrou que escolheu Itacaré para celebrar seus aniversários de 40 e 50 anos. Assim, reuniu pessoas próximas em um lugar que ocupa uma posição importante em sua história.

As mudanças de Itacaré ao longo dos anos

Ao comparar diferentes épocas, Vladimir reconheceu que a cidade mudou bastante. No entanto, deixou claro que não espera encontrar tudo exatamente como era durante sua infância.

Para ele, o crescimento também significa oportunidades para quem vive ali. Afinal, os moradores precisam trabalhar, desenvolver seus negócios e ter acesso a serviços, cultura e lazer.

Nesse contexto, o ator relembrou a participação da mãe em discussões sobre o futuro da cidade. Uma de suas preocupações era incentivar os moradores a manter seus terrenos e buscar condições para criar os próprios negócios.

Dessa forma, a conversa aborda uma questão que acompanha muitos destinos turísticos: como permitir que a população local participe dos benefícios do crescimento.

Natureza e desenvolvimento na mesma conversa

Vladimir também destacou o valor do patrimônio natural de Itacaré. Em sua visão, o desenvolvimento deve caminhar junto com o cuidado ambiental.

Ao falar desse assunto, ele demonstrou preocupação com intervenções que possam prejudicar a paisagem. Entretanto, também reconheceu a satisfação de ver pessoas da cidade conquistando espaço e construindo suas trajetórias.

O relato combina, portanto, saudade e reconhecimento das mudanças positivas. Mais do que desejar uma cidade parada no tempo, Vladimir fala sobre o cuidado com aquilo que torna o lugar especial.

O encanto que continua

Na parte final da conversa, o ator destacou iniciativas culturais, a participação dos moradores e as opções de gastronomia. Além disso, comentou como a organização da comunidade pode contribuir para o futuro da cidade.

Essas observações ajudam a entender por que Itacaré continua presente em sua vida. As lembranças permanecem, enquanto novos encontros e experiências ampliam essa relação.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

E você: qual lembrança guarda de Itacaré? Compartilhe nos comentários.

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Brasil

Surfland vale a pena? Vlog mostra primeira experiência na piscina de ondas

Surfland em Garopaba é cenário do novo vlog do Fala Papah, com ondas, bastidores, encontros e os desafios da primeira experiência na piscina.

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A Surfland em Garopaba, Santa Catarina, é o cenário do novo episódio do Fala Papah!. No vlog, o jornalista Ader Oliveira mostra sua primeira experiência em uma piscina de ondas. Além disso, apresenta os bastidores de uma viagem marcada por reencontros, muito surfe e situações inesperadas.

Assista ao episódio completo do Fala Papah!, com 26 minutos e 26 segundos de duração.

Do casamento de Mineirinho à Surfland em Garopaba

A viagem começou com um convite especial. Ader foi a Santa Catarina para acompanhar o casamento do amigo de longa data Adriano de Souza, o Mineirinho, com Giovanna, em Criciúma.

A celebração reuniu amigos e grandes nomes do surfe brasileiro. Entre os convidados estavam Gabriel Medina, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Samuel Pupo e o atual campeão mundial Yago Dora. Além disso, o encontro rendeu imagens e histórias que ajudam a apresentar o contexto da viagem.

Depois da festa, Ader seguiu para a Praia do Rosa. Por lá, reencontrou o ex-surfista profissional Tânio Barreto, que o recebeu durante a passagem pela região. Entretanto, a viagem ainda reservava uma experiência inédita.

O destino seguinte foi a Surfland, em Garopaba. Apesar de décadas acompanhando o surfe profissional e viajando para diferentes destinos, o jornalista nunca havia surfado em uma piscina de ondas. Por isso, a expectativa para conhecer a estrutura era grande.

Três sessões e um desafio físico inesperado

Na Surfland, Ader participou de três sessões de aproximadamente 50 minutos no mesmo dia. Durante a experiência, testou diferentes configurações de ondas, incluindo esquerdas e direitas das modalidades Turns 2 e Turns 3.

