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América do Sul

Veja ao vivo as finais do surfe no Pan 2023

Acompanhe a transmissão ao vivo do surfe nos Jogos Pan-Americanos de 2023, nas esquerdas de Punta Lobos, no Chile.

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Tatiana Weston-Webb, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: ISA / Pablo Franco

Acompanhe a transmissão ao vivo das finais do surfe no Pan de Santiago nesta segunda-feira, a partir das 8 horas. Foto: ISA / Pablo Franco

Acompanhe a transmissão ao vivo do último dia do surfe no Pan de Santiago. As disputas terminam nesta segunda-feira (30), nas esquerdas de Punta Lobos, em Pichilemu, sul do Chile. Os brasileiros Luiz Diniz, Carlos Bahia e Chloé Calmon tentam a vaga na finalíssima das categorias SUP Surf Masculino, Longboard Masculino e Longboard Feminino, respectivamente. Já Aline Adisaka e Tatiana Weston-Webb já estão garantidas na decisão e aguardam suas adversárias na briga pela medalha de ouro.

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O evento vale vagas olímpicas para as categorias masculina e feminina do Shortboard (pranchinha). Também estão em jogo as medalhas individuais para as categorias Longboard, SUP Surf e SUP Race, que podem fazer parte das Olimpíadas futuramente.

Na categoria Shortboard masculina, o venezuelano Francisco Bellorin já está na final e aguarda o vencedor do duelo entre os peruanos Lucca Mesinas e Miguel Tudela, que compete com uma lesão no ligamento do joelho direito desde a bateria de estreia.

Entre as mulheres, a brasileira Tatiana Weston-Webb, que já tem vaga garantida nas Olimpíadas pelo ranking da World Surf League (WSL), tenta a medalha de ouro no Pan diante da costa-riquenha Leilani McGonagle ou da canadense Sanoa Dempfle-Olin. As duas atletas perderam para Tati em bateriores anteriores do Pan em Punta de Lobos.

Leilani e Sanoa decidirão a vaga feminina nas Olimpíadas em jogo no Pan. Quem vencer a batalha na manhã desta segunda-feira estará confirmada nas Olimpíadas em Teahupoo.

Clique aqui para entender melhor os critérios de classificação para o Pan do Chile

Baterias do bronze
Vencedores avançam à final e perdedores ficam com o bronze

08:00h – Luiz Diniz (Bra) x Finn Spencer (Can)
08:28h – Isabella Gomez Brady (Col) x Vania Torres (Per)
08:56h – Carlos Bahia (Bra) x Rafael Cortéz (Chi)
09:24h – Chloé Calmon (Bra) x Lia Reyes Dias (Cri)
09:52h – Lucca Mesinas (Per) x Miguel Tudela (Per)
10:20h – Sanoa Dempfle-Olin (Can) x Leilani McGonagle (Cri)

Finais
Vencedores levam o ouro e vice-campeões a prata

10:48h – Zane Schweitzer (EUA) aguarda adversário
11:21h – Aline Adisaka (Bra) aguarda adversária
11:54h – Benoit Clemente (Per) aguarda adversário
12:27h – Maria Fernanda Reyes (Per) x aguarda adversária
13:00h – Francisco Bellorin (Ven) aguarda adversário
13:33h – Tatiana Weston-Webb (Bra) aguarda adversária
14:23h – SUP Race masculino
15:28h – SUP Race feminino

Atenção: É proibida a reprodução do conteúdo desta página e de qualquer meio de comunicação da AOS Mídia, sem autorização escrita da nossa empresa

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América do Sul

Brasileiros garantem vagas no Mundial Júnior da WSL

Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli garantem o Brasil no Mundial Júnior da WSL 2025. Rickson Falcão é campeão sul-americano.

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Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli garantem o Brasil no Mundial Júnior da WSL 2025.

Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli garantem o Brasil no Mundial Júnior da WSL 2025. Foto: Divulgação WSL

Os brasileiros Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli estão encerrando a temporada 2025 em grande estilo durante o Iquique Pro Junior, no Chile, última etapa do Circuito Sul-Americano Júnior da WSL.

