Competições
Samuel Pupo volta ao G-10 do Challenger Series
Samuel Pupo estreia com vitória em Saquarema (RJ) e tira Mateus Herdy do G-10 do Challenger da WSL.
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Joao Carvalho
Samuel Pupo volta ao G-10 do Challenger Series com a vitória na estreia em Saquarema. Foto: WSL / Daniel Smorigo
Um domingo emocionante de boas ondas e praia lotada em Itaúna, marcou a estreia dos cabeças de chave do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. Os aéreos arrancaram as maiores notas no dia que terminou com o espetáculo da Esquadrilha Céu. Mateus Herdy estreou batendo os recordes da etapa brasileira do Challenger Series, mas depois o australiano Joel Vaughan conseguiu a primeira nota 10 também com um aéreo “alley-oop” incrível nas direitas da Praia de Itaúna. No fim do dia, Samuel Pupo passou sua primeira bateria e entrou na lista dos 10 que se classificam para o World Surf League (WSL) Championship Tour (CT), tirando a décima posição do recordista de pontos, Mateus Herdy.
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“É um campeonato importante para mim e, quando a gente está nessa pressão, ou você consegue lidar bem com isso, ou acaba caindo né. É oito ou oitenta e estou feliz por começar o evento com o maior somatório, mas realmente não estava pensando nisso e só em surfar bem”, disse Mateus Herdy. “Eu fiquei tentando entender o vento, porque tava meio terral e meio ladal ao mesmo tempo. Ele grudava a prancha no pé no início, mas no finalzinho tirava ela do pé. Então eu errei umas duas, três vezes. Mas, eu treino muito os aéreos, então na minha mentalidade é que se errei três, os próximos eu não ia errar. Foi isso, eu consegui acertar e vamo que vamo”.
Depois de não conseguir completar os primeiros aéreos que tentou no terceiro confronto do domingo, Mateus Herdy acertou dois full rotations incríveis numa mesma onda. Os juízes deram nota 8,93, a maior do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil até ali. Ele somou o 8,93 com o 6,40 recebido na onda anterior, para totalizar 15,33 pontos e se tornar o recordista absoluto do campeonato. Nessa sua primeira bateria, Mateus eliminou um concorrente direto por vaga para o CT 2024, o californiano Nolan Rapoza.

Mateus Herdy tem o melhor somatório da prova até o momento, mas sai do G-10 com a troca de resultados de Samuel Pupo no ranking. Foto: WSL / Thiago Diz
MUDANÇA NO G-10 – Mas, ele permaneceu em décimo no ranking, pois teria que passar mais uma bateria para trocar os 1.900 pontos do seu pior resultado, entre os quatro que são computados. O único que poderia lhe tirar do G-10 ainda no domingo, era o também brasileiro Samuel Pupo, que competiu no penúltimo confronto do dia. E o Samuca conseguiu avançar em segundo lugar na bateria vencida pelo australiano George Pittar. Como ele tinha apenas 700 pontos para trocar, já somou mais 1.000 com a classificação e subiu do 12.o para o décimo lugar no ranking, tirando Mateus Herdy do G-10.
“A bateria foi bem difícil, porque os outros surfistas tinham as melhores notas e eu tive que me virar ali pra me classificar”, disse Samuel Pupo. “Acho que essas baterias difíceis são as mais importantes. Eu vim para esse campeonato pensando que eu não estou dentro do CT ainda. A décima colocação, ou a nona, sempre vai vir alguém de trás muito forte, então tem que seguir avançando para ficar na frente. O primeiro passo foi dado e foi importante, porque o mar estava difícil hoje, então vamos seguir buscando um bom resultado no evento ainda”.
Para confirmar sua vaga no CT 2024 sem depender de outros resultados, Samuel Pupo precisa chegar nas semifinais do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. Agora, ele está numa disputa fase a fase por um lugar no G-10 do Challenger Series, com o próprio Mateus Herdy que caiu para o 11.o lugar e o australiano Jackson Baker, que desceu para 12.o. A diferença é que Samuca passa a defender vaga dentro do G-10, que no momento ainda é ameaçada por onze surfistas. Entre eles, quatro são do Brasil, Mateus Herdy, Michael Rodrigues, Jadson André e Alejo Muniz.