Logo nas primeiras tentativas, precisou adaptar o posicionamento, o tempo de entrada e a leitura das ondas. Afinal, surfar em uma piscina exige ajustes diferentes daqueles feitos no mar.

Além das ondas, o vlog mostra o desgaste físico provocado pela sequência de sessões. O esforço foi maior do que o esperado e intensificou um desconforto lombar que o jornalista já enfrentava.

Consequentemente, Ader precisou interromper sua participação na água antes do que havia planejado. Ainda assim, aproveitou os dias seguintes para conhecer melhor a estrutura e conversar com outros surfistas.

De volta a Salvador, o jornalista está tratando o problema lombar na clínica C.A.R.E., onde recebe acompanhamento de profissionais especializados e de alto nível. Dessa forma, busca recuperar a condição física para voltar a surfar com segurança.

O episódio também aborda essa dificuldade. Portanto, não apresenta apenas os momentos positivos da viagem, mas mostra os desafios enfrentados durante a primeira experiência.

Reencontros, resenhas e novas gerações do surfe

A passagem pela Surfland também foi marcada por reencontros. Durante a visita, Ader conversou com Carlos Matias, do Surfe TV, e com o fotógrafo e jornalista Motaury Porto. Além disso, encontrou profissionais, visitantes e surfistas de diferentes países.

Uma das sequências mais descontraídas envolve jovens argentinos e uma provocação futebolística sobre Neymar e Messi. A brincadeira, feita em portunhol, ganhou uma resposta animada da garotada. Assim, o episódio apresenta momentos que vão além das ondas.

Enquanto isso, jovens surfistas de países como Argentina e Peru aproveitavam a piscina para treinar e aperfeiçoar suas manobras.

O vlog também registra atividades do projeto Talento Feminino Onda 2, iniciativa voltada ao desenvolvimento do surfe feminino. Durante a programação, jovens atletas brasileiras participaram de treinamentos acompanhados por profissionais experientes.

Entre os nomes presentes estavam Andrea Lopes, Guga Arruda, Heitor Alves, Karina Abras e Taís de Almeida. Dessa maneira, a visita também permitiu acompanhar parte do trabalho de formação das novas gerações do surfe brasileiro.

O parasurfe também ganhou espaço

Outro momento importante da visita foi o encontro com atletas do parasurfe. Ader acompanhou a movimentação de surfistas com deficiência que utilizavam a estrutura para entrar na água e treinar.

Entre os atletas estavam Maria do Sol e Luciano Silveira, conhecido como Nem. Além disso, as imagens mostram diferentes experiências dentro da piscina e ampliam o olhar sobre as possibilidades de prática do esporte.

Assim, o episódio vai além de uma sequência de ondas. Ele reúne histórias de superação, convivência e encontros entre pessoas que compartilham a paixão pelo surfe.

Como funciona a piscina de ondas da Surfland?

A estrutura da Surfland utiliza a tecnologia Wavegarden Cove e oferece diferentes tipos de ondas para surfistas de variados níveis. Segundo o site oficial da Surfland Brasil, o sistema permite gerar direitas e esquerdas com configurações específicas para diferentes níveis de habilidade.

Além da piscina, o complexo conta com áreas de lazer e serviços para visitantes. Outro recurso disponível é o sistema de imagens, que permite aos surfistas acessar registros de suas sessões.

Por outro lado, a experiência exige preparação física e adaptação ao funcionamento das ondas. Afinal, embora as condições sejam diferentes das encontradas no oceano, o esforço durante uma sessão pode ser intenso.

As piscinas de ondas representam uma possibilidade adicional de treinamento e diversão. Entretanto, cada estrutura possui características próprias. O assunto também aparece em outras reportagens do AOS Mídia.

Surfland vale a pena? Assista à experiência completa

O novo episódio do Fala Papah! reúne ondas, bastidores e conversas ao longo de 26 minutos e 26 segundos. Além de mostrar a estrutura da Surfland em Garopaba, o vídeo acompanha as expectativas e dificuldades de quem experimentou uma piscina de ondas pela primeira vez.

