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Brasil

Floripa Pro consagra José Francisco e Daniella Rosas na Joaquina

José Francisco e Daniella Rosas vencem o Floripa Pro 2025 na Praia da Joaquina, em Florianópolis. Veja os resultados e ranking atualizado.

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José Francisco vence o Floripa Pro 2025 na praia da Joaquina. Foto: Fecasurf / Marcio David

O bicampeão catarinense José Francisco e a peruana Daniella Rosas conquistaram os títulos do Floripa Pro 2025 apresentado pela Layback e Prefeitura de Florianópolis na Praia da Joaquina. Na final, o paraibano que há muitos anos mora na Ilha de Santa Catarina, derrotou dois campeões sul-americanos, Mateus Herdy que ficou em segundo lugar e Lucas Vicente em quarto, além do Matheus Navarro em terceiro. Já a Daniella ganhou de três catarinenses e Tainá Hinckel largou na frente na busca pelo tetracampeonato estadual nos últimos segundos, deixando Isabelle Nalu em terceiro lugar e Kiany Hyakutake em quarto. A terça-feira foi mais um dia de boas ondas na Praia da Joaquina, para fechar quase uma semana completa de show de surfe em um dos principais palcos do esporte no Brasil.

A última decisão do Floripa Pro, envolveu três surfistas que vão representar o país no Challenger Series, circuito de acesso para a elite do World Surf League Championship Tour (CT). A lista dos 7 indicados pela WSL South America foi definida no domingo, com Lucas Vicente festejando o título de campeão sul-americano de 2024/2025, repetindo o feito do outro local da Joaca, Mateus Herdy, na temporada 2023/2024. Lucas e o Fininho, como José Francisco é conhecido, se classificaram pela primeira vez e já se preparam para estrear no Challenger Series, em junho em Newcastle, na Austrália. O paraibano usou os aéreos nas esquerdas da Joaca, para superar Mateus Herdy por 13,20 a 13,00 pontos. Matheus Navarro terminou em terceiro lugar com 12,80 e Lucas Vicente ficou em quarto com 11,73 pontos.

“Com certeza, o aéreo é a manobra que eu sempre treino, ainda mais com o ventinho Sul, ficou bom para voar”, disse o campeão, José Francisco. “E a bateria era animal, alto nível, então tinha que ir pra cima. Fiz o que precisava fazer, sem muito segredo e só deixei na mão de Deus mesmo. Fiz a minha parte e deu tudo certo. O nível desse campeonato foi muito alto, então é máximo respeito aos que já foram lá no Challenger Series e a minha hora chegou também, então vou dar meu máximo. Quero aproveitar esse momento para evoluir mais o meu surfe, estou sempre aberto a aprender, então é só coisas boas que vêm por aí”.

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Daniella Rosas brilha na Joaca e leva a melhor entre as mulheres. Foto: Fecasurf / Marcio David

José Francisco é um dos muitos surfistas de grande potencial, que estão sem um patrocinador principal. O prêmio máximo de 5.000 reais pela vitória no Floripa Pro, certamente foi importante para ajudar no alto custo da viagem para a Austrália: “Nossa, veio na hora certa. Eu não tenho patrocínio de bico (da prancha) e vivo praticamente de premiações dos campeonatos. Então, vencer ainda, é muito especial, vai ajudar muito”. Fininho também pode igualar um feito de mais de 40 anos atrás, do florianopolitano David Husadel, que em 1984 se tornou único surfista a conquistar três títulos de campeão catarinense profissional. José Francisco foi bicampeão em 2022 e 2023 e largou na frente no ranking de 2025.

Peruana campeã

A decisão feminina do Floripa Pro apresentado pela Layback e Prefeitura de Florianópolis também foi vencida por uma surfista que vai disputar o Challenger Series esse ano, a tricampeã sul-americana da WSL, Daniella Rosas. A peruana está fazendo um ano incrível, chegando nas finais dos quatro campeonatos que competiu em 2025. Começou com o bicampeonato em casa no QS 1000 de Señoritas no Peru, depois ganhou o WSL Taíba Pro no Ceará e foi vice-campeã no domingo, na final do WSL Layback Pro com Laura Raupp, recém-coroada campeã sul-americana da temporada 2024/2025.