Michael Rodrigues estreia com vitória e segue firme na luta pelo retorno ao Tour. Foto: WSL / Daniel Smorigo
BATERIAS DECISIVAS – A próxima bateria do Mateus Herdy é quase uma final. É a segunda da terceira fase e tem o vice-líder do ranking já garantido no CT 2024, Jacob Willcox, o também australiano Jackson Baker que está logo abaixo do brasileiro na porta de entrada do G-10 e o norte-americano Jake Marshall, número 3 do ranking. A do Michael Rodrigues, que estreou com vitória, é 100% brasileira e apenas dois vão avançar para as oitavas de final. Nela está Miguel Pupo já garantido no CT, Michael e Jadson André que estão disputando classificação e Cauã Costa, recordista do sábado na Praia de Itaúna.
“O mar mudou durante minha bateria, então tive que me adaptar e é bom começar um evento assim”, disse Michael Rodrigues. “Geralmente, eu começo com uma bateria excelente. Dessa vez foi uma difícil e estou feliz por ter passado. Eu venho fazendo um trabalho muito legal aqui. Estou bem focado, com uma rotina muito boa e bem confiante. É o último evento do ano e quero aproveitar também, não ficar só na pressão. Estou aqui com minha mulher, meu técnico que a gente se classificou juntos em 2017, então ter ele ao meu lado de novo, está sendo muito especial para mim”.

Jadson André também está no páreo pela classificação. Foto: WSL / Thiago Diz
DEZ BRASILEIROS – Entre os 32 surfistas que passaram suas baterias no domingo e vão disputar classificação para as oitavas de final do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil, dez são brasileiros. Mateus Herdy está na segunda bateria da terceira fase e o argentino Nacho Gundesen entra na seguinte. Na quarta tem o número 4 do mundo, João Chianca. A quinta ficou 100% brasileira, com Miguel Pupo, Michael Rodrigues, Jadson André e Cauã Costa. Na sexta estão Deivid Silva e Heitor Mueller. Na sétima tem Samuel Pupo e na oitava e última está Alejo Muniz.
Entre os brasileiros que estão tentando confirmar classificação para o CT 2024 no Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil, quem está na melhor situação é Deivid Silva. A vitória conquistada no Challenger Series de Portugal na semana passada, o levou para a quinta posição no ranking. Agora, para não depender de outros resultados, DVD confirma seu retorno a elite da World Surf League se chegar nas quartas de final na Praia de Itaúna. Ele estreou com vitória no domingo e Cauã Costa confirmou a segunda dobradinha brasileira do dia, eliminando dois franceses que ainda tinham chances de vaga no CT, Justin Becret e Maxime Huscenot.
“Estou muito amarradão por ter vencido em Portugal, porque foram pontos importantes pra chegar aqui com mais possibilidades de conseguir realizar o sonho, que é voltar pro CT”, destacou Deivid Silva. “O mar está bem legal, bem divertido, tem altas ondas e estou feliz em estar em Saquarema novamente. Estou aqui pensando em me classificar por mim mesmo, sem depender dos outros. Estou me sentindo muito bem, a cabeça está bem boa, com pensamentos positivos, minha família toda está aqui comigo, minhas filhas, minha esposa, então isso me deixa mais tranquilo e vamos pras próximas”.

Se chegar às quartas em Saquarema, Deivid Silva garante o retorno à elite sem depender de outros atletas. Foto: WSL / Daniel Smorigo
TOP-4 DO MUNDO – Além da batalha pelas últimas vagas para o CT 2024, com concorrentes diretos na maioria das baterias, a torcida que encheu a Praia de Itaúna no domingo, queria ver o confronto com os dois surfistas locais de Saquarema. Era a primeira apresentação do João Chianca em casa, depois que se tornou o quarto melhor surfista do mundo. E Chumbinho não decepcionou o público, vencendo com o segundo maior placar do campeonato, 15,26 pontos, que só ficou abaixo dos 15,33 do Mateus Herdy.
“É bom estar em casa e ver a energia que o pessoal traz para esse campeonato”, destacou João Chumbinho. “Como é um Challenger Series, o ambiente é um pouco diferente do CT, mas ver a dedicação de todos aqui, me faz querer trazer o meu melhor também. Eu acho que é isso que me torna um competidor de verdade e é muito bom estar me apresentando na frente de todo mundo em casa. Dessa vez, eu pude dar um carinho ali pra galera depois da bateria. Eu não tinha conseguido fazer isso no CT, mas é sempre bom retribuir um pouco todo o carinho dessa torcida”.