De acordo com os cálculos da AOS Mídia, os três garantiram as vagas do Brasil para o World Junior Championship 2025, que será realizado novamente nas Filipinas, entre 11 e 18 de janeiro de 2026, na praia de Urbiztondo, em San Juan, La Union.

Equilíbrio total no masculino

A disputa pelo título sul-americano júnior masculino chegou à final com dois brasileiros: Ryan Kainalo e Rickson Falcão.

Segundo as contas da AOS Mídia, mesmo que Ryan vença a etapa, Rickson deve terminar a temporada como campeão sul-americano, já que os dois empatariam em todos os resultados válidos da temporada — tanto se forem considerados os quatro eventos realizados quanto apenas os três melhores resultados.

O critério de desempate por número total de baterias vencidas favorece Rickson, que soma 13 vitórias, contra 11 de Ryan, podendo chegar a 12 caso conquiste a vitória em Iquique.

A WSL South America ainda não oficializou o campeão, mas o desempenho dos dois brasileiros foi o destaque absoluto da temporada, garantindo também as duas vagas do país no Mundial Júnior 2025.

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Rickson Falcão é o novo campeão sul-americano júnior, pelas contas da AOS Mídia. Foto: WSL / Nicolas Diaz

Luara Mandelli na final e classificada

No feminino júnior, a brasileira Luara Mandelli também segue brilhando. Ela está na final do evento em Iquique, onde enfrenta a peruana Sofia Artieda, e já aparece matematicamente classificada para o Mundial Júnior, de acordo com as projeções da AOS Mídia.

A atleta manteve uma temporada consistente e chega à decisão com chances de encerrar o ano no top 2 do ranking sul-americano.

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Também pelos cálculos do nosso canal, a peruana Catalina Zariquiey tem o troféu garantido no feminino júnior. Foto: WSL / Nicolas Diaz.

Catalina Zariquiey campeã sul-americana júnior

Ainda segundo as contas da AOS Mídia, a peruana Catalina Zariquiey é a campeã sul-americana júnior 2025, independentemente do resultado da final.

Catalina liderava o ranking antes de Iquique com 2.450 pontos e somou mais 500 pontos com a quinta colocação no Chile.

Mesmo que Luara vença a etapa, não conseguiria ultrapassar a peruana — com ou sem descarte de resultados.

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Além de disputar a final júnior em Iquique, Ryan Kainalo está na semi do QS 2.000. Foto: WSL / Nicolas Diaz.

O livro de regras da WSL 2025 não define globalmente quantos resultados contam para o ranking júnior, deixando essa decisão sob responsabilidade da WSL South America.

Historicamente, quando o circuito tem quatro etapas, contam-se três resultados e um é descartado, mas essa confirmação ainda não foi publicada oficialmente.

Em ambos os cenários, Catalina aparece como campeã, segundo a análise da AOS Mídia.

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Douglas Silva também está na semifinal do QS 2.000. Foto: WSL / Nicolas Diaz.

Destaque também no QS 2000

Além do sucesso na categoria júnior, o Brasil também segue forte no QS 2000 masculino com Ryan Kainalo e Douglas Silva, ambos classificados para as semifinais.

Ryan enfrenta o peruano Alonso Correa, enquanto Douglas encara Joaquín del Castillo, também do Peru.
Os resultados confirmam o excelente momento do surfe brasileiro nas categorias de base, com destaque em todas as frentes da etapa chilena.

Importante: até o momento, a WSL South America ainda não oficializou nenhum título ou classificação.

Todos os dados apresentados neste artigo são baseados nas pontuações oficiais do sistema e nas análises da AOS Mídia, realizadas a partir do livro de regras da WSL 2025.

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América do Sul

Vítor Ferreira vence nos tubos de El Gringo e Brasil domina o pódio

Vítor Ferreira vence o Arica Pro Tour em El Gringo, Chile. Brasil domina com Eric Bahia e Kailani Renno nas semifinais. Veja os destaques.

