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Desafios do surf feminino: respeito e igualdade na água

Relatos de Tyler Wright e Chloé Calmon expõem desrespeito e intimidação contra mulheres no mar. Leia mais sobre os desafios do surf feminino.

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Tyler Wright, Lexus Pipe Pro 2025, Banzai Pipeline, Hawaii, North Shore de Oahu, WSL, World Surf League, Circuito Mundial de Surf, Havaí. Foto: WSL / Tony Heff

A bicampeã mundial de surf, Tyler Wright, denuncia a intimidação e a violência que muitas mulheres enfrentam nas ondas. Foto: WSL / Tony Heff

O surf sempre foi um espaço de liberdade e conexão com a natureza, mas, para muitas mulheres, os desafios do surf feminino vão além da performance nas ondas. A recente declaração da bicampeã mundial Tyler Wright ao site australiano ABC e os relatos da longboarder brasileira Chloé Calmon reforçam uma realidade preocupante: o desrespeito e a intimidação que muitas surfistas enfrentam ao dividir o mar com os homens.

O relato de Tyler Wright e a pesquisa sobre o ambiente do surf

Tyler Wright revelou ao ABC que já foi atacada fisicamente e verbalmente no mar. “Já fui atacada por homens na água, já fui atingida na cabeça, já fui gritada, berrada”, contou a surfista, alertando que esses ambientes podem ser não apenas passivamente perigosos, mas ativamente intimidadores.

A fala de Tyler está em sintonia com um estudo da University of Technology Sydney (UTS), conduzido pelas doutoras Ece Kaya e Leila Khanjaninejad, que mostrou que muitas mulheres sentem-se aterrorizadas ao surfar, pois precisam provar constantemente seu valor dentro d’água. A pesquisa destacou ainda a influência do localismo, onde surfistas locais impõem domínio sobre determinados picos, tornando a experiência ainda mais desafiadora para as mulheres.

O estudo também revelou desigualdade nas oportunidades competitivas e a necessidade de mais mulheres em posições de liderança para promover mudanças estruturais no surfe, desde o nível de base até o profissional.

Samantha Oakes, surfista australiana que costuma surfar com sua filha de 13 anos, Natalia, compartilhou experiências similares. Além de ser cortada repetidamente em ondas, em uma das situações mais graves, ela saiu do mar com um braço quebrado após um incidente. “Há dias em que a onda está perfeita, mas sei que alguns surfistas na água tornarão a experiência horrível”, disse Oakes.

Diante desse cenário, especialistas sugerem que picos de surf implementem códigos de conduta, enquanto organizações têm investido em iniciativas como clubes femininos e cursos gratuitos para mulheres em arbitragem e treinamento.

Chloé Calmon, Original Sprout Malibu Longboard Championships 2023, WSL Longboard World Titles, First Point, Malibu, Santa Monica, Califórnia (EUA). Foto: WSL / Pierucki

Chloé Calmon e os desafios do surf feminino: a longboarder compartilhou sua experiência de desrespeito no surfe e reforçou a importância de se posicionar contra a intimidação na água. Foto: WSL / Pierucki

Chloé Calmon: o desrespeito no surf brasileiro

No Brasil, a longboarder Chloé Calmon expôs episódios recentes que ilustram bem esse problema. Em suas redes sociais, ela compartilhou um caso ocorrido na Praia da Macumba, no Rio de Janeiro, onde um surfista desrespeitou sua prioridade em uma onda e a derrubou de forma intencional. Leia a íntegra do desabafo ao final desta notícia.

Ao confrontá-lo, em vez de reconhecer o erro, o homem a ridicularizou e ameaçou repetir a atitude. “Ele riu da minha cara e disse: ‘Vão ver de novo’. Depois, sentou ao meu lado no outside, tentando me intimidar para que eu não pegasse mais ondas”, relatou a surfista.