João Chianca marca presença em evento no quintal de casa e tem ótima estreia em Itaúna. Foto: WSL / Thiago Diz
AÉREO NOTA 10 – Nessa mesma bateria que o outro surfista de Saquarema, Valentin Neves, terminou em último lugar, o australiano Joel Vaughan se classificou em segundo lugar com a primeira nota 10 da história do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. A maior do ano passado tinha sido 9,33 do campeão do evento, Gabriel Medina. Joel Vaughan pegou uma direita, saiu acelerando até achar a rampa para voar muito alto, fazer o giro completo no ar e aterrissar, para receber nota 10 unânime dos cinco juízes. Foi a segunda nota máxima do Challenger Series esse ano. A outra foi conseguida pelo também australiano Jacob Willcox, na etapa da África do Sul.
“É muito bom fazer história. Estou superfeliz por tirar uma nota 10. Na África do Sul consegui um 9,83, então estou muito feliz por ganhar um 10 aqui”, disse Joel Vaughan. “Eu estava em terceiro na bateria, sem conseguir notas boas. Então apenas relaxei, mas sabia que poderia tentar algo grande pra conseguir me classificar. Essa onda veio logo depois que me acalmei e até achei que decolei tarde demais, mas acabou me deixando um pouco mais na frente da onda e deu a conta certa. Com certeza, foi o melhor aéreo que já fiz num campeonato, então estou superfeliz”.

Australiano Joel Vaughan arranca nota 10 dos juízes. Foto: WSL / Thiago Diz
CHANCES DE G-10 – Joel Vaughan é um dos onze surfistas com chances matemáticas de entrar no G-10, mas são as mais remotas, pois já necessita da vitória do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil, além de depender dos resultados de todos os outros concorrentes que estão a sua frente. Os mais próximos do G-10 são Mateus Herdy e o australiano Jackson Baker, que brigam fase a fase com Samuel Pupo e com o penúltimo da lista, o norte-americano Kade Matson.
Depois tem Michael Rodrigues, o norte-americano Jett Schilling e o francês Joan Duru, precisando chegar nas quartas de final para superar os 15.100 pontos atingidos por Samuel Pupo, com a sua classificação para a terceira fase no domingo. O potiguar Jadson André, os australianos George Pittar e Reef Heazlewood e o francês Marco Mignot, só conseguem isso nas semifinais. O catarinense Alejo Muniz já necessita chegar na grande final e para Joel Vaughan só interessa a vitória em Saquarema.
Entre os oito que defendem vagas no G-10, cinco confirmam suas classificações nas quartas de final, sem depender de outros resultados, o português Frederico Morais que divide o terceiro lugar no ranking com Jake Marshall, o também norte-americano Crosby Colapinto, o brasileiro Deivid Silva e o havaiano Eli Hanneman. Outro havaiano, Imaikalani deVault, que ocupa a oitava posição, bem como o americano Kade Matson na nona e Samuel Pupo agora fechando o G-10, garantem seus nomes nas semifinais.

Alejo Muniz ainda respira na corrida pela classificação. Foto: WSL / Daniel Smorigo
ATRAÇÕES EXTRAS – Depois das baterias emocionantes durante todo o dia, o grande público que lotou a Praia de Itaúna no domingo, foi presenteado com mais duas atrações extras programadas pela WSL Latin America, realizadora do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. A primeira foi a Bateria Legends com quatro brasileiros de gerações passadas, Rico de Souza e Otávio Pacheco pioneiros do Brasil no início do Circuito Mundial na década de 70 e Victor Ribas e Guilherme Herdy, que representaram o país na elite do CT nos anos 90 e 2000.
Rico de Souza e Otávio Pacheco foram uns dos primeiros a surfar em Saquarema nos anos 60 e já se enfrentaram em baterias nos antigos Festivais de Surfe de Saquarema e de Ubatuba na década de 70, que eram os campeonatos mais importantes do Brasil na época. Já Victor Ribas foi o terceiro melhor do mundo em 1999, feito só superado em 2014, quando Gabriel Medina conquistou o primeiro dos seus três títulos mundiais. E Guilherme Herdy foi o único brasileiro a ser campeão do Australian Grand Slam, série de etapas do CT e do QS disputadas na Austrália.
E para fechar o domingo de praia lotada em Itaúna, teve a apresentação de acrobacias aéreas da Esquadrilha Céu. Foi um encerramento com chave de ouro em um dia que as manobras aéreas dos surfistas, arrancaram as maiores notas do Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. Começou com Mateus Herdy ganhando 8,93 com seus dois voos na mesma onda. Depois teve a nota 10 do australiano Joel Vaughan na oitava bateria, a 8,50 do havaiano Eli Hanneman na 12.a bateria e a 8,17 do francês Marco Mignot na 14.a.