Portanto, a proposta não é apenas apresentar o funcionamento do complexo. O vlog também mostra os personagens e as histórias que transformaram a viagem em uma experiência particular.

Ao mesmo tempo, a produção marca uma novidade no canal Fala Papah!, conhecido por entrevistas e histórias de personagens do surfe. Dessa vez, Ader assume o papel de protagonista e convida o público a acompanhar sua rotina durante a viagem.

Vale a pena conhecer a Surfland? No episódio completo, o jornalista compartilha sua vivência e permite que o público acompanhe os pontos positivos, os desafios e os momentos de diversão.

Assista ao vlog completo no canal Fala Papah!, no YouTube.

E você, já surfou em uma piscina de ondas? Conte sua experiência nos comentários.

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Brasil

King and Queen of the Groms consagra nova geração em Itamambuca

King and Queen of the Groms 2026 reúne novos talentos, boas ondas e praia cheia em Ubatuba. Confira os campeões e os resultados das finais.

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Rafael Miranda, King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Rafael Miranda brilha na Sub-12 do King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

O King and Queen of the Groms 2026 definiu seus seis campeões no domingo (11 de outubro), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Após 11 anos sem uma edição no Brasil, o evento da Quiksilver voltou com disputas masculinas e femininas. Além disso, a Roxy integrou a competição, que reuniu as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16 nos dias 10 e 11.

Entre os meninos, Felipe Homsi venceu a Sub-16, Izau Siguinorini conquistou a Sub-14 e Rafael Miranda levou a Sub-12. Por outro lado, entre as meninas, os títulos ficaram com Maeva Guastalla na Sub-16, Gabriela Rigo na Sub-14 e Laura Kanagusiku na Sub-12.

As finais tiveram ondas de até um metro nas séries, segundo o release da organização. Além disso, duas decisões femininas tiveram mudanças na liderança: Laura virou nos minutos finais da Sub-12, enquanto Maeva assumiu a ponta na Sub-16.

Para rever as baterias, acesse a transmissão do King and Queen of the Groms 2026, disponível na AOS Mídia.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Estrutura do King and Queen of the Groms 2026 montada na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Felipe Homsi vence a Sub-16 do King and Queen of the Groms 2026

Felipe Homsi (PB) venceu a última final do domingo com 12,00 pontos. Para isso, o paraibano combinou notas 7,00 e 5,00. Assim, terminou 2,10 pontos à frente de Vini Palma.

A disputa seguiu equilibrada até o fim. No entanto, Homsi garantiu o título com o 7,00, a melhor nota da bateria. Enquanto isso, na metade da decisão, Vini reagiu e saiu do quarto para o segundo lugar, com 9,90 pontos.

Em seguida, Izau Siguinorini terminou em terceiro, com 9,55. Por fim, Bernardo Brizola completou a final com 8,80. Além disso, entre as seis decisões, Homsi registrou o maior somatório.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças participam das atividades de pintura realizadas durante o King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Izau Siguinorini lidera a Sub-14 do início ao fim

Izau Siguinorini abriu a final masculina Sub-14 com uma nota 6,00, após uma sequência de batidas e rasgadas. Assim, assumiu a liderança e manteve a vantagem até o encerramento.

Além disso, Izau marcou 5,90 na última onda que surfou na decisão. Com isso, fechou o somatório em 11,90 pontos. Em contrapartida, Bernardo Pires ficou em segundo, com 6,35. Em seguida, Matheus Jhones terminou com 5,90, e Narciso Inacio somou 3,95.

Além disso, Izau chegou à final da Sub-16 e conquistou o terceiro lugar. Portanto, encerrou o domingo com dois pódios.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Além das disputas de surfe, o evento contou com oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy. Foto: Divulgação

Rafael Miranda conquista a Sub-12 em casa

Rafael Miranda encaminhou a vitória na final masculina Sub-12 com suas duas primeiras ondas. Para isso, o surfista de Ubatuba marcou 5,00 e 4,40, somando 9,40 pontos.

