Competições
Jadson André recebe convite da WSL para o Challenger Series
Jadson André é convidado pela WSL Latin America para o Challenger Series 2025. Veja também os classificados sul-americanos.
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Jadson André é convidado pela WSL para o Challenger Series 2025. Foto: WSL / Thiago Diz
A temporada 2025 do Challenger Series da World Surf League (WSL) terá um nome conhecido do surfe brasileiro: Jadson André. O potiguar foi convidado pela WSL Latin America para disputar o circuito de acesso à elite do surfe mundial no próximo ano. A informação foi divulgada inicialmente pelo canal DukeSurf e confirmada pela AOS Mídia, que apurou junto a fontes da entidade. No Feminino, a vaga de convidada fica com a peruana Sol Aguirre, próxima sul-americana no ranking do Challenger Series de 2024 depois de Luana Silva, Sophia Medina e Laura Raupp, todas já garantidas no circuito deste ano.
Com uma carreira marcada por títulos e representatividade, Jadson segue sendo uma referência no cenário internacional. Ex-integrante do Championship Tour (CT), ele já representou o Brasil em diversas etapas mundiais e é reconhecido pela sua trajetória de superação e dedicação. O convite reforça sua relevância e abre a possibilidade de uma nova campanha rumo à elite.

Jadson já representou o Brasil em diversas etapas mundiais e é reconhecido pela sua trajetória de superação e dedicação. Foto: WSL / Dunbar
Nascido em 13 de março de 1990 em Natal, Rio Grande do Norte, Jadson destacou-se no cenário internacional do surfe com performances marcantes no Circuito Mundial. Iniciou no surfe aos 10 anos nas praias de Natal e rapidamente ascendeu no esporte.
Em 2010, como estreante no Tour, Jadson conquistou uma vitória significativa no Billabong Pro Santa Catarina, realizado em Imbituba. Na final, derrotou o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater com uma pontuação de 14,40 contra 14,00, tornando-se o primeiro brasileiro a vencer essa etapa desde Peterson Rosa em 1998.
Em 2014, Jadson alcançou a final do Quiksilver Pro France, enfrentando o havaiano John John Florence. Apesar de uma performance sólida, foi superado por Florence, que venceu o evento.
Além dessas conquistas, Jadson teve outros momentos notáveis no circuito. Em 2103 e 2014, venceu o Cascais Billabong Pro em Portugal, consolidando sua posição no cenário europeu.
Em 2019, triunfou no Oi Hang Loose Pro Contest em Fernando de Noronha, Brasil, demonstrando sua consistência em competições de alto nível.

Recentemente, Jadson disputou uma final na etapa do QS na praia da Taíba, Ceará. Foto: WSL / Lima Junior
Antes de brilhar no circuito mundial, Jadson André construiu uma base sólida no surfe brasileiro. Pelas categorias de base da CBSurf, foi campeão brasileiro Sub-14 em 2004, e voltou a se destacar em 2006 ao conquistar o título da Sub-18. No ano seguinte, em 2007, venceu novamente na Sub-18 e também na categoria Open, mostrando sua evolução e domínio entre os amadores.
Em 2007, viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao conquistar o título de campeão mundial júnior da International Surfing Association (ISA), nas ondas da Costa da Caparica, em Portugal. A vitória internacional confirmou o status de grande promessa do surfe brasileiro, colocando seu nome no radar global da nova geração.
Mais tarde, já como profissional, Jadson ainda voltaria a vencer em solo nacional. Em 2018, participou pela primeira vez do circuito brasileiro profissional da CBSurf e sagrou-se campeão ao vencer as duas primeiras etapas da temporada, em Ipojuca (PE) e Maresias (SP). A conquista foi simbólica, marcando sua reconexão com o cenário nacional após anos dedicados ao circuito mundial.
Classificados para o Challenger Series
Além do convite a Jadson, a WSL também anunciou os surfistas sul-americanos classificados via ranking regional do Qualifying Series. No masculino, garantiram vaga: Lucas Vicente (campeão sul-americano), Franco Radziunas, Lucas Silveira, Peterson Crisanto, José Francisco, Wesley Leite e Igor Moraes. No feminino, as classificadas foram: Laura Raupp (campeã sul-americana), Daniella Rosas e Arena Rodriguez.
Até o momento, não foi divulgado quem será a surfista convidada da América do Sul para o Challenger Series 2025. A expectativa gira em torno desse anúncio, que deverá completar a lista de representantes da região no circuito.
A presença de Jadson André no CS 2025 certamente traz mais visibilidade para a competição e reforça o peso do Brasil na disputa por vagas no Championship Tour. A experiência e o talento do potiguar prometem movimentar o circuito e atrair os olhares dos fãs de surfe ao redor do mundo.
Brasil
Charles Medina no Fala Papah!
Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.
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28/05/2026Por
aos-midia
Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação
O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.
Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.
A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.
Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.
Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.
Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.
O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.
Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.
O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.
Competições
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan
Italo Ferreira vence em Raglan, assume liderança da WSL e coloca Brasil no Top 4 do ranking. Finals Day também teve incidente com fotógrafo.
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2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Brasil ocupa as quatro primeiras posições no ranking da WSL depois da etapa em Raglan. Foto: Reprodução AOS Mídia
O domínio brasileiro no Championship Tour 2026 ganhou ainda mais força após a etapa de Raglan, na Nova Zelândia. O Finals Day do Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy confirmou o excelente momento do país no circuito mundial, com vitória de Italo Ferreira, semifinal de Yago Dora e brasileiros ocupando as quatro primeiras posições do ranking da World Surf League (WSL).
A decisão masculina foi marcada por grandes performances nas longas esquerdas de Manu Bay. Italo Ferreira derrotou o australiano Morgan Cibilic na grande final e conquistou sua 11ª vitória da carreira no CT. Com o resultado, o campeão mundial de 2019 retomou a lycra amarela e assumiu a liderança do ranking mundial.