Bateria dos legends é atração em Saquarema. Foto: WSL / Thiago Diz
PRÓXIMAS BATERIAS DO CORONA SAQUAREMA PRO:
TERCEIRA FASE – 1.o e 2.o passam para as Oitavas de Final:
—–3.o=17.o lugar (US$ 2.100 e 1.900 pts) e 4.o=25.o lugar (US$ 2.000 e 1.700 pts)
1.a: Reef Heazlewood (AUS), Jordan Lawler (AUS), Shion Crawford (HAV), Mihimana Braye (TAH)
2.a: Jacob Willcox (AUS), Jake Marshall (EUA), Mateus Herdy (BRA), Jackson Baker (AUS)
3.a: Jett Schilling (EUA), Joel Vaughan (AUS), Luke Thompson (AFR), Nacho Gundesen (ARG)
4.a: João Chianca (BRA), Crosby Colapinto (EUA), Imaikalani deVault (HAV), Daniel Emslie (AFR)
5.a: Miguel Pupo (BRA), Michael Rodrigues (BRA), Jadson André (BRA), Cauã Costa (BRA)
6.a: Deivid Silva (BRA), Eli Hanneman (HAV), Joan Duru (FRA), Heitor Mueller (BRA)
7.a: Samuel Pupo (BRA), Cole Houshmand (EUA), Marco Mignot (FRA), Jarvis Earle (AUS)
8.a: Frederico Morais (POR), Kade Matson (EUA), George Pittar (AUS), Alejo Muniz (BRA)
SEGUNDA FASE – entrada das 16 cabeças de chave – 1.a e 2.a=Oitavas de Final:
—–3.a=17.o lugar (US$ 2.100 e 1.900 pts) e 4.a=25.o lugar (US$ 2.000 e 1.700 pts)
1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) e Francisca Veselko (POR), Eweleiula Wong (HAV), Zoe Steyn (AFR)
2.a: Ellie Harrison (AUS) e Vahine Fierro (FRA), Kirra Pinkerton (AUS), Daniella Rosas (PER)
3.a: Isabella Nichols (AUS) e Bella Kenworthy (EUA), Silvana Lima (BRA), Leilani McGonagle (CRC)
4.a: Alyssa Spencer (EUA) e Sophie McCulloch (AUS), Carolina Mendes (POR), Zoe McDougall (HAV)
5.a: India Robinson (AUS) e Nadia Erostarbe (ESP), Laura Raupp (BRA), Camilla Kemp (ALE)
6.a: Bronte Macaulay (AUS) e Sarah Baum (AFR), Tessa Thyssen (FRA), Sophia Medina (BRA)
7.a: Luana Silva (BRA) e Teresa Bonvalot (POR), Amuro Tsuzuki (JPN), Tainá Hinckel (BRA)
8.a: Sawyer Lindblad (EUA) e Zahli Kelly (AUS), Erin Brooks (CAN), Arena Rodriguez Vargas (PER)