“Na verdade, as condições ficaram muito difíceis hoje, mas estou muito feliz pela vitória”, disse Daniella Rosas. “No domingo eu perdi para a Laura (Raupp), acho que fiquei um pouco desconcentrada, não me encontrei na final. Mas agora consegui ser melhor, me sinto bem, surfando bem e fazer quatro finais me deixa muito feliz. Mesmo assim, é seguir treinando como sempre, foram quatro finais surfando de backside em esquerdas praticamente, então tenho que treinar bastante o frontside, que está meio feio (risos)”.

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Finalistas da categoria masculina. Foto: Fecasurf / Marcio David

Líder do ranking

A vitória da peruana comprovou o alto nível desta etapa de abertura do Circuito Catarinense Profissional. Surfistas do Peru, Argentina, Chile, Venezuela e Colômbia, competiram no Floripa Pro. Com Daniella Rosas dominando a decisão desde o início, com seu ataque fatal de backside nas esquerdas da Joaquina, a disputa para as outras finalistas, ficou pelo vice-campeonato, que valia a liderança no primeiro ranking estadual da FECASURF em 2025.

Kiany Hyakutake, que fez bons resultados no WSL Taíba Pro, terceiro lugar no QS 1000 e vice-campeã na final Pro Junior com Laura Raupp no Ceará, começou em segundo lugar. Depois, Isabelle Nalu passou a frente, mas nos últimos segundos, a surfista olímpica Tainá Hinckel, achou uma esquerda abrindo a parede para mandar dois ataques potentes de backside, que valeram nota 7,00. Com ela, a tricampeã catarinense de 2021/2022/2023 e campeã sul-americana da WSL na temporada 2023/2024, saltou do último para o segundo lugar e largou na frente na corrida pelo tetracampeonato.

“Estou muito feliz de, pelo menos, ter conseguido pegar aquela onda no final. Confesso que foi bem agoniante, porque não tive muitas oportunidades na bateria”, contou Tainá Hinckel. “Eu fiquei esperando pra ver se achava a onda certa e, realmente, não vinha nada. Pelo menos, fico feliz porque eu fiquei lá tentando, fazendo tudo o que estava ao meu alcance e não fluiu, não veio a vitória. Mas, estou feliz com minha performance, com meu surfe e é isso, bora pra próxima”.

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Lucas Haag é o novo campeão catarinense profissional. Foto: Fecasurf / Marcio David

Novos campeões catarinenses

Como a campeã catarinense do ano passado, Maria Autuori, está viajando e não pôde competir no Floripa Pro, Tainá Hinckel recebeu o seu troféu no pódio. Ambas são da Guarda do Embaú, então o título ficou em casa, mesmo com a amiga quebrando uma invencibilidade da Tainá, que vinha sendo campeã desde que a FECASURF incluiu a categoria feminina no Circuito Catarinense Profissional em 2021. Já o título masculino vem coroando campeões desde 1980, é o circuito estadual mais antigo do país e o jovem surfista da Praia do Matadeiro, Lucas Haag, recebeu o seu primeiro troféu.

O Floripa Pro apresentado pela Layback e pela Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, foi uma realização da Federação Catarinense de Surf e da Associação de Surf da Joaquina (ASJ). O Circuito Catarinense Profissional é o mais rico do Brasil, oferecendo R$ 50.000 para as categorias masculina e feminina e com igualdade na premiação. A vitória valeu os mesmos R$ 5.000 para o campeão José Francisco e para a campeã Daniella Rosas, sendo assim também para as outras colocações que recebem prêmios em dinheiro no campeonato.

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Tainá Hinckel recebe troféu de campeã catarinense que será destinado à amiga Maria Autuori. Foto: Fecasurf / Marcio David

Resultados finais do Floripa Pro 2025

Final masculina:

  1. José Francisco (PB) – 13,20 pts (6,63+6,57)

  2. Mateus Herdy (SC) – 13,00 (7,00+6,00)

  3. Matheus Navarro (SC) – 12,80 (6,50+6,30)

  4. Lucas Vicente (SC) – 11,73 (6,70+5,03)

Final feminina:

  1. Daniella Rosas (PER) – 13,50 pts (7,67+5,83)

  2. Tainá Hinckel (SC) – 11,27 (7,00+4,27)

  3. Isabelle Nalu (SC) – 9,00 (6,17+2,83)

  4. Kiany Hyakutake (SC) – 7,93 (4,30+3,63)


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Pódio feminino na Joaquina. Foto: Fecasurf / Marcio David