Italo Ferreira vence etapa em Raglan, Nova Zelândia. Foto: WSL / Rambo Estrada
Além do título de Italo, o Brasil voltou a dominar o topo da classificação. Miguel Pupo aparece na vice-liderança, Gabriel Medina ocupa a terceira colocação e Yago Dora fecha o Top 4 da temporada 2026. Samuel Pupo também segue forte na disputa, em sétimo lugar, enquanto Filipe Toledo completa o Top 10 do ranking.
A etapa de Raglan representou uma retomada do domínio brasileiro após a Gold Coast ter sido a única parada do ano sem brasileiros no pódio masculino. Na Nova Zelândia, o cenário voltou a ser amplamente favorável aos atletas do país.

Carissa Moore e Italo Ferreira são os campeões da etapa neozelandesa. Foto: WSL / Rambo Estrada
Italo Ferreira vence final eletrizante em Raglan
A final masculina colocou frente a frente dois dos grandes destaques do evento. Morgan Cibilic começou forte, conseguindo uma nota 8.90 com ataques agressivos de backside nas direitas de Manu Bay. No entanto, Italo Ferreira respondeu rapidamente com um 9.33, combinando aéreos e manobras progressivas que levantaram o público presente em Raglan.
Com poucas ondas na reta final da bateria, Italo administrou a vantagem e confirmou a vitória por 17.50 a 15.80. O título também reforçou a evolução do brasileiro em ondas longas de esquerda, consideradas algumas das mais clássicas do Championship Tour.
No feminino, a havaiana Carissa Moore venceu Sawyer Lindblad e voltou ao topo do pódio após se tornar mãe. A brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking para Gabriela Bryan, mas segue muito próxima da ponta na vice-liderança da temporada.

Italo levanta o público com seus aéreos em Raglan. Foto: WSL / Oscar Hetherington
Incidente com fotógrafo marcou o Finals Day
O Finals Day em Raglan também ficou marcado por um susto fora das ondas. Durante a semifinal masculina entre Yago Dora e Italo Ferreira, um fotógrafo que fazia a cobertura da bateria sofreu um ferimento no pé após um incidente envolvendo um animal marinho na água. A disputa foi imediatamente paralisada, e os atletas deixaram o mar enquanto o profissional recebia atendimento.
Segundo apuração do AOS Mídia, o pé de pato utilizado pelo fotógrafo chegou a ser arrancado do pé durante o incidente. O profissional recebeu atendimento ainda no local e foi encaminhado ao hospital. Pelas imagens obtidas pelo canal, o ferimento aparentava ser localizado, sem sinais visíveis de lesões mais extensas. Até o momento, a WSL não confirmou oficialmente qual animal esteve envolvido no caso.

Imagens mostram os ferimentos sofridos pelo fotógrafo Ed Sloane durante incidente na água em Manu Bay, Raglan. Foto: Arquivo pessoal
O fotógrafo revelou posteriormente nas redes sociais que precisará passar por um procedimento cirúrgico após o incidente, mas tranquilizou os seguidores ao afirmar que deve ficar bem. Na publicação, ele descreveu o episódio como “algo digno de pesadelo”, relatando que o animal surgiu “diretamente de baixo” durante a cobertura da bateria. O profissional também agradeceu o suporte da equipe médica da WSL, do water patrol e das pessoas presentes no local no momento do atendimento.
Biólogos consultados pelo AOS Mídia analisaram as imagens do ferimento e avaliam que as marcas aparentam ser mais compatíveis com mordida de leão-marinho, lobo-marinho ou algum animal semelhante. A análise leva em consideração o padrão das perfurações e dos cortes, descritos como mais espaçados e localizados. Segundo esses especialistas, ataques típicos de tubarão costumam apresentar marcas diferentes, com múltiplas perfurações e cortes mais alinhados ao formato das arcadas dentárias. Ainda assim, não há confirmação oficial sobre qual animal esteve envolvido no incidente.