Assim como no ano passado, Cauã Costa faz bonito na prova. Foto: WSL / Thiago Diz
RESULTADOS DO DOMINGO NO CORONA SAQUAREMA PRO:
SEGUNDA FASE – entrada dos 48 cabeças de chave:
—–3.o=33.o lugar (US$ 1.500 e 700 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 1.250 e 600 pts)
1.a: 1-Shion Crawford (HAV), 2-Jacob Willcox (AUS), 3-Marc Lacomare (FRA), 4-Dylan Moffat (AUS)
2.a: 1-Reef Heazlewood (AUS), 2-Jackson Baker (AUS), 3-Vitor Ferreira (BRA), 4-Miguel Tudela (PER)
3.a: 1-Mateus Herdy (BRA), 2-Jordan Lawler (AUS), 3-Carlos Munoz (CRC), 4-Nolan Rapoza (EUA)
4.a: 1-Jake Marshall (EUA), 2-Mihimana Braye (TAH), 3-Ian Gouveia (BRA), 4-Kauli Vaast (FRA)
5.a: 1-Nacho Gundesen (ARG), 2-Crosby Colapinto (EUA), 3-Edgard Groggia (BRA), 4-Dimitri Poulos (EUA)
6.a: 1-Luke Thompson (AFR), 2-Imaikalani deVault (HAV), 3-Jackson Bunch (HAV), 4-Teva Bouchgua (MAR)
7.a: 1-Daniel Emslie (AFR), 2-Jett Schilling (EUA), 3-Morgan Cibilic (AUS), 4-Te Kehukehu Butler (NZO)
8.a: 1-João Chianca (BRA), 2-Joel Vaughan (AUS), 3-Adin Masencamp (AFR), 4-Valentin Neves (BRA)
9.a: 1-Miguel Pupo (BRA), 2-Heitor Mueller (BRA), 3-Jorgann Couzinet (FRA), 4-Timothe Bisso (FRA)
10: 1-Michael Rodrigues (BRA), 2-Joan Duru (FRA), 3-Gatien Delahaye (FRA), 4-Jabe Swierkocki (EUA)
11: 1-Deivid Silva (BRA), 2-Cauã Costa (BRA), 3-Justin Becret (FRA), 4-Maxime Huscenot (FRA)
12: 1-Eli Hanneman (HAV), 2-Jadson André (BRA), 3-Ryan Kainalo (BRA), 4-Alister Reginato (AUS)
13: 1-Jarvis Earle (AUS), 2-Frederico Morais (POR), 3-Mikey McDonagh (AUS), 4-Leo Casal (BRA)
14: 1-Marco Mignot (FRA), 2-Kade Matson (EUA), 3-Lucas Silveira (BRA), 4-Gabriel Klaussner (BRA)
15: 1-George Pittar (AUS), 2-Samuel Pupo (BRA), 3-Rafael Teixeira (BRA), 4-Sheldon Simkus (AUS)
16: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Cole Houshmand (EUA), 3-Billy Stairmand (NZL), 4-Lucca Mesinas (PER)
Notícias
Charles Medina elogia Mineirinho e fala de sua relação com Gabriel
Charles Medina elogia Mineirinho, fala da relação com Gabriel e relembra a medalha olímpica que recebeu do filho. Confira no Fala Papah!
Publicado
5 dias atrásem
16/10/2026Por
aos-midia
Gabriel Medina, Charles e Adriano de Souza juntos em Portugal. Em entrevista anterior ao Fala Papah!, Charles elogiou o trabalho de Mineirinho e falou sobre sua relação com o filho. Foto: @wsl
Charles Medina elogia Mineirinho e explica como procura respeitar o trabalho do treinador de Gabriel Medina em entrevista ao Fala Papah!. Na conversa com Ader Oliveira, ele também relembra a participação nas Olimpíadas de Paris 2024 e conta que recebeu do filho a medalha de bronze conquistada no Tahiti.
O corte resgata uma entrevista gravada antes da etapa de Portugal de 2026. Portanto, as declarações retratam aquele momento da relação entre os dois e não representam um anúncio sobre mudanças ou planos futuros da equipe.
Charles Medina elogia Mineirinho e explica os limites dos “pitacos”
Ao ser questionado sobre sua relação com Gabriel, Charles afirmou que os dois estavam vivendo uma convivência mais de pai e filho do que de treinador e atleta.
“Às vezes eu dou um pitaquinho ali, mas bem de leve”, explicou. Em seguida, reconheceu a capacidade de Adriano de Souza, o Mineirinho, que trabalhava com Gabriel.
“Eu sei que o Mineiro é muito capaz também”, declarou Charles.
Além do elogio, ele explicou por que evita interferir. Na sua avaliação, assistir a uma bateria pela televisão e apontar um erro isolado pode desconsiderar os vários acertos do trabalho realizado.
Por isso, Charles destacou a importância de respeitar o profissional que acompanha o atleta. Na entrevista, também elogiou as atuações de Gabriel, tanto na parte técnica quanto nas decisões dentro das baterias.
A presença como pai e torcedor
Durante a conversa, Charles contou que seus conselhos ao filho envolviam manter o foco e a humildade. Além disso, manifestou a intenção de acompanhar algumas etapas como pai e torcedor.
“Se Deus quiser, vamos levantar ele lá no Havaí esse ano”, disse, expressando sua torcida naquele momento.
A fala resume o desejo de estar próximo e participar das conquistas do filho. Entretanto, deve ser entendida no contexto da gravação, sem antecipar decisões sobre a composição da equipe.
O convite de Gabriel para as Olimpíadas
Charles também relembrou o convite que recebeu de Gabriel para acompanhá-lo nas Olimpíadas de Paris 2024. As disputas de surfe aconteceram em Teahupoʻo, no Tahiti.
Segundo ele, a experiência permitiu reunir os dois lados dessa relação. Em alguns momentos, ajudou com sua experiência técnica. Em outros, esteve presente principalmente como pai.
Embora não pudesse ficar tão próximo da água quanto imaginava, Charles contou que permaneceu com Gabriel e conversou com ele durante aqueles dias.
Ao avaliar a competição, afirmou que via boas chances de ouro para o filho. No entanto, lamentou a falta de ondas no momento decisivo.