Situações como essa têm sido frequentes, e Chloé admitiu que, por muito tempo, preferiu se calar para evitar confrontos. No entanto, ela percebeu que esse silêncio apenas aumentava sua frustração. Agora, ela decidiu se posicionar e incentivar outras mulheres a fazerem o mesmo. “O surfe é respeito acima de tudo. Já aguentei muito calada, mas não vou mais me calar”, declarou.

Segurança e apoio coletivo no surf feminino

Muitas surfistas têm encontrado apoio e segurança ao se unirem na água. Segundo a doutora Ece Kaya, uma das autoras do estudo da UTS, mulheres que participam de clubes de surfe frequentemente surfam juntas para criar um ambiente mais seguro. “Quando se sentem intimidadas por homens na água, elas se reúnem e formam um espaço de proteção”, explicou.

Essa estratégia é adotada por muitas surfistas ao redor do mundo, incluindo a australiana Samantha Oakes, que evita surfar sozinha, especialmente quando está com sua filha. “Se eu não estivesse na água com ela, minha filha não estaria surfando”, afirmou.

Nay Surf Club, Salvador, Bahia, surfe feminino, empoderamento, clube de surf, mulheres. Foto: @daniel_oliveirafotoss

Mulheres unidas contra desafios no surf feminino: a solidariedade entre elas tem sido uma forma de garantir mais segurança e respeito no mar. Foto: @daniel_oliveirafotoss / Nay Surf Club

Avanços e desafios na igualdade dentro do surf feminino

Nos últimos anos, algumas mudanças importantes aconteceram. A World Surf League (WSL) implementou a equiparação da premiação entre homens e mulheres, além de criar eventos exclusivamente femininos. O governo australiano investiu um milhão de dólares na criação de 50 novos clubes femininos de surfe, além de oferecer cursos gratuitos para treinadoras, juízas e outras funções relacionadas ao esporte.

Apesar desses avanços, ainda há muito a ser feito. Dr. Kaya ressalta que, além das premiações, é necessário garantir igualdade nas oportunidades de patrocínio, desenvolvimento de carreira e participação feminina em todas as esferas do surfe.

A cultura do respeito no surf

O respeito às regras de prioridade nas ondas e a boa convivência no lineup são fundamentais para um ambiente mais harmonioso no surfe. A resistência das mulheres em continuar surfando e exigindo respeito é uma forma de transformar essa realidade. Como bem disse Tyler Wright: “O oceano é para todos, e precisamos mudar o comportamento de alguns para garantir o respeito a todos na água”.

Mulheres como Chloé Calmon e Tyler Wright estão quebrando o silêncio e trazendo à tona discussões fundamentais para um surfe mais inclusivo. Falar sobre esse tema e denunciar casos de desrespeito são passos essenciais para que o ambiente dentro d’água seja, de fato, um espaço de liberdade para todos.

Chloé Calmon, Surf City El Salvador Pro, El Sunzal, El Tunco, WSL Longboard Tour 2023. Foto: Divulgação WSL

Chloé admitiu que, por muito tempo, preferiu se calar para evitar confrontos. Foto: Divulgação WSL

Leia abaixo o relato completo de Chloé Calmon

“Eu estava surfando na Praia da Macumba, onde surfo há 20 anos. Peguei uma esquerda da série, já estava posicionada no outside há um tempo esperando por ela. Quando cheguei no inside, um surfista começou a remar para entrar na minha frente e me rabiar. Gritei para chamar a atenção dele, caso não tivesse me visto na onda. Ele continuou remando, olhou para mim e disse: ‘Eu vou atrás’. Ele esperou eu passar por ele para então dropar atrás de mim. No momento do drop, ele posicionou a prancha na minha linha e me derrubou, me tirando da onda que já vinha surfando com prioridade desde o outside.

Já perdi a conta de quantas vezes isso aconteceu recentemente. Sempre com homens. Até então, nunca confrontei os responsáveis, preferindo evitar estresse e conflito. Mas isso estava apenas me deixando mais frustrada. Quando aconteceu no domingo, decidi falar com o surfista e expor que aquilo foi uma grande falta de respeito.