Ranking FECASURF após a primeira etapa

Top-10 masculino:

  1. José Francisco (PB) – 5.000 pts

  2. Mateus Herdy (SC) – 4.000

  3. Matheus Navarro (SC) – 3.250

  4. Lucas Vicente (SC) – 3.000

  5. Lucas Silveira (RJ) – 2.550

  6. Luan Wood (SC) – 2.250

  7. Leo Casal (SC) – 2.250

  8. Santiago Muniz (SC) – 1.800

  9. Ramiro Rubim (SC) – 1.800

  10. Lucas Haag (SC) – 1.700

  11. Caetano Vargas (SC) – 1.700

  12. Luiz Mendes (SC) – 1.700

  13. Gustavo Ramos (SC) – 1.700

Top-10 feminino:

  1. Tainá Hinckel (SC) – 4.000 pts

  2. Isabelle Nalu (SC) – 3.250

  3. Kiany Hyakutake (SC) – 3.000

  4. Valentina Zanoni (SC) – 2.550

  5. Potira Castaman (BA) – 2.250

  6. Laura Raupp (SC) – 1.800

  7. Kyara Antunes (SC) – 1.800

  8. Kauanny de Souza (SC) – 1.800

  9. Alma Corgiolu (ARG) – 1.800

  10. Ane Leite (SC) – 1.700

  11. Kaylane Antunes (SC) – 1.700

  12. Luiza Rosa Teixeira (SC) – 1.700

Campeões catarinenses profissionais da FECASURF (desde 1980)

2024: Lucas Haag (SC) e Maria Autuori (SC)

2023: José Francisco (PB) e Tainá Hinckel (SC)

2022: José Francisco (PB) e Tainá Hinckel (SC)

2021: Mateus Herdy (SC) e Tainá Hinckel (SC)

2020: Ian Gouveia (PE)

2019: Luan Wood (SC)

2018: Uriel Sposaro (SC)

2017: Caetano Vargas (SC)

2016: Caetano Vargas (SC)

2015: André Moi (SC)

2014: Marco Giorgi (URU)

2013: Tomas Hermes (SC)

2012: Yuri Gonçalves (SC)

2011: Tiago Bianchini (SC)

2010: Tomas Hermes (SC)

2009: Tânio Barreto (AL)

2008: Marco Polo (SC)

2007: Marco Polo (SC)

2006: Diego Rosa (SC)

2005: Jean da Silva (SC)

2004: Diego Rosa (SC)

2003: Raphael Becker (SC)

2002: Neco Padaratz (SC)

2001: Fabio Carvalho (SC)

2000: James Santos (SC)

1999: Guga Arruda (SC)

1998: Teco Padaratz (SC)

1997: Luli Pereira (SC)

1996: James Santos (SC)

1995: Guga Arruda (SC)

1994: Junior Maciel (SC)

1993: Fabio Carvalho (SC)

1992: Carlos Santos (SC)

1991: não houve circuito

1990: Saulo Lyra (SC)

1989: Ivan Junkes (SC)

1988: Icaro Cavalheiro (SC)

1987: Ivan Junkes (SC)

1986: Luiz Neguinho (SC)

1985: Waldemar “Bilo” Wetter (SC)

1984: David Husadel (SC)

1983: David Husadel (SC)

1982: Picuruta Salazar (SP)

1981: David Husadel (SC)

1980: Roberto Lima (SC)

Sobre o evento

O Floripa Pro foi realizado pela FECASURF e pela Associação de Surf da Joaquina (ASJ), com apoio da Prefeitura de Florianópolis. O evento ofereceu premiação igualitária para homens e mulheres, totalizando R$ 50.000.

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Bahia

Vladimir Brichta em Itacaré: memórias e carinho pela cidade

Vladimir Brichta relembra sua ligação com Itacaré, as histórias em família e as mudanças da cidade em conversa no Fala Papah!

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No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Foto: Divulgação Fala Papah!

As lembranças de Vladimir Brichta em Itacaré envolvem família, surfe e uma relação que atravessa diferentes fases da vida. Em entrevista ao Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, o ator contou por que a cidade do litoral sul da Bahia continua sendo um lugar especial para ele.