Para Charles, acompanhar as Olimpíadas em Teahupoo e receber a medalha de bronze de Gabriel foram motivos de orgulho. Foto: Arquivo pessoal
A medalha olímpica que ficou com Charles
Entre as lembranças da viagem, Charles revelou um gesto especial de Gabriel: o filho lhe deu a medalha olímpica.
“O Gabriel até me deu a medalha olímpica”, contou.
Para Charles, acompanhar a competição e receber esse reconhecimento foram motivos de orgulho. Assim, o relato mostra uma dimensão da conquista que vai além do resultado esportivo: a história construída entre pai e filho.
Apoiar sem atrapalhar o atleta
O corte também aborda a influência das pessoas próximas durante as competições. Charles explica que pais, amigos, treinadores e parceiros precisam perceber quando sua presença contribui para o desempenho do atleta.
Na sua visão, esse cuidado exige equilíbrio. Afinal, alguém pode ser importante na vida pessoal e, ainda assim, precisar dar espaço em determinados momentos da competição.
Por fim, a conversa chega à trajetória de Sophia Medina. Charles fala sobre evolução, dedicação e a importância de não transformar o desejo por resultados em pressão excessiva.
Confira a entrevista e acompanhe as reflexões de Charles sobre Gabriel, Mineirinho e a relação entre família e esporte.
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ISA
ISA anuncia suspensão provisória após denúncias
ISA anuncia suspensão provisória de atleta após denúncias no surfe. Entenda a medida, as regras de proteção e sua relação com o caso da WSL.
Publicado
7 dias atrásem
14/10/2026Por
aos-midia
A ISA anunciou a suspensão provisória de um atleta de suas competições e reforçou seu compromisso com a segurança e a proteção dos surfistas. Foto: Pablo Jimenez / ISA
A ISA anuncia suspensão provisória de um atleta em meio à repercussão de denúncias graves de abuso na comunidade do surfe. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), a International Surfing Association informou que seu Comitê Executivo decidiu impedir temporariamente a participação do competidor em eventos sancionados pela entidade.
Segundo a organização, o afastamento tem caráter preventivo e busca proteger a segurança e o bem-estar dos atletas. Entretanto, a ISA ressaltou que a decisão não representa uma conclusão sobre a responsabilidade da pessoa envolvida.
O comunicado oficial da ISA não revela a identidade do competidor. Além disso, a entidade não informou um prazo para a conclusão de seus procedimentos de investigação e análise.
ISA anuncia suspensão provisória e reforça proteção aos atletas
A decisão foi tomada pelo Comitê Executivo da ISA, responsável por aprovar o afastamento preventivo enquanto o caso passa por novas verificações.
De acordo com a entidade, a medida está fundamentada em seu Código de Conduta e Política de Proteção dos Atletas, além do Código de Ética. Esses documentos estabelecem normas de comportamento, mecanismos de denúncia e procedimentos disciplinares.
A ISA também reafirmou seu compromisso com o devido processo, a confidencialidade e os direitos de todas as pessoas envolvidas.
Portanto, a suspensão não deve ser interpretada como uma punição definitiva. Trata-se de uma medida esportiva provisória, cuja continuidade dependerá dos procedimentos previstos nos regulamentos da entidade.
O que diz o Código de Ética da ISA?
O Código de Ética da ISA estabelece regras para prevenir e combater diferentes formas de violência, assédio, discriminação e abuso no ambiente esportivo.
Entre as condutas proibidas estão abuso sexual, violência física, intimidação, assédio psicológico e comportamentos que comprometam a segurança dos participantes.
Além disso, o documento prevê medidas provisórias durante investigações, incluindo a suspensão de pessoas envolvidas em denúncias, quando necessário para proteger os participantes.
Outro ponto importante é que a ISA pode iniciar investigações de maneira independente. Conforme seu Código de Ética, denúncias de terceiros e informações divulgadas pela imprensa também podem motivar uma apuração.
Entretanto, o comunicado desta quarta-feira não esclarece quais informações específicas levaram o Comitê Executivo a adotar a medida.
Entidade possui canal para denúncias de abuso
A ISA também mantém uma política de proteção dos atletas, conhecida internacionalmente como safeguarding.
O programa estabelece mecanismos de prevenção, educação e denúncia, com atenção especial a menores de idade e pessoas em situação de vulnerabilidade.