Yago Dora em um dos últimos registros de Ed Sloane antes do incidente. Foto: WSL / Ed Sloane
Apesar do susto e da repercussão nas redes sociais, registros públicos e arquivos da imprensa neozelandesa apontam que incidentes desse tipo seguem sendo raros nos tradicionais points da região, como Manu Bay, Indicators e Whale Bay.
Próxima etapa do Championship Tour
A próxima parada do Championship Tour 2026 será o Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero, com janela entre os dias 5 e 15 de junho. O Brasil chega embalado para a sequência da temporada e novamente como principal força do circuito mundial.
Resultados finais — Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy
Final feminina
- Carissa Moore (Haw) — 17.90
- Sawyer Lindblad (EUA) — 16.67
Final masculina
- Italo Ferreira (Bra) — 17.50
- Morgan Cibilic (Aus) — 15.80
Semifinais masculinas
Bateria 1
Morgan Cibilic (Aus) 15.34 x 12.20 Griffin Colapinto (EUA)
Bateria 2
Italo Ferreira (Bra) 15.10 x 12.33 Yago Dora (Bra)

A festa da torcida para Italo. Foto: WSL / Oscar Hetherington
Ranking masculino da WSL 2026 após Raglan
- Italo Ferreira (Bra) — 22.725 pts
- Miguel Pupo (Bra) — 21.385 pts
- Gabriel Medina (Bra) — 20.525 pts
- Yago Dora (Bra) — 19.630 pts
- George Pittar (Aus) — 17.640 pts
- Ethan Ewing (Aus) — 16.745 pts
- Samuel Pupo (Bra) — 16.575 pts
- Griffin Colapinto (EUA) — 16.490 pts
- Leonardo Fioravanti (Ita) — 16.130 pts
- Filipe Toledo (Bra) — 15.150 pts
Ranking feminino da WSL 2026 após Raglan
- Gabriela Bryan (Haw) — 27.180 pts
- Luana Silva (Bra) — 24.570 pts
- Molly Picklum (Aus) — 22.885 pts
- Caitlin Simmers (EUA) — 21.610 pts
- Sawyer Lindblad (EUA) — 20.795 pts
- Carissa Moore (Haw) — 20.000 pts
- Isabella Nichols (Aus) — 18.540 pts
- Bettylou Sakura Johnson (Haw) — 17.345 pts
- Caroline Marks (EUA) — 15.870 pts
- Tyler Wright (Aus) — 14.555 pts
Brasil
Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.
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2 semanas atrásem
25/05/2026Por
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Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.
Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack
Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.
Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha
No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.
Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha
No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.
Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.
Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha
No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.
Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha
Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.
As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Resultados finais
Sub 18 masculino
- John Muller (Guarujá)
- Kalani Robles (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
- Nicolas Pereira (Ceará)
Sub 16 masculino
- Nicolas Pereira (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Keoni Renno (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
Sub 14 masculino
- Lucas Peixoto (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Matheus Jhones (Guarujá)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 12 masculino
- Ruda Nascimento (Bahia)
- Fernando Medina (Praia Grande)
- Thomas Monteiro (São Sebastião)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 18 feminino
- Julia Stefani (Praia Grande)
- Luiza Savoi (Ubatuba)
- Maeva Guastala (Ubatuba)
- Carol Bastides (Praia Grande)
Sub 16 feminino
- Carol Bastides (Praia Grande)
- Alexia de Oliveira
- Giovanna Rocha (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
Sub 14 feminino
- Alexia de Oliveira
- Maria Clara (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
- Catarina Kobayashi (Ubatuba)
Sub 12 feminino
- Maria Clara (Guarujá)
- Laura de Souza (Santos)
- Fernanda Pina (Santos)
- Nayma Mathey (Ubatuba)

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha
Ranking por cidades
- Ubatuba — 7680 pontos
- Guarujá — 6920 pontos
- Praia Grande — 5520 pontos
- Santos — 5198 pontos
- São Sebastião — 4786 pontos
- São Paulo — 2425 pontos
- Bertioga — 2240 pontos
- Mongaguá — 1795 pontos
- Itanhaém — 1590 pontos
- Caraguatatuba — 1480 pontos
- Peruíbe — 1090 pontos
- São Vicente — 610 pontos
- Ilhabela — 360 pontos

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha
Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