Durante a conversa, Vladimir relembrou a infância e a adolescência, falou dos encontros familiares e comentou as transformações que acompanhou. Além disso, reconheceu as oportunidades trazidas pelo crescimento e destacou a importância de preservar a natureza e valorizar os moradores.

Um lugar para voltar com a família

A ligação com Itacaré passa pela presença da mãe, que construiu sua vida na região. Segundo Vladimir, o sítio da família preserva referências importantes de sua trajetória, incluindo a represa onde costuma tomar banho.

Por isso, voltar ao lugar representa também um reencontro com suas próprias lembranças. O ator contou que gosta de levar os filhos e compartilhar com eles esse espaço de afeto.

Essa relação aparece nas comemorações familiares. Na entrevista, Vladimir lembrou que escolheu Itacaré para celebrar seus aniversários de 40 e 50 anos. Assim, reuniu pessoas próximas em um lugar que ocupa uma posição importante em sua história.

As mudanças de Itacaré ao longo dos anos

Ao comparar diferentes épocas, Vladimir reconheceu que a cidade mudou bastante. No entanto, deixou claro que não espera encontrar tudo exatamente como era durante sua infância.

Para ele, o crescimento também significa oportunidades para quem vive ali. Afinal, os moradores precisam trabalhar, desenvolver seus negócios e ter acesso a serviços, cultura e lazer.

Nesse contexto, o ator relembrou a participação da mãe em discussões sobre o futuro da cidade. Uma de suas preocupações era incentivar os moradores a manter seus terrenos e buscar condições para criar os próprios negócios.

Dessa forma, a conversa aborda uma questão que acompanha muitos destinos turísticos: como permitir que a população local participe dos benefícios do crescimento.

Natureza e desenvolvimento na mesma conversa

Vladimir também destacou o valor do patrimônio natural de Itacaré. Em sua visão, o desenvolvimento deve caminhar junto com o cuidado ambiental.

Ao falar desse assunto, ele demonstrou preocupação com intervenções que possam prejudicar a paisagem. Entretanto, também reconheceu a satisfação de ver pessoas da cidade conquistando espaço e construindo suas trajetórias.

O relato combina, portanto, saudade e reconhecimento das mudanças positivas. Mais do que desejar uma cidade parada no tempo, Vladimir fala sobre o cuidado com aquilo que torna o lugar especial.

O encanto que continua

Na parte final da conversa, o ator destacou iniciativas culturais, a participação dos moradores e as opções de gastronomia. Além disso, comentou como a organização da comunidade pode contribuir para o futuro da cidade.

Essas observações ajudam a entender por que Itacaré continua presente em sua vida. As lembranças permanecem, enquanto novos encontros e experiências ampliam essa relação.

No Fala Papah!, Vladimir Brichta compartilha esse olhar pessoal sobre uma cidade que faz parte de sua história. Assista ao corte e acompanhe a conversa completa sobre memórias, família e as transformações de Itacaré.

E você: qual lembrança guarda de Itacaré? Compartilhe nos comentários.

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Brasil

Surfland vale a pena? Vlog mostra primeira experiência na piscina de ondas

Surfland em Garopaba é cenário do novo vlog do Fala Papah, com ondas, bastidores, encontros e os desafios da primeira experiência na piscina.

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A Surfland em Garopaba, Santa Catarina, é o cenário do novo episódio do Fala Papah!. No vlog, o jornalista Ader Oliveira mostra sua primeira experiência em uma piscina de ondas. Além disso, apresenta os bastidores de uma viagem marcada por reencontros, muito surfe e situações inesperadas.

Assista ao episódio completo do Fala Papah!, com 26 minutos e 26 segundos de duração.

Do casamento de Mineirinho à Surfland em Garopaba

A viagem começou com um convite especial. Ader foi a Santa Catarina para acompanhar o casamento do amigo de longa data Adriano de Souza, o Mineirinho, com Giovanna, em Criciúma.

A celebração reuniu amigos e grandes nomes do surfe brasileiro. Entre os convidados estavam Gabriel Medina, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Samuel Pupo e o atual campeão mundial Yago Dora. Além disso, o encontro rendeu imagens e histórias que ajudam a apresentar o contexto da viagem.