Segundo a entidade, atletas, treinadores, dirigentes, árbitros e outros profissionais ligados às suas atividades devem respeitar essas normas.
Além disso, a ISA disponibiliza um canal oficial para denúncias de assédio e abuso. Os relatos podem ser apresentados de maneira confidencial ou anônima, embora o anonimato possa limitar determinadas etapas da investigação.
A organização também proíbe retaliações contra pessoas que apresentam denúncias de boa-fé ou colaboram com procedimentos de apuração.
Decisão ocorre após suspensão anunciada pela WSL
O anúncio da ISA acontece três dias depois de a World Surf League (WSL) confirmar a suspensão provisória de um competidor do Championship Tour masculino de 2026.
Na ocasião, a WSL informou que havia recebido denúncias de natureza extremamente grave relacionadas a um encontro privado realizado no Tahiti, em agosto. A organização também esclareceu que o encontro não tinha vínculo com suas atividades.
Embora não tenha divulgado oficialmente o nome do competidor, a WSL confirmou seu afastamento provisório de todos os eventos da liga.
Posteriormente, o jornalista australiano Nick Carroll, da revista Surfing World, apontou o mexicano Alan Cleland Jr. como o atleta suspenso.
AOS Mídia noticiou o primeiro comunicado na reportagem sobre a suspensão anunciada pela WSL após denúncias no Tahiti.
Já a ISA não identificou o atleta em seu novo comunicado nem confirmou expressamente que sua decisão envolve o mesmo competidor afastado pela WSL.
Por isso, as duas manifestações precisam ser apresentadas com essa distinção. Não é possível atribuir à ISA uma identificação que ela não divulgou oficialmente.
ISA não informa prazo para decisão definitiva
Até o momento, a ISA não anunciou uma data para a conclusão da análise. A organização também afirmou que não fará novos comentários sobre as circunstâncias individuais do caso nesta etapa.
Enquanto isso, a suspensão provisória impede a participação do atleta envolvido em eventos sancionados pela entidade.
A ISA destacou ainda que continuará trabalhando com federações nacionais e parceiros para reforçar os princípios de segurança, respeito e integridade no surfe mundial.
Assim, a decisão representa mais um posicionamento institucional diante das denúncias recentes. Entretanto, o afastamento preventivo não constitui uma conclusão de culpa nem substitui eventuais investigações conduzidas pelas autoridades competentes.
Fontes: International Surfing Association (ISA), Código de Ética e Política de Proteção dos Atletas; World Surf League (WSL); e revista australiana Surfing World.
Veja também: carrossel da AOS Mídia sobre o comunicado da ISA no Instagram.
Competições
Challenger Series em Ericeira: resultados e ranking dos brasileiros
Crosby Colapinto e Brisa Hennessy venceram em Ericeira. Confira a campanha dos brasileiros e o ranking antes da última etapa do Challenger Series.
Publicado
1 semana atrásem
12/10/2026Por
aos-midia
Crosby Colapinto venceu em Ericeira e, por isso, chegou ao terceiro lugar do ranking do Challenger Series. Foto: WSL / Damien Poullenot
O Challenger Series em Ericeira terminou nesta segunda-feira (12/10) com títulos de Crosby Colapinto e Brisa Hennessy. Além disso, Edgard Groggia e Laura Raupp chegaram às semifinais e foram os melhores brasileiros. Já Sierra Kerr garantiu sua classificação para a elite de 2027.
Com isso, falta apenas uma etapa da temporada 2026/27 do circuito de acesso da WSL. Enquanto isso, Ryan Kainalo segue na liderança masculina, e Ian Gouveia permanece no top 10. Por outro lado, Deivid Silva deixou a zona de classificação.
Challenger Series em Ericeira teve finais com quatro atletas
A organização acelerou o cronograma porque a previsão das ondas exigia ajustes após uma semana de condições difíceis. Por isso, manteve quatro surfistas por bateria até as finais.
Crosby Colapinto somou notas 8 e 6,10 na decisão masculina. Assim, venceu com 14,10 pontos e superou Joel Vaughan, Justin Becret e Alonso Correa. Como resultado, o norte-americano subiu 15 posições e chegou ao terceiro lugar do ranking.
Por sua vez, Brisa Hennessy conquistou a final feminina com 13,17 pontos. Enquanto Lucy Darragh terminou em segundo, Sierra Kerr e Vahine Fierro completaram a decisão. Dessa forma, a costarriquenha ganhou 20 posições e alcançou o quarto lugar na classificação.