Quando ele voltou para o outside, fui até ele e disse: ‘Cara, você foi muito covarde na última onda. Eu já vinha na prioridade desde o outside, e você me rabia e me tira da onda. Se quer pegar essa onda da série, sente lá fora comigo e dispute de igual para igual. Você tem o dobro do meu tamanho e quer me intimidar para me tirar da onda? Isso é falta de respeito!’. Ele começou a rir, revirou os olhos e me menosprezou. Então finalizei: ‘A praia inteira viu o que você fez’. Foi quando ele olhou para mim e respondeu: ‘E vão ver de novo’. Ele sentou ao meu lado no outside para me intimidar, tentando me impedir de pegar mais ondas.

Fiquei pensando em como normalizaram essa falta de respeito no surfe. Em que momento isso passou a ser aceitável? Vejo isso acontecendo diariamente com outras meninas no mar. Mas dessa vez, para mim, foi uma vitória, porque foi a primeira vez que me posicionei. Decidi que não vou mais engolir isso, porque está errado. O surfe que aprendi com meu pai é sobre respeito à natureza e ao próximo, independentemente do gênero, idade ou nível de experiência.

Não vou parar de surfar onde quero, nem deixar de me posicionar nas ondas. Sei que algumas meninas não conseguem se expressar, mas quero que essa realidade mude. Não vou deixar esse tipo de situação estragar minhas sessões no mar. No dia em que isso aconteceu, o mar estava lindo, o céu azul, altas ondas. Tem que ser muito infeliz para entrar na água e querer arrumar confusão por uma onda. Mando luz para ele e boas ondas para todos. Recado dado.”

 

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Silvana Lima no Fala Papah! #3

Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do Mundial.

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Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro com Ader Oliveira sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do circuito mundial. Foto: Divulgação

Silvana Lima é a convidada do Fala Papah! #3 e fala sem filtro com Ader Oliveira sobre surfe feminino, julgamento, aéreos, rivalidades e bastidores do circuito mundial. Foto: Divulgação

O Fala Papah! está de volta com tudo e o retorno não poderia ser em melhor companhia. O Episódio 3 do podcast recebe Silvana Lima, duas vezes vice-campeã mundial da WSL e um dos nomes mais marcantes da história do surfe feminino brasileiro.

Gravado em Fortaleza (CE), o episódio entrega exatamente o que o público espera quando Silvana está envolvida: verdade, espontaneidade e opinião forte. Sem ficar em cima do muro, a surfista falou sobre momentos decisivos da sua carreira, bastidores do circuito mundial e temas que ainda geram debate dentro do surfe.

Ao longo da conversa, Silvana abordou o julgamento no surfe feminino, falou sobre os aéreos – manobra que sempre fez parte do seu repertório e que, segundo ela, nem sempre recebeu o reconhecimento merecido — e analisou o cenário atual do surfe feminino brasileiro. Mesmo com campanhas históricas de atletas como a própria Silvana, Tatiana Weston-Webb e Jacqueline Silva, o Brasil ainda busca seu primeiro título mundial feminino, tema debatido de forma aberta no episódio.

A resenha também passou por rivalidades no circuito, convivência com outras atletas da elite mundial, diferenças entre gerações e os desafios enfrentados pelas surfistas brasileiras em comparação ao domínio alcançado pelo Brasil na categoria masculina.

Em um dos momentos mais pessoais do episódio, Silvana falou sobre vida pessoal e orientação sexual, sempre com a franqueza que marcou sua trajetória, além de relembrar tretas e situações tensas que ajudaram a moldar sua personalidade forte dentro e fora d’água.

Mesmo aos 41 anos, Silvana segue competitiva, liderando o ranking sul-americano e mantendo vivo o sonho de retornar à elite mundial. O episódio reforça por que ela continua sendo uma das vozes mais respeitadas e autênticas do surfe.