Depois da festa, Ader seguiu para a Praia do Rosa. Por lá, reencontrou o ex-surfista profissional Tânio Barreto, que o recebeu durante a passagem pela região. Entretanto, a viagem ainda reservava uma experiência inédita.

O destino seguinte foi a Surfland, em Garopaba. Apesar de décadas acompanhando o surfe profissional e viajando para diferentes destinos, o jornalista nunca havia surfado em uma piscina de ondas. Por isso, a expectativa para conhecer a estrutura era grande.

Três sessões e um desafio físico inesperado

Na Surfland, Ader participou de três sessões de aproximadamente 50 minutos no mesmo dia. Durante a experiência, testou diferentes configurações de ondas, incluindo esquerdas e direitas das modalidades Turns 2 e Turns 3.

Logo nas primeiras tentativas, precisou adaptar o posicionamento, o tempo de entrada e a leitura das ondas. Afinal, surfar em uma piscina exige ajustes diferentes daqueles feitos no mar.

Além das ondas, o vlog mostra o desgaste físico provocado pela sequência de sessões. O esforço foi maior do que o esperado e intensificou um desconforto lombar que o jornalista já enfrentava.

Consequentemente, Ader precisou interromper sua participação na água antes do que havia planejado. Ainda assim, aproveitou os dias seguintes para conhecer melhor a estrutura e conversar com outros surfistas.

De volta a Salvador, o jornalista está tratando o problema lombar na clínica C.A.R.E., onde recebe acompanhamento de profissionais especializados e de alto nível. Dessa forma, busca recuperar a condição física para voltar a surfar com segurança.

O episódio também aborda essa dificuldade. Portanto, não apresenta apenas os momentos positivos da viagem, mas mostra os desafios enfrentados durante a primeira experiência.

Reencontros, resenhas e novas gerações do surfe

A passagem pela Surfland também foi marcada por reencontros. Durante a visita, Ader conversou com Carlos Matias, do Surfe TV, e com o fotógrafo e jornalista Motaury Porto. Além disso, encontrou profissionais, visitantes e surfistas de diferentes países.

Uma das sequências mais descontraídas envolve jovens argentinos e uma provocação futebolística sobre Neymar e Messi. A brincadeira, feita em portunhol, ganhou uma resposta animada da garotada. Assim, o episódio apresenta momentos que vão além das ondas.

Enquanto isso, jovens surfistas de países como Argentina e Peru aproveitavam a piscina para treinar e aperfeiçoar suas manobras.

O vlog também registra atividades do projeto Talento Feminino Onda 2, iniciativa voltada ao desenvolvimento do surfe feminino. Durante a programação, jovens atletas brasileiras participaram de treinamentos acompanhados por profissionais experientes.

Entre os nomes presentes estavam Andrea Lopes, Guga Arruda, Heitor Alves, Karina Abras e Taís de Almeida. Dessa maneira, a visita também permitiu acompanhar parte do trabalho de formação das novas gerações do surfe brasileiro.

O parasurfe também ganhou espaço

Outro momento importante da visita foi o encontro com atletas do parasurfe. Ader acompanhou a movimentação de surfistas com deficiência que utilizavam a estrutura para entrar na água e treinar.

Entre os atletas estavam Maria do Sol e Luciano Silveira, conhecido como Nem. Além disso, as imagens mostram diferentes experiências dentro da piscina e ampliam o olhar sobre as possibilidades de prática do esporte.

Assim, o episódio vai além de uma sequência de ondas. Ele reúne histórias de superação, convivência e encontros entre pessoas que compartilham a paixão pelo surfe.

Como funciona a piscina de ondas da Surfland?

A estrutura da Surfland utiliza a tecnologia Wavegarden Cove e oferece diferentes tipos de ondas para surfistas de variados níveis. Segundo o site oficial da Surfland Brasil, o sistema permite gerar direitas e esquerdas com configurações específicas para diferentes níveis de habilidade.

Além da piscina, o complexo conta com áreas de lazer e serviços para visitantes. Outro recurso disponível é o sistema de imagens, que permite aos surfistas acessar registros de suas sessões.

Por outro lado, a experiência exige preparação física e adaptação ao funcionamento das ondas. Afinal, embora as condições sejam diferentes das encontradas no oceano, o esforço durante uma sessão pode ser intenso.