No entanto, Bernardo Pires tentou reagir e terminou em segundo, com 7,70. Em seguida, Gabriel Medeiros ficou em terceiro, com 7,60, à frente de Thomaz Monteiro, que fez 6,25.

Além disso, o release registra uma nota 8,00 de Bernardo Pires na primeira fase da Sub-12. Portanto, esse desempenho pertence à Sub-12. Já a nota de Rafael na estreia da Sub-14 aparece na seção da premiação Aiwa.

Ao comentar a experiência de competir em Itamambuca, Rafael destacou as condições do mar e a programação na areia:

“O campeonato está demais aqui no quintal de casa, com altas ondas, essa estrutura incrível e toda essa ativação na praia”, disse Rafael Miranda.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Meninas participam de uma atividade de altinha na areia de Itamambuca durante o campeonato. Foto: Divulgação

Maeva Guastalla assume a liderança e vence a Sub-16

Carol Bastides liderou o início da final feminina Sub-16. Entretanto, Maeva Guastalla assumiu a ponta a partir de sua segunda onda e manteve a posição até o fim.

Assim, Maeva combinou notas 6,25 e 5,65 para somar 11,90 pontos e conquistar o título. Por outro lado, Carol ficou com o vice-campeonato, com 10,65. Em seguida, Mariana Elias terminou em terceiro, com 5,00, e Eduarda Stefani em quarto, com 3,85.

Assim, Maeva encerrou a decisão com o maior somatório entre as três finais femininas.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Maeva Guastalla celebra o título Sub-16 feminino, ao lado de Carol Bastides (2ª), Mariana Elias (3ª) e Eduarda Stefani (4ª). Foto: Divulgação

Gabriela Rigo vence a Sub-14; Laura vira na Sub-12

Gabriela Rigo conquistou a Sub-14 feminina com 8,40 pontos. Além disso, a final teve duas surfistas de Ubatuba nas primeiras posições: Catarina Kobayashi ficou em segundo, com 5,55.

Anahi Botelho completou o pódio em terceiro, com 4,45. Em seguida, Maria Clara Borges terminou em quarto, com 4,30.

Na Sub-12, Maria Clara começou na frente com uma nota 4,00 e liderou grande parte da bateria. Porém, Laura Kanagusiku virou nos minutos finais.

Além disso, a surfista de Praia Grande acrescentou um 4,75 à nota 3,25 que já tinha. Com isso, chegou a 8,00 pontos e garantiu o título. Por fim, Maria Clara ficou em segundo, com 6,00, seguida por Naima Mathey, com 5,10, e Anahi Botelho, com 2,40.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Carol Bastides e Rafael Miranda recebem fones de ouvido Aiwa pelas maiores notas e melhores somatórios no masculino e no feminino, respectivamente, no King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Aiwa premia Rafael Miranda e Carol Bastides

Rafael Miranda e Carol Bastides receberam fones de ouvido Aiwa no King and Queen of the Groms 2026. Além disso, a premiação contemplou nota e somatório no masculino e no feminino.

No masculino, Rafael recebeu os prêmios após marcar uma nota 8,00 e somar 15,00 pontos na estreia da Sub-14. Por outro lado, Carol registrou uma nota 7,00 e um somatório de 12,75 na segunda fase da Sub-16 feminina.

Essas pontuações correspondem às baterias das fases anteriores. Portanto, diferem dos resultados das finais apresentados abaixo.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

A nova geração também aproveitou as atividades fora d’água durante os dois dias de evento em Itamambuca. Foto: Divulgação

Resultados do King and Queen of the Groms 2026

Confira os quatro finalistas de cada categoria. Os valores abaixo correspondem aos somatórios das decisões disputadas em Itamambuca.