O episódio completo do Fala Papah! #3 com Silvana Lima já está no ar no YouTube e é imperdível para quem gosta de surfe, boas histórias e conversas sem roteiro engessado.

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Austrália

Stephanie Gilmore é wildcard em Burleigh Heads

Stephanie Gilmore retorna ao CT como convidada na etapa de Burleigh Heads. Saiba quem mais entra no evento e veja a previsão das ondas.

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Stephanie Gilmore 24GoldCoast AGJ02881 Andrew Shield

Stephanie Gilmore retorna à elite do surfe como convidada especial do Bonsoy Gold Coast Pro, em sua terra natal, a Gold Coast. Foto: WSL / Andrew Shield

A australiana Stephanie Gilmore, oito vezes campeã mundial, está de volta ao Championship Tour da WSL como wildcard especial na próxima etapa, o Bonsoy Gold Coast Pro, que acontece de 3 a 13 de maio de 2025, em Burleigh Heads, na Austrália. A lenda do surfe feminino substituirá Tatiana Weston-Webb, que está fora da temporada para cuidar da saúde mental.

Mesmo fora da disputa pelo título mundial, Gilmore não escondeu a empolgação por voltar a vestir a lycra no quintal de casa. “Tenho aproveitado meu tempo fora do Tour, mas ainda sou uma competidora de coração”, declarou. “É um evento muito especial, numa onda que se encaixa bem com meu estilo. Vai ser bom voltar a competir aqui.”

Burleigh Heads, Austrália, Ondas, Swell, Gold Coast, WSL. Foto: Andrew Shield

Burleigh Heads volta a receber uma etapa do CT pela primeira vez desde a década passada, reunindo os melhores surfistas do mundo em uma das direitas mais clássicas da Austrália. Foto: Andrew Shield

Além de Stephanie, a lista de substituições e convidados conta com outros nomes importantes:

  • Nadia Erostarbe (ESP) substitui Johanne Defay (FRA), que se afastou para viver a maternidade.

  • Ian Gentil (HAW) entra novamente no lugar de Gabriel Medina (BRA), ainda em recuperação.

  • Jordan Lawler (AUS) substitui Ramzi Boukhiam (MAR), lesionado no joelho em Bells Beach.

  • Callum Robson (AUS), ex-CT e campeão da etapa do Challenger Series em Burleigh em 2022, entra como wildcard da Bonsoy.

Além disso, a triagem local dará a oportunidade para um homem e uma mulher conquistarem vaga na elite, com disputa marcada para esta sexta-feira.

Burleigh Heads, Austrália, Ondas, Swell, Gold Coast, WSL. Foto: Andrew Shield

A previsão indica boas ondas no sábado, com ondulação de sudeste e vento favorável — cenário ideal para o possível início do evento. Foto: Andrew Shield

Previsão das ondas: sábado deve ser o melhor dia para o início

A análise da previsão indica que o sábado (3) australiano pode ser a melhor opção para iniciar a competição. O mar deve apresentar ondas de até 2,4 metros, com energia alta e vento lateral/terral, condição que pode proporcionar boas baterias. A partir de domingo, o período das ondas diminui e o vento maral se intensifica, o que pode indicar a aproximação de uma frente fria e dificultar a continuidade do evento nos dias seguintes.

Será a primeira vez que Burleigh Heads recebe uma etapa do CT desde a década passada, marcando o retorno da elite a uma das direitas mais clássicas da Austrália. E com a presença de Gilmore, a expectativa é de um show dentro e fora d’água.

 

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Competições

Isabella Nichols e Bettylou Johnson batem favoritas em El Salvador

Isabella Nichols elimina Caroline Marks e Bettylou Johnson despacha Tyler Wright, completando as quartas de final do El Salvador Pro 2025.