As piscinas de ondas representam uma possibilidade adicional de treinamento e diversão. Entretanto, cada estrutura possui características próprias. O assunto também aparece em outras reportagens do AOS Mídia.

Surfland vale a pena? Assista à experiência completa

O novo episódio do Fala Papah! reúne ondas, bastidores e conversas ao longo de 26 minutos e 26 segundos. Além de mostrar a estrutura da Surfland em Garopaba, o vídeo acompanha as expectativas e dificuldades de quem experimentou uma piscina de ondas pela primeira vez.

Portanto, a proposta não é apenas apresentar o funcionamento do complexo. O vlog também mostra os personagens e as histórias que transformaram a viagem em uma experiência particular.

Ao mesmo tempo, a produção marca uma novidade no canal Fala Papah!, conhecido por entrevistas e histórias de personagens do surfe. Dessa vez, Ader assume o papel de protagonista e convida o público a acompanhar sua rotina durante a viagem.

Vale a pena conhecer a Surfland? No episódio completo, o jornalista compartilha sua vivência e permite que o público acompanhe os pontos positivos, os desafios e os momentos de diversão.

Assista ao vlog completo no canal Fala Papah!, no YouTube.

E você, já surfou em uma piscina de ondas? Conte sua experiência nos comentários.

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Brasil

King and Queen of the Groms consagra nova geração em Itamambuca

King and Queen of the Groms 2026 reúne novos talentos, boas ondas e praia cheia em Ubatuba. Confira os campeões e os resultados das finais.

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Rafael Miranda, King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Rafael Miranda brilha na Sub-12 do King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

O King and Queen of the Groms 2026 definiu seus seis campeões no domingo (11 de outubro), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Após 11 anos sem uma edição no Brasil, o evento da Quiksilver voltou com disputas masculinas e femininas. Além disso, a Roxy integrou a competição, que reuniu as categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16 nos dias 10 e 11.

Entre os meninos, Felipe Homsi venceu a Sub-16, Izau Siguinorini conquistou a Sub-14 e Rafael Miranda levou a Sub-12. Por outro lado, entre as meninas, os títulos ficaram com Maeva Guastalla na Sub-16, Gabriela Rigo na Sub-14 e Laura Kanagusiku na Sub-12.

As finais tiveram ondas de até um metro nas séries, segundo o release da organização. Além disso, duas decisões femininas tiveram mudanças na liderança: Laura virou nos minutos finais da Sub-12, enquanto Maeva assumiu a ponta na Sub-16.

Para rever as baterias, acesse a transmissão do King and Queen of the Groms 2026, disponível na AOS Mídia.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Estrutura do King and Queen of the Groms 2026 montada na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Felipe Homsi vence a Sub-16 do King and Queen of the Groms 2026

Felipe Homsi (PB) venceu a última final do domingo com 12,00 pontos. Para isso, o paraibano combinou notas 7,00 e 5,00. Assim, terminou 2,10 pontos à frente de Vini Palma.

A disputa seguiu equilibrada até o fim. No entanto, Homsi garantiu o título com o 7,00, a melhor nota da bateria. Enquanto isso, na metade da decisão, Vini reagiu e saiu do quarto para o segundo lugar, com 9,90 pontos.

Em seguida, Izau Siguinorini terminou em terceiro, com 9,55. Por fim, Bernardo Brizola completou a final com 8,80. Além disso, entre as seis decisões, Homsi registrou o maior somatório.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças participam das atividades de pintura realizadas durante o King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Izau Siguinorini lidera a Sub-14 do início ao fim

Izau Siguinorini abriu a final masculina Sub-14 com uma nota 6,00, após uma sequência de batidas e rasgadas. Assim, assumiu a liderança e manteve a vantagem até o encerramento.

Além disso, Izau marcou 5,90 na última onda que surfou na decisão. Com isso, fechou o somatório em 11,90 pontos. Em contrapartida, Bernardo Pires ficou em segundo, com 6,35. Em seguida, Matheus Jhones terminou com 5,90, e Narciso Inacio somou 3,95.

Além disso, Izau chegou à final da Sub-16 e conquistou o terceiro lugar. Portanto, encerrou o domingo com dois pódios.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Além das disputas de surfe, o evento contou com oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy. Foto: Divulgação

Rafael Miranda conquista a Sub-12 em casa

Rafael Miranda encaminhou a vitória na final masculina Sub-12 com suas duas primeiras ondas. Para isso, o surfista de Ubatuba marcou 5,00 e 4,40, somando 9,40 pontos.