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Eric Bahia, Vitor Ferreira e Kailani Renno no pódio do Arica Pro Tour em El Gringo. Foto: WSL / Alejandro Satt

A temida e respeitada onda de El Gringo, localizada na antiga Ilha do Alacrán, aos pés do Morro de Arica, foi o cenário de uma batalha memorável. O Arica Pro Tour 2025, primeira etapa da dupla coroa chilena da WSL, reuniu alguns dos melhores surfistas da América do Sul e coroou o brasileiro Vítor Ferreira como grande campeão.

Com tubos longos e fechados, a bancada de classe mundial exigiu precisão e coragem. O campeonato reforçou o status de Arica como uma das capitais do surfe latino-americano, com o apoio do Governo Regional, da Ilustre Municipalidad de Arica e Parinacota e do CORE, que apostam no evento como impulsionador do turismo e do esporte local.

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Vitinho faz a festa na etapa chilena. Foto: WSL / Alejandro Satt

Vítor Ferreira brilha na final contra Joaquín Del Castillo

Na decisão, Vítor Ferreira somou 15,00 pontos, com notas 8,00 e 7,00, superando o peruano Joaquín Del Castillo, que obteve 2,63. O confronto foi decidido na base da leitura de ondas e na execução de tubos longos e profundos, o tipo de performance que define El Gringo como um dos picos mais desafiadores do planeta.

“Estou muito contente com minha performance. A onda de El Gringo merece mais eventos gigantes como este. Arica é uma cidade incrível junto à sua gente”, declarou Ferreira, emocionado após a vitória.

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Kailani Renno esbanja disposição nos canudos de El Gringo. Foto: WSL / Kemich 

Brasileiros dominam as semifinais

O domínio brasileiro foi evidente nas semifinais. Vítor venceu Kailani Renno por 12,83 a 3,13, enquanto Eric Bahia acabou derrotado por Del Castillo por uma diferença mínima (9,60 a 8,83). Assim, o pódio final ficou formado por:

1 Vítor Ferreira (BRA)
2 Joaquín Del Castillo (PER)
3 Eric Bahia (BRA) e Kailani Renno (BRA)

O jovem Phillipe Neves também teve uma excelente atuação, alcançando as quartas de final, onde foi superado por Eric Bahia (13,76 x 9,70).

Vitor Ferreira Arica Prto Tour 2025 foto Yerko Vasquez

Vitor Ferreira dominou as ondas chilenas. Foto: WSL / Yerko Vasquez

Destaques locais e nova geração

Um dos momentos mais aplaudidos pelo público foi a atuação do chileno León de La Torre, de Maitencillo, o único atleta local a alcançar as quartas de final, mostrando que a nova geração chilena está pronta para competir com a elite continental.

Nas categorias de base, Kailani Renno, apelidado de Superboy, conquistou o título Sub 18, com um somatório de 14,24 pontos, incluindo o único 10 perfeito de todo o evento. No feminino juvenil, a peruana Briana Barthelmess, de apenas 14 anos, fez história ao se tornar a primeira campeã juvenil feminina nas temidas ondas de El Gringo, superando as irmãs Isidora e Matilda Bultó, de Iquique.

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Ryan Kainalo passeia por dentro de El Gringo. Foto: WSL / Yerko Vasquez

Arica reafirma seu papel no surfe latino

O Arica Pro Tour mostrou mais uma vez por que El Gringo é considerado um dos picos mais respeitados do mundo. Além do espetáculo técnico, o evento reforçou a força do surfe brasileiro e o crescimento do esporte na América do Sul, projetando a “dupla coroa chilena” como uma das mais aguardadas do circuito regional.

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América do Sul

Tati Weston-Webb garante o ouro no Pan do Chile

Tati Weston-Webb garante medalha de ouro para o Brasil em dia de batalhas dramáticas nos Jogos de Santiago 2023.