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Isabella Nichols elimina Caroline Marks no El Salvador Pro 2025 em Punta Roca. Foto: WSL / Aaron Hughes

A segunda-feira foi de virada no Surf City El Salvador Pro 2025. Com ondas na faixa dos 3 a 4 pés e formação limpa em Punta Roca, as duas baterias restantes das oitavas de final do feminino foram disputadas nesta manhã e definiram as últimas vagas nas quartas de final.

O destaque ficou por conta da australiana Isabella Nichols, que surpreendeu ao eliminar a atual bicampeã do evento, Caroline Marks (EUA), em uma bateria marcada por condições lentas e reinício por falta de ondas. Nichols marcou um 7.17 em sua melhor onda e garantiu a vitória por 12.30 contra 9.66. Com o resultado, ela vai enfrentar Bettylou Sakura Johnson (HAW) nas quartas.

“Foram dias difíceis. Já coloquei essa lycra três vezes pra essa mesma bateria, então acho que na terceira deu sorte. Foi uma montanha-russa emocional, esse vai e volta pra tentar se preparar pra uma única bateria, e ter que fazer isso várias vezes… foi puxado. Consegui virar depois de um começo instável — fiquei 20 minutos sem surfar uma onda, então minhas pernas nem estavam funcionando direito. Mas queria mandar um recado pra minha irmã… isso talvez me deixe um pouco emocionada, mas acho que ao vencer essa bateria, posso acabar perdendo o casamento dela. É uma vitória com gosto agridoce. Só queria dizer que amo muito ela.”

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Bettylou Sakura Johnson avança para as quartas de final com vitória sobre a bicampeã mundial Tyler Wright. Foto: WSL / Emma Sharon

Na sequência, a jovem havaiana Bettylou Sakura Johnson fez valer sua boa leitura do point break e superou a bicampeã mundial Tyler Wright (AUS) por 11.50 a 9.53. Com a vitória, Bettylou chega pela primeira vez às quartas de final nesta temporada do CT.

“Sabendo que o mar estava bem parado hoje de manhã, eu sabia que precisava aproveitar aquelas séries maiores quando elas aparecessem. Enfrentar a Tyler [Wright], que é campeã mundial, não é fácil. Estou muito feliz por ter passado por essa. É uma direita e eu amo surfar de frontside, então isso me ajuda bastante. Claro que vou bateria por bateria, mas saber que eu tenho capacidade de vencer baterias e até ganhar um evento é algo muito especial. Espero conquistar isso algum dia. Ter uma boa equipe de apoio é essencial, e sou muito grata a todo mundo que veio assistir minha bateria. Sentir esse apoio significa tudo pra mim.”

Com os resultados desta segunda, a chave feminina das quartas de final está completa:

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Caroline Marks se despede do El Salvador Pro após ser superada por Isabella Nichols na última bateria das oitavas. Foto: WSL / Aaron Hughes

Quartas de final do feminino – El Salvador Pro 2025:

1: Caitlin Simmers (EUA) vs. Sawyer Lindblad (EUA)
2: Gabriela Bryan (HAW) vs. Bella Kenworthy (EUA)
3: Molly Picklum (AUS) vs. Brisa Hennessy (CRC)
4: Isabella Nichols (AUS) vs. Bettylou Sakura Johnson (HAW)

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Tyler Wright buscou as melhores oportunidades em Punta Roca, mas acabou eliminada por Bettylou Sakura Johnson. Foto: WSL / Aaron Hughes

A próxima chamada está marcada para terça-feira (8), às 9h15 (horário de Brasília), com possível início às 9h33. Caso as condições agradem, a WSL deve promover o round 3 masculino e as quartas da categoria feminina. A previsão indica ondas ainda consistentes na faixa de 3 a 4 pés+ com vento terral nas primeiras horas da manhã.

A expectativa, no entanto, é para a chegada de um swell mais poderoso a partir de quinta-feira, com o pico previsto para sexta (11), quando séries de até 8 pés podem atingir Punta Roca. Caso o cronograma da WSL permita, o evento pode alcançar seu ápice técnico exatamente nos dias finais da janela, que termina no sábado (12).

 

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