No entanto, Bernardo Pires tentou reagir e terminou em segundo, com 7,70. Em seguida, Gabriel Medeiros ficou em terceiro, com 7,60, à frente de Thomaz Monteiro, que fez 6,25.

Além disso, o release registra uma nota 8,00 de Bernardo Pires na primeira fase da Sub-12. Portanto, esse desempenho pertence à Sub-12. Já a nota de Rafael na estreia da Sub-14 aparece na seção da premiação Aiwa.

Ao comentar a experiência de competir em Itamambuca, Rafael destacou as condições do mar e a programação na areia:

“O campeonato está demais aqui no quintal de casa, com altas ondas, essa estrutura incrível e toda essa ativação na praia”, disse Rafael Miranda.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Meninas participam de uma atividade de altinha na areia de Itamambuca durante o campeonato. Foto: Divulgação

Maeva Guastalla assume a liderança e vence a Sub-16

Carol Bastides liderou o início da final feminina Sub-16. Entretanto, Maeva Guastalla assumiu a ponta a partir de sua segunda onda e manteve a posição até o fim.

Assim, Maeva combinou notas 6,25 e 5,65 para somar 11,90 pontos e conquistar o título. Por outro lado, Carol ficou com o vice-campeonato, com 10,65. Em seguida, Mariana Elias terminou em terceiro, com 5,00, e Eduarda Stefani em quarto, com 3,85.

Assim, Maeva encerrou a decisão com o maior somatório entre as três finais femininas.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Maeva Guastalla celebra o título Sub-16 feminino, ao lado de Carol Bastides (2ª), Mariana Elias (3ª) e Eduarda Stefani (4ª). Foto: Divulgação

Gabriela Rigo vence a Sub-14; Laura vira na Sub-12

Gabriela Rigo conquistou a Sub-14 feminina com 8,40 pontos. Além disso, a final teve duas surfistas de Ubatuba nas primeiras posições: Catarina Kobayashi ficou em segundo, com 5,55.

Anahi Botelho completou o pódio em terceiro, com 4,45. Em seguida, Maria Clara Borges terminou em quarto, com 4,30.

Na Sub-12, Maria Clara começou na frente com uma nota 4,00 e liderou grande parte da bateria. Porém, Laura Kanagusiku virou nos minutos finais.

Além disso, a surfista de Praia Grande acrescentou um 4,75 à nota 3,25 que já tinha. Com isso, chegou a 8,00 pontos e garantiu o título. Por fim, Maria Clara ficou em segundo, com 6,00, seguida por Naima Mathey, com 5,10, e Anahi Botelho, com 2,40.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Carol Bastides e Rafael Miranda recebem fones de ouvido Aiwa pelas maiores notas e melhores somatórios no masculino e no feminino, respectivamente, no King and Queen of the Groms 2026. Foto: Divulgação

Aiwa premia Rafael Miranda e Carol Bastides

Rafael Miranda e Carol Bastides receberam fones de ouvido Aiwa no King and Queen of the Groms 2026. Além disso, a premiação contemplou nota e somatório no masculino e no feminino.

No masculino, Rafael recebeu os prêmios após marcar uma nota 8,00 e somar 15,00 pontos na estreia da Sub-14. Por outro lado, Carol registrou uma nota 7,00 e um somatório de 12,75 na segunda fase da Sub-16 feminina.

Essas pontuações correspondem às baterias das fases anteriores. Portanto, diferem dos resultados das finais apresentados abaixo.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

A nova geração também aproveitou as atividades fora d’água durante os dois dias de evento em Itamambuca. Foto: Divulgação

Resultados do King and Queen of the Groms 2026

Confira os quatro finalistas de cada categoria. Os valores abaixo correspondem aos somatórios das decisões disputadas em Itamambuca.