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Tatiana Weston-Webb, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: ISA / Pablo Franco

Tati Weston-Webb é ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023. Foto: ISA / Pablo Franco

Em uma segunda-feira dramática no Chile, a brasileira Tati Weston-Webb garantiu a primeira medalha de ouro para o Brasil nas disputas de surfe dos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023. As finais aconteceram em condições extremas no pico de Punta de Lobos, em Pichilemu, com ondas que ultrapassavam os 3 metros nas séries.

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Antes da vitória de Tati, o Brasil vinha batendo na trave, com três medalhas de prata em baterias com resultados apertados e algumas viradas nos minutos finais, além do bronze com Carlos Bahia no Longboard masculino.

A primeira medalha do dia veio com Bahia, depois de perder para o chileno Rafael Cortéz. O brasileiro viu o adversário desequilibrar o duelo com uma nota 8.93 e ainda cometeu uma interferência no adversário, ficando longe da briga pelo ouro no Pan.

Carlos Bahia, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: ISA / Pablo Franco

Carlos Bahia é bronze no Longboard masculino. Foto: ISA / Pablo Franco

Depois, foi a vez de Luiz Diniz travar uma batalha acirrada com o norte-americano Zane Schweitzer na final do SUP Surf masculino. O norte-americano já havia derrotado o brasileiro na última bateria qualificatória e novamente levou a melhor, desta vez com notas 8.50 e 7.50, contra 5.50 e 4.73 de Diniz.

O ouro chegou muito perto com Aline Adisaka no SUP Surf feminino. A brasileira liderou a bateria durante boa parte do tempo, mas a colombiana Isabella Gomez virou o placar com uma nota 5.33 nos minutos finais, vencendo por 7.93 a 7.04 e se tornando bicampeã pan-americana.

No Longboard masculino, o peruano Piccolo Clemente confirmou o favoritismo e venceu o chileno Rafael Cortéz na grande final por 12.16 a 10.37 pontos.

Luiz Diniz, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

Luiz Diniz leva a medalha de prata no SUP Surf masculino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

Na sequência, a derrota mais dramática sofrida pelo Brasil nesta segunda-feira. Em um momento complicado do mar, a brasileira Chloé Calmon caminhava para garantir o bicampeonato do Pan com notas 3.47 e 3.17.

A peruana Maria Fernanda Reyes ainda não havia surfado nenhuma onda e ainda cometeu uma interferência em Chloé, ficando em situação complicadíssima em Punta de Lobos.

Reyes tinha muita dificuldade para conseguir surfar alguma onda e estava abaixo de Chloé, até que, nos minutos finais, uma onda despontou no outside e a brasileira deixou passar porque estava posicionada numa parte muito difícil para o drop.

Mais abaixo, a peruana viu a chance de ouro aparecer e não pensou duas vezes. Maria Fernanda Reyes foi para o tudo ou nada e deixou o clima dramático em Punta de Lobos.

Mesmo sem ainda ter surfado uma onda sequer, a peruana precisava de 6.67 para virar. Para desespero da torcida brasileira, a locução anunciou a nota 7.50 e Chloé passou a buscar outra onda para reverter a situação, mas ela não veio e a medalha de ouro ficou com Reyes, que havia perdido para a brasileira na final do Pan de Lima, no Peru.

Chloé Calmon, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

Chloé Calmon sofre derrota dramática no Long feminino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

No Shortboard masculino, o peruano Lucca Mesinas e o venezuelano Francisco Bellorin travaram uma boa batalha pela vaga olímpica e o ouro no Pan.

Melhor para Lucca, que botou pressão no venezuelano com notas 7.33 e 5.83 nas duas primeiras ondas. Bellorin ainda tentou buscar a virada com um surf bem consistentes nas pesadas esquerdas de Punta de Lobos, mas encontrou as seções que precisava para arrancar mais pontos dos juízes e saiu da água com 5.43 e 3.67.

A outra vaga nas Olimpíadas ficou com a canadense Sanoa Olin, que decidiu a classificação com a costa-riquenha Leilani McGonagle antes mesmo da grande final do Pan, já que a outra finalista, Tatiana Weston-Webb, tinha vaga garantida pelo ranking da WSL.