Sub-12 masculino

  1. Rafael Miranda — 9,40 pontos
  2. Bernardo Pires — 7,70 pontos
  3. Gabriel Medeiros — 7,60 pontos
  4. Thomaz Monteiro — 6,25 pontos

Masculino Sub-14

  1. Izau Siguinorini — 11,90 pontos
  2. Bernardo Pires — 6,35 pontos
  3. Matheus Jhones — 5,90 pontos
  4. Narciso Inacio — 3,95 pontos

Sub-16 masculino

  1. Felipe Homsi — 12,00 pontos
  2. Vini Palma — 9,90 pontos
  3. Izau Siguinorini — 9,55 pontos
  4. Bernardo Brizola — 8,80 pontos

Feminino Sub-12

  1. Laura Kanagusiku — 8,00 pontos
  2. Maria Clara Borges — 6,00 pontos
  3. Naima Mathey — 5,10 pontos
  4. Anahi Botelho — 2,40 pontos

Sub-14 feminino

  1. Gabriela Rigo — 8,40 pontos
  2. Catarina Kobayashi — 5,55 pontos
  3. Anahi Botelho — 4,45 pontos
  4. Maria Clara Borges — 4,30 pontos

Feminino Sub-16

  1. Maeva Guastalla — 11,90 pontos
  2. Carol Bastides — 10,65 pontos
  3. Mariana Elias — 5,00 pontos
  4. Eduarda Stefani — 3,85 pontos
King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Laura Kanagusiku conquista o título Sub-12 feminino, seguida por Maria Clara Borges (2ª), Naima Mathey (3ª) e Anahi Botelho (4ª). Foto: Divulgação

Atividades na areia acompanham as disputas em Itamambuca

Além das baterias, o evento reuniu atletas, familiares e público na areia. Além disso, a programação incluiu aulas de yoga e altinha, assim como oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy.

Enquanto os surfistas competiam, crianças e acompanhantes participaram das atividades fora d’água. Nesse sentido, Karol Lopes, gerente de Marketing do grupo Action Brands, afirmou que o fim de semana superou suas expectativas.

“O King and Queen of the Groms superou as minhas expectativas. Tivemos dois dias de sol, ótimas ondas, atletas focados e um verdadeiro show de surf dentro d’água. Além das disputas, as ativações na areia também foram bem legais! A galera presente pôde fazer aulas de yoga e altinha, customizar ecobags da Quiksilver e Roxy, além de outras atividades que reforçaram o espírito e o lifestyle das nossas marcas. Foi um final de semana incrível, onde pudemos celebrar o surf, a nova geração de talentos (que vem com tudo!) e a conexão com a comunidade”, declarou Karol.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças se divertem nas pranchas de equilíbrio durante o King and Queen of the Groms 2026, em Itamambuca. A atividade também estimula a coordenação motora e o equilíbrio. Foto: Divulgação

AUS participa da organização com a Action Brands

O retorno da competição ao Brasil reuniu a Action Brands e a Associação Ubatubense de Surf (AUS). Além disso, segundo o organizador Luiz Henrique Pinga, a parceria buscou oferecer aos atletas um fim de semana de competição e atividades em Itamambuca.

“A praia de Itamambuca é um lugar especial, ideal para esse retorno do KQOTG, após 11 anos sem ser realizado no Brasil. Esse evento é uma parceria com a Action Brands, empresa que detém os direitos da Quiksilver e Roxy no país, juntamente com a AUS (Associação Ubatubense de Surf). Nossa ideia é fazer o melhor possível e proporcionar para a criançada um final de semana muito legal”, disse Luiz Henrique Pinga, organizador do KQOTG 2026.

Quiksilver e Roxy patrocinam o evento; Aiwa e FlexFit copatrocinam

O King and Queen of the Groms 2026 teve patrocínio de Quiksilver e Roxy e copatrocínio de Aiwa e FlexFit. Além disso, contou com apoio de Inova Sunglass, Tachão de Ubatuba e Restaurante Quintal do Mar Itamambuca.

Além disso, o release relaciona os parceiros Ford, Bullys, Fu Wax, DC Shoes, Blu Proteção Solar, Monster, Xeryus, Posca, Tribo Surf, Parafina, Surf Trip, Star Point, Ilha do Mel, Surf Alive, Quinta do Mar e Pier 7. Por fim, a transmissão ficou a cargo do Canal Woohoo.

Veja também as baterias na cobertura do King and Queen of the Groms 2026 na AOS Mídia.

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