Sub-12 masculino

  1. Rafael Miranda — 9,40 pontos
  2. Bernardo Pires — 7,70 pontos
  3. Gabriel Medeiros — 7,60 pontos
  4. Thomaz Monteiro — 6,25 pontos

Masculino Sub-14

  1. Izau Siguinorini — 11,90 pontos
  2. Bernardo Pires — 6,35 pontos
  3. Matheus Jhones — 5,90 pontos
  4. Narciso Inacio — 3,95 pontos

Sub-16 masculino

  1. Felipe Homsi — 12,00 pontos
  2. Vini Palma — 9,90 pontos
  3. Izau Siguinorini — 9,55 pontos
  4. Bernardo Brizola — 8,80 pontos

Feminino Sub-12

  1. Laura Kanagusiku — 8,00 pontos
  2. Maria Clara Borges — 6,00 pontos
  3. Naima Mathey — 5,10 pontos
  4. Anahi Botelho — 2,40 pontos

Sub-14 feminino

  1. Gabriela Rigo — 8,40 pontos
  2. Catarina Kobayashi — 5,55 pontos
  3. Anahi Botelho — 4,45 pontos
  4. Maria Clara Borges — 4,30 pontos

Feminino Sub-16

  1. Maeva Guastalla — 11,90 pontos
  2. Carol Bastides — 10,65 pontos
  3. Mariana Elias — 5,00 pontos
  4. Eduarda Stefani — 3,85 pontos
King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Laura Kanagusiku conquista o título Sub-12 feminino, seguida por Maria Clara Borges (2ª), Naima Mathey (3ª) e Anahi Botelho (4ª). Foto: Divulgação

Atividades na areia acompanham as disputas em Itamambuca

Além das baterias, o evento reuniu atletas, familiares e público na areia. Além disso, a programação incluiu aulas de yoga e altinha, assim como oficinas de customização de ecobags da Quiksilver e Roxy.

Enquanto os surfistas competiam, crianças e acompanhantes participaram das atividades fora d’água. Nesse sentido, Karol Lopes, gerente de Marketing do grupo Action Brands, afirmou que o fim de semana superou suas expectativas.

“O King and Queen of the Groms superou as minhas expectativas. Tivemos dois dias de sol, ótimas ondas, atletas focados e um verdadeiro show de surf dentro d’água. Além das disputas, as ativações na areia também foram bem legais! A galera presente pôde fazer aulas de yoga e altinha, customizar ecobags da Quiksilver e Roxy, além de outras atividades que reforçaram o espírito e o lifestyle das nossas marcas. Foi um final de semana incrível, onde pudemos celebrar o surf, a nova geração de talentos (que vem com tudo!) e a conexão com a comunidade”, declarou Karol.

King and Queen of the Groms 2026, apresentado por Quiksilver e Roxy, em Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Divulgação

Crianças se divertem nas pranchas de equilíbrio durante o King and Queen of the Groms 2026, em Itamambuca. A atividade também estimula a coordenação motora e o equilíbrio. Foto: Divulgação

AUS participa da organização com a Action Brands

O retorno da competição ao Brasil reuniu a Action Brands e a Associação Ubatubense de Surf (AUS). Além disso, segundo o organizador Luiz Henrique Pinga, a parceria buscou oferecer aos atletas um fim de semana de competição e atividades em Itamambuca.

“A praia de Itamambuca é um lugar especial, ideal para esse retorno do KQOTG, após 11 anos sem ser realizado no Brasil. Esse evento é uma parceria com a Action Brands, empresa que detém os direitos da Quiksilver e Roxy no país, juntamente com a AUS (Associação Ubatubense de Surf). Nossa ideia é fazer o melhor possível e proporcionar para a criançada um final de semana muito legal”, disse Luiz Henrique Pinga, organizador do KQOTG 2026.

Quiksilver e Roxy patrocinam o evento; Aiwa e FlexFit copatrocinam

O King and Queen of the Groms 2026 teve patrocínio de Quiksilver e Roxy e copatrocínio de Aiwa e FlexFit. Além disso, contou com apoio de Inova Sunglass, Tachão de Ubatuba e Restaurante Quintal do Mar Itamambuca.

Além disso, o release relaciona os parceiros Ford, Bullys, Fu Wax, DC Shoes, Blu Proteção Solar, Monster, Xeryus, Posca, Tribo Surf, Parafina, Surf Trip, Star Point, Ilha do Mel, Surf Alive, Quinta do Mar e Pier 7. Por fim, a transmissão ficou a cargo do Canal Woohoo.

Veja também as baterias na cobertura do King and Queen of the Groms 2026 na AOS Mídia.

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