Apontada com favorita, Leilani não se encontrou nas difíceis condições do mar e viu Sanoa vencer a batalha com 5.50 e 4.50, contra apenas 2.50 e 1.70 da costa-riquenha.

Sanoa Olin, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan, Fernando Aguerre. Foto: ISA / Pablo Franco

Sanoa Olin garante vaga histórica para o Canadá no surfe e fica com a prata na final com Tati Weston-Webb. Foto: ISA / Pablo Franco

Com a missão cumprida, Sanoa ainda tentou a medalha de ouro na final com Tatiana Weston-Webb. O duelo foi equilibrado e a canadense chegou a liderar com 5.30 e 4.83, mas a brasileira, que até então tinha 5.00 pontos na melhor onda, aplicou um golpe fatal ao arrancar 7.33 dos juízes.

Foi a segunda medalha de ouro de Tati Weston-Webb na temporada. Este ano, ela foi coroada campeã do ISA Games em La Bocana, El Salvador, no início de junho.

Nas provas de SUP Race, o Brasil ficou fora dos pódios. Entre os homens, o havaiano Connor Baxter confirmou o favorismo e garantiu o ouro para os Estados Unidos. O brasileiro David Leão foi o quarto, atrás ainda do peruano Itzel Delgado e do argentino Santino Basaldella.

No SUP Race feminino, a brasileira Lena Ribeiro foi em busca do bicampeonato do Pan, mas não teve o desempenho esperado e acabou em sexto lugar. Melhor para a norte-americana Candice Appleby, com Jennifer Kalmbach, da Costa Rica, em segundo, e a porto-riquenha Mariecarmen Rivera em terceiro.

Aline Adisaka, Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023, Punta de Lobos, Pichilemu, Chile, Surfe no Pan. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

Aline Adisaka é prata no SUP Surf feminino. Foto: Heuler Andrey / Santiago 2023 via Photosport

Resultados do surfe nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023

Shortboard masculino

1 Lucca Mesinas (Per)
2 Francisco Bellorin (Ven)
3 Miguel Tudela (Per)

Shortboard feminino

1 Tatiana Weston-Webb (Bra)
2 Sanoa Olin (Can)
3 Leilani McGonagle (Cri)

Longboard masculino

1 Piccolo Clemente (Per)
2 Rafael Cortéz (Chi)
3 Carlos Bahia (Bra)

Longboard feminino

1 Maria Fernanda Reyes (Per)
2 Chloé Calmon (Bra)
3 Lia Reyes Dias (Cri)

SUP Surf Masculino

1 Zane Schweitzer (EUA)
2 Luiz Diniz (Bra)
3 Finn Spencer (Can)

SUP Surf Feminino

1 Isabella Gomez (Col)
2 Aline Adisaka (Bra)
3 Vania Torres (Per)

SUP Race masculino

1 Connor Baxter (EUA) 00:12:49,9
2 Itzel Delgado (Per) 00:13:25,2
3 Santino Basaldella (Arg) 00:13:59,4
4 David Leão (Bra) 00:15:19,2
5 Ricardo Avila (Pri) 00:15:51,8
6 Carlo Camacho (Crc) 00:17:42,9
7 Mike Darbyshire (Can) 00:19:53,9
8 Lukas Rodriguez (Uru) 00:20:11,6
9 José Ponce (Chi) 00:22:01,9
Edonays Caballero (Pan) – Desqualificado

SUP Race Feminino

1 Candice Appleby (EUA) 00:15:24,9
2 Jennifer Kalmbach (Crc) 00:15:47,8
3 Mariecarmen Rivera (Pri) 00:16:36,4
4 Sofia Finer (Mex) 00:17:28,3
5 Juliana Gonzalez (Arg) 00:18:14,6
6 Lena Ribeiro (Bra) 00:18:43,5
7 Giannisa Vecco (Per) 00:19:00,9
8 Stephanie Bodden (Pan) 00:19:56,0
9 Lina Augaitis (Can) 00:20:09,0
10 Carla Pérez (Chi) 00:20:50,1

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