Brisa Hennessy venceu em Portugal e, por isso, saltou 20 posições e entrou na zona de classificação para o CT de 2027. Foto: WSL / Manel Geada
Groggia brilha e sobe 25 posições
Edgard Groggia também se destacou nas quartas do Challenger Series em Ericeira. Afinal, somou notas 9 e 8, venceu sua bateria com 17 pontos e avançou para a semifinal.
No entanto, o brasileiro somou 9,80 pontos na fase seguinte e ficou fora da decisão. Assim, Alonso Correa e Joel Vaughan conquistaram as duas vagas da bateria.
Apesar disso, Groggia encerrou a etapa como o melhor brasileiro no masculino. Além disso, saltou 25 posições e chegou ao 28º lugar do ranking, com 7.709 pontos.
Além de Groggia, Ian Gouveia também alcançou as quartas. Entretanto, seus 12,13 pontos não bastaram para avançar diante de Ian Gentil e Oscar Berry.

Crosby Colapinto e Brisa Hennessy venceram em Ericeira e, assim, fortaleceram suas campanhas no Challenger Series. Foto: WSL / Damien Poullenot
Top 10 masculino após o Challenger Series em Ericeira
Enquanto Groggia ganhou posições, Ryan Kainalo manteve a liderança do ranking masculino. Além disso, a WSL já havia confirmado sua vaga no CT de 2027.
Ryan soma 22.645 pontos. Já Weslley Dantas segue em quarto, enquanto Ian Gouveia ocupa a décima posição. Portanto, o Brasil permanece com três representantes entre os dez primeiros.
| Posição | Surfista | Representação | Pontos |
|---|---|---|---|
| 1º | Ryan Kainalo | Brasil | 22.645 |
| 2º | Jackson Bunch | Havaí | 18.725 |
| 3º | Crosby Colapinto | Estados Unidos | 18.540 |
| 4º | Weslley Dantas | Brasil | 17.600 |
| 5º | Jake Marshall | Estados Unidos | 17.245 |
| 6º | Joel Vaughan | Austrália | 14.920 |
| 7º | Alonso Correa | Peru | 14.534 |
| 8º | Ian Gentil | Havaí | 14.338 |
| 9º | Lucca Mesinas | Peru | 13.850 |
| 10º | Ian Gouveia | Brasil | 13.425 |

Edgard Groggia chegou à semifinal após somar notas 9 e 8 nas quartas. Com isso, subiu 25 posições no ranking. Foto: WSL / Manel Geada
Deivid Silva deixa a zona de classificação
Por outro lado, Deivid Silva perdeu cinco posições e saiu do top 10. Com isso, passou ao 14º lugar, com 11.665 pontos. Portanto, precisará recuperar terreno na reta final para voltar à zona de acesso.
Além disso, outros brasileiros recuaram no ranking após Ericeira. Veja, a seguir, as posições e pontuações desses atletas:
- Mateus Herdy: 25º, com 9.265 pontos; caiu nove posições.
- Gabriel Klaussner: 26º, com 8.805 pontos; caiu seis posições.
- Douglas Silva: 30º, com 7.448 pontos; caiu seis posições.
- Vitor Ferreira: 48º, com 5.060 pontos; caiu cinco posições.
- Rafael Barbosa: 67º, com 2.960 pontos; caiu cinco posições.
- Lucas Silveira: 82º, com 1.230 pontos; caiu duas posições.

Laura Raupp chegou à semifinal em Ericeira e, assim, avançou para o 14º lugar do ranking. Foto: WSL / Damien Poullenot
Laura Raupp e Sophia Medina avançam no ranking
Por sua vez, Laura Raupp foi a melhor brasileira no feminino em Portugal. Primeiro, avançou nas quartas com 11,10 pontos. Depois, somou 10,50 na semifinal, mas Brisa Hennessy e Sierra Kerr ficaram com as vagas na decisão.
Apesar da eliminação, Laura ganhou cinco posições no ranking. Assim, chegou ao 14º lugar, com 13.090 pontos.
Sophia Medina, por sua vez, parou nas quartas com 7,24 pontos. Ainda assim, subiu duas posições e chegou ao 18º lugar, com 12.000 pontos.
Portanto, Laura e Sophia são as brasileiras mais bem colocadas. No entanto, ambas seguem fora do top 6, faixa de classificação para a elite.

Além de garantir sua vaga no CT de 2027, Sierra Kerr manteve a liderança do ranking feminino após Ericeira. Foto: WSL / Manel Geada
Top 6 feminino: Sierra Kerr lidera e garante vaga
Enquanto as brasileiras buscam uma vaga, Sierra Kerr já garantiu seu lugar na elite. Afinal, a WSL confirmou nesta segunda-feira sua classificação para o Championship Tour de 2027. Além disso, a australiana mantém a liderança, com 26.830 pontos.
Enquanto isso, a vitória colocou Brisa Hennessy entre as seis primeiras. Assim, a zona de classificação feminina após o Challenger Series em Ericeira ficou desta forma:
| Posição | Surfista | País | Pontos |
|---|---|---|---|
| 1ª | Sierra Kerr | Austrália | 26.830 |
| 2ª | Francisca Veselko | Portugal | 22.245 |
| 3ª | Teresa Bonvalot | Portugal | 19.955 |
| 4ª | Brisa Hennessy | Costa Rica | 18.340 |
| 5ª | Eden Walla | Estados Unidos | 17.695 |
| 6ª | Alyssa Spencer | Estados Unidos | 17.190 |

Ryan Kainalo segue na liderança do Challenger Series. Além disso, já tem vaga confirmada na elite de 2027. Foto: WSL / Damien Poullenot
Newcastle recebe a última etapa em março
Por fim, Newcastle receberá a quinta e última etapa do Challenger Series, de 1º a 7 de março de 2027. Ao final da temporada, os dez primeiros homens e as seis primeiras mulheres conquistarão vagas no CT.
Antes disso, o calendário prevê o QS 6.000 Internacional de Taiwan, de 14 a 22 de novembro. Portanto, os atletas ainda terão uma oportunidade de somar pontos antes da decisão na Austrália.
Para conferir mais detalhes, consulte os resultados oficiais da etapa na WSL.
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